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      <title>Sobre a CIÊNCA  by aranha gamer</title>
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      <description>feito com carinho de Luis Gabriel e Guilherme
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-07-13 13:13:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tudo sobre a Ciéncias</title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em sentido estrito, <strong>ciência</strong> refere-se ao sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tais pesquisas. ... A <strong>ciência</strong> é o esforço para descobrir e aumentar o conhecimento humano de como o Universo funciona<figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/00/Science_is_not_a_Religion.jpg/250px-Science_is_not_a_Religion.jpg" width="250" height="250"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-27 14:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ciéncia da informação</title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>Ciência da informação</strong> é um campo interdisciplinar principalmente preocupado com a análise, coleta, classificação, manipulação, armazenamento, recuperação e disseminação da informação.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_informa%C3%A7%C3%A3o#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> Ou seja, esta ciência estuda a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Informa%C3%A7%C3%A3o">informação</a> desde a sua gênese até o processo de transformação de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dados">dados</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento">conhecimento</a>. Alguns profissionais afirmam que a <strong>Ciência da Informação</strong> pode ser dividida em seis correntes teóricas<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_informa%C3%A7%C3%A3o#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a>. Elas são:<br><br></div><ul><li>Estudos de natureza <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">matemática</a> (incluindo a recuperação da informação e a bibliometria).</li><li>Teoria sistêmica (origem em princípios da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia">biologia</a>).</li><li>Teoria crítica (fundamentam-se principalmente nas humanidades – particularmente na ﬁlosoﬁa e na história).</li><li>Teorias de classificação e representação.</li><li>Estudos em produção e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica">comunicação científica</a>.</li><li>Estudos de usuários (seu objetivo era o de mapear características de determinada população para planejar as informações mais adequadas a serem oferecidas com ﬁns de educação e socialização)</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-27 15:00:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179772407</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Matemática e o método científico</strong></div><div><br>A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática</a> é essencial para muitas ciências. A função mais importante da Matemática na ciência é o papel que ela desempenha na expressão de <em>modelos</em> científicos. Colher dados a partir da observação bem como hipotetizar e prever geralmente requerem modelos matemáticos e um extensivo uso da Matemática.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Apesar de todos os ramos da Matemática terem suas aplicações em ciência - mesmo áreas "puras" tais como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_n%C3%BAmeros">teoria numérica</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_(matem%C3%A1tica)">topologia</a> - há de se mencionar que os ramos matemáticos mais utilizados na ciência incluem o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo">cálculo</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estat%C3%ADstica">estatística</a>. Em verdade, o cálculo foi desenvolvido por Isaac Newton como uma ferramenta necessária para este resolver os problemas de física com os quais se preocupava. Uma análise rigorosa mostra que não é possível desvincularem-se a história da matemática da história da ciência, principalmente no que concerne às ciências naturais tais como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">Física</a> ou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADmica">Química</a>, onde esta prevalece como uma linguagem universal. Embora certamente presente em menor nível em algumas ciências sociais, a Matemática encontra-se de alguma forma presente em todas as ciências visto que a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">Lógica</a> é um ramo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática</a>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Michelsonmorley-boxplot.svg"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/Michelsonmorley-boxplot.svg/200px-Michelsonmorley-boxplot.svg.png" width="200" height="200"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>Resultados da famosa <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_Michelson-Morley">Experiência de Michelson-Morley</a>expressos via linguagem matemática adequada. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_medida">teoria da medida</a> é fundamental à representação verossímil e correta dos resultados experimentais.</div><div><br>Alguns <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pensador">pensadores</a> veem os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tico">matemáticos</a> como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cientista">cientistas</a>, considerando os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADfica">experimentos</a> físicos como não essenciais ou as provas matemáticas como equivalentes a experimentos. Outros não veem a Matemática como ciência, já que ela não requer <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_experimental">teste experimental</a> de suas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria">teorias</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese">hipóteses</a>. Embora a decisão sobre quem está certo ou errado recaia mais uma vez sobre os ombros da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosofia</a> e seus filósofos - é há uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Matem%C3%A1tica">área filosófica especialmente dedicada à Matemática</a> - em qualquer caso não é uma discussão filosófica se a Matemática é ou não uma linguagem natural e universal, e por tal uma ferramenta extremamente útil na descrição do universo, indispensável à ciência.<br><br></div><div><br>Alvo dos filósofos e demais personalidades, a definição de matemática, vez ou outra, passa pelos mesmos apertos que a definição de ciência.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Feynman">Richard Feynman</a> disse "A Matemática não é real, mas <em>se sente</em> real. Onde é esse lugar?",<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>enquanto que a definição favorita de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell">Bertrand Russell</a> sobre a Matemática é:<br><br></div><div><br>"o assunto no qual nunca sabemos do que estamos falando nem se o que estamos dizendo está certo."<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Em qualquer caso, não é uma discussão filosófica se a Matemática é ou não uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferramenta">ferramenta</a> válida para a descrição do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universo">universo</a>. A Matemática é uma linguagem natural, e por tal fundamentalmente necessária à ciência.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>É importante ressaltar que, em vista do método científico, a matemática, por si só, não é uma ciência, contudo esta é certamente a linguagem da ciência. Dentre todas as possíveis linguagens que poderiam ser usadas para a descrição da natureza em alternativa à matemática, a matemática é, em proporção similar à de um átomo para todo o universo conhecido, a mais versátil, simples, e eficaz; e por tal, a unanimemente eleita: simplesmente indispensável. Em palavras simples:<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>"A natureza se escreve - ou seria escreve-se - em linguagem matemática!"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-31 14:32:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179772534</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Filosofia da ciência<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.png" width="17" height="17"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Ver artigo principal: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_ci%C3%AAncia">Filosofia da ciência</a></div><div>Ver também: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_fil%C3%B3sofos_da_ci%C3%AAncia">Lista de filósofos da ciência</a></div><div><br>A eficácia da ciência a tornou assunto de questionamento <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosófico</a>. