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      <title>Da Exclusão à Inclusão: Concepções e práticas by Brenda Costa</title>
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      <description>Maria Odete Emygdio da Silva</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-16 09:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Inclusiva e Formação </title>
         <author>mr72depaula</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 11:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>    DA INTEGRAÇÃO Á INCLUSÃO</title>
         <author>thayanedayse51</author>
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         <description><![CDATA[<pre><code>1981: Ano Internacional das pessoas com deficiências das pessoas com deficiência. </code></pre><pre><code>Carta p/ os anos 80 metas para atingir: Participação total.
A igualdade
partilhar a vida social normal da sua comunidade

Valores que norteiam a inclusão social: Aceitação e Valorização cooperação e aprendizagem.
 
Ao longo dos anos, várias conferencias, como a declaração de Jomtin (1990) e a conferencia de Salamanca (1994). fortaleceram a inclusão.

Percurso á inclusão e tomadas decisões Nações Unidas
1994- Organizada pelo Governo de Espanha em Cooperação com Unesco.
1995- O fórum Mundial de Educação e teve lugar  em Dakar 200.
2007- Declaração decorreu da audição parlamentar.

A Educação inclusiva parte do principio  a de que todas os alunos estão na escola para aprender e devem interagir uns com os outros, de suas dificuldades.</code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 12:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>  DA INTEGRAÇÃO Á INCLUSÃO</title>
         <author>thayanedayse51</author>
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         <description><![CDATA[<p>BIO21.1 Acadêmicos: Thayane Dayse</p><p>                                      Camila Guedes</p><p>                                       Raquel  Teixeira </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 12:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FORMAÇÃO</title>
         <author>mr72depaula</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>A  educação inclusiva parte da ideia que todos os  alunos estão na escola para aprender , ou seja , participar , interagir com os outros independente de suas dificuldades.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>A prática da educação inclusiva vai além da sala de aula , e , requer um olhar amplo no que diz respeito a inclusão. A prática da inclusão é um conjunto de organização que envolve : professores ,pedagogos , gestão escolar , organização das turmas e famílias.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Quando falamos  em práticas pedagógicas dos professores  , deve levar -se em conta que , para que haja a inclusão é necessário pensar na  flexibilização curricular, estratégias  e de aprendizagem . </p><p><br/></p></li><li><p>A formação continuada dos professores deve ser constante pois, de maneira que o professor ao adentrar em uma sala de aula deve sentir -se  confortável em lidar com alunos que possuem várias especificidades.</p><p><br/></p></li><li><p> Através da formação continuada o professor é capaz de criar métodos e práticas que serão capazes de fazer a inclusão ocorrer de fato e com isso sente-se seguros de suas práticas enquanto formador e criador de opinião.</p><p> </p></li></ul><p>ALUNAS : Maria do Rosario Costa de Paula </p><p>                   Rosileuda Araújo  </p><p>Bio21.1                     </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 19:44:21 UTC</pubDate>
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         <title>Da exclusão à segregação</title>
         <author>jhenifelorana2018</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3131016714</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto destaca a transição das atitudes em relação à deficiência, desde a divinização até a marginalização e caridade, refletindo as mudanças culturais e sociais ao longo do tempo. Ao longo da história, as percepções sobre a deficiência variaram de acordo com o contexto cultural. Para os egípcios, a deficiência era associada a benesses divinas, enquanto para gregos e romanos, era um presságio de infortúnios, resultando no abandono de crianças deficientes. Na Idade Média, dominada pela religião, a deficiência era vista como resultado de forças demoníacas, e muitos deficientes foram perseguidos. Ao mesmo tempo, surgiram atitudes de caridade, com a fundação de hospícios para acolher deficientes, mas a reclusão desses indivíduos era justificada como necessária para a segurança pública.