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      <title>Meu Blog de Filosofia!  by Anabela Silva</title>
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      <description>Feito com ♥</description>
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      <pubDate>2018-10-02 22:49:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div> Olá, meu nome é Anabela, tenho 16 anos e sou do 11ºB da Escola Secundária da Ribeira Grande. E este padlet é sobre a disciplina de Filosofia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 23:31:26 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Analisa os seguintes raciocínios.Alguns são válidos outros não.<br>Não te fies nas aparências. &nbsp;</div><ol><li>Ao estudar as inferências a Mafalda concluiu que se sabemos que alguns Homens são vertebrados, então todos os Homens são vertebrados;</li><li>A Maria Joaquina, que se também se interessa por estes assuntos, concluiu que se soubermos que alguma fruta de um cesto está madura, então podemos afirmar que toda a fruta do está madura;</li><li>A Marta sabe que os cereais são plantas.Alguém a informou que o centeio também é uma planta. A Marta concluiu que o centeio é um cereal;</li><li>A Luísa, amiga da Marta, também sabe que os cereais não são flores. Sabe que as flores são plantas. Dai concluiu que algumas plantas são cereais;</li><li>Dizia Roberto: como os Homens são bípedes e os cavalos quadrúpedes,então é evidente que os Homens não são cavalos;</li><li>Ao que o Ricardo retorquiu, como os Homens são inteligentes e os cavalos são bonitos, então é evidente que os Homens não são cavalos;</li><li>A mãe do João aconselhou-o a estudar, pois se estudar passará no exame. Como o João assegurou que tinha estudado a mãe concluiu que ele tinha passado;</li><li>A professora do Alberto aconselhou-o a estudar pois, se estudar passará no exame. Como o Alberto passou, a professora concluiu que ele tinha estudado;</li><li>André e Filipe,&nbsp; amigos de Luís,&nbsp; procuraram o em casa. A empregada forneceu a seguinte informação que o Luís ou foi ao cinema ou está na escola. O André garantiu que o Luís não estava na escola, então o Filipe concluiu que o André foi ao cinema.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 23:32:11 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div>Raciocínios válidos: 4,7,9<br>Raciocínos não validos :1,2,3,5,6 </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 23:32:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Argumentação e lógica informal </mark></strong><br><strong><mark>1</mark></strong><br><strong><mark>1.1) Distinção de validade de verdade </mark></strong><br>A lógica é a disciplina ou área do saber que estuda a validade das inferências ou a estrutura dos raciocínios. A estrutura, ou forma de raciocínios, é o tipo de relações que se estabelecem entre as premissas e a conclusão de um argumento.<br>A lógica tem como principais tarefas:</div><ul><li>Propor modelos ou formas de raciocínio válido;</li><li>Estabelece as regras que nos permitem raciocinar corretamente;</li><li>Identificar algumas razões pelas quais erramos.</li></ul><div><strong><mark>a) Argumentos </mark></strong><strong><br></strong>Um argumento é uma sequência de enunciados constituída por: uma ou mais premissas - ou seja as razões que justificam a conclusão.<br>Uma conclusão - ou seja uma ideia que se pretende defender.<br>Os argumentos deixam-se representar por uma forma-padrão, ou forma canónica:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-"Todos os homens são mortais"<br>Premissas: <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- "Sócrates é homem"<br>Conclusão: -&nbsp; Logo, Sócrates é mortal.<br><strong><mark>b) Proposições </mark></strong><br><strong>A proposição é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade. </strong>Só as frases declarativas, por poderem ser verdadeiras ou falsas, expressam proposições.<br>Exemplos de proposições:</div><ol><li>A poesia é uma arte;</li><li>A poesia não é uma arte;</li><li>alguma poesia é uma arte.</li></ol><div><strong><mark>c) O termo é a expressão verbal de um conceito <br></mark></strong>O conceito é a ideia, ou seja, o pensamento que refere objetos ou algo.<br>Existem termos que a expressam mais que um conceito são termos ambíguos, por exemplo "canto" e podem gerar equívocos na comunicação.&nbsp; &nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 19:32:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Validade e verdade</mark></strong> <br><strong><mark>2</mark></strong>.<strong>A validade é uma propriedade dos argumentos. </strong><br>A validade deriva da <strong>forma</strong> do argumento. <br>Um argumento diz-se válido quando a sua estrutura lógica se apresenta de tal modo que não infringe qualquer regra lógica. <br>A lógica formal dedica-se aos critérios de validade das inferências,&nbsp; não ao conteúdo dos argumentos. <br><strong>A verdade é uma propriedade das proposições.</strong> <br>As proposições são verdadeiras se dizem aquilo que é dizer"a capital de Portugal é Hong Kong", digo uma falsidade, se disser "a capital de Portugal é Lisboa", a proposição será verdadeira.<br>Argumentos:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -Todas as crianças são curiosas;<br>Premissas:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -Alice é uma criança;<br>Conclusão:&nbsp; - Logo a Alice é curiosa. <br>O argumento é dedutivamente <strong>válido</strong> uma vez que a conclusão é uma consequência necessária das premissas. <br>Um <strong>argumento dedutivamente válido</strong> é aquele em que , se as premissas forem verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa.<br><strong>Nos argumentos dedutivos, a conclusão é uma consequência necessária das premissas.