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      <title>Diário de Aprendizagem by Marta Marques Martins</title>
      <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-26 22:31:25 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 - Tarefa 22</title>
         <author>marta_immartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atividade de Aprendizagem para a 1ª revisão de pares</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-26 22:33:53 UTC</pubDate>
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         <title>Professora de Matemática - 3ºciclo + CEF</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/210213731</link>
         <description><![CDATA[<div>Agrupamento de Escolas de Samora Correia. Vontade de ser mais dinâmica com os alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-26 22:41:24 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - tarefa 11</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218797030</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 17:21:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 12 - Nível de maturidade</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218815015</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada escola é uma escola com uma identidade diferente. O fato de ser contratada e conhecer várias escolas faz-me repensar em que  nível de maturidade está a escola em que leciono. Possivelemnet no nível dois, e estou a tentar de fazer tudo, apesar das resistência dos meus alunos a que chegue a um nível 3. Já não existem pens, utilizamos o dropbox, quer individualmente, quer em grupo, ou departamento. Utilizamos o Office365, tanto alunos como professores. Com os alunos trabalhamos com a rede social do Edmodo, partilahndo informação , ideias, fichas, resoluções, esclarecimento de dúvidas e quizz. Estão já habituados a usar o Socrative, o Kahhot e Plickers, e agora tenho já intenções de procurar um novo programa de geometria interativa. <br>Muitos dos alunos conseguem aderir a estas indicações, contudo alguns são resistentes e não conseguem interagir!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 18:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 13 : As cinco dimensões</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218832845</link>
         <description><![CDATA[<div>O papel do aluno<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 19:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 13 : As cinco dimensões</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218833181</link>
         <description><![CDATA[<div>O papel do professor</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 19:33:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 16: Guião para a elaboração de cenários de aprendizagem</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218841920</link>
         <description><![CDATA[<div>No contexto na escola e da disciplina que leciono, escolheria "Educação Tecnologias e Programação". Escolheria esta, em base nos niveis de  maturidade das 5 competências, e o que realmente é uam dificuldade ainda hoje sentida é a falta de internet ou de sinal da internet, para decorrer de forma proficua. Atualizaria os niveis de ensino a que direcionava a atividade, e como professora de Matemática, gostaria de ver os alunos a investigarem sobre os pré - requisitos que eles precisam, indo ver o que aprenderam nos anos anteriores, que lhe fazem falta no presente ano. Seria fácil e desafiador de aplicar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 20:03:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 18 - Conceito de Atividade de aprendizagem</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218851880</link>
         <description><![CDATA[<div>A meu ver o conceito de AA é muito vasto, contudo a restringi-lo à disciplina de Matemática, consigo ver a aplicabilidade e consequentemente um conceito mais restrito: uma atividade de iniciação a um conteúdo, com diversas fases. A primeira fase: trabalho de campo, em contacto com o mundo real, onde se recolhem dados através do uso de tecnologias; segunda fase: tratamento de dados e já começo de discussão de conceitos, com uso mais uma vez de tecnologia; terceira fase: partilha de conclusões e aplicabilididade das ilações(com recurso a ferramentas tecnologicas) ; quarto, a avaliação tanto por parte dos alunos como do professor (mais uma vez com o auxílio das novas tecnologias).<br>Todos os exemplos que pude ver, tinham estas três fases como fator comum, e só assim é que consigo visualizar uma possível Atividade de Aprendizagem. <br>Faço uma analogia com um passado recente, quando impunham que um conteúdo ao ser inicialmente lecionado tinha de ser através de uma tarefa em que os alunos tivessem percepção do que seria lecionado. Esta Atividade de aprendizagem, é mais do que uma tarefa, é um prolongamento de uma tarefa, que tem de ser muito bem planificada, para de início solicitar aos alunos todos os casos possíveis de estudo.<br>Por exemplo, no contexto de Matemática, geometria  (lugares geométricos)do 9º ano. Como professora, faria um guia do que os alunos precisariam de fotografar, quais os utensílios de medidas, quais os objetos a estudar, quais as caracterísiticas que deveriam ter em conta de selecionar, para terem todos os dados que precisariam, na sala de aula, local onde iriam estudá-los. Na segunda fase, faria novo guia, com perguntas sobre relação entre as variáveis escolhidas, e na terceira fase, levaria-os a concluir propriedades sobre o que se estudou. Não seria uma atividade que se esgotasse numa só aula, mas o correspondente, ao tempo que agora se planifica esse conteúdo.<br>Para mim, esta seria uma atividade de aprendizagem aliciante e inovadora, pois motivaria os alunos em todas as etapas, porque viam o seu trabalho crescer, de forma intuitiva, como se deseje que a matemática seja.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 20:46:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 19: TRICIDER -  TECNOLOGIAS PARA A CONCEÇÃO DE ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218855977</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 21:11:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 20:  TODAYSMEET - A FERRAMENTA &quot; LEARNING DESIGNER&quot;</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218857177</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 21:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 23 - ORIENTAÇÕES PARA A PILOTAGEM E PARA A AVALIAÇÃO DA PILOTAGEM</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218865971</link>
