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      <title>PPM - Atividade 6 by João Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6</link>
      <description>27 de outubro de 2017</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-25 11:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201131704</link>
         <description><![CDATA[<div>António Magalhães A79659<br>Catarina Martins A78776<br>Daniela Dias A77253<br>Tânia Cunha A79055<br><br>Logo à saída da sala fomos confrontados com vários jovens a usar dispositivos móveis. No entanto, o que despertou mais a nossa atenção foi uma jovem que se encontrava sozinha a mexer no telemóvel (provavelmente a consultar as redes sociais). O facto de estar sozinha faz com que a utilização do dispositivo tenha,por sua vez, uma função de companhia. Ja no bar do Cp2, a maioria das pessoas estavam em grupos, contudo a maior parte estava no seu telemóvel nas redes sociais, o que demonstra uma certa individualidade, pois apesar de estarem rodeados uns pelos outros não comunicam. No bar havia também duas pessoas que se encontravam no computador e verificamos que essas duas pessoas estavam a fazer um trabalho para a universidade. <br> Sentados no cp2, também verificamos que existiam várias pessoas a usar o telemóvel para ouvir música e uma outra para realizar uma chamada, todas estas sentadas lado a lado. <br> Desta forma, podemos concluir através da nossa observação que muitas pessoas apesar de estarem em grupo, os meios de comunicação que possuem ao seu dispor acabam por condicionar a forma como estes se relacionam. No entanto, esse condicionamento provocado por exemplo, pelos telemóveis nem sempre trás efeitos negativos porque isso pode ser visto como uma atitude normal dentro do grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 09:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 9</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201132061</link>
         <description><![CDATA[<div>Sara Bouza Blanco (E7846)<br>Paula Alfonso Durán (E7845)<br>Miriam Nadal Gimeno (E7841)<br>Paula Muñoz Gonzalo (E7840)<br><br> Durante o intervalo, visualizamos como as pessoas usaram o computador de forma diferente. Em primeiro lugar, passamos pela cafeteria do CPII, onde em 2 mesas diferentes, havia duas pessoas, que não tinham nenhuma relação, usando o computador. Em um momento de aproximação, fomos investigar o que eles estavam usando este meio de comunicação, um deles estava fazendo um trabalho, acreditamos, a influência do "neuromarketing". A segunda pessoa, estava usando o computador como uma maneira de se divertir, já que ele estava jogando um jogo para os Sims.<br><br>Nós deixamos o CPII e nos dirigimos ao complexo da biblioteca, para nossa surpresa, fora um grupo de pessoas, onde um deles estava com o computador, não vimos como foi usado. Nós entramos no prédio para ver como as pessoas o usavam. Estávamos conscientes de que, neste edifício, há computadores para procurar informações relacionadas à biblioteca e as informações nele, bem como computadores para estudantes para consultar qualquer coisa. No último caso, duas pessoas estavam usando esse serviço para buscar informações sobre seus estudos.<br><br>Chegamos à conclusão de que o computador pode ser usado para situações múltiplas, dependendo da necessidade de cada pessoa, tornando esta tecnologia essencial hoje, para resolver um problema relacionado à falta de informação, entretenimento, conhecimento ... </div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 15</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201132830</link>
