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      <title>Bookmarks by Juliana Amorim</title>
      <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks</link>
      <description>Made with a little mischief</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-21 04:40:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-30 08:41:13 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Fisiologia da Visão</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1958953004</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A visão é responsável por cerca de 75% de nossa percepção. Resumindo de forma extremamente sintética o ato de ver é o resultado de três ações distintas: operações óticas, químicas e nervosas.&nbsp;<br>&nbsp;O órgão responsável pela captação da informação luminosa/visual e transformá-la em impulsos a serem decodificados pelo sistema nervoso é o olho.<br>&nbsp;Toda a entrada de luz do meio externo até chegar à retina, faz parte do sistema ótico, propriamente dito. A sensibilização da retina se faz quimicamente, a luz convertida em impulsos elétricos, é transportada através do nervo ótico até o córtex.&nbsp;<br>A visão é feita pelo cérebro. Os olhos funcionam como órgãos de conversão seletiva do estímulo luminoso em sinais elétricos. Durante todo o trajeto através do sistema visual, os estímulos vão sendo depurados até gerarem uma impressão visual única, provavelmente no córtex occipital. Existe um período da vida em que esse processo se desenvolve e no fim do qual se consolida, chamado Período de Maturação Visual. Didaticamente, dividimos a visão em central e periférica.<br>&nbsp;O desenvolvimento do sistema ótico é aquilo que vai determinar a qualidade da captação da imagem, a partir de um mecanismo binocular, o ser humano, tem noções de espaço, dimensões, cores, texturas e toda a gama de dados que irão compor a percepção de uma imagem. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 14:48:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiologia da Audição</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1958993925</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O som é um tipo de energia mecânica, resultado da transmissão de energia de partículas de ar em vibração, de uma fonte sonora em direção a partes mais distantes. Frequência sonora é um conceito que caracteriza a altura de um som, definindo-o como grave, médio ou agudo. A frequência é expressa em Hertz (Hz), ou ciclos por segundo, e é inversamente proporcional ao comprimento de onda. Os sons comuns apresentam uma ampla gama de frequências, tendo a fala frequências que variam entre 300 e 3000 Hz. Intensidade sonora corresponde à amplitude das vibrações periódicas das partículas de ar e está associada à pressão e energia sonora (som fraco e forte), e é expressa em decibéis, a unidade de sensação sonora. O timbre ou qualidade do som é dado pelas diferenças de amplitude dos sons harmônicos, que são sons de frequências múltiplas em relação à frequência do som fundamental.<br>Orelha externa:&nbsp; Possui a função de coletar e encaminhar as ondas sonoras até a orelha média, amplificar o som, auxiliar na localização da fonte sonora e proteger a orelhas média e interna.&nbsp;<br>Orelha interna:&nbsp; Seu papel mais importante é a equalização das impedâncias da orelha média (vibrações aéreas que invadem a membrana timpânica) e da interna (variações de pressão nos compartimentos líquidos da orelha interna).<br>&nbsp;O nervo auditivo possui ao redor de 30000 a 50000 fibras. O corpo celular de suas fibras está no gânglio espiral, que recebe dendritos da lâmina espiral (lâmina óssea onde está inserida a membrana basilar) e manda axônios para o núcleo coclear.&nbsp; As fibras do nervo auditivo também têm seletividade freqüencial, dependente da tonotopia coclear. A freqüência característica de uma fibra é aquela que possui um limiar de resposta mais baixo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:08:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sensibilidade Somestésica</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959028055</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O sistema somestésico divide-se em um subsistema epicrítico e um protopático.<br>Sistema epicrítico - é preciso, rápido, discriminativo e apresenta uma representação espacial detalhada.