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      <title>Mídia durante a ditadura de 64 by Gabriel Santos</title>
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      <description>a mídia na História Social no Brasil com destaque para o período dos anos 1960 aos 1980, referente a ditadura militar.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-06 15:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>O Cinema</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>O golpe militar de 1964 ocorreu num momento em que o cinema brasileiro vivia sua fase mais criativa e diversificada, conquistando um amplo reconhecimento no exterior. O movimento do Cinema Novo tinha assumido para si a tarefa de levar para as telas as utopias e contradições da realidade brasileira, com foco na realidade social, por meio de uma linguagem inovadora e ousada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 18:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>O Brasil do começo dos anos 1960</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Brasil do começo dos anos 1960, apesar de grande parte da população viver em situação de extrema pobreza, vivia seu sonho de modernidade. A inauguração de Brasília, obra polêmica do governo <a href="http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/biografias/juscelino_kubitschek"><strong>Juscelino Kubitschek</strong></a>, era a síntese desse sonho, materializado numa cidade planejada, elegante, de vanguarda, construída no Planalto Central. Boa parte da sociedade brasileira ansiava por essa modernidade, que significava mais indústrias, mais empregos, mais riqueza</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 18:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>A música</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compositores como Chico Buarque, Caetano Veloso e Geraldo Vandré atacavam de maneira mais ou menos velada a tortura, o autoritarismo, a censura. No <a href="https://www.youtube.com/watch?v=FOsXaaW4Pkk"><strong>Festival de Música Popular</strong></a>, promovido pela TV Record, em 1967, Edu Lobo e Capinam levaram o primeiro prêmio, com “<a href="https://letras.mus.br/edu-lobo/45628/"><strong>Ponteio</strong></a>”. A música tem batida sertaneja e alusão à violência dos militares na letra. Nas entrelinhas, eles pediam o fim da ditadura:<br><br></div><div><br>“Certo dia que sei / Por inteiro / Eu espero não vá demorar / Este dia estou certo que vem / digo logo o que vim / Pra buscar (…) / Vou ver o tempo mudado / E um novo lugar pra cantar”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 18:58:24 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do Rádio</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>À primeira vista, pode-se pensar que o rádio saiu de cena a partir dos anos 1960, perdendo espaço e dinheiro de publicidade para a televisão. Mas, na realidade, não foi bem assim. Até fins dos anos 1970, o rádio ainda era um meio dominante em muitas localidades do Brasil distantes das grandes cidades. Durante o regime militar, foi veículo de programas diversificados, como radionovelas, jornais falados, programas musicais e de variedades. O governo militar também se utilizou do meio para veicular programas oficiais e propagandas.<br><br></div><div><br>Longe de competir com a TV, ele a completava em muitos casos. O “radinho de pilha” era um companheiro inseparável dos trabalhadores mais pobres, não só no local de trabalho, mas também no caminho de volta para casa, nas primeiras horas da manhã, ou na solidão dos dormitórios. Para a classe média, a rádio FM e o aparelho de rádio no automóvel mantiveram a audiência do veículo, apesar do consumo crescente de televisões. O rádio, muitas vezes esquecido nos panoramas da época, ainda era parte fundamental do cotidiano da população brasileira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>Teatro</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Durante a ditadura militar, o teatro brasileiro teve grande participação na resistência cultural. Em encenações de peças estrangeiras de questionamento e que despertavam o senso crítico, de autores como Sartre e Brecht, além de peças autorais, atrizes se uniram com muita coragem contra a pesada censura.<br><br></div><div>Durante a década de 1960, grupos como o Arena, de Augusto Boal, em São Paulo, encenavam peças ligadas à realidade brasileira. Com o AI-5, a produção de peças como essas foi ameaçada.