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      <title>HACA03 - Estudos das Humanidades by ionara Calmon Nara</title>
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      <description>Extensão da nossa sala de aula, espaço de interação e construção de saberes. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-01 16:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>Contatos Monitora Ionara Santos</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá pessoal, me chamo Ionara Santos, sou graduanda em Humanidades, área de concentração em estudos jurídicos e serei a monitora de vocês nesse semestre. Espero que seja um semestre maravilhoso para todos nós, deixo abaixo meus contatos e me coloco a disposição para auxilia-los durante o semestre letivo de 2025.1.</p><p>Watts app: (71) 99392-7606</p><p>E-mail: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="mailto:ionara.calmon@gmail.com">ionara.calmon@gmail.com</a></p><p>Instagram: @naroca_santos </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 16:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Programa do curso 205.01</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segue o programa da disciplina para o semestre de 2025.01</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 16:57:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 01</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aula inicial 01/04/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 17:05:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje trabalhamos com a musica <strong>Todo Amor que Houver Nessa Vida</strong>, essa musica toca em lugares profundos e é uma ótima oportunidade de começarmos a nos conhecer, para isso proponho a reflexão expositiva qual o seu remédio nessa vida, o que te move e lhe dá prazer? estejam a vontade para interagir nos comentários, vamos aproveitar para criarmos um ambiente saldável, múltiplo e respeitoso, que possa refletir a  nossa turma e oque esperamos para o ambiente em sala de aula. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 17:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cazuza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 23:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre a musica do Cazuza</title>
         <author>helderdacruzcerqueira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 13:02:27 UTC</pubDate>
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         <title>redação cazuza</title>
         <author>vitoriacruzsantos2011</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3393308011</link>
         <description><![CDATA[<p>“Amor tranquilo”- Cazuza</p><p>A musica “Todo amor que houver nessa vida” do cantor e compositor cazuza, expressa um eu-lírico muito forte, e ao mesmo tempo um espírito de confusão, pois a música se inicia com “eu quero a sorte de um amor tranquilo” e logo depois esse tal amor vai tomando outros rumos, a música de cazuza faz 3 representações do amor, possa até ser que seja dessa forma que o mesmo idealize o amor, e essas 3 fases são: o amor tranquilo, a fase da dependência e a última fase é quando está dando errado.</p><p>A primeira fase que cazuza aborda, seria a fase idealizada, o que ele gostaria pra si, como algo leve e tranquilo “matando a sede na saliva”, já na segunda fase, a qual penso ser a mais interessante , seria a fase da “dependência”, do “exagero” ele aborda que quer ser o alimento daquela pessoa, como se quisesse nutri-la de alguma forma, como se ele precisasse mais disso do que a pessoa, tanto que depois disso ele já canta “e algum trocado para dar garantia” ou seja, esse esforço e sacrifício que o mesmo está fazendo não está tendo recompensas.</p><p>Já na terceira fase da música, seria a fase do desacordo/desafio, no qual o cantor diz “pelo inferno e céu de todo dia ….. transformar o tédio em melodia” e mais pra frente o próprio vai ressaltar sobre o remédio antimonotonia, como se esse relacionamento, já não estivesse bom, já estivesse sendo algo tedioso, e não mais tão profundo quanto a segunda fase.</p><p>Concluindo tudo que foi abordado anteriormente, é assim que o amor é visto pela maioria da sociedade as 3 fases do amor, como a primeira fase a ‘paixão” a segunda fase o próprio “amor” que consideram ser mais profundo e ardente, e a terceira fase que seria o “ódio”, até porque no ditado popular o “amor e ódio andam lado a lado” nessa fase da música de Cazuza não creio que seja um ódio e sim um descontentamento, então possa ser que quando o mesmo idealizou essa música, ele pode ter pensado nessas 3 divisões, o aproximando ainda mais do público, gerando em algumas pessoas uma identificação coletiva.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 20:55:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redação sobre &quot;Todo o amor que houver nessa vida&quot;</title>
         <author>alexmaximino01</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3393722410</link>
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         <pubDate>2025-04-03 03:00:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Redação &quot;todo amor que houver nessa vida &quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3394990423</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 19:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre a música “Todo Amor que Houver Nessa Vida” e as Humanidades.</title>
         <author>larissas2027</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3395353392</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p> </p><p>A música “Todo Amor que Houver Nessa Vida”, de Cazuza e Frejat, é um hino ao desejo, à entrega emocional e à intensidade dos sentimentos. Relacioná-la ao estudo das humanidades ajuda a entender como a arte reflete e influencia nossa experiência no mundo. A canção aborda temas essenciais para compreender as emoções e as relações humanas. </p><p>Lançada em 1982 pelo Barão Vermelho, a música surgiu em um momento de mudanças na sociedade brasileira, ainda sob a ditadura militar, quando a juventude buscava mais liberdade e expressão. Cazuza, com sua visão intensa e poética da vida, traduziu esse desejo na letra, carregada de paixão. Sua obra, de modo geral, reflete essa inquietação e a vontade de viver intensamente. </p><p>A canção fala sobre a entrega total ao amor, sem medo. Mais do que apenas romântica, a letra nos lembra que a vida passa rápido e que é preciso aproveitar cada momento. Essa ideia reforça um valor essencial das humanidades: refletir sobre a condição humana e a busca por significado nas emoções e experiências. O amor, nesse contexto, não é apenas um sentimento, mas algo que dá sentido e profundidade à vida. </p><p>Com imagens marcantes, a letra expressa essa intensidade: “Eu quero a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida”. A palavra “sorte” sugere que o amor verdadeiro é raro e valioso, enquanto a “fruta mordida” traz a ideia de prazer e intensidade. A interpretação de Cazuza, cheia de emoção, potencializa essa mensagem. Assim, “Todo Amor que Houver Nessa Vida” vai além de uma simples canção romântica, é um convite à reflexão sobre o amor como uma experiência essencial, um tema central no estudo das humanidades. </p><p><br></p><p> Aluna: Larissa Costa Santos  </p><p>Matéria: Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades. </p><p>Data: 03/04/2025</p><p> </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 02:16:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redação sobre a canção do Cazuza </title>
         <author>jorgitoveloso46</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3395407922</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 02:52:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3395409786</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Caio rodrigo henrique </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 02:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre o cantor Cazuza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3396224973</link>
         <description><![CDATA[<p>O cantor e compositor brasileiro Cazuza, em seu álbum “O tempo não para”, manifesta a sua realidade e sua perspectiva de vida após estar bem debilitado por uma doença incurável: o HIV. Nesse contexto, o álbum faz refletir a situação do artista e a percepção do tempo, na música “Todo o amor que houver nessa vida”, expressa questões aos relacionamentos e sobre o amor na visão idealizada pelo cantor.</p><p>Nesse viés, a música demonstra uma percepção do amor e do relacionamento de um eu lírico , no qual tenta se entregar ao máximo a outra pessoa, como no verso&nbsp; ”Ser teu pão ser tua comida”, a forma como no qual é aplicado explicita a doação completa ao pr<strong>óximo.</strong> Faz uma analogia em que o sujeito deseja ser tão essencial como o alimento e se tornar presente na vida do outra pessoa.</p><p>Além disso, ao longo da música são perceptíveis as contradições nas letras, marcadas pelo confronto entre um amor tranquilo para um mais intenso. A canção começa com “Eu quero a sorte de um amor tranquilo”, mas no decorrer da canção vai aparecendo versos que citam a intensidade e turbulências de um relacionamento , “Pelo inferno e o céu todo dia”, “algum veneno anti-monotonia”. São trechos que utilizam de palavras fortes para demonstrar a profundidade e as fases da relação .</p><p>Diante desse cenário, a música como um todo transmite a visão do cantor sobre o amor, marcada pela entrega total e pela forma como o relacionamento varia ao ser conduzido e idealizado por meio dos versos. O Cazuza, ao transformar sua percepção em poesia, revela suas idealizações amorosas como uma forma de resistência ao tempo.</p><p><br></p><p>Aluno: João Pedro dos Santos Luisada</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 15:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>Redação todo amor que houver nessa vida </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3396409874</link>
