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      <title>PROFISSÃO DOCENTE  by Erica Pontes Teodoro</title>
      <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-26 08:11:17 UTC</pubDate>
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         <title>olá!</title>
         <author>ericateodoro</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><br>Me chamo <strong>Érica Pontes Teodoro, </strong>sou estudante de <strong>Ciências Sociais</strong> na <strong>UFAL</strong> e criei esse blog para compartilhar experiências que envolvam a matéria de Profissão Docente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 08:22:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Escola Nova é um movimento de educadores europeus e norte-americanos, organizado em fins do século XIX, que propunha uma nova compreensão das necessidades da infância e questionava a passividade na qual a criança estava condenada pela escola tradicional. O movimento, também chamado de Escolanovismo ou Escolanovista, surge como forma de questionamento e contraposição aos moldes tradicionais utilizados na educação até então. Foi baseado em ideias de Jean-Jacques Rousseau, Heinrich Pestalozzi, John Dewey e Friedrich Fröebel.<br><br>Foi motivado pela rapidez das transformações sociais, políticas e econômicas da época, assim como suas consequências. Essas mudanças foram resultado principalmente das alterações causadas pela Segunda Revolução Industrial, ocorrida no final do século XIX.<br><br>No Brasil, a Escola Nova ganhou força a partir da década de 1920, sendo Rui Barbosa o pioneiro das ideias escolanovistas no país.<br>Em 1932, é publicado o Manifesto dos Pioneiros da Educação. Fernando de Azevedo, Lourenço Filho e Cecília Meireles foram alguns dos educadores que assinaram a publicação.<br><br>O documento inclui os conceitos da Escola Nova com adaptações ao contexto social do país na época. Reivindica a criação de um sistema de ensino mais adequado às necessidades brasileiras, que pudesse ser considerado um modelo educacional mais democrático.<br><br>No Manifesto, educadores brasileiros pediam que a escola pública oferecida no país fosse garantida a toda a população, centrada na diminuição das diferenças sociais e na valorização das aptidões percebidas em cada aluno.<br><br>Assim como ocorreu na Europa, os educadores que apoiavam o movimento também desejavam a reforma do método de ensino tradicional do país. Eles acreditavam que a educação e o estímulo ao aprendizado poderiam garantir mais igualdade entre os cidadãos.<br><br>Para incentivar o processo de desenvolvimento de conhecimento, a Escola Nova se propõe a valorizar a diversidade e individualidade de cada aluno, além do incentivo à reflexão e pensamento crítico. Outras características importantes de se mencionar são a integração da aprendizagem escolar com conceitos sociais importantes, valorização de todos os aspectos humanos (racional, emocional e físico) e a oferta de ampla educação democrática, laica e gratuita.<br><br>O método de ensino escolanovista reconhece que é mais importante que o aluno aprenda por meio de experiências vivenciadas com o ambiente.<br><br>Essa corrente defende que:<br><br>• o que o indivíduo aprende por conta própria é mais significativo que aquilo transmitido por outra pessoa; <br>• que a aquisição de um método científico é mais necessário que a descoberta de um conhecimento científico preexistente;<br>• que a educação deve proporcionar a capacidade de se adaptar ao processo de transformação da sociedade;<br><br>Aplicações práticas como realização de pesquisas, estudos sobre temas sociais e incentivo à resolução de problemas tem o intuito de incentivar a aprendizagem na vida cotidiana. A partir delas, levando em consideração o desempenho e interesse do indivíduo, são aplicados diferentes conteúdos a cada aluno.<br><br>Seus métodos avaliativos levam em consideração a participação, interesse e conduta do aluno no ambiente escolar de aprendizagem, mas não se desprende totalmente da avaliação quantitativa, que mede o desempenho do aluno pela assimilação e acumulação dos conteúdos por ele estudados.