<br>Submodalidades:</div><ul><li>tato fino - percepção das características dos objetos que tocam a pele;</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Propriocep%C3%A7%C3%A3o">propriocepção</a> consciente - localizar a posição e movimento das diferentes partes do corpo sem utilizar a visão.</li></ul><div><br>Sistema protopático - é grosseiro, lento e impreciso.<br>Submodalidades:<br><br></div><ul><li>termossensibilidade - percepção da temperatura do ambiente e de objetos;</li><li>dor - percepção de estímulos fortes e capazes de lesar o organismo.</li></ul><div><br>Existem receptores sensoriais em todos os órgãos do corpo, embora a pele seja o “órgão somestésico” por excelência. Os receptores são estruturas histológicas especializadas para melhor detectar os diferentes estímulos que incidem sobre a pele (ou órgãos internos), compostos pela extremidade de uma fibra nervosa, que pode estar livre ou associada a células não-neurais, formando um “mini-órgão”. As fibras que emergem desses mini-órgãos podem ser mielinizadas ou não, e vão se juntando em filetes nervosos e nervos periféricos, até finalmente penetrar o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_nervoso_central">sistema nervoso central</a> (SNC), através das raízes dorsais da medula, ou através de alguns nervos cranianos diretamente no encéfalo. Os corpos celulares que dão origem a essas fibras ficam localizados nos gânglios espinhais: são eles os neurônios primários do sistema somestésico.<br><br></div><div><br>Em ambos os subsistemas (epicrítico e protopático), o neurônio primário estabelece contato sináptico com o neurônio secundário em algum nível do SNC (na medula ou no tronco encefálico), e o axônio deste geralmente cruza a linha média antes de estabelecer contato com o neurônio de terceira ordem. Desse modo, a representação somestésica do SNC é quase sempre contralateral: o hemisfério cerebral esquerdo recebe informações do lado direito do corpo e vice-versa. A informação codificada dos estímulos ambientais, então, pode ser conduzida ao tálamo, onde estão os neurônios de terceira ordem, cujos axônios projetam diretamente às regiões somestésicas do córtex cerebral. Muitas fibras proprioceptivas secundárias seguem outro caminho: mantêm-se do mesmo lado projetando diretamente ao cerebelo, onde se encontram os neurônios de terceira ordem. Neste caso, os neurônios de terceira ordem formam circuitos intracerebelares e não projetam às regiões somestésicas do córtex cerebral. Além disso, muitas fibras nociceptivas de segunda ordem estabelecem contato com neurônios do tronco encefálico, e estes iniciam uma sequência numerosa de sinapses que dirigem a informação dolorosa a diversas regiões cerebrais.<br><br>Existem receptores sensoriais em todos os órgãos do corpo, embora a pele seja o “órgão somestésico” por excelência. Os receptores são estruturas histológicas especializadas para melhor detectar os diferentes estímulos que incidem sobre a pele (ou órgãos internos), compostos pela extremidade de uma fibra nervosa, que pode estar livre ou associada a células não-neurais, formando um “mini-órgão”. As fibras que emergem desses mini-órgãos podem ser mielinizadas ou não, e vão se juntando em filetes nervosos e nervos periféricos, até finalmente penetrar o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_nervoso_central">sistema nervoso central</a> (SNC), através das raízes dorsais da medula, ou através de alguns nervos cranianos diretamente no encéfalo. Os corpos celulares que dão origem a essas fibras ficam localizados nos gânglios espinhais: são eles os neurônios primários do sistema somestésico.<br><br></div><div><br>Em ambos os subsistemas (epicrítico e protopático), o neurônio primário estabelece contato sináptico com o neurônio secundário em algum nível do SNC (na medula ou no tronco encefálico), e o axônio deste geralmente cruza a linha média antes de estabelecer contato com o neurônio de terceira ordem. Desse modo, a representação somestésica do SNC é quase sempre contralateral: o hemisfério cerebral esquerdo recebe informações do lado direito do corpo e vice-versa. A informação codificada dos estímulos ambientais, então, pode ser conduzida ao tálamo, onde estão os neurônios de terceira ordem, cujos axônios projetam diretamente às regiões somestésicas do córtex cerebral. Muitas fibras proprioceptivas secundárias seguem outro caminho: mantêm-se do mesmo lado projetando diretamente ao cerebelo, onde se encontram os neurônios de terceira ordem. Neste caso, os neurônios de terceira ordem formam circuitos intracerebelares e não projetam às regiões somestésicas do córtex cerebral. Além disso, muitas fibras nociceptivas de segunda ordem estabelecem contato com neurônios do tronco encefálico, e estes iniciam uma sequência numerosa de sinapses que dirigem a informação dolorosa a diversas regiões cerebrais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:26:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959028055</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fisiologia da Gustação</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959068195</link>
