<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Arte e Adolescência by Carolina Avena</title>
      <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia</link>
      <description>Grupo Arte e Adolescência e seus subtemas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-04 13:06:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-09 16:08:48 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f58c.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Cinema e Adolescência </title>
         <author>emailtachipach</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2130535911</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Alain Bergala (2008), o cinema impõe alteridade. Isso se dá ao fato de que o cinema nos leva a um lugar distante do nosso e nos insere lá. Existem experiências que podem ser, de certa forma, sentidas, quase vividas quando assistimos um filme. <br>Pacheco (2021), afirma que o cinema - diferente da literatura, que constrói a interpretação a partir do sujeito - apresenta subjetividades inimaginadas, trazendo o sujeito para situações e pontos de vistas completamente diversos dos seus. <br>Além disso, precisamos considerar que os adolescentes ocidentais vivem imersos em uma cultura audiovisual e educá-los para lidar com essa realidade é algo importante e urgente, para que aprendam a ler imagens, a compreender o como são feitas e organizadas as produções audiovisuais que eles consomem, etc. <br>Entretanto, isso é apenas uma parte. No mundo do audiovisual, está o cinema, a chamada 7ª arte. E a arte oferece muito mais do que uma ferramenta para ler e lidar com o mundo. A arte é um potente formador, um pilar constitutivo de e para qualquer ser humano. <br>Aprender, compreender o mundo a partir da linguagem do cinema e se expressar através dela possibilita ao adolescente desenvolver-se por entre os meandros de seu tempo e seu mundo. Mas o cinema pode também participar da educação adolescente acessando aspectos que não são possíveis de se acessar de forma inteligível ou falada. <br>Vale lembrar que o cinema é a 7ª arte, como citado antes! E a arte é uma das coisas mais humanas que temos. Existem formas de pensar da arte que dão conta desses aspectos que extrapolam o pensamento proposicional. Tais formas são elencadas por Elliot Eisner (2008), como a seguir: <br>1) Bem de Ajuste: deliberar sobre os particulares tendo como parâmetros os universais.<br>2) Propósito Flexível: contemplar o movimento, a mudança, as controvérsias.<br>3)Forma e Conteúdo: desenvolvimento da percepção de que o como fazemos as coisas e tão importante quanto o que fazemos.<br>4)Sabemos mais que podemos dizer: a dimensão estética do conhecimento.<br>5) Pensamento e Material: compreender que cada material impõe suas restrições e proporciona novas abordagens de pensamento. <br>6) Outras formas: lidar com o desconhecido, com o imprevisto. <br>Incluir o cinema na formação do adolescente é um cuidado, uma aposta em um educação estética, tão necessária quanto negligenciada. John Dewey postulava  que, "[...] a estética não pode ser retirada da experiência intelectual, uma vez que a última deve conter o selo estético para ser completa."(DEWEY, 2005, P. 40). Não há conhecimento possível sem sensação e emoção. <br>Por fim, há de se atentar que se quisermos incluir o cinema na formação do adolescente, é preciso preparar aqueles que osformarão . Hoje, a FACED/UFRGS tem uma disciplina obrigatória de Educação e Cinema, no currículo de Licenciatura em Pedagogia o que garante às futuras professoras pedagogas a possibilidade de trabalhar com e a partir da linguagem do cinema com seus futuros pupilos Uma disciplina como essa seria interessante nos currículos dos demais cursos de licenciatura, não é? <br>Deixo então uma citação de Schiller, teórico da estética, como um convite à reflexão: <br>"O homem, entretanto, pode ser oposto a si mesmo de duas maneiras: como selvagem, quando seus sentimentos imperam sobre seus princípios, ou como bárbaro, quando seus princípios destroem seus sentimentos." (SCHILLER, 2015, p. 3)<br>REFERÊNCIAS <br>DEWEY, John. <strong>Art as experience</strong>. New York: Penguin Group, 2005.<br>EISNER, Elliot. <strong>The arts and the creation of mind</strong>. Londres: Yale University Press, 2002a.</div><div>&nbsp;PACHECO, Tatiana P. <strong>Uma turma, cinco professores, uma pesquisadora e um encontro: Educação e Cinema.&nbsp; </strong>Disponível em: &lt;https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/220424/001124929.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y&gt; Acessado em <br>07/04/2022.<br>&nbsp;SCHILLER, Friedrich. <strong>A educação estética do homem: numa série de cartas. </strong>Trad.Roberto Schwarz e Márcio Suzuki. São Paulo: Iluminuras, 1989.&nbsp;</div><div><strong><mark><br></mark></strong><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649179122/b1e7881c75f4d9b63a9d2417df5e6dea/filmeacabou.jpg" />
