<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>8º E by Carla Ferreira Cardoso</title>
      <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E</link>
      <description>Projetos DAC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-10 15:24:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-21 09:25:19 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4be.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Luana e Inês</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879880814</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/964354729" />
         <pubDate>2024-02-10 16:29:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879880814</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lara e Matilde</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879881243</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/964355581" />
         <pubDate>2024-02-10 16:30:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879881243</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mateus e Manuel</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879882838</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/964356589" />
         <pubDate>2024-02-10 16:34:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879882838</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simão e Joana</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879883306</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/964356798" />
         <pubDate>2024-02-10 16:35:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2879883306</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Francês</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2891543028</link>
         <description><![CDATA[<p>Proverbes à propos de nourriture/alimentation et leur signification</p>]]></description>
         <enclosure url="https://st.depositphotos.com/1809906/1414/v/600/depositphotos_14145562-stock-illustration-france-paris-eiffel.jpg" />
         <pubDate>2024-02-21 22:32:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2891543028</guid>
      </item>
      <item>
         <title>25 de Abril</title>
         <author>ProfRuiG</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2915372635</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p><p>Reconhecer alguns dos aspetos mais relevantes da identidade de Portugal: o 25 de Abril. Capacitar para o desempenho de um papel ativo na vida democrática e para a defesa dos direitos e deveres democráticos. Perceber o conceito de mudança e ser tolerante e aberto à evolução.</p><p>&nbsp;Conhecer as restrições à liberdade de expressão e de informação e a repressão e censura durante o Estado Novo, em diferentes setores da sociedade. Compreender que um cidadão mais informado está mais preparado para tomar decisões e para participar numa sociedade democrática.</p><p><strong>Produto final</strong></p><p>Fazer um friso cronológico da Revolução</p><p> Debater a Revolução dos Cravos: Que importância teve para os Portugueses? </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-12 10:07:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2915372635</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Andriy Mordvinov nº3 ,  Simāo Marques  nº17</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920339810</link>
         <description><![CDATA[<p>Quais foram as consequências do conflito?</p><p>Esta guerra exigiu a Portugal uma grande mobilização de recursos humanos e financeiros, tendo em conta a sua duração e di-mensão, pois foi travada a milhares de quilómetros de distância e contra movimentos de libertação que eram apoiados pelas potências da Guerra Fria. O conflito consumiu uma parte significativa do orçamento de Estado português , e mobilizou mais de 1 milhão de homens, muitos deles de origem africana 3</p><p>O balanço final da guerra foi pesado para ambos os lados. Cerca de 10 000 portugueses morreram e milhares de soldados regressaram feridos ou com incapacidades físicas e problemas mentais que condicionaram a sua vida. Do lado africano, ainda hoje não se conhece com precisão o número de baixas, mas estimam-se em cerca de 45 000 mortos entre guerrilheiros e população civil. Os custos da guerra deixaram marcas profundas.</p><p>Após a independência, quase todas as antigas colónias portuguesas mergulharam em crises económicas e políticas, algumas delas marcadas por longas guerras civis</p><p><br/></p><p>Bibliografia : HSI 9 - história sob investigação </p><p>Claudia Amaral , Bárbara Alves , Tiago Tadeu e landa Vilaça . Porto editor .</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 09:55:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920339810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lara n°7, Luna n°10, Inês n°12</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920342283</link>
