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      <title>GRUPO 9  (IDENTIDADE) by LETÍCIA DA SILVA CARDOSO</title>
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      <description>Criado por:  Letícia Cardoso , Karina Amorim, Yasmin Rosa, Rackel Aderne, Ana ketlyn, Michele, Leonardo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-19 15:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade, o que é?</title>
         <author>202202232696</author>
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         <description><![CDATA[<div>A quarta necessidade humana é por um sentimento de identidade, ou a capacidade de termos consciência de nós mesmos como uma entidade separada. Como fomos afastados da natureza, precisamos formar um conceito de nosso self, sermos capazes de dizer: “Sou eu” ou “Sou o sujeito de minhas ações”. A adolescência, ou puberdade, é um estágio crucial, porque o sentimento de identidade de uma pessoa deve emergir desse período. Depois de alcançar um sentimento de identidade durante a adolescência, os indivíduos precisam adquirir a capacidade de fundir essa identidade com a identidade de outra pessoa, ao mesmo tempo mantendo sua noção de individualidade. A construção das pessoas de quem elas realmente são e seu sentimento de identidade é que proporciona um guia para a vida. Somos iguais enquanto seres humanos enquanto genética, porém únicos em nossa existência e vivência individuais.<br>&nbsp;<br>Fonte: Livro: Teorias da Personalidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 20:08:36 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade para Michel Foucault</title>
         <author>amorimkarinaka</author>
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         <pubDate>2022-03-20 16:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Zygmunt Bauman - Identidade pessoal</title>
         <author>amorimkarinaka</author>
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         <pubDate>2022-03-20 16:21:50 UTC</pubDate>
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         <title>Psicólogo, neurocientista e filósofo, Joshua Greene – O que é a identidade?</title>
         <author>amorimkarinaka</author>
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         <pubDate>2022-03-20 16:24:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yasminrosa1008</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo <strong><em>self</em></strong><em>, </em>no âmbito da psicologia<em>,</em> pressupõe que o indivíduo tenha <strong>conhecimento sobre si,&nbsp; </strong><em>“quem sou eu?”</em>,&nbsp; e que tenha <strong>capacidade de refletir sobre esse conhecimento</strong>, criando o sentido de identidade.<br><br></div><div>É<em>“(…) usado para se referir à consciência que cada sujeito tem de existir como algo separado de outras entidades e objetos, implicando o conhecimento sobre si próprio e a capacidade de reflectir sobre esse conhecimento, que se combinam para criar o sentido de identidade .” (Aronson, Wilson &amp;Akert, 2005)<br></em><br></div><div>Dois processos fundamentais de organização do conhecimento, que o self possui:<br><br></div><div>– <strong>self pessoal</strong> – conhecimento <em>“de si”</em>, refletindo aspetos idiossincráticos do <em>“eu”<br><br></em>– <strong>self social –</strong> conhecimento relativo aos grupos a que o sujeito pertence.<em><br><br></em>Self segundo Carl Rogers <em>“é o entendimento que uma pessoas tem de si mesma, baseada na experiência passada, nos dados presentes e nas expetativas futuras.”</em><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 16:59:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yasminrosa1008</author>
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         <pubDate>2022-03-21 17:00:40 UTC</pubDate>
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         <author>amorimkarinaka</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>IDENTIDADE</strong> define quem somos. Não iremos encontrar várias pessoas com identidades iguais, mas podemos encontrar pessoas que partilham características semelhantes. Podendo designar, num sentido lato, a identidade pelo desenvolvimento do sentido daquilo que se é, ou seja,&nbsp; do que é único. Remete para a identidade&nbsp; pessoal de cada indivíduo.&nbsp;<br>A identidade é uma construção dinâmica da unidade da consciência de si, através das relações subjetivas, das comunicações, da linguagem e das experiências sociais.