         <description><![CDATA[<p>A música " todo amor que houver nessa vida ", do cantor Cazuza, revela um eu lírico amoroso onde sente que seu amor tem uma entrega de corpo mas não de mente. Ele,&nbsp; que&nbsp; apresenta&nbsp; uma vontade de viver um romance tranquilo mas ao mesmo tempo exagerado com muita paixão, entrega, vontade e reciprocidade na monotonia de um relacionamento estável, se depara com muitos medos da complexidade da sociedade brasileira nos 80 onde o país passa&nbsp; numa série de transformações sociais e humanísticas, numa realidade pós ditadura militar onde o corpo social ainda está se entendendo se acostumando com a volta da democracia, nova forma de governo e novas opiniões sociais o artista enfrenta uma série de preconceitos por sua músicas e orientação sexual. </p><p>&nbsp; No verso " E ser artista no nosso convívio, Pelo inferno e céu de todo dia", ele descreve um pouco do sentimento de viver da arte nesse recorte social onde existia uma parte da sociedade em que o enxergavam como um herói e outra que não validava o seu talento por conta de sua ideologias e escolhas de vida pessoais e suas letras rebeldes. Dessa maneira,&nbsp; também pelas regalias de vida e privilégio de ser uma pessoa pública e rica&nbsp; que viveu em segurança e&nbsp; dignidade, diferentemente da maioria das pessoas que se identificavam com suas letras que sentiam na pele o que era ser de classe média, homossexual, trabalhador em meio ao conservadorismo. </p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, é preciso destacar que a mesma sociedade dos anos 80 ainda resiste em 2025. Apesar de muitas mudanças e revoluções sociais sofridas ao decorrer dessa época, uma parte do corpo social ainda é o mesmo, visto que,&nbsp; ainda é existente discussões a respeito da diversidade da vida e de suas escolhas, onde temos uma forte opinião pautado no que é certo ou&nbsp; errado no conservadorismo e onde a política tem estado cada vez mais restrita a um grupo sem representatividade da nação,&nbsp; e apesar de muitos direito sociais terem sido uma conquista como, por exemplo,&nbsp; o coquetel de remédios para pessoas aideticas temos que sofrer&nbsp; com o impacto de muita desinformação e desigualdade a cerca da doença e consequentemente temos como resultado o preconceito e o aumento de contaminação da doença . Assim, espera-se que&nbsp; a sociedade brasileira de 2025 quebre esses paradigmas&nbsp; e continuem sendo melhor para si.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 18:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre a música “todo amor que houver nessa vida”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3396659640</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 03:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Redação interligando &quot;Todo amor que houver nessa vida&quot; com Humanidades - Rebeca Luciano</title>
         <author>rebeca_luciano05</author>
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         <description><![CDATA[<p>A canção “Todo amor que houver nessa vida”, de Cazuza reflete a dualidade de um relacionamento, a busca por uma relação amorosa tranquila e ao mesmo tempo sedutora. Sendo assim, o uso de metáforas se tornou essencial para explicar algo que, ás vezes, não tem explicação, que é o amor. Esse sentimento, que percorre a existência humana, é capaz de influenciar o corpo e a mente, assim como as humanidades, que se ocupam do âmbito total do pensamento, da ação e das criações do ser humano.</p><p>A poesia foi escrita em uma época em que havia tentativas de negligenciar a cultura, incluindo a música de protesto. Nesse sentido, abordar a arte como um refúgio e uma forma de transformar a realidade, como é expresso na canção, é uma maneira de afirmar a humanidade, de praticar sentimentos de bondade e de compaixão, que são características especificas à natureza humana, uma condição que leva a agir e pensar em sociedade. Diante desse contexto, Cazuza procurou mostrar que, apesar das adversidades da vida, sempre há um caminho para que possa, como ele diria, "transformar o tédio em melodia".</p><p>Assim, é evidente que em “Todo amor que houver nessa vida”, o autor não só descreve uma relação amorosa que tenha caído pela rotina ou pela busca de novas experiências, mas também revela que o amor se encontra nas coisas mais simples e puras, em momentos de fidelidade, intimidade e reciprocidade. Diante desse cenário, a canção ensina a tratar o outro com benevolência, ressaltando a importância da humanidade para manter um relacionamento amoroso, mesmo diante de seus desafios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 00:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>Por Todo Amor Que Houver Nessa Vida - Cazuza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A arte poética e a sua sutileza na manifestação pela liberdade, entrega e por um amor visceral</strong></p><p><br></p><p><em>Por Marcus Vinicius de Almeida Santos</em></p><p><br></p><p>     A canção Todo Amor que Houver Nessa Vida foi lançada em 1982, no álbum de estreia da banda  Barão Vermelho. A música foi composta por <strong>Cazuza</strong> e <strong>Roberto Frejat</strong>, sendo um dos primeiros sucessos do grupo. A música teve papel importante na consolidação do grupo, tanto pela qualidade da composição quanto pela forma como foi recebida fora do circuito rock. Exemplo disso foi o empurrão decisivo por <strong>Caetano Veloso</strong>, que interpretou essa canção em seu show no Canecão em 1983 e declarou publicamente que <strong>Cazuza era </strong>"o maior poeta de sua geração."</p><p>     O Brasil, na época, ainda vivia sob o regime militar (1964-1985), e o país passava por uma abertura política gradual, com crescente mobilização da sociedade civil pela redemocratização. Esse cenário influenciava fortemente a música, a tradição e a cultura da época. A juventude brasileira buscava liberdade em diversas formas, incluindo a musical. O rock nacional e a Música Popular Brasileira começava a emergir como uma voz de contestação e expressão de sentimentos reprimidos. O Barão Vermelho e Cazuza fazia parte dessa, trazendo um som cru, influenciado pelo blues e pelo rock clássico, mas com letras carregas de emoção e autenticidade, como à "Todo Amor Que Houver Nessa Vida".</p><p>     A letra dessa canção mistura suavidade, erotismo e intensidade emocional. Tem como sujeito o Amor, o qual é expressado em cada verso ou todo o estrofe quando canta: o desejo por um amor tranquilo, mas com gosto de fruta mordida - doce, mas marcada pela experiência. A imagem da rede embalada, da sede saciada na saliva e dos gestos cotidianos compõem uma atmosfera íntima. Ao mesmo tempo, há uma busca por transcendência: o amor como refúgio contra a monotonia, o cotidiano é o tédio. O eu lírico quer ser o sustento do outro, física e emocionalmente: "ser teu pão, ser tua comida/todo o amor que houver nessa vida".</p><p>     Enfim, "Todo Amor Que Houver Nessa Vida" é, acima de tudo, um manifesto de entrega. Cazuza canta a fome, a sede, o desejo, o corpo e o alívio, tudo misturado no mesmo verso. A canção é uma síntese de sua poética: direta, intensa, sensual e consciente das dores que acompanham o prazer.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 04:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Redação - Todo amor que houver nessa vida</title>
