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      <title>Favoritos by Saulo Furtado</title>
      <link>https://padlet.com/saulonunesfurtado/Bookmarks</link>
      <description>Criado com uma piscada e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-01 21:20:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-11 22:27:41 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Treinamento de força</title>
         <author>saulonunesfurtado</author>
         <link>https://padlet.com/saulonunesfurtado/Bookmarks/wish/2078806977</link>
         <description><![CDATA[<div>Movimento do video 1 "55 seg." e movimento do vídeo 2 "após 1 min."<br>No exercício rosca direta o músculo agonista vai ser o biceps braquial&nbsp;<br>O músculo antagonista é o triceps braquial<br>O múculo sinergista é o braquiorradial<br>O músculo&nbsp; fixador é o deltoide anterior</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 01:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>Treinamento de força</title>
         <author>saulonunesfurtado</author>
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         <description><![CDATA[<div>Levando em consideração os 1s 15 segundos os tipos de força mais valorizadas no treinamento de força são:<br>Agonistas que são o motor do movimento, produz um movimento contrário a alguma resistência. &nbsp;<br>Antagonista é quem alonga durante o movimento permitindo que o movimento ocorra não tem que ter tensão muscular<br>Sinergista é quem contribui com o movimento.<br>Estabilizador é quem contrai isometricamente e não dinamicamente para estabilizar o movimento, ele evita que determinados movimentos venham acontecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 01:47:32 UTC</pubDate>
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         <title>8 alterações provocadas pelo treinamento de força no organismo humano</title>
         <author>saulonunesfurtado</author>
         <link>https://padlet.com/saulonunesfurtado/Bookmarks/wish/2078808566</link>
         <description><![CDATA[<div>1 - Mudanças agudas que ocorrem nos aparelhos fisiológicos durante a execução do exercício, aumento da frequência cardíaca, do débito cardíaco, da ventilação pulmonar e da temperatura interna em comparação ao estado de repouso, o comportamento dessas variáveis é dependente do tipo de exercício e da dose de esforço.</div><div>2 - Adaptações subagudas como mudanças que ocorrem nos sistemas fisiológicos após o término da execução do exercício. Um exemplo é durante a execução do exercício (Adaptação Aguda), há o aumento do calor dentro músculo devido à contração muscular, ao terminar o exercício, a temperatura interna do músculo não retorna imediatamente para o nível de repouso, mas a temperatura vem diminuindo gradativamente até encontrar o nível de repouso. Essa queda da temperatura interna entre o término do exercício até alcançar o valor de repouso é um exemplo de adaptação subaguda.&nbsp;</div><div>3 - Adaptações crônicas como mudanças morfofuncionais que ocorrem nos sistemas fisiológicos à longo prazo, sendo dependente da somatória de todas as adaptações agudas e subagudas ao longo de um período de semanas, meses ou anos, quando se&nbsp; faz exercício e ocorre aumento da força muscular, isso é uma Adaptação Crônica no Sistema Neuromuscular.&nbsp;</div><div>4 - Nas primeiras 8 semanas de treinamento resistido, ocorre aumento da força muscular independentemente de ocorrer hipertrofia muscular em função da maior ativação elétrica nas fibras musculares durante o exercício.&nbsp;</div><div>5 - Exercício ajuda a diminuir e controlar o peso, diminui o risco de doenças no coração, pressão alta, osteoporose, diabetes e obesidade.&nbsp;</div><div>6 - Melhora os níveis de colesterol sanguíneo, aumenta as taxas do bom colesterol, aumenta a resistência muscular, tendões e ligamentos ficam mais flexíveis.</div><div>7 - Exercício traz bem-estar mental e ajuda a tratar a depressão, alivia o estresse e a ansiedade.</div><div>8 - Combate a insônia, ajudam a produzir serotonina – o hormônio do bem-estar.&nbsp;</div><div>As mudanças fisiológicas que ocorreram tanto na parte funcional (frequência cardíaca, pressão arterial, débito cardíaco, ventilação pulmonar, estimulação elétrica no músculo, etc) ou na parte morfológica (estrutural: hipertrofia muscular, emagrecimento, angiogênese, etc) ao longo do tempo, é dependente da somatória de todas as adaptações agudas e subagudas somadas ao longo do tempo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 01:48:57 UTC</pubDate>
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         <title>Descreva no mínimo 8 alterações provocadas pelo treinamento de força no organismo humano, explicando-as.</title>
         <author>saulonunesfurtado</author>
         <link>https://padlet.com/saulonunesfurtado/Bookmarks/wish/2157614444</link>
         <description><![CDATA[Adaptações neurais que levam ao aumento da força (no SNC)

Frequência cumulativa de disparos sináptcos
Maior excitabilidade neural
Menor inibição pré-sináptica

Adaptações neurais que levam ao aumento da força (no SNP)

Menor participação dos órgãos tendinosos de Golgi
Maior sincronia no recrutamento das UMs
Menor limar de ativação das UMs
Menor coativação dos músculos antagonistas
Maior ativação de outros músculos motores 
Aumento nas dimensões da junção neuromuscular
Aumento do tamanho das miofibrilas (cél. satélites e da via (AMPK/mTOR).
 

