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      <title>E1T15215 by Paula Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2015-12-07 08:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Formanda: Ana Paula Andrade Santos E1T15215</title>
         <author>apaulasantos3265</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este é o meu padlet:<br>https://padlet.com/apaulasantos3265/c4sxpp00gcp4</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-05 06:35:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulandsan</author>
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         <description><![CDATA[<div>E1T15215</div><div><strong>M1 -Tarefa Competência de relação interpessoal no âmbito da tutoria.<br></strong><br></div><div><em>“O homem só pode ser educado por seu semelhante, isto é, por homens que também foram educados.”</em> – Immanuel Kant</div><div><br></div><div>O comentário que fiz à opção A da tarefa anterior vem, em certa medida, ao encontro do que é pedido nesta tarefa. É necessário um bom relacionamento entre tutor e tutorando, favorecendo uma comunicação profícua e saudável que permita uma proximidade entre ambos.</div><div>Os grupos de tutor/tutorando raramente são constituídos por dois elementos (não querendo personalizar, tenho apenas um com uma aluna N.E.E.), os outros têm todos três alunos e um deles tem dois, mas um dos tutorandos também é N.E.E.. Assim, nunca poderá haver um trabalho muito pessoal, teremos que apostar num trabalho partilhado a três ou mais que seja proveitoso para todos.</div><div>É necessário mudar mentalidades, pôr os tutorandos a trabalhar, ir às aulas, trazer o material indispensável para as várias disciplinas, fazer os TPC’s e, sobretudo, gostar da escola, isto, das aulas (a maior parte gosta da escola, eles não gostam é de estar  dentro da sala de aulas…). </div><div>E como é que iremos mudar isto?!</div><div>Vamos esperar pelas próximas sessões para obtermos mais ajudas que bem precisas são.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 14:48:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulandsan</author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/130973033</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T15215</div><div><strong>M1 -Tarefa Tutoria</strong></div><div><strong>Opção A<br></strong><br></div><div><em>“A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida.”</em>- <strong>Séneca<br></strong><br></div><div>Daí a necessidade desta formação, porque não podemos lidar com adolescentes, como é o meu caso, adolescentes que têm entre quinze e dezassete anos, e dois deles com N.E.E. como lidamos com os nossos outros alunos, no dia a dia.&nbsp;</div><div>Não foi fácil passar de educadora/professora a tutora, cargo que nunca exerci, e tentar ajudar quem tanto precisa de ajuda. Não querendo especificar o meu caso pessoal, são necessárias ferramentas comunicacionais muito originais para chegar perto destes adolescentes e manter um tema conversacional com quem não gosta da escola. A maior parte deles nem tem uma explicação plausível “é melhor estar em casa com os jogos”; “é uma seca”; “não gosto da disciplina/professora de…” e interrogados sobre o que pretendem fazer mais tarde, praticamente ninguém responde, pois com duas a três retenções no oitavo ano, já têm noção que aos dezoito anos a escolaridade estará muito longe do décimo segundo ano, pretendido/sonhado por alguns deles.</div><div>O tutor precisa mover-se com muito cuidado, pois irá influenciar, sem dúvida nenhuma, nas escolhas e na vida dos seus tutorandos.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 14:54:07 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E1T15215</div><div><strong>M2 -Tarefa&nbsp; - Os Tipos de conhecimentos<br></strong><br></div><div><strong>Os Tipos de conhecimentos envolvidos nos processos de aprendizagem<br></strong><br></div><div>&nbsp;“<em>A parte que ignoramos é muito maior que tudo quanto sabemos</em>” – Platão<br><br></div><div>Segundo esta tarefa o conhecimento está dividido em três estados: declarativo, procedimental e condicional, ou a metacognição.