<br><br>No modelo Escolanovista, o aluno não é mais visto enquanto objeto passivo, mas sim como sujeito ativo, posto no centro do processo de ensino/aprendizagem. Retirado de foco, o professor passa a atuar como um estimulador, oferecendo as possibilidades do aluno ir até o conhecimento, mas não mais o monopolizando. Tendo em vista essa característica tão cara à Escola Nova de superar a figura do mestre em sala de aula, é notável uma superação do modelo pedagógico tradicional, como o aplicado, por exemplo, pelos jesuítas. Enquanto os modelos tradicionais preocupavam-se em preparar os alunos para a vida após os estudos, os escolanovistas vão entender que a vida dos discentes não acontece depois, mas durante o processo de ensino, dentro de sala de aula. <br><br>É, então, característica deste modelo de ensino, o entendimento dos alunos - no que se refere às crianças - enquanto seres humanos em formação, superando a ideia ultrapassada de que a criança é um pequeno adulto ou um adulto subdesenvolvido. Tal superação é herdada dos estudos em psicologia que, ao olhar para as crianças, enxergavam ali um campo de subjetividades. Além da psicologia, os estudos em biologia também ajudaram a fundamentar as concepções educacionais escolanovistas. Por exemplo, a noção de que a infância pode ser dividida em fases de desenvolvimento, possibilitando que a escola pudesse pensar o ambiente de sala de aula respeitando as fases dos discentes. <br><br>Em tese, a Escola Nova propõe a sala de aula como um espaço para os alunos possam agir de forma ativa perante o conhecimento, para que ocupem seus espaços enquanto guias de si mesmos.<br><br><strong>Texto produzido em grupo e publicado no AVA em 31/08/22.<br></strong><br>Equipe:<br>Angelo Mikael Nunes<br>Érica Pontes Teodoro<br>Ester Carlos<br>Gezilânia dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 08:25:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2313262401</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula, os grupos de cada corrente pedagógica elaboraram perguntas sobre seus respectivos temas, as quais foram sorteadas em sala para serem respondidas pelos colegas.<br><br>Pergunta (feita pelo grupo 05):<br><strong>Qual o impacto da pedagogia libertária nos alunos?</strong><br><strong>Nossa</strong> <strong>resposta: </strong>Ao desenvolver um senso maior de autonomia e solidariedade nos alunos, estes evitam a posição de instrumentos passivos e passam a se ver como agentes de transformação social dentro e fora da sala de aula.<br><br>Pergunta (feita pelo nosso grupo, o 02):<br><strong>De que maneira a corrente escolanovista procura valorizar a individualidade do aluno?<br>Nossa resposta:&nbsp; </strong>A maior parte das ideias que rodeiam o movimento da Escola Nova giram em torno de levar em conta as particularidades de cada aluno e valorizá-las. Além de romper com a educação bancária – não o avaliando apenas com base na acumulação de conteúdos –, também o coloca como protagonista na dinâmica do ensino-aprendizagem.&nbsp;<br><br>Nessa corrente, atenta-se às áreas que o aluno tem um melhor desempenho para incentivar que ele possa seguir por esse caminho.<br><br>Equipe:<br>Érica Pontes Teodoro<br>Angelo Mikael Nunes<br>Ester Carlos<br>Gezilânia dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 08:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões acerca do livro Pedagogia da Autonomia (capítulos 1.7 e 1.8), de Paulo Freire</title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2313284240</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Para Paulo Freire, pensar certo exige aceitação ao novo, ao risco e rejeição a qualquer forma de discriminação. O risco e a aceitação ao novo são em um sentido de estar aberto a construir conhecimento de forma em que não se use somente o cronológico como critério de validação; não se aceita o velho só porque é velho nem se rejeita o novo só porque é novo ou vice-versa – devemos estar abertos ao novo porém analisando criticamente.