         <author>alicelopesdot</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3397552285</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Por Maria Alice Lopes Ferreira</em></p><p><br></p><p>Considerado um dos maiores artistas do rock brasileiro, o cantor Cazuza é muito conhecido por suas composições sobre o amor. Entre os seus muitos sucessos a canção ‘“Todo amor que houver nessa vida”, lançada em 1982 inicialmente pela banda Barão Vermelho da qual o artista fazia parte, ganha sua relevância quando se trata do tema romântico. A maneira como o eu lírico expressa a suas expectativas sob essa emoção abre questionamentos sobre o que ela significa e como pode ser interpretada através de seu contexto histórico.</p><p>Dentro dos versos da música, é perceptível que o amor pode ser experimentado de várias maneiras - a emoção ganha papel de tranquilidade, de utilidade, de segurança, de poesia, de desejo, de contradição e até de vício. Porém, maior do que qualquer percepção desse sentimento é a busca por ele mesmo com suas nuances. O empenhado querer demonstrado pelo eu lírico intensifica o tom romântico e devoto da obra, deixando claro a sua disposição por viver esse sujeito independente das controvérsias.<br>O contexto político e social do período em que a música foi lançada era turbulento. Com a decadência da ditadura militar, a revolta social por mais liberdade e menos repressão ganhavam cada vez mais força. Diante disso, a canção também pode ser interpretada com o sonho de amar sem nenhum tipo de opressão, levando em consideração o contexto em que vivia o intérprete, que foi (e ainda é) uma referência para a comunidade LGBT.</p><p>Assim, “Todo amor que houver nessa vida” abre a possibilidade para análises sobre sentimentos e sensibilidade, tão natural e crucial para a construção do ser humano. Podendo ser o tudo e o nada, se reinventando através das possibilidades e abrindo novas pautas para tentar definir essa afeição tão antiga.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 16:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>redação - cazuza;</title>
         <author>s4ntiagocarol</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3397623195</link>
         <description><![CDATA[<p>Por: ANA CAROLINA SANTIAGO DA SILVA</p><p>  No universo poético da canção “Todo amor que houver nessa vida”, composta por Cazuza e Frejat, grita pela liberdade afetiva e intensidade. Amor é uma experiência. É subjetivo. Cada indivíduo tem uma concepção que é criada por suas vivências. A obra, lançada no ano de 1980 — período marcado por transformações políticas, abertura democrática e o movimento cultural brasileiro — reflete a inquietude de uma geração que ansiava por viver plenamente, mesmo com a incerteza do que viria por diante.</p><p>  O eu lírico da canção se apresenta com um desejo visceral de experimentar o amor em todas as suas formas. O amor abre portas para muitas vivências, e vontades até insaciáveis, assim como Cazuza quer suprir o sustento da pessoa amada, para além de algo físico, sendo também emocional, ('ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida’). A letra marca a necessidade, o desespero e o impulso de querer viver esse amor. Não obstante, a vivência humana em sentimentalidade é tida com esses anseios, a vontade insaciável daquilo que é novo, de conhecer o desconhecido e aproveitar até a última gota disso, principalmente quando essa experiência é vivida por quem foge da normatividade, em todos os contextos. Essa declaração — a fome profunda por afeto, por experiência, por superação — reverbera através das eras e ressoa em variadas faixas etárias. A música entra, desse jeito, na cultura como um grito de alma livre, da procura por rumo em dias incertos. Seu estilo existencialista e solto combina com a alma boêmia e rebelde de Cazuza, que fez da vida uma arte sem regras duras.&nbsp;</p><p>  Mais do que apenas uma letra de amor, a canção é um verdadeiro manifesto. É um grito doce e urgente que mostra como a arte pode ser um espaço para expressar subjetividades que buscam mais do que apenas sobreviver — elas querem amar de forma plena, enquanto ainda há tempo. E é exatamente por essa coragem de amar com intensidade e beleza que essa obra continua viva na cultura brasileira.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 18:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>Redação- Música &quot;Todo Amor que Houver Nessa Vida&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3397644012</link>
         <description><![CDATA[<p>Por Isabella Santana Oliveira</p><p><br></p><p><br></p><p>Diferentemente de outros animais da faixa terrestre, que experienciam o amor a partir de uma combinação de instintos ou respostas emocionais mais simples, o ser humano é a única criatura capaz de experimentar um amor complexo, embasado em dúvidas, ansiedades e incertezas — aspectos esses que tornam a experiência ainda mais profunda. A música “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, do cantor e compositor Cazuza, aborda justamente essa urgência do amor e permite perceber como a natureza humana transporta uma forma exagerada de amar. </p><p>A sede incessante por um amor urgente e exagerado pode ser justificada pelo modo de vida contemporâneo, marcado pelo imediatismo, grande responsável por gerar nos indivíduos o desejo por gratificação instantânea, sendo o amor um dos maiores exemplos dessa gratificação. A letra “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” reflete muito dos desejos e comportamentos humanos, desprovido de gradualidade e estabilidade, principalmente dentro das relações amorosas, frágeis, monótonas, carnais ou espirituais demais. Sendo justamente esse o ponto de efemeridade no qual estamos imersos. </p><p>Ademais, é válido incluir nessa análise artística humanística o fato de como a vida e os sentimentos do artista influenciaram a composição musical de “Todo Amor que Houver Nessa Vida”. Durante as gravações dessa produção, Cazuza enfrentava uma fase conturbada, marcada por problemas de saúde, enquanto em sua canção, ele implorava por “Algum remédio que lhe desse alegria”, medicação essa que seria o seu próprio ou a sua própria amada. Dessa maneira, é evidente perceber que o amor é um sentimento tão expansivo e complexo que leva as pessoas a desejarem viver e sobreviver apenas para desfrutá-lo. </p><p>Portanto, o amor retratado por Cazuza é uma manifestação essencial da vida humana. Em um contexto de imediatismo dominante dentro da atualidade, a canção nos convida a refletir sobre a importância de respeitar, valorizar e democratizar as diversas formas e facetas de todo amor que houver nessa vida.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 19:39:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redação - Todo amor que houver nessa vida</title>
         <author>rafaelborbags</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3397736345</link>
         <description><![CDATA[<p>Por Rafael Borba Gomes da Silva</p><p><br></p><p>Na música, “Todo amor que houver nessa vida” composta por Cazuza, o eu lírico se identifica como um sujeito amoroso e que ao mesmo tempo apresenta a necessidade de ser amado, sendo este, cada vez mais fortalecido à medida que a canção se discorre. Sendo o sentimento do amor o principal abordado na canção, para poder falar sobre as camadas que são inseridas no texto é necessário analisar os versos e o que eles significam, isso, claro, aberto a interpretações. </p><p>Na primeira seção da música, ou seja, os primeiros versos, o sujeito passa a sensação de querer sentir um amor tranquilo por alguém, de característica leve e descontraída, algo que seja sutil e “doce” assim como descrito no verso: “Nós na batida no embalo da rede”. Entretanto, na segunda seção o caráter  do sentimento de amar começa a sofrer uma leve mudança com versos como: “Ser teu pão, ser tua comida” e “E algum trocado pra dar garantia”, entendendo-se que nesse momento, o eu lírico começa  a transmitir um sentimento de necessidade de pertencimento, demonstrando precisar fazer parte dessa relação. Essa emoção é retratada novamente na terceira seção, nos versos: “E ser artista no nosso convívio” e “Transformar o tédio em melodia”, também na quarta seção, com: “Ser teu pão, ser tua comida [...] E algum veneno anti monotonia”. Além disso, esse sentimento por parte do eu lírico pode ser causado pelo fato de seu relacionamento estar se desgastando, como é mostrado no verso: “Boca, nuca, mão e a tua mente não”, o que demonstra uma relação pobre de conexão mental, ligada apenas pelo “contato” físico entre os dois indivíduos. </p><p>Sendo assim, a música mostrasse carregada de subtextos, podendo ser aberta a diversas interpretações. Porém pode-se ser dito com clareza que cada seção da canção possui um significado importante, uma vez que, precisamos melhorar a forma a qual amamos e nos deixamos ser amados pelo próximo, evitando a fadiga de relacionamentos que possam ser tóxicos e fortalecendo nossa capacidade de viver em sociedade. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:58:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cazuza, um ícone atemporal (aluna Júlia Teixeira Leal)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3397861912</link>