</div><div>Assim, no contexto escolar, a avaliação centrada no conhecimento declarativo é o mais comum e o mais usado, pois permite chegar mais depressa ao conhecimento académico que um aluno possui sobre um determinado tema.</div><div>Com os processos de aprendizagem conseguimos transmitir aos alunos as ferramentas necessárias para que ele consiga proceder à metacognição e aos três conhecimentos referidos anteriormente.</div><div>Nesta nova relação que estamos a estabelecer com os nossos tutorandos, procuramos que eles se sintam bem num espaço que não é bem uma aula (como eles dizem), mas é um lugar onde eles estão à vontade para se exprimir livremente e dizer o que gostariam de fazer para concluir os estudos. Nós, professores-tutores, tentamos não fugir às nossas responsabilidades, no entanto, vamos "levando a água ao seu moinho" e, paulatinamente, conseguimos que eles comecem a encarar as aulas de outra maneira.</div><div>É evidente que nem todos os alunos terão a mesma aceitação, mas se for possível conseguir mudar algumas mentalidades e que os mesmos tenham sucesso, penso que este trabalho já terá valido a pena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 15:24:29 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/134508410</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T15215&nbsp;</div><div><strong>M 3&nbsp; -&nbsp; Tarefa Motivação</strong></div><div><br></div><div><strong>Opção B</strong><em> - </em><strong><em>Um tutor pode motivar um tutorando a melhor o seu envolvimento na aprendizagem?</em></strong></div><div><br></div><div>“<em>Toda ação humana, quer se torne positiva ou negativa, precisa depender de motivação</em>.” - <strong>Dalai Lama</strong>&nbsp;</div><div><br></div><div>Penso que a função principal do professor-tutor é motivar o seu tutorando. No entanto, mediante as caraterísticas pelas quais ele foi selecionado (pelo menos com duas retenções), é um aluno com pouca motivação para a sala de aula e para os estudos e está contrariado com tudo o que diz respeito à autoridade do professor.</div><div>O tutorando gosta da escola fora da sala de aula, gosta do convívio com os colegas, mas não se sente bem “preso” na sala com as aulas de tutoria.</div><div>- “<em>Lá fora estávamos melhor -</em> disse um [este aluno pertence a um grupo de três outros alunos que são da minha direção de turma, que já foram meus no ano transato, daí talvez, o “à vontade”].</div><div>- “<em>Ai é, eu vou colocar isso no meu relatório final. </em>Respondi eu…”</div><div>- “<em>É a verdade</em>…” – Retorquiu ele.</div><div>&nbsp;Claro que há também respostas mais agradáveis.</div><div>-“<em>As aulas de tutoria são mais fixes do que as outras!</em> – disse um aluno,&nbsp; na semana passada. Este pertence a um grupo de alunos que eu desconhecia.</div><div>Pois bem, se o professor não consegue motivar ninguém quando o aluno- tutor não está disponível, apenas poderemos trabalhar para envolver os nossos tutorandos e criar esperanças que ao longo do ano o processo de ensino-aprendizagem se vá melhorando.</div><div>O professor-tutor terá que ajudar e conduzir o seu aluno-tutor transmitindo-lhe entusiasmo e com esforço, perseverança e muita vontade consiga acompanhar o grupo turma no ano seguinte.</div><div>Consegui motiva-lo?</div><div>Claro que não nem podia só ele é<em> que </em>poderá trabalhar para si próprio<em>, a “motivação é pessoal, nunca poderá ser imposta”.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 15:12:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/136220233</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T15215&nbsp;</div><div><strong>M 4 – Tarefa - Competência de relação interpessoal no âmbito da tutoria</strong></div><div><br></div><div><strong>“Competência do tutor”</strong></div><div><br></div><div><strong>“</strong><em>Todo o homem, por natureza, quer saber</em><strong>” - Aristóteles</strong></div><div><br></div><div>A meio do período e depois de várias aulas deparamos, por vezes, com situações menos agradáveis com os nossos tutorandos. Os processos disciplinares começam a aparecer resultantes, sempre, segundo eles, de injustiças. Os alunos continuam a lidar mal com a autoridade do professor que teve que obriga-los a sair da sala de aula, porque estavam a perturbar o processo de ensino-aprendizagem e a enviá-los para determinado espaço, criado especificamente para esse efeito na escola, onde irão encontrar alguns professores que os acolherão para tarefas de substituição às aulas.