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      <title>Diário de Bordo DPP by João Pedro Poitevin</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-02 15:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
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         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 03</p><p>19/08/2025</p><p>-Descreva em detalhes um momento que você não teve inteligência emocional. Mencione as emoções que você considera que ficaram fora do controle.</p><p>RESPOSTA: Certa vez, durante a faculdade, eu estava participando de um trabalho em grupo e um colega não entregou a parte dele dentro do prazo combinado. Eu já estava cansado e estressado com outras atividades, e, em vez de conversar com calma, acabei perdendo a paciência. Levantei a voz e fui bastante ríspido, deixando transparecer claramente minha frustração. As emoções que ficaram fora de controle foram principalmente raiva, impaciência e estresse, não consegui administrar o que estava sentindo, e isso afetou a comunicação com o grupo.</p><p>-Como seria essa situação se você tivesse I.E? Como você mobilizaria essas emoções?</p><p>RESPOSTA: Se eu tivesse usado inteligência emocional, teria percebido meus sinais de irritação antes de explodir e buscado respirar fundo ou até dar uma pausa antes de responder. Eu teria mobilizado emoções como calma, empatia e autocontrole para lidar melhor com a situação. Poderia ter dito algo como: “Estou preocupado com nosso prazo e gostaria de entender o que aconteceu para ajustarmos juntos.” Assim, em vez de criar conflito, eu teria estimulado uma conversa produtiva, ajudando a resolver o problema sem prejudicar o clima do grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 15:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
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         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 01</p><p>05/08/2025</p><p><strong>1. Destaque sobre a TED Talk de Margaret Heffernan – <em>“As habilidades humanas que precisamos em um mundo imprevisível”</em></strong><br>O que mais chama atenção na fala de Margaret Heffernan é a ideia de que, em um mundo cheio de incertezas, não podemos depender apenas de previsões ou de tecnologia para resolver problemas. Ela enfatiza que precisamos valorizar habilidades humanas como <strong>colaboração, criatividade, empatia e coragem para lidar com o inesperado</strong>. A parte em que ela destaca que "não precisamos de pessoas que saibam todas as respostas, mas sim de pessoas que consigam trabalhar juntas para encontrá-las" é especialmente marcante, pois mostra como o futuro depende da construção coletiva e não apenas de indivíduos isolados.</p><p><strong>2. Soft skills que desejo desenvolver</strong><br>A <strong>soft skill que eu gostaria de desenvolver mais é a resiliência emocional</strong>.</p><p><strong>Justificativa:</strong> Em situações de pressão ou quando algo foge do planejado, às vezes fico inseguro e isso pode afetar minha tomada de decisão. Por exemplo, durante uma apresentação de um trabalho em grupo na faculdade, um dos colegas esqueceu parte importante do conteúdo. Naquele momento, senti o nervosismo atrapalhar minha concentração, em vez de assumir a liderança imediata para contornar a situação.</p><p><strong>Exemplo de necessidade:</strong> Se eu tivesse mais resiliência emocional, poderia ter reagido de forma mais calma, reorganizando as falas do grupo e completando o que faltou, transformando um imprevisto em oportunidade de mostrar segurança e trabalho em equipe. Isso mostra que desenvolver essa habilidade me ajudaria não só academicamente, mas também em futuras situações profissionais, em que imprevistos são inevitáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
         <link>https://padlet.com/jppoitevin24/bwhs44ypvbafuzbn/wish/3586137378</link>
         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 02</p><p>12/08/2025</p><p>Na animação <strong>“Snack Attack”</strong>, o grande destaque sobre habilidades sociais é a <strong>importância da empatia e da interpretação correta das situações</strong>. A senhora, ao acreditar que o jovem estava pegando seus biscoitos, reagiu com impaciência e julgou negativamente o rapaz, quando na verdade havia ocorrido um mal-entendido.</p><p>Isso mostra como <strong>a falta de comunicação clara e a pressa em julgar</strong> podem gerar conflitos desnecessários. O jovem, por outro lado, demonstrou <strong>paciência e tolerância</strong>, compartilhando os biscoitos sem reclamar, o que revela uma habilidade social valiosa: saber lidar com situações desconfortáveis de forma respeitosa.</p><p>Portanto, a animação evidencia que <strong>habilidades como empatia, tolerância, comunicação e controle emocional</strong> são essenciais para evitar mal-entendidos e construir relações mais positivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
         <link>https://padlet.com/jppoitevin24/bwhs44ypvbafuzbn/wish/3586140174</link>