         <description><![CDATA[<p>  A música "Todo amor que houver nessa vida", do cantor Cazuza, foi lançada no ano de 1982, uma época marcada por diversas transformações sociais e políticas no Brasil, no álbum de estreia da banda Barão Vermelho. Desse modo, a canção busca externar a intensidade dos sentimentos humanos, principalmente o amor e o desejo, dentro de um contexto de liberdade e entrega emocional.</p><p>  Nessa perspectiva, o sujeito da canção se enuncia como: amoroso, um amante entregue, alguém que possui a necessidade de se sentir amado, de "respirar a outra pessoa, e que deseja viver todas as aventuras possíveis do amor, sem medo ou restrições.</p><p>  Outrossim, a música também reflete sobre os desafios de relacionamentos amorosos de longa duração, já que com o passar do tempo as relações tendem a "cair na rotina" pelo fato dos envolvidos já estarem acostumados com a existência e presença do outro, perdendo a vontade de realizar a conquista diária, como demonstrado nas frases "algum veneno antimonotonia" e "algum remédio que me dê alegria"  refletem a necessidade de manter a paixão viva e de ser essencial na vida do parceiro.</p><p>  Sendo assim, a música de Cazuza e suas características que transcendem o tempo, sendo utilizada em diversas novelas, mídias, filmes, eventos culturais, pelo fato da canção ter surgido num período pós ditadura, permitiu também maior liberdade de expressão, conectando-se com um momento histórico marcante.</p><p>  Portanto, a canção se insere na tradição e na cultura por meio da sua carga emocional, refletindo também o contexto histórico que a impulsionou, e o legado do próprio Cazuza, como ícone de autenticidade e ruptura com o tradicional. Logo, ao abordar temas como o amor, a dúvida, a dor, a vulnerabilidade ele convidava o público a se revisitar e refletir sobre suas próprias emoções, contribuindo para uma comunicação profunda sobre a condição humana e o estudo das humanidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 01:08:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Redação sobre a música &quot;Todo amor que houver nessa vida&quot;, do cantor Cazuza</title>
         <author>guedeshenrique0302</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3398858318</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 13:24:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:21:56 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre a música &quot;Todo amor que houver nessa vida&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3399061452</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>REDAÇÃO SOBRE A MÚSICA &quot;TODO AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA&quot;, DE CAZUZA.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>ALUNO</strong>: Pablo Henrique Lima Santiago Neri</p><p><strong>MATÉRIA</strong>: Bacharelado interdisciplinar em Humanidades.</p><p><strong>DATA</strong>: 05/04/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 16:58:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Todo amor que houver nessa vida - Cazuza </title>
         <author>netomagalhaess98</author>
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         <description><![CDATA[<p>A música "Todo amor que houver nessa vida" de Cazuza é uma obra que permite uma ampla variedade de interpretações, sem um sentido único definido. O eu lírico apresenta uma visão do amor que pode ser interpretada de diferentes maneiras, deixando livre para o apreciador a criatividade e expressividade sobre a música.</p><p>De início, a música remete a um sentimento e busca pelo relacionamento monogâmico, uma idealização perfeita onde descreve um passo a passo de uma calorosa relação. No entanto, ao analisar mais profundamente a letra, é possível perceber a complexidade do amor e sua representatividade, que pode ser vista como uma declaração para uns e/ou um desabafo para outros.</p><p>Além disso, é importante considerar o contexto em que a música foi escrita. O eu lírico que vos canta gostava de uma vida livre, não-monogâmica e havia contraído o vírus da AIDS. Isso pode ter influenciado a forma como o amor é apresentado na música, como uma idealização reprimida ou uma representação do que não poderia ter.</p><p>Sendo um ser amoroso, você é sim “exagerado”, busca uma “ideologia” que reforce sua alma e fortaleça seu pensamento junto ao conhecimento, fazendo “poemas” e, nas entrelinhas, fica escondido o seu “codinome Beija-Flor”.</p><p><br/></p><p>Discente: Antonio G. Magalhães Neto</p><p>Docente: Francisco Antônio Zorzo</p><p>Disciplina: Estudos das Humanidades </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 20:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redação Cazuza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3399462537</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp; &nbsp;O cantor e compositor brasileiro, popularmente conhecido como Cazuza produziu, a musica chamada “Todo o amor que houver nessa vida”, lançada em meados de 87, foi um sucesso marcante da época. A principio, é possível perceber que a vida do artista influenciou muito os tipos de musica produzidos por ele, Cazuza um homem poligâmico e homossexual que viveu em uma época extremamente tradicional, expressava através das músicas suas vivencias amorosas, sendo uma delas essa exposta anteriormente.</p><p>&nbsp;&nbsp;Durante a música é possível perceber que em sua trajetória ela abrange o tema amor, em suas diversas formas. Diante disso é possível perceber as mudanças de pensamento do eu lírico ao decorrer da canção, que começa almejando um amor tranquilo e depois segue descrevendo uma relação que parece metaforicamente com uma montanha russa, cheia de altos e baixos e extremamente movimentado. É possível observar, também, que o eu lírico é extremamente contraditório e dinâmico.</p><p>&nbsp; A música, assim como o artista que a escreveu é intensa e essa intensidade e perceptível em trechos como: “o corpo inteiro como um furacão”, “e algum remédio que me de alegria”, “ser teu pão ser tua comida” e “algum remédio antímonotonia”. Através desses trechos, percebem-se muitas das coisas que o eu lírico almeja escrita em forma de metáforas, como a vontade do amor intenso, o desejo da alegria através da pessoa amada, o desejo de ser necessário para viver, relacionado ele com comida que e algo imprescindível para a sobrevivências e a urgência de um relacionamento divertido e ao mesmo tempo leve.</p><p>&nbsp; Diante de tudo isso, é possível relacionar a canção com a tradição e com a cultura através do seu tema principal, o amor. O amor é um sentimento almejado e cultuado desde muito tempo, e isso acaba virando uma tradição, a ideia de se apaixonar, vivenciar e cultuar o amor, casar, ter filhos e esperar que os filhos sigam o mesmo trajeto, mas o amor é um sentimento diverso, existem diferentes formas de amar e isso é algo que todos vivem em certo ponto da vida, seja em forma de amizade, romance ou família, o amor e parte do ciclo da vida, é uma cultura mundial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 20:54:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Toda arte que houver na vida </title>
         <author>fiuzalana</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3399535889</link>
         <description><![CDATA[<p>A arte é a base da expressão humana, ela é tudo que temos enquanto criança, é o que entendemos e como somos entendidos, pois pintamos antes de escrever e dançamos antes de andar. A arte é o real transfigurado, pois tudo nela carrega um significado pessoal. A obra “Todo amor que houve nessa vida” de Cazuza é a sua própria vida transformada em arte.</p><p>      O compositor e cantor Agenor de Miranda Araújo Neto, conhecido no mundo artístico como Cazuza possui músicas profundas/intensas que expressam seu olhar exagerado ante a vida. Na obra “Todo o amor que houver nessa vida “, ele retrata a idealização de um amor do qual deseja ser o suficiente para o seu parceiro através dos trechos “… Matando a sede na saliva, ser teu pão, ser tua comida “. Nesse contexto, ele representa as necessidades vitais como algo que pode ser saciada apenas com esse amor. </p><p>       Em outro trecho cazuza diz “e algum trocado pra dar garantia “, pois não é necessário muito dinheiro ou bens matérias enquanto ele tiver a companhia do seu parceiro. Ao decorrer da obra nota-se que ele espera muito dessa relação, que possam passar pelo céu e inferno juntos, conhecer a fonte escondida do parceiro, ou seja, conhecê-lo por completo, o mel e a ferida, as partes doces dolorosas da vida. Dessa forma, ele pretende demonstrar a dualidade de um relacionamento.</p><p>      Então, a arte de cazuza é o seu olhar de uma relação amorosa, com situações em que o amor é único e primordial, e em outro aspecto demonstra que ele pode passar por dois extremos, pelo belo e pelo feio. A arte de cazuza transfigura sua realidade, transformando em trechos suas vivências ou expectativas do amor.</p><p><br></p><p>Por Lana Fiuza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 22:47:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>madureiraguilherme18</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3399861322</link>
         <description><![CDATA[<p>Atenciosamente: Guilherme Santos de Jesus Madureira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 02:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Cazuza: Todo amor que houver nessa vida </title>