</strong><br>Um argumento válido <strong>pode conter</strong> :</div><ul><li>premissas e conclusão falsas;&nbsp;</li><li>premissas falsas e conclusão verdadeira.</li></ul><div>Um argumento válido <strong>apenas não admite</strong> :</div><ul><li>premissas verdadeiras e conclusão falsa.</li></ul><div>Os argumentos dedutivos, são válidos ou inválidos apenas em virtude da sua forma lógica,não do seu conteúdo.<br>Para avaliarmos um argumento dedutivo, basta termos em conta a sua estrutura de acordo com certas regras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-10 09:43:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/291945957</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>3.</mark></strong> <strong><mark>Solidez dos argumentos </mark></strong><strong><br>Um argumento sólido é um argumento válido e com premissas verdadeiras. <br></strong>Exemplo:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-Todos os homens são mortais;&nbsp;<br>Premissas:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Sócrates é homem&nbsp;<br>Conclusão: - Logo, Sócrates é mortal.<br>A estrutura do argumento é válida e todas as premissas são verdadeiras logo, o argumento é válido.<br>Todos os argumentos sólidos são válidos mas, nem todos os argumentos válidos são sólidos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-11 20:03:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/291948423</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>4.&nbsp; Validade dedutiva e validade indutiva<br></mark></strong>Enquanto que nos <strong>argumentos dedutivos válidos</strong> há uma relação de necessidade que torna impossível aceitar as premissas e recusar a conclusão, nos <strong>argumentos indutivos válidos</strong> (fortes, ou bons) não é impossível as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa.<br><strong>Num argumento indutivo forte</strong> ,<strong>ou bom</strong>, dada a verdade das premissas é pouco provável que a conclusão seja falsa.<br>Os argumentos indutivos são objetos de estudo da lógica.<br>São objetos de estudo da lógica informal que se dedica a processos não dedutivos de inferência. Na lógica informal, a validade de um argumento é determinada não apenas pela forma, mas também pelo conteúdo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-11 20:12:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/298892073</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Argumentação e lógica formal </mark></strong><br><strong><mark>Formas de inferência válida</mark></strong><br><strong><mark>Noções básicas da lógica aristotélica </mark></strong><br>Segundo Aristóteles <strong>a lógica é a disciplina que investiga o modo como raciocinamos corretamente</strong>. <br>A lógica aristotélica lida com um tipo especial de argumentos dedutivos - o silogismo. <br>O <strong>silogismo</strong> é um argumento com apenas<strong> duas premissas e uma conclusão</strong>. <br>Por ser um argumento dedutivo,  o silogismo válido é aquele em que,  se as premissas forem verdadeiras,  a conclusão não pode ser falsa. <br><strong><mark>a) A estrutura do silogismo categórico</mark></strong> <br>Os silogismos categóricas são constituídos por proposição declarativas categóricas:  <br>S é P<br>S não é P <br>S é o sujeito; P é o predicado. A relação entre S e P estabelece-se através da cópula,  que afirma(é/ou nega(não é)) a atribuição de um predicado a um sujeito. <br>As proposições podem assumir quatro tipos diferentes,  segundo a sua quantidade e qualidade: </div><ul><li>Tipo A:  proposição universal afirmativa: "todo o S é P"</li><li>Tipo E: proposição universal negativa: " Nenhum S é P"</li><li>Tipo I: proposição particular afirmativa: "Algum S é P"</li><li>Tipo O: proposição particular negativa: "Algum S é P" </li></ul><div><strong><mark>b)</mark></strong> <strong><mark>Extensão e compreensão de um termo</mark></strong><br>A compreensão é a propriedade de objetos inferida por um termo. <br>A compreensão do termo "réptil" é a propriedade ou o conjunto de propriedades que definem os répteis: " Animal vertebrado, tetrápode e hectotérmico, etc. "<br>Ou seja, as características comuns a todos os répteis. <br>A extensão é a totalidade do a objetos que possuem uma certa propriedade. <br>Assim,  as extensões do termo "réptil"é todos os objetos (seres) que possuem a propriedade do ser réptil,  tais como: serpentes, lagartos e crocodilos, etc. <br><strong><mark>c) Distribuição dos termos nas proposições <br></mark></strong>Um termo diz-se distribuído numa proposição se, e somente se, é tomado em toda a sua extensão.<br>A quantidade está correlacionada com a distribuição do sujeito de uma proposição, enquanto a qualidade está correlacionada com a distribuição do predicado.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 10:16:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/300259092</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>d) O quadrado de oposição ou quadrado lógico</mark></strong><br>Segundo a lógica aristotélica, apartir de uma proposição com um determinado valor de verdade podemos inferir o valor de verdade de pelo menos uma proposição de outro tipo, desde que as proposições têm o mesmo sujeito e o mesmo predicado.<br><strong><mark>e) Relações lógicas entre proposições</mark></strong><br>O quadrado da oposição é um diagrama que nos permite visualizar as relações lógicas entre os valores de verdade dos quatro tipos de proposições como o mesmo sujeito e predicado(S e P):</div><ul><li>Contraditoriedade - relação entre as proposições A-O e E-I:<br>proposições contraditórias: se uma é verdadeira a outra é falsa;se uma é falsa a outra é verdadeira </li><li>Contrariedade - relação entre as proposições A-E:<br>proposições contrárias não podem ser ambas proposições verdadeiras mas, podem ser ambas falsas;</li><li>Sub-contrariedade - relação entre as proposições I-O:<br>proposições subcontrárias podem ser ambas verdadeiras , mas não podem ser ambas falsas.  </li><li>Subalternas- relação entre as proposições A-I e E-O:<br>proposições subalternas: se a universal é verdadeira a particular é verdadeira. Se a universal é falsa, a particular pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é verdadeira, a universal pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é falsa, a universal é falsa. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-04 22:23:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/302873736</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Argumentação e lógica aristotélica</mark></strong><br><strong><mark>1.3) Principais falásias</mark></strong><br>    <strong>1. Definição de falásias:</strong><br>    As falásias são argumentos inválidos constituidos de tal modo de têm a aparência de ser válidos. As falásias formais são argumentos inválidos em virtude de não respeitarem a estrutura dos argumentos.<br>  <strong>  2. Principais falásias formais</strong></div><ul><li>    Falásia dos quatro termos- argumento que infringe a regra que diz que um silogismo categórico válido só pode ter três termos: nem mais nem menos;</li><li>    Falásia do termo médio não distribuído- silogismo em que o termo médio não se encontra distribuído em nenhuma das premissas em que faz parte;</li><li>    Falásia do processo ilícito do termo maior ou falásia da ilícita maior- silogismo em que o termo maior se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa onde ocorre.</li><li>    Falásia do processo ilícito do termo menor ou falásia da ilícita menor- silogismo em que o termo menor se encontra distribuído na conclusão, mas não no termos da premissa onde ocorre;</li><li>    Falásia das premissas exclusivas- silogismo inválido pelo facto de apresentar duas premissas negativas;</li><li>    Falásia da conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa- silogismo no qual se infere na conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa;</li><li>    Falásia da conclusão negativa a partir de premissas afirmativas- inferência em que se extrai uma conclusão negativa a partir de premissas afirmativas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-10 15:45:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/302873841</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Teoria do silogismo</mark></strong><br><strong><mark>A) Forma normal silogística</mark></strong><br>    Um silogismo é um argumento dedutivo no qual, de duas proposições relacionadas entre sí, chamadas premissas, se infere uma terceira proposição, chamada conclusão.<br>    Um silogismo é composto por:<br> <strong>Três termos:</strong></div><ul><li>   - O termo médio (M ou TM), que aparece nas premissas e não aparece na conclusão e ue é responsável por estabelecer o nexo lógico do silogismo;</li><li>   - O termo menor (S; T&lt; ou T), que ocupa o lugar do predicado na conclusão;</li><li>    - O termo maior (P, T&gt; ou T), que ocupa o lgar do predicado na conclusão;</li></ul><div><strong>Três proposições:</strong></div><ul><li>    Premissa maior, premissa em que ocorre o termo maior;</li><li>    Premissa menor, premissa em que ocorre o termo menor;</li><li>    Conclusão, proposição inferida a partir das premissas. O termo menor é sempre sujeito na conclusão e o termo maior é sempre predicado na conclusão.</li></ul><div><br><strong><mark>B) As figuras do silogismo </mark></strong><br>    Chama-se figuras do silogismo às quatro estruturas ue um silogismo pode assumir. A figura do silogismo é determinada pela posição ocupada pelo termo médio (M).<br>    As quatro figuras são:</div><ul><li>   Primeira figura: M-P; S-M ; .: S-P</li><li>   Segunda figura: P-M; S-M; .:S-P</li><li>   Terceira figura: M-P; M-S; .:S-P</li><li>   Quarta figura: P-M; M-S; .:S-P</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-10 15:46:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/302873889</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Regras de validade silogistica</mark></strong><br>    Nem todo o silogismo satisfaz todas as regras de validade silogística. Um silogismo que satisfaz todas as regras é um silogismo válido.<br>    As regras do silogismo podem ser agrupadas em regras dos termos e regras das proposições.<br><br><strong><mark>A) Regras dos termos</mark></strong><br>    1. O silogismo deve ter exatamente três termos, e estes devem ser usados sempre no mesmo sentido em todas as ocorrências;<br>    2. O termo médio ocorre apenas nas premissas e não na conclusão;<br>    3. O termo médio deve ser distribuído pelo menos numa das permissas;<br> 4. Nenhum termo pode estar distribuído na premissa de que faz parte (ou: nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que na premissa em que ocorre).<br><br><strong><mark>B) Regras das proposições</mark></strong><br>    1. De duas premissas negativas nada se pode concluir;<br>    2. De duas premissas particulares nada se pode concluir;<br>    3. De duas premissas afirmativas não se pode derivar uma conclusão negativa;<br>    4. A conclusão segue sempre a parte mais fraca:<br>    - Se uma das premissas for particular, a conclusão é particular;<br>    - Se uma das premissas for negativa, a conclusão é negativa.<br><br><strong><mark>C) Modos válidos do silogismo</mark></strong><br>    Cada figura válida do silogismo admitee apenas alguns tipos de proposições.