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      <title>INICIATIVA E-ESCOLINHA by </title>
      <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1</link>
      <description>Procede-se aqui a uma apresentação duma Iniciativa do ME, inscrevendo-a numa abordagem histórica da implementação do Digital na educação escolar. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-03 19:58:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-07 17:37:39 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>ENQUADRAMENTO DO PROJETO </title>
         <author>professorafatimapereira14</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2577276345</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto tecnológico inscrito no PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO, que foi lançado em 2007 e se vai desenvolver até 2011. &nbsp; O plano que compreendeu a par do o e-escola,&nbsp; o e-professor,&nbsp; o e-escolinha e&nbsp; o e-oportunidades, incluía, ainda, outras vertentes, como a internet de alta velocidade, o Portal das Escolas, entre outros.<br>A Resolução do Conselho de Ministros (n.º 137/2007 de 18 de Setembro) dava conta dos objetivos do PTE, podendo contudo afirmar-se que o site dava conta, duma forma muito sintética, da&nbsp; intenção que lhe presidia, afirmando: "Com o PTE, as escolas portuguesas estão a transformar-se em espaços de interactividade e de partilha sem barreiras, preparando as novas gerações para os desafios da sociedade do conhecimento”.&nbsp;<br><br>O e-escolinhas era destinado aos alunos do ensino básico (1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos) e tinha como principal iniciativa a distribuição de computadores portáteis, a baixo custo, aos alunos. Os alunos sem apoio social adquiriam-no por 50 euros, mas aos alunos do 1.º escalão era distribuído gratuitamente e aos do 2.º escalão por 20 euros.&nbsp;<br>O Governo, aquando do lançamento do e-escolinhas, manifestava a sua intenção de disponibilizar, no ano letivo de 2008-2009, 500 mil portáteis para os alunos do Primeiro Ciclo. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 20:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O MAGALHÃES </title>
         <author>mariajoseremedios</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579288067</link>
         <description><![CDATA[<div>É produzido em Portugal um computador, designado de Magalhães, a ser distribuído aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico. <br><br>Resultado de uma parceria entre o consórcio <a href="https://www.portatilmagalhaes.com/jpsacouto/jp-sa-couto-os-pais-do-portatil-magalhaes/">JP Sá Couto</a>/Prológica e o líder mundial de processadores – a <a href="https://www.portatilmagalhaes.com/sem-categoria/a-partipacao-da-intel-no-magalhaes/">Intel</a>, o Magalhães é baseado no <a href="https://www.portatilmagalhaes.com/intel/magalhaes-e-baseado-na-segunda-versao-classmate-da-intel/">Classmate PC 2</a>da gigante norte-americana dos semicondutores.<br><br>O computador era adquirido, através da inscrição num site criado para o efeito, variando o custo entre 0 e 50 euros, consoante as condições sociais dos alunos.&nbsp; <br><br>No site&nbsp; dedicado ao primeiro portátil made in Portugal – o Magalhães - escrevia-se a respeito do computador: <br>&nbsp; &nbsp; "Vestido de azul e branco, lembrando as cores das nossas conquistas marítimas, o Magalhães, sairá (espera-se) de Matosinhos&nbsp; para todo o mundo, tornando- nos num país exportador de computadores". <br><br>Números recentes indicam que <strong>terão sido entregues mais de 400 mil de Magalhães</strong>. Esta distribuição massiva e tudo o que ela envolveu, nomeadamente em termos de propaganda, viria a tornar-se numa das medidas mais emblemáticas do governo que dinamizou este projecto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 08:54:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579288067</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AVALIANDO A INICIATIVA ... o caso duma tese de doutoramento </title>
         <author>mariajoseremedios</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579449095</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Universidade Portucalense foi apresentada uma tese de doutoramento, em 2014,&nbsp; que dá conta&nbsp; dos resultados da &nbsp; investigação desenvolvida sob a designação de <strong>“Avaliar o impacto do portátil Magalhães no 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB), no concelho de Matosinhos: fatores de (des)motivação nos agentes educativos”. </strong>(http://repositorio.uportu.pt/jspui/handle/11328/1582) &nbsp;<br>O estudo de João Paulo da Silva Miguel, incluiu 400 alunos, 181 encarregados de educação e 101 professores do 1.º ciclo do ensino básico.<br><br></div><div>A primeira grande conclusão a retirar&nbsp; foi que o portátil Magalhães serviu mais como um apoio simples do que como um recurso central de inovação pedagógica.<br><br></div><div>O estudo permitiu, ainda, reconhecer que 89.1 % dos professores, 84.5% dos encarregados de educação e 86% dos alunos consideram que nunca ou raramente o Magalhães é utilizado nas salas de aula.