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      <title>Meu Padlet - João Cleber by Joao Ferreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-06 20:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do autor</title>
         <author>joaoferreira46</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom pessoal, me chamo <strong>João Cleber</strong>, tenho 21 anos no momento, sou do Pernambuco, mas já morei pelo Ceará, Paraíba e no momento aqui em Maceió. Bom, dá para ter uma ideia que estou acostumado com mudanças e novos ciclos, e quem me acompanha em todos eles é a Liniker, uma artist<strong>A</strong> FENOMENAL que sempre está na minha cabeça(e coração kkkk) por isso decidi me apresentar com uma musica dela para vocês conhecerem, mas confesso que foi muito difícil escolher uma. Então, sou novo na turma do quarto período mas já fui muito bem acolhido ❤️&nbsp;<br>Estou ansioso pela disciplina e tudo o que eu posso aprender a partir dela, criar raízes  e conseguir acalentar meu coração ❤️&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 22:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do texto &quot;Contribuições da análise do comportamento à educação:um convite ao diálogo&quot; (Aula 14/04)</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2144560569</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom pessoal, já de início dou ênfase em como achei importante a discussão desse texto, sobre como ensinar e como o aluno aprende sabendo que ele não é passivo e que aprender e ensinar são interdependentes. Achei interessante saber sobre a concepção de homem de acordo com o behaviorismo radical, onde não existe&nbsp; divisão de mente e corpo, que ele faz parte do mundo, então ele não existe por si mesmo, ele não é livre e ele também não é a causa do próprio comportamento. Somos submetidos a leis universais, mesmo cada um de nós sendo singulares. Nesse texto, me senti afetado por alguns momentos como quando nele cita que o aluno não é a causa do próprio fracasso e tudo que ele deve aprender devem ter reforços naturais para que ele consiga continuar aprendendo. Acho interessante falar sobre isso pois vários estudantes (inclusive fui um deles) ficavam desmotivados quando não sentiam a necessidade nem o por que de estudar tais conteúdos, causando esse sentimento de culpa, se denominando como insuficiente ou até mesmo burro. Falo por minha experiencia tanto na faculdade quanto no ensino médio: Nunca achei que conseguiria manter o nível da turma ou sempre fui em busca de reforços não naturais, para alcançar nota, para não ser excluído de um grupo. Hoje eu tenho a consciência de que essa ideia de "estudar por nota" não é cabível. Uma frase que me deixou realmente arrepiado nesse texto foi quando os autores falam que "punir indica o que está errado, mas não o que é certo" onde podemos ver que para que consigamos que uma turma de alunos aprenda algo, é necessário atender as necessidades de cada um, entender suas singularidades e um ambiente escolar e familiar que lhes deem todo o suporte necessário, mas sabemos que não existe esse ambiente escolar perfeito, com os professores perfeitos e a relação familiar perfeita, por isso o professor deve ter uma relação com os alunos, para que por meio do feedback, o mesmo consiga formatar planejamentos adequado aos seus alunos. Porém sabemos o quão os professores estão sendo sobrecarregados, especialmente em tempos pandêmicos, então há uma necessidade de instituições superiores como o ambiente onde o professor trabalha (Seja esse universidades, creches ou escolas) ou até mesmo medidas governamentais, fornecendo maior suporte tanto para o professor quanto para os alunos. Por fim, queria pedir desculpa se caso essa análise fique parecida como um resumo, mas com o passar das aulas, vou continuar escrevendo e tentando adaptar mais a filmes,séries animes ou artigos estudados, para tornar minha experiencia com a turma mais rica &lt;3&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-15 02:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdo que me fez relacionar com a Aprendizagem - parte 1</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2144567669</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom pessoal, lendo esse texto anterior, me relembrei de um filme, muito bom chamado "A chegada" onde temos quatro personagens do elenco principal: A doutora Louis Banks(Amy Adams), sendo ela linguística especializada, o matemático Ian Donnelly (<a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-81160/">Jeremy Renner</a>) e dois alienígenas que eles entram em contato. Esse filme me lembrou sobre a aprendizagem pois mesmo sendo um filme com uma situação ilusória, ele mostra o primeiro contato da Humanidade com seres extraterrestres, onde inicialmente eles não conseguiam se comunicar. Com muito esforço, a Doutora Louis e o Ian, por um processo de ordenamento(tentando começar a desvendar a linguagens deles aos poucos) em certos momentos eles conseguem respostas. Isso mostra que o processo de Aprendizagem Da Louis e do Ian além de ter essa hierarquia de ensino, eles tinham um certo feedback dos aliens. Enfim pessoal, o filme é muito bom e recomendo com uma boa pipoquinha e se preparem para muitas reviravoltas hahaha &lt;3  &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-15 02:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita sobre o texto &quot;Concepções sobre o desenvolvimento e aprendizagem segundo a psicogênese piagetiana” De Andreia Osti</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2191133982</link>