         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 04</p><p>26/08/2025</p><p><strong>1. Como foi a experiência de ouvir a história sem poder interromper?</strong><br>Foi uma experiência diferente, porque geralmente estamos acostumados a interagir, dar opiniões ou interromper para comentar. Ao apenas ouvir, percebi que fiquei mais atento aos detalhes e realmente compreendi melhor a história do colega.</p><p><strong>2. Como foi a experiência de compartilhar com o/a colega sobre um momento positivo da sua vida?</strong><br>Compartilhar um momento positivo trouxe uma sensação boa, porque ao relembrar algo feliz consegui transmitir essa energia para o colega. Além disso, contar algo marcante fez com que eu percebesse o quanto esses momentos têm valor quando divididos com outras pessoas.</p><p><strong>3. Como você se sentiu?</strong><br>Eu me senti acolhido e respeitado, tanto ao ouvir quanto ao falar. Foi uma troca que aumentou a conexão com o colega e me fez perceber a importância de saber ouvir e também de confiar para compartilhar experiências pessoais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
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         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 05</p><p>02/09/2025</p><p><strong>Mencione um exemplo de vulnerabilidade - algo que o deixou com muita vergonha. Por quê?</strong></p><p><br/></p><p>Um exemplo de vulnerabilidade foi quando, durante uma apresentação na faculdade, eu estava muito nervoso e acabei esquecendo uma parte importante do que tinha preparado. Fiquei envergonhado porque todos estavam me observando, e tive a sensação de que estava decepcionando o grupo e passando uma imagem de despreparo. Isso me deixou vulnerável porque expôs uma fragilidade minha diante dos colegas e professores, em um momento em que eu queria demonstrar confiança e competência.</p><p><br/></p><p><strong>O que eu faço quando me sinto emocionalmente exposto?</strong><br>Quando me sinto emocionalmente exposto, geralmente tento esconder minhas emoções ou minimizar a situação para não demonstrar fraqueza diante dos outros. Prefiro ficar mais reservado e evitar falar muito, justamente para não me sentir ainda mais vulnerável.</p><p><strong>Como me comporto quando me sinto muito desconfortável e inseguro?</strong><br>Nessas situações, costumo ficar retraído e ansioso, evitando chamar atenção. Às vezes, fico calado mesmo tendo algo a dizer, porque o medo de errar ou ser julgado acaba falando mais alto.</p><p><strong>Estou disposto a correr riscos emocionais?</strong><br>Sim, mas com cautela. Sei que correr riscos emocionais pode ser desconfortável, porém também é uma oportunidade de crescimento. Aos poucos, tento me abrir mais e aceitar que mostrar vulnerabilidade não significa fraqueza, mas sim coragem para criar conexões mais verdadeiras.</p><p><br/></p><p><strong>De volta à situação descrita anteriormente, como você poderia enfrentar a vergonha?</strong></p><p><br/></p><p>De volta à situação da apresentação em que esqueci parte do conteúdo, eu poderia enfrentar a vergonha de forma mais construtiva se aceitasse o erro com naturalidade e seguisse em frente, sem me prender tanto ao julgamento dos outros. Uma estratégia seria respirar fundo, retomar o raciocínio com calma e até usar o imprevisto como uma oportunidade de demonstrar resiliência. Também poderia lembrar que todos estão sujeitos a falhas e que admitir uma dificuldade, em vez de tentar esconder, transmite autenticidade. Dessa forma, eu transformaria a vergonha em aprendizado e mostraria mais segurança diante da turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
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         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 06</p><p>09/09/2025</p><p><strong>1. Como as nossas próprias experiências com vulnerabilidade, vergonha ou emoção moldam a forma como enxergamos os idosos? Podemos transformar essa percepção em empatia?</strong><br>Nossas experiências de vulnerabilidade nos lembram que todos passamos por momentos de fragilidade, de insegurança ou de perda de autonomia. Quando pensamos nisso, conseguimos enxergar os idosos não apenas como pessoas frágeis, mas como indivíduos que também enfrentam desafios emocionais e sociais. Essa consciência pode, sim, ser transformada em empatia: ao reconhecer a nossa própria humanidade, ficamos mais dispostos a compreender, respeitar e apoiar os idosos em suas necessidades.</p><p><strong>2. Se buscássemos retratar o envelhecimento em um podcast que mova ações, que histórias ou perspectivas você traria que normalmente não são contadas?</strong><br>Eu traria histórias que mostrassem o envelhecimento para além da visão negativa. Por exemplo: idosos empreendendo, aprendendo novas habilidades, se engajando em causas sociais ou redescobrindo a vida após a aposentadoria. Também incluiria vozes que raramente são ouvidas, como idosos da periferia, mulheres negras que carregaram jornadas duplas ou triplas de trabalho, e pessoas LGBTQIA+ idosas, que muitas vezes enfrentam o envelhecimento com menos suporte familiar e social. Essas narrativas ampliam a visão e geram inspiração para a sociedade.</p><p><strong>3. Como os contextos sociais e econômicos — classe, gênero, raça — influenciam diferentes trajetórias de envelhecimento no Brasil? Quem vemos e quem não vemos nas narrativas sociais?</strong><br>O envelhecimento no Brasil é profundamente marcado pelas desigualdades. Pessoas de classes mais baixas frequentemente enfrentam mais doenças crônicas e têm menor acesso à saúde de qualidade, o que encurta ou dificulta a velhice. Mulheres, em especial, vivem mais, mas também acumulam maiores responsabilidades com cuidado familiar e muitas vezes envelhecem com menos recursos financeiros. A questão racial também é central: idosos negros, em média, envelhecem com mais dificuldades de acesso a direitos e sofrem invisibilidade social.<br>Nas narrativas, costumamos ver idosos brancos de classe média, representados de forma ativa e saudável, enquanto ficam invisíveis aqueles que vivem na pobreza, os que ainda trabalham informalmente para sobreviver e os que não têm rede de apoio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>DIÁRIO DE BORDO DPP</title>
