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      <title>Diásporas e migrações forçadas-7A by Júlio César Garcia</title>
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      <description>Para onde vamos?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-10 11:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Gomes de Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O comércio de escravos foi responsável por inúmeras transformações nas sociedades africanas. Além do impacto demográfico já analisado por vários autores, e de seus desdobramentos na economia colonial, a migração forçada de milhares de pessoas também foi responsável por transformações políticas nos reinos e potentados que atuavam no fornecimento de escravos para o mercado atlântico.<br>A escravidão já era uma prática comum entre vários grupos de africanos, mas possuía significados diferentes daquele que posteriormente passou a predominar no cativeiro americano. Entre os povos de origem banto, a escravidão representava uma alternativa para a aquisição de mão-de-obra, além de ser uma forma de aumentar o séquito das autoridades locais. Entre esses africanos, a extensão do poder político era medida pelo número de pessoas que compunham seu séquito, não importando a extensão territorial de suas propriedades. Obter escravos representava, portanto, uma forma de reconhecimento da soberania político de reis e demais autoridades bantos.<br><br></div><div>Fonte: <a href="https://periodicos.ufrn.br/mneme/article/viewFile/835/773">https://periodicos.ufrn.br/mneme/article/viewFile/835/773</a><br><br><br></div><div>. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-10 11:59:12 UTC</pubDate>
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         <title>Davi França Cavalca da Silva</title>
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         <pubDate>2017-06-10 12:10:09 UTC</pubDate>
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         <title>Davi França Cavalca da Silva</title>
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         <pubDate>2017-06-10 12:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Débora Santos Resende</title>
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         <description><![CDATA[<var><strong><em>Diásporas judaica</em></strong></var><div><br><strong>Primeira Diáspora: </strong>iniciada em 586 a.C., quando o imperador babilônico Nabucodonosor II conseguiu invadir o reino de Judá, destruindo Jerusalém e deportando os judeus para a <a href="http://www.estudopratico.com.br/a-historia-da-mesopotamia/"><strong>Mesopotâmia</strong></a> (alguns migraram para vários países do Oriente). Esses judeus deportados continuaram com suas práticas e seus costumes religiosos, misturados com outros costumes herdados dos babilônicos. Todo esse processo de adaptação dos judeus no território babilônico fez com que o hebraico começasse a perder sua importância, dando lugar ao aramaico, que tornou-se a língua comum.</div><div><strong>Segunda Diáspora:</strong> a segunda diáspora aconteceu bem depois da primeira, no ano 70 d.C. Ocorreu porque os romanos destruíram Jerusalém, “obrigando” os judeus a irem para outros países da Ásia Menor, África ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas no Leste Europeu ficaram conhecidas como “Asquenazi” e as que se estabeleceram ao Norte da África (“Sefardins”), migraram para a Península Ibérica. Com o século XV, veio o grande crescimento do cristianismo – que tomava proporções inesperadas –, fazendo com que migrassem para os Países baixos, Bálcãs, Turquia, Palestina e, influenciados pela colonização europeia, chegaram ao continente americano.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-10 12:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Gomes de Oliveira</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O processo de migração internacional pode ser desencadeado por diversos fatores: em consequência de desastres ambientais, guerras, perseguições políticas, étnicas ou culturais, causas relacionadas a estudos em busca de trabalho e melhores condições de vida, entre outros. O principal motivo para esses fluxos migratórios internacionais é o econômico, no qual as pessoas deixam seu país de origem visando à obtenção de emprego e melhores perspectivas de vida em outras nações. Conforme relatório de desenvolvimento humano de 2009, realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), aproximadamente 195 milhões de pessoas moram fora de seus países de origem, o equivalente a 3% da população mundial, sendo que cerca de 60% desses imigrantes residem em países ricos e industrializados. No entanto, em decorrência da estagnação econômica oriunda de alguns países desenvolvidos, estima-se que em 2010, 60% das migrações ocorram entre países em desenvolvimento. Os principais destinos da migração internacional são os países industrializados, entre eles estão: Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e as nações da União Europeia. Os Estados Unidos possuem o maior número de imigrantes internacionais – dos 195 milhões, 39 milhões residem naquele país. A migração internacional promove uma série de problemas socioeconômicos. Em face das medidas tomadas pela maioria dos países desenvolvidos no intento de restringir a entrada de imigrantes, o tráfico destes tem se intensificado bastante. No entanto, esses mesmos países adotam ações seletivas, permitindo a entrada de profissionais qualificados e provocando a ―fuga de cérebros‖ dos países em desenvolvimento, ou seja, pessoas com aptidões técnicas e dotadas de conhecimentos são bem-vindas. Outra consequência é o fortalecimento da discriminação atribuída aos imigrantes internacionais, processo denominado ―xenofobia. <br>Fontes: <a href="http://www.ufjf.br/pur/files/2011/04/MIGRA%C3%87%C3%83O-NO-MUNDO.pdf">http://www.ufjf.br/pur/files/2011/04/MIGRA%C3%87%C3%83O-NO-MUNDO.pdf</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-10 12:24:25 UTC</pubDate>
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