         <description><![CDATA[<div>Introduzindo sobre o texto, de cara eu já gostei da sua metodologia, achei de fácil compreensão e leitura interessante. Já vemos que essa ideia de que a criança não tem conhecimento formado (que pelo menos eu tinha kkkkkk) cai logo de início, onde mostra que desde o início da vida ela é agente do seu próprio conhecimento. A autora traz a teoria de Piaget que particularmente adorei ler sobre, mostrando os períodos de aprendizagem em relação com o próprio sujeito e com o tempo o ambiente interferindo no mesmo, tendo a diminuição do ego, convívio social fora do vínculo familiar entre outros fatores. Achei bem interessante quando ele aponta que não existe pensamento antes da linguagem, o que eu nunca havia parado pra refletir sobre, que quando éramos bebês, não tínhamos pensamentos estruturados, o que pelo menos pra mim foi um “mind blowing”.</div><div>Já quando a Andreia fala sobre como a teoria psicogenética é construtivista, me chamou a atenção quando ela cita Piaget dizendo que Aprender é entrar em contato com o novo, mas também aprender é o equilíbrio e desequilíbrio. Já nessa parte eu consegui compreender esse processo construtivista, já que estaríamos sempre em desequilíbrio de conhecimento, buscando aprender cada vez mais, e nunca chegando em um perfeito equilíbrio já que não temos um conhecimento absoluto de tudo. Sempre temos choques de realidade com conteúdos diversos. Faço uma analogia com meu eu do ensino médio para meu eu acadêmico, vendo eu que eu me orgulho em muitos aspectos por ter buscado o conhecimento melhorado e estar cada dia em busca do equilíbrio, onde eu sei que muito desse processo evolutivo se deu pela afetividade, onde por procurar minha paixão sobre a psicologia, me fez ter essa força propulsora que Piaget determina sobre a aprendizagem. Contudo, há também pontos na minha formação por perturbações diversas que fizeram com que eu não "evoluísse" como eu realmente imaginava, mas isso não me desmotiva para continuar nesse processo de busca da melhor versão do “João Cleber” &gt;_&lt;.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 10:43:02 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita sobre o texto “A representação da linguagem e o processo de alfabetização” De  Emília Ferreiro</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2191134893</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, logo de início, tive dificuldade em entender, pois transparece ser um texto denso, com exemplos que me deixaram um pouco perdido, mas ao avançar na leitura, eu consegui compreender o que a autora queria trazer como objetivo no texto. De início ela já traz seu questionamento que ela vai colocar como base do seu projeto de escrita, fazendo a diferenciação entre representação de linguagem e código de transcrição gráficas de unidades sonoras, onde ela explica que a escrita não é uma codificação e sim um processo histórico de construção de representação.&nbsp;</div><div>Nós adultos alfabetizados temos uma visão totalmente diferente sobre a linguagem/escrita que as crianças, mas não podemos dizer que por elas não terem entrado no ensino sistemático ainda, ela não construiu um “saber”, ela NÃO é uma tábula rasa, ela construiu um conhecimento de acordo com a sua realidade.&nbsp;</div><div>Temos que entender esse processo de aprendizagem da leitura e escrita, já que mesmo com os contatos externos que essa criança teve com as letras em sua vida fora do “ambiente escolar” ela está tendo o seu primeiro no ambiente escolar, que muitas vezes se direciona como descontextualizado, já que temos uma visão adulta sobre o sistema de escrita. Achei muito interessante a metodologia que a autora traz aos professores em relação ao primeiro contato com uma língua diferente, como hebraico, onde eles não tem uma base formada sobre o significado das letras e não conseguem ler ou compreender as frases. Contudo, com o tempo mostra que esses professores em conjunto, conseguiram ter um melhor compreendimento do que estava escrito, por seu conhecimento de mundo de como era formado o jornal entregue ou a revista, conseguiram formular algumas hipóteses sobre o que possivelmente estaria escrito em alguns lugares. Com isso Emília traz que as crianças já não tem essa percepção aguçada como os professores de início, trata de pensarmos em ter paciência no ensino, fornecendo nossa escuta com a/o estudante mirim, e se prestar em um papel de expectador desse processo, podendo