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      <title>diário de aprendizagem by Gabriela Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k</link>
      <description>Português 11c</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-12 14:20:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 -Contextualização histórico-literária de Eça de queirós </title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/230596712</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>     <mark>Geração de 70 </mark></li></ul><div>A geração de 70 foi marcada por um grupo de jovens intelectuais que se reuniam inicialmente em Coimbra para trocar ideias sobre a vida política e cultural portuguesa , todos com uma ideia fixa : a estabilização do regime liberal do país . <br><br>O grupo fez-se notar a partir de 1865 , com Antero de Quental , como figura de destaque , e com Eça de Queirós , Oliveira Martins , Teófilo Braga , Guerra Junqueiro , Ramalho Ortigão , Jaime Batalha Reis , entre outros liberais , como membros . <br><br>Iluminados por ideias inovadoras vindas da cultura europeia , sobretudo da francesa , irão opor-se a um governo monárquico , protagonizando uma autêntica revolução cultural no nosso país , agitando consciências e poderes estabelecidos .<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 14:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Contextualização histórico-literária de Eça de queirós </title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/230639491</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Questão Coimbrã <br></mark>A questão Coimbrã , também conhecida como questão do bom senso e do bom gosto foi uma célebre polémica literária que marcou a visão da literatura em Portugal na segunda metade do século XIX.  Opôs os membros da geração de 70 , portadores do realismo e naturalismo aos seus antecessores , marcados pelo ultra-romantismo . <br><br>Em 1865 , António Feliciano de Castilho  publica um posfácio onde elogia o "poema da mocidade " de Pinheiro Chagas , aproveitando a ocasião para censurar o grupo de jovens da geração de 70 . Antero Quental responde a esta provocação escrevendo uma carta com o titulo de "bom senso e bom gosto ", onde contestava o exagero cansativo do gosto ultra-romantico , demonstrando grande ansia de modernização , é deste modo que surge a questão coimbrã . <br><br>No entanto , a questão não foi só literária , denunciou incompatibilidades mais profundas , espelhando um movimento político , histórico e filosófico de grande amplitude . <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 15:32:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 -Contextualização histórico-literária de Eça de queirós </title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/230671719</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>Conferências do casino</mark> </li></ul><div>As conferências do casino realizaram-se em 1871 no casino de Lisboa .  Foram impulsionadas pelo poeta Antero de Quental com o intuito de incluir Portugal nos assuntos políticos e sociais da Europa bem como revolucionar a literatura portuguesa e nelas participavam  jovens escritores e ex-estudantes da universidade de Coimbra  , chamados de "grupo do cenáculo " . <br><br>O grupo do cenáculo decidiu que as suas ideias revolucionárias precisavam de ser democratizadas , o que veio a acontecer com uma série destas conferencias . <br><br></div><ul><li><mark>Conferência de Eça</mark> </li></ul><div>A conferência de Eça de Queirós foi a quarta a ser realizada e recebeu o titulo de "A literatura nova" ou "o realismo como nova expressão de arte" .<br><br>Eça inspirou-se em Proudhon e no espírito revolucionário destas Conferências referido por Antero nas palestras que proferiu. Salientou a necessidade de operar uma revolução na literatura, semelhante àquela que estava a ter lugar na política, na ciência e na vida social . Este também defende "o realismo como nova expressão de arte" <br><br>A revolução é renegada e esquecida pela arte contra-revolucionária . É feita uma crítica ao Romantismo e referida a separação entre o artista e a sociedade , que conduz à arte pela arte e por fim é enunciado o Realismo , que coincide com o despertar do espírito publico . <br><br> "A arte presente atraiçoa a revolução, corrompe os costumes. De tal forma, ou se há-de tornar realista ou irá até à extinção completa pela reação das consciências. – O modo de a salvar é fundar o realismo, que expõe o <em>verdadeiro</em> elevado às condições do <em>belo</em> e aspirando ao <em>bem</em>, - pela condenação do vício e pelo engrandecimento do trabalho e o da virtude."