         <description><![CDATA[<div>A implementação da primeira atividade de aprendizagem não vai ser tarefa fácil tanto para os professores envolvidos, como para os alunos, devido ao paradigma da resistência à mudança, e foi referido, “seguir orientações é particularmente útil quando o professor implementa pela primeira vez uma atividade de aprendizagem”, mas por outro lado só custa começar, porque depois aperfeiçoa-se e limam-se as arestas para que a próxima atividade corra melhor ainda. Contudo, a quando da implementação teremos sempre estar em constante avaliação do impacto que ela provocará nos alunos, e temos de ter consciência que se os alunos não estiverem a responder de forma positiva, temos de reforçar e determinar novas medidas até que surjam resultados positivos. Este processo de pilotagem vai ser o mais complicado, por ser o primeiro, por ser a mudança, por não haver comparação, portanto tem de se dar assistência e orientações reais e ativas aos professores implementadores. <br><br></div><div>A planificação do projeto mais uma vez exige criatividade e uma linha orientadora, que só se pode ter havendo uma articulação entre professores e formadores experientes. A planificação não contempla todos os casos que possam surgir de dificuldade, mas a linha orientadora deve ser sempre redirecionar para o objetivo principal do projeto.<br><br></div><div>Quanto à avaliação deste projeto deve estar sempre presente, uma avaliação continua se o projeto está a correr de forma adequada, e também uma avaliação formativa quer da parte dos alunos, quer da parte do professor, porque se não estiver a resultar na aquisição de aprendizagens e afastar-se do objetivo principal, o projeto entra no fracasso, e a vontade de voltar a repetir vai-se esmorecendo.<br><br></div><div>Dado que já temos outros projetos como o ITEC que já tem um processo de avaliação de resultados, já nos serve de base, contudo, apenas foi aplicado em 4 anos, e o nosso percurso de escolaridade são de 12 anos. Será que é fiável este relatório? Porque não se faz um estudo completo, com 12 anos de escolaridade?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 22:48:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 24- Impacto no ensino e aprendizagem</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218868713</link>
         <description><![CDATA[<div>É notório que o impacto destas novas abordagens inovadoras nos alunos e nas suas aprendizagens é bastante positivo. Todavia, os resultados do projeto iTec resumem-se a um curto período de tempo de estudo. Quatro anos apenas, num ciclo que tem doze anos. Em que anos de escolaridade foi aplicado este projeto? Como é feita a avaliação no 12ºano? Que melhorias de aprendizagem trouxe, comparando com turmas onde não houve esse projeto implementado? Porque não se implementam no ensino secundário? Será que no final da escolaridade obrigatória, este projeto faz com que os alunos tenham realmente significativas competências? A longo prazo, haverá evidências de uma melhor aprendizagem e articulação de competências por parte dos alunos? É pertinente colocar estas questões!<br><br></div><div>São muitas perguntas que no relatório final não são focadas. No entanto, não deixa de ser credível que este projeto possa trazer novas facilidades de aprendizagem, de empenho por parte dos alunos, de criação e inovação, de aprender a aprender. Pelas constatações essenciais e testemunhos no vídeo, tanto alunos como professores, no momento presente, são de opinião que foi profícuo. <br><br></div><div>A política educativa muda a uma velocidade atroz. O que hoje é visto como o caminho certo, amanhã é posto em causa, e assiste-se a uma nova mudança. Creio que este projeto tem força e consistência para se tornar verossímil, em pouco tempo. Mas para tal acontecer, tem de se proporcionar, em primeiro lugar, todas as condições às escolas e aos professores que irão fazer parte deste projeto piloto. Estamos perante um outro projeto de flexibilidade e autonomia que se adequa na perfeição com este tipo de projetos, e deve-se entrar no processo de aprendizagem, por este caminho. Se estamos em mudança, que todas as mudanças aconteçam agora, não haverá tempo, para daqui a dois ou três anos voltarmos a mudar.<br><br></div><div>Mais ainda, porque não começar com este projeto em turmas CEF e Ensino Profissional, para ver os resultados finais?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 25 -  TRICIDER - NÍVEL DE RUBRICA DA COLABORAÇÃO COM BASE EM 2 EXEMPLOS</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869466</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:46:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869555</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano passado, quando tomei conhecimento desta iniciativa de Laboratórios de Aprendizagem, pensei que ainda faltasse muito tempo para implementar as novas ideias na sala de aula. Contudo, este ano, na escola onde leciono, este contexto faz todo o sentido! Procuramos estar na vanguarda do projeto de flexibilidade autonomia e tendo em conta o perfil de competências do aluno, no século XXI, e este projeto mostrou-se arrojado, útil e prometedor de ideias e partilhas, para que nos orientar e caminhar de encontro às novas premissas da educação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:48:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 6: Competências do Séc. XXI</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869583</link>
