<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Trabalho &quot;Os Lusiadas&quot; by Aluno Matheus Frameschi Fachini</title>
      <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-28 10:38:15 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4da.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253705</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra "Inês de Castro" é um episódio marcante do poema épico "Os Lusíadas", escrito por Luís de Camões. Esse episódio é baseado em uma história de amor trágica e proibida que ocorreu durante o reinado de Dom Pedro I de Portugal, no século XIV.<br><br></div><div>A história trágica de Inês de Castro inspirou muitos escritores e artistas ao longo dos séculos, incluindo o poeta Luís de Camões, que a descreveu em "Os Lusíadas" como uma mulher de grande beleza e virtude que foi cruelmente assassinada por amor. A história de Inês de Castro também é vista como um exemplo de amor romântico e lealdade, e é considerada uma das mais dramáticas da história de Portugal.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253705</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253706</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2059066921/147f41f830bf55a5350d8649e4a28294/5bc3388c_7b7a_4bdb_9331_3a2659851928.jpeg" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253706</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nessa obra, Camões descreve o amor de Inês e Dom Pedro com uma linguagem poética.</title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253707</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"Amar-te mais que a mim, se mais te amasses." - Essa frase expressa o sentimento de entrega total no amor. O eu lírico está disposto a amar o outro mais do que a si mesmo, desde que o sentimento seja recíproco. Ela mostra a intensidade do amor e a disposição para se sacrificar em prol do amado.</em></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253707</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253709</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2059066921/87e05a4efabee0f52e57d2d4ab7cb021/e029b057_720a_4d98_b85e_5e90c169afe1.jpeg" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253709</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253710</link>
         <description><![CDATA[<div>O gigante Adamastor representa os perigos e desafios que os navegadores portugueses enfrentavam no mar, e é um símbolo da natureza indomável e dos mistérios do desconhecido. Quando Vasco da Gama se aproxima dele, o gigante começa a falar, e revela que é um ser que foi transformado em pedra pelos deuses como punição por se opor à sua vontade</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253710</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253711</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Eis que se nos mostra, ali de pé, / Um grande gigante, todo coberto / De uma pele, que foi de serpente vé, / Que, em vida, foi monstro de tal sorte, / Que, na terra, não houve quem não pé / Perdesse, e alma e vida, só de vê-lo, / Tanto medonho e feo era e tão malvado, / Como de humano ser desnaturalizado."</blockquote><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253711</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253712</link>
         <description><![CDATA[<div>No Canto V de "Os Lusíadas", Luís de Camões descreve a viagem de Vasco da Gama rumo às Índias, e uma das passagens mais famosas do poema é a aparição do gigante Adamastor. O gigante é descrito como um ser monstruoso, com um corpo enorme e coberto de rochas, que representa as forças da natureza e os perigos do mar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253712</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253713</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2059066921/9a3354109bdbacf20e6fb6442ace4640/9333d66c_55b0_4a6b_9ae0_427c3d8f9bb2.jpeg" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Embora o tema principal do episódio &quot;Gigante Adamastor&quot; seja a exploração marítima portuguesa, também é possível identificar algumas passagens sobre o amor ao longo da obra.</title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253714</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><blockquote>"Mas se nascido sou da fatal serra,<br>Sufocado das águas da torrente,<br>Por que da vossa vista fico fora,<br>Vendo-vos cá no monte, e ali, na fonte?"<br>(Canto V, estrofe 51)<br><br>Nesta estrofe, o Gigante Adamastor lamenta a sua condição de estar separado daqueles que ama. Ele questiona por que é privado da companhia da ninfa Tétis, sugerindo que sua origem nasceu da serra e das águas turbulentas, mas que gostaria de estar junto dela. Essa frase expressa a dor do amor não correspondido, a sensação de estar excluído do objeto amado.<br><br></blockquote></li></ol><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253714</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253715</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Eu sou aquele oculto e grande Cabo / A quem chamais vós outros Tormentório, / Que, até hoje, do mundo não foi sabo / Se, mais além, há terra ou mar ou rio, / Eu sou aquele fim, a quem chegou / Ulisses, já cansado de sua fama, / E que as colunas de Hércules passou, / Terra e gente vendo de estranha fama."</blockquote><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253715</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253717</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp;"Ó glória de mandar, ó vã cobiça / Desta vaidade a quem chamamos Fama! / Ó fraudulento gosto, que se atiça / C'uma aura popular, que honra se chama! / Que castigo tamanho e que justiça / Fazes no peito vão, que muito ama, / Que, se não for castigo, é desvario, / Que sendo-o, traz consigo o próprio inferno!"</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253717</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253718</link>
         <description><![CDATA[<div>No Canto IV de "Os Lusíadas", Luís de Camões descreve a partida de Vasco da Gama e dos seus companheiros rumo às Índias, e uma das passagens mais famosas do poema é a cena do Velho do Restelo. O Velho do Restelo é descrito como um homem idoso e desiludido, que critica a expedição de Vasco da Gama e questiona as motivações dos portugueses para explorar o mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253718</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253719</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2059066921/9daa9ed67bac78002eeeea996586fb41/7417ea03_0d72_47da_b82e_a9b1edc296dc.jpeg" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253719</guid>
      </item>
      <item>
         <title>No que diz respeito ao amor, a obra &quot;Velho do Restelo&quot; não é predominantemente centrada nesse tema, uma vez que se concentra mais nas aventuras e descobertas dos navegadores. No entanto, há algumas passagens que mencionam o amor.</title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253720</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><blockquote>"Amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente" (Canto I, estrofe 118): Essa frase reforça a concepção do amor como algo invisível e ao mesmo tempo doloroso. Ela sugere que o amor pode causar feridas emocionais profundas, mesmo que não sejam percebidas fisicamente.</blockquote></li></ol><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253720</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253721</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Ó gente ousada e de pouco juízo, / Que, indo por mar, perigos desconhecidos / E altos trabalhos sofre, que, em vós prisos, / Me parece que ides aos perdidos! / Se a tanto me ajudar o engenho e o juízo / Que para isso nasceu de minha mãe, / Não temerei, se a isso me achar frio, / O que pode fazer um homem comum."</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253721</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheusfachini</author>
         <link>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253722</link>
         <description><![CDATA[<div>O Velho do Restelo representa a crítica à ambição excessiva dos portugueses em explorar o mundo e conquistar novos territórios, questionando se essa busca por riquezas e poder é justificável ou moralmente correta. Ele expressa preocupação com o sofrimento e a violência que a exploração pode trazer, e questiona se os portugueses têm o direito de impor sua vontade a outras culturas e povos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-01 22:57:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusfachini/bpc5p4sei7bjm6cq/wish/2612253722</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