         <author>laistsgeo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Emoções e vivências</p><p><br/></p><p>     A música do cantor Cazuza, “Todo amor que houver nessa vida", traz o eu lírico, onde o artista interpreta um contexto exagerado de entrega total ao seu amor, ao amor da sua vida, em dose exacerbada, que transborda desejo e paz ao vivenciar essa experiência.</p><p><br/></p><p>     Ele expressa, através da letra e da melodia, claramente, o quão tem sede de querer essa "sorte de um amor tranquilo", por alguém, talvez, que já esteja em vista, ou que ele idealizou em sonho e em seu coração. Quando ele diz, também, que quer "algum remédio que dê alegria", parece expressar estar triste, por no momento, não ter aquele amor.</p><p><br/></p><p>     A vivência pode ser do próprio cantor, talvez, porque, o artista vivia uma vida intensa e conturbada de amores, paixões, sexo, traições, fama, dinheiro e drogas, que ao se juntar com o contexto de suas músicas bastante emotivas e expressivas, expõe uma peça teatral perfeita de se interpretar nos palcos.</p><p><br/></p><p>     Na tradição e na cultura, o eu lírico entra em contextos diversificados, onde o artista pode expressar vivências únicas, sem necessariamente ter vivido aquilo, interpretar da melhor forma em que todos tenhamos bons insights e possam conhecer diferentes formas de vida e emoções.</p><p><br/></p><p>     Assim, essa música e o artista tem tudo a ver com o estudo das humanidades, pois é de suma importância para a compreensão do comportamento do ser humano na sociedade, sem dúvidas, para nossa disciplina na universidade e principalmente para a vida.</p><p><br/></p><p>Lais Trindade Silva</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 02:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>Redação sobre a musica &#39;&#39;Todo amor que houver nessa vida.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 04:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Todo o Amor Que houver nessa Vida&quot; - Cazuza</title>
         <author>bragxcom</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 12:48:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Aluna:</strong> Inês Vitória Lima Pires&nbsp;</p><p><strong>Matéria:</strong>HACA03</p><p><strong>Professor:</strong>Francisco Antônio Zorzo<br></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong>Redação</strong></p><p><br/></p><p>&nbsp;Na canção “Todo amor que houver nessa vida”, do cantor Cazuza e Frejat que foi lançada em 1988. Relata a busca de um amor intenso e arrebatador onde ele sente sede, desejo por essa idealização amorosa.</p><p>No trecho “Eu quero a sorte de um amor tranquilo” ele traz a referência de uma relação com parceria, segurança, respeito, confiança, reciprocidade e a estabilidade emocional em um relacionamento.</p><p>Essa obra descreve a intensidade como no trecho “Ser teu pão, ser sua comida. Todo amor que houver nessa vida”. O autor que a entrega física e emocional do parceiro já e quando ele diz “E algum remédio que me dê alegria” ele traz o momento de tristeza que só pode ser aliviado com esse sentimento intenso.</p><p>No contexto atual essa música ela traz uma reflexão no cotidiano do ser humano em busca de um amor. A diversas manifestações amorosas não existindo nem certo e nem errado.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 13:28:01 UTC</pubDate>
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         <title>Redação - Amor é arte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Amor é arte, poesia, desejo e anseio. Sendo assim, em sua música “todo amor que houver nessa vida” Cazuza prova a ambiguidade das relações, do anseio de ter, possuir, amar e sentir. Por meio da sua letra e do período da produção da obra é possível não só entender, mas encaixar com o contexto vivido, onde o sujeito é aquele que sente, que canta e que compreende a música como experiência própria, aquele que se vê atrás das canções.</p><p>O amor é retrato como algo tranquilo, mas transtornado, onde a paixão tornasse dependência, a vontade do eu lírico de suprir todas as necessidades da sua companheira deixa explícito como o amor é enxergado. A necessidade de ter, de curar suas feridas, a ponto de tornar um vício, amar para se sentir vivo. Da mesma forma, fazendo uma ligação com os estudos das humanidades, é possível compreender que a arte reflete as emoções e as relações humanas. A busca incessante para achar um significado para a vida, a linguagem de afeto, gênero, sexo caracteriza o homem e suas relações.</p><p>&nbsp; No verso “e algum trocado pra dar garantia”, é possível contextualizar com a profissão do cantor, que por muitas vezes é desmoralizada e pouco valorizada, onde não à garantia de um trocado, de sucesso e de respeito. Pensar que a maior manifestação artística e política veio atrás da música, faz refletir o poder do verso, da canção e das maneiras de protestar, idealizar, comunicar e amar, principalmente no período em que foi produzido (tempo de opressão, repressão e violência).</p><p>Ademais, a várias formas de amar, seja por meio de atos de serviço, canções, presentes</p><p>Palavras de afirmação, tudo é válido, qualquer forma de amar vale a pena. Por fim, Cazuza alcançou várias formas de interpretação para sua canção, cada análise chega a uma perspectiva diferente do amor, seja ele raso ou exagerado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Por Dandara inaiê</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 15:34:05 UTC</pubDate>
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         <title>Redação Cazuza  (Dimitri Almeida Mota dos Santos) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3401118062</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 17:13:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3401238972</link>
         <description><![CDATA[<p>Boa tarde, Professor !  Segue o texto sobre a música de Cazuza da última aula. Desculpa pela demora.</p><p> Att.:</p><p>Eliete Cardoso</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 18:47:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3401321225</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nadja de Jesus dos Santos.</strong></p><p><strong>Bacharelado interdisciplinar em humanidades.</strong></p><p><br/></p><p>Na música “Todo amor que houver nessa vida” do cantor e compositor brasileiro Cazuza, refere-se a um amor expressado de forma intensa. Dessa forma, se mantém presente a ideia de que a grande maioria busca não somente um amor tranquilo, como também algo que lhe permita sentir a balbúrdia da emoção. Dessa forma, fica uma reflexão sobre a intensidade dos amores que buscamos ao longo das vidas e sobre o equilíbrio que precisamos manter para não cair nas armadilhas da monotonia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 20:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>Redação da canção de Cazuza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na canção “Todo o Amor Que Houver Nessa Vida” do músico brasileiro Cazuza, ele demonstra o desejo de viver um romance intenso, no entanto sem muitas turbulências. Afinal, em um de seus primeiros trechos é dito o quanto o cantor almeja um amor tranquilo, e também como diversas outras músicas do compositor, é notório a presença de versos que provocam inúmeras interpretações e pontos de vista em volta de uma só música. Sob esse prisma, a obra retratada anteriormente contempla algumas formas de deduzir a mensagem que o artista queria transmitir, duas delas são: a romantização da vida através da idealização do amor, e o amor proibido.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Nessa perspectiva, vale ressaltar que a romantização da existência&nbsp;com o idealismo do romance é uma concepção exposta na música analisada. Exemplos dessa óptica vêm na estrofe “Ser artista no nosso convívio; Pelo inferno e céu de todo dia; Pra poesia que a gente não vive; Transformar o tédio em melodia”, que visivelmente procura transicionar a monotonia da vida dele em felicidade, causando algum prazer diário, mesmo nesse tédio exibido.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ademais, o famoso: amor proibido, é um outro fator possivelmente existente na melodia, já que na época Cazuza havia assumido em algumas entrevistas sentir atração não somente por mulheres, mas também por homens, porém quando alguém faz parte da comunidade LGBTQIAP+, vira alvo de preconceitos e críticas no Brasil, visto que essas pessoas continuamente ainda são miras para homofobia e violência. Dado isso, firma-se esse ponto quando o próprio componedor diz&nbsp;“Eu quero a sorte de um amor tranquilo”, uma vez que na época de lançamento dessa música a&nbsp;realidade das pessoas LGBTQIAP+ estavam longe de serem pacíficas, ou seja, esse desejo do autor pode expressar uma maneira de indignação entre a diferença cotidiana entre héteros e pessoas que gostam do mesmo sexo.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Logo, a obra “Todo o Amor Que Houver Nessa Vida” de Cazuza pode refletir parte da vida de muitos brasileiros e amantes adentro da nação, e que contém múltiplas análises e compreensões, mostrando a complexidade da experiência humana. Contudo, a música expressa a busca por um amor calmo e por uma outra visão da&nbsp;monotonia da vida, ao mesmo tempo em que pode ser vista como uma crítica à sociedade que não aceita a diversidade sexual. Considerando o contexto do ano em que a música foi registrada, é possível que Cazuza estivesse apoiando a luta pela aceitação e pelo respeito à diversidade, tornando-se uma obra que prossegue a ressoar na contemporaneidade, além disso demonstra também como a vida humana pode ser tratada com mais leveza com a beleza do amor.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Júlia da Cunha Santos&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 20:13:16 UTC</pubDate>