<br><br>A discriminação é, por si só, antipedagógica e antidemocrática. Ao discriminar o outro por ser diferente, nega-se o que há de mais subjetivo na humanidade: a diversidade. Além disso, o preconceito é contrário ao conhecimento: o preconceituoso se vê como superior e, portanto, se recusa a aprender com ele, tendo uma visão de mundo limitada. <br><br>Além disso, a escola não tem fim nela mesma. Não é um ambiente onde se ensina ignorando as vivências dos alunos, depositando conhecimento sem uma oportunidade de troca. É instigar o aluno a ser crítico, fazendo com que ele inclusive consiga associar o conteúdo comunicado a situações as quais ele já teve contato, tendo uma visão mais crítica do meio onde vive.<br><br>Ele critica o que ele chama de "pragmatismo neoliberal"&nbsp; que é, em outras palavras, ver o papel da escola como transformar o aluno em algo útil para o mercado de trabalho, que muitas vezes rejeita uma visão mais humanista da educação, ignorando o educando enquanto ser historico-social. Essa visão é criticada também no texto complementar "Reencantar a educação", ao mencionar que o mercado coloca a escola nesse papel como se fosse, inclusive, uma solução para problemas sociais e de desigualdade sendo que essas pessoas pretendem mudar o sistema educacional sem políticas públicas que de fato ajudariam na inclusão de pessoas marginalizadas. Ou seja, além de não resolver o problema a que se propõe, ainda ignora o papel da educação enquanto formadora de sujeitos de transformação social.<br><br>"A educação é um processo de comunicação. Não é impor ao outro como se fosse detentor de todo o conhecimento ou dois indivíduos tentando apenas vencer o outro, mas sim construir um diálogo entre dois indivíduos igualmente curiosos e dispostos a examinar e compreender o mundo juntos."<br><br>-<br><br>Ensinar exige reflexão crítica sobre o fazer. É importante ressaltar que a reflexão crítica é o ponto de partida para a prática docente, mas não é suficiente por si só.<br><br>A prática docente é um movimento dinâmico entre o pensar e o fazer. Os saberes adquiridos com a experiência são muito importantes, porém sem uma reflexão crítica se tornam ingênuos. <br><br>"É necessário que, através da reflexão crítica, a curiosidade ingênua, voltando-se a si mesma, se reconheça como tal e vá tornando-se crítica."<br><br>A autocritica é essencial, tanto que ele fala que "A arrogância cria seres ingênuos, incapazes de se superar", já que são pessoas que não conseguem fazer uma reflexão crítica sobre si mesmos e, portanto, se tornam incapazes de evoluir - por acharem que sempre estão certos, estão fadados a repetir os mesmos erros sem os reconhecer.<br><br>"É pensando criticamente a prática de hoje e de ontem que se pode melhorar a próxima prática."<br><br>Ele ressalta novamente que apenas a reflexão não é suficiente para uma mudança. É preciso não só refletir, mas também praticar uma ação objetiva a respeito. Ele usa como exemplo o ato de fumar: reconhecer os malefícios é o ponto de partida para a mudança, mas para isso acontecer é necessário agir também na prática. No contexto da prática docente ele reforça que o educador deve reconhecê-la como um movimento dinâmico, não só de pensar ou de fazer, mas uma combinação dos dois que leve ao aperfeiçoamento da prática.<br><br><strong>Érica Pontes Teodoro&nbsp; </strong><br><br>*Escolha de&nbsp; capítulos base do seminário do dia 21/09, que eu fiz parte da equipe.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 09:07:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2347819812</link>
         <description><![CDATA[<div>O curta "Vida Maria" tem mãe, filha e avó como protagonistas, nos mostrando o ciclo familiar das personagens; nenhuma delas tem a oportunidade de estudar – além de não receberem incentivo da família, são reprimidas pela mãe ao tentar e repetem esse mesmo comportamento com suas filhas. Ainda que a representação mostre apenas o ciclo familiar, sua mensagem não culpabiliza essas pessoas. Pelo contrário, expõe a realidade de muitas famílias que, por não receberem um verdadeiro incentivo e suporte inclusive do Estado, não reconhecem a necessidade de ter acesso a educação. Outros desejam ter a oportunidade de estudar, mas precisam trabalhar desde cedo para ajudar em casa.<br><br>Para quem vem de família pobre, a mensagem passada pelas obras não nos é nenhuma novidade. O curta me lembrou bastante da juventude do meu avô que até hoje não conseguiu se alfabetizar justamente por não receber incentivo algum e a família não enxergar a escola como algo tão importante.