         <description><![CDATA[<p>Porque que é que os militares fizeram um golpe no dia 25 de Abril?</p><p>Apesar das reformas anunciadas por Marcello Caetano, Portugal continuava a ser um país governado por uma ditadura. Continuava a existir censura, polícia política, um partido único e as eleições eram sempre marcadas por fraudes. A isto juntava-se uma grave crise económica e, sobretudo, o descontentamento face á continuação da Guerra Colonial.</p><p>O afastamento da guerra e o clima de descontentamento, sobretudo face às “leis das promoções” proposta dos militares, levou um grupo de capitães, nos finais de 1973, a constituir o Movimento das Forças Armadas (MFA). Estes militares começaram uma ação clandestina que tinha como principais objetivos derrubar o regime, dar uma solução política á Guerra Colonial e transformar Portugal numa democracia. Em março de 1974 organizaram o “golpe das Caldas”, que fracassou, mas a resistência continuou.</p><p><br/></p><p>Bibliografia-HSI9- História sobre investigação,</p><p>Claudia Amaral, Bárbara Alves, Tiago Tadeu, Olanda Vilaça</p><p>Porto editora </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 09:58:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920342283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Andréia Santos nº2 Joana Silva nº5  Matilde Morais nº15</title>
         <author>joanaritasoaresdasilva2010</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920342531</link>
         <description><![CDATA[<p>Como se iniciou a Guerra Colonial?</p><p><br/></p><p>Após a 2ª Guerra mundial, muitas potências europeias deram a independência ás suas colónias. O governo português não seguiu essa opção, justificando que os seu territórios, sobre tudo africanos, eram “províncias” ultra marinas” e partes intervir antes da nação a criação da ONU, defensora do direito á auto determinação dos povos e o apoio diplomático e militar dos EUA e da URSS à luta dos movimentos de libertação deixaram Portugal cada vez mais isolado. </p><p><br/></p><p> Alguns grupos africanos organizaram-se e começaram a lutar pela libertação dos seus territórios. Em 1961, no norte de An- gola, começaram os primeiros combates de grupos guerrilhei- ros africanos (MPLA, UNITA, FNLA) pela independência dos territórios. A luta estendeu-se em 1963 à Guiné-Bissau (PAIGC) e, em 1964, a Moçambique (FRELIMO) . Ao longo da guerra, que se arrastou até abril de 1974, o Estado Novo nunca aceitou uma solução política, optando por enviar mais homens e material para a guerra.</p><p><br/></p><p>Bibliografia</p><p><br/></p><p>HSI9-história sobre investigação </p><p> Claudia Amaral </p><p> Claudia Alves </p><p> Tiago Tadeu </p><p> Olanda Vilaça </p><p>Porto editora</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 09:58:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920342531</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Luana Ribeiro n. 8, Renato Carvalho n 16</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920345987</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Porque fracassou o marcelismo?</strong></p><p><br/></p><p>A abertura esperada acabou por não se concretizar, o que ficou evidente nas eleições legislativas de 1969, quando a oposição foi autorizada a concorrer, mas o resultado foi o mesmo de sempre: todos os eleitos eram da União Nacional. Esse mesmo ano também ficou marcado pela greve e manifestações na Universidade de Coimbra. Os estudantes reivindicavam mudanças nos métodos de ensino e protestavam pela continuação da Guerra Colonial.</p><p>Um dos aspetos em que Marcello Caetano se mostrou inflexível e continuador da política de Salazar foi na questão colonial. Apesar dos combates em África, do isolamento internacional e da contestação interna que já se fazia sentir em Portugal, o governante recusou discutir a descolonização.</p><p> </p><p><strong>Bibliografia</strong>: </p><p><br/></p><p>HSI 9 - História sobre investigação</p><p>Cláudia Amaral, Bárbara Alves, Tiago Tadeu, Olanda Vilaça.</p><p>Porto editora.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 10:01:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920345987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Luis Prsa n 9 Martim Pais n13 Mateus Palma n 14 8.ºE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920349080</link>
         <description><![CDATA[<p>Como é que os revolucionários tomaram o poder?</p><p>Às primeiras horas do dia 25 de abril de 1974, várias colunas de unidades militares, de diversas partes do país, saíram dos quartéis e ocuparam locais estratégicos nas principais cidades do país, nomeadamente na capital. Os alvos da “operação fim-regime” tinham sido definidos pelo major Otelo Saraiva de Carvalho e passavam pela tomada das vias e dos meios de comunicação ( principais ruas da cidade, quartéis, emissores de rádio e televisão), assim como o controlo da praça do comércio onde estavam os ministérios.</p><p>O golpe militar foi bem-sucedido, pois a resistência dos apoiantes do estado novo foi reduzida e os revolucionários tiveram a adesão massiva da população de Lisboa. O presidente do conselho Marcello Caetano foi cercado pelos militares, sob o comando do capitão Salgueiro Maia.</p><p>Os sitiados acabaram por se render ao general António de Spínola, colocando, assim, um ponto final a quarentena e oito anos de ditadura. Concretizado o derrube do regime, o MFA entregou o poder à junta de salvação nacional, que era composta por vários militares e presidida pelo general Spínola. O principal objetivo desta junta era é assegurar a reformas necessárias para devolver o poder político ao povo e transformar Portugal numa democracia.</p><p>Bibliografia</p><p>HSI 9- História sobre investigação </p><p>Cláudia Amaral </p><p>Bárbara Alves </p><p>Tiago Tadeu</p><p>Olanda Vilaça</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 10:05:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920349080</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gonçalo nº4, João nº6, Manuel nº11</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920351769</link>