<br>    Chama-se modo do silogismo à combinação de proposições (A, E, I, O) numa dada figura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-10 15:46:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/311160888</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Argumentação e lógica formal </mark></strong><mark><br></mark><strong><mark>Formas de inferência válida </mark></strong><mark><br></mark><strong><mark>Lógica Proposicional </mark></strong><mark><br></mark>A lógica formal estuda a validade dos argumentos. A validade garante a verdade da conclusão de um argumento dedutivo com premissas verdadeiras.<br>Um argumento é composto por proposições uma ou mais premissas e um conclusão.<br>Dizemos que são operadores <strong>verofuncionais</strong> quando geram composições compostas, proposições estas cujo valor de verdade é determinado pelo das proposições simples que as componhem. <br>Há proposição <strong>simples</strong> e composições compostas. Uma proposição simples não pode decompor-se. Uma proposição composta resulta da ligação de proposições simples. <br>Há proposições compostas de diferentes tipos,  conforme os operadores usados para as gerar.<br><mark><br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 22:07:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Linguagem Proposicional<br>A) Letras proposicionais </mark></strong><br>São letras maiúsculas do meio do alfabeto "P", " Q", "R",  que representam as proposições simples. <br>Chama se interpretação ou dicionário (sub. Interpretação e dicionário) há indicação do Código usado para representar as proposições simples. <br><strong><mark>B)  conectivas lógicas ou operadores vero funcionais de formação de frases</mark></strong><br>Os símbolos ~(negação)  ^ (e)  (conjunção) ↑^ (ou)  (disjunção) →(condicional) <br>←→(bi condicional) <br><strong><mark>C) parenteses</mark></strong><br>Indicam o âmbito do operador,  isto é a proposição ou proposições que o operador afeta ;no cálculo lógico tem um uso semelhante ao da matemática.<br><strong><mark>D) Variáveis de Fórmula </mark></strong><br>Letras maiúscula do principio do alfabeto, (A,B C,) que servem para indicar o lugar que podem ser ocupado por qualquer proposição simples ou complexa.<br><strong>5.Formacao de proposições</strong><br>Formalizar uma proposição e expressa-la numa linguagem lógica. <br>Em lógica proposicional,  as proposições simples são designadas por P, Q, R e as conectivas lógicas vero funcionais pelos símbolos lógica a referidos. <br>Para formalizar uma proposição,  temos de adotar os seguintes procedimentos: <br>-Apresentar o dicionário ou interpretação;<br>- identificar a conectiva ou conectivas usadas e identificar os âmbitos respetivos ;<br>- escrever a fórmula <br><strong>6)  definição das funções de verdade </strong><br>A determinação do valor de verdade de uma proposição complexa obedece a um conjunto de regras específicas para cada uma das conectivas. <br>Dizemos que cada uma dela e uma função de verdade isto e define um modo de determinar esse valor,  exibido em tabelas de verdade. <br>Tabela de verdade é o dispositivo gráfico que contém todas as possibilidades de combinação de valores de verdade das proposições de uma proposição composta. <br>As 5 tabelas de verdade apresentadas mostram 5 proposições compostas: <br>-negação <br>-conjunção<br>-disjunção <br>-condicional <br>-bi condicional</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 20:54:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <pubDate>2018-12-11 21:05:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <pubDate>2018-12-11 21:05:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <pubDate>2018-12-11 21:06:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/313633320</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir destas tabelas, podemos resumir as regras para calcular o valor de verdade de qualquer proposição composta: <br>_Regra da negação:  a proposição "~P" é falsa quando P é verdadeiro e verdadeiro quando "P" e falso <br>-regra da conjunção:  uma conjunção "P" e" Q" é verdadeira somente se "Q" e" P" forem ambas verdadeiras <br>-Regra da disjunção: uma proposição "P" ou" Q" são falsas  se "P" ou "Q" foram falsas;<br>_regra da condicional: uma proposição "P→Q" só e falsa se a antecedente for verdadeira e a consequente falsa <br>- Regra da bi condicional:  uma bi condicional "P←→ Q" e verdadeira se as proposições verdadeiras componentes forem ambas verdadeiras ou ambas falsas ;<br>É falsa nos restantes casos. <br>Todas estas proposições compostas, exceto a obtida pelo operador condicional são comutativas,  ou seja,  "P" e "Q", ou "Q", "P→Q" e "P←→ Tem o mesmo valor de verdade que "P" e "Q", ou Q, P→Q e P←→respetivamente.<br><strong>7) Âmbito das conectivas </strong><br>Uma fórmula composta pode conter várias conectivas. <br>O âmbito de cada uma delas é a parte da fórmula a que a conectiva se aplica . <br>Chamamos <strong>conectiva principal</strong> de uma fórmula a conectiva que tem maior âmbito,  ou seja a que afeta a totalidade da formula. <br>Nas fórmulas com mais de uma conectiva,  antes de efetuar o cálculo e  preciso identificar o âmbito das conectivas. <br>A colocação de parênteses em lugares diferentes da fórmula modifica: <br>"(P→Q) ^P"<br>"P→(Q^P)" <br>No 1 caso a a conectiva principal e a conjunção e no 2 caso a conectiva principal é a condicional.<br>8) Valor de verdade de proposições compostas: tautologias, contradições e contingências<br>Valor de verdade (P^Q) →P<br>O cálculo de valor de verdade de uma proposição composta faz se numa tabela de verdade  a tabela tem um cabeçalho duas colunas e o número de linhas necessário para ter em conta todas as possibilidades de combinação dos valores de verdade das proposições componentes. <br>Para desenhar a tabela relativa à proposição "(P^Q) →P", desenhamos o cabeçalho, duas colunas  e mais 4 linhas, pois a forma"( P^Q)→P "tem duas proposições simples.