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_ci%C3%AAncia"><strong>filosofia da ciência</strong></a> busca entender a natureza e a justificação do conhecimento científico e suas implicações <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica">éticas</a>. Tem sido difícil fornecer uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico#Quest.C3.B5es_filos.C3.B3ficas">explicação do método científico</a>definitiva que possa servir para distinguir a ciência da não-ciência, e, mesmo que para um cientista a fronteira mostre-se precisa e clara, há em princípio argumentos filosóficos legítimos sobre exatamente onde estão os limites da ciência, e tais são traduzidos no que é conhecido como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_da_demarca%C3%A7%C3%A3o">problema da demarcação</a>. Há, no entanto, um conjunto de preceitos principais que possuem um consenso entre os filósofos da ciência e dentro da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Comunidade_cient%C3%ADfica">comunidade científica</a>. Por exemplo, é universalmente aceito que deve ser possível testar independentemente as hipóteses e teses científicas de outros cientistas para que sejam aceitas pela comunidade científica.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Há diferentes escolas do pensamento na filosofia do método científico. O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Naturalismo_metodol%C3%B3gico">naturalismo metodológico</a> mantém que a investigação científica deve aderir aos estudos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo">empíricos</a> e verificação independente como processo para desenvolver e avaliar apropriadamente as explicações naturais de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B4meno">fenômenos</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3o">observáveis</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-TheReviewofmetaphysics.22-24"><sup>[Ref. 14]</sup></a>Desse modo o naturalismo metodológico rejeita explicações <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sobrenatural">sobrenaturais</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_verecundiam">argumentos de autoridades</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Estudo_observacional&amp;action=edit&amp;redlink=1">estudos observacionais</a> tendenciosos. O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismo_cr%C3%ADtico">racionalismo crítico</a> por outro lado afirma que a observação não tendenciosa não é possível, e que a demarcação entre explicações classificadas como "naturais" e "sobrenaturais" é arbitrária; no lugar deste critério ela propõe a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Falseabilidade">falseabilidade</a> como o limite para as teorias empíricas (científicas) e falsificação como o método empírico universal. O racionalismo crítico, uma corrente do racionalismo em princípio definida pelo filósofo austro-britânico <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Popper">Karl Popper</a> rejeita a maneira como o empirismo descreve a conexão entre teoria e observação. É afirmado que as teorias não derivam das observações, mas que as observações são feitas à luz das teorias, e o único jeito que uma teoria pode ser afetada pela observação é quando esta entra em conflito com aquela. Ele propõe que a ciência deveria se contentar com a eliminação racional dos erros em suas teorias, não em buscar a sua verificação (como afirmar certeza, ou prova, e contraprova provável; tanto a proposta como a falsificação de uma teoria são apenas um caráter metodológico, conjectural e tentador no racionalismo crítico).<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-ConjecturesRefutations_KarlPoper-25"><sup>[Ref. 15]</sup></a>O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumentalismo">instrumentalismo</a> rejeita o conceito de verdade e enfatiza apenas a utilização das teorias como instrumentos para explicar e predizer fenômenos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-31 14:34:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Classificações<br><br></div><div><br>Ao se falar em <em>classificações</em> da ciência não se deve jamais esquecer, antes de tudo, que a ciência tem pilares muito bem definidos sobre os quais esta se constrói, e que entre eles têm-se pilares os quais afirmam que <em>a ciência é uma só</em>, e que ela <em>tem</em> fronteiras muito bem definidas.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Segue-se que as classificações são feitas apenas por mera questão de sistematização ou referência, o mesmo valendo para a divisão das "classes" nas respectivas subáreas - a exemplo em cadeiras científicas como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">física</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADmica">química</a>, e outras - e até mesmo para as subáreas específicas à cada subárea - a exemplo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Termodin%C3%A2mica">termodinâmica</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eletromagnetismo">eletromagnetismo</a> ou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93tica">ótica</a>, subáreas da física, esta por sua vez uma subárea das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_naturais">ciências naturais</a>, que é subárea das <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ci%C3%AAncias_emp%C3%ADricas&amp;action=edit&amp;redlink=1">ciências empíricas</a>, correspondendo a última, em mesmo nível das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_formais">ciências formais</a>, a uma das duas grandes classes na qual a ciência é geralmente separada.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Enfatizando, ao lidar-se com qualquer classificação, divisão ou subdivisão da ciência, tem-se que ter em mente que estas se dão por mera formalidade e não por independência das partes, e não se deve jamais esquecer o "princípio Uno": a ciência tem fronteiras muito bem definidas, e é uma só.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-31 14:35:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Definição estrita</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Metodo_cientifico.svg"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fb/Metodo_cientifico.svg/200px-Metodo_cientifico.svg.png" width="200" height="163"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>Esboço contendo os principais passos do método científico. Observe que o método é cíclico de forma a promover a contínua evolução das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria">teorias científicas</a>.</div><div><br>Segundo <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Michel_Blay&amp;action=edit&amp;redlink=1">Michel Blay</a>, a ciência é "o conhecimento claro e evidente de algo, fundado quer sobre princípios evidentes e demonstrações, quer sobre raciocínios experimentais, ou ainda sobre a análise das sociedades e dos fatos humanos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-MichaelBlay-8"><sup>[Ref. 6]</sup></a>" Esta definição permite distinguir os três tipos de ciência: as <em>ciências formais</em>, compreendendo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática</a> e as <em>ciências matemáticas</em> como a estatística; as <em>ciências físico-químicas e experimentais</em> (ciências da natureza e da terra como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">física</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADmica">química</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia">biologia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina">medicina</a>); e as <em>ciências sociais</em>, que ocupam-se do Homem, de sua história, do seu comportamento, da língua, do social, do psicológico e da política, entre outros. No entanto, embora convencionais, seus limites não são rígidos, e não se mostrando estritamente definidos; em outras palavras, a rigor, não existe categorização sistemática dos tipos de ciência, e para tentar-se fazê-lo ter-se-ia antes que resolver um complicado questionamento <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia">epistemológico</a>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Stricto_sensu">stricto sensu</a>, a ciência é única: se um corpo de conhecimento é produzido mediante os rigores do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico">método científico</a>, este é ciência, em caso contrário, bastando para tal transcender em qualquer ponto o método científico, não o é.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>A ciência é única também ao considerar-se o conjunto de evidências - de fatos - sobre o qual trabalha. Embora seja comum priorizar-se ou destacar-se o subconjunto de fatos mais pertinentes a um problema ou área de estudo em particular - vez por outra falando-se pois nos "fatos da física", "fatos da química", etc. - uma hipótese científica, para ser aceita com valor lógico verdadeiro no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma">paradigma científico</a> válido, <em>deve</em>estar em acordo com <em>todos</em> os fatos científicos conhecidos à época em consideração.