<br><br>Inclusive, podemos relacionar a história com outras produções artísticas que retratam o mesmo tema. Um exemplo é a música Martin, interpretada pela banda Titãs. A canção conta a história de um garoto que perdeu o pai na juventude e, além de lidar com a dor da perda, precisou assumir a posição de provedor da casa, abandonando seus estudos. Entendemos que o pai passou pela mesma situação e se entristece em saber que o filho terá a mesma perspectiva de vida dele, o que fica explícito em diversos trechos.<br><br></div><blockquote>"E todo dia antes do sol sair<br>Eu trabalhava sem me distrair<br>As vezes acho que não vai dar pé<br>Eu queria fugir mas onde eu estiver<br>Eu sei muito bem o que ele quis dizer<br>Meu pai, eu me lembro não me deixa esquecer<br><br>Ele disse Marvin, a vida é pra valer<br>Eu fiz o meu melhor<br>E o seu destino eu sei de cor"</blockquote><div><br></div><blockquote>"E aos treze anos de idade eu sentia<br>o peso do mundo em minhas costas<br>Eu queria jogar, mas perdi a aposta<br><br>[...]<br>Meu pai cuidava de toda a família<br>Sem perceber segui a mesma trilha<br>E toda noite minha mãe orava<br>Deus era em nome da fome<br>Que eu roubava"</blockquote><div>"Vida Maria" é uma obra que tem o poder de transmitir importantes mensagens e nos faz refletir bastante, se estendendo ao espectador para bem mais que seus oito minutos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 20:52:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2347834090</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 28/09, a professora passou uma dinâmica bastante intrigante e diferente do que estamos acostumados. A sala precisou fazer alguma arte com massinha para entregar a um amigo. No fim, trocamos e cada um ficou com a arte de um colega de sala. A professora pediu para destruir, ninguém entendeu nada: boa parte da sala nem queria, porém acabaram destruindo mesmo pela autoridade da professora.<br><br>Logo após, ela nos instigou a uma reflexão acerca da atividade compartilhando a história de um ex-aluno que foi ameaçado pelo tráfico, mas resistiu e não quis fazer o que lhe foi pedido e, por causa disso, foi assassinado. A aula acabou sendo uma experiência emocionante e nos trouxe um questionamento coletivo: vale a pena deixar de lado seus princípios por alguma coerção? E, se não, quais podem ser as consequências de se manter firme em sua posição?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 21:06:00 UTC</pubDate>
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         <title>Filme &quot;Escritores da Liberdade&quot; e sua relação com a pedagogia de Paulo Freire</title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2347946540</link>
         <description><![CDATA[<div>"Escritores da Liberdade" é um filme lançado em 2007 e baseado em fatos reais, que acompanha a história de Erin Gruwell – uma professora de "primeira-viagem" que se vê perdida diante de seus primeiros desafios enquanto docente.&nbsp;<br><br>Erin começa a lecionar na Wilson, uma escola de periferia norte-americana. Ela entrou em um momento de adaptação da escola, marcado pela aprovação de uma lei de integração racial que facilitou alunos marginalizados e de diversas etnias a se integrarem no ambiente escolar. Apesar de ter sido uma ferramenta de inclusão, o local estava marcado por uma forte tensão, já que os alunos estavam divididos em vários grupos (divididos geralmente por etnia) que não interagiam entre si; retratando como a marginalização e preconceito racial e de classe os afetava.<br><br>Inicialmente, a professora percebeu muitas dificuldades ao tentar estabelecer uma relação com seus alunos. Esse impasse desestabilizou bastante suas expectativas enquanto educadora, o que a chateou e a fez ensiná-los de forma bruta e autoritária. O que a fez rever sua metodologia de ensino (a qual Paulo Freire chamaria de educação bancária) foi passar por diversas situações negativas que, desta vez, impulsionaram seu espírito idealista e de mudança ao invés de desmotivá-la.