<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 16:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Contextualização histórico-literária de Eça de Queirós </title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/230714633</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><mark>Realismo</mark></li></ul><div>O realismo surge contra o romantismo , contra o seu centrar-se no "eu" , contra a sua inverosimilhança , e contra as suas ilusões  , caracterizando-se pelo recurso ao método analítico de apreensão da realidade e recusando o fantástico , preocupa-se com problemas sociais , recusa a evasão no tempo e no espaço , não é baseado em idealizações , tem opiniões subjetivas da realidade  . <br><br></div><ul><li><mark>Naturalismo </mark></li></ul><div>O naturalismo assemelha-se ao realismo , privilegiando alguns dos seus traços .<br>Trata-se de um realismo mais "científico" que admite que o homem é determinado pela sua raça , meio e o momento histórico .</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 17:26:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2- Resolução do questionário da página 231</title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/232417232</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A paixão de Pedro da Maia foi desencadeada por uma " troca de olhares fatal e deslumbradora", sendo assim caracterizada como "uma dessas paixões que assaltam uma existência , a assolam como um furacão , arrancando a vontade , a razão , os respeitos humanos e empurrando-os de roldão aos abismos " . (ll.2-3)<br>1.1- Esta paixão é descrita de forma exacerbada com o emprego dos termos "assaltam" , "assolam " , " arrancando" e "empurrando-os" , que sugerem uma excessiva intensidade dos sentimentos . Assim como a analogia a um furacão remete para essa exacerbação.<br><br>2- "O violento interesse" de Pedro por Maria Monforte é demonstrado pelo desejo que este tem de querer saber tudo sobre ela , o que é evidenciado na sua atitude perante Alencar , quando o pressiona a contar o que sabe sobre esta mulher e se irrita pela demora ("martelando o mármore da mesa"-ll.27-28), bem como o facto de a procurar por todo o lado , ficando mesmo " plantado a uma esquina[...]com os olhos cravados na janela , imóvel e pálido de êxtase."(ll.30-33).<br><br>3- A paixão repentina e arrebatadora que Pedro sentiu por Maria , resultado de uma "troca de olhares " , bem como a idealização da mulher desejada "Nunca Maria fora tão desejada" , o uso de cartas para demonstrar o seu amor , a partilha dos seus sentimentos com os amigos e as esperas da amada são características tipicamente românticas . <br><br>4- Maria Monforte é descrita como uma mulher vaidosa "citavam-se os requintes do seu luxo" , gostava de ser o centro das atenções , provocando a admiração dos homens que estavam presentes nas festas que esta tanto frequentava e demonstrando aqui a sua ousadia . Demonstra ainda ser uma mulher " sem escrúpulos" e interesseira .<br><br>5- Através do uso de reticências , o narrador cria um suspense sobre o verdadeiro caráter de Maria , que este caracteriza como sendo uma mulher " sem escrúpulos" , com os pontos de exclamação o narrador emite juízos de valor sobre esta personagem , revelando novamente a sua subjetividade .<br><br>6-Apesar de não sentir ciúmes , Pedro sentia um certo desconforto com a atenção que a amada recebia por parte dos outros homens " que se atropelavam assim tão ardentemente em volta dos ombros decotados de Maria" , " sentia tédio daquela existência de luxo e de festa"(l.50) ,sentia também revolta e mágoa " refugiava-se então nalgum canto, trincando com furor o charuto."(l.53). <br> <br>7- O ambiente de tempestade que envolve a ação , a forma violenta como Pedro abre a porta e se apresenta  "todo enlameado , desalinhado , e na sua face livida , sob os cabelos revoltos, um olhar de loucura."(ll.57-59) são presságios de uma tragédia . <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 16:57:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3- resolução do questionário da pág.235 </title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/232448565</link>