</p><p><br/></p><p>Nos séculos XVII e XVIII, a mendicidade aumentou nas grandes cidades europeias. Crianças deficientes eram compradas, mutiladas e abandonadas quando não eram mais úteis para atrair caridade. Deficientes mentais eram totalmente abandonados. O século XIX trouxe mudanças, com o surgimento de instituições assistencialista e o desenvolvimento de métodos educacionais para deficientes, influenciados por estudos médicos e pedagógicos. No início do século XX, em Portugal, foram criadas instituições específicas para deficientes, como o Instituto de Surdos, mudos e Cegos, mas a partir dos anos sessenta do mesmo século, os pressupostos teóricos e as práticas de institucionalização começaram a ser questionados. As transformações sociais do pós-guerra, a Declaração dos Direitos da Criança e dos Direitos do Homem, as Associações de Pais então criadas e a mudança de filosofia relativamente à educação especial, que estiveram na origem da fase da integração, contribuíram para perspectivar a diferença com um outro “olhar” contribuíram para uma nova visão da educação especial, baseada na integração dos deficientes na sociedade o questionamento da institucionalização e a criação de associações de pais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Alunas: Jhenife Lorana, Socorro Portela e Waldilene da Silva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 17:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Da exclusão à segregação</title>
         <author>jhenifelorana2018</author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto destaca a transição das atitudes em relação à deficiência, desde a divinização até a marginalização e caridade, refletindo as mudanças culturais e sociais ao longo do tempo. Ao longo da história, as percepções sobre a deficiência variaram de acordo com o contexto cultural. Para os egípcios, a deficiência era associada a benesses divinas, enquanto para gregos e romanos, era um presságio de infortúnios, resultando no abandono de crianças deficientes. Na Idade Média, dominada pela religião, a deficiência era vista como resultado de forças demoníacas, e muitos deficientes foram perseguidos. Ao mesmo tempo, surgiram atitudes de caridade, com a fundação de hospícios para acolher deficientes, mas a reclusão desses indivíduos era justificada como necessária para a segurança pública.</p><p>Nos séculos XVII e XVIII, a mendicidade aumentou nas grandes cidades europeias. Crianças deficientes eram compradas, mutiladas e abandonadas quando não eram mais úteis para atrair caridade. Deficientes mentais eram totalmente abandonados. O século XIX trouxe mudanças, com o surgimento de instituições assistencialistas e o desenvolvimento de métodos educacionais para deficientes, influenciados por estudos médicos e pedagógicos. No início do século XX, em Portugal, foram criadas instituições específicas para deficientes, como o Instituto de Surdos, mudos e Cegos, mas a partir dos anos sessenta do mesmo século, os pressupostos teóricos e as práticas de institucionalização começaram a ser questionados. As transformações sociais do pós-guerra, a Declaração dos Direitos da Criança e dos Direitos do Homem, as Associações de Pais então criadas e a mudança de filosofia relativamente à educação especial, que estiveram na origem da fase da integração, contribuíram para perspectivar a diferença com um outro “olhar” contribuíram para uma nova visão da educação especial, baseada na integração dos deficientes na sociedade o questionamento da institucionalização e a criação de associações de pais.</p><p><br></p><p>Alunas: Jhenife Lorana, Socorro Portela e Waldilene da Silva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 17:36:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jhenifelorana2018</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3131020921</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto destaca a transição das atitudes em relação à deficiência, desde a divinização até a marginalização e caridade, refletindo as mudanças culturais e sociais ao longo do tempo. Ao longo da história, as percepções sobre a deficiência variaram de acordo com o contexto cultural. Para os egípcios, a deficiência era associada a benesses divinas, enquanto para gregos e romanos, era um presságio de infortúnios, resultando no abandono de crianças deficientes. Na Idade Média, dominada pela religião, a deficiência era vista como resultado de forças demoníacas, e muitos deficientes foram perseguidos. Ao mesmo tempo, surgiram atitudes de caridade, com a fundação de hospícios para acolher deficientes, mas a reclusão desses indivíduos era justificada como necessária para a segurança pública.