ver assim o desenvolvimento dessa aprendizagem sem reduzir o conhecimento deles. Eu adorei a leitura desse texto, mesmo que eu tenha relatado em algumas partes que era um pouco densa, mas me fez ter uma visão mais compreensiva desse processo de leitura e escrita, mas com ele me gerou uma dúvida que ao longo da matéria ou do curso eu vou poder construir uma resposta: como o professor pode introduzir o conhecimento da leitura e escrita dessas crianças sem interferir na singularidade de cada aprendizagem sem que reduza o conhecimento do estudante? Sei que no próprio texto ela fala que nenhuma pedagogia é neutra, mas de qual modo podemos interferir menos nesse processo de aprendizagem? (Me desculpem se a pergunta não ficou objetiva e clara, mas estava com esse indagamento kkkkk)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 10:43:59 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita Sobre o Texto &quot;Na vida 10, na escola 0&quot; (19/05)</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2194897187</link>
         <description><![CDATA[<div>Como Falei em sala, o texto foi uma leitura difícil pois estou acostumado com artigos que nele tem introdução, desenvolvimento da teoria abordada e suas conclusões, já que nesse texto os autores trazem muitas informações e resoluções para o problema posto em questão. Mas mesmo assim, consegui captar o essencial que eles querem trazer como problematização, onde é feita a pesquisa com crianças em situação de trabalho, por questões econômicas, tendo que ajudar os pais nas barracas e seus negócios próprios. Essas crianças tem uma relação de convivência com a matemática as vezes sem saber,onde por meio do trabalho elas vão saber somar, multiplicar, dividir e subtrair, mas quando se coloca no papel, muitos tem uma certa dificuldade diferente do seu meio enquanto trabalham. Há também uma certa discussão sobre "De quem seria essa culpa do 'fracasso escolar'? ", onde seria esse os professores, escola, as políticas, os pais e familiares ou até mesmo o próprio aluno? Bom, todos sabemos que cada aluno tem sua própria vivência, suas particularidades, onde em alguns podem ter alguns privilégios sobre escola particular com um melhor acompanhamento, mas em casa não se tem acompanhamento familiar. Já outros podem ter acompanhamento familiar, mas as metodologias dos professores não são de compressão daquele aluno. E outras não tem incentivo nem da família, nem&nbsp; das políticas de educação. Sabemos que a educação é um problema sociopolítico-econômico, onde não podemos culpar o aluno por sua evasão a escola ou ao que é comumente chamado de "Fracasso Escolar", que seria a dificuldade daquele aluno na metodologia do professor(a) ou acompanhar o nível da turma que se está inserido(a). Acho interessante saber que apesar daquelas crianças que aparecem no livro como exemplos, elas tem sua própria aprendizagem dos conteúdos matemáticos, apesar de ser diferente do padrão escola muitas vezes, por isso é necessário que o professor tenha uma postura de expectador, já que aquelas crianças também aprenderam os conteúdos, mesmo que na prática. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conteúdos que me fez relacionar com a Aprendizagem - Parte 2</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2194931683</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei Super interessante essa discussão que as meninas do podcast "Mamilos" trouxe sobre educação, mostrando a experiências de algumas escolas, inclusive de uma escola do Alagoas que é de renome nacional, trazendo debates sobre o que aprender, como aprender e todo o contexto socioeconômico. Acompanho o Mamilos desde 2018 e eu sou apaixonado por todas as suas pautas tratadas semanalmente. Aconselho MUITO pessoal! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:42:24 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdo que me fez relacionar com a Aprendizagem - Parte 3</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2194960318</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, trago aqui um Anime (encontrado na Netflix) que sua tradução se chama "Komi não consegue se comunicar" Onde trata a história da Komi uma menina muito linda, que por sua aparência se dá a entender aos outros estudantes que ela seria elegante e majestosa o suficiente para não se comunicar com ninguém, mas a falta de comunicação é somente por causa da ansiedade social, até o momento que ela conhece o Tadano, um colega de classe que ajuda ela a fazer 100 amigos(Sua meta pessoal), Onde mesmo que ela sofra por ansiedade social, ela quer fazer amigos e se comunicar. Bom, pode parecer aleatório essa referência, mas acho interessante o processo de aprendizagem dela de comunicação, de conseguir a bater suas metas e sair de sua "caixinha", conseguindo se comunicar por meio do celular ou escrevendo. Super recomendo gente, muito emocionante e engraçado! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 01:07:59 UTC</pubDate>