<br><br>Ela pede aos alunos que façam um diário se expressarem melhor, e é esse um dos principais elementos que marcam essa "nova fase" da turma. A partir daí, eles conseguem se conectar bem mais com a professora e há uma melhora significativa no aprendizado. Nesse ponto vemos o quão importante é enxergar a subjetividade do aluno, tratando-os não apenas como objetos, mas sim como sujeitos na construção de seu conhecimento e oferecer a oportunidade de exercer a autonomia.<br><br>Outra conexão muito forte com Paulo Freire e seu livro Pedagogia da Autonomia é que vimos o quão fundamental é a reflexão crítica para evoluir enquanto educador. Não existe evolução sem refletir sobre sua prática anterior e, a partir de então, procurar ferramentas para melhorar a seguinte. Além disso, nesse processo ela se mostra disposta a respeitar a individualidade e diversidade dos alunos, o que é fundamental para um aprendizado significativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 23:17:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
         <link>https://padlet.com/ericateodoro/profissaodocente/wish/2424283931</link>
         <description><![CDATA[<div>A matéria de profissão docente foi uma das que mais me fizeram refletir nesse período. E, por ter sido a única que envolve o lado de licenciatura, houve toda uma expectativa em relação a como seria. Não saí decepcionada e foi uma etapa importantíssima na formação da professora que quero ser no futuro, com certeza lembrarei por muito tempo das experiências que tive na disciplina e das pessoas que estiveram envolvidas nela!&nbsp;</div><div><br></div><div>Sobre meu desempenho na matéria, acredito que (ainda que não tenha sido perfeita) consegui ir bem e ter avanços no decorrer dela. Os seminários me ajudaram muito a tentar extrair o máximo possível dos textos que eu lia para poder transmitir suas ideias e, apesar de ter dificuldades de falar em público, sinto ter feito o melhor que pude com a consciência de que tentarei meu melhor a cada nova tentativa no futuro. Continuando o assunto de falar em público, essa foi a matéria que mais me ajudou nisso e que enxerguei mais progressos. No início mal conseguia interagir com a turma, mas com as dinâmicas foi mais fácil me comunicar com meus colegas e professores, além de me proporcionar pessoas que espero ter na vida por muito tempo! Outro comentário que vale a pena fazer em relação a isso é sobre a presença das monitoras: talvez por também serem alunas e estarem participando do nosso processo de avaliação, ajudaram a tornar o espaço mais aconchegante e aberto! Especialmente por estarem sempre abertas a receber nossos comentários de forma muito atenciosa e também interagir conosco, assim como a professora que também se mostrou muito atenciosa e preocupada com os alunos e seu aprendizado.</div><div><br></div><div>Além disso, a disciplina de profissão docente foi essencial para expandir meus horizontes no que diz respeito à educação e seus significados. Quando entramos na universidade, é inevitável ter certas expectativas e ideias pré-concebidas, mas na prática consegue ser ainda mais do que esperamos. A experiência com os materiais não poderia ter sido melhor: fazer leituras que dialogam tanto com a forma que nos relacionamos com os alunos (e até com outras pessoas) foi muito enriquecedor e trouxe lições e reflexões que levarei para a vida. Inclusive, foi muito bom ver as lições aprendidas com as leituras sendo aplicadas sutilmente pela professora e monitoras. A convivência e prática nas aulas só reforçava o quão a educação deve ser enriquecedora e não se resumir exclusivamente a despejar conteúdos nos alunos, mas deve produzir uma troca e trazer certa autonomia ao aluno. Deve trazer ensinamentos teóricos, mas também fazer com que, a partir disso, o educando aprenda a compreender o outro e se desenvolva enquanto pessoa. Admirar tanto a forma com que os conteúdos e lições foram aplicados me faz levar algo muito importante dessa disciplina: gratidão. ❤️</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-19 00:49:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ericateodoro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-20 14:37:51 UTC</pubDate>
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