         <author>jppoitevin24</author>
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         <description><![CDATA[<p>JOÃO PEDRO POITEVIN</p><p>Aula 07</p><p>16/09/2025</p><p><strong>Relate uma referência em liderança para você. Coloque as características que você aprecia nesse/a líder</strong></p><p><br/></p><p>Vejo Steve Jobs como referência pela <strong>visão inovadora</strong> e pela capacidade de enxergar o futuro da tecnologia. Ele tinha a habilidade de <strong>inspirar equipes a pensar diferente</strong>. Sua paixão pelo que fazia é algo que admiro.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Faça uma linha do tempo com os SEIS principais acontecimentos sua vida: os TRÊS mais importantes positivamente (colocando as emoções) e os TRÊS mais difíceis (com as emoções).</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Linha do Tempo da Minha Vida</strong></p><p><strong>Momentos Positivos</strong></p><ol><li><p><strong>Ingresso na Universidade de Ciências da Computação (UNISINOS)</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2023</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Alegria, realização, orgulho, motivação.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Conquistar a vaga na universidade dos meus sonhos me deu confiança no meu potencial e abriu portas para novos aprendizados.</p></li></ul></li><li><p><strong>Estágio na SAP</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2023</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Entusiasmo, satisfação, gratidão.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Ter a oportunidade de trabalhar em uma grande empresa, lidar com clientes e aprender sobre suporte técnico me fez sentir útil e valorizado.</p></li></ul></li><li><p><strong>Aprender inglês fluentemente</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2021-2024</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Orgulho, liberdade, confiança.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Conseguir me comunicar em inglês com facilidade me permitiu novas oportunidades acadêmicas e profissionais.</p></li></ul></li></ol><p><strong>Momentos Difíceis</strong></p><ol><li><p><strong>Fracasso vestibular UFRGS</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2022</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Frustração, vergonha, tristeza.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Não atingir o resultado esperado me fez questionar minhas capacidades, mas também me motivou a estudar mais e buscar estratégias melhores.</p></li></ul></li><li><p><strong>Não ser efetivado na SAP</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2024</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Estresse, insegurança, frustração.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Não poder continuar na SAP após quase 2 anos de estágio foi um momento bem ruim.</p></li></ul></li><li><p><strong>Dificuldade em um projeto no estágio</strong></p><ul><li><p><strong>Ano:</strong> 2023</p></li><li><p><strong>Emoções:</strong> Estresse, insegurança, frustração.</p></li><li><p><strong>Descrição:</strong> Lidar com casos complexos e responsabilidades crescentes me deixou sobrecarregado, mas fortaleceu minhas habilidades de resolução de problemas.</p></li></ul></li></ol><p><strong>Reflita sobre esta linha do tempo e as suas referências de liderança Quem são as lideranças que marcaram na sua história? Pense em pessoas reais e próximas de você. Quem foram essas pessoas? O que se destacou no seu jeito de ser? O que você aprendeu com esta história?</strong></p><p><br/></p><p>Ao olhar para os momentos importantes da minha vida, tanto positivos quanto difíceis, percebo que algumas pessoas tiveram um papel fundamental como <strong>líderes inspiradores</strong>, mesmo que de formas diferentes. </p><p><strong>Referências de liderança próximas</strong></p><ol><li><p><strong>Professor de Robótica no Ensino Fundamental</strong></p><ul><li><p><strong>O que se destacou:</strong> Sempre paciente, incentivava perguntas, reconhecia esforços e não apenas resultados.</p></li><li><p><strong>O que aprendi:</strong> A liderança envolve ouvir e apoiar, mostrando que cada pessoa tem potencial para crescer. Aprendi que inspirar confiança é mais poderoso do que apenas dar ordens.</p></li></ul></li><li><p><strong>Supervisor no estágio da SAP</strong></p><ul><li><p><strong>O que se destacou:</strong> Comunicativo, organizado, valorizava a autonomia da equipe, mas estava presente quando surgiam dificuldades.</p></li><li><p><strong>O que aprendi:</strong> Um líder eficaz equilibra orientação e liberdade, motivando a equipe a aprender com desafios, em vez de simplesmente corrigir erros.</p></li></ul><p><br/></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 20:26:00 UTC</pubDate>
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