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      <title>UNIDADE 2: AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINAR E O APRENDER. by Luana Alves</title>
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      <description>Nesse padlet trago algumas atividades feitas na Unidade 2 da disciplina de Educação, Linguagem e Conhecimento IV, do curso de Pedagogia, na FEBF em Duque de Caxias.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-23 22:22:35 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias na Alfabetização </title>
         <author>luanalves1166</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse é um assunto bem delicado para mim, pois minha alfabetização foi carregada de inseguranças, medos e até mesmo traumas. Apesar da minha mãe ganhar bastantes livros das patroas que ela tinha, e sempre me incentivar a leitura, quando eu estava dentro de sala de aula parecia comum chegar no seiar/final do jardim II sem saber ler, mas o fato de eu não ter uma letra uniforme era um problema. Nessa época deveria ter no mínimo 3 cadernos de caligrafia. Lembro vagamente que quando chorei pois iria para outra escola quando o ano letivo terminasse, a professora falou que seria bom pois eu já tinha 7 anos e precisava ler e ter uma letra melhor. Minha letra era o que chamavam de garrancho, letra de forma misturada com cursiva (que mal dava pra entender). Apesar de prática muito a letra cursiva tive sérios problemas com ela, e ainda tenho, sempre que vou fazer ela sinto como se não soubesse ou me sinto extremamente desconfortável com a mesma. Quando fui para a 1° série melhorei muito minha leitura, mas o problema com a escrita seguiu, troca de R com L, ou visse e versa, quando chegou a fase de pontuação piorou tudo. Tenho poucas lembranças mas as que tenho são bem ruins, até o ensino médio meu problema com a alfabetização me assombrou, pois quando cheguei no fundamental II e veio a tão famosa fase da caneta achava que minha letra melhoraria, mas não, tanto minha letra quanto minha escrita pioravam, isso me deixava mal pois meus colegas de turmas praticamente todos tinham suas letras já formadas, sejam elas bonitas ou não mas tinham suas formas, a minha era a única que não sabia se era de forma ou cursiva. Minha família insistia no caderno de caligrafia e muitas professoras tentavam me ajudar com isso, mas com o tempo passando vi que isso foi ficando de lado. Percebi que muitos dos meus erros de português eram porque não me sentia confortável com a minha letra, então comecei a procurar outros formatos, até que voltei a escrever 100% de letra de forma, o que fez eu me sentir muito melhor com a minha letra e escrita. Chegando no ensino médio, todos os professores perguntavam o porquê da letra e explicava todo o meu problema na alfabetização, falava que fiz todas as atividades de cobrir, repetir letras, mas ainda sim não funcionou. Teve uma professora que acho que ela só acreditou que realmente tinha uma dificuldade pois na época eu dava aula como explicadora para um aluno do 6° ano e eu montava atividades para ele ajudando a desenvolver a letra cursiva, assim como montava para minha prima de 3° grau que estava na alfabetização juntamente com minha sobrinha mais nova. Em um dado momento com uma professora de língua portuguesa do 3° ano do Ensino Médio que vivia reclamando da minha letra, afirmando que eu não tinha identidade própria nela, pediu a escrita de uma redação, fiz a mesma igual eu sempre fazia até mesmo no enem, fui treineira no enem durante 2 anos seguidos, com letra de forma diferenciando ela entre tamanhos, em relação a parágrafos e títulos de texto, a professora disse que me daria 0 se eu não escrevesse novamente a redação em letra cursiva, disse para ela todo meu desconforto com a letra e o quanto não fazia ela a anos e que a mesma não era uniforme, ela não se importou fez eu escrever novamente a redação, eu literalmente escrevi chorando, nunca havia me sentido tão constrangida, incapaz e humilhada, pois além da escrita a professora fez questão falar coisas totalmente ruins sobre eu ter 18 anos e fazer letra de forma, como se eu fosse menos inteligente por isso, ouvi tudo calada pois eu precisava me formar e a matéria dela era que eu tinha as notas mais baixas pois tive/tenho muita dificuldade com a língua portuguesa. Minha alfabetização durou por muito tempo, até hoje tem caderno de caligrafia na casa da minha mãe, depois desse episódio horrível tentei algumas vezes mudar a minha letra mas não durou muito, pois realmente me identifico com a minha letra como ela é, não vejo ela me impedir em nada e sim vejo que ela tem uma identidade própria, mas pra perceber isso tive que sair das limitações ao qual me eram apresentadas. Por isso gosto tanto de trabalhar com educação não formal ou com outras formas de saber/aprender, sinto que isso me dá liberdade de trabalhar da melhor forma em que o aluno possa se desenvolver de uma maneira tranquila e no seu tempo, através de coisas que conectem com as suas vivências.