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      <title>Infecções do Sistema Digestório by Leonardo Emanuel de Oliveira Costa</title>
      <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd</link>
      <description>Trabalho colaborativo da turma sobre infecções do sistema digestório</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-05-25 19:43:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-06-27 19:28:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Shigelose</title>
         <author>aziul_lr</author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176690818</link>
         <description><![CDATA[<div>A shigella pertence à família das Enterobactereaceae, é um bastonete gram-negativo, que não faz esporulação, aeróbio facultativo e imóvel. Dentro desse gênero temos a <em>S. dysenteriae</em> (sintomas mais graves), <em>S. flexneri</em>, <em>S. boydii</em> e <em>S. sonnei</em> (menos grave). <br><br></div><div>A shigelose é a doença causada por essas bactérias no instestino, onde têm caráter muito invasivo por liberarem toxinas que atacam as células desse tecido. Essas bactérias ainda tem resistência à fagocitose, pois induzem a morte também dos macrófagos quando dentro deles e após isso, produzem proteínas que permitem a invasão da shigella nos enterocitos, onde se multiplicam os induzindo a morte. <br><br></div><div>A contaminação pode acontecer a partir da ingestão de alimentos ou água contaminados ou a partir do contato com pessoas contaminadas. Os maiores índices de incidência dessa doença estão nos países subdesenvolvidos, onde justamente o tratamento de água é precário, e hábitos de higiene também. A infecção acomete seres humanos principalmente, mas primatas pode sofrer infecção. <br><br></div><div> A ingestão de apenas algumas centenas já tem o potencial de contaminação, e o período de incubação dessa bactéria é somente de 12 a 48 horas. A invasão das células do epitélio intestinal diminui a capacidade do organismo de absorver água, também possível hemorragia e redução na produção de muco. Como resultado disso se desenvolve a disenteria, uma diarreia sanguinolenta e mucóide, acompanhada de dor ao evacuar e no intestino além de febre e possibilidades de náusea, vômito, dores de cabeça, mialgia e até convulsões, no caso de crianças. Essa doença pode se agravar caso persista a hemorragia, desidratação extrema e a própria irritação do intestino.<br><br></div><div>Testes no exame de fezes além da analise dos sintomas podem diagnosticar o paciente que será tratado com antibióticos como penicilina, quinolonas ou cefalosporinas, além da orientação de ingestão de líquidos, principalmente soros eletrolíticos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-16 18:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cólera</title>
         <author>aziul_lr</author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176690867</link>
         <description><![CDATA[<div>Membro do gênero Vibrio e da família Vibrionaceae, o <em>Vibrio Cholerae</em> é caracterizado por ser um bastonete recurvado Gram-negativo e anaeróbio facultativo. É catalase é positivo. Não faz parte da microbiota normal<br><br></div><div>Cólera é uma doença causada pela ação do <em>Vibrio cholerea</em>, que atua no intestino delgado através da sua exotoxina, que induz a perda de água e eletrólitos das células do seu hospedeiro. Essa ação acarreta em diarreia aquosa com uma pequena secreção de muco intestinal e células do epitélio, o que chamamos de “fezes água de arroz”; podendo também causar vômitos. Cólera pode ser adquirida através do contato com águas insalubres e com fezes humanas que contenham a bactéria. <br> A cólera, caso adquirida, pode ser tratada por antibióticos como doxiclinas, que impede a ação, desenvolvimento e reprodução de <em>Vibrio colerea</em>; e por soro fisiológico injetado na via intravenosa, que faz a reposição de eletrólitos, prevenindo a desidratação  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-16 18:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Salmonella</title>
         <author>ifrjbiotecnologia</author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176701877</link>