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:10:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A) Cabeçalho: </mark></strong><br>1-á esquerda,  escrevemos todas as proposições simples que compõem a forma <br>2-a direita, escrevemos a fórmula <br>Coluna da esquerda: <br>3-escrevemos os valores de verdade de todas as possibilidades de combinação de "P" e "Q", alinhados por baixo de cada letra proposional, um em cada linha. <br>Na primeira letra proposicional alterna "V" e" F" Em grupos de dois na segunda letra alterna "V" e "F" Um a um.<br>Coluna da direita: <br>4-indentificamos o âmbito de cada operador ou conectiva lógica <br>5 -Calculamos o valor de verdade da Fórmula,  começando por calcular os valores da conectiva de  menor âmbito,  neste caso "P^Q"<br>6-calculamos os valores para cada linha<br>Na tabela de verdade,  a proposição"( P^Q) →P" e verdadeira em todas as circunstâncias. Chamamos tautologia ou verdades lógicas as proposições verdadeiras em todas as circunstâncias quaisquer que sejam os valores de verdade das proposições componentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:17:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>B ) Valor de verdade de ~P[P→(P↑^Q)<br></mark></strong>A proposição ~[P→(PvQ) ] e falsa em todas as circunstâncias da tabela de verdade. Dizemos que a sua falsidade depende da forma lógica e chamamos lhe contradição. <br>As contradições são falsidades lógicas, isto é,  negações de verdade lógicas. <br>C) valor de verdade de p←→ ~Q</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:17:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/313637420</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposição anterior é verdadeira em algumas linhas da tabela e falsas noutra trata-se de uma proposição contingente chamamos contingentes ou continência a proposições cuja verdade ou falsidade não pode ser determinada apenas em função da sua forma lógica, sendo que em alguma circunstâncias são verdadeiras e em outras são falsas.<br>Em soma,  há três tipos de proposições compostas: <br>-tautologias: proposições compostas que são verdadeiras qualquer que seja o valor de verdade das proposições simples componentes ;<br>- contradições: proposições compostas que são falsas qualquer que seja o valor de verdade das proposições componentes;<br>-contingências: proposições que são verdadeiras em algumas circunstâncias e falsas noutras;a sua verdade depende do valor de verdade das proposições simples que a componham</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:23:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/313638189</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>9 Determinação da validade dos argumentos </strong><br>A lógica proposicional estuda a validade dos argumentos dedutivos. <br>Permite testar a validade dos argumentos com base nas combinações dos valores de verdade das proposições simples e das condições de verdade das conectivas lógicas. <br>Chama se inspetor de circunstâncias ao dispositivo gráfico que permite testar a validade dos argumentos dedutivos. <br>A) Inspetores de circunstâncias<br>Consideremos o seguinte argumento <br>P→Q<br>P<br>:. Q<br>Para testar a sua validade vamos usar um inspetor de circunstâncias,  que e uma tabela de verdade semelhante às tabelas que usamos para determinar o valor de verdade das proposições compostas. <br>Na coluna da esquerda escrevemos as letras proposicionais e os respectivos valores de verdade. <br>Na coluna da direita em vez da Fórmula proposicional escrevemos o argumento: a premissa Ou premissas, separadas por vírgulas, seguidas da palavra logo (ou do sinal lógico:.) E a conclusão. <br>Testamos a validade de um argumento verificando se há alguma circunstância (alguma linha da tabela) que apresente premissas verdadeiras e conclusão falsa (sub premissas até falsa) se existir o argumento é inválido se não existir e válido<br>No argumento em análise podemos concluir que na última circunstância em que as premissas são ambas verdadeiras (linha 1), a conclusão também e verdadeira, portanto, o argumento é válido. <br>Trata se por um argumento designado modus ponens ou afirmação do antecedente, uma das formas validas do argumento condicional. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/313638989</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Argumentação e lógica formal <br>Lógica proposicional. <br>Principais falácias. <br>1) Definição de falácia<br></mark></strong> Falácia e um argumento que, parecendo ser válido é,  na realidade inválido. <br>Falácias formais (sub) são argumentos dedutivos cuja a forma não é válida, ou seja, aqueles em que a conclusão não decorre das premissas, não sendo sustentada ou justificada por elas. <br>Num inspetor de circunstâncias, basta haver uma circunstância da tabela em que as premissas são verdadeiras  e a conclusão e falsa para o argumento ser inválido(sub desde o basta) <br> 2) Argumentação e retórica. <br><strong><mark>O domínio do discurso argumentativo </mark></strong><mark><br></mark><strong><mark>A procura da adesão do auditório </mark></strong><mark><br></mark><strong><mark>1- lógica formal e informal <br></mark></strong> Ao estudar o raciocínio dedutivo e as suas regras de validade, constatamos a importância da lógica formal enquanto o procedimento com regras definidas que nos ajudam a pensar de modo correto e a evitar erros de raciocínio. <br>Esta forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos logicamente conclusões a partir de premissas dadas e para evitarmos erros em que frequentemente incorremos sem nos apercebemos, tornando as nossas inferências inválidas e inúteis segundo