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 22:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese do Texto: “Mudança e Inovação em Educação: O Compromisso dos Professores” de Isolina Oliveira e Conceição Courela.</title>
         <author>luanalves1166</author>
         <link>https://padlet.com/luanalves1166/c59efc17cpqg7rkv/wish/2453973688</link>
         <description><![CDATA[<div>As autoras na primeira parte do texto trazem uma contextualização dos conceitos de reforma, mudança e inovação. Através de contextos históricos elas localizam quando começaram as mudanças educacionais, referenciando por exemplo autores como: Glatter (1992) que traz um alerta que quando a mudança ocorre, não é necessariamente para melhor, tudo depende da apreciação que cada um faz. E Canário (1996), que diz que a mudança surge associada à designada “crise da escola”. Ao longo dessa primeira parte as autoras vão trazer diversos autores para falar sobre as práticas, que não é uma construção única e muito menos final, que as reformas não resolvem 100% dos problemas educativos. Além disso, ao final dessa primeira parte elas trazem uma citação de Hamido (2005) para dizer que professores e alunos não estão isolados, pois a mudança da educação constrói-se nas escolas.</div><div><br></div><div>Na parte dois, elas situam o conceito de inovação, trazendo as 3 dimensões da mudança no campo educacional “social, institucional e pessoal” (Formosinho, Ferreira &amp; Machado, 2000). Logo no início é feito uma comparação entre as linhas de pensamento de Sebarroja (2001), que defende que a mudança não implica melhoria mas que esta implica mudança, e de Perrenoud (2002) que defende que não pode haver inovação sem inovadores. Segundo a referência de Barroso (2005) que é trazido no texto, as inovações são desenvolvidas pelas iniciativas de minorias. Ao final dessa parte as autoras concluem que os conceitos abordados têm passado por diversas compreensões, acompanhando as mudanças políticas, sociais e econômicas que ocorrem nas sociedades.</div><div><br></div><div>Nas duas primeiras partes as autoras procuraram conceituar o que é mudança e o que é inovação, chegando na parte três elas procuraram trazer um olhar para as práticas inovadoras, trazendo 3 estudos de casos distintos feitos em sala de aula como exemplos. Em um dos estudos elas relatam como foi possível perceber várias competências cognitivas sendo desenvolvidas, como pesquisa, comunicação e o raciocínio, já em outra é relatado o desenvolvimento da autoestima positiva e da motivação, e no último estudo a autonomia dos alunos.</div><div><br></div><div>Em sua conclusão, elas dizem que esses estudos tiveram o propósito de responder às dificuldades sentidas/ experimentadas, que através da inovação emerge a compreensão e reflexão sobre as próprias práticas e concretiza-se pelo compromisso dos professores (Bolivar, 2012) na melhoria das aprendizagens dos alunos. Além disso, as autoras falam sobre a importância da escola que divulgar práticas inovadoras é uma escola que aprende, possibilitando os professores de desenvolver trabalhos colaborativos com seus pares, disseminando processos inovadores.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 22:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>Habilidade: Percepção</title>
         <author>luanalves1166</author>
