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      <title>Semana do Meio Ambiente by andressa cpaes</title>
      <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-14 14:52:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-17 17:13:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ODS 13 na Prática: como combater a mudança do clima agora?</title>
         <author>andressacarvalhedop</author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490240998</link>
         <description><![CDATA[<p>A Agenda 2030 da ONU apresenta 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e entre eles, o ODS 13 — Ação Contra a Mudança Global do Clima — destaca-se como um dos mais urgentes. Ele nos chama à ação imediata diante das mudanças climáticas, que já provocam secas intensas, aumento do nível do mar e eventos climáticos extremos em todo o mundo. Segundo o IPCC, a temperatura média global já subiu cerca de 1,1°C desde os níveis pré-industriais. Se ultrapassarmos 1,5°C, os impactos poderão ser irreversíveis.</p><p><br/></p><p>Apesar de parecer um desafio distante, cada pessoa pode contribuir. Repensar hábitos de consumo, economizar energia, reduzir o desperdício e adotar transportes mais sustentáveis são atitudes simples, mas poderosas. O setor de transportes, por exemplo, é responsável por cerca de 15% das emissões globais de gases do efeito estufa. Além disso, promover a educação ambiental e cobrar políticas públicas voltadas à preservação são formas eficazes de fortalecer essa luta.</p><p><br/></p><p>A mudança climática é uma realidade do presente. Combater seus efeitos exige compromisso, conscientização e ação. Ao colocar o ODS 13 em prática, estamos não apenas protegendo o planeta, mas também cuidando da vida que depende dele — agora e no futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 15:01:26 UTC</pubDate>
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         <title>Desmatamento e Seus Impactos na Biodiversidade Brasileira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490293930</link>
         <description><![CDATA[<p>O desmatamento são ações de retirada total ou parcial da cobertura vegetal de um local, acarretando na perda da fauna e flora, como consequência. Causado pelas ações antrópicas, essas ações vem causando a morte de diversas e espécies de animais, acarretando na perda da biodiversidade, além dos danos à natureza e ao clima. </p><p><br/></p><p>Embora o país apresente mais de 50% do seu território coberto por florestas, entre 1985 e 2019 cerca de 10% da vegetação nativa deixou de existir.</p><p><br/></p><p>O Brasil está entre os primeiros na lista dos países que mais desmatam. O desmatamento da Amazônia tem sido o mais preocupante, já que as taxas voltaram a subir nos últimos anos. A atividade humana é a principal causa disso, principalmente para o desenvolvimento dos meios de agricultura, pecuária e extração de recursos naturais. O crescimento desses setores fizeram com que os níveis de desflorestamento aumentassem,  como para pastagens e plantios, muitas das vezes, até de forma ilegal.     </p><p><br/></p><p>Neste cenário, vale ressaltar que uma das formas de desmatamento estão presentes nas queimadas, que às vezes, são causadas de forma descontrolada. Estima-se que a cada ano o Brasil perde cerca de 15 mil km<sup>2 </sup>de florestas por causa de queimadas que perderam o controle, transformando-se assim em grandes incêndios.</p><p><br/></p><p>A região Nordeste é a que apresenta maior índice de ocorrência de queimadas, especialmente entre os meses de outubro e janeiro. Já na região Centro-Oeste, os meses de julho a outubro são os mais críticos.</p><p>Dessa forma, é possível afirmar que o bioma Cerrado é o que mais sofre com queimadas e incêndios, causando a morte de diversos animais. </p><p><br/></p><p>O Relatório Anual do Desmatamento no Brasil produzido pelo projeto MapBiomas indica que só em 2019 mais de um milhão de hectares de vegetação nativa do país sofreu com o desmatamento.</p><p>Os dados do projeto ainda mostram que em 35 anos metade da vegetação nativa da Amazônia deixou de existir, os biomas Cerrado e Pampa perderam cada um em torno de 20%, a Caatinga 11% e o Pantanal, sem contar as queimadas que em 2020 destruíram grande parte do bioma, já perdeu 12%. A Mata Atlântica continua sendo o bioma mais devastado do país. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/desmatamento-no-brasil/"><br></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 17:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>Meio ambiente e justiça social: um olhar sobre comunidades vulneráveis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490743329</link>