<br><br></div><div>O trabalho apontou também razões para aquela constatação, ao reconhecer que os professores, também, precisam de adquirir e desenvolver competências para poderem utilizar o portátil que foi o símbolo em 2008, do Plano Tecnológico da Educação.<br><br></div><div>Segundo o mesmo estudo, “os alunos, de forma autónoma, intuitiva e produtiva, foram descobrindo [através do Magalhães] novas competências, como se pode demonstrar pela facilidade na exploração das interligações entre várias realidades mediáticas, tais como jogar, fazer pesquisas, ouvir música ou navegar na internet”.<br><br></div><div>O autor acrescenta, ainda, que “houve falta de liderança, envolvimento e incentivo por parte dos diretores dos agrupamentos [escolares], falta de salas apetrechadas com tomadas e com ligação à internet, falta de assistência técnica aos portáteis, que avariam com frequência e facilidade, e falta de modelos/tipos de planificação que integrem o Magalhães nas atividades letivas e nos currículos dirigidos” aos alunos em causa.<br><br></div><div>Para o autor, o estudo permite, de um modo geral, verificar que o acesso a ambientes tecnológicos, por si só, não é suficiente para o sucesso, uma vez que <strong>existe necessidade que a escola forme alunos autónomos, críticos e criativos dotados de capacidade para usarem as tecnologias.</strong><br><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br>Em Portugal, desde a sua implementação, o Plano Tecnológico (PT) constituiu-se como um tema central nas múltiplas discussões educacionais. Tratava-se de um plano que trazia uma série de mudanças para a sociedade portuguesa, tendo como objetivo responder às “pressões” de modernização muito frequentes nas retóricas políticas. Este plano determinou um conjunto de estratégias com vista à mudança, ao conhecimento e à competitividade, baseado na promoção de novos conhecimentos, da tecnologia e da inovação, abrangendo empresas, famílias e as demais instituições, incluindo as de ensino, existentes no nosso país.<br><br>&nbsp;Inserido nas medidas do PT, encontrava-se o programa e-escolinhas, no âmbito do qual cerca de meio milhão de alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico receberam o portátil Magalhães. Partindo do princípio que o uso do portátil Magalhães, em contexto educativo, é hoje uma mais-valia para todos os agentes educativos (alunos, professores e encarregados de educação), os desafios da mudança educativa, embora claros para alguns, parecem não ser fáceis de vencer para outros, sendo necessário avaliar e medir de forma quantitativa as opiniões dos diferentes agentes relativamente à motivação, uso e importância atribuída. Neste sentido, problematizou-se através da questão de partida sobre a avaliação do impacto do portátil Magalhães nos diferentes agentes educativos e quais os fatores de motivação/desmotivação perante a sua utilização. <br>O estudo foi desenvolvido de acordo com um referencial cientifico, realizando-se uma investigação ex-post-facto, predominantemente de natureza descritiva/quantitativa, recorrendo ao inquérito por questionário (n= 682), onde os dados resultantes dos inquéritos foram tratados e analisados com recurso ao software estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). <br>De um modo geral, os resultados obtidos neste estudo revelaram que não é suficiente, por si só, ter acesso a ambientes tecnológicos, é necessário também que a escola forme alunos autónomos, críticos e criativos dotados de capacidades para usarem as tecnologias como forma de conhecimento e de emancipação social. <br>Por outro lado, este estudo permitiu avaliar e identificar as diferenças e semelhanças entre os diferentes agentes educativos envolvidos, proporcionando a cada um deles um olhar sobre o impacto do portátil Magalhães como fator de (des)motivação para o processo de ensino-aprendizagem. investigação realizada. <br><br>Concluía o autor:<br><br>"<strong>A ideia da distribuição massiva dos Magalhães, com finalidade de democratização do acesso às tecnologias e sua implementação no quotidiano das salas de aula para preparação do cidadão para o futuro, parece estar votada ao fracasso. Existe um longo caminho a percorrer para valorizar o esforço financeiro que foi aplicado e permitir que as tecnologias sejam incluídas de forma transversal nos currículos, surgindo nas escolas do 1.º ciclo de uma forma sistemática e planeada, em vez de pontual e espontânea".</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 12:02:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INCREMENTAÇÃO DO PTE: Portáteis  E-Professor a 150€  </title>
         <author>mariajoseremedios</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579556959</link>
