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      <title>Fisioterapia Informada pela Evidência by Mário Lopes</title>
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      <description>IPB</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-07 18:03:58 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p><p>Pretende-se com esta unidade curricular instruir os estudantes acerca do que consiste a prática baseada na evidência na área da fisioterapia, e capacitá-los para a implementação do processo subjacente.</p><p><br></p><p><strong>Resultados de Aprendizagem</strong></p><p>Pretende-se que no final desta unidade curricular o estudante seja capaz de:</p><ul><li><p>identificar diferentes fontes e tipos de informação, implementando estratégias de pesquisa avançadas com recurso a operadores booleanos e caracteres auxiliares;</p></li><li><p>identificar e diferenciar os vários níveis de evidência científica;</p></li><li><p>identificar, distinguir e compreender a relevância das diferentes propriedades psicométricas dos instrumentos de medida;</p></li><li><p>compreender o conceito de fisioterapia informada pela evidência e implementar o processo subjacente;</p></li><li><p>comunicar resultados científicos através de formatos próprios para o efeito e referenciar literatura em conformidade com os direitos de autor;</p></li><li><p>transferir a evidência científica para a prática clínica da fisioterapia, aplicando-a no aprofundamento de conhecimento e tomada de decisão clínica;</p></li><li><p>compreender os desafios e limitações da fisioterapia informada pela evidência.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 18:04:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>e-posters</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Templates e alguns exemplares</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 18:32:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Regras para Submissão de Resumos para o Congresso da World Physio 2025 - TOKYO</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 18:33:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Critérios de Avaliação para Resumos submetidos a Congresso</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 19:07:28 UTC</pubDate>
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         <title>Critérios de Avaliação para E-Posters</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <pubDate>2024-11-07 19:13:07 UTC</pubDate>
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         <title>Aula FIE</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <pubDate>2025-11-07 10:45:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 1 (Sónia Rodrigues e Maria Pereira)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671745474</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:22:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 2 (Ema Botelho e Ana Júlia Oliveira)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671746290</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Título</strong></p><p>A integridade do cuidado na Atenção Primária à Saúde: perceções e práticas de fisioterapia no município paulista.</p><p><br></p><p><strong>Palavras-Chave</strong></p><p>Integridade do cuidado, Atenção Primária à Saúde, Fisioterapia</p><p><br></p><p><strong>Introdução</strong></p><p>A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) consolidou os princípios de integralidade, universalidade e equidade na saúde, destacando o papel da fisioterapia na Atenção Primária para a promoção de um cuidado integral, ainda pouco explorado na prática profissional.</p><p><br></p><p><strong>Metodologia</strong></p><p>Trata-se de uma pesquisa de campo, exploratória, com abordagem qualitativa e quantitativa, fundamentada na Teoria das Representações Sociais (TRS), que procura dar carácter científico aos acontecimentos da vida quotidiana. A investigação baseou-se na objetivação e ligação das representações sociais, respeitando as particularidades dos participantes. O estudo utilizou entrevistas e observação participante como principais meios técnicos de recolha de dados. Participaram 21 fisioterapeutas da Secretaria Municipal de Saúde, sendo 15 incluídos na amostra, operacionais nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidade Municipal de Fisioterapia e Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). A recolha foi presencial, mediante o consentimento livre e esclarecido, e os dados foram analisados pela técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), segundo Lefèvre (2017), com apoio do software Qualiquantisoft.