         <description><![CDATA[<div>Diana Alves A75968<br>Regina Sampaio A78548<br>Susana Nevado A79134<br>Vera Monteiro A77706<br><br>Ao observar diversas pessoas durante o intervalo, verificamos que a maioria das pessoas estava a utilizar o telemóvel isoladamente. Vários dos exemplos que fomos observando são:<br>1. Um senhor que estava a usar o telemóvel porque estava sozinho sendo o telemóvel uma forma de companhia que ele não tinha e um modo de se isolar para ninguém o incomodar.<br><br>2. Vimos também um grupo de cerca de oito pessoas em que apenas uma estava a usar telemóvel. Apesar de ser a única a utilizar o dispositivo, as outras pessoas não pareciam sentir-se incomodadas porque não os afeta diretamente e porque já é tido como um comportamento normal, que as pessoas já não estranham. Consideramos que as pessoas têm tendência a sentir-se mais incomodadas quando o grupo é pequeno e o uso do telemóvel causa um silêncio constrangedor.&nbsp; Neste caso achamos que a audiência é privada porque a pessoa que está a usar o dispositivo não está a partilhar impressões com o resto do grupo.<br><br>3. Encontramos ainda um grupo que se distingue das outras observações, por ser um grupo que estava a utilizar os telemóveis, mas a partilhar a experiência umas com as outras, sendo que aqui a audiência é pública.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo ZzZ</title>
         <author>tiagomiguelsoaresgoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201132985</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de uma caminhada até a Montalegrense, reparámos que maioritariamente quem caminhava sozinho é que utilizava o telemóvel. Na pastelaria reparámos que, nas mesas em que tinham mais do que uma pessoa, não eram utilizados meios de comunicação (telemóvel, jornais, etc). Excepcionalmente, havia uma mesa onde estavam duas jovens na conversa e, uma delas estava com o telemóvel, provavelmente a consultar uma rede social e uma outra mesa com 3 raparigas, em que todas elas estavam com cadernos na mão (provavelmente a estudar), e de vez em quando consultavam o telemóvel (talvez procurando notificações ou vendo as horas). Por sua vez, quem estava sozinho na mesa (2 casos avistados), estava com o telemóvel na mão a consultar algo. Foi também avistado um rapaz sentado debaixo de uma árvore a ler um livro.<br>Vimos ainda uma carrinha com publicidade, quer visual quer sonora. A pessoa que estava responsável por essa carrinha, que tinha na mão flyers para distribuir, estava ao telemóvel. Isto chamou-nos a atenção por ser uma espécie de "multitasking".</div><div>Podemos assim referir que o meio de comunicação mais utilizado é o telemóvel, e que este tem dois usos primordiais: ocupar o tempo quando se está sozinho e servir como "ruído de fundo".<br><br>Tiago Gonçalves<br>Maria João Castro<br>Aires Walter dos Santos<br>Daniela Fonseca<br>Inês Vale<br>Helena Soares<br>Sara Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:06:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 17</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201134005</link>
         <description><![CDATA[<div>Daniel Monteiro, nº79062<br>Mariana Pires, nº74717<br>Renata Vilaça, nº77690<br><br>O nosso grupo optou por observar o uso e práticas mediáticas desde a sala de aula até ao bar do complexo pedagógico II. Nestes espaços, recolhemos exemplos dos seguintes comportamentos: o uso de telemóvel por indivíduos que se encontram sozinhos, e em contexto de grupo; o uso de telemóvel simultâneo ao uso de outras tecnologias, tais como o computador; o uso do telemóvel como fonte de informação, em detrimento dos meios tradicionais tais como o jornal. Nos dias de hoje, os usos do telemóvel tanto podem resultar no isolamento dos seus utilizadores, como servir como pretexto para a interação social. Em concreto, observamos uma rapariga que, estando a conviver em grupo, se apartou dos colegas para utilizar o seu telemóvel: mesmo partilhando um espaço comum, o facto de o telemóvel permitir uma audiência privada motivou a individualização da sua utilizadora. Por outro lado, na fila do bar, um senhor mostrava o ecrã do telemóvel à pessoa que se encontrava ao seu lado, conversando sobre o que ambos estavam a observar. Para além disto, reparamos que o estudo dos alunos é pautado pela omnipresença do telemóvel (mesmo estando a trabalhar no seu portátil, interrompem frequentemente o que estão a fazer para verificar o telemóvel) e que os alunos não fazem uso dos jornais disponibilizados gratuitamente no bar, recorrendo ao telemóvel para ler notícias.&nbsp;Em conclusão, o telemóvel conquistou audiências e é visto como uma necessidade básica no nosso dia-a-dia.