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      <title>Ética de Stuart Mill by Nuno Rocha (2023/EBSAS/10E)</title>
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      <description>Gabriel Monteiro nº8 Nuno Rocha nº21</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>A ética de Mill: o princípio da utilidade</title>
         <author>22160_91</author>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tese</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>O que determina a moralidade de uma ação são as consequências da ação. A ação correta é aquela que, tendo em conta as alternativas, resulta numa maior felicidade geral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>O consequencialismo de Mill é utilitarista</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>O consequencialismo de Stuart Mill é classificado como utilitarista porque se baseia na ideia de que a moralidade de uma ação é determinada por suas consequências, especificamente pelo bem-estar geral ou felicidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Princípio da utilidade ou da maior felicidade</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Princípio da Utilidade</strong>: Este princípio afirma que a moralidade de uma ação é determinada por sua capacidade de promover a maior quantidade de felicidade ou prazer e a menor quantidade de dor ou sofrimento para o maior número de pessoas.</p></li><li><p><strong>Princípio da Maior Felicidade</strong>: Este é outro nome para o princípio da utilidade e destaca a ideia à cerca da felicidade total.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Promoção imparcial da felicidade </title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>A promoção imparcial da felicidade é um conceito central no utilitarismo, especialmente no pensamento de John Stuart Mill. Este conceito implica que, ao tomar decisões morais, deve-se considerar o bem-estar de todos os indivíduos afetados de maneira igual, sem dar preferência injustificada a qualquer pessoa, incluindo a si mesmo.</p><p>Exemplo: Quando um professor vai dar as notas a dois alunos diferentes sendo que um deles é o seu aluno favorito e o outro é um aluno que o professor não gosta tanto, ou seja o professor tem que ser imparcial ao dar nota dando a nota que eles merecem, deixando de lado as emoções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Há dois tipos de prazeres: superiores e inferiores.</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Prazeres superiores</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>Prazeres superiores são aqueles que envolvem capacidades intelectuais, morais e estéticas mais elevadas. Eles são qualitativos e não apenas quantitativos.</p><p>Exemplo: Quando eu recebo uma boa nota após ter estudado muito, devido ao meu esforço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Prazeres inferiores</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>São prazeres sensoriais ou físicos. Embora esses prazeres sejam importantes, Mill argumenta que eles são de uma qualidade inferior.</p><p>Exemplo: O prazer de poder descansar depois de um dia longo de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a felicidade para Mill?</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>O hedonismo de Mill diz que o prazer (ou felicidade) é o único bem, enquanto a dor (ou sofrimento) é o único mal. Todas as outras coisas são valiosas ou desejáveis na medida em que promovem prazer ou evitam dor</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade dos prazeres≠quantidade.                           «É melhor ser um ser humano insatisfeito do que um porco satisfeito; é melhor ser Sócrates insatisfeito do que um tolo satisfeito. E se o tolo ou o porco têm uma opinião diferente é porque só conhecem o seu próprio lado da questão. A outra parte da comparação conhece ambos os lados.»John Stuart Mill</title>
         <author>22160_91</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para John Stuart Mill é preferível ser uma pessoa insatisfeita, que procura prazeres intelectuais e "superiores", ao invés de um porco que apenas procura um tipo de prazer inferior, em que a profundidade e a qualidade dos prazeres que pode experimentar são de menor qualidade de vida. O mesmo serve para o caso de Sócrates, em que para Mill é melhor ser uma pessoa insatisfeita com uma vida mais valiosa e significativa do que alguém que vive satisfeito na ignorância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Criticas à ética de Mill</title>
         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071262</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>1-Argumento do bode expiatório (o utilitarismo pode conduzir a consequências moralmente inaceitáveis.)</title>
         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071264</link>
         <description><![CDATA[<p>O argumento do bode expiatório é uma crítica ao utilitarismo em que a felicidade total pode levar a ações moralmente inaceitáveis. Este argumento afirma que o utilitarismo pode justificar sacrificar injustamente os direitos de um indivíduo ou um pequeno grupo para beneficiar a maioria.</p><p>Exemplos:</p><p>Um crime horrível ocorre em uma pequena cidade, causando pânico e ansiedade entre os moradores. A polícia não consegue encontrar o verdadeiro culpado, mas encontra um suspeito que, embora inocente, pode ser facilmente incriminado. Para Mill, o correto seria incriminar o inocento para acalmar a população já que este prioriza a felicidade da maioria. O problema moral deste caso seria o facto de ter culpado e prendido um inocente.</p><p><br></p><p><br></p><p>Suponha que cientistas acreditem que podem desenvolver uma cura para uma doença mortal realizando experimentos invasivos em prisioneiros sem o seu consentimento. Esses experimentos têm uma alta probabilidade de sucesso, mas causarão sofrimento e possivelmente a morte dos prisioneiros. Segundo Mill, deveriam fazer os testes para salvar milhões de pessoas e a deixariam mais felizes. O problema moral seria o facto de estarem a utilizar prisioneiros, que, apesar de serem prisioneiros, não deixam de ter escolhas e direitos morais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>2-A ética utilitarista é demasiado exigente: será que podemos ser felizes se estivermos constantemente a sacrificar os nossos projetos em prol da felicidade da maioria?</title>
         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071265</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa é uma preocupação comum levantada em relação à ética utilitarista. O utilitarismo, em sua forma clássica, defende que devemos agir de forma a maximizar a felicidade ou o bem-estar total, buscando o maior benefício para o maior número possível de pessoas. Isso pode implicar em sacrificar os interesses individuais em prol do bem comum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3-A impossibilidade de estarmos constantemente a calcular as consequências das nossas ações. </title>
         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071268</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das críticas ao utilitarismo é a impossibilidade prática de calcular constantemente as consequências de nossas ações, especialmente em situações complexas e com múltiplos resultados possíveis. Esta crítica aborda as dificuldades práticas e epistemológicas de aplicar o utilitarismo em nossas vidas diárias.</p><p>Exemplo:Uma empresa decide implementar uma nova política de trabalho remoto para melhorar a satisfação dos funcionários e aumentar a produtividade. Embora os resultados imediatos possam parecer positivos, as consequências a longo prazo, como o impacto na cultura organizacional, nas relações de trabalho e na colaboração, são difíceis de prever com precisão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>4-Argumento da máquina de experiências (Robert Nozick)
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         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071269</link>
         <description><![CDATA[<p>Ligar-te-ias? Não, porque para mim, prefiro estar insatisfeito mas saber que estou a viver a minha vida ao invés de estar preso nos meus pensamentos em que não estou a viver nem sentir o prazer do mesmo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>A felicidade é o bem último e tem valor intrínseco </title>
         <author>22160_91</author>
         <link>https://padlet.com/22160_91/bmstekb9gyvsg7ln/wish/3010071270</link>
         <description><![CDATA[<p>O dinheiro (e outras coisas) têm apenas valor instrumental...</p>]]></description>
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