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      <title>PADLET MAIARA PINHEIRO MONTEIRO by MAIARA PINHEIRO MONTEIRO</title>
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      <description>PORTFÓLIO DE ATIVIDADES E EXPERIÊNCIAS DESENVOLVIDAS  NO ENSINO REMOTO 2019.2 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:52:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2016200121</author>
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         <description><![CDATA[<div>MAIARA PINHEIRO MONTEIRO, 24 ANOS, CASADA, GRADUANDA EM PEDAGOGIA - VII SEMESTRE.<br>COMPARTILHO AQUI COM VOCÊS AS MINHAS PPRODUÇÕES NO ENSINO REMOTO JUNTAMENTE COM MINHA EXPERIÊNCIA E SENSAÇÕES. <br>A PALAVRA QUE ME DEFINE É GRATIDÃO, NÃO SÓ POR MAIS ESSE CICLO QUE SE ENCERRA EM MINHA JORNADA ACADÊMICA, MAS POR TUDO EM MINHA VIDA. <strong>É fácil reclamar. Mas é lindo saber agradecer. Gratidão por todas as vezes que Deus cuidou de mim, acalmou meu coração, tranquilizou minha alma, mesmo sendo tão imperfeita. </strong>BRILHANDO EM VIDA, SORRINDO À TOA, SÓ VIBRANDO AMOR E PAZ. ESPERO QUE GOSTEM!!! <strong><br><br>"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia."</strong><br><a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/46/1+">Salmos 46:1</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:26:56 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA: ESTUDO DE CASO ETNOGRÁFICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990329884</link>
         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília, v. 25, n.2, p. 167-180, 2001. Disponível em: &lt; <a href="https://brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf">https://brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf</a>&gt;. Acesso em: 01 set. 2020.<br><br></div><div><strong>Maiara Pinheiro Monteiro </strong><br><br>O texto da autora Elisabeth Márcia Martucci, Doutora em Educação. Professora Adjunta do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de São Carlos. Intitulado “Estudo de caso etnográfico” aborda os princípios, concepções e técnicas do estudo de caso etnográfico, na abordagem qualitativa ou interpretativa de pesquisa. Ela busca entender e discorrer sobre um grupo natural ou microcultura, coletandos os dados por meio de observação participante, entrevistas e narrativas escritas. <br><br></div><div>A autora, em sua perspectiva, afirma que a sociedade é vista como pessoas em, que agem de acordo com os sentidos que constroem para todos os objetos com os quais interagem na vida cotidiana, considerando essa construção de sentidos um processo constante de formação. Desse modo, as pessoas aprendem e desenvolvem –se através da relação e da interação com outros indivíduos. <br><br></div><div>Assim, vida de um grupo humano representa um amplo processo de formação, sustentação e transformação de objetos, na medida em que seus sentidos se modificam, modificando o mundo das pessoas. Dessa maneira, a abordagem qualitativa ou interpretativa encontra-se baseado na experiência humana e que ela é mediada pela interpretação, existindo assim múltiplas formas de interpretar as experiências, em função das interações com os outros, e de que a realidade não é mais do que o significado de nossas experiências; ela é socialmente construída.<br><br></div><div>Sendo assim, a pesquisa interpretativa é direcionada através da descrição e análise dos conceitos e raciocínios utilizados pelos próprios indivíduos e tenta reproduzir o mundo da maneira que eles compreendem e percebem. Ou seja, para a autora, a pesquisa envolve a investigação de um incerto fenômeno da interação cotidiana e suas conexões com o mundo social mais amplo, através do significado subjetivo, ou seja, perceber e descrever os eventos cotidianos, assim como identificar o significado das ações nos eventos a partir dos vários pontos de vista dos atores.<br><br></div><div>Martucci também faz uma relação com a pesquisa qualitativa, pois incorpora a questão do significado e da intencionalidade como inerentes aos atos, às relações e às estruturas sociais, considerando a subjetividade como fundante de sentido e como constitutiva do social. Sua inquietação é para explicar as relações sociais, consideradas essência e resultado da atividade humana criadora, afetiva e racional, que pode ser apreendida através do cotidiano, da vivência e da explicação do senso comum.<br><br></div><div>Assim, a pesquisa é naturalista ou de campo, pois a fonte dos dados é o ambiente ecológico de ocorrência das ações e dos comportamentos; é descritiva, pois os dados são coletados, de maneira meticulosa, em forma de palavras ou imagens; é indutiva, na medida em que a análise dos dados busca a teoria fundamentada e de significações, objetivando compreender como diferentes indivíduos dão sentido às suas vidas, por meio da observação de sua ação e da verbalização de seus pensamentos.<br><br></div><div>Desse modo, para se fazer uma pesquisa etnográfica, na abordagem qualitativa é necessário compreender que existem microcultura – caracterizados pela interação recorrente de seus membros para a consecução de uma ação comum. Cada micro possui uma maneira particular de organização social, ou seja, a interação regular dos indivíduos proporciona a construção de normas culturais, com as quais a ecologia social é organizada.<br><br></div><div>A pesquisa etnográfica tem duas características primordiais: envolve um trabalho prolongado de campo: o pesquisador aproxima-se de pessoas, situações, locais, eventos, mantendo com eles um contato direto e prolongado que permite reconstruir os processos e as relações que configuram a experiência diária (ibid., p.29 e 41). E a segunda utiliza um conjunto de técnicas para coletar dados sobre os valores, os hábitos, as crenças, as práticas e os comportamentos de um grupo social (André, 1995, p.27-28), especialmente a observação participante, a entrevista intensiva e a análise de documentos.<br><br></div><div>O estudo de caso possui uma longa tradição na pesquisa científica como um estudo descritivo exaustivo para fins de tratamento, intervenção e ilustração à resolução de uma situação problema. Ele possui sete características que se sobrepõem às características gerais da pesquisa qualitativa: visam à descoberta,  enfatizam a “interpretação em contexto; buscam retratar a realidade de forma completa; usam uma variedade de fontes de informação; permitem generalizações naturalísticas; procuram representar os diferentes pontos de vista presentes numa situação social; utilizam uma linguagem científica mais acessível: os relatórios possuem um estilo informal, narrativo, ilustrado por figuras de linguagem, citações, exemplos e descrições.<br><br></div><div>Um estudo de caso etnográfico possui três momentos: uma etapa inicial de planejamento, uma etapa prolongada de trabalho de campo ou de coleta de dados e uma etapa final de sistematização e elaboração do relatório final da pesquisa. Para a coleta de dados, três técnicas de pesquisa são mais utilizadas: <br><br></div><div>·         <strong>Observação participante</strong>: o pesquisador tem sempre um grau de interação com a situação estudada, afetando-a e sendo por ela afetado (id., p.28)</div><div>·         <strong>Entrevista</strong>: uma conversa intencional entre duas pessoas, dirigida por uma das pessoas, com o objetivo de obter informações, utilizada para recolher dados descritivos na linguagem do próprio sujeito, permitindo ao investigador desenvolver intuitivamente uma ideia sobre a maneira como os sujeitos interpretam aspectos do mundo. </div><div>·         <strong>Textos escritos pelos sujeitos</strong>: os textos elaborados pelos sujeitos também constituem fontes naturais de informação para o pesquisador, referindo-se a cartas, redações, depoimentos, diários e outros registros escritos pelos sujeitos: qualquer narrativa feita na primeira pessoa que descreva ações, experiências e crenças dos indivíduos (Bogdan; Biklen, 1994, p.177). <br><br></div><div>Portanto, o estudo de caso etnográfico oferece uma visão profunda, ampla e articulada de um ambiente social complexo, possui a capacidade de abordar as situações vivas do dia-a-dia, explicando os vários sentidos do fenômeno estudado e, com isto, contribui para construção de novas teorias e no avanço do conhecimento. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:49:21 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA: ESTÁGIO E DOCÊNCIA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990336946</link>
