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      <title>Linha do tempo - Brasil by Larissa Henrici</title>
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      <pubDate>2022-04-08 22:12:26 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira República (1889-1930)</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><ul><li>Primeira República (1889-1930)</li></ul><div><br></div><div><br></div><div>Informações destacadas:<br><br>&nbsp;Os anos 30 representaram mais crescimento para o setor têxtil. A Segunda Guerra Mundial exigiu muito das indústrias dos países envolvidos, que acabaram por restringir o uso de matéria prima e dedicaram-se à produção militar. O Brasil tirou vantagem desta oportunidade aumentando sua exportação em 15 vezes e tornando-se neste período o segundo maior produtor têxtil mundial. Segundo Costa (2000, p. 55) em 1945, quando as tropas de Hitler se renderam, as indústrias brasileiras produziam mais de um bilhão de metros de tecidos&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>Fontes:</div><ul><li><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/o-figurino-que-vestia-o-brasil-do-caf%C3%A9-com-leite/">O figurino que vestia o Brasil do café-com-leite</a></li><li><a href="https://www.revistas.udesc.br/index.php/modapalavra/article/view/5893/4139">A indústria têxtil no Brasil: uma perspectiva histórica e cultural</a></li></ul><div><br></div><div><br><br><br><br><br><br>. Na primeira década do século, o Brasil passou de importador para exportador de algodão, já que as fábricas produziam mais que o mercado interno consumia. Em 1908 apenas em São Paulo foi produzido 60.714.279 metros de tecido e até 1920 a cidade se tornaria o maior polo industrial do Brasil (MATHIAS, 1988). Neste período nota-se também a produção da lã, seda e raiom, porém em toda a história da indústria no país, a produção de algodão é predominante (SUZIGAN, 2000).&nbsp;<br><br>&nbsp;a Primeira Guerra Mundial em 1914, houve uma desaceleração no crescimento da indústria têxtil, algumas fábricas fecharam e grande parte teve que reduzir suas horas de trabalho.&nbsp;<br><br>https://revistapesquisa.fapesp.br/o-figurino-que-vestia-o-brasil-do-caf%C3%A9-com-leite/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>Era Vargas - Governo Provisório, Constitucional e Estado Novo (1930-1945)</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Quarta República (1945-1964)</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>Quarta República (1945-1964)</title>
         <author>larissa_henrici</author>
         <link>https://padlet.com/larissa_henrici/c3wnbdzl4zi7f1s/wish/2136965539</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os anos 50 foram marcados pelo desenvolvimento em diversos setores com o Plano Nacional de Desenvolvimento do presidente Juscelino Kubitschek. A fábrica Bangu, que iniciou suas atividades em 1889 no Rio de Janeiro fabricando morins e chitas, elevou seu nível de qualidade e acabamento investindo em maquinário e produzindo artigos variados, agora investia em desfiles de moda e parcerias esportivas como veículo de publicidade. Com o sucesso dos desfiles que aconteciam no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, a empresa promoveu um evento internacional para apresentar o algodão brasileiro em Paris (COSTA, 2000).&nbsp;<br><br>Entre o final da década de 50 até o fim dos anos 60, o setor têxtil sofreu uma recessão que segundo um levantamento feito pela A Indústria Têxtil no Brasil: uma perspectiva histórica e cultural Renata Mayumi Lopes Fujita, Maria José Jorente Revista ModaPalavra e-Periódico vol.8, n.15, jan./jul.2015 163ModaPalavra e-Periódico 163 Comissão econômica para a América Latina (Cepal) foi causada pela obsolescência técnica e problemas organizacionais. Além disso, todo o país passava por um hiato econômico após o grande crescimento industrial propiciado pela Segunda Guerra Mundial. A indústria têxtil investiu na estruturação do setor e promoveu investimentos em mão de obra qualificada, porém, encontrou no mercado da moda uma solução que antes não havia sido extensamente explorada. Na primeira Feira Internacional da Indústria têxtil (FENIT) os industriais tiveram a oportunidade de estudar as tendências de moda e novos processos tecnológicos para desenvolverem novos produtos para públicos agora segmentados. Teixeira (2007, p. 130) afirma que a presença da moda como grande referencial de mercado mudou a perspectiva da indústria na condução das suas atividades produtivas e, principalmente, na promoção de seus produtos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:12:54 UTC</pubDate>
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         <title>Nova República (1985-)</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:13:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura Militar (1964-1985)</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>Anos 2000</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:18 UTC</pubDate>