</p><p>Nos séculos XVII e XVIII, a mendicidade aumentou nas grandes cidades europeias. Crianças deficientes eram compradas, mutiladas e abandonadas quando não eram mais úteis para atrair caridade. Deficientes mentais eram totalmente abandonados. O século XIX trouxe mudanças, com o surgimento de instituições assistencialistas e o desenvolvimento de métodos educacionais para deficientes, influenciados por estudos médicos e pedagógicos. No início do século XX, em Portugal, foram criadas instituições específicas para deficientes, como o Instituto de Surdos, mudos e Cegos, mas a partir dos anos sessenta do mesmo século, os pressupostos teóricos e as práticas de institucionalização começaram a ser questionados. As transformações sociais do pós-guerra, a Declaração dos Direitos da Criança e dos Direitos do Homem, as Associações de Pais então criadas e a mudança de filosofia relativamente à educação especial, que estiveram na origem da fase da integração, contribuíram para perspectivar a diferença com um outro “olhar” contribuíram para uma nova visão da educação especial, baseada na integração dos deficientes na sociedade o questionamento da institucionalização e a criação de associações de pais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 17:42:55 UTC</pubDate>
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         <title>Da segregação á integração </title>
         <author>thaydocarmopinto</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3133216759</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos: Francine Muniz, Sérgio Almeida, Tayane do Carmo </p><p>Resumo :A segregação e a integração são conceitos opostos relacionados à convivência social e ao tratamento de diferentes grupos.</p><p><br/></p><p>Segregação refere-se à separação de grupos com base em características como raça, classe social ou religião. Historicamente, isso pode ser observado em políticas que promovem a exclusão, como a segregação racial nos Estados Unidos, onde espaços públicos e serviços eram divididos entre brancos e negros.</p><p><br/></p><p>Integração, por outro lado, busca unir esses grupos, promovendo a convivência e a igualdade de oportunidades. O objetivo da integração é criar um ambiente inclusivo, onde todos possam participar plenamente da sociedade, independentemente de suas diferenças. A integração escolar decorreu da aplicação do princípio de normalizaçao e, nesse sentido, a educação das crianças e dos alunos com deficiência deveria ser feita em instituição de educação regular.</p><p><br/></p><p>A transição de segregação para integração é um processo complexo, que envolve mudanças sociais, culturais e políticas, visando a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 12:36:09 UTC</pubDate>
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         <title>Da segregação á interação </title>
         <author>thaydocarmopinto</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3134209430</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos: Tayane do Carmo, Franciene Muniz, Sérgio Almeida, Renata Almeida, Wellington Duarte </p><p>Resumo:Da Exclusão à Segregação</p><p>A percepção da deficiência variou ao longo da história, refletindo as crenças culturais e religiosas de cada época. No Egito, a deficiência era vista como um sinal divino, enquanto os gregos e romanos a associavam a presságios negativos, resultando no abandono de crianças deficientes. Na Idade Média, a religião dominava a visão sobre a deficiência, considerando-a uma consequência de forças demoníacas, o que levou a perseguições e marginalização de pessoas diferentes.</p><p><br/></p><p>Apesar disso, surgiram iniciativas de caridade, com a criação de hospícios por nobres e ordens religiosas. No entanto, essa compaixão coexistiu com a ideia de que os deficientes eram uma ameaça, resultando em sua reclusão em condições deploráveis. Nos séculos XVII e XVIII, a mendicância se proliferou, e crianças deficientes eram compradas e mutiladas para atrair caridade.</p><p><br/></p><p>A institucionalização dos deficientes começou como uma medida assistencial, mas gradualmente passou a focar na educação, especialmente após os avanços das ciências sociais e médicas. Movimentos educacionais e as primeiras obras voltadas para a deficiência surgiram, embora muitas instituições continuassem a segregar esses indivíduos da sociedade.</p><p><br/></p><p>Em Portugal, o Instituto de Surdos, Mudos e Cegos foi criado em 1822, seguido de outras instituições. A partir da década de 1960, houve uma mudança de paradigma, com questionamentos sobre a prática de segregação, impulsionados por transformações sociais e direitos humanos, levando a uma nova perspectiva sobre a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 22:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Da segregação da integração </title>