         <description><![CDATA[<div>A neurobiologia da gustação envolve diversos receptores. Estudos psicofisiológicos e neurofisiológicos identificaram pelo menos 13 receptores químicos prováveis nas células gustatórias. E esses receptores foram agrupados em cinco categorias, denominadas de sensações primárias da gustação:<br><br></div><ul><li>Azedo</li><li>Salgado</li><li>Doce</li><li>Amargo</li><li>“Umami” (l-glutamato)</li></ul><div>A partir dessas sensações primárias, o indivíduo é capaz de perceber uma centena de outros gostos, assim como ocorre no sentido da visão. A partir da combinação das três cores primárias, podemos ver muitas outras cores.</div><div>A sensibilidade para o gosto amargo é muito maior em relação aos outros gostos. O gosto amargo apresenta função protetora, importante contra muitas toxinas perigosas presentes no alimento.</div><div>Mas qual a localização desses receptores no organismo?</div><div>Os botões gustatórios são encontrados em três tipos de papilas situadas na língua. Esses botões possuem cerca de 50 células epiteliais modificadas. Cada botão é formado por 40 a 60 células sensoriais, além de células de sustentação.<br>A maioria dos botões gustatórios está localizada na superfície posterior da língua. Há também uma quantidade moderada de botões localizados na superfície plana anterior da língua e ao longo das superfícies laterais da língua.</div><div>Além da língua, há botões gustatórios presentes no palato, alguns nas papilas tonsilares, na epiglote e até mesmo no esôfago proximal.</div><div>Os indivíduos adultos têm de 3.000 a 10.000 botões gustatórios, enquanto que as crianças têm uma quantidade bem maior. Com o envelhecimento, especificamente a partir dos 45 anos de idade, muitos desses botões se degeneram, ocasionando uma diminuição na sensação gustatória.</div><div>Os estudos demonstram que quando uma substância é identificada em baixa concentração, cada botão gustatório isolado responderá a um dos cinco estímulos gustatórios primários. No entanto, quando a substancia é identificada em altas concentrações, a maioria dos botões pode ser excitada por dois ou mais estímulos gustatórios primários, assim como por outros estímulos que não se encaixam nas categorias primárias.</div><div>No próximo artigo, discutiremos como ocorre a transmissão dos sinais gustatórios para o sistema nervoso central.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 15:46:18 UTC</pubDate>
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         <title>Fisiologia da Olfação</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959103799</link>
         <description><![CDATA[<div>A estimulação da mucosa com um odorante constituído por um só tipo molecular provoca a ativação de um conjunto de quimiorreceptores que, em função da concentração do odorante, dispara em direção ao bulbo olfatório uma certa frequência de potenciais de ação.</div><div>A partir do bulbo olfatório, a informação segue direto para o córtex cerebral, inervando uma extensa área chamada córtex olfatório primário ou córtex piriforme.</div><div>Nesse aspecto, o sistema olfatório é diferente dos demais sistemas sensoriais, pois a informação chega ao córtex sem passar pelo tálamo. Os longos axônios das células m/t, reunidos no trato olfatório lateral, não projetam apenas para o córtex piriforme.</div><div>Muitos terminam em outras regiões prosencefálicas, como o núcleo olfatório anterior, o tubérculo olfatório, a área entorrinal e o complexo amigdaloide.</div><div>Esse conjunto de regiões aloja neurônios de terceira ordem que projetam para o hipotálamo e o hipocampo, conectando o sistema olfatório com o chamado sistema límbico.<br>Vias ascendentes do bulbo olfatório também levam à amígdala e ao hipocampo, partes do sistema límbico envolvidas na emoção e na memória. Um aspecto surpreendente da olfação é a sua ligação com a memória, a gustação e a emoção.