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         <title>Boa tarde! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3406661291</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 20:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 02</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3407706820</link>
         <description><![CDATA[<p>Para revisão, duvidas e consultas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 14:09:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3414363786</link>
         <description><![CDATA[<p>A música, como espelho das emoções humanas, frequentemente celebra o amor como força redentora. No entanto, quando observada sob uma perspectiva realista, a mesma linguagem que exalta a paixão pode revelar contradições e armadilhas. A letra de “Todo amor que houver  nessa vida”, embora aparentemente um hino ao amantes intenso, expõe, mesmo que involuntariamente, as fissuras de um ideal romântico insustentável.  </p><p>Já na sua primeira linha, somos apresentado a busca "amor tranquilo", associado a imagens de frutas, redes e saliva — símbolos de uma simplicidade quase pastoral. No entanto, essa tranquilidade é imediatamente perturbada por referências a "inferno e céu de todo dia" e a um "corpo inteiro como um furacão". A contradição não é acidental: ela revela a impossibilidade de conciliar estabilidade e paixão. Relacionamentos humanos são, por natureza, ambivalentes. A promessa de harmonia perene ignora a dinâmica inevitável de conflitos, tédio e mudança, elementos que corroem a idealização inicial.  O verso "ser teu pão, ser tua comida" repete-se como um mantra, sugerindo que o amor deve ser tão vital quanto o alimento. Sob uma ótica cética, porém, a metáfora expõe um risco: transformar o outro em uma necessidade organica. Relações saudáveis exigem autonomia, não fusão. A ideia de "matar a sede na saliva" do outro, por exemplo, ecoa uma dinâmica de dependência emocional, onde a satisfação é sempre temporária e a carência, infinita. Cazuza , talvez , sem perceber, retrata o amor não como valor que transcende , mas como uma necessidade orgânica.   </p><p> A linha "Te alcanço em cheio o mel e a ferida" sintetiza a dualidade do amor romântico: prazer e dor coexistem, porém, uma leitura  mais cética  questionaria  se o mel justificaria a ferida. A paixão intensa ("furacão") muitas vezes mascara padrões destrutivos, como ciúme, possessividade ou idealização excessiva. A "alegria" mencionada no final — buscada como remédio — seria, na prática, um paliativo frágil, incapaz de curar a ferida crônica de expectativas não correspondidas.   </p><p>O verso "transformar o tédio em melodia" parece celebrar a criatividade como antídoto para a monotonia conjugal. No entanto, há uma ironia subjacente: se a rotina precisa ser constantemente romantizada para ser suportável, isso sinaliza não a vitória do amor, mas sua derrota. A "poesia que a gente não vive" é, na verdade, uma confissão de que o cotidiano é árido — e a arte, neste contexto, funciona como autoengano, uma cortina de fumaça para ocultar o vazio de relações que não se sustentam por si só   </p><p>A menção a "algum trocado pra dar garantia" introduz um elemento prosaico em meio ao lirismo. Esse contraste não é inocente: ele revela a incompatibilidade entre romance e realidade material. Amor não sobrevive de versos, mas de contas pagas, compromissos e escolhas práticas. O "remédio que dá alegria", neste sentido, poderia simbolizar desde pequenas mentiras cotidianas até dependências emocionais ou químicas — artifícios para manter acesa a chama de um sentimento que, deixado à própria sorte, se apagaria.    </p><p>A estrutura repetitiva do poema — com seus refrões e imagens recorrentes — não celebra a constância, mas expõe a estagnação. O amor idealizado, como proposto aqui, é um ciclo de expectativas e desilusões: promete completude, mas gera dependência; almeja paz, mas alimenta turbulência. A "fonte escondida" do outro jamais será plenamente alcançada, pois seres humanos são, por definição, incompletos e mutáveis.  O que empresta densidade na música ,está justamente em sua contradição: ele clama por um amor que é, ao mesmo tempo, bálsamo e veneno, pão e furacão. Expondo  a essência do problema: o amor romântico, em sua forma idealizada, é uma fantasia que desconsidera a complexidade humana. Não é sobre encontrar alguém que nos complete, mas sobre aprender a conviver com as lacunas — próprias e alheias — sem atribuir ao outro a responsabilidade de preenchê-las.   </p><p> </p><p>Enquanto a poesia insiste em transformar o amor em salvação, a vida real nos lembra de que ele é, no máximo, uma travessia incerta — onde mel e ferida, compõe os lados de uma mesma moeda, fadada ao desgaste.   </p><p><br/></p><p>Nígel </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 22:47:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3415346590</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A música, como espelho das emoções humanas, frequentemente celebra o amor como força redentora. No entanto, quando observada sob uma perspectiva realista, a mesma linguagem que exalta a paixão pode revelar contradições e armadilhas. A letra de "Todo amor que houver nessa vida", embora aparentemente um hino aos amantes intensos, expõe, mesmo que involuntariamente, as fissuras de um ideal romântico insustentável.  </p><p><br/></p><p>Já na primeira linha, somos apresentados à busca por um "amor tranquilo", associado a imagens de frutas, rede e saliva — símbolos de uma simplicidade quase pastoral. No entanto, essa tranquilidade é imediatamente perturbada por referências a "inferno e céu de todo dia" e a um "corpo inteiro como um furacão". A contradição não é acidental: ela revela a impossibilidade de conciliar estabilidade e paixão. Relacionamentos humanos são, por natureza, ambivalentes. A promessa de harmonia perene ignora a dinâmica inevitável de conflitos, tédio e mudança, elementos que corroem a idealização inicial.  </p><p><br/></p><p>O verso "ser teu pão, ser tua comida" repete-se como um mantra, sugerindo que o amor deve ser tão vital quanto o alimento. Sob uma ótica cética, porém, a metáfora expõe um risco:  "elevar" o outro a um condição  de necessidade quase orgânica. Relações saudáveis exigem autonomia, não consumo . A ideia de "matar a sede na saliva" do outro, por exemplo, ecoa uma dinâmica de dependência emocional, onde a satisfação é sempre temporária e a carência, infinita. Cazuza e frejat, talvez sem perceber, retrata o amor não como valor que transcende, mas como uma necessidade fisiológica.  </p><p><br/></p><p>A linha "Te alcanço em cheio o mel e a ferida" sintetiza a dualidade do amor romântico: prazer e dor coexistem. Porém, uma leitura mais cética questionaria se o mel justificaria de fato a ferida. A paixão intensa ("furacão") muitas vezes mascara padrões destrutivos, como ciúme, possessividade ou idealização excessiva. A "alegria" mencionada no final — buscada como remédio — seria, na prática, um paliativo frágil, incapaz de curar a ferida crônica de expectativas não correspondidas.  </p><p><br/></p><p>O verso *"transformar o tédio em melodia"* parece celebrar a criatividade como antídoto para a monotonia conjugal. No entanto, há uma ironia subjacente: se a rotina precisa ser constantemente romantizada para ser suportável, isso sinaliza não a vitória do amor, mas sua derrota. A "poesia que a gente não vive" é, na verdade, uma confissão de que o cotidiano é árido — e a arte, neste contexto, funciona como autoengano, uma cortina de fumaça para ocultar o vazio de relações que não se sustentam por si só.  </p><p><br/></p><p>A menção a "algum trocado pra dar garantia"introduz um elemento prosaico em meio ao lirismo. Esse contraste não é inocente: revela a incompatibilidade entre romance e realidade material. Amor não sobrevive de versos, mas de contas pagas, compromissos e escolhas práticas. O "remédio que dá alegria", neste sentido, poderia simbolizar desde pequenas mentiras cotidianas até dependências emocionais ou químicas — artifícios para manter acesa a chama de um sentimento que, deixado à própria sorte, se apagaria.  </p><p><br/></p><p>A estrutura repetitiva do poema — com seus refrões e imagens recorrentes — não celebra a constância, mas expõe a estagnação. O amor idealizado, como proposto aqui, é um ciclo de expectativas e desilusões: promete completude, mas gera dependência; almeja paz, mas alimenta turbulência. A "fonte escondida" do outro jamais será plenamente alcançada, pois seres humanos são, por definição, incompletos e mutáveis.  </p><p><br/></p><p>O que empresta densidade à música está justamente em sua contradição: clama por um amor que é, ao mesmo tempo, bálsamo e veneno, pão e furacão. Expõe assim a essência do problema: o amor romântico, em sua forma idealizada, é uma fantasia que desconsidera a complexidade humana. Não se trata de encontrar alguém que nos complete, mas de aprender a conviver com as lacunas — próprias e alheias — sem atribuir ao outro a responsabilidade de preenchê-las.  </p><p><br/></p><p>Enquanto a poesia insiste em transformar o amor em salvação, a vida real nos lembra de que ele é, no máximo, uma travessia incerta — onde mel e ferida compõem os lados de uma mesma moeda, fadada ao desgaste.  </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Nígel </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-18 21:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>DESCARTES, René.  Os Pensadores. São Paulo : Abril Cultural, 1983.</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3420356108</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3627656823/7761a949917fb3375d9cad6c3c664d9d/Descartes_Sexta_MeditaA__A__o_1_PA__gina.doc" />
