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      <title>DEDICO - Laize Moreira Damaceno by Laize Moreira</title>
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      <description>Esse e o meu DEDICO, esperem que gostem!
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-18 01:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>APRESENTAÇÃO</title>
         <author>laizemoreira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ola! mim chamo Laize Moreira Damaceno, tenho 30 anos. Sou estudante de Bis- psicologia, trago aqui o meu DEDICO, para que você possa apreciar, das varias discursões que esse componente vem abordando</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-18 02:13:19 UTC</pubDate>
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         <title>O corpo como fenômeno cultural</title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/1954522328</link>
         <description><![CDATA[<div>A anatomia e a fisiologia do corpo torna-se significantes a partir das regras e códigos dos grupos sociais. Dessa forma, o processo e saúde e adoecimento e variado em diferentes culturas em determinadas religião&nbsp; e classe social.<br>A&nbsp; doença&nbsp; e&nbsp; pode ser vista&nbsp; com quebra de uma constância e&nbsp; integralidade ou como uma desorganização biológica corporal, ou ate mesmo uma experiência única e&nbsp; particular, na qual um determinado corpo vivencia. <br>O processo de adoecimento na maioria das vezes vem acompanhado de dor, na qual a sua intensidade e percepção são experiências de forma singular, e influenciados por vários elementos como; vivencia cultural, crenças, repertório linguístico e de memória especifica individual quanto a sua senão de dor.<br>Contudo, o comportamento em frente&nbsp; doença e diferenciado das diversas racionalidades e não um evento seja exclusivamente do domínio biomédico e mecanicista.<br><br><strong>Referências:<br></strong>FERREIRA, Jaqueline.<strong> O corpo sígnico</strong>. In MCS Minayo &amp; PC Alves (orgs.). Saúde, doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998. Disponível em: <a href="https://books.scielo.org/id/tdj4g/09">https://books.scielo.org/id/tdj4g/09</a>. Acesso em: 17 dez. 2021.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-18 04:01:17 UTC</pubDate>
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         <title>Antropologia da morte </title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/1957603581</link>
         <description><![CDATA[<div>A morte e compreendida como um acontecimento social e coletivo, cada cultura compreende&nbsp; e reagem à esse evento de forma variados e com sentimentos distintos&nbsp; os guiam na construção e a manutenção da sua própria identidade coletiva.<br><br></div><div>O falecimento de um indivíduo&nbsp; engloba várias reações e entre as mais comum, tristeza, confusão, saudade&nbsp; e o desejo de estar com elas pessoa, com isso, existe alguns estereótipos em torno de vivenciar o luto, existem culturas que não se adeque a esse modo melancólico . Alguns povos vivenciam&nbsp; o luto com rituais, onde pessoas próximas ao falecido, fazem festa com e bebida e outras acreditam que a morte, seja começo de uma nova vida .</div><div><br></div><div>A morte em algumas situações ela pode ser tornar um acontecimento comum ou até mesmo naturalizado, depende principalmente da circunstância de vida , e&nbsp; o meio que individuo esta inserido, a morte de jovens negros nas favelas , pode ver visto por muitos como algo natural e que não exprima nenhum tipo de reação ou sentimento, por exemplo. Dessa forma, os indivíduos encaram a morte , está intimamente ligado a cultura em que esta inserida e suas experiências ao longo da vida.<br><br><strong>Referências:</strong><br>WEISS, I. K. As faces da morte: um estudo antropológico das variadas formas de inumação. In: Revista Alamedas, v. 2, n. 1, 2014, p. 37-49. Disponível em: <a href="http://e-revista.unioeste.br/index.php/alamedas/article/view/10137">http://e-revista.unioeste.br/index.php/alamedas/article/view/10137</a> Acesso em: 22 mai. 2021.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-20 19:54:56 UTC</pubDate>
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         <title>A construção social do conceito de saúde e doença</title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/2040789304</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp;O conceito de saúde e doença, vem sofrendo várias modificações ao longo do tempo, o sentido que os indivíduos de cada época têm atribuído, às modificações de acordo com os conhecimentos e a cultura dominantes, a religiosidade, trazem novas percepções e significados, ao lugar de saúde e doença na história.</div><div>&nbsp; A doença física e a experiência de estar doente são duas vivências distintas, não pode ser abordada isoladamente, é necessário levar em conta a experiência subjetiva do doente, e as reações sociais e o meio em que vive. A doença é uma experiência singular, que pode causar distinta valoração dos sintomas e significado distintos pelas diferentes sociedades, entendidas como forma de punição, bruxaria, ou até mesmo uma forma de mercantilização.</div><div>&nbsp; O modo como cada corpo se comporta diante do fenômeno&nbsp; doença, e a continuidade das atividade de busca de alívio e cura, o guia em relação suas vivências, que&nbsp; são influenciados pelos vários elementos, da sua cultura, fatores econômicos, do seu repertório linguístico, das suas crenças, memórias e do seu itinerário terapêutico.