         <description><![CDATA[<div>1-  No primeiro parágrafo estão evidenciadas algumas características que fazem de Carlos uma personagem romântica . Revela a sua impulsividade " não sabia bem porque vinha " , deixa-se apenas levar pelos acontecimentos " não esperava nada , não desejava nada", sonhando com o encontro com a sua amada . <br><br>2) 2.1- Carlos encontra-se desanimado ("não teve ânimo de voltar ao palácio" ,ll.8-9) uma vez que não encontrou Maria , por quem tanto procurara , revela-se já impaciente ("arrancando as luvas , passeando em volta da mesa de jantar",ll.9-10) e desesperado (" sentia um desejo desesperado de galopar para Lisboa",ll.10-11). <br>2.2-Carlos da Maia tem consciência de que as suas atitudes são ridículas , ao referir " Duas semanas farejava o aterro como um cão perdido : fizera peregrinações ridículas de teatro em teatro : numa manhã de domingo percorrera as missas! "(ll.10-11).<br>2.3- Carlos sente-se triste por não ter encontrado a sua amada , podendo-se estabelecer uma analogia entre o seu estado de espirito e o estado das flores, que se encontravam murchas.<br><br>3) 3.1-Carlos imagina a mulher amada com um traje intimo , o seu "peignoir" , com um penteado simples e feito à pressa , enquanto brinca com a sua bebé. <br>3.2-A presença de verbos como "imaginava-a"(l.24) , " achava-a assim"(l.27) e "foi-lhe surgindo na alma" (l.31) indicam que tudo não passou de um pensamento da personagem . <br><br>4) O recurso expressivo presente em " riso de oiro" é a metáfora , que contribui para realçar a beleza e o brilho do sorriso de Maria Eduarda . <br><br>5) O romance é caracterizado por expressões como " radiante e absurdo"(l.32) , "mais forte que as leis humanas"(ll.33-34), "divina existência"(l.34) , " escondidos num ninho"(l.34) , que esclarecem a ideia de que este amor transgride as leis humanas . <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 18:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4 - Resolução da ficha informativa nº1 da página 241</title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/233065242</link>
         <description><![CDATA[<div>1-a)3<br>   b)5<br>   c)1<br>   d)2<br>   e)7<br>   f)4<br>   g)6</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 21:39:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 4- Resolução da ficha informativa nº3 da página 246 </title>
         <author>sglf01</author>
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         <description><![CDATA[<div>1.a) Todas estas personagens apaixonam-se de forma repentina e bastante intensa , fruto de trocas de olhares , sentem uma atração irresistível por uma mulher bela e sedutora , a traição está sempre presente , bem como o facto de haver um prejudicado no meio destes romances e  a existência de um fim trágico . <br><br>b) O que difere os três romances é o facto de apenas o romance de Pedro se encontrar à vista de todos , sendo legitimo . O amor de Carlos caracteriza-se como um incesto e o de Ega como sendo um adultério .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 21:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário - pág 294</title>
         <author>sglf01</author>
         <link>https://padlet.com/sglf01/bwwlqi0wfn1k/wish/252783694</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Na primeira frase do poema , o sujeito poético conhece a beleza ideal , a perfeição , porém , ao invés de se sentir feliz como era de esperar , revela tristeza , estando aqui retratada uma contradição . <br><br>2)2.1- O sujeito poético compara-se a alguém que sobe à serra mais alta e contempla o mundo minguado , pois após conhecer a beleza ideal vê o mundo perder a cor . <br>2.2- Alguns elementos presentes no texto como "mingar" ,  "perder a cor" , "sombras" e "imperfeição"  revelam que os contornos sombrios que a realidade toma . <br><br>3- O sujeito poético busca o mundo ideal , " a ideia pura" através do mundo real , " matéria dura" , o que acaba por não ser atingido , realizando-se assim a conceção platónica , que opõe o mundo ideal , onde existem os valores e os seres numa forma pura , ao mundo real , tal como o conhecemos , onde existem cópias imperfeitas das ideias e dos seres . <br><br>4- Com o "batismo dos poetas" o "eu" lírico começa a adotar uma perspetiva diferente do mundo , encarando-o como sendo repleto de sombras e imperfeições , rejeitando a ideia de mundo ideal , o que lhe causa tristeza . <br><br>5- A poesia de antero Quental é marcada por antíteses ("a luz que jorre"/"perder a cor" ), pelo uso de maiúsculas nomeadamente em " Beleza" e ainda a utilização de sonetos . <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-17 21:22:18 UTC</pubDate>
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