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         <title>Conteúdo que me fez relacionar com a Aprendizagem - Parte 4</title>
         <author>joaoferreira46</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, mais uma vez trago um Anime como referência hahaha. <br>A animação "<mark>Academia de bruxinhas</mark>" trata-se da historia de Akko Kagari, menina de família não-bruxa que é chamada para a escolas de bruxas (Isso me lembra outra historia... kkkk), onde ela passa por uma série de desventuras e problemáticas em relação a não conseguir acompanhar a sua turma nas aulas em geral, tendo muita dificuldade de lançar feitiços. Mais pra frente <strong>(SPOILER) </strong>&nbsp;mostra que lhe foi tirada quase toda a sua magia quando era mais nova, impossibilitando dela ter o mesmo avanço nas aulas que suas outras colegas. Bom, essa parte me lembra muito que mesmo que o aluno se esforce seu máximo, ainda sim, se tem fatores sociais e econômicos que podem lhe tirar as oportunidades e avanço da sua aprendizagem no mesmo nível que outros alunos. Achei mega interessante trazer essa animação por que mostra que mesmo a Akko sabendo disso, ela nunca desiste, e as suas aulas e professores conseguem ter um maior cuidado com ela e fazer ela aprender no seu nível. Se vocês gostarem de animação é uma super indicação que deixo aqui &lt;3</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 01:46:19 UTC</pubDate>
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         <title>AB2 - Aprendizagem e o &quot;Homeschooling&quot; : Uma discussão delicada- Parte 1</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2243267922</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sei, eu sei. Fazer uma argumentação a favor do homeschooling é um local muito privativo, exclusivo e ainda por cima com muito viés religioso contido nos argumentos, mas tive uma mudança de pensamento quando estudando em Processos Educacionais 1 com a Angelina, e tentar argumentar a favor, me trouxe uma outra visão dentro desta temática.&nbsp;</div><div>Confesso que a busca de artigos, podcasts e conteúdos sobre esse tema sem ter as palavras “igreja”, “Jesus” e sem ter um rumo de políticas de direita, conservadoras e elitista foi muito difícil, já que uma das propostas de Bolsonaro, Presidente de alguns, é justamente a implementação do homeschooling. Mas antes de argumentar sobre os prós e contras, eu irei explicar o que é o homeschooling. O ensino domiciliar ou “homeschooling” é o processo de ensino da criança em casa, pelos seus tutores, pais, familiares ou professores particulares escolhidos por eles, sendo essa forma de ensino aprovada em 63 países do mundo em 2018.</div><div>&nbsp;A proposta dessa forma de aprendizagem é que os pais passem mais tempo com seus filhos, saindo da responsabilidade e custeamento do Estado, dando aos pais uma maior autonomia educacional, ter o controle do que seus filhos estão estudando e as particularidades de cada um, tendo um enfoque individual, diferente do ensino escolar, onde majoritariamente as particularidades de cada aluno não são tão levadas em conta. Pensar em homeschooling é pensar em uma sociedade utópica, onde seus pais são todos de classes média alta, podendo abdicar do seu tempo para ensinar seus filhos ou ter financiamento para contratar profissionais adequados para tal ato.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 07:47:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AB2: Parte 2 - Argumentação favorável ao Homeschooling</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2243303394</link>
         <description><![CDATA[<div>Argumentando a favor dessa proposta, vemos que no Brasil, o homeschooling já é uma realidade para algumas famílias, (incluindo famílias nômades e de circo, por exemplo) que olham a escola e percebem que há um déficit em investimentos (por causa do congelamento de gastos em educação colocado em vigor no governo de Temer), promover a socialização e também uma forma de impedir as pressões, bullying, uma educação compulsória e exclusão daquele lugar e sua desmotivação quando isso acontece. Os defensores do homeschooling não querem acabar com a escola, somente que seja aprovado e legalizado no Brasil essa proposta, já que mesmo que não tenha sido exatamente regulamentado por lei, já existem porcentagens de ensino domiciliar. Quando se fala em socialização, é um argumento um tanto raso, já que a criança tem várias formas de socialização sem ser a Escola ou com seus familiares, já que se está inserida em uma sociedade e há diversas formas de se socializar com seus vizinhos ou atividades recreativas. O homeschooling segue uma modalidade de ensino que não tem uma lógica exata, já que os educandos têm que seguir o fluxo da criança, fazendo com que ela aprenda em seu ritmo e customizando um meio de aprendizagem individual, estimulando a curiosidade natural daquela criança e sua subjetividade estimulada e não excluída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 08:55:17 UTC</pubDate>