         <description><![CDATA[<div>GARRIDO, Selma Pimenta; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006. Disponível em: &lt;<a href="https://brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf">https://brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf</a>&gt;. Acesso em: 03 out. 2020.<br><br><strong>Maiara Pinheiro Monteiro</strong> <br><br>O texto das autoras Selma Garrido Professora Titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - USP e Lucena Lima Professora Doutora da Universidade Estadual do Ceará – UECE. Intitulado “Estágio e docência: diferentes concepções.” aborda a formação de professores e pedagogos a partir da relação teoria e prática que fazem parte nas atividades de estágio. Existindo uma preocupação com quais práticas estão sendo utilizadas no ambiente escolar, pois, ele não é um apêndice curricular, mas um instrumento pedagógico que contribui para a superação da dicotomia teoria e prática.<br><br></div><div>O estágio é um campo de conhecimento, que significa um estatuto epistemológico que supera sua tradicional redução à atividade prática instrumental. Enquanto campo de conhecimento ele se produz na interação dos cursos de formação com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas. Nesse sentido, o estágio poderá se constituir em atividade de pesquisa. Porém, o que é relatado pelos alunos, é que “na prática a teoria é outra”. Os alunos são preparados de forma dissociada, cheios de teorias e modelos que na atuação profissional, não são funcionais. <br><br></div><div>Segundo as autoras, os currículos de formação têm-se constituído em um aglomerado de disciplinas, isoladas entre si, sem qualquer explicitação de seus nexos com a realidade que lhes deu origem. Assim, sequer pode-se denominá-las de teorias, pois constituem apenas saberes disciplinares, em cursos de formação que, em geral, estão completamente desvinculados do campo de atuação profissional dos futuros formandos.<br><br></div><div>A prática funciona como imitação de modelos, a profissão dos professores é prática. Ela é como imitação de modelos que tem sido denominada por alguns autores de ‘artesanal’, caracterizando o modo tradicional da atuação docente, ainda presente em nossos dias. Ao valorizar as práticas e os instrumentos consagrados tradicionalmente como modelos eficientes, a escola resume seu papel a ensinar; se os alunos não aprendem, o problema é deles, de suas famílias, de sua cultura diversa daquela tradicionalmente valorizada pela escola. Sendo assim, O estágio restringi - se a observar os professores em aula e a imitar esses modelos, sem proceder a uma análise crítica fundamentada teoricamente e legitimada na realidade social em que o ensino se processa.<br><br></div><div>No artigo também define a prática como instrumentalização técnica. Nessa perspectiva, a atividade de estágio 🤬 reduzida à hora da prática, ao como fazer, às técnicas a ser empregadas em sala de aula, ao desenvolvimento de habilidades específicas do manejo de classe, ao preenchimento de fichas de observação, diagramas, fluxogramas. Nas disciplinas “práticas” dos cursos de formação nas universidades em geral, a didática instrumental aí empregada gera a ilusão de que as situações de ensino são iguais e poderão ser resolvidas com técnicas.<br><br></div><div>Desse modo, para que o estágio possa ser um período de aprendizagem de associação de teoria e prática. É necessário compreender que a profissão docente é uma prática social, ou seja, como tantas outras, é uma forma de se intervir na realidade social, no caso, por meio da educação que ocorre, não só, mas essencialmente nas instituições de ensino. Para melhor compreendê-la, necessário se faz distinguir a atividade docente como prática e como ação. <br><br></div><div>Para Sacristán (1999), a prática é institucionalizada; são as formas de educar que ocorrem em diferentes contextos institucionalizados, configurando a cultura e a tradição das instituições. A ação (cf. Sacristán, 1999) refere-se aos sujeitos, seus modos de agir e pensar, seus valores, seus compromissos, suas opções, seus desejos e vontade, seu conhecimento, seus esquemas teóricos de leitura do mundo, seus modos de ensinar, de se relacionar com os alunos, de planejar e desenvolver seus cursos, e se realiza nas práticas institucionais nas quais se encontram, sendo por estas determinados e nelas determinando. <br><br></div><div>Assim, chamaremos de ação pedagógica as atividades que os professores realizam no coletivo escolar, supondo o desenvolvimento de certas atividades materiais, orientadas e estruturadas. Tais atividades têm por finalidade a efetivação do ensino e da aprendizagem por parte dos professores e alunos. Esse processo de ensino e aprendizagem é composto de conteúdos educativos, habilidades e posturas científicas, sociais, afetivas, humanas, enfim, utilizando-se de certas mediações pedagógicas específicas. <br><br></div><div>Sendo assim, Pimenta e Gonçalves (1990) consideram que a finalidade do estágio é a de propiciar ao aluno uma aproximação à realidade na qual atuará. Assim, o estágio se afasta da compreensão até então corrente, de que seria a parte prática do curso. Defendem uma nova postura, uma redefiniçao do estágio que deve caminhar para a reflexão, a partir da realidade. Desse modo, o estágio é necessário para superar a dicotomia entre teoria/prática É preciso que os professores orientadores de estágios procedam, no coletivo, junto a seus pares e alunos, essa apropriação da realidade, para analisá-la e questioná-la criticamente, à luz de teorias. Essa caminhada conceitual certamente será uma trilha para a proposição de novas experiências.<br><br></div><div>De acordo com o texto o estágio, nessa perspectiva, ao contrário do que se falava, não é atividade prática, mas atividade teórica, instrumentalizadora da práxis docente, entendida esta como a atividade de transformação da realidade. Nesse sentido, ele é uma atividade curricular, é atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, este sim objeto da práxis. Ou seja, é no trabalho docente do contexto da sala de aula, da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se dá.<br><br></div><div>Portanto, o estágio é fundamental um trabalho docente coletivo, uma vez que o ensino não é um assunto individual do professor, pois a tarefa escolar é resultado das ações coletivas dos professores e das práticas institucionais, situadas em contextos sociais, históricos e culturais. Desse modo, pensar no estágio é desafiador, pois, como modificar a ideia enraizada da sociedade que prática e teoria são individualizados. Esse movimento pode ser melhor realizado em uma estrutura curricular que supõe momentos para reflexão e análise das práticas institucionais e das ações dos professores, à luz dos fundamentos teóricos das disciplinas e das experiências de seus profissionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 16:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>JORNADA PEDAGÓGICA NA REDE MUNICIPAL </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990359062</link>