         <description><![CDATA[<p>A crise ambiental do século XXI escancara não apenas os limites da exploração dos recursos naturais, mas também as desigualdades sociais profundamente enraizadas em nossa sociedade. Entre os grupos mais afetados por desastres ambientais, mudanças climáticas e falta de infraestrutura básica, estão as comunidades vulneráveis: populações pobres, periféricas, indígenas, quilombolas e ribeirinhas. Essas comunidades vivem, cotidianamente, a intersecção entre degradação ambiental e injustiça social.</p><p><br/></p><p>A ausência de saneamento básico, o acúmulo de lixo em áreas urbanas, o desmatamento de florestas e a contaminação de rios são problemas comuns enfrentados por quem vive à margem das decisões políticas e econômicas. Em muitos casos, são essas comunidades que vivem mais próximas de lixões, indústrias poluentes ou barragens mal fiscalizadas, como vimos nos desastres de Mariana e Brumadinho. Isso revela um padrão de injustiça: o que é descartado, ignorado ou destruído recai, quase sempre, sobre quem tem menos acesso a direitos básicos.</p><p><br/></p><p>O termo “racismo ambiental” surge nesse contexto, mostrando como populações negras, indígenas e periféricas são mais expostas a riscos ambientais, muitas vezes sem voz para reivindicar seus direitos. Essa injustiça não é apenas ambiental, mas também social e histórica. No entanto, essas comunidades não são apenas vítimas: são também protagonistas de lutas por justiça. Mulheres indígenas, lideranças quilombolas e jovens das periferias têm levantado bandeiras por um futuro mais justo e sustentável, promovendo práticas de agroecologia, reflorestamento e educação ambiental.</p><p><br/></p><p>A justiça socioambiental, portanto, exige um novo olhar. Um olhar que valorize o saber tradicional, que amplie o acesso à educação, ao saneamento e à moradia digna, e que inclua todos nos debates sobre o futuro do planeta. Proteger o meio ambiente não pode ser um privilégio: deve ser um direito compartilhado por todas e todos.</p><p><br/></p><p>Assim, compreender e agir sobre as injustiças ambientais é essencial para transformar a sociedade. Cuidar do planeta é, também, cuidar das pessoas — principalmente das que sempre estiveram invisíveis aos olhos do poder. Um mundo mais justo e sustentável começa quando reconhecemos que justiça social e ambiental caminham lado a lado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sul21.com.br/wp-content/uploads/2014/10/20141016-0012-moradores-de-rua-protestam-por-fechamento-de-escola-e-bandejao-por-ramiro-furquim-_oaf5391.jpg" />
         <pubDate>2025-06-15 17:18:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490743329</guid>
      </item>
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         <title>A tecnologia mais promissora para o carro do Futuro</title>
         <author>davicarcheno</author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490762072</link>
         <description><![CDATA[<p>URL do vídeo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DIL1G_yilaX/?utm_source=ig_web_copy_link">https://www.instagram.com/reel/DIL1G_yilaX/?utm_source=ig_web_copy_link</a></p><p><br/></p><p>O setor <strong>automotivo</strong> tem passado por uma transformação significativa nos últimos anos, impulsionado pela busca por alternativas mais <strong>sustentáveis </strong>aos motores a combustão interna. Entre as principais soluções em destaque estão os veículos<strong> elétricos</strong> e os movidos a hidrogênio, que vêm sendo desenvolvidos por grandes montadoras, como BMW, Toyota e Hyundai.</p><p><br/></p><p>Os <strong>veículos elétricos</strong> utilizam baterias recarregáveis para armazenar energia, que é convertida em movimento por motores elétricos. Já os <strong>carros a hidrogênio</strong> funcionam por meio de células a combustível, onde o hidrogênio reage com o oxigênio do ar, gerando eletricidade e liberando apenas vapor d’água como subproduto. Apesar de ambos oferecerem emissões reduzidas, cada tecnologia possui características distintas em termos de autonomia, tempo de recarga e infraestrutura necessária.</p><p><br/></p><p><strong>Hidrogênio</strong></p><ul><li><p><strong>Infraestrutura limitada:</strong> Poucos postos de abastecimento de hidrogênio disponíveis.</p></li><li><p><strong>Custo de produção:</strong> Tecnologia ainda cara em comparação aos veículos elétricos convencionais.