os parâmetros da lógica formal. <br>Por sua vez, <strong>a lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocínio</strong>(sobretudo argumentos do tipo indutivo ),  em que, como veremos,  <strong>não é impossível</strong> termos premissas verdadeiras e chegarmos a uma conclusão falsa. <br>A lógica informal ocupa se dos argumentos que expressam generalizações, projeções,  previsões, estimativas ou probabilidades e define,  a partir do <strong>conteúdo dos argumentos e não apenas pela sua forma</strong>, as regras em ter em conta para construir bons argumentos. Além disso,  analisa as formas possíveis de estruturar o discurso de modo a torna lo mais facilmente compreensível e convincente. <br><br><strong><mark>Diferenças entre lógica formal lógica informal <br>Lógica formal :</mark></strong><br>- estuda os argumentos dedutivos ;<br>- há uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão ;<br>- não atende ao conteúdo dos argumentos,  mas apenas a sua forma ;<br>-os argumentos são válidos ou inválidos. <br>Lógica informal:<br>- estuda os argumentos não dedutivos ;<br>-premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão;<br>- atende não apenas a forma mas também ao conteúdo dos argumentos;<br>- os argumentos são bons ou maus consoante são mais ou menos prováveis /plausíveis /razoáveis. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:28:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/326976452</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark> 2 Demonstração e argumentação </mark></strong><br>Aristóteles estabeleceu da distinção clássica entre <strong>demonstração</strong>  ( "raciocínio analítico ")  e argumentação (" Raciocínio dialético") . <br>Há <strong>demonstração</strong> quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras e argumentação quando o raciocínio parte de premissas prováveis (opiniões ou convicções)  a demonstração  é uma atividade discursiva cujos raciocínios estabelecem de necessidade entre as premissas e a conclusão. A <strong>demonstração é </strong>uma atividade discursiva cujo raciocínios estabelecem uma relação de necessidade entre as premissas e conclusão. <br>A demostração é, portanto, do domínio do constringente, isto é, daquilo que se impõe de um modo <strong>evidente a um auditório universal.</strong><br>A <strong>argumentação </strong>é uma atividade discursiva de exposição de razões na defesa de uma ideia ou opinião,  com vista a obter a adesão de um auditório,  utilizando diversos tipos de argumentos. <br>Características principais da argumentação:<br>-a argumentação é uma <strong>atividade comunicativa</strong> que envolve um orador e um auditório e uma mensagem ou um assunto. <br>- argumentar e raciocinar propondo a um auditório particular a adesão certas opiniões ou teses através de argumentos adequados. <br>- argumentação é do domínio do verosímil, isto é  d<strong>o que é provável ou preferível.</strong><br><br><strong><mark>Diferenças entre argumentação e demonstração:<br>Demonstração:</mark></strong><br>- utiliza raciocínios dedutivos ;<br>- utiliza uma linguagem desprovida de ambiguidade,   formalizada,  (como a lógica, a matemática etc) <br>- parte de premissas verdadeiras;<br>- visa um auditório universal;<br>- o objectivo e deduzir conhecimentos conhecimentos de outros conhecimentos ;<br>- é do domínio do <strong>constringente</strong> (aquilo que se impõe de modo evidente). <br><br><strong>Argumentação :</strong><br>- utiliza diversos tipos de argumentos ;<br>- utiliza a linguagem natural ;<br>- parte de premissas verosímeis ou prováveis;<br>- visa um auditório particular ;<br>- é contextualizada ;<br>- pretende convencer ;<br>- é do domínio do verosímil o que pode ser verdadeiro - é do preferível- o que é provavelmente o melhor. <br> A<strong> argumentação pressupõe :</strong><br>- o auditório ;<br>- o orador ;<br>- o discurso ;<br>O <strong>orador</strong> é um sujeito particular,  com rosto que possui certas crenças, ideias e perspectivas sobre o mundo, e que pretende influenciar um auditório. <br>O<strong> auditório</strong> é um conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação. <br>O <strong>discurso</strong> é o meio usado pelo orador para comunicar e explicar ao seu auditório as razões que sustentam a tese que defende e para reforçar e modificar as suas convicções.trata se do discurso argumentativo.<br>A estes três elementos podemos ainda acrescentar estes três elementos em que a comunicação tem lugar <br><br>A relação entre auditório e orador <br>A argumentação centra se na relação entre o orador e o auditório. O orador deve conhecer o público a que se dirige,  para ser persuasivo. Uma mesma opinião ou tese pode ser apoiada em razões diferentes,  consoante se dirija a um auditório x ou y. <br>A adequação dos argumentos a um dado público não significa uma mudança de perspectiva por parte do orador, mas a adaptação do discurso ao auditório a que se dirige e ao contexto que lhe esta associado. Esta e a "regra" Fundamental da argumentação </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-02 17:48:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