</p><p><br></p><p><strong>Resultados</strong></p><p>Dos 21 fisioterapeutas, 15 participaram (média de idade de 39 anos, tempo de formação entre 11 e 22 anos). As análises geraram três ideias centrais: IC1 – Atenção às necessidades do indivíduo de modo integral e na rede de cuidados (66,67%), IC2 – Promoção da autonomia (20%) e IC3 – Atualização do conhecimento (13,33%). Os resultados mostram que os fisioterapeutas compreendem a integralidade como atenção integral ao indivíduo, considerando dimensões físicas, psicológicas e sociais, fundamentadas na atenção, vínculo e abordagem interdisciplinar. Destaca-se a importância da escuta ativa, da comunicação entre serviços e da atuação conjunta das equipas multiprofissionais nas UBS, USF e NASF. Os profissionais valorizam a autonomia dos pacientes, o diálogo e o respeito, reconhecendo que fatores sociais e familiares influenciam o tratamento. A atualização constante e a interação com outros profissionais são vistas como essenciais para o cuidado integral.</p><p><br></p><p><strong>Discussão</strong></p><p>Conclui-se que a integralidade e a humanização do cuidado são princípios fundamentais na prática fisioterapêutica da Atenção Primária à Saúde (APS), contribuindo para o aumento da atenção integral do indivíduo e para a promoção da saúde. Embora se observe um movimento de transformação e maior inserção da fisioterapia na APS, ainda existem desafios, como a visão biomédica segmentada, a desigualdade na distribuição dos profissionais, a dificuldade de operacionalizar, a interdisciplinaridade e a integralidade no cotidiano. O modelo biopsicossocial é essencial para compreender e desenvolver práticas mais humanizadas, centradas nas necessidades reais dos utentes do SUS.</p><p><br></p><p><strong>Considerações Finais</strong></p><p>O estudo evidencia o papel estratégico da fisioterapia na consolidação da integralidade e da humanização no SUS, reforçando a necessidade de formação profissional voltada para a atuação interdisciplinar e para a promoção e prevenção em saúde, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Os resultados apontam caminhos para o fortalecimento das políticas públicas e para a ampliação do cuidado integral e equitativo na Atenção Primária à Saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:23:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 (Mariana Cardoso e Sofia Alves)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671746964</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome do artigo: As competências de comunicação clínica e em saúde (CCC/S) nos futuros fisioterapeutas</strong></p><p><strong>Palavras-chave: </strong>comunicação clínica e em saúde; fisioterapia; metodologias digitais</p><p><br></p><p>Introdução</p><p>As competências de comunicação clínica e em saúde (CCC/S) representam uma componente essencial da prática em fisioterapia, podendo ser aprendidas, treinadas e otimizadas. Esta consiste na prestação de cuidados de saúde, em função dos profissionais de saúde em interação com os seus doentes, estabelecendo relações de empatia afetiva e cognitiva.</p><p>Objetivos</p><p>Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia de um programa de formação em formato e-learning direcionado ao treino de CCC/S em alunos de fisioterapia, bem como analisar a perceção dos participantes relativamente à intervenção.</p><p>Métodos</p><p>O presente estudo tratou-se de um estudo longitudinal quase-experimental, essencial para a observação dos efeitos de uma intervenção particular num grupo específico. Devido ao número amplo de estudantes da Escola superior de Saúde Fernando Pessoa, foram definidos critérios de inclusão, nomeadamente ser maior de idade e ser aluno do 2º ou 3º ano de fisioterapia; e critérios de exclusão, nomeadamente não ser fluente em português e já ter feito formação específica em CCC/S, e assim realizar o estudo com uma amostra final constituída por 34 alunos. Foram desenvolvidos dois questionários específicos, um aplicado numa pré-intervenção, o Sociodemográfico, e um aplicado pós-intervenção, a Avaliação/Satisfação da formação; e dois instrumentos de autorresposta adaptados e validados à população portuguesa: o IRI (Índice de Reatividade Interpessoal), que é constituído por 24 itens, dividido por quatro subescalas; e o PPOS (Patient-Practitioner Orientation Scale), que consiste na avaliação das atitudes em cuidados centrados no paciente, com duas subescalas. Para a realização deste estudo recorreu-se a vários procedimentos nomeadamente um programa em formato e-learnig, através da plataforma Moodle; sessões assíncronas e sessão síncrona.