         <description><![CDATA[<div>O e-escolinhas, iniciativa do Plano Tecnológico da Educação&nbsp; (2007-2011) deve ser visto como um dos contributos&nbsp; para o desenvolvimento&nbsp; Educação Digital&nbsp; em Portugal. A entrada dos computadores nas escolas, remonta aos anos 80, ocorrendo paulatinamente, com&nbsp; o Projeto Minerva (1985-1994) que visava formar professores que os soubessem utilizar, quando rareavam aqueles que tinham computador pessoal. Assim,&nbsp; o <strong><em>e-escolinhas</em></strong>, combinado com o <strong><em>e-professor</em></strong>, vem garantir, passados mais de 20 anos, que os alunos - em inicio de aprendizagem - e os professores tivessem o seu computador, permitindo-lhe utilizá-lo, tanto na escola como em casa, e acesso à internet. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 13:35:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ACOMPANHANDO A INICIATIVA E-ESCOLINHA: &quot;Navegando com o Magalhães: estudo sobre o impacto dos media digitais nas crianças&quot;</title>
         <author>mariajoseremedios</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579766675</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi considerado importante desenhar um projecto de investigação que acompanhasse&nbsp; a medida e-escolinha e&nbsp; avaliasse o seu impacto no quadro dos usos dos media digitais pelas crianças. <br>O projecto, intitulou-se<strong> “Navegando com o ‘Magalhães: estudo sobre o impacto dos media digitais nas crianças” </strong>e foi&nbsp; desenvolvido, entre maio de 2010 e maio de 2013, pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (da Universidade do Minho) e financiado pela FCT, sendo Sara Pereira a investigadora responsável . As políticas do programa e sobretudo os usos que as crianças faziam do computador e dos recursos que lhe estavam subjacentes, tanto na escola como fora desta, constituíam o principal enfoque do estudo. Pretendia-se, ainda,&nbsp; verificar se a medida contemplava princípios e objectivos de literacia mediática, tal como são preconizados pela Comissão Europeia, ou se tinha como orientação principal apenas garantir o acesso à tecnologia.<br>Aqueles objectivos seriam concretizados através de metodologias qualitativas e quantitativas. A pesquisa e análise documental, as entrevistas semi-estruturadas a actores-chave implicados na criação e desenvolvimento da medida, os questionários às crianças e professores e <em>focus groups </em>com pais, eram os métodos de pesquisa que o projecto tinha por base para a recolha de dados.&nbsp;<br><br>Sabe-se, ainda, que era previsto para conhecer os usos e o impacto do computador Magalhães pelas crianças, dentro e fora da escola, e a sua relação com as práticas mediáticas dos mais novos, seria aplicado um questionário às turmas do 4.º ano das escolas do 1.º ciclo do concelho de Braga, o que implicaria 2000 crianças, aproximadamente. Os professores seriam auscultados pelo mesmo método, enquanto os pais seriam escutados através de grupos de foco. Previa-se, ainda, a realização&nbsp; de dois estudos de caso em duas escolas, uma que utilizasse e outra que não utilizasse o Magalhães. Procurar-se-ia conhecer vantagens e oportunidades, bem como eventuais dificuldades e entraves.<br><br>Consultando o site daquele projeto podia-se ler num post de 2013 intitulado "Quase 3 500 computadores Magalhães por entregar" que&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;"Dois anos após a suspensão do programa ‘e.escolinha’, ainda estão por levantar 3.435 computadores Magalhães nas escolas do 1º ciclo do ensino básico de todo o país. (...)</div><div>Segundo o ministério os computadores novos correspondem a “inscrições que não se traduziram na aquisição efetiva por parte dos pais e encarregados de educação”, prevendo-se a distribuição destes portáteis aos agrupamentos de escolas para a realização de atividades em sala de aula.&nbsp;</div><div>De acordo com a Lusa, os portáteis Magalhães estão a ser pouco utilizados pelos docentes e pelos alunos, sendo um dos motivos, a falta de acesso à Internet sem-fios nas escolas".</div><div>&nbsp;Por último, da consulta do site, sabe-se que o resultado da investigação foi disponibilizado em livro (Pereira, Sara.&nbsp; <em>Digital Literacy, Technology and Social Inclusion. Making sense of one-to-one computer programmes around the world. </em>Famalicão, Humus Lda, 2015). &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 16:31:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>INICIATIVA E-ESCOLINHA: um importante passo na construção dum futuro que já é presente  </title>
         <author>mariajoseremedios</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2579818465</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yNNEQPfS_EU" />
         <pubDate>2023-05-05 17:19:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lições do e-Escola que vale a pena não esquecer</title>
         <author>professorafatimapereira14</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2580535480</link>