         <pubDate>2022-04-05 12:20:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2130535911</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(CAMILA ORSATTO)A educação musical tem um potencial que vai além de ensinar a linguagem, a técnica e o conhecimento sobre música, porque também possibilita o trabalho com a cooperação, o autoconhecimento, a identificação e a reflexão a partir de questionamentos e desafios. Deixo aqui o vídeo que fiz com meus alunos de canto e piano, maior parte deles adolescentes. Essa foi uma construção ao longo de todo o ano de 2021; os alunos foram levados ao estúdio Musitek para gravarem cada um uma música, com áudio e vídeo. Foi o resultado de muito trabalho, muitas conversas, muitos sentimentos misturados e muita paciência, porque a aprendizagem não é linear, é cheia de altos e baixos; dias produtivos e dias complicados, momentos felizes e momentos carregados de bagagens de outros espaços, vozes às vezes tecnicamente firmes, outros dias dor de garganta e resfriado. Dias de fé e dias de desilusão. E o trabalho com todas essas múltiplas matizes é o mais difícil, e o mais gratificante no final das contas. Nesse vídeo, o domínio técnico e expressivo é visível, mas a entrega e a conexão entre aluno e música é muito mais bonita. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134910118</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=nAaw3eLhS14" />
         <pubDate>2022-04-07 16:17:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134910118</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(CAMILA ORSATTO)Artigo da Revista da ABEM (Associação brasileira de educação musical) sobre a concepção de adolescentes sobre música e desdobramentos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134953436</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabem/article/view/215/0" />
         <pubDate>2022-04-07 16:42:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134953436</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(CAMILA ORSATTO) Playlist com as músicas que fizeram parte da minha adolescência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134969227</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/playlist?list=PLWOUdcF_KcPQad9_E0iYepvaRrxmVR8Vr" />
         <pubDate>2022-04-07 16:51:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2134969227</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Me apaixonei pela temática e resolvi invadi-la! </title>
         <author>mkunha1979</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2142374739</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/fotografia-na-aprendizagem-trabalha-criatividade-autonomia-e-comunicacao/" />
         <pubDate>2022-04-13 13:17:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2142374739</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mkunha1979</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2142381613</link>
         <description><![CDATA[<div>A última invasão, eu prometo!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/840968086/f35596095e42bb810fa5e55c56900741/document.pdf" />
         <pubDate>2022-04-13 13:21:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2142381613</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A acessibilidade da fotografia</title>
         <author>flpgma</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146140387</link>
         <description><![CDATA[<div>	Atualmente, vemos um mundo completamente conectado. Pessoas olhando pequenas telas à frente a todo momento. Crianças crescem observando esse comportamento e, assim, copiando, desejando pegar aquele retângulo luminoso que é o celular.</div><div>	Em pouco tempo, mesmo que não entendam realmente o funcionamento do aparelho telefônico, percebem seus recursos e o utilizam, como se comunicar por áudios com familiares, antes mesmo de saber ler e escrever, ou abrir a câmera para fotografar momentos icônicos do seu cotidiano. Funcionalidades que tornaram-se essenciais para o desenvolvimento social humano do século XXI, e as crianças já crescem se expressando por meio desses recursos.&nbsp;</div><div>	Algumas seguem fotografando e até gravando vídeos seus ou de brinquedos, contando alguma história que se criou. Essa criação se mantém viva nos dias de hoje, através de filmes, séries, novelas, ou até em <em>vlogs </em>e <em>stories</em> em redes sociais. A todo instante é lançado um vídeo na internet contando alguma história (SILVA, 2017).</div><div>	A acessibilidade de expressão fotográfica torna-se um dos principais desdobramentos artísticos possíveis de se trabalhar hoje. A representação da imagem pode se dar através de uma simples brincadeira com a luz solar, ou até por meio de uma montagem de cena, enfatizando sua forma de exibição. Além disso, há a possibilidade de intervir na foto realizada com desenho, tinta ou até materiais que encontramos ao nosso redor, cativando o desenvolvimento de diferentes capacidades criativas.</div><div><br></div><div>SILVA, Patrícia Fernanda da. O Uso das Tecnologias Digitais com Crianças de 7 meses a 7 anos. Tese - Centro Interdisciplinas de Novas Tecnologias na Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, p. 232. 2017.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-17 18:01:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146140387</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A História da Fotografia (resumida)</title>