</div><div>Duas hipóteses são consideradas para explicar a nossa capacidade de discriminar cheiros:&nbsp;</div><ul><li>“Linhas exclusivas”: Cada cheiro percorreria um caminho neural determinado, diferente dos demais cheiros. Essa hipótese é apoiada pela existência de uma certa topografia de ativação dos glomérulos do bulbo olfatório, mas é desautorizada pela baixa especificidade de muitos neurônios olfatórios em todos os níveis</li><li>“Padrões de ativação”: Envolve diferentes populações de neurônios a cada cheiro. A particular combinação da atividade dos quimiorreceptores para cada cheiro seria detectada por neurônios de ordem superior situados em um dos estágios da via olfatória. Essa hipótese não requer especificidade dos neurônios olfatórios, porque a identificação dos cheiros dependeria da combinação dos neurônios ativos, e não de cada neurônio individualmente.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:06:22 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Para Sempre Alice&quot;</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959143857</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme foi inspirado no livro da neurocientista Lisa Genova, retratando a história da inteligente professora universitária, pesquisadora e palestrante Alice Howland (interpretada por Julianne Moore), diagnosticada com Alzheimer aos 50 anos – o que é uma doença rara para a idade.<br><br>Do ponto de vista médico, a doença de Alzheimer é a perda progressiva da função mental, pela degeneração do tecido do cérebro, incluindo a perda de células nervosas, a acumulação de uma proteína anormal chamada beta-amiloide e o desenvolvimento de tranças neurofibrilares.<br><br>Os sintomas mais comuns são: esquecimento de acontecimentos recentes, aumento da confusão e outras funções mentais, dificuldades na linguagem, na compreensão e na realização de tarefas diárias progredindo para uma total dependência dos outros. A morte ocorre, em média, cerca de 7 anos após a constatação do diagnóstico.<br><br>O filme apresenta a evolução rápida da enfermidade, onde a protagonista vivencia o drama pessoal e familiar tentando minimizar a perda de memória com o uso de técnicas minemônicas como jogos de memória e uso do aparelho de celular.<br><br>O roteiro passa a mergulhar os expectadores numa imersão dramática e sensível acerca do “apagamento do eu”, demonstrando a tragédia de indivíduos que esquecem suas lembranças e se tornam outras pessoas.<br><br>Ciente da evolução da doença, a protagonista no estágio inicial grava (em sigilo) um vídeo com orientações suicidas em caso de agravamento da doença, que, por sinal, avança rapidamente, em questão de meses.<br><br>No filme, o neurologista baseou o diagnóstico da doença com base em resultados de um exame físico, mental e exames de imagem (ressonância e tomografia) para um diagnóstico mais preciso, sempre recomendando a presença de um parente próximo nas consultas. As cenas da avaliação do neurologista mostram a aplicação de questionários, identificação de figuras e testes de memória para o diagnóstico, somadas a descrição do surgimento e evolução das perdas cognitivas demonstrados pela personagem. Neste sentido, o filme é uma boa contribuição para os profissionais de saúde e estudantes de psicanálise poderem identificar sinais da enfermidade.&nbsp;<br><br>O retrato de uma família norte americana da classe média alta, é representado por um marido bem empregado, filhos com curso de direito e medicina e uma filha rebelde que optou pelas artes cênicas abrindo mão de cursos mais tradicionais e bem remunerados. Interessante que com o agravamento da enfermidade, a personagem acaba por mudar de paradigma, passando a apoiar a carreira de atriz da filha que antes não apoiava.<br><br>Após o diagnóstico precoce, a protagonista propõe um ano sabático ao lado do marido, talvez o “último ano que ela ainda ia poder ser ela mesma” já que o tempo iria degenerar sua memória. Contudo, diante de uma proposta de trabalho para proporcionar a evolução socioeconômica do marido da protagonista (interpretado por Alec Baldwin) ele deixa a esposa sob os cuidados da filha atriz, sendo que a protagonista já estava incapacitada de ficar sozinha e de trabalhar de forma eficiente (os lapsos de memória na cadeira ministrada na universidade resultaram em reclamações de alunos e consequente afastamento da protagonista da função de professora) deixando transparecer os conflitos das relações humanas e profissionais enfrentados pela protagonista. O desfecho do filme é suave, mostra a finitude da vida, as escolhas, as perdas e principalmente a renúncia de uma das filhas para cuidar e acompanhar a mãe no estágio avançado.