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      <title>O Diário de Anne Frank by Pâmella Prado</title>
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      <description>&quot;Quando os tiros soam na escuridão, a porta se abre e aparecem então, um lenço, um travesseiro, uma figura de branco&quot;... (Anne, pág. 132)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-09 10:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações:</title>
         <author>pamellasuelema</author>
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         <description><![CDATA[<div>Postem a pesquisa de modo resumido neste espaço, lembrando que podem anexar imagem e/ou vídeo sobre o tema proposto.&nbsp;<br><br>Podem fazer comentários nas publicações dos colegas e citar trechos do diário, se for necessário.&nbsp;<br><br>Não esqueçam do nome completo de vocês e sucesso!!!<br><br>Att. Profª. Pâmella</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-09 11:16:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>IEA<br>Série= 3°ano<br>Docente= Pâmella Suelem<br>Discentes= Maria Luiza Azevedo, Lara Bárbara Vieira, Felipe Souza, Marina Ribeiro, Evandro Messias e Rebeca Almeida.&nbsp;<br><br>*Seminário de História III Unidade<br><br>Tópico 3= Relação de Anne Frank com a família e com os hóspedes e enviados ao anexo secreto. (citar trechos do diário para explicar)<br><br>Anne era uma garota extrovertida e conseguia se dar bem com as pessoas ao seu redor, isso por ser bem intencionada e receptiva. Durante os dois anos no Anexo Secreto, ela teve de conviver com mais pessoas além da sua própria família ( Otto, Edith e Margot Frank, respectivamente os seus pais e irmã mais velha ), as pessoas que também foram abrigadas no Anexo faziam parte da família Van Pels, Auguste e Hermann e o filho deles, Peter. Depois disso, receberam mais um integrante, o dentista Fritz Pfeffer.&nbsp;<br><br>Anne Frank tinha uma relação não muito boa com a sua mãe, Edith Frank, sendo exposto em trechos do livro que ressaltam a pouca conexão e palavras entre as duas. A terceira versão do diário, que foi revisado pelo pai de Anne para ser republicado continham trechos nos quais Anne revelava a sua relação com a mãe, além de menções onde as duas discutiam. Essa versão do diário foi publicada sem esses trechos.&nbsp;<br><br>Anne e Margot eram irmãs com dois a três anos de diferença, com Anne citando no próprio diário as menções de que se sentia pra baixo em questões de personalidade com a própria irmã, Anne dizia que Margot era mais educada e inteligente que ela, e por isso pareciam gostar mais da irmã. Anne também parecia apreciar os sentimentos de Margot, já que se sentiu mais reservada ao manter a sua relação com Peter durante o Anexo, já que achava que talvez Margot pudesse ter sentimentos sobre Peter.&nbsp;<br><br>Anne e seu pai Otto tinham uma relação contrária da qual tinha com a sua mãe, isso por que a própria Anne se sentia mais confortável para se abrir e conversar com o pai sobre determinados assuntos, sobre como perguntou a ele sobre a Guerra e a invasão dos nazistas antes de saírem de casa para ir ao Anexo, ou sobre quando contou a Otto sobre os seus sentimentos por Peter, tornando assim uma relação mais aberta, embora Otto tenha ocultado as informações de Anne sobre a sua própria descoberta em sexualidade na terceira versão do livro.&nbsp;<br><br>Anne e Peter eram apaixonados. Em trechos do livro que comprovam isso, Anne sentia os seus próprios sentimentos por Peter crescerem com o tempo em que passaram no anexo. Anne relatou com Kitty também suas experiências, como um primeiro beijo, as sensações na qual sentia através das suas conversas e passagens de tempo com ele durante os dois anos, embora ele fosse mais velho que ela, não parecia ser uma oposição que teria feito ela mudar de ideia quanto ao relacionamento. No começo, Anne costumava defini-lo como “cheio de fricotes e muito preguiçoso. ”<br><br>Auguste e Hermann eram pais de Peter e foram a segunda família a ir ao Anexo. Anne citava Hermann como um homem bravo quando se tratava do filho, já que preferia que Peter seguisse as regras, isso pode ser observado durante os momentos em que Peter pega o livro sobre mulheres às escondidas e apanha do pai em seguida, ou quando Peter foi enviado para a Água Furtada sem jantar, a sra Van Pel brigou com Anne algumas vezes por achá-la muito animada e tagarela, e por que Anne quebrou alguma peça de louça da sra Van Pel. &nbsp;<br><br>Foi com o dentista Fritz que Anne dividiu o seu quarto, citando para Kitty que não se sentia muito bem com a situação, ter que dormir no mesmo cômodo em que um homem muito mais velho que ela, além de ter que ouvi-lo reclamar com Anne, quem ouvia toda a conversa sobre disciplina que uma garota deveria ter.