A gente pode dividir alterações que são oriundas do sistema nervoso central e outras que ocorrem no sistema nervoso periférico, as que acontecem no sistema nervoso central adaptações neurais que causam aumento de força é uma frequência cumulativa de disparo sinaticos para recrutar unidade motora dessa forma mais pontes cruzadas acontecem simultaneamente e ocorre a maior produção de força máxima, também há um aumento da excitabilidade neuronal o que tornam os neurônios mais propensos a transmitirem ordem de contração que vem do cérebro, sistema nervoso central, também além desse aumento dessa excitabilidade ocorre uma redução da inibição pré-sináptica o que facilita a transmissão da sinapse consequentemente facilita a produção de força, esses três são as principais adaptações neurais ao nível de sistema nervoso central, no sistema nervoso periférico ou seja dos nervos dos neurônios e tudo isso, uma adaptação é a menor participação dos órgãos tendinosos de golgi usamos tendinosos de golgi eles são organelas que estão presentes dentro da fibra muscular ou seja dentro da célula muscular e a função deles é inibir a ação da unidade motora ou seja quanto maior a participação desse órgão tendinoso de golgi mais difícil é para ativar a unidade motora e para transmitir a ordem de contração muscular se a gente reduz a participação  dessas organelas a gente consegue evitar essa inibição e permite que mais unidades motoras possam ser ativadas.
Outra adaptação do sistema nervoso periférico é uma maior sincronia recrutamento das unidades motoras ou seja, acabam sendo recortadas de maneira simultânea isso permite que mais fibras musculares essas fibras que estão conectadas as unidades motoras que contraem ao mesmo tempo e aumenta a capacidade de produzir força. 
Outra adaptação e a redução no limar de ativação das unidades motoras isso faz com que a unidade motora seja ativada com menos esforço, ou seja é necessário uma quantidade menor de acetilcolina para despolarizar membrana celular e causar um potencial de ação muscular transmitindo a mensagem de contração muscular para os sarcômeros, há também uma melhor co-ativação dos antagonistas maior ativação de outros músculos motores primários e secundários que acaba sendo uma consequência de uma melhor sincronia do recrutamento de unidades motoras .  
Há também um aumento nas dimensões da junção neuromuscular,   a junção neuromuscular é exatamente o ponto onde o neurônio se conecta com a fibra muscular, ou seja a área de contato neurônio fibromuscular fica maior, aumento de dimensão isso acaba permitindo maior quantidade de neurotransmissores pré-sinapticos e de receptores pós-sinápticos naquela região e isso permite uma maior liberação de neurotransmissores na membrana plasmática consequentemente aumento potencial de ação muscular também e gera maior contração muscular e mais força, então como podemos perceber os ganhos de força nas primeiras semanas do treino são decorrentes de uma série de melhorias do nosso sistema nervoso central como periférico.

Adaptações estruturais ao treino de força, alterações nas estruturas do tecido nervoso e nas alterações nas estruturas do tecido muscular incluindo o aumento de massa muscular ou seja o processo de hipertrofia.
O aumento de força a nível estrutural ela começa a partir de mais ou menos 6 semanas essas adaptações estruturais elas podem ser tanto do sistema nervoso como no sistema muscular. 