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>As condições impostas sobre as hipóteses implicam não apenas que o conjunto de todas as hipóteses de uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria">teoria científica</a> estejam necessariamente harmônicas com o conjunto de todos os fatos conhecidos, como também implicam a necessária harmônicas destas, e das diversas teorias de um paradigma válido - quaisquer que sejam - entre si. Se divergências forem verificadas, as respectivas teorias encontram-se impelidas a evoluir.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:12:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179849181</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Definições filosóficas</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rodin_le_penseur.JPG"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ac/Rodin_le_penseur.JPG/200px-Rodin_le_penseur.JPG" width="200" height="267"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/O_pensador">O pensador</a>; <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Personifica%C3%A7%C3%A3o">personificação</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosofia</a>. Para os filósofos não há uma definição única de ciência. Contudo, o que esperar deles quanto à definição de ciência? Os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofos</a> não se entendem nem quanto à definição de filosofia!<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-Citacao_Cicero_01-9"><sup>[Nota 3]</sup></a></div><div><br>Embora para um cientista a definição de ciência que vale é a estrita, há considerável discussão sobre o que é ciência no meio <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosófico</a>, e neste meio acham-se várias definições de ciência, e várias considerações sobre sua abrangência.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-Citacao_Bertrand_Russell_01-10"><sup>[Nota 4]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-Citacao_Richard_Feynman_01-11"><sup>[Nota 5]<br></sup></a><br></div><div><br>A palavra <em>ciência</em>, no seu sentido estrito, se opõe à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Opini%C3%A3o">opinião</a> (<em>doxa</em> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega">grego</a>), e ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma">dogma</a>, ou a afirmações de natureza arbitrárias. No entanto a relação entre a opinião de um lado e a ciência do outro não é estritamente sistemática; o historiador das ciências <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Duhem">Pierre Duhem</a> pensa com efeito que a ciência é a âncora no sentido comum, que deve <em>salvar as aparências</em>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>O discurso científico se opõe à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Supersti%C3%A7%C3%A3o">superstição</a> e ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Obscurantismo">obscurantismo</a>. Contudo, a opinião pode transformar-se num objeto de ciência, ou mesmo uma disciplina científica à parte. A <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sociologia_da_ci%C3%AAncia&amp;action=edit&amp;redlink=1">Sociologia da ciência</a> analisa esta articulação entre ciência e opinião; os relatos são mais complexos ou mais tênues em acordo com a situação, mas de forma geral podem ser resumidos na frase de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaston_Bachelard">Gaston Bachelard</a>: "a opinião pensa mal; não pensa".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-ConsultableEnLigne-12"><sup>[Ref. 7]<br></sup></a><br></div><div><br>Em senso estrito a ciência certamente se opõe às crenças em seu método de trabalho, contudo em meios não acadêmicos, ou mesmo acadêmicos, é comum esquecer-se a última parte da frase, e afirmar-se simplesmente que a ciência se opõe às crenças; por extensão a ciência é frequentemente considerada como contrária às religiões. Esta interpretação é mais comum do que se pensa, sendo frequentemente usada em ambos os lados, embora com maior frequência por cientistas do que por religiosos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-EnciclicaPapaJoaoPaulo-13"><sup>[Nota 6]<br></sup></a><br></div><div><br>A ideia de ciência com o objetivo de produzir conhecimento é problemática para alguns; vários dos domínios reconhecidos como científicos não têm por objetivo a produção de conhecimentos, mas a de instrumentos, máquinas, de dispositivos técnicos. Terry Shinn assim propôs a noção de "investigação técnico-instrumental".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-RevueFrancaieseDeSociologie-14"><sup>[Ref. 8]</sup></a>Os seus trabalhos com Bernward Joerges a propósito da <em>instrumentação</em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-IntrumentationScienceStateIndustry-15"><sup>[Ref. 9]</sup></a>assim permitiram destacar que o critério <em>científico</em> não é atribuído unicamente às ciências do conhecimento.<br><br></div><div><br>A acepção da palavra <em>ciência</em> conforme definida no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX">século XX</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XXI">XXI</a> é a da <em>instituição da ciência</em>, ou seja, o de conjunto das comunidades científicas que trabalham para melhorar o saber humano e a tecnologia, incluso nesta acepção considerações de natureza internacional, metodológica, ética e ou política.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>A noção de ciência acima apresentada, ou mesmo outra, está longe, entretanto, de ser consensual. Segundo o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia">epistemologista</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Pichot">André Pichot</a>, é <em>"utópico querer dar uma definição a priori da ciência"</em>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_ci%C3%AAncia">historiador das ciências</a> Robert Nadeau explica, por seu lado, que é <em>"impossível passar aqui em revista o conjunto dos critérios de demarcação propostos desde cem anos pelos epistemologistas [para se definir ciência] ... [e que] pode-se aparentemente formular um critério que exclui qualquer coisa que se queira excluir, e conserva qualquer coisa que se queira conservar."</em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-RefRobertNadeau-16"><sup>[Ref. 10]<br></sup></a><br></div><div><br>O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsico">físico</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_ci%C3%AAncia">filósofo das ciências</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=L%C3%A9na_Soler&amp;action=edit&amp;redlink=1">Léna Soler</a>, no seu manual de epistemologia, começa igualmente por sublinhar <em>pelos limites da operação de definição</em>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-RefLenaSoler-17"><sup>[Ref. 11]<br></sup></a><br></div><div><br>Os dicionários propõem certamente algumas definições. Mas, como recorda Léna Soler, estas definições não são satisfatórias, como quase nunca são quanto o assunto são verbetes ligados às cadeiras científicas. As noções de <em>universalidade</em>, de <em>objetividade</em> ou <em>de método científico</em> (sobretudo quando este último é concebido como a uma única noção em vigor) é objeto de numerosas controvérsias para que possam constituir o pedestal de uma definição aceitável. É necessário, por conseguinte, ter em conta estas dificuldades para descrever a ciência. E esta descrição continua a ser possível tolerando-se certa <em>vaporosidade</em> epistemológica<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:15:19 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179849215</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Realismo científico</strong></div><div><br>Em contraste, o realismo científico define ciência em termos da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia">ontologia</a>: a ciência se esforça em identificar os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B4menos">fenômenos</a> no meio, os elementos físicos envolvidos nestes fenômenos, suas relações de causalidade, e por fim os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mecanismo">mecanismos</a> através dos quais a causalidade se estabelece.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/W._V._Quine">W. V. Quine</a> demonstrou a impossibilidade de existir uma linguagem de observação independente da teoria, ou seja, compreende-se o desconhecido com base no conhecido. As observações são sempre <em>carregadas de teorias</em>.