         <description><![CDATA[<div>Dado que estamos numa era de informação, de quase uma inteligência artificial quase real, é notório que as competências e finalidades da escola do século XXI são bem diferentes dos pressupostos dos objetivos de educação, de um passado recente. A informação está a um clique dos alunos e professores, e portanto devemos aliar-nos às tecnologias e reformular as competências e os conteúdos na nova era da escola. A escola tem um novo papel, um papel que está a ser reconstruído e se há bem pouco tempo, a prática letiva assentava na leccionação de conteúdos, esta nova era exige que haja já aperfeiçoamento de competências desde o início reveladas. Essas competências, tanto de estimulação de raciocínio dedutivo como indutivo, competencias socias devem interagir com os conteúdos lecionados, porque é preciso saber estimular aprendizagens novas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:49:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 7 - Projetos relacionados com o FCL</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869603</link>
         <description><![CDATA[<div>Participar ativamente num desses projetos ainda não consegui, no entanto fiz formação em quadros interactivos englobados no projeto CPDLab e pude ainda leccionar com o auxílio dos mesmos. Foram aulas muito didáticas, com resultados na melhoria de aprendizagens dos alunos, e com o entusiasmo de aprendizagem da parte deles. Senti que estava no caminho certo, com utilização dos quadros interativos e na metodologia informática que partilhava com os alunos. No entanto, reconheço que nem todas as escolas possuem esse material disponivel para ser usado, e regredi na utilização. Foi deveras um projeto que acreditei ser o caminhopara uma transformação, mas hoje em dia, já ultrapassado. <br>Atualmente aquele que considero mais pertinente nas diversas vertentes, seria o LSL, e será um caminho a apontar para o sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:50:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 8 - Salas de aulas/Laboratórios Digitais</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869633</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira vez que tomei conhecimento de laboratórios de sala de aula do futuro, foi no ano passado, num encontro regional de professores de Matemática. A ideia em si é imponente mas transcende a realidade prática. como será possível criar laboratórios de sala de aula, não só em contexto físico, mas com grupos de 30 alunos tão heterogéneos? Naturalmente, no ensino do primeiro ciclo consigo ver este espaço bem adaptado, pois só possuem uma sala e esta pode ser adapatada e há um só docente, que monotoriza as atividades. Porém, a aprtir do 2º ciclo não creio que seja possível, com as condições físicas e de números de alunos por turma. <br>Portanto, se tivesse oportunidade de "criar" um laboratóro de sala de aula, diminuíria o número de alunos, dividiria em grupos homogéneos,  dispunharia de uma sala de turma, onde não houvesse essa dividisão, mas mesas de grupo, mesas individuais, apetrechadas de meios de comunicação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 10 - Parceiros e tendências</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869660</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola cada vez mais está aberta à sociedade envolvente, interage e dinamiza com parcerias locais. Não se pode portanto pensar que a escola vive para si mesma. A articulação que já se faz entre empresas e ensino superior, deve ser adotada para a escola e entidades sociais, locais e empresariais. Das escola podem sair projetos, ideias e ajuda em resolução de problemas da sociedade, portanto temos de aproveitar este recurso dinâmico. <br><br>Relativamente às tendências, tê, um certo período de duração, e quando se acabam, surge outra e a escola é autosuficiente para se reinventar e adaptar-se a novas tendências. Sou apologista que a Escola é a entidade qua mais e melhor se adapta a novas tendências, metodologias e podemos não saber para onde vamos, mas vamos caminhando!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:51:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 15: Exemplos de cenários de aprendizagem</title>
         <author>marta_immartins</author>
         <link>https://padlet.com/marta_immartins/bvycvjrc54a7/wish/218869795</link>
         <description><![CDATA[<div>Cenário 1:&nbsp;<br>Aspetos positivos: articulação com outras disciplinas; uso de tecnologias; aula de campo; reflexão e análise de resultados.<br>Aspetos a melhorar: não centrar a aprendizagem abusiva no uso das tecnologias; fraca intervenção do professor de Geografia; podiam tiram partido de outras disciplinas, como o caso de Física e química e cidadania.<br><br>Cenário 2:&nbsp;<br>Aspetos positivos:&nbsp;<br>motivação do aluno que pode ser conseguida através desse trabalho paralelo; conseguir evidências de competências do século XXI<br>Aspetos negativos:<br>Centrar-se apenas nas aprendizagens informais, e não haver progressão ou desenvolviemnto de novas aprendizagens e competências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 23:55:31 UTC</pubDate>
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