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:11:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 - Uso e práticas mediáticas no quotidiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201134008</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Sofia Simões Martins, A77765<br>Margarida Varajão Barbosa, A77202<br>Marta Alexandra Teixeira, A78420<br>Sara Almeida Segadães Duarte, A77031<br><br>De acordo com os temas abordados em aula acerca dos usos e das práticas mediáticas no quotidiano, decidimos ir para as redondezas do CPII para observar estes comportamentos em situações práticas.<br>Observamos então as mais variadas situações, sendo até raras as pessoas que no tempo em que foram observadas não interagiram de alguma forma com o telemóvel, porém houve alguns casos que nos chamaram mais a atenção: observamos um Homem, mais velho, que passou o tempo todo do nosso intervalo a fazer uma chamada; observamos também uma rapariga que estava a estudar com o auxílio do telemóvel (presumimos isto porque olhava para este e escrevia numa folha de papel em seguida); e por fim, o caso mais interessante, e que decidimos tentar perceber de maneira mais aprofundada, foi um grupo de pessoas que conversavam entre si, porém todas elas estavam a interagir com o telemóvel e isso não parecia interferir com a conversa que mantinham.<br>Então, as conclusões que retiramos dessa última situação é que os media, de alguma maneira, estão a permitir que os indivíduos do grupo sintam um caráter coletivo de pertença a uma audiência, que tenham maior significação social e partilhem a mesma experiência; neste caso achamos que os media estão a servir para manter padrões de conversação e a facilitar, de certa forma, a comunicação, em geral entre os indivíduos do grupo - pode estar a servir como pretexto ou tema de conversa, ou pode até a estar a servir de ilustração da experiência (opiniões e posições). <br>Assim, chegamos à conlusão que os media podem ter as mais variadas funções, tais como a procura de informação, entretenimento ou a integração e interação social, sendo esta última bastante visível em situações como a que analisamos aqui anteriormente, que se estão a tornar cada vez mais habituais e aceites nas sociedades dos dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:11:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 11</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201134010</link>
         <description><![CDATA[<div>Carla Gonçalves a77661<br>Flávia Vilas Boas a78973<br>Hugo Pereira a78008<br>Joana Gonçalves a76132<br>Mónica Sampaio a76389<br><br><br>Tendo em conta os assuntos abordados em aula acerca dos usos dos meios de comunicação, saímos à rua com o objetivo de perceber de que forma é que as pessoas utilizam os diferentes meios, qual o seu objetivo ao utilizá-los e em que contexto. Encontramos, ao longo do nosso percurso, essencialmente jovens e praticamente todos eles utilizavam o telemóvel, de várias formas diferentes. Pudemos perceber que muitos deles andavam com o telemóvel na mão, mesmo não o estando a utilizar, o que nos faz crer que a presença deste dispositivo por vezes é desnecessária, mas por hábito, andamos sempre com ele. <br>Focamo-nos em jovens que se encontravam sozinhos, no entanto, todos eles acompanhados do seu telemóvel. Pudemos ver que utilizavam o telemóvel como forma de companhia enquanto comiam, esperavam alguém ou enquanto caminhavam. Enquanto almoçava, uma jovem, utilizava o telemóvel para ver vídeos no YouTube. Outro jovem que se encontrava sozinho aproveitava o seu tempo a sós com o telemóvel para jogar. Por fim, avistamos algumas pessoas que aproveitavam os últimos momentos antes de entrarem nas salas de aula para atualizarem as suas redes sociais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:11:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Usos e práticas mediáticas no quotidiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201134550</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Maria Dinis<br>Ana Rita Martins<br>Carolina Ribeiro<br>Inês Paredes<br>Mariana Prata<br><br>Consideramos que, hoje em dia, o uso excessivo de dispositivos móveis podem contribuir para o isolamento das pessoas. Exemplo disso é o ambiente que se vive num autocarro, onde apenas os mais velhos conversam, sendo que os jovens (nós incluídas) estão invariavelmente a olhar para o ecrã do telemóvel e/ou com os auriculares nos ouvidos. Há conversas para o lado, quando se está acompanhado de amigos, mas hoje tirar um telemóvel e refugiar-se nele é quase um instinto, uma forma de não cairmos em conversas ou olhares indesejados de estranhos, que nos deixam desconfortáveis. É automático, socializar tornou-se difícil e uma conversa com um estranho é tempo que não podemos (e, muitas vezes, não queremos) tirar ao nosso tempo, tão preenchido pelas mil tarefas para fazer e as músicas, vídeos, notícias e conteúdos das redes sociais que sentimos necessidade de absorver.