&nbsp;</div><div>Crises de identidade muitas vezes interrompem esse desenvolvimento, principalmente no período da adolescência, quando o sentido de identidade está sujeito a uma certa tensão. Assim, o choque entre os sentimentos instintivos e a obrigação social pode levar a uma perda da identidade pessoal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 19:25:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202202232696</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ser ou Não Ser: É importante que tenha ficado claro que identidade é um processo de construção permanente, em continua transformação — desde antes de nascer até a morte! — e, neste processo de mudança, o novo — quem eu sou, agora — amalgama-se com o velho — quem fui ontem, quando era adolescente, criança! É isto que dá o fio da história de cada um, mesmo que, pela aparência, seja difícil discernir, por trás do presidente neoliberal, o sociólogo marxista perseguido pela ditadura ou, por trás do apresentador de TV milionário, o antigo camelô das ruas de São Paulo. Um olhar atento, para além das aparências e dos preconceitos perceberá que o antigo está no novo. Contudo, há situações em que esse processo de mudança contínuo ocorre de modo intenso, confuso e, muitas vezes, angustiante e doloroso. Falamos, então, em crise de identidade.<br>Quantos conflitos! Quantas dúvidas! "Ser ou não ser, eis a questão!" Embora marcada por intensa "turbulência interna", essa crise pode significar — e, na maioria das vezes, o é — um período de "confusão" criadora, em que há o luto da perda do corpo infantil e a estranheza quanto àquele corpo adulto (ele mesmo!) que o adolescente desconhece e deseja, e que vai se constituindo, inexoravelmente. As mudanças do corpo correspondem mudanças em sua subjetividade. "O novo corpo é habitado por uma nova mente" (José Outeiral, Adolescer - estudos sobre adolescência, ed. Artes Médi cas, Porto Alegre, 1994). Novas influências amalgamadas: o grupo de pares; personagens do mundo intelectual, artístico, esportivo, político; aquele professor fantástico; os pais que, sem dúvida, continuam sendo importantes figuras de identificação.<br><br>— Parágrafos Objetivos retirados a Pág. 207 e 208 do Livro: Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 21:07:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rackeladerne</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir dos 9 minutos ela fala sobre o Transtorno Dissociativo de Identidade ou TDI que tem como sintoma principal duas ou mais personalidades que pode ser observado em mudanças bruscas de comportamento. Mas vale a pena assistir o vídeo todo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 02:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>Transtorno Dissociativo de Identidade </title>
         <author>rackeladerne</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Transtornos Dissociativos são caracterizados por perturbação e/ou descontinuidade da integração normal da consciência, memória, identidade, emoção, percepção, representação corporal, controle motor e comportamento. Os sintomas dissociativos podem potencialmente perturbar todas as áreas do funcionamento psicológico.&nbsp;<br><br></div><div>Transtorno Dissociativo de Identidade<br><br></div><div>É caracterizado por:&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Presença de dois ou mais estados distintos de personalidade ou uma experiência de possessão</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Episódios recorrentes de amnésia. A fragmentação da identidade pode variar entre culturas e circunstâncias<br><br></div><div>Assim, os indivíduos podem vivenciar descontinuidades na identidade e na memória e que talvez não fiquem imediatamente evidentes aos outros ou estejam obscurecidas por tentativas de ocultar a disfunção.&nbsp;<br><br></div><div>Indivíduos com esse tamanho sofrem:&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Instruções recorrentes inexplicáveis em seu funcionamento consciente e no sendo de identidade própria (ex: vozes)&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Alterações do senso de identidade própria (ex.: corpo e ações não lhe pertencem)&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Mudanças bizarras da percepção (ex.: sentir-se distanciado do corpo enquanto se corta)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Sintomas neurológicos funcionais intermitente. O estresse, produz exacerbação transitória dos sintomas dissociativos, o que os torna mais evidentes.</div><div>&nbsp;</div><div>Seus critérios diagnósticos são:&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ruptura da identidade caracterizada pela presença de dois ou mais personalidades distintas. A ruptura na identidade envolve descontinuidade acentuada no senso de si mesmo e do domínio das próprias ações, acompanhada por alterações relacionadas no afeto, no comportamento, na consciência, na memória, na percepção, na cognição e/ou funcionamento sensório motor. Esses sinais e sintomas podem ser observados por outros ou relatados pelo indivíduo</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Lacunas recorrentes de recordação de eventos cotidianos, informações pessoais importantes e/ou eventos traumáticos que são incompatíveis com o esquecimento comum&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; Os sintomas causam sofrimento clinicamente significativo e prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.”<br><br></div><div>Informações retiradas das páginas 291 e 292 do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 04:01:16 UTC</pubDate>
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