<br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Kuhn"><br>Thomas Kuhn</a> argumentou que a ciência sempre envolve "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigmas">paradigmas</a>", grupos de regras, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A1tica">práticas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa">premissas</a> (geralmente sem precedentes) e teorias tidas até então como válidas, e as transições entre paradigmas geralmente não envolvem necessariamente a verificação ou falseabilidade de teorias científicas. Além disso, ele argumentou que a ciência não progrediu <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria">historicamente</a> com a acumulação constante de fatos, como o modelo empirista expressa.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>As posturas filosóficas fazem-se mais uma vez presentes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:16:41 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>História<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.png" width="17" height="17"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Ver artigo principal: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_ci%C3%AAncia">História da ciência</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica">Revolução científica</a>.</div><div><strong><br>Visão geral</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Galileo_by_leoni.jpg"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/85/Galileo_by_leoni.jpg/200px-Galileo_by_leoni.jpg" width="200" height="225"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galileo_Galilei">Galileo Galilei</a>, uma das grandes personalidades da época da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica">revolução científica</a>. Galileu é tido por muito como pai da ciência moderna graças às suas contribuições no que se refere ao uso do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADfica">método experimental</a> na busca pela compreensão da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza">natureza</a>. Galileu morreu no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ano">ano</a>em que <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton">Isaac Newton</a> nasceu, e suas contribuição mostrariam-se decisivas para a consolidação da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_cl%C3%A1ssica">mecânica clássica</a>, levada a cabo por Newton com a publicação do "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Philosophiae_Naturalis_Principia_Mathematica">Principia</a>".</div><div><br>Enquanto a investigação <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo">empírica</a> do mundo natural encontra-se descrita desde a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_antiga">antiguidade</a>, a exemplo por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teofrasto">Teofrasto</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caio_Pl%C3%ADnio_Segundo">Caio Plínio Segundo</a> (<em>ver: </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_greco-romana"><em>ciência greco-romana</em></a>), e o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico">método científico</a> desde a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Idade Média</a>, a exemplo por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ibn_al-Haytham">Ibn al-Haytham</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abu_Rayhan_Biruni">Abu Rayhan Biruni</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Roger_Bacon">Roger Bacon</a>, o surgimento do que se chama hoje por <em>ciência moderna</em> é normalmente definido como coincidente com o início da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Moderna">Idade Moderna</a> e com uma fase da história que ficou conhecida como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Cient%C3%ADfica">Revolução Científica</a> dos séculos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVI">XVI</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVII">XVII</a>. Esse período sucede o final da Idade Média e engloba a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento">Renascença</a>, época marcada pela retomada dos conhecimentos clássicos produzidos pelos gregos há cerca de dois milênios atrás e por uma subsequente enorme evolução nas ideias científicas ligadas à física, à astronomia, e à biologia, entre outras.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-TheScientificRevolution-19"><sup>[Ref. 12]<br></sup></a><br></div><div><br>Não renegando-se a importância de obras e personalidades anteriores, àquela época a primeira teoria que se consolidaria em moldes modernos seria a teoria da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_cl%C3%A1ssica">mecânica</a> conforme proposta por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton">Isaac Newton</a>, encontrando-se esta pela primeira vez no renomado livro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Philosophiae_Naturalis_Principia_Mathematica">Philosophiae Naturalis Principia Mathematica</a>, publicado em 5 de julho de 1687. A obra se tornaria uma verdadeira lenda dentro da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria">história</a> e da ciência pois a publicação do "Principia" - conforme ficou conhecido - que contém, além da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_gravita%C3%A7%C3%A3o_universal">lei da gravitação universal</a>, as três <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Newton">leis de Newton</a>para a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Din%C3%A2mica">dinâmica</a> dos corpos, determinaria uma verdadeira revolução na ciência, na sociedade, e na forma de se pensar e compreender a natureza.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Dada a acuracidade da teoria da mecânica frente os fatos conhecidos à época, nos dois séculos que se seguiram as ideias mecanicistas do universo se propagaram com vigor não só para as diversas subáreas da física como também para as mais variadas áreas do conhecimento, e sua difusão seria tão frutífera abrangente que a visão de mundo mecanicista perduraria sólida e inabalável até o primeiro ano do século XX, ano em que <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Planck">Max Planck</a> e cinco anos mais tarde <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein">Albert Einstein</a> estabeleceriam um segundo marco na ciência, e levariam a ciência moderna à era da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica_moderna">física moderna</a>. Graças à física a ciência moderna se estabelecera, e graças a ela a ciência moderna evoluiria a passos largos no século XX - a ponto deste século ser reconhecido pela comunidade científica como o século da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">física</a>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>As mudanças mais recente e significativas nos paradigmas científicos em tempos atuais se devem contudo não à física mas sim à outra área da ciência natural, a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia">biologia</a>. Ao que tudo indica, apoiada pelo avanço tecnológico-científico ocorrido, a biologia será para a ciência do século XXI o que o a física representou para a mesma no século XX.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:17:38 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Origens da Ciência</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:PSM_V78_D326_Ptolemy.png"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/PSM_V78_D326_Ptolemy.png/200px-PSM_V78_D326_Ptolemy.png" width="200" height="239"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ptolomeu">Ptolomeu</a>. Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga">Grécia Antiga</a>encontram-se as origens do pensamento científico.</div><div><br>Em uma visão cronológica a ciência nasceu como uma tentativa de se achar respostas para os questionamentos humanos, questionamentos como "o que há lá fora?", "do que o mundo é feito?", "qual é o segredo da vida?" e "como chegamos até aqui?".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia#cite_note-BBC-HistofSci-20"><sup>[Ref. 13]</sup></a>Mais do que capaz de satisfazer a curiosidade, mostrou-se gradualmente como uma verdadeira ocupação, inspirando trabalhos de vidas inteiras. Isso porque percebeu-se que, por meio da observação e experimentação - do método científico - era possível não só compreender o mundo que nos cerca mas também a nós mesmos, isso de forma a impelir o desenvolvimento de novas tecnologias e, assim, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Nesse sentido, embora não exista por si só e sim como uma produção humana, a ciência é, de longe, a ferramenta mais indispensável à manutenção do progresso.