<br>Nas cidades grandes, o fenómeno do isolamento é especialmente visível. As pessoas consultam o telemóvel com mais frequência com que há uns anos olhariam para o relógio (função que agora é maioritariamente dos telemóveis), às vezes fazem caminhos inteiros, atravessam passadeiras com os olhos colados no ecrã. São instrumentos de comunicação, de trabalho, de lazer. E somos cada vez mais dependentes dele, como podemos observar quando vemos grupos de amigos, sentados juntos numa mesa de café, a olhar cada um para o seu telemóvel, para o seu mundo. São comportamentos cada vez mais individualizados, que vão substituindo atividades como ver televisão em conjunto. Elas existem nos espaços públicos e estão ligadas, mas nenhum grupo lhe dedica a sua atenção coletiva (nem a nenhuma outra).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201135145</link>
         <description><![CDATA[<div>Alice Carvalhais E7912<br>Ana Leite A79204<br>Ana Longras A78721<br>Ana Luís A75430<br>Bruna Araújo A78366<br>Marcos Renosto E8104<br><br>Numa observação cuidada entre o CPII e a Montalegrense, foi possível observar as seguintes tendências:<br><br>• Utilização de dispositivos móveis maioritariamente para uso das redes sociais e ouvir música;<br>• Maior utilização de dispositivos móveis por pessoas que se encontram sozinhas;<br>• Maior utilização de dispositivos móveis por pessoas mais velhas;<br>• Mesmo sem estarem a utilizar, a maioria das pessoas carrega dispositivos móveis nas mãos;<br>• Ninguém olha para os mapas da universidade, exceto pessoas estrangeiras;<br>• Ninguém olha para as revistas/jornais nos quiosques, exceto pessoas de mais idade.<br><br><br>É possível se pensar que as pessoas que estão sozinhas utilizam os telemóveis como forma de contacto externo, o que “evita” o sentimento de solidão, pelo menos superficialmente. As pessoas acompanhadas preferiam conversar entre si, e utilizar os dispositivos apenas para usos mais pontuais, como mostrar algo aos colegas ou checar algo. No geral, houve mais tendência a usar as redes sociais, enquanto que apenas uma pessoa estava utilizando o telemóvel como forma de se ler notícias. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:19:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 13</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201135999</link>
         <description><![CDATA[<div>Diogo Agapito, A76860<br>Fábio Moreira, A78282<br>Filipe Melo, A77171<br>Stèphanie Gonçalves, A79249<br><br>Durante o período de intervalo, dirigimo-nos ao bar do ICS, no qual podemos presenciar o seguinte episódio:<br>Duas jovens estudantes universitárias que, à primeira vista, conseguimos perceber que tinham uma relação de amizade uma com a outra, mantinham cada uma o seu mundo reduzido a um uso permanente do smartphone. Após algum tempo, as duas jovens começaram a interagir uma com a outra, porque uma delas disse que tinha ficado sem internet no smartphone. Pondo isto, concluimos que o acesso à internet é um dos maiores fatores do uso sistemático dos smartphones, bem como a presença contínua nas redes sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:24:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 (Alexandra Beça, Daniela Monteiro, Daniela Caroça, Dulce Loureiro e Márcia Fernandes).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201136823</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dispositivos móveis e em especial os telemóveis, parecem ter-se transformado num prolongamento do nosso corpo. O próprio meio utilizado para a execução desta tarefa, foi o telemóvel, usando-o, desta vez, como um prolongamento da nossa mente.