         <description><![CDATA[<div>Já <strong>vai longe o tempo dos primeiros programas que tentaram massificar a utilização das TIC nas escolas portuguesas</strong>, o <a href="https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/primeiros-portateis-do-e-escola-entregues-a-alunos-do-11o-e-12o-ano">e-Escola</a> e o <a href="https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/magalhaes-chega-as-escolas-a-partir-de-fevereiro">e-Escolinha</a>. A realidade de 2022/2023 é muito diferente daquela que existia em 2008, mas é quase impossível não fazer comparações e ignorar o melhor e pior da iniciativa, porque os dois tiveram um impacto considerável.<br><br></div><div>A <strong>JP Sá Couto foi um dos grandes intervenientes no programa</strong>, do lado da indústria. Fabricou os Magalhães do e-Escolinha, que ainda lhe estão “pegados” à imagem. Entre várias razões, porque foram a semente de uma mudança sem volta na <a href="https://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigos/jp-sa-couto-afina-aposta-na-educacao-e-quer-acelerar-vendas-na-europa">estratégia da empresa</a>, que hoje tem o negócio quase totalmente direcionado à educação.<br><br></div><div><em>COMO LEMBRA JORGE SÁ COUTO, PRESIDENTE DO GRUPO JP, O E-ESCOLHINHA FOI UMA “INICIATIVA PIONEIRA E COM UMA VISIBILIDADE INTERNACIONAL MUITO ELEVADA, SEGUIDA MAIS TARDE POR OUTROS PAÍSES”, MESMO QUE TENHA FICADO AQUÉM DO ESPERADO NO QUE SE REFERE À UTILIZAÇÃO NAS ESCOLAS.<br></em><br></div><div>“É interessante verificar que, passada <strong>mais de uma década da primeira iniciativa, a própria União Europeia criou um programa muito similar</strong> ao que foi desenhado em 2008. Fica a sensação, por um lado, de que fomos pioneiros, mas por outro lado que não soubemos aproveitar um momento único que poderia ter ajudado na transformação digital do nosso país”. Como também destaca o responsável, os países que entenderam bem a mudança e implementaram programas similares, recorrentes no tempo e devidamente seguidos, estão agora a colher os seus frutos”.<br><br></div><div><strong>Há lições a tirar dos erros do passado que ainda faça sentido referir?</strong> Jorge Sá Couto acredita que sim. “A principal lição a tirar é que um programa destes tem de envolver obrigatoriamente a escola, os pais e a sociedade civil”. <strong>Tem de ser desenhado não só numa perspetiva de aquisição de equipamentos, mas englobar também uma componente pedagógica</strong>, para que a utilização de ferramentas digitais possa ser potenciada na aprendizagem. “<strong>Estes programas não acabam quando se entregam os dispositivos, começam exatamente aí!</strong>”, destaca o responsável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 20:56:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PLANO DE AÇÃO PARA A TRANSIÇÃO DIGITAL </title>
         <author>professorafatimapereira14</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2580536807</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Encontramos comparação com a iniciativa e-escolinhas o atual Plano de Ação de Desenvolvimento Digital, nomeadamente na distribuição dos kits digitais aos alunos.<br>Esperamos que tenha "Saúde e Vida Longa"!</strong><br><br>Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020&nbsp;<br><br></div><div>Pilar I: Subpilar “Educação Digital”&nbsp;<br><br></div><div>Medida: Programa de digitalização para as escolas&nbsp;<br><br></div><div>Dimensão: Plano de capacitação digital de docentes<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>PRINCIPAIS AÇÕES:&nbsp;<br><br></div><div>• disponibilização de equipamento individual a alunos e professores (várias fases de entrega);&nbsp;<br><br></div><div>• garantia de conectividade móvel gratuita para alunos e professores;&nbsp;<br><br></div><div>• acesso a recursos educativos digitais de qualidade (p. ex. manuais digitais; repositórios de RED);&nbsp;<br><br></div><div>• forte aposta num plano de capacitação digital de docentes;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 21:00:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PLANO DE CAPACITAÇÃO DIGITAL DE DOCENTES </title>
         <author>professorafatimapereira14</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2580537653</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo: alicerçar a integração transversal das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e de outras ferramentas digitais nas práticas profissionais e pedagógicas dos docentes, nas suas rotinas e procedimentos diários, na vida dos alunos, nas suas práticas de aprendizagem e no exercício de cidadania.&nbsp;<br><br></div><div>Público-alvo: 100% dos docentes das escolas públicas de Portugal Continental<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 21:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>REFERENCIAL PARA O PLANO DE CAPACITAÇÃO DIGITAL DE DOCENTES </title>
         <author>professorafatimapereira14</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoseremedios/bs2wy1jyyon5hra1/wish/2580538109</link>
         <description><![CDATA[<div>DigCompEdu&nbsp;<br><br></div><div>“Os docentes necessitam de um conjunto de competências digitais específicas para a sua profissão, de modo a serem capazes de aproveitar o potencial das tecnologias digitais para inovar e melhorar a qualidade da educação.”<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 21:05:26 UTC</pubDate>
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