Adaptação do sistema neural porque exatamente na junção neuromuscular que se remete o aumento dessa junção neuromuscular, aumento da área de contato do neurônio com fibra muscular que é a junção neuromuscular é o contato do neurônio a fibra muscular se ela fica maior isso permite uma maior liberação de neurotransmissores na membrana plasmática e consequentemente  um aumento no potencial de ação muscular gerando maior contração muscular e mais força , esse processo de potencial de membrana é potencial de ação contração muscular redução de sarcômeros do motor da tração estrutural do sistema nervoso é que a mais unidades motoras conectadas ao músculo permitindo uma maior quantidade de sinapses aconteçam simultaneamente em diferentes pontos do músculo e que haja portanto maior contração muscular e maior produção de força então em um mesmo músculo mais unidades motoras se conectam e a ele, além dessas adaptações no sistema nervoso a gente tem suas aplicações do sistema muscular que é basicamente o aumento da seção transversal fisiológica ou seja hipertrofia caracterizada por esse aumento na seção transversal fisiológica que ocorre por causa do aumento do tamanho das miofibrilas por meio da ativação das células satélites e da via (AMPK/mTOR). Quanto maior o tamanho das fibras musculares maior angulo de penação desses músculos, quanto maior o tamanho da fibra o maior ângulo de penação esse aumento do ângulo de penação mecanicamente ele pode diminuir a produção de força por exemplo se a gente tem uma fibra muscular nesse sentido e ela contrai ela puxa o músculo para cima porém se ela tá nesse sentido porque várias estão aqui ocupando espaço ela vai puxar nesse sentido então eu preciso fazer mais força para ser puxado para cima que é o sentido do músculo ainda assim por conta de todos os outros processos tanto neurais como estruturais, essa mudança do ângulo de inclinação não costuma ser suficiente para interromper o ganho de força e essa diferença no ângulo de penação acontece muito devagar ou seja o músculo precisa ter hipertrofia bem considerável para alterar o ângulo de penação ao ponto de comprometer a força muscular de maneira significativa porém essa pequena variação no ângulo de penação ela já pode prejudicar a velocidade da contração do músculo e aí sim compromete a produção de força explosiva a taxa de desenvolvimento de força e a taxa de desenvolvimento de potência do músculo 
Outra adaptação estrutural é um aumento na espessura da miosina esse aumento na miosina ele leva um aumento na densidade da fibra muscular porém ainda não há evidência científica do aumento da densidade das pontes cruzadas ou seja ali na região dos miofilamentos embora a miosina fica um pouco mais espessa ela não fica mais densa naquela região pelo contrário ela acaba ocupando mais espaço dentro da fibra muscular o que acaba fazendo com que a fibra muscular fica um pouco maior outra coisa que acontece que o treinamento leva uma hipertrofia preferencial das fibras tipo 2 que são mais fortes, esse aumento preferencial hipertrofia preferencial das fibras Tipo 2 acaba gerando um aumento de força além dessa hipertrofia preferencial há também a possibilidade da fibra muscular mudar de tipo ou seja as fibras do tipo 2x podem alterar suas características de contração muscular de utilização de energia de resistência a fadiga se tornando fibras do tipo 2A , isso pode auxiliar no aumento de força, podemos ver que o treinamento causa rigidez nos tendões embora não seja comprovado por meio de pesquisas científicas acredita-se que essa maior rigidez nos tendões pode ajudar na produção de força muscular uma vez que a força aplicada para ele não é mais afetada pela sua informação é mais ou menos como a gente tentar puxar alguma coisa com elástico quanto mais rígido elástico mais força a gente vai conseguir transmitir para aquele objeto que a gente tá tentando puxar quanto mais mole o elástico ou menos rígido menos força a gente consegue transmitir para o objeto que está sendo puxado e também não é comprovado mas acredita-se que o tecido conjuntivo que envolve os músculos fascículos e as miofibrilas também auxilia na produção de força porque tem mais pontos de apoio para puxar os tendões quando ocorre a contração muscular então uma fibra muscular conforme ela vai ganhando tamanho ela acaba pegando dois pontos de apoio nesse tecido conjuntivo e quando ela contrai os dois pontos puxa o tendão e acontece maior força maior produção de fossa então aumento de força ele pode ser causado por muitas mudanças tanto neurais como estruturais, não é possível controlar e selecionar precisamente quais tipos de adaptações vão acontecer no músculo em decorrência do treinamento pelo menos não em um ambiente tradicional de treino com uma cadeia ainda assim um treinador precisa saber as diferentes mudanças que levam ao aumento da produção de força muscular e precisa entender esses processos para a respeitar os estágios de evolução que seu atleta vai passar mais do que isso ele precisa entender essa adaptações para depois entender o funcionamento dos nutrientes suplementos e fármacos no nosso organismo para entender a lógica por trás dos métodos de treinamento para entender objetivo de causar dano muscular de trabalhar com velocidades mais altas com diferentes tipos de contração enfim esse conhecimento é fundamental para entender a fisiologia do exercício e os efeitos do treinamento em especial o treinamento de força e hipertrofia  
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         <pubDate>2022-04-26 01:24:42 UTC</pubDate>
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