         <description><![CDATA[<div>A jornada pedagógica 2020 aconteceu, nos dias 02 e 03 de março,  no ACM Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães. Com o tema <strong>“O Currículo Escolar e suas interfaces para a aprendizagem: Diálogos no contexto das Políticas Públicas Educacionais”.<br></strong>A jornada foi muito marcante, principalmente pela manifestação dos docentes, quanto ao cenário de desvalorização profissional, foi um momento utilizado como meio de reivindicação de direitos negados. Eles mostraram sua força e coragem, com a exposição de faixas gritando por todos os seus direitos que foram retirados. A jornada contou com grandes participações, que trouxeram excelentes reflexões para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Foi um momento muito importante para minha formação, já que é um período para promover a formação continuada dos profissionais da educação, por meio de temas relevantes no que se refere ao processo de ensino e aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 17:12:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>JORNADA PEDAGÓGICA NA ESCOLA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990360244</link>
         <description><![CDATA[<div>Seguimos com a jornada pedagógica na escola, que aconteceu na sala de AEE (Atendimento Educacional Especializado), no Centro Educacional Senador João Calmon, a regente de nossa turma, Eliana, não pôde estar presente, pois havia feito uma viagem ao exterior e estava de quarentena no período. Fomos muito bem recebidos e acolhidos pela equipe da escola, professores, coordenadora e direção. Todos eles nos deixaram muito à vontade para interagir, colaborar nos planejamentos e tomada de decisões. O tema anual escolhido foi “O maior pintor do mundo” e o da primeira unidade seria “Identidade”.<br>A experiência foi bem significativa, porque depois desse contato conseguimos manter um equilíbrio, de que tudo daria certo, a receptividade foi bem positiva, então conseguimos ver ali pessoas que iriam nos apoiar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 17:13:53 UTC</pubDate>
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         <title>INVESTIGANDO A CULTURA ESCOLAR </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990364825</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Centro Educacional Senador João Calmon, está localizado na Rua José Barros Meira, s/n, bairro Mandacaru. De boa localização, dispõe em sua maioria de ruas calçadas, próximo a APAE e policlínica.<br><br></div><div>Conforme observado na escola durante o período inicial de observação, as crianças são levadas para a unidade acompanhadas por pais, avós, tios e raramente são conduzidas por outros parentes. Os meios aos quais chegam normalmente são a pé, mas, também utilizam de transporte escolar particular, carro, moto, bicicleta, alguns responsáveis conduzem até a portaria e outros esperam até a chegada da professora. O porteiro aguarda no portão e cumprimenta a todos.</div><div>Dispõe de rampa de acesso na entrada e no seu geral é plana. Seu espaço contém 09 salas, delas, todas as salas estão em funcionamento, exceto a sala 07, são amplas e arejadas, a sala 01 que é a de vídeo, contendo tv, ar condicionado, tatame, usada conforme plano de aula do professor; sala 02 é a de AEE (Atendimento Educacional Especializado), tem como professoras Lu e Marlova, é uma sala de recursos multifuncionais, lúdica, tem jogos, figuras, tintas, brinquedos, são 30 alunos matriculados, com suas múltiplas particularidades, cegos, deficientes físicos, surdos, talentosos, bem dotados, deficientes intelectuais, paralisia cerebral. A avaliação psicológica é feita em outro espaço fora da escola e depois enviam o relatório. </div><div>Cada aluno com suas atividades específicas, respeitando suas necessidades, essa sala abrange mais três unidades escolares sendo elas: Escola Adelaide Rodrigues, Professora Ana Silva E Professora Alíria Argolo. Complementado o espaço, contém ainda 01 sala de professor e coordenador, 01 diretoria com dois computadores, 01 banheiro adulto, 02 banheiro infantis masculino e feminino, 01 depósito, 01 cozinha, 01 cantina 01 pátio extenso com duas divisões. A grade de funcionários é composta por 15 funcionários efetivos, 07 redas (auxiliares) e 05 terceirizados.</div><div>A nutricionista faz o acompanhamento esporadicamente, mas, se atenta e envia cardápio diferenciado para os alunos que têm a necessidade de uma alimentação restrita.</div><div>São matriculados no turno matutino 149 alunos e 121 no vespertino. O intervalo pela manhã é das 10h00min às 10h30min e a tarde das 15h00min às 15h30min, às crianças do pré 1 e 2 com faixa etária de 04 e 05 anos, são liberadas antecipadamente, ás 14h30min, para prevenir acidentes. Assim que são liberados são acompanhados pela regente ou auxiliar até a cantina, lancham no pátio, assim que terminam levam pratos, talheres ou copos novamente até a cantina. Enquanto isso, as salas estão trancadas e os regentes permanecem na sala dos professores, as crianças ficam soltas brincando.</div><div>As crianças são reconhecidas pelos seus respectivos nomes, por todos que acompanham sejam pela direção, coordenador, funcionários de limpeza, cozinheira, regentes e auxiliares. Todos mantêm um bom convívio e articulam-se bem, deixando o ambiente mais receptivo e confortável.<br><br>Dayrell (1996):<br><br> [...]<em>a escola se constitui de um conjunto de tempos e espaços ritualizados. Em cada situação, há uma dimensão simbólica, que se expressa nos gestos e posturas acompanhados de sentimentos. Cada um dos seus rituais possui uma dimensão pedagógica, na maioria das vezes implícita, independente da intencionalidade ou dos objetivos explícitos da escola.<br><br></em><strong>Referência:</strong> DAYRELL, Juarez. A escola como espaço sócio-cutural. In: _____. (Org.). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Minas Gerais: UFMG, 1996.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 17:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>MAIS UM REGRISTRO SOBRE A JORNADA PEDAGÓGICA NA REDE MUNICIPAL </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990432835</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os amigas Tais e Sara e o amigo Eliedilson, marcando presença na jornada pedagógica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 18:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÕES PESSOAIS SOBRE A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO REMOTO NO SEMESTRE 2019.2</title>
         <author>2016200121</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ensino remoto nos trouxe uma coisa muita boa, a certeza da amizade! Sabemos que podemos contar uma com a outra e que estaremos sempre juntas, na alegria e no desespero kkkkk. Com a novidade de que o ensino seria remoto, ficamos todos apreensivos, com medo, mas no fim está dando tudo certo. O ensino remoto nos ensinou que sozinhos não somos nada, que a parceria, respeito e colaboração faz grande diferença. Tivemos o apoio dos professores, em especial a Pró Rejane, que nos auxiliou muito bem, teve paciência e cuidado, atendia os nossos chamados a qualquer hora. Obrigada pró! Seu apoio foi muito importante para nós.  dos colegas e estamos vencendo, cada um de sua maneira, no seu ritmo, mas estamos. Gratidão a tantos colegas pela ajuda e união (cada um sabe), mas em especial a elas, Tais e Sara, que estiveram sempre comigo, seja com carinho ou surto. Também em especial a Débora e Bruna, que juntas conseguimos vencer o estágio remoto. Em meio ao desespero, medos, pequenos conflitos, formamos um belo trio e no fim tudo deu certo, e é isso que importa. Estamos de parabéns, gratidão meninas! O coração nesse momento, 🤬 em paz, mais um ciclo que se encerra, e mesmo distante conseguimos nos colocar no lugar do outro, pensar que tem alguém precisando de ajuda, as demandas do dia a dia, família, trabalho, uns com muita disponibilidade, outros com quase nada. Muitas aflições, problemas, preocupações, mas também alegrias e conquistas. Foi um ano cheio e difícil para todos. E o ensino remoto foi mais um desafio, que Graças a Deus conseguimos superar e nos adaptar. Então, me sinto tranquila e com sensação de dever cumprido, independente de qualquer coisa nossa turma conseguiu realizar o ensino remoto de acordo ao seu objetivo, através da interação, construímos o conhecimento de forma colaborativa. <br><br><strong>"Só sobrevive quem se reinventa. <br>Os demais, cedo ou tarde entram em extinção." </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 18:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÕES SOBRE O MÉTODO SÓCIOLINGUÍSTICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990527614</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RESENHA:</strong> <strong>A EFICIÊNCIA DO MÉTODO SOCIOLINGUÍSTICO DE ALFABETIZAÇÃO: FUNDAMENTOS, PRÁTICAS E RESULTADOS.