         <description><![CDATA[<p>Como se construiu o regime democrático?</p><p>Após o triunfo do golpe militar, a junta de salvação nacional colocou em prática as medidas do programa do MFA, de modo a assegurar a democratização do pais. Destas medidas destacaram-se: a destituição do Presidente da república e do governo; nomeação de um governo provisório; amnistia e a preços políticos; extinção da policia politica, do partido do Estado Novo e da censura; autorização para o regresso dos exilados politicos; autorização para a formação de partidos politcos e sindicatos politcos; convocação de eleições para formar a assembleia nacional constituinte ( Que iria elaborar a constituição ).</p><p>A aprovação da nova constituição, a 25 de abril de 1976, institucionalizou o novo regime democrático e os respetivos órgãos de soberania. O documento previa a descentralização dos poderes e competências do estado central, com a criação de duas regiões autónomas, Açores e Madeira. Como ainda acontece, estas dispõem de governos e assembleias regionais com capacidade  executiva e legislativa próprias. A uma escala mais pequena, e para assegurar uma melhor governação foi reforçada o poder autárquico para dar uma resposta mais eficaz aos problemas das populações. </p><p><br/></p><p>Bibliografia:</p><p> HSI 9 Cláudia Amaral, Barbara Alves Tiago Tadeu Olanda Vilaça.</p><p>Porto Editora   </p><p>  </p><p><br>tencias</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-15 10:08:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2920351769</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Português</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2931606055</link>
         <description><![CDATA[<p>A Literatura tradicional é uma fonte inesgotável  de saber. Passou de geração em geração e,  ainda nos dias de hoje, na era do mundo digital consegue dar-nos ensinamentos  importantes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2172476200/fd9136262c7bd582bf38e60190dcbed5/Prov_rbio.docx" />
         <pubDate>2024-03-24 21:13:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2931606055</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178610</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/31fc8839cead916ba2419d09dcdf8a0e/FQ_DAC_2_P_MARTIM_E_ANDRIY.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:11:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178610</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178812</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/a8cb75170b58218e49dc22a7ebac62a1/FQ_DAC_2_P_SIM_O_E_MANUEL.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:12:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178812</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178990</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/56890515e27fce01a02326d614d5e3eb/FQ_DAC_2P_Andreia_e_In_s_8_E.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:12:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935178990</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179150</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/806056cf469aca698fea6e8f011c294d/FQ_DAC_2P_GON_ALO_E_JO_O_PEDRO.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:12:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179150</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179420</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/55dce6a99902effecfe10e896178776b/FQ_DAC_2P_LARA_E_LUNA.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:13:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179420</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179685</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/6e9f816293145b428a0bc4f85ccde8d3/FQ_DAC_2P_MATEUS_E_LU_S.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:13:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179685</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179958</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2248120810/bcc652a4ea88246bdf0c0b4fb352e8d4/FQ_DAC_2P_MATILDE_E_IN_S.pdf" />
         <pubDate>2024-03-27 09:13:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935179958</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lara e Matilde</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935184272</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/990545890" />
