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      <title>dona leopoldina by </title>
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      <description>Criado com uma mente curiosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-26 18:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>2 FATOS SOBRE OS RESTOS MORTAIS DA IMPERATRIZ LEOPOLDINA</title>
         <author>isadorabreinsrolao9</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:18:23 UTC</pubDate>
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         <title>A imperatriz Leopoldina foi uma mulher vital — seja com relação à Independência do Brasil ou ao Dia do Fico. Sua inteligência, poder de persuasão para com Dom Pedro I, e sua astúcia política, mudaram a história do nosso país. Mas, por mais icônica que seja sua figura, como todo ser humano, ela teve uma trajetória que eventualmente acabou. No caso da soberana, a morte veio em 11 de dezembro de 1826, aos 29 anos de idade, por conta da evolução de um quadro infeccioso. Seus restos mortais jazem em São Paulo, na Cripta Imperial, do Parque da Independência, no Ipiranga.</title>
         <author>isadorabreinsrolao9</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:36:48 UTC</pubDate>
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         <title>1. Urna surpresa Em 2012, os restos de Leopoldina, assim como os de Dom Pedro I e de Dona Amélia, foram alvo de um estudo que envolveu uma parceria da arqueóloga brasileira Valdirene Ambiel com vários especialistas e instituições. Os resultados (que podem ser acessados aqui) aparecem na dissertação de mestrado da pesquisadora, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP). A primeira tarefa que foi feita na pesquisa foi abrir parcialmente a tampa de granito do sarcófago de Leopoldina. Mas, quando essa foi aberta, veio uma surpresa: a urna era mais recente do que se pensava.</title>
         <author>isadorabreinsrolao9</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Acreditava-se que seria encontrado o caixão descrito segundo documentos do Instituto Histórico Geográfico de São Paulo, que falavam do translado dos restos da imperatriz, realizado em 1954. Porém, esse último não condizia com tais descrições. Ainda assim, havia 31 fragmentos de madeira, provenientes provavelmente da antiga urna. </title>
         <author>isadorabreinsrolao9</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>2. Aparência imperial </title>
         <author>isadorabreinsrolao9</author>
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         <description><![CDATA[<div>uando se trata das roupas, porém, tudo estava dentro das descrições. A defunta tinha correspondência com uma imagem do pintor francês Jean-Baptiste Debret, de 1 de dezembro de 1822, na qual Leopoldina aparecia de trajes de gala, na coroação de Dom Pedro I.&nbsp;<br><br></div><div>Isto é, de modo curioso, a esposa do imperador havia sido enterrada com vestimenta parecida com a daquela ocasião sublime. Era um vestido branco com bordados "em forma de folhas em verde na altura do peito" e mangas fofas com detalhes da fauna brasileira.<br><br></div><div>Seus sapatos, por sua vez, eram baixos e sem salto, e tinham decorações "pequenas e delicadas". A estatura da falecida variava entre 1,54 cm a 1,60 cm. Brincos e uma amostra do manto da austríaca também estavam em seu sarcófago e foram entregues ao Museu da Cidade de São Paulo, que administra o Monumento à Independência.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 19:41:11 UTC</pubDate>
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