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      <title>Clonagem do padlet Cantores de intervenção - HGP 6ºB by Agrupamento de escolas de Sardoal - Equipa Recursos Educativos Digitais</title>
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      <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Adriano Correia de Oliveira</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Compositor e intérprete português, Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira nasceu, no Porto, a 9 de abril de 1942 e morreu a 16 de outubro de 1982, em Avintes.<br>Aos 17 anos ingressou no curso de Direito da Universidade de Coimbra. Não chegou a concluir o curso mas participou ativamente nas organizações estudantis, tendo sido solista no Grupo Universitário de Danças Regionais e no Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC). Foi também guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica. Adriano Correia de Oliveira optou por dedicar-se apenas à composição da parte musical e à vocalização, partindo de poemas escritos </p><p>No ano seguinte, deixa Coimbra e vai para Lisboa, trabalhando no gabinete de imprensa da FIL e mantendo trabalhos de produção musical. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>José Afonso</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu a 2 de Agosto de 1929, em Aveiro, José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, mais conhecido como Zeca Afonso.</p><p>Poeta, cantor e compositor, Zeca Afonso, gravou o seu primeiro disco “Fados de Coimbra” em 1956.<br>Em 1967, trabalhava como professor de História e, devido à sua oposição ao regime ditatorial, acabou por ser expulso do ensino.<br>Com mais tempo para se dedicar à música, em 1969 editou “Contos Velhos Rumos Novos”, em 1970 “Traz outro amigo também”, em 1971 “Cantigas do Maio”, em 1972 “Eu vou ser como a toupeira” e em 1973 “Venham mais cinco”.<br>A sua intervenção tornou-se ainda mais forte com a primavera marcelista, fazendo sessões políticas com canto, apesar das perseguições de que era constantemente alvo e contrariando a austeridade da censura. Até que, em abril de 1973, é preso pela PIDE, no Forte de Caxias, onde permaneceu por 20 dias.<br>Cantou e encantou nas lutas populares da época e atuou em inúmeras sessões de canto ao lado de Adriano Correia de Oliveira, José Jorge Letria, Manuel Freire, José Barata Moura, Fernando Tordo, José Mário Branco, entre outros.</p><p>Conhecemos Zeca Afonso como alguém que deu voz à resistência, mas também como “voz” dos portugueses que, durante a ditadura e nos pós-25 de abril, continuam a cantar os seus versos.</p><p>Pelas paredes do Aljube, ecoa “Grândola, Vila Morena”, o seu hino de utopia e libertação que foi também a senha que, na madrugada do dia 25 de abril de 1974, transmitida pela Rádio Renascença, indicava que as operações militares decorriam como planeado.</p><p><br></p>]]></description>
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         <title>José Mário Branco</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Mário Monteiro Guedes Branco, mais conhecido como José Mário Branco, nasceu na cidade do Porto a 25 de maio de 1942 e estudou História, nas Universidades de Coimbra e do Porto, curso que não chegou a concluir.</p><p>Filho de professores do ensino primário, foi militante de Esquerda, e a ditadura obrigá-lo-ia a exilar-se em França, para onde viajou em 1963. Em 1973, gravou um disco com Zeca Afonso, em Paris — <em>Venham mais Cinco</em>, um dos grandes símbolos de oposição à ditadura portuguesa. Só voltaria a Portugal em 1974.</p><p>José Mário Branco é considerado um dos mais importantes autores e renovadores da música portuguesa de intervenção, sobretudo na época da Revolução de Abril de 1974. O seu trabalho também se estendeu às áreas do cinema, do teatro e à ação cultural.</p><p>Em 2006 regressou à universidade, para tirar a licenciatura em Linguística, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, onde foi considerado o melhor aluno do curso.</p><p>É autor do emblemático álbum <em>Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades</em> (1971), de <em>Margem de Certa Maneira</em> (1973), <em>A Mãe</em> (1978), do duplo <em>Ser solidário</em> (1982), <em>A Noite</em> (1985), <em>Correspondências</em> (1990) e <em>Resistir é Vencer</em> (2004), o último álbum de originais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sérgio Godinho</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1945, na cidade do Porto. Autor, compositor e intérprete, aos 20 anos saiu do país, vivendo em Genebra, Paris, Amesterdão, Brasil e Vancouver. O seu primeiro LP, <em>Os Sobreviventes</em>, foi gravado em França, em 1971, com a colaboração de José Mário Branco. Ainda no exílio, Sérgio Godinho gravou <em>Pré-Histórias</em>. </p><p>No teatro, integrou diversas companhias, como a Cornucópia, A Barraca, Os Satyros (no Brasil) ou até mesmo o mítico Living Theatre (no Canadá). Na literatura para crianças, publicou <em>O Pequeno Livro dos Medos</em>, participou no colectivo <em>Histórias e Canções em Quatro Estações</em> e viu a letra de <em>O Primeiro Gomo da Tangerina</em> ser acompanhado por ilustrações de Madalena Matoso. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Vitorino Salomé</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vitorino nasceu numa família de músicos, no Redondo, Alentejo. Desde que nasceu que ouvia música em sua casa, tocada pelos seus tios, tendo sido sempre neste ambiente que cresceu, bem como os seus quatro irmãos, todos igualmente músicos. Vitorino é o terceiro dos cinco; o cantor Janita Salomé é o quarto.<br>Conheceu Zeca Afonso, de quem se tornou amigo, quando estava a fazer a recruta no Algarve. Fixou-se em Lisboa a partir dos 20 anos, onde se associou à noite, às tertúlias e aos prazeres boémios. Em 1968 entrou para o Curso de Belas Artes, mas já antes disso tinha começado a pintar.<br>Emigrado em França, estudou pintura e, para sobreviver, lavou pratos em restaurantes. Foi aqui que um amigo lhe disse que se ganhava mais a cantar na rua ou no metro do que a lavar pratos. Largou os pratos e agarrou na guitarra.<br>Também em Paris se juntou, entre outros, com Sérgio Godinho e José Mário Branco, igualmente emigrados.<br>Colaborou em discos de José Afonso, Coro dos Tribunais, e Fausto. Actuou no célebre concerto de Março de 1974, I Encontro da Canção Portuguesa, que decorreu no Coliseu dos Recreios. Lançou nesse ano o seu primeiro single: Morra Quem Não Tem Amores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Cília</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luis Cília nasceu no Huambo ( Angola ), em 1943.</p><p>Veio para Portugal em 1959,para prosseguir os seus  estudos.</p><p>Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. Datam desse ano as suas primeiras experiências nesse campo ( "Meu país", " O menino negro não entrou na roda" ,etc.),mais tarde incluídos no seu primeiro disco gravado em França, para a editora Chant du Monde. Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974.</p><p>Em França estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig.</p><p>Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa.</p><p>Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. </p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 09:38:14 UTC</pubDate>
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         <title>Fausto Bordalo Dias</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascido no Huambo, Angola, Fausto Bordalo Dias veio para Lisboa para estudar no ISCSPU, onde se licenciou e depois concluiu um mestrado, facto que não impediu de construir uma carreira musical brilhante.<br>O LP “Por Este Rio Acima” foi um dos maiores êxitos de sempre da música portuguesa. Em 2012, Fausto recebeu o Prémio Autores da SPA com a canção “E Fomos pela Água do Rio” do álbum “Em Busca das Montanhas Azuis”.<br>Fausto gravou discos antes do 25 de Abril e confirmou-se na altura como um dos mais importantes cantores-autores portugueses. O seu nome figura nos relatórios da censura e da PIDE devido à participação regular e combativa em sessões de canto político, juntamente com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, José Jorge Letria e Francisco Fanhais, entre outros.<br></p>]]></description>
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         <title>Ary dos Santos</title>
         <author>red45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Filho mais velho do médico Carlos Ary dos Santos e de Maria Bárbara de Castro Pereira, José Carlos Ary dos Santos nasceu em Lisboa, a 7 de Dezembro de 1937.  Quando é ainda adolescente a sua mãe falece e o pai volta a casar. </p><p>Iniciou a sua instrução no Colégio Infante Sagres mas, tendo sido expulso por mau comportamento, passou para o Instituto Nuno Álvares, um colégio interno em Santo Tirso. Mais tarde regressou aos estudos em Lisboa, no Colégio São João de Brito, no Lumiar. Apesar de não ter terminado nenhum curso superior frequentou as faculdades de Direito e de Letras de Lisboa.</p><p>Ary dos Santos inicia-se muito cedo na escrita de poesia e quando soma apenas 14 anos, em 1953, a sua família, contra a sua vontade, publica o seu primeiro livro, de título “Asas”.</p><p>A sua personalidade rebelde leva-o a sair de casa com apenas 16 anos e, para fazer face às despesas de sobrevivência, passa por vários empregos como vendedor de máquinas de pastilhas elásticas, paquete na Sociedade Nacional de Fósforos ou escriturário no Casino Estoril. Em 1958 Ary dos Santos inicia uma carreira na área da publicidade, onde terá bastante êxito fruto da sua grande criatividade aplicada nos slogans publicitários.</p><p>Ao longo da sua carreira, Ary dos Santos, foi sempre publicando livros de poemas, como: “Adereços, endereços”, em 1965; “Insofrimento in sofrimento”, em 1969; “Fotos-grafias”, um livro que foi apreendido pela PIDE, em 1971; “Resumo”, em 1973; “As Portas que Abril Abriu”, em 1975; “O Sangue das Palavras”, em 1979; e, em 1983, “20 Anos de Poesia”.</p><p><br></p>]]></description>
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