         <pubDate>2024-03-27 09:18:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935184272</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Luna e Andreia</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935184965</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/990546444" />
         <pubDate>2024-03-27 09:19:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935184965</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Martim e Renato</title>
         <author>esg_carlacardoso</author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935186613</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://scratch.mit.edu/projects/990546898" />
         <pubDate>2024-03-27 09:20:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/2935186613</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Zeca Afonso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019103084</link>
         <description><![CDATA[<p>José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos – José Afonso, ou o Zeca Afonso para a família, para os amigos, e para muitos – nasce a 2 de Agosto 1929 em Aveiro, Portugal.</p><p>A infância e adolescência, marcada pelas separações familiares sempre que o pai, Juiz, iniciava funções noutra colónia Portuguesa, é repartida por Portugal, Angola e Moçambique. Faz o liceu e a Universidade em Coimbra onde, a partir de 1940, integra diversos grupos de cantores estudantes acompanhados à guitarra portuguesa – o fado de Coimbra – que, deambulando pelas ruas da cidade, oferecem serenatas em frente à janela das raparigas homenageadas. Integra como cantor várias digressões da Tuna e Orfeão Académicos a Angola e Moçambique, onde impressiona pelo timbre notável e pela sua interpretação muito própria do fado clássico.&nbsp;</p><p>Em 1953, já casado e com dois filhos, José Afonso grava os seus dois primeiros discos na tradição do fado de Coimbra, incluindo o “Fado das Águias” da sua autoria. Em 1958 grava o disco “Baladas de Coimbra”, que marca o afastamento do fado de Coimbra e o início de uma fase musical de criação de baladas e canções de grande densidade melódica e poética, acompanhadas à guitarra clássica, como “Menino d’Oiro”. Esta nova música exprime uma frescura inovadora que logo rasga o panorama convencional e atrai a atenção da PIDE, a polícia política do estado que vigia os opositores ao regime pró-fascista de Salazar. Em 1961 grava “Balada de Outono” e termina o curso em Histórico-Filosóficas com uma tese sobre J.P.Sartre e o existencialismo.</p><p>Entre 1956 e 1964, José Afonso percorre o país como professor, lecionando em várias escolas e liceus do centro, Alentejo e Algarve. A PIDE segue-lhe o rasto. José Afonso inteira-se em cada um desses locais do universo familiar e socioeconómico dos alunos, estabelece relações de amizade marcantes. E bebe a música popular de raíz etnográfica, muito usada nas aldeias e meios rurais, como os cantares durante o trabalho, quase sempre por mulheres, repletos de uma poesia alusiva à natureza e aos ciclos das colheitas, aos bichos e bruxas, às superstições e estórias que povoam essa cultura, e de grande riqueza rítmica (sobretudo nas Beiras). O cancioneiro português passa assim a integrar a essência da obra de José Afonso.</p><p>Em 1963 grava “Os vampiros”, então logo proibida, que marca definitivamente a rutura com a tradição bolorenta do fado clássico coimbrão, irrompendo provocatoriamente pela paz podre na alvorada da guerra colonial. O regime envia os soldados portugueses para lutar contra os movimentos de libertação em Africa.&nbsp; Apesar da censura, “Os Vampiros” propaga-se por todo o território português, dentro e fora e torna-se voz de uma crescente revolta perante o endurecimento do regime, que prende e tortura qualquer opositor. É uma canção de urgência, tão atual na altura como o é hoje, que fala de tortura, imperialismo, exploração e dos seus mandatários.</p><p>Em 1964 viaja com a segunda mulher (de quem terá mais dois filhos) para Moçambique para ensinar. Na Beira reencontra o irmão João Afonso, com quem partilha intensamente a literatura, o cinema e a música contemporânea. Os dois partem em tardes de exploração para o bairro pobre e exclusivamente negro do Xipangara, falam com os moradores, gravam e filmam. Soa por toda a parte o som da Radio com a música dos townships do Soweto, de Miriam Makeba, mas também o dos marimbeiros da Zavala – criados dos vizinhos em frente – que tocavam incessantemente após o trabalho, reunidos com as famílias nas traseiras. Estas influências marcam definitivamente a evolução musical (e também política) de José Afonso.</p><p>Cria uma série de canções para a peça de teatro de Brecht “A exceção e a Regra”, pelo Teatro Amador da Beira, que consegue a sua estreia com aprovação da PIDE. Estas canções, que serão publicadas mais tarde dispersas por vários LPs (“Eu vou ser como a toupeira” de 1972, “Coro dos Tribunais” de 1974, “Enquanto há força” de 1978), transportam a marca politizada da história do oprimido e do opressor. A PIDE força José Afonso a abandonar Moçambique.