<br><br>Citações de Anne Frank<br>De amor:&nbsp;<br>"Não creio que se possa relamente pôr em palavras. Amor é entender alguém, se importar, compartilhar as alegrias e as tristezas. Isso pode incluir o amor físico. Você compartilha alguma coisa, dá alguma coisa e recebe algo em troca, seja ou não casada, tenha ou não um filho."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br>"Amo-o com um amor tão grande que não cabe mais dentro de meu coração."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br><br>Tristeza:<br>"Essa existência cansativa começa a transformar todos nós em pessoas desagradáveis."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br>"Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar"<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br>De tristeza:&nbsp;<br>"Os jovens são mais solitários do que os adultos."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br>De esperança:<br>"Deus não me abandonou, e nunca abandonará."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br>"Vou tentar ser forte de novo, e se eu for paciente, o restante virá."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br>• "Deixe-me ser eu mesma e então estarei" última frase de Anne Frank."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br>De felicidade:&nbsp;<br>"Pense em toda a beleza que ainda resta ao seu redor e seja feliz."<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br>"Aquele que é feliz espalha felicidade. Aquele que teima na infelicidade, que perde o equilíbrio e a confiança, perde-se na vida"<br>(O Diário de Anne Frank, 1942)<br><br>Tópico 4= Os motivos que levaram Anne Frank a escrever o diário. (Fragmentos iniciais seguidos dos interesses pós-guerra)<br><br>Em 1942 do dia 12 de junho, Anne Frank receberia de aniversário de 13 anos um presente um livro, livro este que antes já havia lhe chamado atenção em uma vitrine quando passeava com seu pai, apesar de originalmente ser um livro para autógrafos, Anne começou a usá-lo como diário quase que imediatamente.<br><br>Ademais, Anne passa a escrever regulamente em seu diário, criando uma relação íntima com ele, ou ela, já que resolveu dar ao nome a seu diário de Kitty. Nele, a jovem começou a registrar fatos cotidianos de sua adolescente. Pouco a pouco, Anne começou a registrar com frequência cada vez maior as dificuldades enfrentadas pelos judeus por causa da ocupação nazista. Como diversas leis que os judeus eram obrigados a seguir, como a entrada em locais em determinados horários e a necessidade de usar uma pulseira de identificação amarela.<br><br><br>Anne entendia Kitty como uma boa amiga e ouvinte, que poderia lhe ajudar a aliviar a falta de um verdadeiro amigo, que lhe fazia falta, e sentia que não tinha. Como Anne mesmo diz no diário, e é um dos motivos do porquê ela ter começado a escrever seu livro, como forma de encontrar nas páginas em branco consolo. E para ela era mais fácil desabafar, como ela reelembra um ditado holandês "o papel é mais paciente que o homem".&nbsp;<br><br>Após sete décadas da sua publicação Anne Frank ainda não terminou de nos ensinar sobre a vida. Seu diário é a forma mais fácil de como compreender a mudança de uma pessoa tanto pela sua escrita quanto pela sua leitura não é errado dizer que para o mundo Anne Frank o mudou por que a tantos ensinamentos ou formas de mudar o mundo para melhor. Anne Frank escreveu em seu diário com o sonho de ser uma escritora algum dia é também para fugir da tristeza em que se encontrava naquela época.<br><br>Logo, seu diário ou Kitty como era chamada pela sua dona é um marco na história pois através dela compreendemos as alegrias é tristezas da autora na época é como ela compreendia que o ser humano era um ser não tão dócil é mesmo com todas as tristezas da guerra assim como qualquer outro ser humano na época ficava esperançoso com o final dela ao ponto de fazer planos para quando ela acabasse.<br><br>Se sabe, que a infelicidade veio até Anne assim como muitos naquela época. Anne teve seu fim em um campo de concentração como muitos outro, como a sua família onde seu pai Otto frank foi o único sobrevivente, isso nos dá a forma como é tão fácil tirar a vida das pessoas Anne Frank morreu como a maioria no campo mas escrever esse diário não a tornou especial afinal todas aquela pessoas foram especiais mas a infelicidade aconteceu mas mesmo que ainda tenha acontecido como ela mesmo escreveu “Como é maravilhoso que ninguém precise esperar um minuto sequer antes de começar a melhorar o mundo” é isso que nós temos que aprender, que nós ainda podemos fazer um mundo muito melhor é que a sua memória é a de tantos outros não seja esquecida.