         <description><![CDATA[<div>Descoberta pelo patologista veterinário americano Daniel Salmon, que comandava uma pesquisa sobre micro-organismos no departamento de agricultura dos estados unidos nos anos de 1800, a Salmonella é conhecida como causadora de diversas doenças nos últimos 125 anos. Alguns sintomas são comuns aos pacientes infectados pelo micro-organismo dentre eles vale destacar: Diarreia, febre e dores abdominais que aparecem entre 12 a 72 horas pós processo de infecção. <br>Salmonella é um micro-organismos da família das enterobactérias, que possui como característica o fato de ser gram-negativa. A Salmonella é precursora de um grupo de doenças como a febre tifoide, febre paratifoide e infecções alimentares. Podem ser encontradas no trato intestinal de humanos e animais domésticos.<br>Ainda que sua capacidade de causas doenças seja uma característica marcantes, apenas poucos tipos, dentre os mais de 2000 existentes, causa infecções em humanos, com a maioria dos casos relacionados a micro-organismos como S.typhimurium e  S.enteritidis. Grande parte dessas infecções podem ser drasticamente reduzidas por hábitos de higiene saudáveis.<br><br>A febre tifoide.<br>  A febre tifoide pode ser transmitida pela ingestão de água ou de alimentos contaminados com fezes humanas ou com urina contendo a bactéria Salmonella entérica sorotipo Typhi.  <br>  Algumas vezes pode ser transmitida pelo contato direto (mão-boca) com fezes, urina, secreção respiratória, vômito ou pus de indivíduo infectado. <br>   A vítima elimina a bactéria nas fezes e na urina, independentemente de apresentar os sintomas da doença. O tempo de eliminação das bactérias pode ser de até três meses. Portadores crônicos podem transmiti-la por até um ano.<br> Os sintomas da febre tifoide:<br>   <br> - Febre alta, dores de cabeça, mal-estar geral, falta de apetite, retardamento do ritmo cardíaco, aumento do volume do baço, manchas rosadas no tronco, prisão de ventre ou diarréia e tosse seca.<br><br><br> O tratamento de febre tifoide:<br> - O paciente deve ser tratado em nível ambulatorial, basicamente com antibióticos e reidratação. Em casos excepcionais, é preciso internação para hidratação e administração venosa de antibióticos. Sem tratamento antibiótico adequado, a doençab pode ser fatal em até 15% dos casos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-16 22:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Yersiniose</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176892962</link>
         <description><![CDATA[<div>A yersiniose é uma infecção causada por bactérias do gênero Yersinia. Esta bactéria consiste em um pequeno bacilo gram-negativo, medindo ao redor de 0,5 x 0,8 µm de largura por 1 x 3 µm de comprimento. É um microrganismo incomum entre as enterobactérias por ser psicotrófico tendo a capacidade de multiplicar-se em temperaturas variando de 0 a 44ºC. Sua temperatura ótima está no intervalo de 25 a 28ºC. Possui resistência ao congelamento, podendo sobreviver em alimentos congelados, e a baixas concentrações de oxigênio. Porém é sensível ao calor, sendo destruída por pasteurização a 71,8ºC por 30 segundos. É capaz de crescer numa faixa de pH variando de 4 a 10, mas o ótimo é ao redor de pH 7,6.</div><div>A yersinia enterocolitica é responsável por várias doenças no homem, desde diarréias até pseudoapendicite. Os veículos de transmissão das doenças provocadas pela yersinia enterocolitica são a água e os alimentos (sendo o leite não pasteurizado uma das principais fontes de doenças). Os suínos são considerados reservatórios da bactéria para o homem; contudo também está presente em outros animais, como os répteis, os anfíbios, as aves e os mamíferos, porque os mesmos sorotipos humanos são encontrados na orofaringe e nas fezes desses animais.</div><div>Raramente, a yersiniose pode ser adquirida pelo contato com pessoas e animais infectados, assim como por transfusões sanguíneas e pela permanência prolongada em hospitais, já que existem relatos de infecção hospitalar por esses bacilos. </div><div>Na maioria dos casos de infecções sintomáticas, a parte do organismo mais acometida é o intestino delgado, denominando-se enterocolite. Essa condição se caracteriza por diarréia e febre, podendo ser confundida com doenças inflamatórias intestinais ou apendicite.