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Com um longo caminho ainda a trilhar antes de atingir a definição e status atual, o aqui com ressalvas chamado "pensamento científico" surgiu na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga">Grécia Antiga</a> com os pensadores <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-socr%C3%A1ticos">pré-socráticos</a> que foram chamados de <em>Filósofos da Natureza</em> e também <em>Pré-cientistas</em>. Nesse período a sociedade ocidental pela primeira vez ousou abandonar a forma de pensar baseada em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mito">mitos</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma">dogmas</a> para estabelecer uma nova forma de pensar, uma forma de pensar naturalista baseada no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismo">ceticismo</a>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>O pensamento dogmático coloca as ideias como sendo superiores ao que se observa. O Pensamento <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9tico">cético</a> coloca o que é observado como sendo superior às ideias. Por mais que se observe fatos que destruam o dogma, uma pessoa com pensamento dogmático preservará o seu dogma. Para a ciência uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria">teoria</a> é composta por um corpo de fatos e ideias, e se observarem-se fatos que comprovem a falsidade da ideia, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cientista">cientista</a> tem a obrigação de modificar ou reconstruir a teoria.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Na época de Sócrates e seus contemporâneos, o <em>pensamento científico</em> se consolidou, principalmente com a difusão do conceito de <em>prova científica</em> (ao rigor moderno, "evidência científica", "fato científico") atrelado à observância de repetição do fenômeno natural.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Embora não se encontre na Grécia antiga a definição de ciência em moldes modernos, é nela que encontra-se o primeiro passo para se alcançá-la. Tanto as religiões como a ciência tentam descrever a natureza. A diferença está na forma de pensar. O cientista não aceita descrever o natural com o sobrenatural, e para ele é necessária a observação de evidências que eventualmente falseiam as ideias. Para um cientista a ciência é uma só, pois a natureza é apenas uma. Sendo assim, as ideias da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">física</a> devem complementar as ideias da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADmica">química</a>, da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paleontologia">paleontologia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia">geografia</a> e assim por diante. Embora a ciência seja dividida em áreas, para facilitar o estudo, ela ainda continua sendo apenas uma<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:18:34 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Matemática e Lógica não são ciências</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Matem%C3%A1tica_m%C3%A9dica.png"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ee/Matem%C3%A1tica_m%C3%A9dica.png/180px-Matem%C3%A1tica_m%C3%A9dica.png" width="180" height="174"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>ligação=Ficheiro:Matem%C3%A1tica_m%C3%A9dica.png</div><div><br>Já na Grécia antiga os filósofos pré-socráticos discutiam se iriam atingir a verdade através das palavras ou dos números. Os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sofista">sofistas</a> defendiam que iriam atingir a verdade através das palavras. Os pitagóricos, seguidores de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras">Pitágoras</a>, defendiam que atingiriam a verdade através dos números.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a> formalizou o pensamento <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gico">lógico</a> dedutivo. Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Idade Média</a>, o pensamento lógico dedutivo foi usado em abundância pelos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1stica">filósofos escolásticos</a> e o resultado foi um total vazio científico durante essa época. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon">Francis Bacon</a>, na Renascença, afirmava que <em>A lógica de Aristóteles é ótima para criar brigas e contendas, mas totalmente incapaz de produzir algo de útil para a humanidade</em>.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates">Sócrates</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3crito">Demócrito</a> defendiam que somente a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">matemática</a> traz clareza ao pensamento.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>O pensamento lógico alheio ao fato experimental já se demonstrou ineficiente para criação de teorias científicas e para descrever a natureza. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes">René Descartes</a>, já afirmava que: <em>Matemática é uma ferramenta para se fazer ciência, mas não é uma ciência</em>. Isso ocorre, pois palavras e números não existem na natureza, portanto não são ciência. Mas a matemática já se mostrou e é contudo ótima ferramenta para o estudo e formulação de teorias científicas.<br><br></div><div><br>A rigor, matemática e lógica não são ciências, contudo, dada as suas aplicações dentro da ciência, são indispensáveis para se fazer ciência. A matemática - incluso a lógica - é a linguagem com a qual se descreve a natureza.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><strong><br>Pilares do pensamento científico</strong></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Chafariz_dos_Castelos_(castelos).JPG"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c4/Chafariz_dos_Castelos_%28castelos%29.JPG/200px-Chafariz_dos_Castelos_%28castelos%29.JPG" width="200" height="150"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>A ciência constrói <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo">castelos</a> de realidade sobre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_(constru%C3%A7%C3%A3o)">fundações</a>tangíveis, e não castelos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasia_(psicologia)">fantasias</a> sobre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilus%C3%A3o">ilusões</a>.</div><div><br>Com os gregos encontra-se a origem da ciência e de lá para cá aprendeu-se muito, de forma que hoje pode-se dizer que a ciência apóia-se basicamente, entre outros, sobre cinco pilares:<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><ol><li><em>Princípio fundamental</em>: o principal objetivo da ciência é compreender o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universo">Universo</a> em sua realidade e totalidade.</li><li><em>Princípio Uno</em>: a ciência é única pois o universo tangível também o é.</li><li><em>Principio naturalista</em>: nunca usar o sobrenatural para descrever a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza">natureza</a> e o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universo">Universo</a>. As ideias propostas devem manter-se compulsoriamente atadas a fatos naturalmente verificáveis; devem ser inequivocamente corroborada por tantos quanto os possíveis, e por pelo menos por um.</li><li><em>Princípio da falseabilidade</em>: as hipóteses devem ser sempre testáveis (falseáveis); apenas um novo fato verificável contudo contraditório é suficiente para que as ideias teóricas conflitantes sejam compulsoriamente recicladas ou abandonadas.</li><li><em>Princípio da generalidade e simplicidade</em>: as teorias científicas devem ser as mais simples e abrangentes possíveis. Trata-se da conhecida <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Navalha_de_Ockham">Navalha de Ockham</a>: "se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" (William de Ockham). Igualmente assume-se que: se em tudo o mais forem igualmente complicadas as várias explicações para um conjunto de fenômenos em enfoque, a mais abrangente é a melhor.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:21:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Método científico<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.png" width="17" height="17"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Ver artigo principal: </div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico">Método científico</a></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Bohratommodel.png"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9b/Bohratommodel.png/200px-Bohratommodel.png" width="200" height="183"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81tomo_de_Bohr">modelo de Bohr</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81tomo">átomo</a>. A evolução do modelo atômico da matéria - desde sua proposição por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leucipo">Leucipo</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3crito">Demócrito</a> até o paradigma mais atual, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orbital_at%C3%B4mico">modelo atômico dos orbitais</a> - fornece bom exemplo de como a ciência trabalha, e de que as teorias - quando em acordo com o método científico - evoluem com o tempo.