<br><br>Também como forma de resistência, surgiram grupos como o Opinião, criado pelo Centro Popular de Cultura, da UNE. No shopping center Copacabana, em dezembro de 1964, artistas como Nara Leão contracenaram “Opinião “, de direção de Boal, show-manifesto de resistência com referências disfarçadas em músicas de protesto, de forma a driblar a censura. Assim, “Opinião “ se tornou emblemático na história brasileira. Veja mais <a href="http://www.esquerdadiario.com.br/Show-Opiniao-os-artistas-respondem-ao-golpe">aqui</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>AI-5 e a Censura no Brasil</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>no dia 13 de dezembro de 1968, o governo do general Costa e Silva baixou o Ato Institucional nº 5, o AI-5, que marcou o período mais duro do regime militar (1964 – 1985). O ato, que vigorou até dezembro de 1978, deu poder de exceção aos governantes para fazer punições arbitrárias. Para a imprensa, foi mais um capítulo da longa história brasileira de censura à comunicação.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:15:33 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>http://revistapress.com.br/revista-press/ai-5-e-a-censura-no-brasil/<br><br>https://www.esquerdadiario.com.br/O-Teatro-como-forma-de-resistencia-a-ditadura<br><br>https://memoriasdaditadura.org.br/origens-do-golpe/<br><br>https://memoriasdaditadura.org.br/panorama-de-arte-e-cultura/<br><br>https://memoriasdaditadura.org.br/teatro/<br><br>https://memoriasdaditadura.org.br/televisao/<br><br>https://memoriasdaditadura.org.br/cinema/<br><br>https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-03/radio-nacional-e-invadida-por-militares-por-dar-voz-a-resistencia-ao-golpe<br><br>https://natelinha.uol.com.br/televisao/2019/03/31/de-censura-a-tv-a-cores-como-a-ditadura-influenciou-a-televisao-brasileira-126716.php</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:19:49 UTC</pubDate>
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         <title>O golpe e a importância da Rádio</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos anos 1960, a comunicação brasileira vivia a transição entre a era do rádio e o império da TV, mas a <strong>Rádio Nacional</strong>, instalada no Rio de Janeiro, conservava uma posição estratégica na transmissão de informações para os brasileiros. Atual emissora do sistema de rádios da <strong>EBC</strong>, a <strong>Nacional</strong> transmitia em ondas curtas e médias, discutia a realidade do Brasil e integrava o país. Nos dias do golpe, abriu seus microfones para discursos em defesa da democracia, foi invadida pelos militares e teve 36 artistas e jornalistas demitidos.<br><br>Entre os que usaram os microfones da <strong>Rádio Nacional</strong> em defesa da democracia esteve o então deputado federal Rubens Paiva, depois cassado e, finalmente, morto após sequestro e tortura por militares da Aeronáutica e do Exército. No discurso, convocou estudantes e trabalhadores para que se mobilizassem pacificamente contra o movimento golpista.<br><br></div><div>"Está lançada inteiramente para todo o país o desafio: de um lado, a maioria do povo brasileiro desejando as reformas e desejando que a riqueza se distribua; os outros são os golpistas, que devem ser repelidos e, desta vez, definitivamente, para que o nosso país veja realmente o momento da sua libertação raiar", disse o deputado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:29:57 UTC</pubDate>
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         <title>Televisão </title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Ditadura Militar usou da televisão para difundir suas ideias na população, chamada de massa de manobra pelos militares da época. A Globo estreou em 1965 e se tornou fundamental para a consolidação do Governo que aplicou o golpe no ano anterior, retirando João Gourlat da presidência. O canal recebeu investimento estrangeiro após formalizar acordo com o grupo Time Life, o que era proibido por lei, mas nunca recebeu punição das autoridades, pois Roberto Marinho apoiou incondicionalmente a Ditadura. A emissora não noticiava os casos de corrupções, as perseguições políticas, os assassinatos contra comunistas não solucionados e a censura contra os veículos de comunicação feitas pelos militares. Em 2011, o Grupo Globo se retratou e assumiu que cometeu equívocos neste período. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 19:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>RELAÇÃO COM A UNIDADE</title>
         <author>gabrielsantos1200</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsantos1200/c35rycugrg4vo8w2/wish/2373921659</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da unidade tivemos a oportunidade de aprender que esses meios são poderosos para moldar o pensamento da sociedade, a forma que eles escolhem contar a história ou simplesmente ficar em silencio já diz muita coisa. É evidente que no momento ditatorial muito desses sistemas foram adotados, e com isso houve um grande retrocesso no processo comunicativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 22:14:13 UTC</pubDate>
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