</strong></div><div><br></div><div><strong>   </strong> Inicio este texto com a seguinte frase: “a alfabetização exige trabalho sistemático com objetivos determinados, com carga horária diária, concentração, esforço, persistência e determinação”. </div><div>   Em minha concepção a frase citada expressa com louvor o que engloba o processo de alfabetização, pois dominar a linguagem oral e escrita é um procedimento extremamente complexo, que exige do professor dedicação máxima e comprometimento na mediação com seus alunos, afinal aprender a ler e a escrever é uma técnica. </div><div>Com a triste problemática do fracasso na alfabetização das crianças das escolas públicas do Brasil, o trabalho e pesquisa dos autores vem atender à demanda urgente de resultados de pesquisas que ofereçam práticas com fundamentos científicos que contribuam com ideias e soluções capazes de resolver o grave problema, pois existem crianças que chegam ao 5° ano da Educação Básica ainda permanecem analfabetas ou leem e escrevem com dificuldades.</div><div>Desta forma foram apresentadas duas experiências voltadas à alfabetização: a primeira foi desenvolvida no ano de 2012, com a aplicação do Método Sociolinguístico na rede municipal de ensino de Presidente Prudente em que mais de 3400 crianças foram beneficiadas. E a segunda, que teve início em 2014, em escola de periferia com o menor IDEB do município.</div><div><br></div><div>Analisando os métodos de alfabetização, Soares afirma que esta: “(...) tem sido sempre uma questão porque derivam de concepções diferentes sobre o objeto da alfabetização, isto é, sobre o que se ensina, quando se ensina a língua escrita.” (2016, p. 32).</div><div><br></div><div>A proposta do método:</div><div><br></div><div>“<em>Assim, para atender à demanda de alfabetização eficaz, o Método Sociolinguístico propõe uma reinvenção da alfabetização infantil. Este trabalho entende Método como sistematização, organização do trabalho docente. É “Sócio”, porque desenvolve efetivamente o diálogo no contexto social de sala de aula, e é “Linguístico” por trabalhar conteúdos específicos da língua: a codificação e decodificação de letras, sílabas, palavras, texto, contexto, e desenvolver as habilidades para ler e escrever como: a direção da leitura, o uso dos instrumentos de escrita, organização espacial do texto, suportes de texto etc</em>”.</div><div><br></div><div> O método tem referências fincadas em Paulo Freire está fundamentado na linguística com suas técnicas de desenvolvimento da competência fonológica no conhecimento das correspondências grafo-fonêmicas, para o domínio da leitura e da escrita e de seus usos sociais, e, sem se esquecer do lúdico, subsidia a transformação da consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica. Os autores descreveram as etapas do método sociolinguístico que consistem em: <strong>codificação, descodificação, análise e síntese, fixação da leitura e escrita</strong> e como instrumentalizar cada passo com eficiência. Destacando a importância da  codificação e da descodificação que:</div><div>“<em>constituem os dois primeiros passos do Método Paulo Freire de Alfabetização, garantindo que a aquisição da leitura e da escrita seja significativa, no sentido de que partem da discussão da palavra geradora, através do diálogo e dos códigos que o alfabetizando já domina, e constituem-se em fase necessária de exploração das potencialidades mentais do alfabetizando, por intermédio das linguagens que devem preceder a técnica de ler e escrever, e que o instrumentalizam para o desempenho social, tendo acesso ao poder de reivindicação, através das habilidades de discutir, tomar a palavra, expor e superar as formas contemplativas (ingênuas) de compreender o mundo”.</em></div><div><br></div><div>Após 3 meses de implementação do método as pesquisas demonstraram que nas duas unidades de ensino a maioria das crianças do 1° ano já havia compreendido o funcionamento do sistema de escrita na composição de palavras e frases atingindo o nível alfabético. Onde o ano letivo foi concluído com uma média de 93% das crianças alfabetizadas, produzindo pequenos textos. Uns com mais dificuldade, outros com menos, mas todos lendo e escrevendo, e as do 2° ano já produzindo bons textos.</div><div><br></div><div>   O método Sociolinguístico possui fundamentos sociológicos e linguísticos, e é considerado nos dias atuais um dos mais eficazes métodos para alfabetizar com significância, junto a ele podem ser somadas as contribuições da psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, o que nega que a teoria construtivista não possa ter um método associado à sua aplicação, pois tanto o método quanto a teoria demonstraram eficácia e coerência quando aplicadas em conjunto.</div><div><br></div><div>Onaide e Olimpyo explicitaram que:</div><div><br></div><div><em>“Na escola, durante os trabalhos as crianças compreenderam que ela é indispensável para sua formação, um lugar de crescimento, onde podem ser ouvidas, compreendidas e assistidas em suas necessidades, além de poderem aprender coisas úteis à vida. Por meio do diálogo, as famílias e as crianças compreenderam que a direção e os professores estavam ali para ouvi-los, orientá-los, ensiná-los, a fim de que tenham um futuro melhor, mas que para isso ocorrer há necessidade de uns respeitarem os outros”.</em></div><div><br></div><div>Finalizam deixando a seguinte reflexão</div><div><br></div><div><em>”podemos afirmar que o Método Sociolinguístico, por meio de suas práticas, oferece alternativa eficiente aos alfabetizadores comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. Em especial àqueles que têm consciência de seu papel transformador da realidade e não medem esforços em trabalhar com atividades adequadas à cada criança para que aprendam. Em um país marcado pelas desigualdades, reiteramos a necessidade de que políticas públicas venham propor metodologia de alfabetização adequada e eficiente, pois enquanto a escola tratar o flagrante “fracasso do ensino/aprendizagem” recomendando que se cante o alfabeto, ao invés de decifrá- lo, “jogos, memorização e cópia/reescrita de pequenos textos”, ao invés de compreensão e domínio das habilidades necessárias para se decifrar e produzir escrita, não conseguirá resolver o problema da alfabetização infantil estará longe de acabar com a vergonha que é o analfabetismo adulto. A escola precisa parar de produzir analfabetos.</em></div><div><br></div><div>   Portanto professores alfabetizadores devem ter a responsabilidade de aplicar um método em sua prática pedagógica em sala de aula, pois alfabetizar é questão de justiça social um direito que deve ser concedido aos cidadãos com qualidade e sem negligências.</div><div><br></div><div><strong>                        REFERÊNCIAS</strong></div><div><br></div><div><strong>S</strong>OARES, M. A reinvenção da alfabetização. Presença pedagógica. Belo Horizonte, v. 9, n. 52, jul./ago, p. 15-21, 2003.</div><div><br></div><div>MENDONÇA, O. S.; MENDONÇA, O. C. Alfabetização - método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire. São Paulo: Cortez, 2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 19:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÕES SOBRE A RODA DE CONVERSA COM A ILUSTRE PRESENÇA DE ONAIDE MENDONÇA</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990534420</link>