&nbsp;<br><br>O conjunto de pessoas que observamos, usava, na sua maioria, um telemóvel, tanto em grupo, como individualmente. Enquanto caminham, enquanto tomam um café, enquanto lancham, conversam, estudam, fumam e exercem as suas tarefas profissionais (funcionários da Universidade), os indivíduos estão a utilizar o telemóvel - ouvindo música (com phones e headphones, numa tentativa de se refugiarem do mundo e não serem incomodados), respondendo a mensagens, fazendo chamadas, vendo as suas redes sociais -, bem como o computador e o tablet.&nbsp;<br><br>Para além disto, assistimos a um casal de namorados, que de mãos dadas carregava na mão livre o seu dispositivo, acabando por desprender as mãos para atender uma chamada ou participar numa mensagem de grupo. Assim, demonstram-nos uma realidade importante e preocupante: as pessoas acabam por estar ausentes na sua própria presença... Mas também por viajarem para um lugar longínquo, através da tecnologia, onde de momento não poderiam chegar fisicamente, denotando que a tecnologia pode ter fins tanto positivos, como negativos.&nbsp;<br><br>A individualização é também notória. As pessoas ficam para trás, enquanto vão teclando, ao passo que os seus colegas se vão distanciando, e em grupo, sobretudo os jovens, acabam por se afastar e se fechar no seu próprio mundo. Até uma simples ida a casa de banho implica "levar o telemóvel atrás".&nbsp;<br><br>É de realçar que em 30 minutos de uma observação pormenorizada, não foi visível uma única pessoa a ler jornais ou revistas em papel e, foi muito escasso, ver trocas de carinhos, de sorrisos e de beijos, demonstrando que o universo tecnológico se sobrepõe a relação interpessoal.&nbsp;<br><br>A própria máquina de vending foi trocada por uma outra mais interativa, que nos envia sorrisos.&nbsp;<br><br>Relacionando com a matéria lecionada em aula, constatamos que os dispositivos analisados podem ter diferentes funções, tais como a procura de informação ou entretenimento e a integração e interação social (sobretudo através das redes sociais).&nbsp;<br><br>Em suma, todos estes dados nos conferem que, de facto, tal como nos dizia McLuhan, "O [próprio] meio é a mensagem", tendo consequências e impactos na vida quotidiana de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:29:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201137672</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Sofia Oliveira a78661<br>Bárbara Carvalho a79198<br>Marta Fernandes a77264<br>Marta Dias a79121<br><br>Tema: o sinal nas paredes dos corredores da UMinho a apelar ao silêncio.<br>A função do sinal (que é abundante nos corredores) é manter um ambiente silencioso de forma a não perturbar as aulas que estão a decorrer e não os colegas que estão a estudar, visto que se trata de um estabelecimento educacional e civilizado.<br><br>No entanto, o sinal não cumpre a função pretendida, como se pode observar pela gravação, pois o ambiente verificado é barulhento e desorganizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:34:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201138261</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Patrícia Magalhães A79054<br>Andreia Miranda A78401<br>Filipa Castro Gomes A78604<br>Inês Lopes&nbsp;A76930<br>Joana Lopes Ferreira A79052<br><br>Escolhemos um meio presente no parte exterior do Gabinete de Apoio ao Aluno (GAA), para fugir um pouco do telemóvel, que é um meio mais evidente. Optamos então por falar sobre estes dois ecrãs, que são acessíveis a todos, em que um é dedicado à transmissão de trailers ou programação de eventos, por exemplo do Theatro Circo, e outro à publicitação de atividades da AAUM.<br>&nbsp;A audiência deste meio é pública, já que é acessível a todos. O seu uso estrutural é ambiente, criando um "ruído" de fundo para os estudantes, já que vai passando as mesmas informações, intermitentemente, durante o dia.&nbsp; Os ecrãs são também um facilitador comunicacional, criando um tema de conversa, e criadores de aprendizagem social, disseminando informação, principalmente de cariz cultural, sendo estes os seus usos relacionais. No que toca à geografia de consumo, é visto como uma atividade secundária, no sentido em que ninguém para muito tempo para ver aquilo ou sai do seu grupo de amigos para ficar a assistir. Este meio tem, pelo contrário, uma força centrípeta, juntando as pessoas à sua volta.