</p><p>De regresso a Portugal, instala-se em Setúbal nos finais de 1967 como professor. O país encontrava-se em ebulição social e política e José Afonso é confrontado&nbsp; com uma vaga de expectativas quanto à sua pessoa/artista comprometido politicamente. Ainda responde a uma entrevista logo à sua chegada no cais de Lisboa que vem para ser professor, mas tornar-se-ia no arauto das esperanças de todo um povo, no trovador-poeta que canta o melhor e o pior de um país, no compositor genial que documenta a história no espaço português dos anos 50 até aos 80, que esculpe uma world music muito antes do termo surgir, cruzando épocas, tradições e influências desde a música tradicional portuguesa à música tradicional e popular africana, inovando, com amigos, músicos e companheiros de estrada, álbum após álbum:</p><p>Em 1968 edita o seu segundo LP “Cantares do Andarilho” para a editora Orfeu, iniciando um percurso de 14 anos sob o selo da editora de Arnaldo Trindade, e “Contos Velhos Rumos Novos” (1969), dois anos marcados pelas lutas estudantis em Coimbra e proletárias na margem Sul, onde José Afonso participa e atua frequentemente.</p><p>Seguem-se quatro sessões de gravações internacionais para novos LP’s em estúdios de referência à época&nbsp; –&nbsp; “Traz Outro Amigo Também” (1970) em Londres, “Cantigas do Maio” (1971) em Paris, “Eu Vou Ser Como a Toupeira (1972) em Madrid, e “Venham Mais Cinco” (1973) de novo em Paris, já depois de ser preso pela PIDE em Abril desse ano.</p><p>Em Março de 1974, no Encontro de Música Portuguesa num Coliseu dos Recreios à pinha, é proibido de cantar (como outros) pela PIDE, mas o concerto termina com a música&nbsp; “Grândola, Vila Morena” cantada em uníssono. A 25 de 1974, a “Grandola” é a senha radiofónica que confirma a revolução militar despoletada pelo MFA para derrubar o regime. Nesse ano, José Afonso ainda edita “Coro dos Tribunais”, mas o período que se segue é de intensa participação cultural e política, com inúmeros concertos e sessões.&nbsp;</p><p>Voltam as gravações em finais de 1976 com “Com as Minhas Tamanquinhas” e depois “Enquanto Há Força” (1978), álbuns marcadamente políticos e sociais mas também de grande pujança musical, num período de ressaca da revolução e da ‘normalização democrática’ imposta após o contra golpe de 25 de Novembro. Em 1979 edita “Fura Fura” e mais tarde “Fados de Coimbra e Outras Canções” (1981), que dedica ao Pai, onde revisita essa tradição musical e a sua própria génese criativa.&nbsp;</p><p>Durante estes anos, José Afonso aposta progressivamente numa maior profissionalização do apoio musical, integrando no seu grupo e nas gravações de estúdio músicos que viriam, eles também (e incentivado por ele), a tornarem-se referências da música popular portuguesa (Fausto, Vitorino, Júlio Pereira, Janita Salomé).</p><p>Em 1982, já diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, atua em salas emblemáticas em Bruxelas, no Théâtre de la Ville em Paris e no festival Printemps de Bourges, culminando esta última série de especo duplo mais tarde nesse ano.</p><p>Grava “Como se Fora seu Filho” (1983), um disco-testamento que termina de facto em “Galinhas do Mato” (1985), onde José Afonso já tem de dirigir participações de cantores convidados, sob a produção musical de José Mário Branco, Júlio Pereira e Fausto.</p><p>José Afonso morre em Setúbal, a 23 de Fevereiro de 1987.&nbsp; Mais de 30 000 pessoas saíram à rua no seu funeral para prestar homenagem a uma das maiores figuras da música portuguesa, cujas letras e músicas permanecem jovens, atuais e relevantes.</p><p><br/></p><p><br>A 25 de Abril de 2021, o single “Coro de Primavera”, do álbum “Cantigas do Maio”, marca um novo percurso de edições da obra de José Afonso.</p><p><br/></p><p>Webgrafia: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://joseafonso.net/?page_id=28">Biografia - José Afonso (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://joseafonso.net">joseafonso.net</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://joseafonso.net/?page_id=28">)</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp; Gonçalo Nº4, João Nº6 e Manuel Nº11</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-05 11:02:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019103084</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mário Soares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019106699</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p><p>Mário Alberto Nobre Lopes Soares&nbsp;&nbsp;</p><p>Foi um Político de profissão e vocação, fundador do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Socialista_(Portugal)">Partido Socialista</a>, a 19 de abril de 1973, Mário Soares iniciou na juventude o seu percurso político, integrando grupos de oposição ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_(Portugal)">Estado Novo</a>, primeiro como militante de base do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista_Portugu%C3%AAs">Partido Comunista Português</a> e membro de outras estruturas ligadas ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista_Portugu%C3%AAs">PCP</a>, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/MUNAF">MUNAF</a> e o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_de_Unidade_Democr%C3%A1tica">MUD</a>, tendo sido cofundador do MUD Juvenil — e depois na oposição não comunista — <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Resist%C3%AAncia_Republicana_e_Socialista">Resistência Republicana e Socialista</a>, que funda com dissidentes do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista_Portugu%C3%AAs">PCP</a> e através do qual entrará para o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direct%C3%B3rio_Democrato-Social">Diretório Democrato-Social</a>. Pela sua atividade oposicionista foi detido 12 vezes pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/PIDE">PIDE</a> — cumprindo cerca de três anos de cadeia (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aljube">Aljube</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Caxias">Caxias</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Penitenci%C3%A1ria_de_Lisboa">Penitenciária</a>) — e, posteriormente, deportado para <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9_(S%C3%A3o_Tom%C3%A9_e_Pr%C3%ADncipe)">São Tomé</a>. Permaneceu nessa ilha até o governo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcello_Caetano">Marcello Caetano</a> lhe permitir o regresso a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>, sendo, posteriormente às eleições de 1969 — nas quais Soares foi cabeça-de-lista pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/CEUD">CEUD</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a> — forçado a abandonar o país, optando pelo exílio em <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a>.&nbsp;</p><p>Nascido no número 153 da Rua Gomes Freire, na extinta freguesia do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o_de_Jesus_(Lisboa)">Coração de Jesus</a>, na cidade de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a>, Mário Soares foi o segundo filho do professor e antigo sacerdote <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Lopes_Soares">João Lopes Soares</a> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leiria">Leiria</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arrabal">Arrabal</a>, 17 de Novembro de 1879 – <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_Grande_(Lisboa)">Campo Grande</a>, 31 de Julho de 1970), fundador do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Moderno">Colégio Moderno</a> em Lisboa, Ministro e depois ativista Republicano <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antifascismo">Antifascista</a>, e de sua mulher Elisa Nobre Baptista (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santar%C3%A9m_(Portugal)">Santarém</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pernes">Pernes</a>, 8 de Setembro de 1887 – Lisboa, Campo Grande, 28 de Fevereiro de 1955), proprietária duma pensão na <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rua_Ivens">Rua Ivens</a>.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Trabalho realizado por: Luis Prsa nº9, Martim Pais nº13, Mateus Palma nº14 8ºE&nbsp;&nbsp;</p><p>Webgrafia:&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Soares">Mário Soares – Wikipédia, a enciclopédia livre (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW162224860 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Soares">)</a>&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2379639820/856d2c3d4efe52743cbbf437c703d444/Fotografia_oficial_do_Presidente_da_Rep_blica_M_rio_Soares.jpg" />
         <pubDate>2024-06-05 11:07:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019106699</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Salgueiro Maia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019108310</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p><p>Em 1973 iniciam-se as reuniões clandestinas do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_das_For%C3%A7as_Armadas">Movimento das Forças Armadas</a> e, Salgueiro Maia, como Delegado de Cavalaria, integra a Comissão Coordenadora do Movimento. Depois do 16 de Março de 1974 e do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Levantamento_das_Caldas">Levantamento das Caldas</a>, foi Salgueiro Maia, a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cravos">25 de Abril desse ano</a>, quem comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Terreiro_do_Pa%C3%A7o">Terreiro do Paço</a> forçando, já no final da tarde, seguindo as ordens de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Otelo_Saraiva_de_Carvalho">Otelo Saraiva de Carvalho</a> no Posto de Comando na Pontinha, a rendição de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcello_Caetano">Marcello Caetano</a>, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Convento_do_Carmo_(Lisboa)">Quartel do Carmo</a>, que entregou a pasta do governo a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_de_Sp%C3%ADnola">António de Spínola</a>. Salgueiro Maia escoltou Marcello Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>.