         <description><![CDATA[<div>A roda de conversa com a presença da professora Onaide Mendonça aconteceu no dia 05/11/2020, criadora do método sociolinguístico, ela explicou cada passo de como inserir o método nas práticas de sala de aula. Foi um momento riquíssimo e muito importante para a nossa formação, nos levou ainda mais a compreensão da relevância e eficiência do método. Onaide trouxe também suas experiências no chão da escola, o dia a dia de sua vivência em sala de aula, motivo pelo qual a levou a desenvolver o método. Deixou claro a sua admiração e inspiração em Paulo Freire. Ela fala sobre a importância do diálogo na relação professor-aluno, ou seja, durante o processo de alfabetização é necessário que o educador desenvolva uma comunicação direta com o aluno, de maneira que desenvolva a oralidade da criança, para assim obter domínio sobre a língua escrita. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 19:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA DO FILME: UMA LIÇÃO DE VIDA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990767157</link>
         <description><![CDATA[<div>Baseado em fatos reais, conta a história de Kimani N’gan’ga Maruge, um queniano que lutou para aprender a ler e a escrever aos 84 anos de idade. Mas não se trata somente da história de um ancião, mas de um homem com um passado de lutas e resistência: ele era um ex-combatente do grupo dos Mau-Mau, no Quênia. O ambiente do filme é uma cidade pequena e distante da capital, onde os moradores ficam animados com a novidade do ensino gratuito, inclusive Maruge, mas ele acaba se decepcionando ao saber que essa oportunidade foi dada somente às crianças. Porém, sua insistência em aprender acaba convencendo a professora, Jane, a dar-lhe um lugar na sua turma. A população, dividida em tribos durante a colonização britânica, ainda sofre com as consequências. Naquele período Maruge foi torturado, preso, teve sua família assassinada e foi privado de estudar por fazer parte de uma tribo que era contra o poder dos ingleses. Esse grupo mais radical não é bem visto pelos moradores, então eles usam a idade avançada de Maruge e o seu passado como justificativa para afastá-lo da escola. O filme mostra que direitos como educação gratuita ainda são renegados ou adquiridos com muita dificuldade e luta. As crianças da escola, ao se unirem para proteger sua professora e incluir Maruge nas atividades, mostram que resistência e união podem sobrepor-se ao preconceito e a violência. O filme emociona e é inspirador para refletir sobre a importância da educação, o ato pedagógico, a força da vontade e a convivência entre gerações. Educar é um ato social, e que possamos ter amor e persistência, assim como a professora Jane, sempre em busca de uma educação de qualidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 01:05:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PROJETO DE ESTÁGIO - JUSTIFICATIVA</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990791138</link>
         <description><![CDATA[<div>Este presente projeto faz parte do processo de formação, como solicitado pelo componente curricular de Estágio nos anos iniciais do ensino fundamental, do curso de licenciatura em Pedagogia, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB.<br><br></div><div>Foi identificado através da participação na jornada pedagógica do município, promovida pelo município, da observação feita e entrevistas direcionadas as professora e coordenadora pedagógica no Centro Educacional Senador João Calmon, em uma turma de 2º ano com na faixa etária de 07 anos, que a temática anual seria “O maior pintor do mundo” e o da unidade seria a “Identidade”.<br><br></div><div>Diante disso surgiu a proposta do tema <strong>“Minha família, meu lar”, </strong>em que mostra a importância da família na formação da identidade do ser. Assim, as palavras geradoras estariam voltadas para o contexto de vida e da auto identificação.<br><br></div><div>Os gêneros textuais escolhidos para a intervenção seriam: receita, convite, poema, história em quadrinho e bula, que além de enfatizar o método sociolinguístico, abordaria a comemoração do dia das mães, sugestão da direção e coordenadora pedagógica.<br><br></div><div>Sabendo que, após observação, foi visto que as crianças na sua grande maioria são acompanhadas até a escola por seus consanguíneos, sejam eles pais, avós, tios, que tem o papel de desempenhar uma função socializadora, integrando a criança ao contexto da sociedade em que está inserida, pois através das experiências e contato direto com a família e o mundo e suas modificações, que sua identidade é formada.<br><br></div><div>Nesse contexto, o presente projeto vem ao encontro de desvendar como a família tem sua função de construção o ser e não deve ser visto apenas como provedor de despesas, mas sim uma condição essencial para potencializar o desenvolvimento da criança. A temática teria a intenção de tornar a criança um ser capaz de explorar e refletir sobre a realidade em que estão inseridas, incorporando valores, apropriando-se de diversas linguagens, promovendo a autoimagem, autoestima e conduzindo a imaginação e criatividade, permitindo assim a construção de um pensamento crítico e uma visão ampla, auxiliando na formação de um cidadão com conduta social apta para as necessidades de uma sociedade que se encontra em constante modificação.<br><br></div><div>Diante do novo cenário mundial, afetando sem dúvidas o Brasil, foram necessárias novas medidas de educação e quanto a isso foi notório a desigualdade existente. A colunista Patrícia Lobaccaro (2020), informou que segundo a Unesco, foram fechadas escolas de 186 países e territórios, afetando mais de 1.5 milhões de crianças. Assimetrias ficaram evidentes como, acesso a alimentação, internet, espaço adequado para o aprendizado, computador ou aparelho similar, material didático.<br><br></div><div>É necessário a reflexão sobre a função social da escola, que vai além das questões acadêmicas. O ensinamento dado após essa experiência de pandemia é que os professores e principalmente a educação precisam ser valorizadas, bem como os laços entre família e escola.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 01:51:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROJETO DE ESTÁGIO - OBJETIVOS</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990802468</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Objetivo Geral:<br></strong><br></div><div>Compreender qual<strong> </strong>a importância da família na formação da criança.<br><br></div><div><strong>Objetivos</strong> <strong>Específicos:<br></strong><br></div><ul><li>Reconhecer a família como parte fundamental na construção da identidade.</li><li>Identificar os níveis de leitura e escrita da turma</li><li>Proposição do método sociolinguístico, para aquisição no processo de alfabetização.</li><li>Possibilitar através de atividades a capacidades de auto aceitação.<br><br></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-06 02:11:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990802468</guid>
      </item>
      <item>