         <pubDate>2025-04-22 23:15:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula03A divina comédia humana</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3420357736</link>
         <description><![CDATA[<p>Dante Alighieri</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3627656823/c7520c3a982d5804e5bc959a2d64a420/Aula_Idade_MA__dia_Dante_20251.pdf" />
         <pubDate>2025-04-22 23:18:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material apoio para aula do di 29/04</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3428747589</link>
         <description><![CDATA[<p>Na próxima aula vamos dar um salto no tempo e estudar o surgimento das ciências sociais no século XIX.<br></p><p>Vamos ler o texto de K. Marx, em anexo, que trata do trabalho alienado e da crítica ao sistema de dominação capitalista. Ver anexo.</p><p>Informo que, vamos aproveitar o tema e debater a nossa pesquisa sobre o trabalho informal em Salvador, com a presença da bolsista Pibic, Sabrina.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 23:12:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Workshop (convite) </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3428749594</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Orientador: Francisco Antônio Zorzo (IHAC)</strong></p><p><strong>Orientadora UNIRIO: Profª. Drª. Denise Mancebo Zenicola</strong></p><p><strong>Doutorando: Jamilson Oliveira de Sousa​</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>O Estágio Docente é uma parte fundamental na formação de um curso de doutorado, neste caso, com anuência da Orientação, o estágio está sendo realizado na Universidade Federal da Bahia, no semestre 2025.1 em componente dos cursos de bacharelados interdisciplinares do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências.</p><p>O doutorando acompanhará o desenvolvimento da disciplina e fará colaborações com o professor, conforme as possibilidades e conveniência, trabalhando para manter um diálogo entre os Estudos das Humanidades (BIH) e as Artes da Cena, de maneira crítica-reflexiva em práticas e teorias que ocorrerem durante o curso.</p><p>O workshop tem o título – Gestos e Ancestralidade Afro-diaspóricas em Perspectivas Históricas, que trata da pesquisa de doutorado de Jamilson de Sousa, sobre o rito/performance do Negro Fugido de Acupe de Santo Amaro na Bahia.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>PLANO do Workshop – Aula Aberta</strong></p><p><strong>Inetituição: Universidade Federal da Bahia – UFBA.</strong></p><p><strong>Departamento: Instituto de Humanidades, Artes e Ciências – IHAC</strong></p><p><strong>Componente: Estudos das Humanidades – 2025.1</strong></p><p><strong>Professor orientador na Ufba: Dr. Francisco Antônio Zorzo</strong></p><p><strong>Período: 2025.1</strong></p><p><strong>Dias: 5 de maio 2025, 13:30h e 6 de maio 2025, 18:30h - S.110 / Paf III</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3627656823/41ecbe2b9d77192c537457b63e809b99/IMG_0088.jpeg" />
         <pubDate>2025-04-28 23:14:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alienação do trabalho(29/04/2025)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3430351071</link>
         <description><![CDATA[<p>Um bom retrato do que vamos tratar na aula de hoje é a música “construção de Chico Buarque” </p><p><br></p><p>Essa música retrata a vida de um trabalhador da construção civil, mostrando como ele é reduzido a uma peça descartável do sistema.</p><p><br></p><p>Ele “morreu na contramão -atrapalhando- o tráfego”, o que expressa como sua vida tem menos valor que o funcionamento da cidade</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-29 18:25:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Texto Aula 06/05</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3433064396</link>
         <description><![CDATA[<p>SOUSA, Jamilson Oliveira de; ZENICOLA, Denise Mancebo. GESTO, CORPO E ANCESTRALIDADE: SABERES DA RESISTÊNCIA AFRODIASPÓRICA... In: Anais do Quinto Seminário Internacional Corpo E Processos De Criação Nas Artes Da Cena: Saberes Da África. Anais...Natal(RN) UFRN, 2024. Disponível em: https//<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.even3.com.br/anais/v-seminario-internacional-corpo-e-processos-de-criacao-nas-artes-da-cena-saberes-da-africa-466959/878922-GESTO-CORPO-E-ANCESTRALIDADE--SABERES-DA-RESISTENCIA-AFRODIASPORICA">www.even3.com.br/anais/v-seminario-internacional-corpo-e-processos-de-criacao-nas-artes-da-cena-saberes-da-africa-466959/878922-GESTO-CORPO-E-ANCESTRALIDADE--SABERES-DA-RESISTENCIA-AFRODIASPORICA</a>. Acesso em: 01/05/2025</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 14:36:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 04</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3434936654</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 12:38:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modelo de prova!</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3434938415</link>
         <description><![CDATA[<p>o professor passou a lista para que vocês possam se organizar e se preparar para a primeira avaliação. Bons estudos. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3627656823/4cb85df8b6f94d233b2420a99b5699db/Prova_Humanidades_modelo_exerc_cio.doc" />
         <pubDate>2025-05-03 12:42:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3435043272</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Geovani Gabriel Franco Santos.       A música "Todo o Amor que Houver Nessa Vida", lançada em 1988, por Cazuza, um homem que fazia parte da comunidade LGBTQUIA+, e que através da sua musica destaca sua entrega emocional, e sua linguagem poética diante da vida e do amor. A musica expressa o desejo profundo de viver um amor com entregas, intenso e sem limites que ao mesmo tempo que seja forte, e tranquilo, o que para a época da musica, para uma pessoa da comunidade era difícil, devida a sociedade homofóbica e conservadora.       A canção pode trazer a tona a reflexão da busca e entrega do amor perfeito, também caracterizando como algo utópico. Vale destacar também uma percepção, que poderia ser uma leitura da natureza do sentimento humano, a que revela, a pureza e a verdade quando de está em busca de um sentimento verdadeiro.</p><p>Através do trecho “Ser teu pão, ser tua comida.” Ele expressa o desejo de ser uma pessoa vital e essencial, para seu parceiro, devido ao autor usar a metáfora de ser algo essencial para a vida, como o alimento, como um gesto de amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 16:28:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alienação do Trabalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu gostei muto do texto e da forma que ele aborda os dois lados da situação, falando sobre como essas novas atualizações desempregam muitos, mas mesmo assim criar novos empregos. Não temos como fugir dessa mudança e a melhor forma de lidar com ela e conhecendo todos os lados e acumulando informações sobre esse novo sistema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-03 20:28:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3438039256</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 13:23:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula sobre Marx e as ciências sociais no s. XIX</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457750903</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:45:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 08 Arendt e as Humanidades no s. XX</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457753461</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:47:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Arendt e as Humanidades no s. XX </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457761122</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:54:52 UTC</pubDate>
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         <title>Condição  humana </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457766018</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:59:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Modelo slides </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457766324</link>
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         <pubDate>2025-05-19 18:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>Manifesto Ciborgue</title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <pubDate>2025-05-19 19:00:38 UTC</pubDate>