&nbsp;</p><p>Na madrugada de 25 de Abril de 1974, durante a parada da <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Pr%C3%A1tica_de_Cavalaria">Escola Prática de Cavalaria</a> (EPC), em <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santar%C3%A9m_(Portugal)">Santarém</a>, proferiu o célebre discurso: "<em>Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!".</em> Todos os 240 homens que ouviram estas palavras, ditas de forma serena mas firme, tão característica de Salgueiro Maia, formaram de imediato à sua frente. Depois seguiram para Lisboa e marcharam sobre a ditadura.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Webgrafia:&nbsp;</p><p>&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salgueiro_Maia">Salgueiro Maia – Wikipédia, a enciclopédia livre (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW234125099 BCX8" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salgueiro_Maia">)</a>&nbsp;</p><p>Andreia Santos nº2&nbsp;</p><p>Joana Silva nº5&nbsp;</p><p>Matilde Morais nº15</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-05 11:09:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3019108310</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Álvaro Cunhal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3021546526</link>
         <description><![CDATA[<p>Álvaro cunhal nasceu a 10 de Novembro de 1913, na freguesia de Sé Nova em Lisboa e faleceu a 13 de Junho de 2005 com 91 anos. Foi um político e escritor português também conhecido por ser um opositor ao Estado Novo e dedicou a sua vida ao ideal comunista e ao Partido Comunista Português. Foi descrito como uma das maiores personalidades políticas e intelectuais de Portugal do século XX, assim como do movimento comunista internacional. Ele estudou na Faculdade de Direito de Lisboa, onde iniciou a sua atividade política. Em 1931 entrou e participou no Partido Comunista e em 1935 foi eleito Secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas, passando à clandestinidade um ano depois. Em 1937 entrou para o Comité Central e em 1942 integra o Secretariado do Partido. Em 1949 após várias detenções temporárias, foi preso no Forte de Peniche, a 3 de janeiro de 1960 evadiu-se da prisão e partiu para o exílio regressando 5 dias depois do 25 de Abril de 1974.</p><p>Tornou-se Secretário-geral do Partido em 1961, cargo que ocupou até 1992. Foi ministro nos I, II, III e IV governos provisórios e deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992. Em 1982 tornou-se membro do Conselho de Estado, funções que deixou quando saiu da liderança do PCP. Com a sua luta política, Álvaro Cunhal foi também um intelectual comprometido com a sua época, que acreditava no poder transformador da arte. Assumiu um papel de relevo no neorrealismo literário ao se envolver desde cedo em polémica com José Régio, assim como na polémica interna do neorrealismo, conseguindo ser um dos principais defensores dos cânones do realismo socialista e de um maior protagonismo conteudista na criação artística. Como escritor ele destacou-se na área do ensaio e política publicando várias obras e publicou obras no campo do romance, foi também um artista plástico.</p><p><br/></p><p>webgráfia:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_Cunhal">Álvaro Cunhal – Wikipédia, a enciclopédia livre (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://wikipedia.org">wikipedia.org</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_Cunhal">)</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.museudoneorealismo.pt/pages/5473">https://www.museudoneorealismo.pt/pages/5473</a></p><p><br/></p><p>Lara nº7, Luna nº10, Inês nº12</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_Cunhal" />
         <pubDate>2024-06-07 19:11:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3021546526</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Cooperação e as regras socias no Mundo Animal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3034444916</link>
         <description><![CDATA[<p>No mundo animal a participação social e as regras “cívicas” estão patentes nos diferentes grupos de organismos. A cooperação entre os diferentes elementos do grupo e estabelecimento de hierarquias, o desempenham de uma função específica e primordial, visam o bem-estar e o sucesso do grupo enquanto espécie. Regras muito próximas daquelas que, a nossa espécie, entende como regras de bem-estar social e convivência em democracia.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2224434898/01f8393c8cc81860950554014da22ff2/download.jpg" />
         <pubDate>2024-06-21 09:23:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3034444916</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3034445406</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2224434898/a1c38e3dd2703fe69c74a67c6e109fe1/Sociedade_de_formigas_brancas.docx" />
         <pubDate>2024-06-21 09:24:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/esg_carlacardoso/padlet_8E/wish/3034445406</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