</p><p>Resultados</p><p>Relativamente, à obtenção de resultados, verificou-se da primeira para a segunda avaliação, um aumento nas pontuações da subescala IRI tomada de perspetiva e uma diminuição nas subescalas IRI preocupação empática, desconforto pessoal e fantasia, e assim resultando num aumento da empatia cognitiva e diminuição da empatia afetiva; e um aumento nas pontuações de ambas as subescalas PPOS, Sharing e Caring; variações sem significado estatístico. Em relação aos dois tipos de empatia e às diferenças entre os estudantes do 2º e 3º ano, constatou-se que os estudantes do 2º ano apresentam as mesmas variações da amostra total, enquanto que os de 3º ano apresentam variações contrárias. Após a implementação do programa de formação CCC/S, verificou-se um aumento significativo nos estudantes do sexo feminino, na componente Sharing em cuidados centrados na pessoa.</p><p>Discussão</p><p>O presente estudo apresenta como limitações o tamanho e tipo de amostra, existindo a possibilidade de obterem outros resultados com uma amostra maior e incluindo alunos de fisioterapia de outras universidades, permitindo mesmo assim comparar os resultados de um programa de formação em CCC/S em alunos de 2º e 3º ano de fisioterapia.</p><p>Conclusão</p><p>Apesar dos resultados obtidos no IRI, sabe-se que a empatia não é uma competência inata, mas é uma competência de comunicação que pode ser aprendida e melhorada. Pretende-se que os resultados obtidos possam ser um contributo para a construção de um plano de formação pré-graduada em fisioterapia ajustado às necessidades e desafios da transformação digital.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:24:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 4 (João Maciel e Hugo Domingues)</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:25:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 (Rui Pereira e Tomás Regadas)</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título: </strong>Revisão Sistemática de Programas de Treino em Competências de Comunicação Focados em Profissionais e Estudantes de Saúde, com Ênfase em Fisioterapeutas.</p><p><strong>Palavras-Chave: </strong>Competências de Comunicação; Fisioterapia; Educação.</p><p><strong>Tópico principal:</strong> revisão sistemática de programas de treino de competências de comunicação.</p><p><strong>Histórico</strong></p><p><strong>(Qual foi o contexto do estudo/projeto? Por que foi importante que este projeto fosse realizado?)</strong> As competências de comunicação são um <strong>componente fundamental</strong> para a prática de cuidados centrada no paciente. A comunicação é essencial para estabelecer relações terapêuticas, analisar sintomas, transmitir explicações e <strong>promover a saúde, incluindo a adesão ao tratamento e a mudança de comportamentos</strong>. Existe uma escassez de evidência e a necessidade de aprofundar a investigação neste campo, especialmente no âmbito da fisioterapia.</p><p><strong>Objetivo</strong></p><p><strong>(Qual foi o principal motivo para realizar o projeto?)</strong> O estudo, configurado como uma revisão sistemática, procurou responder à questão PICO: <strong>"Quais os programas de treino de competências de comunicação utilizados actualmente para melhorar as competências de comunicação dos profissionais/estudantes de saúde?"</strong>.</p><p><strong>Métodos</strong></p><p><strong>(Quais princípios, métodos/abordagens metodológicas, materiais o projeto envolveu?)</strong> A pesquisa foi realizada na base de dados <strong>PubMed em outubro de 2018</strong>, seguindo a estrutura PRISMA 2009. Os critérios de inclusão exigiam artigos completos e gratuitos, publicados entre 2011 e 2018, em português e inglês, que abordassem intervenções nas competências de comunicação clínica. Inicialmente foram identificados 329 artigos, mas <strong>apenas 13 artigos foram incluídos</strong> na síntese qualitativa. As metodologias de ensino utilizadas são consideradas eficazes no treino das competências de comunicação, incluindo exercícios com e sem <em>role-play</em>, utilização de meios audiovisuais (como a visualização de vídeo exemplificativo), <em>feedback</em> estruturado, e discussão crítica.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Resultados</strong></p><p><strong>(Resuma as principais descobertas da análise.)</strong> Os 13 artigos incluídos foram publicados até 2016, e a maioria dos estudos foi desenvolvida na Europa (sete). O total de participantes foi de <strong>771</strong> profissionais e estudantes de saúde. Embora a maioria dos estudos (nove) visasse médicos, <strong>três programas</strong> surgiram especificamente em <strong>fisioterapeutas</strong> (incluindo alunos em pós-graduação). Os programas tinham objetivos centrados em melhorar as competências de comunicação focadas no paciente, como o suporte para autonomia e a adesão ao tratamento. A maioria dos programas optou por sessões <strong>em grupo, presenciais e teórico-práticas</strong>, e o formato de formação muitas vezes combinou ensino presencial com <em>e-learning</em>.