<br><br>Tópico 6= A relação de Anne Frank com o feminismo. (Podendo fazer ligações com textos da Simone de Beauvoir)<br><br>Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908.<br><br>Na infância e juventude esteve num colégio católico e mais tarde, estudou matemática no Instituto Católico de Paris. Ainda que tenha sido criada numa família Católica, Simone optou pelo ateísmo. Segundo ela:<br><br>“Era-me mais fácil imaginar um mundo sem criador do que um criador carregado com todas as contradições do mundo.”<br><br>Foi também estudante de filosofia na Universidade de Sorbonne. Ali, conheceu Jean Paul-Sartre, parceiro intelectual e com quem teve um relacionamento aberto toda a vida (cerca de 50 anos).<br><br>Sua paixão pelos livros foi notória desde a época juveni. Escreveu diversas obras da qual se destaca um dos maiores clássicos do movimento feminista “O segundo sexo”, publicada em 1949.<br><br>Vítima de pneumonia, Simone faleceu com 78 anos no dia 14 de abril de 1986 em sua cidade natal. Ela foi enterrada no Cemitério de Montparnasse, em Paris.<br><br>Em sua obra “O segundo sexo” Simone aborda sobre o papel da mulher na sociedade e a opressão feminina num mundo dominado pelo homem. O livro foi considerado agressivo e incluído na lista de negra do Vaticano.<br><br>O livro traz uma análise profunda sobre a condição das mulheres na sociedade, abordando aspectos psicológicos, biológicos e históricos. Como a autora pertencia ao time dos existencialistas, ela parte da teoria que não se nasce mulher, mas “torna-se mulher”. O Segundo Sexo trata do sexo feminino sem rodeios, analisando a 🤬, a menstruação, o prazer feminino e outros detalhes, em linguagem direta, que foi chocante para a época.<br><br>A obra é considerada a bíblia do feminismo. Muitas das reivindicações feministas desde a década de 60 são baseadas no livro de Beauvoir, considerado revolucionário.<br><br>Simone não era considerada uma filósofa, e muito menos suas obras eram estudadas como cultura histórica. Entretanto, isso tudo era apenas uma forma de perpetuar o preconceito imposto pela sociedade da época à escritora, tendo em vista que o cenário de seu livro se passa no mundo pós-guerra no final da década de 40 e início da década de 50, período esse em que os preceitos feministas ainda não eram expostos com tamanha frequência no corpo social. A mulher então iniciou uma conversa direta sobre a sexualidade feminina, os conhecimentos corporais e seus devidos prazeres, e são esses fatos que tem uma grande relação com a garota Annie Frank, já que a mesma também escreveu sobre tais conceitos durante sua passagem no anexo. A garota de 13 anos escreveu algumas estrofes sobre suas descobertas relacionadas ao sexo e o seu corpo, há também uma passagem no diário em que a mesma narra uma conversa com Peter, na qual pergunta se ele sabe o que as meninas escondem por baixo da saia. Da mesma forma que Simone foi julgada pela sociedade europeia e mundial, Frank também sofreu, já que o seu pai Otto Frank fez questão de esconder essas páginas antes de lançar o livro da garota, em contrapartida, após um tempo a imprensa descobriu esse passado - visto como sujo pelo seu pai - e resolveu divulgar as páginas, isso gerou um caos e fez com que mães e pais entrassem numa manifestação para não permitir a leitura Annie Frank como um livro didático nas escolas, tal ação reflete que mesmo depois de tanto tempo e tantas revoluções o mundo ainda continua preconceituoso machista, já que da mesma forma que Simone foi escorraçada desclassificada intelectualmente, a jovem garota que narrou um dos maiores acontecimentos mundiais teve a sua leitura proibida apenas por citar conhecimento pessoal, esses que na visão medieval da população denegria o comportamento humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-11 15:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>o diário de Anne Frank.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>o anexo secreto fica na rua Prinsergracht, 263, em Amsterdã. Eram cômodos escondidos nos fundos de uma fábrica, onde Annelise Frank escreveu a maior parte de seu diário, um dos símbolos da perseguição dos judeus chamada pelos pais de Anne, a filha do comerciante judeu Otto Frank emigrara com a família para Amsterdã em 1933, após a ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha.&nbsp;</div><div>Quando Anne completou 13 anos de idade, ela ganhou um caderno para diário, encapado com tecido xadrez vermelho e verde e fechado por um fecho simples (sem chave). Nesse mesmo dia ela escreveu: “espero poder contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda”, (12 de junho de 1942). No dia 14 de junho de 1942, ela começou a escrever sobre a ocupação na Holanda. Um mês após, seu aniversário para evitar a prisão pela polícia nazista, a família se mudou para o anexo secreto, onde Anne escrevi grande parte de seu diário.</div><div>Assim, começou o cotidiano do esconderijo, onde vivia com os pais, a irmã e mais quatro pessoas. Foram 25 meses de medo e a tensão era enorme para manter o silêncio absoluto durante o dia. A fábrica funcionava normalmente, e somente alguns empregados sabiam do anexo. Por isso, as pessoas só podiam andar descalças, ficar sentadas e sussurrar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-11 23:50:01 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha: O Diário de Anne Frank </title>