</div><div>&nbsp;A saúde e a doença fazem parte da esfera física e biológica de cada indivíduo, que se diferem, na construção social de cada sujeito, causando estranheza e preconceito como os grupos sociais se comportam de forma distinta, diante desse fenômeno. No entanto, é possível pensar a doença e suas formas de tratamento, como forma de inclusão da diversidade social e cultural das populações que integram a sociedade e&nbsp; promovendo diálogos entre os saberes dito tradicionais e tipo científicos.</div><div><br><strong>Referências:</strong><br><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBsUBxbWBlSZV6aRV4wSgvErJrdZJg:1644519960626&amp;q=NUNES,+E.+A+doen%C3%A7a+como+processo+social.+In:+CANESQUI,+A.+M.+(Org).+Ci%C3%AAncias+Sociais+e+Sa%C3%BAde+para+o+ensino+m%C3%A9dico.+Fapesp,+2000.+Dispon%C3%ADvel+em:+%3Chttps://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf%3E.+Acesso+em+01+fev.+2022.&amp;spell=1&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_rtCg6vX1AhUyppUCHSriCgsQBSgAegQIARA3&amp;cshid=1644520067610656">NUNES, <strong><em>E.</em></strong>&nbsp;A doença como processo social. In: CANESQUI, A. M. (Org). Ciências Sociais e Saúde para o ensino médico. Fapesp, 2000. Disponível em: &lt;https://sistemas.ufrb.edu.br/sigaa/portais/discente/discente.jsf&gt;. Acesso em 01 fev. 2022.</a><br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 17:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Humanização do cuidado em saúde </title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/2041591660</link>
         <description><![CDATA[<div>Deste nos anos 90, o processo de humanização dos serviços de saúde no Brasil, vem ganhando credibilidade entre os governantes, com o lançamento em 2021, do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH), voltado para ativação de dispositivo que favorecem ações de humanização do âmbito da atenção e da gestão da saúde no brasil, veio a fortalecer e demonstra quanto os usuários e profissionais dos serviços de saúde, precisa dessa rede de cuidado.</div><div>As políticas de humanização devem estar inseridas em todos os programas do SUS, sendo assim em todas as práticas desenvolvidas nos centros de saúde, deve-se estabelecer uma relação de confiança, atenção, respeito, informação e postura ética dos profissionais com os usuários dos serviços. O princípios de equidade, deve fazer parte da conduta dos trabalhadores da saúde, considerando que cada paciente tem suas particularidades e singularidades, entender que cada um, tem suas necessidades específicas, assim, preservando sua dignidade e evitando alguma forma de descriminação&nbsp;</div><div>A participação dos usuários dos profissionais de saúde tem um papel muito importante na produção de saúde, contribuindo, para uma melhor imagem dos serviços de saúde, que geralmente é subalternizado, com isso, estimular a produção de novos modos de cuidar e novas formas de organizar o trabalho. Incluir os trabalhadores na gestão é fundamental para que , no dia a dia , reinventam seus processos de trabalho e sejam agentes ativos das mudanças no serviço, tornando –se mais apto a atender com eficiência e de forma humanizada,&nbsp; os usuários no processo de cuidado e um poderoso recurso para ampliação da corresponsabilização no cuidado d e si, uma vez que, as pessoas devem ter o direto e a obrigação de participar individualmente e coletivamente, no planejamento e na implementação se seus cuidados a saúde .<br><strong>Referências:</strong></div><div>FONTES, P. A. de C. Ética, direito dos usuários e políticas de humanização da atenção à saúde. IN: Saúde e Sociedade, v.13, n.3, set-dez 2004, p.30-35. Disponível em: <a href="https://www.scielo.br/j/sausoc/a/8GZ4zMCW6FhzZZw7CzdtF4n/?format=pdf&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/sausoc/a/8GZ4zMCW6FhzZZw7CzdtF4n/?format=pdf&amp;lang=pt</a> Acesso em: 29 mai. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 02:50:43 UTC</pubDate>
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         <title>Autoatenção e intermedicalidade: noções antropológicas sobre a saúde </title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/2041592618</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Antropologia vem construindo seus próprios paradigmas sobre a saúde, hoje em dia ela é caracterizada pelo pluralismo de saberes que existe no âmbito nacional e regionais que&nbsp; emergem de um contexto sócio-histórico específico, na qual vários saberes médicos e práticas de autoatenção são realizadas por vários grupos sociais. Contudo essas práticas vêm sendo argumentado principalmente pelos antropólogos da saúde, tentando desmistificar a ideia do saber oficial , o biomédico, onde suas práticas e&nbsp; fundamentada em uma visão mecânica e biológica do corpo.<br><br></div><div>São várias as tradições médicas presentes na sociedade, no Brasil, a acupuntura e homeopatia por exemplo, representam tradições validadas e incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), com presença importante nos serviços de saúde. As tradições populares ou étnicas, tais como o catolicismo popular, os rezadores, benzedores, parteiras, entre uma diversidade de curadores, essa multiplicidade médica brasileira conta também com os especialistas em cura pertencentes a grupos étnicos, tais como pajés ou pais de santo, que juntamente torna-se um &nbsp; como recursos importantes para a manutenção da saúde, de determinados grupos sociais.