</div><div>Sinceramente, não é a parte que mais me agrade tratar com os tutorandos, porque eles exaltam-se e argumentam sempre da mesma maneira “pois<em>, ele é o/a professor/a e tem sempre razão…”</em> e, claro, omitem (digo eu) a maior parte da versão dos factos, transmitindo só o que lhes diz respeito.</div><div>Procuro, dentro do possível, acalma-los, dizer que, às tantas, não foi bem assim, que revejam bem o disseram e o que fizeram e, que no dia seguinte fiquem sozinhos para o final da aula e peçam desculpa ao/à professor/a. E a resposta é normalmente:” - <em>nem pensar, quem tinha de me pedir desculpa era ele/ela</em>…”.</div><div>Como ultrapassar isto?</div><div>Não é fácil, são adolescentes que têm entre quinze e dezassete anos, estão no oitavo ano, estão contrariados na escola, claro, com duas ou mais retenções, alguns com enquadramentos familiares muito problemáticos e pedir-lhes para a clarificação e definição do atual problema.</div><div>Quase no final da aula/sessão de hoje, mostrei-lhes o vídeo sobre o casal asiático a dançar ballet, com um problema de amputação de um membro superior e inferior cada um. Como é habitual pedi-lhes um comentário e fiquei agradada com o que me disseram.</div><div>&nbsp;Finalmente, voltei a insistir com os dois alunos com os quais tínhamos começado a aula (problemas disciplinares) que fossem falar com os professores. Aí já me responderam “<em>Vamos pensar…”.</em></div><div>A especificidade, a autenticidade e a autorrevelação neste processo foram mais ou menos conseguidos na medida que foram os tutorandos que me revelaram a culpa/infração e procurei ajudá-los a resolvê-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 19:41:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>apaulasantos3265</author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/138940668</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T15215</div><div><strong>M 5 – Tarefa - Estratégias de autorregulação de aprendizagem<br></strong><br></div><div><strong>Opção A&nbsp;<br></strong><br></div><div>«<em>Toda a arte de ensinar é apenas a arte de acordar a curiosidade natural nas mentes jovens, com o propósito de serem satisfeitas mais tarde»</em>- <strong>Anatole France<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>Neste momento é natural que nós já nos sintamos mais à vontade neste trabalho que nos foi atribuído, logo no início do ano letivo. Confesso que, para mim, não foi fácil, nunca tinha sido tutora, pois, para além das funções que tenho exercido ao longo destes vinte e sete anos de docência, sempre dei aulas de APA a português e francês, desde que essa designação apareceu. Mas, como tudo, “no início estranha-se e depois entranha-se”. Lá nos vamos habituando às nossas novas funções, metade dos alunos já os conhecia e os outros, já são, agora, também meus alunos, pelo menos, durante quarenta e cinco minutos por semana.</div><div>Pois bem, depois das primeiras sessões onde fiz o que a “intuição” me aconselhou, fui aferindo com as outras tutoras da escola (somos três nos agrupamento) qual(ais) o(s) tema(s) que devíamos abordar com os nossos tutorandos. As sessões síncronas da segunda-feira bem como a bibliografia fornecida e/os vídeos têm ajudado igualmente a conduzir as sessões semanais.</div><div>Em relação ao trabalho proposto, o aluno é mais ou menos autorregulador na sua aprendizagem, quando o professor-tutor utiliza diferentes estratégias e pode promover o desenvolvimento gradual de competência de autorregulamentação através de quatro estádios de desenvolvimento:&nbsp;</div><div>- Dá a conhecer o resumo como uma estratégia para estudar, demonstrando, como se faz um resumo (i.