</p><p><strong>Conclusão</strong></p><p><strong>(O que pode ser concluído do estudo? Quais são as sugestões para trabalhos futuros?)</strong> A maioria dos estudos analisados apresentou <strong>resultados positivos</strong>. Embora a complexidade das metodologias e a variabilidade das técnicas dificultem a determinação de uma relação direta entre a duração/frequência e os resultados, a revisão sugere a relevância de realizar <strong>mais investigação</strong> no campo das competências de comunicação. É notória a escassez de estudos, mas a investigação deve ser aprofundada, especialmente na área da fisioterapia.</p><p><strong>Implicações</strong></p><p><strong>(Quais são as implicações do projeto e como os resultados serão traduzidos para a prática/gestão/educação/política de fisioterapia?)</strong> Os resultados demonstram a necessidade de aprofundar a investigação e sugerem que o treino de competências de comunicação deve ser <strong>iniciado na pré-graduação e continuado na pós-graduação</strong>, de acordo com as diretrizes da <em>World Confederation for Physical Therapy</em>. A aplicação destas competências é vital para melhorar a qualidade da comunicação e a eficácia das intervenções.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 (Lara Carvalheira e Beatriz Costa)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671750378</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:27:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 (Pedro Santos e Tatiana Igrejas)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671750985</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Título:</strong></p><p>Impacto da mobilização precoce em pacientes nos cuidados intensivos</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Histórico:</strong></p><p>O estudo elabora a ocorrência de complicações, causadas pela imobilidade prolongada em pacientes críticos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), especialmente aqueles submetidos à ventilação mecânica.</p><p>A importância deste projeto reside no facto de a mobilização precoce contribuir para a diminuição do tempo de ventilação mecânica, reduzir o tempo de permanência na UTI e melhorar a qualidade de vida e autonomia dos pacientes após a alta, reforçando a segurança e eficácia desta prática como parte essencial da fisioterapia em contextos hospitalares críticos. Portanto, o estudo é vital para apoiar a implementação dessa técnica, fornecendo evidências científicas que comprovem os seus benefícios clínicos e contribuam para um cuidado mais eficiente e humanizado na UTI.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Objetivo:</strong></p><p>O principal objetivo deste projeto foi analisar e sintetizar as evidências científicas relativas à implementação da mobilização precoce em doentes críticos internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), com o intuito de avaliar os procedimentos mais eficazes e seguros nesta intervenção fisioterapêutica. Ao compilar dados e resultados de diferentes estudos, o trabalho procurou fundamentar a importância da mobilização precoce na manutenção e/ou melhoria da resposta fisiológica, da funcionalidade e da recuperação dos pacientes, contribuindo para melhores resultados clínicos e maior independência funcional após a alta.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Métodos:</strong></p><p>O estudo em questão fez uma revisão da literatura sobre a mobilização precoce em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). A pesquisa foi realizada em bases de dados pertinentes, com a aplicação de critérios de inclusão e exclusão definidos. Após o encaminhamento inicial de 230 trabalhos, 52 foram selecionados para leitura completa, resultando em 7 estudos incluídos na análise final. Os dados foram organizados em quadros, com ênfase nas características metodológicas dos estudos, tipo de intervenção, amostra, variáveis avaliadas e principais resultados.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Resultados:</strong></p><p>Foi demonstrado que as técnicas de mobilização precoce apresentam vantagens significativas na prevenção de complicações associadas à imobilidade prolongada, como fraqueza muscular, hipotensão postural e compromissos cardiorrespiratórios. Os estudos ainda validaram que a mobilização precoce é segura e viável desde que seja preparada por profissionais capacitados e adequadamente monitorizada.</p><p><br></p><p><strong>Conclusões:</strong></p><p>O estudo evidenciou que a mobilização precoce nos pacientes críticos, através de técnicas como cicloergómetro, eletroestimulação e exercícios fisioterapêuticos, é segura e favorece a recuperação funcional. Contudo, são necessários mais estudos para padronizar os protocolos e avaliar melhor os seus efeitos e critérios de segurança.