         <author>HelloBiasin7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao contrário do que pode ser pensado, o livro “O Diário de Anne Frank” não tem sua leitura apática e pacata, pelo contrário, O Diário de Anne Frank é um livro que demonstra a grandiosidade de um garota no auge de sua adolescência, vivendo em uma das mais terríveis épocas e, ainda assim, demonstrando e transpassando toda sua bravura e cordialidade.&nbsp;<br>O livro, escrito -indiretamente- por Anne, é derivado de seu diário pessoal, onde a mesma escreveu nos anos em que esteve no “anexo secreto”, esconderijo onde ela, sua família e mais algumas pessoas estiveram escondidas na Segunda Guerra Mundial. Nessa perspectiva, Frank, que tinha o sonho de se tornar escritora, começou a escrever seus dias, sentimentos, medos, angústias, amores, felicidades e tristezas em seu diário, citando o contexto em que vivia e as dificuldades que encontrava -visto que ela e seus familiares eram judeus- expondo sempre sua opinião e como sua brilhante mente “funcionava”.&nbsp;<br>Nos anos que escreveu, vemos seu amadurecimento e criamos o entendimento&nbsp; mais profundo em seu modo de ver as coisas e o mundo.<br>Desse modo, dizer que a leitura do livro de Anne é incrível seria eufemismo. Lê-la é muito mais que incrível. Frank passa para suas páginas toda sua força, coragem, determinação, doçura, empatia e carisma. Em verdade, mesmo com todas as “pedras” encontradas em seu caminho, ela se manteve firme e confiante, seguiu sonhando, amando e sempre colocando o melhor dela em letras e palavras.&nbsp;<br>Anne Frank foi e sempre será um exemplo, um ser atemporal e ímpar, que em meio a todo o conflito onde o mundo não tinha mais bondade, disse com toda sua esperança e genuinidade: “Apesar de tudo, eu ainda creio na bondade humana”, revelando sua pureza e essência.&nbsp;<br><br><br>Alunos: Helloisa Biasin, João Fernando, João Matheus e Giulia Oliveira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-12 13:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Relação de Anne com a família e com hóspedes enviados ao anexo secreto.  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anne conta em seu diário que não possuía uma relação harmonia com sua irmã, porém com o passar do tempo as duas passavam a construir uma convivência melhor.<br><br>Ela relata em seu diário que durante o tempo de isolamento discutia frequentemente com sua mãe. A autora salientavaque entendia os motivos de t situação, visto que estavam vivenciando um período conturbado e infeliz.<br><br>A relação com seu pai era ótima, as brigas não existiam&nbsp; e o diálogo era presente na relação, como prova disso, Anne relatou ao seu pai os sentimentos que possuía perante a Petter, e seu primeiro beijo , já que a mesma não obtinha segredos com seu genitor.<br><br>Devido a chegada da família Van Pels ao anexo secreto, o sentimento de empolgação surgiu, já que Anne tinha esperanças de que após a entrada de novos integrantes ela teria novas pessoas para conversar, mas devido a convivência diversos problemas foram adquiridos, principalmente com a senhora Guguste Van Pels, a qual estava sempre provocando-a e a corrigindo.<br><br>Petter e Anne passavam boa parte do tempo juntos e conversavam sobre tudo. Os dois apaixonaram- se e a autora tomou a iniciativa do primeiro beijo. Infelizmente a paixão foi brutalmente interrompida<br><br>Um deles era Fritz Pfeffer, dentista e colega de quarto de Anne, descrito no seu diário como Albert Dussel.<br>Na verdade, os relatos do diário da jovem alemã não eram propriamente favoráveis ao dentista de 53 anos de idade. O facto de ter de partilhar o seu espaço com um homem tão mais velho, enquanto a sua irmã Margot ficava com os pais, nunca deixou Anne totalmente confortável.<br><br><br><br><br><br>Instituto Educacional Arco-íris<br>
Série: 3°ano do E.M<br>Discentes: Artur Vinícius, Brenda Vitória e Cauane Conceição<br>Docente: Pâmella Amaral<br>
Data:12/08/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 14:07:30 UTC</pubDate>
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