é. conhecimento procedimental) e apresentando situações em que o resumo poderá ser a estratégia mais útil para a aprendizagem (i.é conhecimento condicional). Isto funciona se houver tempo suficiente antes, por exemplo, do teste. (<strong>1º estádio de desenvolvimento)</strong></div><div>- Após a observação do tutor/modelo, o aluno vai progressivamente assumindo um comportamento participativo, colocando em prática um registo de imitação.(<strong>2º estádio</strong>)</div><div>- Posteriormente, o aluno vai ensaiando o seu próprio resumo, ainda com algumas orientações, ajudas do seu tutor (práticas guiadas com feedback). (<strong>3º estádio</strong>)&nbsp;</div><div>- No <strong>4º e último estádio de desenvolvimento</strong>, os alunos utilizam as estratégias de forma autónoma, tendo a liberdade para decidir que estratégias utilizar e quando utilizar em função de características pessoais.&nbsp;</div><div><br></div><div>«<em>O conhecimento de competências autorregulatórias inicia-se com aquisição de conhecimento de competências de aprendizagem (observação), inclui a utilização dessas competências (imitação) e a sua interiorização (autocontrolo) e a sua utilização de forma adaptativa (autorregulação)..</em>.» <em>in</em> (Shunk Zimmerman,1997)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 16:10:25 UTC</pubDate>
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         <author>apaulasantos3265</author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/138948699</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T15215</div><div><strong>M 6 – Tarefa – O envolvimento escolar<br><br>Opção B – </strong>Tendo em conta o vídeo «As cores das flores», que tipo(s) de envolvimento escolar identifica e porquê<strong>?</strong></div><div><br></div><div>«<em>Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos»</em> - <strong>Antoine de Saint-Exupéry </strong><em>in </em><strong>“O Principezinho”&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>Numa história tão pedagógica e ao mesmo tempo tão ternurenta como esta salta-nos logo à vista o envolvimento escolar emocional na medida em como o realizador toma partido e “protege” o ator principal invisual dando-lhe o destaque apropriado para a temática deste vídeo.</div><div>Claro que para uma criança/adolescente ou mesmo para um adulto descrever a cor de algo deve ser uma tarefa muito complicada quando estão desprovidos da visão. As pessoas ao redor tentam ajudá-las através do processo de autorregulação: pesquisa na net, explicação dos pais/professores/adultos, e foi num ato fortuito, num passeio num parque que o aluno ouvindo o chilreio dos pássaros teve uma ideia (envolvimento escolar cognitivo).</div><div>Mais tarde, na apresentação do seu trabalho escrito, o menino irá associar as cores das flores não só ao canto dos pássaros como a outros animais e insetos, e sentimos que ele está satisfeito porque agora já sabe verdadeiramente o que são «as cores das flores» e o que este vídeo significa para as crianças invisuais.</div><div>Este vídeo foi feito a pensar numa escola inclusiva. No trabalho que estamos a desenvolver de tutoria também o podemos visualizar com os nossos alunos-tutorandos e pegando nele poderíamos também acrescentar-lhe o envolvimento comportamental desafiando os tutorandos a:</div><div>- aprender e questionar;</div><div>- perseguir objetivos;</div><div>- relacionar-se com os colegas/amigos da turma/escola;</div><div>- participar nos projetos extracurriculares.&nbsp;</div><div>Deste modo cada aluno-tutor iria construir os seus <em>possible selves</em> (eus possíveis) e regular o seu comportamento, antecipando desafios e soluções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 17:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>Menu de 28 de novembro de 2016 (última sessão da formação</title>
         <author>apaulasantos3265</author>
         <link>https://padlet.com/apaulasantos3265/E1T15215/wish/140359230</link>
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         <pubDate>2016-11-28 22:36:25 UTC</pubDate>
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