         <title>INTERVENÇÃO DIDÁTICA COM O MÉTODO SÓCIOLINGUÍSTICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990819304</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>              PLANO DE AULA 2<br><br>ESCOLA:</strong> CENTRO EDUCACIONAL SENADOR JOÃO CALMON<strong><br>PROFESSOR(A) ESTAGIÁRIO(A):</strong>, BRUNA ARAÚJO, DÉBORA DAMASCENO E MAIARA MONTEIRO<br><strong>CLASSE:</strong> 2º ANO<br><br></div><div><strong>SEQUÊNCIA DIDÁTICA - INTERVENÇÃO<br></strong><br></div><div><strong>TEMA:</strong> MINHA FAMÍLIA, MEU LAR<br><strong>GÊNERO TEXTUAL: </strong>POEMA<br><strong>PALAVRA GERADORA: </strong>RESPEITO<br><br></div><div><strong>OBJETIVO GERAL: </strong>Despertar a reflexão sobre a importância do respeito no dia a dia, valorizando sua origem e das outras pessoas, e o entendimento sobre o respeito às diferenças, seja ela qual for, com a aplicação do método sociolinguístico.</div><div><strong> </strong></div><div><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS:</strong></div><div><br></div><ul><li>Refletir sobre respeito e as diferenças</li><li>Analisar o gênero textual poema</li><li>Aprimorar leitura e escrita</li><li>Estimular a criatividade</li></ul><div><br><strong>CONTEÚDOS: </strong>Usando a palavra geradora “Respeito” trabalhar o gênero textual “poema”, sílabas, o reconhecimento das letras, refletir e aprimorar o conhecimento sobre a importância do respeito e valorização das diferenças. Enfatizar a importância do respeito na família e em todos vínculos criados durante a vida. </div><div><br><strong>ATIVIDADES DE ROTINA: </strong>Realizar a frequência por meio de crachás de apresentação. Cada aluno vai à frente, identifica o nome de um colega que estará colado no quadro e o apresenta, citando suas qualidades e características.</div><div><br></div><div><strong>METODOLOGIA:</strong></div><div><strong><br>PRIMEIRO MOMENTO - CODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Assistir ao vídeo “Respeito é bom”, de Bellinha.</li><li>Após assistir, perguntar às crianças:</li><li>Gostaram do vídeo?</li><li>Para você, o que representa respeito?</li><li>Sua família conversa sobre a importância do respeito?</li><li>O que você faz com sua família, que todos gostam muito?</li><li>Quantos membros há na sua família? Quais as diferenças entre vocês?</li><li>Todas as pessoas são iguais?</li></ul><div><strong><br>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Relembrar o gênero textual poema, suas características e seus usos sociais.</li><li>Colocar o poema “Respeito é….” de Maria do Rosário Moita de Macedo, exposto no cartaz, colar cópias no caderno de cada um e ler juntos o poema. ( Disponível em: <a href="https://continuobuscando.blogspot.com/2012/11/respeito-e.html">https://continuobuscando.blogspot.com/2012/11/respeito-e.html</a> )</li><li>Após a leitura do poema fazer as seguintes perguntas:<br><br>- Gostaram do poema?<br>- Conhecem algum poema?<br>- O que o poema ensina sobre respeito?<br>- Quais as diferenças vocês identificam entre você e os outros colegas? Gostos, religião, altura, gênero, idade….? <br> - Essas diferenças tornam alguém melhor? <br><br></li><li>Em seguida, criar um mural com o título “AS DIFERENÇAS NOS ENRIQUECE, O RESPEITO NOS UNE”, Entregar uma folha de ofício para cada um e pedir que façam seu autorretrato , enaltecendo uma característica preferida de cada um. Por fim, pedir para colorir e juntos montar o mural. <br><br></li><li>Realizar o jogo “ Roleta Silábica”<br><br></li></ul><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE E SÍNTESE DA PALAVRA GERADORA<br></strong><br></div><ul><li>Leitura do alfabeto de forma salteada (letra bastão maiúscula).</li><li>Apresentação da palavra geradora RESPEITO.</li><li>Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra RESPEITO?</li><li>Fazer coletivamente a separação das sílabas, mostrando quantas vezes batemos palmas         para falar RESPEITO.</li><li>Reconhecimento das letras individuais que formam a palavra geradora.</li><li>Apresentação das famílias silábicas:<br><br></li></ul><pre>         <strong>RESPEITO
        RES-PEI-TO</strong>
<strong>RA – RO – RE – RU – RI – RÃO
AS - OS - ES - US - IS - ÃOS
PA – PO – PE – PU – PI – PÃO
TA – TO – TE – TU – TI – TÃO
     A – O – E – U – I – ÃO</strong></pre><div><br></div><ul><li>Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora, através da ficha de descoberta.</li><li>Socialização das palavras criadas no quadro.<br><br></li></ul><div><strong>QUARTO MOMENTO (FIXAÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA)<br></strong><br></div><ul><li>Aplicação da atividade impressa por nível de escrita.<br><br></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rBfAeuuWmgQ" />
         <pubDate>2020-12-06 02:40:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADES NÍVEL PRÉ-SILÁBICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990821833</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste primeiro nível, a criança começa perceber que a escrita representa aquilo que é falado. Ela tenta se aventurar pela escrita e por meio da reprodução de rabiscos e desenhos. Ainda não consegue relacionar as letras, com os sons da língua falada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 02:44:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADES NÍVEL SILÁBICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990822166</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse nível a criança começa a perceber a correspondência entre as letras daquilo que é falado. Interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma, cada sílaba representa uma letra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 02:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADES NÍVEL ALFABÉTICO </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990823958</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse nível a criança já consegue reproduzir adequadamente todos os fonemas de uma palavra, caracterizando a escrita convencional. Domina, enfim, o valor das letras e sílabas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/841730705/3acedc9af9612797d3df242534b8660a/ATIVIDADE_ALFAB_TICA.pdf" />
         <pubDate>2020-12-06 02:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOGO - ROLETA SILÁBICA</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990824370</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Recursos:</strong><br>*Papelão para base<br>* Cartelas de palavras e sílabas impressas<br>* Tampinhas de garrafa <br>* Spinner<br><br><strong>Construção:</strong><br>*Colar as tampinhas na base de papelão, em formato circular.<br>*Recortar e colar as sílabas nas tampinhas de garrafa.<br>*Colocar o spinner no meio da base de papelão, com um palito de fosfóro em uma das pontas. <br>*Recortar as cartelas e espalhar no chão<br><br><strong>Aplicação:</strong><br><strong><br></strong>1º momento – fazer rodinhas com 4 alunos,  explicar a brincadeira.<br><br></div><div>2ª momento - distribuir as cartelas de palavras<br><br></div><div>3º momento<strong> - </strong>formar as palavras que estão incompletas nas cartelas , de acordo com as sílabas que são sorteadas após girar o spinner. As crianças observam as palavras que estão nas cartelas, para completar com as sílabas que são sorteadas a cada giro.</div><div><br></div><pre>O objetivo é promover a socialização, bem como a utilização correta da grafia das palavras, formar o máximo de palavras possível com as sílabas sorteadas, a fim de aprimorar o vocabulário.</pre>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/841730705/aaf935db2724c33af3c84b30b59be866/WhatsApp_Image_2020_12_05_at_12_11_45.jpeg" />