         <link>https://padlet.com/anabelapereirasilva0/bmsd93dv6cud/wish/326976610</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark> 3 definição da retórica <br></mark></strong> A retórica é considerada, desde a Antiguidade, como a <strong>arte de persuadir</strong> ou arte de falar com eloquência a fim de convencer um <strong>auditório</strong>. A retórica dedica se a analisar e determinar as técnicas e as estratégias utilizadas na comunicação e na argumentação. <br>Aristóteles,  por exemplo define se como " A capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir ". Realça a necessidade de adequar os meios de persuasão a cada caso. E os modos completos que o orador se serve para fazer. <br><strong><mark>A) " Provas " Ou estratégias de persuasão </mark></strong><br>Atendendo a "regra" Da adequação do discurso ao auditório, os meios utilizados na persuasão dos auditórios são,  segundo Aristóteles, o <strong>ethos, o pathos e o logos</strong> . <br><br>Ethos, pathos, logos segundo Aristóteles,  as provas de persuasão são de três espécies:<br>- as que residem no carácter moral do orador ;<br>- as que residem no modo em que se dispõe o ouvinte <br>- as que residem no próprio discurso. <br><br>Ethos, pathos, logos <br>São os termos que designam as provas de persuasão. <br><br>Ethos <br>Refere-se ao carácter moral do orador,  ao conjunto de características que assume para obter a confiança do auditório (dimensão moral). <br>Pathos <br>Refere se as emoções que o orador desperta Dimensão auditório (Dimensão emocional). <br><br>Logos <br>Refere se a racionalidade do discurso, ao tipo de argumentos utilizados para persuadir. <br> </div><div><strong><mark>B )  âmbito da aplicação da retórica</mark></strong><br>A retórica tem aplicação em  diversas áreas da nossa vida e uma importância crescente nas sociedades contemporâneas.  As atividades políticas, jurídicas,  jornalísticas e publicitárias são terrenos preferências da prevenção da retórica,  dado o importante papel que neles exercem a palavra e a imagem. <br>A retórica estuda técnicas de comunicação que são entre outras :<br>- exemplos e analogias ;<br>- metáforas e alegorias ;<br>- repetição de uma ideia ;<br>- alteração do tom de voz;<br>- linguagem gestual ;<br>- ironia.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-02 17:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong><mark>Argumentação e retórica <br>Discurso argumentativo<br>Principais  falácias informais <br>1) argumentação </mark></strong><br>O discurso argumentativo obdesse a regras, afim de que a nossa mensagem seja apresentada de forma clara e sustentada por boas razões. <br>Para esse efeito,  o orador deverá :<br>- definir claramente o tema a apresentar;<br>- planificar cuidadosamente a exposição a fazer;<br>- ter uma noção clara da conclusão a apresentar. <br>O discurso argumentativo apresenta em geral a seguinte estrutura</div><div><strong><mark>2) principais tipos de argumentos não dedutivos</mark></strong><br>Os principais tipos de argumentos não dedutivos são :<br>- argumentos indutivos - generalizações e previsões <br>-argumentos por analogia ;<br>- argumentos por auditor idade ;<br>-argumentos causais ou sobre causas ;<br><strong><mark>a)  argumentos indutivos </mark></strong><br>São indutivos a maior parte dos raciocínios que fazemos no dia a dia. <br>Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas particulares. De premissas desse tipo é, por vezes inferida :<br>- uma conclusão universal- neste caso trata se de uma generalização  ;<br>- uma proposição particular acerca do que ainda não foi observado neste caso trata se de uma previsão. <br>As <strong>generalizações</strong> são argumentos indutivos da forma "alguns A são B logo todos os A são B "  Em que a conclusão é mais geral do que as premissas. <br>As <strong>previsões</strong>  são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um aso particular projetado para o futuro. <br>Um <strong>bom argumento indutivo</strong>, por mais convincente que possa ser,  não garante a verdade da conclusão e,  embora seja pouco provável,  não é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão seja falsa. <br>São a<strong>rgumentos bons ou fortes,</strong> os argumentos em que a conclusão tem um bom suporte de justificação que torna altamente improvável que a conclusão venha a revelar se falsa. <br>São <strong>argumentos maus ou fracos</strong> os argumentos cuja probabilidade de  conclusão ser verdadeira é reduzida. <br>Constituem<strong> suporte de justificação</strong> a quantidade e a representatividade de caso observados, bem como o facto de existirem ou não contra exemplos. <br>Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os seguinte <strong>critérios</strong>:<br>- verificar se se baseiam em  <strong>exemplos representativos</strong> ou se existem contra exemplos;<br>- evitar confundir uma <strong>generalização </strong> (quando as premissas são menos gerais do que uma conclusão) com uma previsão (quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular futuro). <br><br><strong><mark>b) argumentos por analogia </mark></strong><br>Os argumentos por analogia estabelecem uma  comparação entre duas realidades, baseada em características comuns</div><div>Num argumento por analogia uma das premissas afirma semelhança entre duas coisas (s é como p) e a outra enuncia uma característica própria de uma das coisas semelhantes (s é r). <br>A conclusão infere (com base na semelhança existente entre as duas coisas que a outra semelhante (p) também possui a mesma característica (p é r). <br>A avaliação de um argumento por analogia deve ter em conta os seguintes critérios:<br>- a quantidade de propriedades comuns ;<br>- a relevância das propriedades,  isto é a pertinência das propriedades ou a sua adequação a conclusão que se pretende defender ;<br>- que não deve haver diferenças fundamentais relativamente aos aspetos que estão a ser comparados. <br><strong><mark>c) argumento de autoridade </mark></strong><br>São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas,  de alguém conhecido e respeitado pela sua particular competência numa determinada área. <br>A sua forma lógica é "A (autoridade)  disse P, logo P " .