</div><div><br>Os termos "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_cient%C3%ADfico">modelo</a>", "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese">hipótese</a>", "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_f%C3%ADsica">lei</a>" e "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria">teoria</a>" têm significados diferentes em ciência e na linguagem coloquial.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Os cientistas usam o termo <em>modelo</em> para referir-se a uma ou um conjunto de construções abstratas ou mesmo materiais construídas sobre hipóteses cientificamente corroboradas que permitam estabelecer uma representação de um dado objeto ou fenômeno - geralmente mas não obrigatoriamente específico - em estudo. Sua construção têm por fim, via analogia, uma melhor compreensão do fenômeno ou objeto modelado. A palavra é pois usada em ciência com a acepção estrita desta - o de fruto de um trabalho de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Modelagem">modelagem</a>. Os modelos são elaborados a partir da coleta de dados (fatos) e observação cautelosa, e construídos de forma que possam ser usados para inferir características e fazer predições testáveis por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_cient%C3%ADfica">experimento</a> ou <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3o">observação</a>. Os testes e observações são contudo executados sobre o objeto ou fenômeno em si, e não sobre o modelo, e os resultados são usados para aprimorar tanto a teoria associada como os modelos em si. A diferença entre um modelo científico e um artístico reside pois apenas no objetivo final e na metodologia empregada para construí-lo. Em modelos científicos, é certamente obrigatório que a metodologia empregada esteja em <em>pleno</em> acordo com a metodologia científica. Os modelos, assim como as hipóteses e fatos científicos associados, também integram, certamente, as teorias científicas, sendo em verdade tão essenciais às teorias quanto os demais.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Ao falar-se de modelo é importante ressaltar que, por mais trabalhado e elaborado que seja um modelo, um modelo <em>não</em> é o objeto que se modela, e há sempre o nele se melhorar, sendo o trabalho de modelagem, em verdade, um trabalho sem fim. Ao fim do raciocínio é possível até mesmo interpretar as teorias científicas como grandes e sofisticados modelos acerca da natureza. O eterno trabalho de aperfeiçoá-los cada vez mais - quer em detalhes quer em abrangência - constitui o principal objetivo da ciência e a labuta diária dos cientistas.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Uma <em>hipótese científica</em> é uma proposição falseável e testável acerca de algum fato, conjunto de fatos ou fenômenos naturais. Em princípio, embora nem toda hipótese seja científica, todas as ideias científicas são hipóteses, o que equivale a dizer que a ciência é <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=C%C3%A9tica&amp;action=edit&amp;redlink=1">cética</a>, por definição. Há contudo uma "hierarquização" das hipóteses dentro da ciência em função de sua relevância e em função do nível de corroboração por evidências que as mesmas possuam.<br><br></div><div><br>As <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese">hipóteses</a> nascem como simples <em>conjecturas</em>, geralmente carecendo ainda dos testes experimentais (e similares) pertinentes ao método científico. Recebendo a corroboração por parte dos primeiros testes, e nenhuma contradição, esta eleva-se ao nível de "hipótese" plausível, e na sequência, à medida que a abrangência e o nível de corroboração aumentam, esta pode elevar-se ao nível de postulado.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Postulado"><em>postulado</em></a> é uma hipótese que, em vista de consideráveis corroborações e ausência de contradição, mantido o ceticismo científico, passou a ser aceita como verdade, já podendo e geralmente sendo utilizada como base para a dedução ou a corroboração lógica de outras verdades científicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:23:39 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Matemática e o método científico</strong></div><div><br>A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática</a> é essencial para muitas ciências. A função mais importante da Matemática na ciência é o papel que ela desempenha na expressão de <em>modelos</em> científicos. Colher dados a partir da observação bem como hipotetizar e prever geralmente requerem modelos matemáticos e um extensivo uso da Matemática.<sup>[</sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes"><em><sup>carece de fontes</sup></em></a><sup>]<br></sup><br></div><div><br>Apesar de todos os ramos da Matemática terem suas aplicações em ciência - mesmo áreas "puras" tais como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_n%C3%BAmeros">teoria numérica</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_(matem%C3%A1tica)">topologia</a> - há de se mencionar que os ramos matemáticos mais utilizados na ciência incluem o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo">cálculo</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estat%C3%ADstica">estatística</a>. Em verdade, o cálculo foi desenvolvido por Isaac Newton como uma ferramenta necessária para este resolver os problemas de física com os quais se preocupava. Uma análise rigorosa mostra que não é possível desvincularem-se a história da matemática da história da ciência, principalmente no que concerne às ciências naturais tais como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">Física</a> ou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADmica">Química</a>, onde esta prevalece como uma linguagem universal. Embora certamente presente em menor nível em algumas ciências sociais, a Matemática encontra-se de alguma forma presente em todas as ciências visto que a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">Lógica</a> é um ramo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:24:25 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Objetivos<br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:WA_archery_target_with_arrows.jpg"><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dc/WA_archery_target_with_arrows.jpg/200px-WA_archery_target_with_arrows.jpg" width="200" height="200"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a>A ciência tem objetivos definidos, e embora nem sempre acerte na mosca, ela esforça-se ao máximo para fazê-lo, e mantém-se sob intenso e constante <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Treino">treino</a>.</div><div><br>A ciência não se considera dona da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade">verdade</a> absoluta e inquestionável. A partir do racionalismo crítico, todas as suas "verdades" podem ser quebradas, bastando apenas um pingo de evidência. A ciência pois cria modelos e destes tira conclusões acerca da realidade intrínseca e inerente ao universo natural, valendo-se para tal de <em>observações</em> cautelosas da natureza, de experimentação, e dos fatos destas resultantes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 11:25:13 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que é Ciência:<br><br></div><div><br></div><div>Ciência é uma palavra que deriva do termo latino "<strong><em>scientia</em></strong>" cujo significado era <strong>conhecimento ou saber</strong>. Atualmente se designa por ciência todo o <strong>conhecimento adquirido através do estudo ou da prática</strong>, baseado em princípios certos.<br><br></div><div>A ciência, em geral, comporta vários conjuntos de saberes nos quais são elaboradas as suas teorias baseadas nos seus próprios métodos científicos.<br><br></div><div>A metodologia é essencial na ciência, assim como a ausência de preconceitos e juízos de valor.<br><br></div><div>A ciência tem evoluído ao longo dos séculos. Galileu Galilei é considerado o pai da ciência moderna.<br><br></div><div>Ciência e tecnologia</div><div>A ciência está intimamente ligada com a área da tecnologia, porque os grandes avanços da ciência, hoje em dia, são alcançados através do desenvolvimento de novas tecnologias e do desenvolvimento de tecnologias já existentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:19:53 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciências sociais</div><div>Estudam o comportamento humano, as relações humanas e o seu desenvolvimento em sociedade. Nelas estão incluídas áreas como a Antropologia, o Direito, a História, a Psicologia, a Sociologia, a Filosofia Social, a Economia Social, a Política Social, o Direito Social. As ciências sociais estudam as normas de convivência do homem e dos modos da sua organização social. O termo "ciência sociais" também é usado para designar o grupo formado pelas ciências do direito, sociologia e ciências políticas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:20:40 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179860246</link>