         <pubDate>2020-12-06 02:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IDEOLOGIA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990849480</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideologia interfere de forma direta em nossas vidas, invertendo a realidade. Gera uma falsa sensação de igualdade e justiça, por meio da manipulação, é o que explica a causa da alienação econômica. Marx observou que o assalariado não se percebia como classe social e os indivíduos na sociedade acreditavam que a divisão social do trabalho era natural. No entanto, segundo Marx, a ideologia é um fenômeno histórico e social que resulta do modo de produção econômico. Afinal, as relações sociais são produto histórico da ação humana, não são naturais. Esse é o papel da ideologia em dissimular e ocultar a realidade, principalmente nas questões sociais e políticas. A mídia nos impõe uma ideologia sobre o mundo, na qual é capaz de alienar e alimentar ilusões que são criadas por nós mesmo. Conviver e entender a realidade se torna algo doloroso e nos negamos a fazer isso. O costume a essa irrealidade nos impede de pensar na realidade. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=VJJf9LMOpDA&amp;feature=youtu.be" />
         <pubDate>2020-12-06 03:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>ETNICIDADE</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990849722</link>
         <description><![CDATA[<div><em>“Chamaremos grupos ‘étnicos’ aqueles grupos humanos que, em virtude de semelhanças no habitus externo ou nos costumes, ou em ambos, ou em virtude de lembranças de colonização e migração, nutrem uma crença subjetiva na procedência comum, de tal modo que esta se torna importante para a propagação de relações comunitárias, sendo indiferente se existe ou não uma comunidade de sangue efetiva” (weber)<br></em>Ou seja,  o conceito de etnicidade está além de apenas características ou crenças guardadas por herança, culturais ou raciais. Etnicidade é o conjunto de características comuns a um grupo de pessoas, que as diferenciem de outro grupo. Normalmente essas características incluem a língua, a cultura e também a noção de uma origem comum. Ao modo que as relações que vão sendo construídas, os grupos étnicos vão se transformando, ganhando novas características e, assim, tentando manter a tradição em alguns aspectos. A etnicidade constitui-se como fenômeno essencialmente social, pois é um processo contínuo de transmissão cultural entre diferentes gerações a partir do contato e da participação no meio social em que a etnia se configura.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=wbMzdkaMsd0&amp;feature=youtu.be" />
         <pubDate>2020-12-06 03:34:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TERRITORIALIDADE</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990850056</link>
         <description><![CDATA[<div>Território não é apenas anterior à terra e terra não é tão somente uma parte de um território. São duas noções absolutamente distintas. O espaço pode ser o ponto de partida para pensar o território, enquanto suporte físico que é territorializado: relações são estabelecidas, criando limites e canais de comunicação, proximidades e distâncias, interdições, fronteiras seletivamente permeáveis conforme a lógica territorial do grupo que territorializa uma dada porção de espaço. Territorialidade é uma abordagem que não só permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena, como também propicia uma melhor compreensão dos elementos culturais em jogo nas experiências de ocupação e gestão territorial indígenas. Nenhuma sociedade existe sem imprimir ao espaço que ocupa uma lógica territorial. " Terra Indígena” diz respeito ao processo político-jurídico conduzido sob a égide do Estado, enquanto a de “território” remete à construção e à vivência, culturalmente variável, da relação entre uma sociedade específica e sua base territorial.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 03:34:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO DIFERENCIADA INTERCULTURAL E BILÍNGUE INDÍGENA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990850488</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil é um país com grande diversidade étnica, social e cultural. Essa pluralidade, no entanto, nem sempre foi reconhecida social e legalmente e, muito menos, problematizada do ponto de vista educacional. As políticas educacionais dominantes até a década de 1980, conceberam os indígenas como incapacitados (tutelados ao Estado) ou como objeto de catequese e de instrução. Esse quadro mudou substancialmente desde a década de 1980, quando inúmeros movimentos e organizações sociais ganham visibilidade, denunciando relações de dominação, formulando propostas alternativas e assumindo identidades que foram negadas historicamente. É nesse contexto que as políticas de ações afirmativas ganham formulações mais objetivas, com destaque especial para as proposições relativas aos negros e indígenas. Os Povos Indígenas têm direito a uma educação escolar específica, diferenciada, intercultural, bilíngue/multilíngue e comunitária, conforme define a legislação nacional que fundamenta a Educação Escolar Indígena. Seguindo o regime de colaboração, posto pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a coordenação nacional das políticas de Educação Escolar Indígena é de competência do Ministério da Educação (MEC), cabendo aos Estados e Municípios a execução para a garantia deste direito dos povos indígenas. Ou seja, A educação intercultural tem de criar as condições para um diálogo com as realidades emergentes sem descuidar das tradições. Para tanto, ela tem de fortalecer as identidades indígenas, conforme propõe a legislação, mas, ao mesmo tempo, aprofundar um diálogo com os demais grupos existentes e, no caso, da escola, com os conhecimentos produzidos pelos não indígenas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 03:35:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/990850791</link>
         <description><![CDATA[<div>A Educação para as Relações Étnico-Raciais tem se tornado um tema de muitas pesquisas e discussões na atualidade, principalmente depois da aprovação da Lei no 10.639 no ano de 2003, lei que trata da obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira nos currículos escolares das redes públicas e particulares de ensino. Em função disto, faz-se necessário repensar a organização<br>da escola como um todo, principalmente dos conteúdos curriculares.<br>Estudar a História e Cultura Afro-Brasileira, conforme a Lei no 10.639/03 preconiza, incluindo a História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional econômica e políticas pertinentes à História do Brasil, é uma forma de desconstruir preconceitos sobre este povo. É superar os “conhecimentos” do senso comum e adquirir conhecimentos científicos, que a maioria da po-<br>pulação só tem acesso através da escola. Para tanto, se faz necessário, a inclusão do tema da diversidade étnico-racial em todos os planejamentos de todas as áreas, etapas e séries. Portanto, há necessidade de descolonizar os currículos, não somente na Educação Básica, mas nos cursos superiores. Por-<br>tanto, faz-se necessário a mudança dos currículos das licenciaturas, adequando-os às exigências da Lei no 10.639/03. Também é imprescindível o investimento na formação continuada dos professores, profissionais que já atuam nas redes de ensino, para oportunizar atualização e mudança de paradigmas. É importante propor inclusive grupos de estudos multidisciplinares como uma das estratégias para a formação continuada nas escolas, oportunizando a leitura, discussão e estudo de materiais sobre a temática, para a promoção, reflexão e conscientização de educadores sobre a inclusão étnico-racial na escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 03:35:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ATIVIDADES NÍVEL SILÁBICO-ALFABÉTICA</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/992354636</link>