&nbsp;<br>Ocupa uma função de mobilização (esfera cultural), de informação (faz os outros tomarem conhecimento das comunidades mais próximas e da sociedade em geral) e cria integração e interação social.<br>Os fatores que condicionam o uso dos media são disponibilidade de conteúdos: formatos e géneros específicos oferecidos e promoção e autopromoção: publicidade, imagem e marketing dos produtos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ppm1718/atividade6/wish/201138414</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:39:26 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 12</title>
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         <description><![CDATA[<div>Adriana Ribeiro a78411<br>Ana Rita Pereira a78490<br>Ana Sofia Vale a79104<br>Carina Fernandes a76890<br>Micaela Costa a77146<br><br>     A forma como as pessoas utilizam os medias tem variando ao longo do tempo, criando assim diferentes realidades.</div><div>Ainda muitos estereótipos relativamente à forma como as pessoas utilizam os medias, como por exemplo, quando na rua vemos alguém ao usar o telemóvel, partimos do sobreposto que estão isoladas quando, na realidade não sabemos se não há uma pessoa do outro lado do ecrã do <em>smartphone</em>.</div><div>     Partindo da atividade proposta pelo professor, analisamos várias situações ao longo do campus da Universidade. Foram vários os exemplos que encontramos acerca do uso do telemóvel, tendo todos os exemplos deste serem de uso individual. Inclusive encontramos um senhor com um bebé ao colo prestando mais atenção ao dispositivo móvel.&nbsp; O uso mais frequente que usamos foi precisamente este: o contacto com o telemóvel.</div><div>     Seguidamente, analisamos situações como: a partilha de um livro na biblioteca entre duas pessoas; a partilha de uma folha de matéria em discussão entre dois jovens; um estudante a ler um jornal e pessoas em contacto com as máquinas de venda automáticas.</div><div>Centrando a nossa análise no caso do estudante a ler o jornal, observamos que estava a ser um uso individual (audiência privada), podendo ser de função individual informativa ou de entretenimento. Em termos das funções sociais dos media, o jornal está a desempenha uma função informativa ao proporcionar o conhecimento de notícias a nível local, regional, nacional e internacional ao leitor. Por outro lado, também se pode inscrever na função social de entretenimento, pois os jornais englobam jogos e conteúdos mais “cor-de-rosa”. Contrariamente àquilo que era expectável: aceder ao jornal através do telemóvel. Esta utilização pode ter por base um escape à realidade social e ser considerado uma forma de aprendizagem social, uma vez que difunde informação. Podemos considerar também, em termos da geografia de consumo, que é um consumo de atividade primária porque o espaço visa o consumo.&nbsp; Sendo a biblioteca um local de pesquisa e estudo, o próprio espaço facilita o acesso aos jornais, uma vez que estão disponíveis neste local. Isto, leva-nos aos fatores que condicionam o uso dos media (do lado dos media), estando este último exemplo relacionado com a acessibilidade. Do lado das audiências, aquilo que poderia ter levado o jovem a ler o jornal pode estar relacionado com vários fatores, desde as suas práticas culturais, habilitações académicas, ou até mesmo a idade, género e gostos pessoais.&nbsp;</div><div>     Este foi o exemplo que decidimos analisar com maior atenção, pois hoje em dia é algo mais incomum, uma vez que os fluxos noticiosos correm mais rapidamente pelo online, o que faz com que o leitor possa acompanhar, de forma atualizada, o desenvolvimento das notícias (não esquecendo a possibilidade de atualizações). Outra observação recai sobre o facto de as notícias “estarem” no nosso bolso. Então, porquê nos deslocarmos a um local para ler um jornal, quando o podemos fazer à distância de um <em>click</em>?</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-27 10:39:27 UTC</pubDate>
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