         <description><![CDATA[<div>Ciências contábeis</div><div>A área das ciências contábeis é a que se responsabiliza pelas contas de uma empresa, registrando e controlando as receitas, depesas e os lucros. O profissional das ciências contábeis é responsável por planear, controlar e coordenar as compras, vendas, aplicações e investimentos da empresa, sendo que assim é possível ter uma noção clara do patrimônio. Deve estar atento a situações como despesas acima da média. Dentro da empresa, tem a função de analisar acontecimentos econômicos e depois dessa análise dar informações relevantes aos líderes da empresa para que possam tomar decisões no âmbito da direção do negócio. Normalmente efetua o pagamento de tributos, e dentro da empresa é a sua função fazer auditorias e perícias contábeis.<br><br></div><div>Para exercer a função de contabilista, é necessário estar cadastrado no Conselho Regional de Contabilidade. Para assegurar o registro profissional, é obrigatório realizar um exame de suficiência, medida que foi implementada desde 2010.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:23:13 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciências atuariais</div><div>A ciência atuarial moderna surgiu no princípio do século XIX na Inglaterra e se responsabilizava pelas áreas de pensão e aposentadoria, tendo como propósito o estudo da mortalidade da população.<br><br></div><div>A ciência atuarial utiliza noções da matemática estatística e financeira para analisar riscos e expectativas, na maior parte das vezes no âmbito da administração de seguros e fundos de pensão.<br><br></div><div>Os indivíduos formados em Ciências Atuariais devem saber lidar com problemas securitários, de previdência social e privada, atuando no cálculo de prêmios de seguros, pecúlios, planos de aposentadorias e pensões. A área de avaliação de riscos é também muito importante nas ciências atuariais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:23:41 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciências exatas</div><div>Produzem conhecimento baseado em expressões quantitativas, testando as suas hipóteses de forma rigorosa com base em experimentos ou cálculos. Ciências exatas são aquelas que só admitem princípios, consequências e fatos rigorosamente demonstráveis.<br><br></div><div>São exemplos de ciências exatas a Matemática, a Física, a Astronomia, a Engenharia, a Química e até mesmo certos ramos da Biologia ou da Economia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:24:47 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179860462</link>
         <description><![CDATA[<div>Ciências Naturais</div><div>Ciências naturais são ciências que descrevem, ordenam e comparam os fenômenos naturais, isto é, os objetos da Natureza e os processos que nela têm lugar, e determinam as relações existentes entre eles, formulando leis e regras.<br><br></div><div>Pode distinguir-se entre ciências exatas (como a física e química) e ciências predominantemente descritivas (biologia, incluindo a microbiologia e a paleontologia, geografia, geologia, cristalografia, etc). O campo de atividade das ciências naturais é constituído principalmente pela investigação sem uma aplicação concreta. Fazem parte das ciências naturais a Biologia, a Geologia ou a Medicina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:25:31 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciência noética</div><div>A ciência noética está relacionada com a <a href="https://www.significados.com.br/gnosiologia/">gnosiologia</a>, o estudo ou teoria do pensamento ou do conhecimento.<br><br></div><div>É uma área que tenta explicar cientificamente assuntos subjetivos como milagres, fé, alma, et<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:26:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>ciência</div><div><em>substantivo feminino</em></div><ol><li><strong>1</strong>.</li><li>conhecimento atento e aprofundado de algo.<ul><li>esse conhecimento como informação, noção precisa; consciência.</li></ul></li></ol><div><br></div><ol><li><ul><li>"c. do bem, do mal"</li><li>conhecimento amplo adquirido via reflexão ou experiência.</li></ul></li></ol><div><br></div><ol><li><ul><li>"a c. do bom convívio"</li></ul></li><li><strong>2</strong>.</li><li>corpo de conhecimentos sistematizados adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metódica e racionalmente.</li></ol><div><br></div><ol><li>"homem de c."</li><li><strong>3</strong>.</li><li><em>p.met.</em> atividade, disciplina ou estudo voltado para um ramo do conhecimento.</li></ol><div><br></div><ol><li>"a c. da biologia, do direito"</li><li><strong>4</strong>.</li><li><em>p.ext.</em> erudição, saber.</li></ol><div><br></div><ol><li>"ser um poço de c."</li><li><strong>5</strong>.</li><li><em>fil</em> conhecimento que, em constante interrogação de seu método, suas origens e seus fins, obedece a princípios válidos e rigorosos, almejando esp. coerência interna e sistematicidade.<ul><li><em>fil</em> cada um dos inúmeros ramos particulares e específicos do conhecimento, caracterizados por sua natureza empírica, lógica e sistemática, baseada em provas, princípios, argumentações ou demonstrações que garantam ou legitimem a sua validade.</li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:28:55 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que é Ser Humano:<br><br></div><div><br></div><div>O ser humano é um termo utilizado nas ciências para caracterizar a espécie viva evolutiva que se difere das demais por possuir inteligência e razão.<br><br></div><div>Um ser humano pertence à espécie conhecida como <em>homo sapiens</em>, que segundo a Teoria da Evolução é o resultado do processo evolutivo dos primatas conhecidos como hominídeos.<br><br></div><div>A espécie humana representa o mais alto nível de complexidade da escala evolutiva. O cerébro desenvolve-se de maneira que seja capaz de realizar diversas atividades que exigem raciocínio, além de elaborar pensamentos criativos, abstratos, teorias e de outros tipos.<br><br></div><div>Este desenvolvimento cerebral, associado à estrutura corporal composta por tronco ereto, cabeça, membros superiores e membros inferiores, possibilitou aos seres humanos a utilização dos braços para a manipulação de ferramentas e objetos para sua sobrevivência.<br><br></div><div>Os seres humanos também constam entre os animais com características celulares que os permitem ser uma das espécies com maior tempo de vida, podendo chegar a viver até além dos 100 anos em alguns casos, ainda que seja a única espécie que tem consciência da sua morte.<br><br></div><div>Veja o significado da palavra <a href="https://www.significados.com.br/humano/">Humano</a>.<br><br></div><div>O termo também gera dúvidas quanto à sua escrita, o que faz com que muita gente utilize o termo de maneira errada, sem separação e sem a letra h – <em>serumano</em>. Pelas regras ortográficas, o termo nunca foi considerado composto, mas se comporta como um todo, sem a utilização do hífen, sendo então a forma correta de escrevê-lo separado e com a letra h – <em>ser humano</em>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:31:47 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Ser Humano na Filosofia</div><div>Do ponto de vista filosófico, o ser humano é caracterizado como um ser racional, capaz de ser uma unidade e uma totalidade ao mesmo tempo, enquanto matéria. Ele também consegue, através da racionalidade, distinguir coisas e elaborar conceitos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:32:22 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179860972</link>
         <description><![CDATA[<div>O Ser Humano na Sociologia</div><div>Para a Sociologia, o ser humano é aquele indivíduo que é capaz de viver em sociabilidade com os demais. É um ser social que consegue conviver em sociedade e influenciar ou ser influenciado por determinado comportamento social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:32:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que é a Mente:<br><br></div><div><br></div><div>A mente pode ser caracterizada como um estado, dimensão ou fenômeno complexo da natureza humana que associamos ao ato de pensar.<br><br></div><div>Ela está relacionada com o conceito de descrever as funções do cérebro humano no que diz respeito a potência intelectual, funções cognitivas e comportamentais humanas.<br><br></div><div>A palavra é originada do latim méntem e significa "pensar, conhecer, entender". Porém, ela também pode ter o significado de medir, ponderar, visto que, com as habilidades que ela possui, ela pode avaliar o peso e as consequências dos pensamentos.<br><br></div><div>A mente implica um conjunto de processos que se desenvolvem de forma consciente e inconsciente e permite ao ser humano ter a capacidade de obter informações, associá-las, analisá-las e obter suas próprias conclusões. Ela também está ligada a características humanas como a razão, a memória, a intuição, a inteligência, o arquétipo, o sonho, o sentimento, ego e superego, além de poder influenciar a conduta de um indivíduo, que conhecemos como uma pessoa "mente aberta".<br><br></div><div>É comum que exista alguma confusão entre os conceitos do que é o cérebro humano e a mente. O cérebro é a parte física, ou seja, é um órgão que se encontra na cavidade craniana que apresenta uma grande quantidade de neurônios (células do sistema nervoso). A mente representa como a parte imaterial e funcional deste órgão. Ela se encarrega do processamento da informação que recebemos e é responsável por responder a esta através de uma determinada conduta.<br><br></div><div>Há também alguma divergência entre as áreas do conhecimento que estudam a mente. A Neurociência é responsável por compreender o funcionamento da mente, através da atividade cerebral. Existe uma função vital de interação entre a mente e o cérebro, onde o que afeta um, afeta o outro também. Já a Psicologia é a área que estuda o comportamento da mente, tendo como base, práticas psicoterápicas que podem provocar alterações na atividade neural do cérebro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:34:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179861133</link>