         <description><![CDATA[<div>No nível silábico-alfabética, os alunos que antes representavam cada emissão sonora com apenas uma letra não se contentam mais com isso, e nessa construção do conhecimento passam agregar mais letras para representar uma determinada emissão sonora. Há momentos em que ele escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, e outros em que ele representa as unidades sonoras menores, os fonemas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 23:55:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/992398648</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 00:28:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CULTURA </title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/992433665</link>
         <description><![CDATA[<div>Cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes<strong> </strong>de determinado grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes. Dessa forma, a cultura representa o patrimônio social de um grupo sendo a soma de padrões dos comportamentos humanos e que envolve: conhecimentos, experiências, atitudes, valores, crenças, religião, língua, hierarquia, relações espaciais, noção de tempo, conceitos de universo.<br>Thompson procura entender a cultura por meio da dimensão dialética dos costumes criados pelos povos ou grupos à medida que acontecem as demandas cotidianas e conflitivas, ou seja, por meio das relações sociais estabelecidas pelo povo. A cultura para ele encontra-se em constante atualização e invenção. Para Wolf a cultura tem a função de estabelecer conexões, sejam elas ecológicas, econômicas, dentre outras, podendo também exercer situações de conflitos e tensões entres diferentes povos, ou seja compreende a cultura como elo de ligações e relações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 00:49:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INTERVENÇÃO DIDÁTICA COM O MÉTODO SÓCIOLINGUÍSTICO</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/992475786</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>          PLANO DE AULA 1<br></strong><br></div><div><strong>ESCOLA: </strong>CENTRO EDUCACIONAL SENADOR JOÃO CALMON</div><div><strong>PROFESSOR(A) ESTAGIÁRIO(A): </strong>BRUNA ARAÚJO, DÉBORA DAMASCENO E MAIARA MONTEIRO</div><div><strong>CLASSE: </strong>2º ANO</div><div><br></div><div><strong>SEQUÊNCIA DIDÁTICA - INTERVENÇÃO</strong></div><div><br></div><div><strong>TEMA: </strong>MINHA FAMÍLIA, MEU LAR</div><div><strong>GÊNERO TEXTUAL: </strong>POEMA</div><div><strong>PALAVRA GERADORA: </strong>FAMÍLIA</div><div><br></div><div><strong>OBJETIVO GERAL: </strong>Desenvolver atividades para alfabetizar com a aplicação do método sociolinguístico. </div><div><br></div><div><strong>OBJETIVO ESPECÍFICO:</strong></div><ul><li>Ouvir música e suas influências</li><li>Trabalhar gênero textual</li><li>Estimular a criatividade</li><li>Aprimorar leitura e escrita</li><li>Despertar a reflexão sobre a importância da família</li></ul><div><br></div><div><strong>CONTEÚDOS: </strong>Usando a palavra geradora “Família” trabalhar gênero textual “poema”, sílabas, refletir sobre a importância da família, identificar a importância da convivência com outras pessoas, retratar as atividades de rotinas de seus familiares, compreendendo sua importância dentro da sua família e entender que existem famílias diferentes da sua. <br><br></div><div><strong>ATIVIDADES DE ROTINA: </strong>Realizar a frequência por meio de crachás de apresentação. Cada aluno vai à frente, identifica seu nome, enfatiza uma das suas características que mais gosta e chama um coleguinha para fazer o mesmo. <br><br></div><div><strong>METODOLOGIA: </strong></div><div><br></div><div><strong>PRIMEIRO MOMENTO - CODIFICAÇÃO</strong></div><div><br></div><ul><li>Ouvir a música “Nossa família”, de Mundo Bita.</li><li>Após ouvir, perguntar às crianças:</li><li>Gostaram da música?</li><li>Sua família é composta por quantas pessoas?</li><li>O que costumam fazer juntos?</li><li>Onde moram?</li><li>Todas as famílias são iguais?</li><li>Quando estão juntos, o que gostam de fazer? e comer?</li><li>Qual a importância da família em sua vida?</li></ul><div><strong><br>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Relembrar o gênero textual poema, suas características e seus usos sociais.</li><li>Colocar o poema “A família” de Maria do Rosário, exposto no papel madeira, colar cópias em cada caderno, ler juntos o poema.</li><li>Após a leitura do poema perguntar se:</li></ul><div>	-Já conheciam o que é um poema?</div><div>	- Já ouviram outros tipos de poemas?</div><div>	- Vocês moram com quem?</div><div>	- Em que seus familiares trabalham?<br><br></div><ul><li>Desenhar sua família num papel.</li><li>Colar desenhos na parede.</li><li>Realização de jogo “caixinha de letras”, para fixação do alfabeto:<br><br></li></ul><div><strong>1º momento</strong>: fazer rodinhas com 4 alunos,  explicar a brincadeira.<br><br></div><div><strong>2º momento</strong>: distribuir as caixinhas de fósforos com uma figura colada, dentro de cada caixa estarão as letras que correspondem a figuras.<br><br></div><div><strong>3º momento</strong>: formar as palavras que correspondem a figura e depois compartilhar com os demais colegas.<br><br></div><div>O objetivo é fazer com que a criança organize as letras de forma correta. <br><br></div><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE E SÍNTESE DA PALAVRA GERADORA<br></strong><br></div><ul><li>Leitura do alfabeto de forma salteada ( letra bastão maiúscula).</li><li>Apresentação da palavra geradora FAMÍLIA.</li><li>Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra família?</li><li>Fazer coletivamente a separação das sílabas, mostrando quantas vezes batemos palmas para falar FAMÍLIA.</li><li>Reconhecimento das letras individuais que formam a palavra geradora.</li><li>Apresentação  das famílias silábicas:<br><br></li></ul><pre>           <strong>FAMÍLIA</strong>
        <strong>FA – MÍ – LIA
FA – FO – FE – FU – FI – FÃO
MA – MO – ME – MU – MI – MÃO
LA – LO – LE – LU – LI – LÃO
     A – O – E – U – I – ÃO</strong></pre><ul><li>Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora.</li><li>socialização das palavras criadas no quadro.<br><br></li></ul><div><strong>QUARTO MOMENTO (FIXAÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA)<br></strong><br></div><ul><li>Aplicação da atividade impressa por nível de escrita.<br><br></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/s48phnrkZ5w" />
         <pubDate>2020-12-07 01:13:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOGO - CAIXINHA DE LETRAS</title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/992495307</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Recursos:</strong><br>*caixa de fósforo vazias<br>*Imagens, letras e sílabas impressas<br><br><strong>Construção:</strong><br>Recortar e colar as imagens nas caixas<br>Recortar e distribuir as sílabas e letras nas imagens correspondentes.<br><br><strong>Aplicação:</strong><br><br>1º momento: fazer rodinhas com 4 alunos,  explicar a brincadeira.<br><br>2º momento: distribuir as caixinhas de fósforos com uma figura colada, dentro de cada caixa estarão as letras que correspondem a figuras.<br><br>3º momento: formar as palavras que correspondem a figura e depois compartilhar com os demais colegas.<br><br></div><pre>O objetivo é fazer com que a criança organize as letras de forma correta.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 01:24:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>2016200121</author>
         <link>https://padlet.com/2016200121/but4un3qlsdm3eyg/wish/1000714636</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 02:13:04 UTC</pubDate>
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