</p></li><li><p><strong>Aceitação do mercado:</strong> Consumidores ainda preferem soluções com suporte mais amplo.</p></li></ul><p><br/></p><p>A tendência observada até 2025 indica que os <strong>veículos elétricos</strong> devem continuar liderando a transição para uma mobilidade mais limpa, especialmente devido à expansão da infraestrutura de recarga e à queda nos custos das baterias. No entanto, a tecnologia de hidrogênio não deve ser descartada, pois apresenta potencial para aplicações em segmentos que exigem maior autonomia e rapidez no abastecimento.</p><p><br/></p><p><strong>A BMW, por exemplo, tem investido de forma expressiva no desenvolvimento de veículos elétricos, </strong>acompanhando a tendência global de eletrificação do transporte. A expectativa é que, nos próximos anos, a maioria dos modelos lançados pela BMW seja eletrificada,<strong> alinhando-se às metas de neutralidade de carbono até 2050.</strong> <strong>Apesar de continuar pesquisando o potencial do hidrogênio</strong>, a BMW vem direcionando esforços principalmente para a produção de carros elétricos,<strong> devido à maior aceitação do mercado e à infraestrutura já existente.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://revistaoeste.com/oestegeral/2025/06/12/a-tecnologia-mais-promissora-para-o-carro-do-futuro/" />
         <pubDate>2025-06-15 18:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sensores de baixo custo ajudam no monitoramento da qualidade do ar</title>
         <author>davicarcheno</author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490766564</link>
         <description><![CDATA[<p>Trata-se de uma<strong> iniciativa inovadora que reúne instituições públicas, privadas e organizações da sociedade civil para fomentar o monitoramento da qualidade do ar na Amazônia Legal</strong>, região que enfrenta uma grave falta de dados e informações localizadas devido à escassez de equipamentos de referência para monitoramento.</p><p><br></p><p>Focada no uso de sensores de baixo custo e na integração com outras tecnologias, o <strong>objetivo geral da Coalizão Respira Amazônia é estimular a ampliação do monitoramento, especialmente em áreas de difícil acesso. </strong>Para incentivar políticas ambientais mais eficazes e fortalecer a resposta aos desafios climáticos, a iniciativa busca ampliar a conscientização e a capacidade de ação na região, protegendo a saúde pública e o meio ambiente.</p><p><br>Segundo o relatório World Air Quality, das 38 cidades brasileiras com a pior qualidade do ar em 2023, 13 estão localizadas na Amazônia Legal, o que representa cerca de 30% do total. <strong>A poluição atmosférica na Amazônia, impulsionada principalmente pelas queimadas, resultado do desmatamento e da degradação florestal,</strong> o que gera impactos devastadores no meio ambiente e na saúde pública. O uso do fogo, que era uma técnica tradicional de manejo do solo, se tornou descontrolado, liberando grandes quantidades de poluentes nocivos.</p><p><br></p><p>A deterioração da qualidade no ar na Amazônia, aliás, é um problema que diminui a expectativa de vida da população. “Hoje já existem trabalhos que mostram que a má qualidade do ar já leva a uma redução de 2 a 4 anos na expectativa de vida em certas regiões da Amazônia. Então, essas queimadas não são um problema só em relação à perda da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. <strong>Também tem a ver com a nossa qualidade de vida, nosso bem-estar, e a nossa expectativa de vida”, disse.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/l1YmLJhxZrs" />
         <pubDate>2025-06-15 18:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Crise climática: o que podemos fazer localmente?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3490794226</link>
         <description><![CDATA[<p>As evidências são claras: se não agirmos agora para diminuir as emissões de gases de efeito estufa, não conseguiremos evitar as consequências mais graves da mudança climática.</p><p>O planeta já está 1,2 °C mais quente do que antes da Revolução Industrial, e cada décimo de grau faz diferença. Estima-se que, se a temperatura global subir para 2 °C acima dos níveis pré-industriais, enfrentaremos secas mais intensas, enchentes mais devastadoras, além de mais incêndios e tempestades.</p><p>Como disse o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, na COP26: “Nosso planeta está à beira do limite. Ainda estamos perto de uma catástrofe climática. É hora de agir com urgência — se não, nossas metas de reduzir emissões a zero podem nunca ser alcançadas.”