         <link>https://padlet.com/luanalves1166/c59efc17cpqg7rkv/wish/2462014104</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposta é apresentar espaços e objetos semelhantes com o objetivo de “recriar” ou “recriar”, algo que se viu através da percepção.</div><div><br></div><div><strong>Atividade I</strong></div><ul><li>Durante 1 semana, ou o tempo que achar necessário para o desenvolvimento do aluno, levar ele até a praça de frente para escola. Perguntar ou pedir para ele que mostre apenas 1 objeto que mais chamou a atenção dele, em seguida explicar e dizer para ele o que foi aquilo que o chamou atenção.</li><li>Em sala de aula pedir para ele recriar o que viu na praça, com os mais variados tipos de materiais: tinta, palitos, massinha, lápis, giz, paetês…Importante apresentar os objetos usados para criação.</li><li>Ao final dos dias, ou da semana, reunir os objetos criados numa caixa, cartolina ou mesa, recriando a praça.</li></ul><div><br></div><div><strong>Atividade II</strong></div><ul><li>Idêntica a I, a diferença é que iremos fotografar o objeto que chamou a atenção.</li><li>Em sala faremos uma intervenção na imagem do jeito que ele quiser a partir do objeto identificado. É importante que durante a mediação dessa atividade o aluno seja estimulado a pensar diferentes formas e modificações possíveis para esse objeto, a partir da percepção dele.</li><li>Ao final dos dias ou semana, juntar as fotos num cartaz ou numa caixa.</li></ul><div><br><br></div><div><strong>Observações: O tempo da atividade se dá em como o aluno vai lidando com a mesma; É importante que a diariamente o aluno seja estimulado a escolher um objeto diferente, algo que pode ajudar é mostrar ângulos diferentes da praça.</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-30 19:47:44 UTC</pubDate>
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         <title>Articulação de Eixos</title>
         <author>luanalves1166</author>
         <link>https://padlet.com/luanalves1166/c59efc17cpqg7rkv/wish/2462167205</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto "Mudança e Inovação em Educação: O Compromisso dos Professores" as autoras trazem a citação de Canário (1996) que diz que a mudança surge associada à designada "crise da escola" (p.59, entre aspas no original), enquanto lia esse parágrafo e quando debatemos em aula pensei nas vivências que tive quando trabalhava com educação informal, pois o próprio projeto em que trabalhava surgiu a partir de uma demanda do território por conta de falta de acesso de pessoas desse local às universidades. Comecei a refletir em como esse projeto era uma prática inovadora naquele território, além das diferentes formas de tecnologia de informação&nbsp; utilizadas em diversas atividades do projeto, que é a ONG Redes da Maré, que começou com um pré-vestibular, atualmente a Redes trabalha com 5 eixos entendendo a demanda do território da Maré para poder acessar as políticas públicas, e procurando diferentes tecnologias de informação para trazer emancipação do território,&nbsp; no sentido de a população cobrar ao estado a garantia de direitos e não apenas a ONG. Assim como no caso de estudo relatado nas páginas 111 e 112 em que aquela inovação de sala de aula dava autonomia para os alunos.</div><div><br></div><div>Durante a leitura na página 101 do mesmo texto as autoras trazem o alerta de Perrenoud (2002) "as reformas nunca resolvem inteira e definitivamente os problemas do sistema educativo" (p.28) seguido de mais uma citação do autor "os professores para se tornarem actores do sistema educativo e adquirirem competências que poderão ser reinvestidas em novas reformas, anos mais tarde" (p.28, grafia original). Quando vi essas citações pensei em como temos uma cobrança diária sobre o processo de aprender e ensinar, assim como é dito na primeira frase de Perrenoud não é possível sanar 100% dos problemas de uma vez, e na segunda citação ele trás um complemento que o que se adquire hoje pode ser usado anos mais tarde.&nbsp;</div><div><br></div><div>Estamos em constante aprendizagem para as formas em que ensinamos, assim como os casos relatados no texto e os que falamos em sala de aula, as práticas inovadoras são processos, que podem dar muito certo em um determinado momento e depois não. Mas ao longo dos anos vamos aperfeiçoando e mudando se necessário. Precisamos entender que a mudança não é imediata e sim gradativamente, assim como Perrenoud alerta, mas não podemos esquecer também que todo dia uma nova tecnologia de informação surge e precisamos fazer o exercício constante de aprender e reaprender, entendendo que partimos de uma construção coletiva, que enquanto educadores/professores não vamos resolver tudo, mas a junção de escola, professores/educadores, alunos, comunidade escolar e políticas públicas&nbsp; podemos chegar em algum lugar.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-30 22:32:30 UTC</pubDate>
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