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      <title>HACA34 - TURMA 12 2021.2- Alícia Carvalho by ALÍCIA CARVALHO</title>
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Estudos sobre a Contemporaneidade II, Turma 12, Prof. Messias G. Bandeira. Aluno(a) Alícia Carvalho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-16 22:02:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-06 03:17:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title> RESENHA-  &quot;ESQUECIMENTO DA POLÍTICA OU DESEJO DE OUTRAS POLÍTICAS&quot;, do autor Francis Wolff</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1734796762</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor Francis Wolff, na obra “Esquecimento da política ou desejo de outras políticas”, enfatiza informações a respeito do “esquecimento da política”. O autor aborda definições a sociedade política, referente ao espaço de troca e convivência, a qual desperta sobre os cidadãos o sentimento de pertencimento, assim como o poder político responsável por assegurar a sobrevivência da população, protegendo-a contra possíveis ameaças. Os homens desde os primórdios relutam em viver em conjunto, a política é justamente essa natureza, que obriga essa ação mútua entre os indivíduos das comunidades. A democracia é abordada pelo o presente autor, como uma força maior que concilia comunidade e poder, isto é o poder da comunidade em prol do bem do seu próprio corpo social.&nbsp;<br><br></div><div>Wolff, ressalta que após o apogeu do liberalismo, o fim da bipolarização do mundo, o quadro da política – relações de poder- foi alterado radicalmente: apresenta-se um cenário de “esquecimento da política”, o “esquecimento” assume duas formas distintas para o autor: pode-se esquecer a vida em comunidade política e pode-se esquecer o poder, decisões e ações que fundamentam a política. Nota-se o individualismo, a busca da felicidade particular, não mais no espaço público, ou seja o fim da ideologia coletiva e o fracasso das ações conjuntas da comunidade, a competição do indivíduo. Outro tipo de “esquecimento da política” observado pelo autor é a substituição da política pela religião, este fato nas igrejas que, ao pregarem o não envolvimento político, adoração mística a Deus, a salvação individual unicamente através da fé e que a felicidade só é atingida por meio de oração e penitência, afastam cada vez mais o indivíduo de sua comunidade.<br><br></div><div>Wolff identifica que as formas de “esquecimento da política”, desencadeiam uma perspectiva individualista, em que a comunidade política não tem nada a oferecer a vida privada, sendo possível identificar uma redução da política na economia. A economia é vista como uma ciência dotada da capacidade de previsão e capaz de identificar acontecimentos. Desta forma, acredita-se que só existe uma política econômica possível, que vai de acordo com as leis da ciência. Tal crença acaba por inverter papéis: a economia deveria ser instrumento da política, mas verifica-se a dependência da política mediante as leis econômicas.<br>&nbsp;<br>Por fim, na luta contra o “esquecimento da política”, a sugestão do autor são alguns exercícios: ativismo e militância, assim como o exercício cotidiano da cidadania; se colocar no lugar do político, assumir responsabilidades, quebrar a barreira de oposição entre governantes e governados; não condenar a moral dos políticos, usar métodos políticos para o alcance da boa política, como, por exemplo, incentivar partidos políticos – necessários para o afirmar o pluralismo, promulgar leis que estejam acima de indivíduos e tornar transparentes as despesas públicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 03:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Caetano Veloso - Anjos Tronchos </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Agora a minha história é um denso algoritmo<br>Que vende venda a vendedores reais<br>Neurônios meus ganharam novo outro ritmo<br>E mais e mais e mais e mais e mais"<br>- Caetano Veloso<br><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 23:18:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Apresentação inicial do memorial </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1928781510</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O presente memorial, foi iniciado com o intuito de abordar os assuntos estudados ao decorrer do semestre 2021.2 do componente " Estudos sobre contemporaneidade II", ofertado pela a Universidade Federal da Bahia, com o objetivo de discorrer acerca da Política; Economia e Trabalho na contemporaneidade, possui como docente o Messias G. Bandeiras - Doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas-, professor do Instituto de Humanidades Artes e Ciências Prof. Milton Santos e do programa&nbsp; de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade, ambos na Universidade Federal da Bahia, coordena a Rede de Estudos Interdisciplinares da Internet e da Cultura Digital, assim como o Digitalia e o Congresso Internacional sobre Culturas.<br><br></li></ul><div>Discente: Alícia Ferreira Carvalho.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 14:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa mental sobre o texto &quot;Pandemia: o que nos ensina o olhar de Milton Santos&quot;. ABRA O LINK :)</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.mindomo.com/mindmap/pandemia-o-que-nos-ensina-o-olhar-de-milton-santos-6847aece233b40fba0b3bbd28f924c90</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 17:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>📹</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 18:35:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Democracia na era digital: a internet como base dos movimentos sociais contemporâneos.