         <author>thaydocarmopinto</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3134276808</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Tayane do Carmo, Franciene Muniz, Sérgio Muniz, Renata Almeida, Wellington Duarte </p><p>Resumo: Da Segregação à Integração</p><p>O movimento em direção à integração das pessoas com deficiência ganhou força a partir de diversos fatores, como o surgimento de associações de pais e deficientes, que reivindicaram direitos baseados na Declaração dos Direitos do Homem e da Criança. A crescente conscientização sobre a desumanização e a baixa qualidade de atendimento nas instituições, aliada a avanços científicos, contribuiu para a ideia de que crianças e jovens com deficiência deveriam ter acesso à educação e à participação social em condições de igualdade.</p><p>A partir dos anos 50 e 60, o conceito de "normalização" começou a ser defendido, promovendo uma vida o mais próxima possível da normalidade para pessoas com deficiência. Este conceito se espalhou pela Europa e América do Norte, culminando na prática da integração escolar, onde a educação deveria ocorrer em instituições regulares. A legislação, como a Public Law 94-142 nos EUA e o Warnock Report no Reino Unido, destacou a importância da educação inclusiva, reconhecendo as necessidades educativas especiais e promovendo a responsabilidade das escolas em atender essas demandas.</p><p>Em Portugal, a integração de alunos com deficiência começou a ser estruturada na década de 1980, com a criação de leis que promoviam a inclusão no sistema educativo regular. O DL 319/91 foi um marco importante, introduzindo o conceito de necessidades educativas especiais e responsabilizando a escola pela educação de todos os alunos.</p><p>Apesar dos avanços, as práticas de inclusão ainda exigem que a sociedade se adapte para atender a diversidade de necessidades, sublinhando a importância de um ambiente educativo que facilite a aprendizagem e a interação social. As perspectivas modernas destacam que o desenvolvimento humano é contextualizado e depende das interações sociais, sugerindo um modelo inclusivo que acolha todos os indivíduos, independentemente de suas diferenças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 23:39:03 UTC</pubDate>
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         <title>Da Exclusão à Segregação </title>
         <author>marcospcra</author>
         <link>https://padlet.com/bgomescosta22/bxsq8wpogpbrfvd9/wish/3180133899</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos: Andressa Weylla</p><p><br/></p><p>              Millena Ferreira </p><p><br/></p><p>              Luan Tenório </p><p><br/></p><p>              Marcos Corrêa</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Da Exclusão à Segregação</p><p><br/></p><p> Aborda a evolução histórica das atitudes em relação às pessoas com deficiência. Inicialmente, a deficiência era vista como sagrada e benéfica em algumas culturas antigas, como no Egito. No entanto, na Grécia e em Roma, era associada a presságios negativos e resultava em práticas como o abandono de crianças deficientes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Na Idade Média, a deficiência foi interpretada como intervenção demoníaca, levando a perseguições e execuções, embora também tenha surgido a caridade, durante o século XIX e a primeira metade do século XX, os deficientes mentais foram inseridos em instituições de caráter assistencialista, geralmente afastadas da sociedade. Esses locais isolavam os deficientes de suas famílias e da comunidade, privando-os de liberdade. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>As transformações sociais e as novas concepções educacionais que surgiram após o Renascimento, aliadas à distinção entre deficiência mental e doença mental estabelecida pelos estudos de Esquirol em 1818, marcaram o início de uma mudança no tratamento e educação dessas pessoas. Médicos educadores como Itard, Seguin e Maria Montessori contribuíram significativamente para essa nova abordagem, focando em causas biológicas, sociológicas e psicológicas em vez de interpretações divinas ou demoníacas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 19:49:42 UTC</pubDate>
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