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         <title>1970</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Ao longo da década de 1970 houve a entrada de investidores estrangeiros que priorizavam a produção de fibras e filamentos artificiais e sintéticos para responder pela demanda do setor do vestuário por tecidos de tergal e lycra. Podemos citar dentre as empresas abertas neste período: as americanas Sudamtex e a Celanese, a brasileira e japonesa Safron-Teijin, a franco-suiça Rhodia, a italiana Fiação brasileira de Rayon e a brasileira e alemã Companhia brasileira de Sintéticos (TEIXEIRA, 2007).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:22 UTC</pubDate>
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         <title>1980</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div> Em 1981 é fundada em Porto Alegre a Companhia e<br>Fiação e Tecidos Porto Alegrense, que deu origem ao centro da<br>capital gaúcha.<br> Em 1982 a Tecelagem Roeder, Karsten &amp; Hadlich é<br>fundada pelo imigrante alemão Johann Karsten.<br>&nbsp;A década de 80 trouxe o final do ciclo de expansão econômica vivido até os anos 70. O cenário brasileiro apresentava incertezas e dificuldades com a alta de desempregos, queda de renda, escalada de preços e a estagnação da economia. O setor têxtil estava fragilizado e tecnologicamente atrasado em comparação aos Estados Unidos, Europa e agora a Ásia. Esta década, ficou conhecida como a década perdida para o Brasil e a América Latina (ibidem, 2007). O modelo protecionista, que ainda possuía características de substituição de importações agora perdia a força frente a um mundo capitalista e aberto à competição e à globalização.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:27 UTC</pubDate>
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         <title>1990</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em 1990, o Brasil passava pela abertura geral da economia, isso apresentou efeitos positivos, assim como novos desafios para toda a indústria do país. Era necessário ter como referência não mais o mercado interno, mas o comércio global (ibidem, 2007). O impacto inicial na indústria têxtil foi de crise, o setor ainda se mostrava atrasado tecnologicamente devido ao protecionismo vivenciado nos últimos anos, e enquanto as importações de fios e tecidos sintéticos e artificiais subiam, as exportações ainda apresentavam estabilidade, isso gerou conflito entre diversos elos da cadeia. As pequenas e médias empresas pouco modernizadas possuíam poucas chances de sobreviver, a tendência era a predominância de grandes empresas que possuíam meios para investir em tecnologia (KELLER, 2006). Pode-se citar algumas A Indústria Têxtil no Brasil: uma perspectiva histórica e cultural Renata Mayumi Lopes Fujita, Maria José Jorente Revista ModaPalavra e-Periódico vol.8, n.15, jan./jul.2015 165ModaPalavra e-Periódico 165 transformações no setor induzidas pelas mudanças econômicas do início dos anos 90:&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>2000</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>2010</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:41 UTC</pubDate>
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         <title>2020</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil pré-Colonial</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;BRASIL PRÉ COLONIAL (1500-1530)<br><br></div><ul><li>chegada e invasão portuguesa na América</li><li>Brasil se torna “colônia de exportação”</li><li>Ciclo do pau-brasil - exportação - tingimento de tecidos&nbsp;</li><li>mão-de-obra escrava indígena<br><br></li></ul><div><br>Informações destacadas:<br><br>- <strong>O primeiro documento que comprova a manufatura de tecidos no Brasil é a carta de Pero Vaz de Caminha, onde há referência a “uma mulher moça com um menino ou menina ao colo, atado com um pano não sei de quê aos peitos”, mais adiante também é citado que “as casas tinham dentro muitos esteios e de esteio a esteio uma rede, atada pelos cabos em cada esteio”</strong> (<em>COSTA, 2000, MATHIAS, 1988). Segundo Stein (1979, p. 57) - o algodão já era tecido pelos índios antes da chegada dos portugueses (fonte)<br><br></em>-1500 - O primeiro ciclo econômico do Brasil: o <a href="https://www.todamateria.com.br/ciclo-do-pau-brasil/">ciclo do pau-brasil</a>. Essa espécie de madeira era utilizada, já pelos índios para o tingimento de tecidos.