</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <pubDate>2021-12-05 01:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>A internet auxiliando os movimentos sociais no mundo </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 01:32:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Recorte de capa do livro Comum: ensaio sobre a revolução no século XXI, de Christian Laval e Pierre Dardot (Boitempo, 2017).</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1929717238</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A imagem acima&nbsp; assemelha-se as pinturas que marcaram o período do modernismo (1922-1945). O movimento abordado tem o fito de mostrar claramente a reflexo da história política e social que o país vivenciava naquela época. De maneira análoga, o presente recorte do livro " Ensaio sobre a revolução do século XXI", apresenta uma crítica ao movimentos no mundo todo, os quais contestam a apropriação, por parte de uma oligarquia, de recursos naturais, conhecimentos, espaços e serviços públicos. Várias lutas, um mesmo princípio: o comum.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 16:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“O futuro começa agora: da pandemia à utopia”, de Boaventura de Sousa Santos</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1929721053</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste livro, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos traz ao leitor uma obra que propõe pensar a sociedade pós-pandemia, sua complexidade, os problemas que a antecedem e possíveis futuros. Como um diagnóstico crítico do presente, Boaventura aponta que as desigualdades e discriminações sociais já tão presentes nas sociedades contemporâneas, se intensificaram ainda mais em um contexto pandêmico. Com atenção especial ao modelo econômico-social, ao papel da ciência e do Estado na proteção dos mais necessitados, o autor traz um profícuo debate para se pensar em alternativas econômicas, políticas, culturais e sociais que apontem para um novo modelo civilizatório de sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 16:56:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Resenha do texto &quot;Dardot e Laval: A prova política da pandemia&quot;. </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1929796501</link>
         <description><![CDATA[<div>Os autores Dardot e Laval, na obra " A prova da política da pandemia", enfatiza a pandemia da Covid-19, como a maior crise global, sanitária, social e econômica ocorrida nos últimos tempos. Se por um lado a pandemia testou a dor, o risco e o perigo, por outro lado a mesma testou a capacidade das organizações econômicas de enfrentar um dilema que interfere na vida social de todas as pessoas. A pandemia da Covid-19, esclareceu o que as mudanças climáticas pode ocasionar no corpo social. Além disso, mostrou que humanidade caminha para maiores danos, caso em décadas, não ocorra mudanças drásticas na estrutura econômica e política do mundo. A soberania do estado é uma arma crucial para amenizar o negativo quadro de propagação do vírus, por intermédio de medidas complementares e articuladas, tais como: medidas autoritárias que limitam os contatos, o estabelecimento de um estado de emergência, assim como foi feito na Itália, Espanha e França, a proteção dos cidadãos dos produtos importados. Dessa forma, para os autores, a disciplina da sociedade e o protecionismo nacional seriam, assim, os pilares da luta contra a pandemia, sendo que, o Estado Nacional seria responsáveis por pela a concretização desses parâmetros. Outrossim, o Estado deve ajudar as empresas de todos os tamanhos, assegurando os créditos necessários para evitar a falência e manter a maior quantidade de mão de obra ativa, a oposição em gastar o que for preciso para salvar a economia e investir na saúde pública permeou as decisões estatais, entretanto, os Estados parecem redescobrir as virtudes da intervenção, pelo menos quando se trata de apoiar a atividade de empresas privadas e garantir o sistema financeiro. É válido ressaltar, que xenofobia institucional fez-se presente na pandemia, uma vez que os Estados europeus apresentaram as primeiras respostas a disseminação do vírus, muitos países da Europa Central recorreram aos "muros administrativos' do território nacional, a partir desse episódio, cada Estado resolveu tomar suas medidas individuais, o comportamento mais desprezível foi a ausência de solidariedade com os países mais afetados, a exemplo&nbsp; o abandono da Itália ao seu destino por parte da França e da Alemanha mostrou um egoísmo extremo, a ponto de se recusar a enviar equipamentos médicos e máscaras de proteção. A cooperação internacional estava sendo fragilizada com a intensificação da globalização, a OMS - Organização Mundial de Saúde-, mantinha-se por meio de recursos doados por empresas privadas, sendo que no início da pandemia o Órgão responsável pela a manutenção da saúde, podia intervir de forma mais direta, além da propagação de informações confiáveis e medidas para o controle radical precoce, seria necessário realizar o teste e os rastreamentos sistemáticos dos contágios, como fora realizado na Coréia e Taiwan.