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      <title>PRINCIPAIS AFECÇÕES NA CLÍNICA MÉDICA DE CÃES by LUIZ FERNANDO DE LIMA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-10 22:53:17 UTC</pubDate>
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         <title>GASTRITE</title>
         <author>luizlima26</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Inflamação na mucosa gástrica, crônica ou aguda. Causa desconforto gastrointestinal, o animal tem vômitos e fortes dores abdominais (PETZ, 2020).</p><p>  Além do grande desconforto para o animal, se a gastrite não for tratada podem surgir úlceras que levam a uma hemorragia interna, piorando o prognóstico e levando a ocorrência de uma anemia. (ZOOPLUS, 2024)</p><p>  Pode ser de origem alimentar, infecciosa, farmacológica ou sistêmica (STURGESS, 2001).</p><ul><li><p>Causas como: ingestão de corpo estranho ou substâncias tóxicas, verminose, hepatopatias, insuficiência renal e agentes infecciosos, são mais comuns na rotina clínica.</p></li><li><p>Sinais clínicos: </p><ul><li><p>vômito</p></li><li><p>hematoquezia</p></li><li><p>dor abdominal</p></li><li><p>desidratação</p></li><li><p>anorexia</p></li></ul></li><li><p>Pode ser realizado alguns exames para diagnosticar a causa primária, como:</p><ul><li><p>ultrassonografia e raio-x</p></li><li><p>endoscopia</p></li><li><p>hemograma completo</p></li><li><p>bioquímicos (FA, ALT, albumina) </p></li></ul></li><li><p>Normalmente o tratamento é direcionado para as causas da gastrite, pode ser administrado:</p><ul><li><p>analgésicos e anti-inflamatórios </p></li><li><p>fluidoterapia</p></li><li><p>protetores gástricos</p></li><li><p>ração medicamentosa para trato gastrointestinal</p></li><li><p>alteração permanente da dieta. </p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-11 02:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>ERLIQUIOSE</title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2915792421</link>
         <description><![CDATA[<p>Doença infecto-contagiosa causada pelo hemoparasita pertencente ao gênero <em>Erliquia </em>spp. São parasitas obrigatórios de células hematopoiéticas maduras ou imaturas. (ARMANDO, 2022).</p><p>É transmitida pela picada do carrapato <em>Rhipicephalus sanguineus, </em>que ocorre principalmente em regiões de clima tropical (VARELA, 2005).</p><p>A transmissão também pode se dar pela transfusão de sangue contaminado. Quando um cão adquire a infecção, ele mantém o ciclo urbano da doença (BARROS-BATTESTI et al., 2015).</p><p>Os sinais clínicos mais comuns são apatia, inapetência, hipertermia, mucosas pálidas, hemorragia, esplenomegalia (NEVES et al., 2014).  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 15:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>GASTROENTERITE</title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2915822496</link>
         <description><![CDATA[<p>Acomete principalmente cães jovens, podendo ter causa bacteriana, viral, parasitária ou por intoxicações. Os sinais clínico devido as lesões são vômitos, emagrecimento e diarreia aguda ou crônica(Jones, 2000). As principais doenças que causam gastroenterites são parvovirus, rotavírus e coronavírus e em situações crônicas, parasitas nematódeos como Giárdia sp., Isospora sp. e Trichuris vulpis (Willard, M. D, 2008). O diagnóstico se dar pelo exame físico e pelas manifestações clínicas, além de exames laboratoriais como o de hemaglutinação ELISA e PCR para diferenciação dos agentes (KHATRI et al., 2017).</p><p> O controle é feito através da vermifugação e protocolo vacinal de acordo com a idade (GODDARD <em>et al</em>, 2010; GREENE <em>et al,</em> 2012; PAES, 2016; PRITTIE, 2004). A prevenção é feita por medidas profiláticas com cuidados na alimentação, higienização do ambiente e calendário vacinal atualizado.</p><ul><li><p>Animais jovens com até 6 meses de idade são os mais acometidos pela enterite viral, estando relacionada com altas taxas de morbidade e mortalidade (Homem et al., 1999). Já os Rottweiler e Doberman , são suscetíveis a quadros mais graves quando acometidos pelo parvovírus (Glickman et al. 1985).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 15:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>PANCREATITE</title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2915823020</link>