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         <title>Inteligência artificial </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>📌Apesar de já ter mandando tudo no watts , estou disponibilizando o material por aqui tbm!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 19:02:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Modelo de slides </title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457770793</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 19:04:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457772243</link>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Haca03_ufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3457772648</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 19:06:47 UTC</pubDate>
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         <title>A divina comédia de Dante</title>
         <author>lealjulia1904</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3463271383</link>
         <description><![CDATA[<p>A divina comédia é dividida em três partes, sendo elas o inferno, o céu e o paraíso e narra a jornada da alma humana em direção a Deus mostrando a busca pela salvação e redenção.</p><p>Dante, o personagem principal, começa no inferno, simbolizando o pecado, e é guiado por Virgílio, que representa a razão e depois por Beatriz que é a razão divina. No Inferno, é ilustrado os pecadores que sofrerão castigos eternos, cada um sendo punido de forma justa e simbólica, de acordo com seus erros que cometeram enquanto estavam vivos. Essa parte transmite a mensagem que a justiça de Deus é inevitável e que cada pessoa será sempre responsável pelas escolhas que faz. No Purgatório, Dante encontra almas arrependidas que passam por um processo de purificação, mostrando que existe esperança para quem busca a melhora e o perdão. Já no Paraíso, ele contempla a perfeição divina, os santos e a visão de Deus, representando a união plena da alma com o divino.</p><p>Creio que a Divina Comédia nos ensina que a razão pode nos guiar apenas até certo ponto, e que é preciso a fé para alcançar a paz espiritual. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 13:34:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rebeca_luciano05</author>
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         <title></title>
         <author>larissas2027</author>
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         <title></title>
         <author>helderdacruzcerqueira</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Seminário Dandara Kosminsky</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 02:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-05 02:09:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Igreja Neopentecostal:O Mercado da Fé</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.” Machado de Assis</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 20:10:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O papel das redes sociais na disseminação de notícias falsas.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-05 23:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-06 16:35:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>alexmaximino01</author>
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      <item>
         <title></title>
         <author>contatoandrezaassis</author>
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         <pubDate>2025-07-08 23:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Slide sobre &quot;Invalidação feminina e sua relação com a síndrome de Burnout&quot;</title>
         <author>jcnhssantos</author>
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         <pubDate>2025-07-09 00:49:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dimialmeidamota</author>
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         <pubDate>2025-07-09 03:41:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>hannabeatriz157</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Colegas, deixarei alguns vídeos para apreciação, pois não foi possível anexar ao slide devido ao espaço. </p>]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 13:40:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fernandasouzaufba</author>
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         <description><![CDATA[<p>Achei interessante esse artigo sobre a construção do tempo na obra da divina comedia</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.fclar.unesp.br/letras/article/view/7826/5375" />
         <pubDate>2025-07-14 13:59:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Seminário-  Isabella Santana Oliveira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 14:17:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandasouzaufba</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>“Todo amor que houver nessa vida”: um pedido urgente de sentir</strong></p><p>Tem músicas que a gente não apenas ouve — a gente sente. <em>"Todo amor que houver nessa vida"</em> é uma dessas. Ela não fala de um amor comum, desses que cabem em caixas ou vêm com manual de instrução. Ela fala de um amor inteiro, exagerado, bonito de tão doído. Um amor que quer viver tudo, agora, sem medo, sem freio.</p><p>O contexto em que essa música surgiu já diz muito: Brasil nos anos 80, pós-ditadura, quando as pessoas estavam reaprendendo a respirar, a dizer, a amar livremente. Era tempo de urgência, de gritar o que por muito tempo foi silenciado. E aí vem Cazuza, com sua voz rouca e alma exposta, dizendo que quer todo o amor que houver nessa vida. Como quem sabe que o tempo é curto demais pra amar pela metade.</p><p>O sujeito da música é alguém que sente demais. E não tem vergonha disso. Pelo contrário: ele se joga. Ele fala com paixão, com desejo, com uma vontade enorme de se conectar, de se perder em alguém, de encontrar um sentido no meio da bagunça da existência. Ele enuncia com o corpo todo, com a alma escancarada.</p><p>O que ele diz não é só sobre amor. É sobre vida. Sobre aceitar a intensidade de viver, com tudo o que isso traz: a dor, a beleza, a loucura, o perigo, a entrega. É uma recusa à apatia. Um pedido: me dá tudo, mesmo que doa.</p><p>E isso conversa profundamente com a tradição cultural brasileira. A gente é feito de samba, de saudade, de poesia em meio à desgraça. A gente aprendeu a transformar sofrimento em arte, amor em resistência. Nos Estudos das Humanidades, isso é precioso: a música mostra como a cultura é feita de experiências humanas, como o amor pode ser também uma forma de lutar contra o vazio, de afirmar nossa presença no mundo.</p><p>Essa música toca a gente porque fala de algo que todo mundo já sentiu: a vontade de viver algo verdadeiro. De não passar pela vida anestesiado. De amar com coragem. De ser, enfim, humano.</p><p><br/></p><p>Maria Fernanda de Souza Rocha</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 14:27:02 UTC</pubDate>
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         <title>Caio Rodrigo Henrique Vaz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 14:59:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>fernandasouzaufba</author>
         <link>https://padlet.com/Haca03_ufba/blpc5un9srguwjml/wish/3519078735</link>
         <description><![CDATA[<p>Desculpa a demora, tinha perdido o link da apresentação</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 16:47:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>joaosluisada</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-14 18:18:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guedeshenrique0302</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>apresentação de júlia teixeira leal</title>
         <author>lealjulia1904</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>TEMA: OBSCURANTISMO EM DOSES LETAIS: OS IMPACTOS DOS MOVIMENTOS ANTIVACINA NA SAÚDE PÚBLICA </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 21:54:33 UTC</pubDate>
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         <title>Slide por Rafael Borba</title>
         <author>rafaelborbags</author>
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         <pubDate>2025-07-15 22:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>POTÊNCIA INVISÍVEL: ANÁLISE AO AUDIOVISUAL BRASILEIRO E A INVISIBILIDADE NEGRA E LGBTQIA+ - Artigo de Wallace Lisboa Nunes</title>
         <author>wallacenunes1</author>
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         <pubDate>2025-07-15 23:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário “Mulheres na história da humanidade”</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-16 00:48:56 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário do discente: Rafael Oliveira de Almeida</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-16 01:40:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-07-16 03:35:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>contatotrabalhonayara</author>
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         <pubDate>2025-07-18 05:20:24 UTC</pubDate>
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