<br><br></div><div>Faz muito tempo que Antropologia vem construindo seus próprios paradigmas sobre a saúde, por incluir várias dimensões que não fazem parte dos saberes médicos oficiais, a ela propõe uma visão alternativa à da biomedicina sobre os processos de saúde/doença, reconhecendo que os saberes locais têm igual importância nos processos de saúde e doença, apesar de serem pouco reconhecidos pela ciência médica. No brasil contamos com uma, diversidade indígena muito grande, a exemplo os indígenas da etnia Munduruku que vivem na Amazônia, ele lutam para manter suas tradições, suas terras, saberes e tradições orais, que são altamente dinâmicos e importantes, com uma capacidade extraordinária saberes através da experiência, que vivem ameaçados e convivem diariamente tentando resistir as&nbsp; barreiras políticas do país. &nbsp;</div><div><br><br></div><div><strong>Referências:</strong><br>SCOPEL, D.; DIAS-SCOPEL, R. P.; WIIK, F. B. Cosmologia e Intermedicalidade: o campo religioso e a autoatenção às enfermidades entre os índios Munduruku do Amazonas, Brasil. Revista Tempus Actas de Saúde Coletiva, v. 6, n. 1, 2012.<br><br></div><h1>FIOCRUZAMAZÔNIA, Lahpsa. Práticas de autoatenção e estratégias comunitárias.Youtube, 26 de mar. de 2021.Disponível em:&lt; <a href="https://youtu.be/vC0v7ww_cSk">https://youtu.be/vC0v7ww_cSk</a> &gt;. 23 de fev.de 2022</h1><div><br><br></div><h1><br></h1>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 02:51:34 UTC</pubDate>
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         <title>Itinerários terapêuticos, projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde</title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/2045199517</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os itinerários terapêuticos propõem a participação dos usuários no seu próprio problema de saúde, na qual, suas experiências singulares são componentes relevantes para traçar e determinar os caminhos para o processo de escolha para seu tratamento. Por se tratar de uma prática clínica, recente e que encontra várias dificuldades principalmente entender como cada indivíduo constroem suas trajetórias para alívio das suas aflições e os elementos que ele utiliza, e a relevância que esses elementos podem influenciar no seu tratamento.<br><br></div><div><br>O processo saúde e doença contém uma diversidade e pluralidade portadores de múltiplos sentidos, de condutas, etiologias, percepções e visões de mundo, com isso, esse processo não deve ser visto como algo sequenciado, ele vem sendo identificado claramente a promoção de rupturas e inovações na prática da saúde. Os usuários podem cumprir as orientações do profissional médico, mas ele fará a escolha final do seu tratamento, buscando outras formas e alternativas de cura.<br><br></div><div><br>&nbsp;Contudo, a busca pelo cuidado à saúde pode ser influenciada por questões culturais, religiosidade e de hábitos tradicionais, de cada usuário, isso demonstra a importância que profissionais da saúde, estarem preparados e sensibilizados, para acolher com essas novas racionalidades, que na maioria das vezes já recorreu aos seu caminhos terapêuticos ,mas que precisa da somar os saberes, com isso, o profissional possa dar continuidade nas ações dos usuários, promovendo humanização&nbsp; do cuidado e integralização na atenção à saúde&nbsp;<br><br></div><div><br>MÂNGIA, E.; MURAMOTO, M. Itinerários terapêuticos e construção de projetos terapêuticos cuidadores. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 19, n. 03, 2008, p. 176-182. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v19i3p176-182">https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v19i3p176-182</a> <br><br>PEDRA, Marcelo, <strong>Projeto Terapêutico Singular. Youtube,</strong> 4 de mai. de 2018<strong>. </strong>Disponível em: &lt; <a href="https://youtu.be/dcC7Uh_zc0I%3e.24">https://youtu.be/dcC7Uh_zc0I&gt;.24</a> de fev. de 2021<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 01:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>laizemoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/laizemoreira1/bqcy1wu6xtuond70/wish/2056210748</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A diversidade de conhecimento e discussões que perpassam pelo componentes Saúde, cuidado e qualidade de vida, foi de extrema valia para mim, ao longo da minha vida pessoal e profissional. Vários temas importantes que fazem parte da nossa sociedade ,formam descuidos pela docente e discente de forma diferenciada, humanizada respeitada e com&nbsp; clareza merecida para esses debates, importante na construção de conhecimentos valioso na nossa construção social e de futuro profissionais, nos quais seremos comprometidos a compreender que as várias culturas, grupos sociais e racionalidades distintas, enfim, que cada indivíduo, tem necessidades distintas quando recorre aos profissionais e serviços de saúde.<br>&nbsp;Agradeço a professora Diana por me oferecer esses momentos de sabedoria!<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-19 04:00:41 UTC</pubDate>
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