&nbsp; Ocorreu um grande atraso nas opções estratégicas dos países, a Coreia optou por realizar exames de rotina, bem como o isolamento das pessoas contaminadas, A Itália adotou a contenção absoluta, assim como fora realizado pela a China, a Grã-Bretanha seguiu o caminho da passividade e outros países atrasaram na adoção de medidas restritivas, principalmente a França, Alemanha e EUA, apesar das medidas adotadas a mais eficaz era a triagem sistemática e o rastreamento de pessoas contaminadas. A hesitação da Alemanha, França e Estados Unidos, deve-se ao fato dos governos escolheram manter&nbsp;<br>a economia funcionando o maior tempo possível, e somente adotar medidas de isolamento quando terem chegado ao ápice da gravidade, devido a está negligencia, milhões de pessoas morreram.&nbsp; Portanto, conclui-se que os principais riscos da pandemia são globais, sendo assim, a ajuda mútua deve ser a nível global, as políticas devem ser coordenadas corretamente, os meios de conhecimento devem ser compartilhados, e acima de tudo a cooperação deve ser regra absoluta. Saúde, clima, educação, economia, cultura não devem ser comercializados, já que,  são bens comunais, devem ser aplicados com equidade para todos os cidadãos.&nbsp;<br><br><br></div><div><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 18:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>Música &quot;Rosa de Hiroshim&quot;, cantor Ney Matogrosso.</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1929955454</link>
         <description><![CDATA[<div>Nem sempre a evolução científica foi utilizado em prol do bem, as duas primeiras bombas atômicas que&nbsp; foram lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão, é um grande exemplo disso.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 22:22:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Um futuro na sombra: democracias na era digital. </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1929959290</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Brasil&nbsp; aderiu <em>Open Government Partnership ,</em> o qual consiste em um grupo de Governos e organizações sociais dedicados a promover reformas significativas e inovadoras na área de transparência e combate a corrupção, uma grande conquista foi a aprovação da Lei, que permite o acesso à informação pública e a uma política de dados abertos, permitindo a qualquer pessoa solicitar informações ao Estado.  Entretanto, o atual governo mostrou-se insatisfeito com a presente regulamentação, sendo capaz de demitir funcionários, por divulgarem dados corretos a respeito do desmatamento da Amazônia, em outros países da América Latina, ocorreram fatos análogos ao do Brasil, é válido citar o México e o Uruguai como exemplo. Dessa forma, compreende-se que, a transparência nos países latinos enfrenta um grande desafio, diante disso, a democracia fica ameaçada, uma vez que, os dados divulgados&nbsp; permite o controle pelos cidadãos da execução dos recursos públicos, bem como limites ao poder do Estado. Outro aspecto crucial que deve ser abordado é os poucos dados que são divulgados, por vezes, não representam a totalidade da sociedade, nem tornam visíveis todos os problemas, devido a isso, a violência de gênero, a discriminação com índios; afros e grupos marginalizados, o preconceito com a comunidade LGBTQIA+ , tornam-se frequentes no corpo social. Portanto, é evidente que, a democracia na era digital é muito importante, já que a abertura de dados permite a criação de valor público, econômico e social, a medida que a lacuna no acesso aos dados diminui, uma geração inteira possui seus direitos desprotegidos.<br><br><br><br><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 22:29:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GLOBALIZAÇÃO ( Fatos históricos, fases e relação com o meio ambiente).</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-06 00:58:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GLOBALIZAÇÃO ( Pontos positivos e  negativos, globalização econômica e globalização no Brasil). </title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1930078808</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1297330312/9659eb5e9c61034065297d5245320962/Infogr_fico_com_Linha_do_Tempo_Esportiva_em_Azul_petr_leo_e_Dourado__1_.pdf" />
         <pubDate>2021-12-06 00:59:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo que aborda sobre o movimento que ficou conhecido como &quot; Jornadas de Junho de 2013&quot;.</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1934243207</link>
         <description><![CDATA[<div>Movimento mobilizado por meio das Redes sociais, o qual levou milhões de pessoas em protestos paras as ruas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=bmKHilbhqHg" />
         <pubDate>2021-12-07 18:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Occupy Wall Street</title>
         <author>aliciaferreira01</author>
         <link>https://padlet.com/aliciaferreira01/Bookmarks/wish/1934247887</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 17 de setembro de 2011, cerca de 150 pessoas ocuparam o Zuccotti Park, localizado em Manhattan, o distrito financeiro de Nova York. Segurando cartazes e gritando palavras de ordem, os manifestantes protestavam contra a desigualdade econômica e social nos Estados Unidos. O movimento, inspirado na <a href="https://www.politize.com.br/primavera-arabe/">Primavera Árabe</a>, não possuía liderança e tinha como objetivo manter uma ocupação constante em Wall Street, a rua mais importante do distrito.<br><br></div><div>As manifestações ganharam força nos primeiros meses, gerando uma onda de protestos semelhantes em diversas cidades dos Estados Unidos, da Europa e de outras partes do mundo, incluindo o Brasil.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xM7unTfTfuo" />
         <pubDate>2021-12-07 18:22:06 UTC</pubDate>
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