         <description><![CDATA[<div>Como funciona a mente</div><div>Uma das principais características da mente é a de ter a capacidade de inteligência e raciocínio. Ela funciona de maneira que capta todas as informações que são armazenadas nos neurônios cerebrais e através deste processo, aliado também com os estímulos corporais, ela é capaz de entrar em sintonia com qualquer centro do sistema nervoso espalhado pelo corpo e levar a resposta daquela informação armazenada, em uma fração de segundos, permitindo com que a gente possa ter uma reação ou consequência para tal caso.<br><br></div><div>A atividade da mente atua dentro de três níveis que funcionam de acordo com as frequências das ondas cerebrais: Astral, alfa e teta. Eles trabalham sobretudo no consciente da mente e aliados ao campo energético do corpo, provocam diferentes níveis de relaxamento mental, que nos permitem descansar, pensar, sonhar, etc.<br><br></div><div>Existe também o nível da inconsciência. Nele, somente o subconsciente age e se assemelha a um estado de coma, ou ao nível onde nos encontramos no mundo espiritual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:34:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179861176</link>
         <description><![CDATA[<div>A Mente Humana na Psicologia</div><div>A Psicologia é a ciência responsável pelos estudos comportamentais da mente. Ela atua de maneira a identificar estes comportamentos e através das suas práticas, pode alterar o funcionamento da mente humana, se houver necessidade.<br><br></div><div>Portanto, diferente da Neurociência, a Psicologia se preocupa em avaliar o comportamento e as reações da mente humana em determinadas situações, levando em conta fatores biológicos e sociais para explicar tais comportamentos.<br><br></div><div>A Psicologia se torna um dos estudos de fundamental importância para a mente humana, pois consegue ajustar suas práticas às descobertas e tendências atuais de observar a atividade mental, ampliando os horizontes e admitindo novas possibilidades e características à mente humana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 14:35:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ciência e Tecnologia<br><br></div><div>A ciência, ao longo dos anos, sempre demonstrou ter como principal aliada a tecnologia. Desde seus primórdios, a busca de equipamentos tecnológicos e conhecimentos que pudessem chegar mais fundo à raiz de qualquer questão, a tecnologia foi o principal alicerce para as descobertas científicas.<br><br></div><div>Nos últimos tempos a descoberta de novos aparatos tecnológicos foi essencial para o desenvolvimento do conhecimento científico. Basta citarmos como exemplo os microscópios eletrônicos, a própria área de informática e o desenvolvimento de mecânica e eletricidade para a expansão do conhecimento e do saber científicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 16:54:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ciências Sociais<br><br></div><div>A ciência tem uma principal divisão em seu conceito geral: ciências humanas e ciências exatas. Assim, as ciências humanas estudam tudo que se relaciona ao ser humano, enquanto que as ciências exatas possuem todo o conhecimento sobre a prática científica. Enquanto a primeira é trabalhada sobre teorias, suposições, verificações, a segunda só trabalha com a constatação.<br><br></div><div>As ciências sociais, dentro do grupo de ciências humanas, estuda o comportamento humano, as relações entre os indivíduos e o seu desenvolvimento em diversas culturas.<br><br></div><div>Incluem-se entre os estudos de ciências sociais as áreas de Antropologia, História, Psicologia, Filosofia Social, Direito, Economia e Política Social, Direito Social, Pedagogia, Ecologia e outras.<br><br></div><div>As ciências sociais abrangem todas as normas de convivência e suas formas de organização social, incluindo os estudos feitos dentro de ciências políticas, sociologia e psicologia comportamental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 16:55:22 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179873884</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ciências Contábeis<br><br></div><div>Na área de ciências exatas, as ciências contábeis são a responsável pelas contas, pelo controle financeiro empresarial e de instituições e órgãos públicos, controlando receitas, despesas e estabelecendo os resultados, sejam lucros ou prejuízos.<br><br></div><div>O profissional da área de ciências contábeis pode ser o contador ou o administrador, devendo controlar e coordenar os processos de compras e vendas, investimentos e aplicações e mantendo o desenvolvimento do patrimônio da empresa.<br><br></div><div>Sua responsabilidade também prevê a análise do mercado e as ocorrências econômicas que possam exigir alterações em metas estabelecidas e seu melhor direcionamento para conservação do negócio em que atua. Ainda dentro de suas atribuições, o profissional de ciências contábeis deve proceder a auditorias e perícias contábeis, constatando os acertos ou corrigindo eventuais falhas ocorridas no processo de contabilidade.<br><br></div><div>No Brasil, o profissional contabilista deve se cadastrar no Conselho Regional de Contabilidade, podendo assim assinar balanços que são reconhecidos por entidades públicas e instituições financeiras<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 16:57:12 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179874182</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ciências Atuariais<br><br></div><div>A ciência atuarial é recente, tendo surgida no princípio do século XIX, na Inglaterra, e tem como responsabilidade as áreas de pensão e aposentadoria, criadas a partir da Revolução Industrial, para garantir a sobrevivência de doentes ocupacionais e idosos que já não conseguem desempenhar suas atividades.<br><br></div><div>Também cabe às ciências atuariais o estudo de mortalidade da população, analisando riscos e expectativa de vida e avaliação de riscos de determinados trabalhos, assegurando-se assim de previdências social e privada que possam garantir a possibilidade de pagamento de pensões e aposentadorias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 17:03:10 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179874233</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ciências Exatas<br><br></div><div>As ciências exatas, que englobam as áreas de Matemática, Física, Engenharia, Astronomia, Biologia, Economia e Química, entre outras, produzem seu conhecimento com base em expressões quantitativas, validando todas as teorias e hipóteses através de experimentos e cálculos.<br><br></div><div>Nas ciências exatas, o que vale é o princípio, a comprovação e as consequências, sempre rigorosamente demonstráveis, sem alterações ao longo do processo que possibilitem resultados diferenciados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 17:03:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermedefreitas2420</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermedefreitas2420/c1q9gu1ri1r3/wish/179874282</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ciências Naturais<br><br></div><div>As ciências naturais, dentro do âmbito de ciências exatas, descrevem, ordenam e fazem comparações entre os fenômenos naturais observados no meio ambiente e seus devidos processos.<br><br></div><div>Abrangendo os ramos de Biologia, Medicina, Microbiologia, Geografia, Cristalografia, Geologia, Paleontologia, entre outros, as ciências naturais são descritivas, sendo seu ramo constituído basicamente de investigação, sem uma aplicação concreta do conhecimento adquirido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-01 17:04:34 UTC</pubDate>
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