<br>Para poderem ser considerados bons argumentos temos de ter em conta os seguintes critérios:<br>- o especialista invocado deve ser muito competente no assunto em causa;<br>- não deve haver discordâncias significativas entre os especialistas quanto à matéria em discussão ;<br>- não deve haver outros argumentos mais fortes ou de força igual a favor da conclusão contrária.</div><div>-  os especialistas não devem ter interesses pessoais na afirmação em causa. <br><strong><mark>d)  argumentos causais ou sobre causas </mark></strong><br>Estes argumentos estabelecem reações causa efeito entre fenómenos. Considera se que existe uma condição necessária tal que,  sempre que um deles acontece (causa)  ocorre o outro (efeito) .  A esta relação de necessidade entre dois acontecimentos em que um  é a causa e o outro e o efeito chama-se relação de causalidade. <br>Regras para construir bons argumentos causais:<br>- não confundir a relação de causalidade com a ocorrência de dois fenómenos um a seguir ao outro ;<br>- não confundir a causa com o efeito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-02 17:56:07 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong>ARISTÓLES</strong> </div><div><strong>Nome:</strong> Aristóteles</div><div><strong>Data de nascimento:</strong> 384 a.C., Estagira, Grécia</div><div><strong>Data do falecimento</strong>: 322 a.C., Cálcis, Grécia. </div><div><strong>Naturalidade:</strong> Grega </div><div><strong>Filiação:</strong> Nicômaco e Phaestis </div><div><strong>Atividades desempenhadas:</strong> filósofo, fundou uma escola no Liceu de Atenas </div><div><strong>Algumas obras:</strong> Política, Poética, Retórica, Metafísica <br><br></div><div>Aristóteles foi discípulo de Platão com o qual tinha grandes discussões filosóficas. Para Aristóteles Deus não é o criador, mas o que faz mover o Universo. Segundo a sua filosofia, a felicidade é o único objetivo do homem. E se para ser feliz é preciso fazer o bem ao outro, então o homem é um ser social. Criou a lógica, a arte e o método de pensar corretamente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-02 17:57:39 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>PLATÃO <br>Nome : </strong>Platão<strong><br>Data de nascimento:</strong> 428/427 a. C <br><strong>Data de falecimento:</strong>348/347 a.C<br><strong>Naturalidade:</strong> Atenas, Grécia Antiga <strong><br>Algumas obras: </strong></div><ul><li>República (sobre a justiça e o Estado Ideal)</li><li>Protágoras (sobre o ensinamento da virtude)</li><li>Banquete (sobre o amor)</li></ul><div><br></div><div> Platão era um<strong> racionalista, realista, idealista e dualista</strong> e a ele tem sido associadas muitas das ideias que inspiraram essas filosofias mais tarde.Sua filosofia é baseada na teoria de que o mundo que percebemos com nossos sentidos é um mundo ilusório, confuso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-02 18:05:36 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Significado etimológico da palavra conhecimento  </mark></strong><br>A palavra “<strong>conhecimento</strong>” tem sua origem no Latim da Roma antiga, tem por base Indo européia <strong>Gn-, Gnosis, </strong>"conhecimento" e <strong>Gnóme</strong>, "razão" e "entendimento"  Ela vem de <strong>Cognoscere</strong>, que pode ser traduzida como “conhecer” ou “saber”. Este termo latino é composto por <strong>Com</strong>, “junto” e <strong>Gnoscere</strong>, “obter conhecimento”. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:16:04 UTC</pubDate>
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         <author>anabelapereirasilva0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O Conhecimento </mark></strong><br>No manual “Clube Das Ideias” de Carlos Amorim e Catarina Pires (pág. 147 e 176) os tipos de conhecimento são: Saber-fazer, saber-que e por contacto. O tipo de conhecimento saber-que é um conhecimento proposicional. Este está dividido na análise fenomenológica que estabelece uma correlação entre o sujeito e o objeto, em que o sujeito apreende o objeto e este é apreendido por ele e a teoria tradicional do conhecimento que tem condições necessárias e suficientes para ser uma crença verdadeira e justificada.<br> Pensam que o conhecimento pode ter duas origens diferentes o racionalismo e o empirismo. No racionalismo, a única fonte de conhecimento é a razão esta garante o conhecimento lógico necessário e universalmente válido, uma das figuras tradicionalmente relacionadas é Descartes que defende o dogmatismo. No empirismo, a única fonte do conhecimento é a experiência mas, o conhecimento não é universalmente válido, uma das figuras tradicionalmente relacionadas é Hume que defende o ceticismo.<br><br></div><div>No livro “Uma Introdução á Filosofia” de Tomás Nagel, não se sabe se existe um mundo exterior à mente, pois tudo o que temos a certeza é apenas o que está na nossa mente, o solipsismo, que existe numa única realidade. No ceticismo intenso, a nossa relação com o mundo baseia-se nos sentidos. Não se pode garantir a nossa própria existência passada uma vez pois, só se tem acesso às experiências presente.<br><br></div><div>No livro e no manual, apresentam duas perspetivas diferentes da origem do conhecimento ser a razão e experiência ou simplesmente a nossa mente. Mas como não temos a certeza que existimos no passado e tudo o que passamos ter sido um sonho então, nem através da mente nem da experiência conseguimos saber o que conhecemos , se é real ou não, pois cada pessoa tem mentes diferentes, razões diferentes e vê o mundo de forma diferente, assim como o conhecimento lógico é necessário e não é universalmente aceite ou válido, não se considera conhecimento.<br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 18:56:05 UTC</pubDate>
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