         <description><![CDATA[<p>Inflamação causada pela ativação desordenada das enzimas da glândula, podendo ser aguda ou crônica, sendo vista com mais frequência a aguda em animais idosos devido ao processo de envelhecimento do corpo. Os principais sinais apresentando são desconforto abdominal, vômito e desidratação (NASCIMENTO, 2022). </p><p>O diagnostico é feito através de exames de ultrassom, testes mais específicos como ensaios catalíticos, imune ensaios para imunorreatividade semelhante à tripsina (TLI) e para imunorreatividade da lipase pancreática (PLI), (CARVALHO, 2019). Seu tratamento é baseado no uso de fármacos e pode ser prevenida por uma dieta a base de alimentos balanceadas e com baixo teor de gordura.</p><ul><li><p>As fêmeas possuem maior predisposição a desenvolver a inflamação, porém ambos os sexos quando castrados têm risco de desenvolver pancreatite aguda ou mesmo por traumas em cirurgias, pois o pâncreas é um órgão muito sensível. Já cães da raça Yorkshire Terrier têm mais predisposição para síndrome da pancreatite hereditária ou anormalidades metabólicas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 15:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL</title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2915823541</link>
         <description><![CDATA[<p>Ocasionada por disfunções crônicas do trato gastrointestinal, tendo como os principais sinais a diarreia, vômito, perda de peso e falta de apetite. O DII causa alterações imunológicas, de permeabilidade ou microrganismo. Podendo ser diagnosticada com base nos sinais clínicos, biópsia, análise histopatológica e exames complementares. </p><p>Seu tratamento é continuo que vai desde mudanças no manejo alimentar, a uso de fármacos antibióticos e imunossupressores. O controle é feito por uso de  rações hipoalergênicas assim como o uso  prebióticos e probióticos  (MARQUES <em>et</em> al., 2021).</p><ul><li><p>Uma pesquisa realizada pela revista SCIELO em 2017 relatou que raças como Pastores Alemães, Basenjis e Shar Peis tem predisposição genética e algumas raças puras como West Highland White Terrier e Labrador tem alta frequência da doença, sendo os adultos os mais acometidos (SCIELO, 2017). </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 15:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>BABESIOSE</title>
         <author>luizlima26</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>    A babesiose é uma doença hemolítica causada pelos protozoários do gênero Babesia, que afeta diversos animais domésticos, incluindo bovinos, equinos, cães e ovinos. Endêmica no Distrito Federal e outras regiões do Brasil, é transmitida pelo carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus.</p><p>    A transmissão ocorre durante o repasto sanguíneo dos carrapatos infectados. O diagnóstico envolve histórico e exame físico, com confirmação por meio de exames laboratoriais como microscopia de esfregaços sanguíneos e testes sorológicos específicos (VIEIRA et al., 2021; ARAUJO et al., 2022), como a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) e a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).(NAKAGHI et al., 2008).</p><p>      O controle inclui manejo ambiental, uso de acaricidas e práticas de pastoreio rotativo. O tratamento consiste em medicamentos antiprotozoários, com suporte de hidratação intravenosa e transfusões sanguíneas em casos graves.</p><p>      A prevenção visa reduzir a exposição aos carrapatos, evitando áreas infestadas, mantendo o ambiente limpo e cortando a vegetação alta. Em algumas regiões, a vacinação pode ser uma medida preventiva eficaz.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 23:10:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2916305497</link>
         <description><![CDATA[<p>PORTAL VILA OLÍMPIA SP. <strong>Pesquisa revela as principais causas de atendimentos clínicos de cães e gatos.</strong> 2020. Da redação por Vila Olímpia SP, na editoria ACONTECE, Pet shops. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vilaolimpiasp.com.br/pesquisa-revela-as-principais-causas-de-atendimentos-clinicos-de-caes-e-gatos/">https://vilaolimpiasp.com.br/pesquisa-revela-as-principais-causas-de-atendimentos-clinicos-de-caes-e-gatos/</a>. Acesso em: 13 mar. 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 23:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>SARNA</title>
         <author>luizlima26</author>
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         <description><![CDATA[<p>Causada por ácaros ou parasitas que utilizam a pele do animal como abrigo e fonte de nutriente, gerando com isso coceira e desconforto. Sua transmissão ocorre por contato direto em animais com vida social ou indireto em animais de vida solitária (Niedringhaus, Brown, Sweeley, <em>et al</em>. 2019).</p><p><br/></p><p>Possuem reprodução cruzada capaz de contaminar homem e animal, sendo que em todas suas fases são capazes de  gerar outros meios contaminantes como fomite ou ambiente (Arlian and Morgan 2017). </p><p><br/></p><p>O diagnóstico é baseado nos sinais clínicos que incluem um reflexo otopodal positivo, no qual a rápida fricção da bordo da orelha leva a execução de movimentos de arranhar/coçar pelo animal com o membro posterior ipsilateral, gerando lesões que aumenta a suspeita de sarna (Mueller <em>et al</em>,2001), entretanto, o excesso de pelo pode esconder algumas lesões, principalmente em casos ligeiros (Bowman, 2014).</p><p><br/></p><p>O controle é feito com o isolamento do animal,  e os objetos devem ser tratados com acaricida ambiental com presença de permetrina, evitando com isso possíveis reinfecções (Curtis, 2004). A forma alternativa de prevenção é a vacina que protege o animal ou no mínimo evitar a proliferação da doença (Arlian and Morgan 2017; Khalil <em>et al,</em> 2017).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/mx9_aEHud2w?feature=shared" />