<br><br>No início do filme, a cena onde a protagonista esquece o caminho de volta para casa logo depois de uma corrida, inaugura uma sucessão de eventos que vão desde a busca do diagnóstico, a comunicação à família, as perdas profissionais e cognitivas e o dilema sobre o que fazer na contagem regressiva antes de esquecermos quem nós somos. Do ponto de vista psicanalítico, o filme contribui por retratar de forma didática uma espécie de narrativa documentando a evolução do quadro clínico de perda cognitiva onde a protagonista inicia com leves esquecimentos até chegar a não reconhecer nomes, palavras, cômodos da casa, familiares e precisar de apoio para suas rotinas diárias.<br><br>O filme Para Sempre Alice tem a atriz Julianne Moore no centro do drama durante toda a exibição trazendo um colorido forte quando a fala da personagem diz que “preferia a morte por câncer do que pelo Alzheimer” ao longo de quase duas horas, deixando transparecer o esforço físico e psicológico da protagonista lutando contra a doença, até perder a autonomia, ponto onde o filme encerra a imersão do drama da personagem sem mostrar o ponto final de sua existência.<br><br>Diante do exposto, fica uma elementar reflexão: o Alzheimer muda a cognição da pessoa e de como os outros percebem a pessoa. Portanto, precisamos lidar com a perda e entender que o quadro da perda cognitiva gradativa não seria a representação real da essência da pessoa, e sim, os sintomas exteriorizados de uma cruel enfermidade que gradativamente apaga a memória do que os indivíduos realizaram, sentiram e amaram em toda a sua existência cruelmente subtraídos por uma degeneração do intelecto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:30:07 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Amada Imortal</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959158164</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a morte do compositor, seu amigo e assistente Anton Schindler (Jeroen Krabbé – ‘Doze Homens e Outro Segredo’, 2004) se empenha na busca da identidade da “Amada imortal”, a quem Beethoven endereçou cartas com juras de amor e deixou para ela em seu testamento tudo o que lhe pertencia. Schindler começa uma jornada à procura da mulher e, por consequência, acaba conhecendo detalhes da vida do amigo que poucos sabiam.<br><br>O que esperar do filme? O desenrolar da história é meio arrastado, mas vale muito a pena conhecer um pouco mais sobre o músico. Beethoven é interpretado pelo ótimo Gary Oldman (‘Drácula de Bram Stoker‘, 1992), que consegue passar ao espectador toda a angústia dos problemas do compositor, como a perda de audição e a solidão de seus últimos anos de vida, digno de uma estatueta dourada do OscarNa verdade, a identidade da mulher misteriosa da vida de Beethoven é desconhecida até hoje. O diretor Bernard Rose optou por uma de sua escolha, mas estudiosos da vida de Beethoven ainda divagam sobre ela e a lista de “amadas imortais” é extensa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 16:39:07 UTC</pubDate>
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         <title>Aula Prática</title>
         <author>julianaamorim2</author>
         <link>https://padlet.com/julianaamorim2/Bookmarks/wish/1959237499</link>
         <description><![CDATA[<div>Aula Prática<br><br>Propriocepção<br>1 - Mexendo a coluna e o pescoço.<br>2 - Receptores de propriocepção. Não. Não.<br><br>Receptores cutâneos<br>(Foto)<br><br>Distância entre dois pontos discriminaveis<br><br>1 - pontinha furando<br>2 - pontinha furando<br>3 - cócegas<br>4 - pressão<br>5 - arrepio e cócegas<br>b) 1- Mecanoceptores<br>2 - lábio<br><br>Adaptação sensorial<br>A esquerda não teve diferença e a direita "aliviou" a dor.<br><br>1 - sistema de defesa&nbsp;<br>2 - não sentiu<br><br>Receptores gustativas<br>Açúcar - sente mais na frente/meio<br>Café - não consegue identificar<br>Sal - na ponta<br>Limão - atrás/ de lado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-21 17:34:14 UTC</pubDate>
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