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         <title>AB2: Parte 3 - Argumentação CONTRA o homeschooling</title>
         <author>joaoferreira46</author>
         <link>https://padlet.com/joaoferreira46/c36lov80nincqg5r/wish/2243304143</link>
         <description><![CDATA[<div>Já olhando de um outro ponto de vista, vemos que essa é uma proposta bastante polêmica, elitista e utópica, como foi falado na parte 1. Sabemos que a escola pode sim ser excludente em alguns aspectos, mas ela prepara o aluno para situações que inevitavelmente ele terá que conviver fora do eixo familiar. Segundo Vygotsky (1996), o primeiro momento de socialização da criança é sim a família, mas logo após vem a escola, esse espaço pedagógico que a faz se desenvolver e aprimorar o seu conhecimento com a realidade. Citando ainda Vygotsky, ele cita que o ambiente social por si só não garante a formação humana adequada para o indivíduo, por isso é necessário de um professor para que ele possa atender as necessidades escolares daquela criança. Já sobre uma forma de cortar o bullying previsto, é uma argumentação facilmente derrubada, já que aquela criança pode estar já passando por um processo de violência, seja ela verbal ou física dentro do próprio lar, sendo a escola um refúgio daquele estudante. É importante também falar que quando é proposto o ensino domiciliar, vemos que aquela criança é direcionada ao posicionamento e interesses dos pais, vindo de um viés muito religioso, de direita e uma cultura única, direcionada, não dando tanta liberdade para crianças LGBTQIA+, por exemplo, excluindo uma parte dela que poderia ser mais explorada e aceita.&nbsp;</div><div>Propor o ensino domiciliar com um argumento de que a educação é precária não é “cortar o mal pela raiz”, é só uma forma de elitizar mais a sociedade e não dar a educação necessária e prevista para todos, então é necessário que haja investimentos na educação e uma maior profissionalização dos docentes para eles conseguirem lidar com cada particularidade dos seus alunos e não priorizar os “mais inteligentes” e esquecer dos restantes</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 08:56:32 UTC</pubDate>
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         <title>AB2: Parte 4 - Meus apontamentos e Conclusão</title>
         <author>joaoferreira46</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre meus apontamentos, depois de pesquisar bastante sobre, tenho uma visão diferente da que tinha antes do ensino domiciliar.&nbsp; Continuo vendo que essa é uma medida paliativa ao ensino, mas vejo que como já tem várias famílias que já aplicam esse ensino, deve ser aprovado, mas com uma&nbsp; grande fiscalização do governo aplicando serviços sociais, incluindo psicólogos instruídos a tal modalidade para que essa criança não esteja em um único direcionamento, única forma de cultura e de aprendizagem para que esse indivíduo possa se expressar e criar uma personalidade que não seja em sua totalidade o posicionamento dos seus responsáveis.&nbsp;</div><div>Vejo a escola como imprescindível para a criança de diversas maneiras, mas vejo que em certos casos ela não é tão efetiva e por isso que seja implementado por lei a aprendizagem em domicílio. O desenvolvimento daquela criança é responsabilidade tanto dos pais quanto do Estado e da sociedade. Devemos pensar para aquela criança o melhor para sua desenvoltura em âmbito educacional, cultural e político, evitar que ela tenha sua particularidade excluída mas também ser excluída da sociedade. Essas crianças precisam da nossa ajuda para que elas façam do nosso país um futuro melhor para as suas futuras gerações e assim por diante!</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 08:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecimentos &lt;3</title>
         <author>joaoferreira46</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por fim, mas não menos importante, queria agradecer a nossa <strong>professora perfeita</strong>, ao <strong>moni predileto</strong> e a <strong>mestranda de milhões</strong>. Confesso que eu sempre odiei escrever, por nunca me sentir apto a esse ato kkkkkk<br>Essa matéria e a forma de avaliação por meio dos escritos, foi muito positiva para minha aprendizagem tanto da matéria como um todo quanto ao processo de escrita e minha visão do mundo. Aprendi muita coisa e sei que vou levar pelo resto da minha jornada acadêmica, para minha vida profissional, mas também fora dela. Esse processo de escrita foi bem interessante para mim em exclusivo, me fez sair um pouco da minha bolhinha de escrever em formatações acadêmicas e me dar mais iniciativa à escrita. Os comentários de cada um foi um ponto bem principal para a disciplina. Receber um feedback sobre cada publicação e comentários positivos me fez engajar mais na disciplina e me dar motivação para a escrita. Obrigado por estarem nessa jornada comigo!<br>Beijinhos e abraços, João Cleber</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 10:00:47 UTC</pubDate>
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