         <author>flpgma</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146140736</link>
         <description><![CDATA[<div>	Acredito que, para refletir sobre a potencialidade da fotografia como criação artística, deve-se pensar na forma que ela foi construída. A facilidade que temos hoje para registrar imagens a todo momento enfraquece a relevância da forma que a fotografia é criada e, assim, conservada. Antes, não bastava pegar o celular e apontar para um objeto para fotografá-lo, mas tínhamos que nos preocupar com a luz, com o tempo de exposição, com a quantidade de poses que havia no filme. Dessa forma, surge a importância da reflexão histórica da construção de uma foto e da sua diferença em relação ao que existe atualmente.</div><div>	O desenvolvimento do dispositivo mecânico fotográfico dá-se por uma junção de descobrimentos e invenções: a câmara escura de Giovanni Porta, em 1558; e químicos fotossensíveis (prata halógena) por Angelo Sala, em 1604, e Johann Schulze, em 1724.	A partir dessas pesquisas, em 1826, Joseph Niépce criou uma espécie de câmera-caixa e, por meio do processo de “heliografia” (como assim denominava o próprio cientista), gravou uma imagem permanente em uma placa de estanho depois de oito horas de exposição ao sol. Paralelamente, Louis Daguerre, por meio de tentativas de diminuição do tempo de revelação, utilizou vapor de mercúrio, possibilitando criações fotográficas de minutos, denominando o processo de “daguerreotipia”, em 1839.</div><div>	Ao longo dos anos, surgiram vários outros artistas, cientistas, inventores que desenvolviam câmeras e processos semelhantes, principalmente se usufruindo do daguerreótipo (pois tornou-se de domínio público), como a “calotipia” de William Talbot, “cianotipia” de John Herschel, “papel albuminado” de Louis Blanquart-Evrard, entre vários outros, mas a fotografia apenas popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888 pela Kodak. Seu fundador, George Eastman, inventou o filme em rolos substituíveis, tornando imensamente mais fácil a produção fotográfica na época, principalmente também por serem mais compactas. Ao invés de termos que esperar inúmeros minutos para fazer uma fotografia, Eastman possibilitou que fizéssemos, no escuro e em qualquer ambiente, algumas imagens, mas com a espera de serem revelados para só assim contemplar o que foi feito.</div><div>	Apenas a partir dos anos 1990 conseguimos ver as imagens depois de fotografá-las através das câmeras digitais. A primeira, Dycam I, tirava fotos em preto e branco e podia armazenar até 32 fotos no cartão interno. Muito diferente do que encontramos hoje.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-17 18:02:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146140736</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Fotografia como Potência Criativa</title>
         <author>flpgma</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146141326</link>
         <description><![CDATA[<div>A potencialidade de trabalhar com a fotografia de forma artística, além de explorar recursos presentes no cotidiano de cada criança, propõe uma ampliação no quesito de possibilidade de criação. A contribuição para a autonomia do aluno para desenvolver uma representação fotográfica não apenas o incentiva a evoluir artisticamente por outros meios além da folha de papel, como também demonstra inúmeras possibilidades de produções e estimula a produção artística contemporânea. Dessa forma, através do estudo da construção da câmera, questiona-se sobre o tipo de fotografia que cada um constrói pelo, por exemplo, seu telefone, e também como ela é feita. A elaboração estética torna-se importante. Uma <em>selfie</em>, por exemplo, pode ser feita em longa exposição, apropriando-se do seu próprio movimento à imagem, fugindo do que se espera do resultado fotográfico, que é a estaticidade. As possibilidades mostram-se infinitas e dependem da criatividade de cada um.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-17 18:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinaavenagarcia/arteeadolescencia/wish/2146141326</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