</p><p>A situação pode parecer assustadora. Mas a boa notícia é que ainda podemos fazer muita coisa como indivíduos para mudar esse quadro.</p><p>A crise climática exige que todos nós tomemos atitudes. Precisamos chegar a zero de emissões líquidas até 2050, e cada pessoa tem um papel importante nisso, comentou Niklas Hagelberg, Coordenador de Mudança Climática do PNUMA. Segundo, como indivíduos, devemos mudar nossos hábitos de consumo e também cobrar de quem nos representa — como nossos empregadores e políticos — ações rápidas para construir um mundo com baixo carbono.</p><p>1-Dissemine Informações</p><p>2-Faça pressão política</p><p>3-Mude seu meio de tranporte </p><p>4-Controle seu consumo de energia </p><p>5-Adapte sua dieta </p><p>6-Consuma produtos sustentáveis e de origem local</p><p>7-Não desperdice comida</p><p>8-Vista-se com inteligência (climática)</p><p>9-Plante árvores</p><p>10-Faça investimentos favoráveis ao planeta</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-15 20:08:05 UTC</pubDate>
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         <title>A perda de biodiversidade no Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andressacarvalhedop/bwq6j6s9kwdk3hpg/wish/3493483408</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>perda de biodiversidade no Brasil</strong> é um problema grave, impulsionado pelo desmatamento, mudanças climáticas e exploração excessiva dos recursos naturais. O país já perdeu cerca de <strong>33% de suas áreas naturais até 2023</strong>, com a Amazônia sendo o bioma mais afetado. Essa degradação compromete ecossistemas essenciais, reduz a capacidade de absorção de carbono e ameaça a segurança hídrica e alimentar.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/21/brasil-perdeu-33percent-das-areas-naturais-ate-2023-aponta-mapbiomas.ghtml">Brasil perdeu 33% das áreas naturais até 2023, aponta MapBiomas | Meio Ambiente | G1</a></p><p><br/></p><p><strong> Soluções para conter a perda de biodiversidade</strong></p><p><br/></p><p>-<em> </em><strong><em>Restauração e reflorestamento</em></strong><em>: </em>Soluções baseadas na natureza podem contribuir com até <strong>30% da mitigação dos impactos ambientais</strong>.</p><p>-<em> </em><strong><em>Créditos de biodiversidade</em></strong>: Um modelo de financiamento que incentiva a conservação de áreas naturais.</p><p>-<em> </em><strong><em>Plano Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa</em></strong><em>:</em> O governo brasileiro lançou uma estratégia para recuperar <strong>12 milhões de hectares até 2030</strong>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/brasil-lanca-nova-estrategia-para-proteger-biodiversidade">Brasil lança nova estratégia para proteger biodiversidade — Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima</a></p><p>-<em> </em><strong><em>Combate ao tráfico de fauna silvestre</em></strong><em>:</em> Eventos como o Fórum "Vozes pela Fauna" discutem estratégias para reduzir esse crime ambiental.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2025/06/06/forum-discute-desafios-e-solucoes-para-o-combate-ao-trafico-de-fauna-silvestre-no-brasil.ghtml">Fórum discute desafios e soluções para o combate ao tráfico de fauna silvestre no Brasil | Terra da Gente | G1</a></p><p><br/></p><p><strong> Notícias recentes</strong></p><p><br/></p><p>- <strong><em>Ciência e biodiversidade</em></strong>: Especialistas reforçam que a pesquisa científica é essencial para conter a crise climática e a perda de biodiversidade.</p><p>- <strong><em>Brasil como potência florestal</em></strong><em>:</em> O país tem potencial para liderar uma nova economia baseada na silvicultura de espécies nativas.</p><p>- <strong><em>Impactos da crise climática</em></strong><em>:</em> A perda de cobertura vegetal torna o Brasil mais vulnerável a eventos extremos. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/10/09/perda-da-cobertura-natural-deixa-brasil-mais-vulneravel-a-crise-climatica.htm">Crise climática: menos cobertura natural deixa Brasil mais vulnerável</a></p><p>A preservação da biodiversidade exige esforços coordenados entre governo, sociedade e setor privado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/21/brasil-perdeu-33percent-das-areas-naturais-ate-2023-aponta-mapbiomas.ghtml" />
         <pubDate>2025-06-17 17:13:02 UTC</pubDate>
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