         <pubDate>2024-03-12 23:24:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>niltonjunior95</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2916506082</link>
         <description><![CDATA[<p>RODRIGUES, Jéssica Ferreira. <strong>Principais doenças infecciosas em cães atendidos na cidade do Gama - DF.</strong> 2022. 19 f. TCC (Doutorado) - Curso de Medicina Veterinária, Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos - Uniceplac, Gama-DF, 2022.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 01:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>DERMATITE ATÓPICA </title>
         <author>heloisecaina</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Doença dermatológica de origem genética.</p></li><li><p>Sensibilidade aos antígenos presentes no meio ambiente.</p></li><li><p>Hipersensibilidade do tipo I.</p></li><li><p>DAC em sazonal e não sazonal.</p></li><li><p>70% dos cães desenvolvem o problema entre 1 e 3 anos de idade.</p></li><li><p>Sinais clínicos:</p><ul><li><p>Prurido.</p></li><li><p>Lambedura.</p></li><li><p>Lesões secundarias </p></li></ul></li><li><p>Diagnóstico:</p><ul><li><p>Raspado cutâneo.</p></li><li><p>Exame micológico</p></li><li><p>Exame citológico</p></li><li><p>Triagem terapêutica</p></li></ul></li><li><p>Tratamento:</p><ul><li><p>Não tem cura.</p></li><li><p>Mas pode ser controlado.</p></li><li><p>Tratamento vitalício.</p></li><li><p>Terapias alternativas. </p></li></ul></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 10:43:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raylenesantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>MARQUES, Maria Luiza Oliveira <em>et</em> al. <strong>Doença inflamatória intestinal: Revisão</strong>. Pubvet, v. 15, n. 12, p. 1-10, 2021.</p><p><br/></p><p>PEQUENOS ANIMAIS • Pesq. Vet. Bras. 37 (11) •<strong> Avaliação clínica, endoscópica e histopatológica de cães com doença inflamatória intestinal</strong>. Nov&nbsp;2017.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0100-736X2017001100015">https://doi.org/10.1590/S0100-736X2017001100015</a>.  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 15:45:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raylenesantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2917615869</link>
         <description><![CDATA[<p> RODRIGUES, Mariane Delfino et al. Gastroenterite canina. <strong>Ciência Veterinária UniFil</strong>, v. 1, n. 2, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 17:03:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raylenesantos</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2917616106</link>
         <description><![CDATA[<p> Zanon, J. P., Gomes, L. A., Cury, G. M. M., Teles, T. da C., &amp; Bicalho, A. P. da C. V. (2008). Dermatite atópica canina. Semina: Ciências Agrárias, 29(4), 905–920. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.5433/1679-0359.2008v29n4p905">https://doi.org/10.5433/1679-0359.2008v29n4p905</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 17:03:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ronaldosilva6</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2917759407</link>
         <description><![CDATA[<p>SACCHI, JOAO OTAVIO. IDENTIFICAÇÃO DE VARÍAVEIS LABORATORIAIS PREDITIVAS PROGNÓSTICO EM CÃES COM GASTROENTERITE DECORRENTE DO Protoparvovírus CANINO. 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 19:02:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizlima26</author>
         <link>https://padlet.com/luizlima26/bxanon0vxy93o945/wish/2918014672</link>
         <description><![CDATA[<p>ROUSSEAU, Julieta Fernandes. <strong>Novas metodologias aplicadas ao estudo da epidemiologia da sarna sarcóptica em carnívoros silvestres</strong>. 2020. 93 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Medicina Veterinária, Universidade de Lisboa, Lisboa, 2020.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 00:18:54 UTC</pubDate>
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         <title>http://www.cic.fio.edu.br/anaisCIC/anais2011/PDF/Medicinaveterinaria/PANCREATITE%20AGUDA.pdf</title>
         <author>niltonjunior95</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dspace.uniceplac.edu.br/bitstream/123456789/199/1/Milena_Carvalho_0002587.pdf">https://dspace.uniceplac.edu.br/bitstream/123456789/199/1/Milena_Carvalho_0002587.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 20:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>BABESIOSE </title>
         <author>josericardo1w06</author>
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