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Implicações:</strong></p><p>A mobilização precoce em cuidados intensivos reduz complicações, melhora a força e a funcionalidade e encurta o tempo de internamento, devendo ser integrada de forma segura e protocolada na prática da fisioterapia hospitalar para promover uma recuperação mais eficaz dos doentes críticos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Palavra chave: </strong>fisioterapia, Unidade de Terapia Intensiva (UTI),<strong> </strong>mobilização precoce</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:27:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8 (Leonor Ferreira e Ana Silva)</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Título:</strong></p><p>Reabilitação física do membro superior na vítima de AVC: treino físico com feedback por EMG Vs fisioterapia convencional.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Histórico</strong></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O acidente vascular encefálico (AVE), destaca-se entre as co-morbidades que aumentam com o envelhecimento, sendo esse resultado de um dano celular, devido à isquemia ou hemorragia no tecido encefálico. O AVE pode influenciar as funções motoras, o que levou a utilização de técnicas e exercícios que estimulam o reaprendizado motor e tem como objetivo de estudo aumentar a independência funcional.</p><p><strong>Objetivo</strong></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este artigo tem como objetivo avaliar e comparar o efeito de dois diferentes programas de treino para reabilitação física de pacientes com sequelas motoras no membro superior em consequências ao AVE.</p><p><strong>Métodos&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p><p>Para esse âmbito foram escolhidos para comparação de resultados dois tipos de treinamento, a fisioterapia convencional que consiste em várias sessões conduzidas pelo mesmo fisioterapeuta e tem como princípio o desenvolvimento neuromotor, já o programa de reabilitação feedback eletromiográfico capta ações do musculo e converte em informações visuais e sonoras, também permite o paciente controlar e regular atividade muscular.</p><p>Durante este estudo, os voluntários, sendo esses 12 pacientes de ambos os sexos com diagnóstico clínico há pelo menos 3 meses, realizaram uma avaliação física e uma avaliação funcional onde foi realizada uma avaliação do comprimento motor e desempenho do membro superior.</p><p><strong>Resultados</strong></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao avaliar a função motora deu-se ênfase em aspetos como funcionalidade e destreza manual. No fim revelou-se que o grupo submetido ao feedback EMG obteve uma evolução significativa nos seus testes, já o grupo submetido a fisioterapia convencional não apresentou diferenças significativas.</p><p><strong>Conclusão&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p><p>No presente estudo mostraram que o feedback EMG é uma técnica viável e pode apresentar resultados positivos na melhora da função motora. Por outro lado, ambas as técnicas são eficazes, não existindo evidencias de superioridade de uma para a outra.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para obter evidencias sobre os benefícios e viabilidade do feedback EMG nos programas convencionais de reabilitação das vítimas de AVE é necessário um novo estudo com amostras maiores. Este artigo finda criar consciencialização para este assunto, para ser estudado a fim de compreender os diferentes mecanismos e aspetos envolvidos no processo de reabilitação.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Implicações</strong></p><p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong>As possíveis explicações para os diferentes resultados das comparações intra e intergrupos podem estar relacionadas as especificidades do treinamento, ao nível da função motora dos voluntários no pré-treinamento, também o grupo submetido ao feedback EMG obteve no final 6 horas a mais de treino e outro fator importante foi a seleção e inclusão dos voluntários nos estudos.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Keywords</strong></p><p>AVE; função motora; feedback EMG.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 9 (Ana Correia e Margarida Silva)</title>
         <author>mariolopes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 11:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 10 (Ana Mota, Ângela Carvalho)</title>
         <author>mariolopes</author>
         <link>https://padlet.com/mariolopes/bxokl84xeuf03ksq/wish/3671753024</link>
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         <pubDate>2025-11-07 11:29:46 UTC</pubDate>
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