<br><br>Fontes:<br><br></div><ul><li><a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/imaginario_port.html#:~:text=Desde%20os%20contatos%20iniciais%20com,bestial%20e%20de%20pouco%20saber%22">o “índio” no imaginário português</a>&nbsp;</li><li><a href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/indios-o-brasil-antes-do-descobrimento.htm">os indígenas antes da invasão portuguesa</a>&nbsp;</li><li><a href="https://www.redalyc.org/pdf/5140/514051496008.pdf">Carta de Pero Vaz de Caminha é o primeiro documento que comprova a manufatura de tecidos no Brasil</a></li><li><a href="https://open.spotify.com/episode/3MHeoGnSTVOjxtQc1Rkf8p?si=H2dV7xWUSS62I1mMfevw5A">O manto Tupinambá</a></li><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4-El7p-Z5-s">A primeira roupa do Brasil</a></li><li><a href="https://revistas.ufpr.br/historia/article/view/55395/33519">Vestires indígenas em bonecas Karajá: argumentos para uma história da indumentária no Brasil</a></li><li><a href="https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/33000">O exotismo inverso Pankararu</a></li></ul><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil Colônia - 1530 a 1822</title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Sistema de Capitanias Hereditárias (1534-1536)</li><li>Governo-Geral (1549-1808)</li><li>Companhia de Jesus</li><li>Ciclo da cana-de-açúcar</li><li>Mão-de-obra escrava africana&nbsp;</li><li>Expansão territorial promovida pelos Bandeirantes&nbsp;</li><li>Ciclo do ouro - Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso</li><li>O Tratado de Methuen (1706-1836) - compra de tecidos ingleses em troca da venda de vinhos portugueses aos ingleses</li><li>Ciclo do café</li><li>Revoltas nativistas (1645-1798)</li><li>Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil<br><br></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://www.scielo.br/j/anaismp/a/SdRCGCmqctzdrdxvTP5vJ7x/?format=pdf&amp;lang=pt">A circulação de artefatos por meio das disposições testamentárias: apontamentos sobre as vestimentas na vila de São Paulo (1580-1640)</a></li><li><a href="https://historiahoje.com/brasil-colonia-homens-poder-e-moda/#:~:text=Quando%20estavam%20em%20casa%2C%20os,outros%2C%20apenas%20ceroulas%20e%20camisa">Brasil Colônia: homens, poder e moda</a></li><li><a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/coluna-mary-del-priore-guarda-roupa-feminino-brasil-colonia.phtml">Na Colônia, até a roupa feminina do luto era ditada pela Coroa e pela Igreja</a></li><li><a href="http://historialuso.an.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5101&amp;Itemid=362">A roupa e a moda no Período Joanino</a></li><li><a href="https://www.academia.edu/25668355/O_figurino_da_Colonia_Uma_an%C3%A1lise_da_sociedade_colonial_brasileira_atrav%C3%A9s_da_indument%C3%A1ria">O figurino da Colônia: uma análise da sociedade colonial brasileira a partir da indumentária<br></a><br></li></ul><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 22:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil imperial - 1822 até 1889 </title>
         <author>larissa_henrici</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div><ul><li>Processo de independência das colônias na América</li><li>Desejo de emancipação da classe burguesa no Brasil</li><li>Revolução Liberal do Porto (1820)</li><li>“Dia do Fico”</li><li>Primeiro Reinado (1822-1831)</li><li>Período Regencial (1831-1840)</li><li>Segundo Reinado (1840-1889)</li><li>1888: Abolição da escravidão<br><br></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://periodicos.ufjf.br/index.php/heera/article/view/26590">O surto de industrialização do setor têxtil a partir de 1889</a></li><li><a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/4748">Vestir e marcar: a construção visual da vestimenta das mulheres escravizadas no Brasil Imperial – século XIX</a></li><li><a href="https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/01/29/roupas-para-escravos-lancaram-producao-seriada-de-moda-no-brasil.htm">Roupas para escravizados iniciaram produção de vestuário em série no Brasil</a></li></ul><div><br></div><div>-&nbsp; A colonização de Blumenau a partir de 1850 na forma de pequenas propriedades criou uma demanda local para produtos industriais. A indústria têxtil catarinense na região de Blumenau surgiu em 1880 a partir da fundação da Cia. Hering -https://periodicos.ufjf.br/index.php/heera/article/view/26590<br><br>Diversas fábricas são inauguradas no nordeste no<br>período de 1830 a 1884, sendo a Bahia o primeiro e mais importante centro da indústria têxtil até 1860, pois dispunha de uma grande população escrava, matéria prima em abundância e fontes hidráulicas de energia.<br><br>A partir de 1866 as fábricas passam a se concentrar<br>na região centro-sul (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro),principalmente no Rio de Janeiro, cujo crescimento demonstrava a importância econômica e política da região.<br><br>A construção da estrada de ferro ligando Rio de<br>Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, contribuiu decisivamente com o deslocamento das fábricas da Bahia para a região centro-sul.<br><br> A fábrica Bangu, que iniciou suas atividades em 1889 no Rio de Janeiro fabricando morins e chitas&nbsp;<br><br>- https://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/4748<br><br>https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/01/29/roupas-para-escravos-lancaram-producao-seriada-de-moda-no-brasil.htm<br><br></div>]]></description>
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