</div><div>Em determinados casos a yersiniose está associada a complicações. Um dos riscos maiores é o de a infecção tornar-se sistêmica, ou seja, disseminar-se em todo o organismo, o que requer cuidados médicos imediatos e intensivos.</div><div>Em crianças, a yersiniose costuma se apresentar com diarréia aguda e febre. Já os adultos também se queixam de dor abdominal do lado direito. Após a contaminação, os sintomas surgem rapidamente, geralmente entre 24 e 48 horas após a ingestão, e o quadro infeccioso pode durar de uma a três semanas.<strong> </strong></div><div>Essa doença acomete principalmente crianças, idosos, indivíduos debilitados e imunodeprimidos, tendo distribuição mundial, ainda que em condição de baixa frequência. Há mais casos no norte da Europa, na Escandinávia e no Japão. Enquanto nos Estados Unidos há uma estimativa de cerca de 17 mil casos ao ano, e, no Brasil não há dados para avaliação disponíveis.</div><div><br><strong>Exames e diagnósticos</strong></div><div>Como as gastroenterites podem ser decorrentes de diferentes agentes infecciosos, o diagnóstico definitivo de yersiniose depende do isolamento do microrganismo em exame de cultura de fezes ou em outros materiais biológicos (vômito, sangue ou apêndice).</div><div>Os testes laboratoriais de sangue para a pesquisa de anticorpos específicos contra as duas espécies da yersínia (<em>Yersinia enterocolitica e a Yersinia pseudotuberculosis</em>) também podem ser empregados para esse diagnóstico. Em tal doença é preciso fazer uma análise detalhada dos sintomas e da história clínica do indivíduo, para evitar a possibilidade de confusão de diagnóstico com outras condições gastrointestinais.<br><br><strong>Tratamento e prevenções</strong></div><div>Hidratação oral ou endovenosa pode ser necessária para os sintomas da gastroenterite. O uso de antibióticos está reservado aos casos mais graves, especialmente na presença de outras doenças e nas situações em que a yersínia ganha a circulação e se espalha para outros órgãos e tecidos. </div><div>Estes microrganismos são sensíveis a vários antibióticos, mas são resistentes geralmente à penicilina e seus derivados. Os aminoglicosídeos são os antibióticos de escolha (somente para a septicemia), bem como, a associação sulfametoxazol/trimetoprim (SMX/TMP). Ciprofloxacin e tetraciclinas também se mostram eficazes.</div><div>A forma mais eficiente de prevenir a yersiniose é procurar não consumir alimentos de procedência duvidosa e carnes cruas ou malcozidas, principalmente de suínos. Da mesma maneira, deve-se evitar a ingestão de água não tratada e de leite não pasteurizado e seus derivados.</div><div>Em áreas habitadas por roedores e por outros animais que carregam a yersínia, é fundamental que seja feita a proteção dos alimentos, das plantações e dos reservatórios de água contra a contaminação com as fezes desses animais portadores. As condições adequadas de saneamento básico das cidades também se enquadram em um dos fatores que contribuem para a prevenção da yersiniose. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 17:57:21 UTC</pubDate>
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         <title>Staphyloccocus aureus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176893438</link>
         <description><![CDATA[<div><em>S. aureus</em> é uma bactéria gram positiva, que se arranja comumente no formato de cachos de uva. Sendo anaeróbio facultativo, cresce na presença de oxigênio, mas tolera a falta desse gás. É catalase positiva, que indica o metabolismo de peróxido de hidrogênio, e coagulase positivas, indicando a presença de fator aglutinante.  Essa é uma bactéria relativamente resistente a estresses ambientais, como radiação, pressão osmótica, calor, etc.</div><div> O <em>S. aureus</em> faz parte da microbiota natural do ser humano, estando presente na pele e nas fossas nasais de indivíduos saudáveis. No entanto, caso um grupo dessas bactérias se desloque para algum outro local do corpo, é provável que haja uma infecção. Ao cortar a pele um individuo pode estar permitindo a entrada das bactérias da superfície do local lesionado, o que pode causar algumas infecções como acnes, furúnculos, e etc. Ainda pode causar pneumonia caso de desloque para o sistema respiratório inferior. Pode ainda causar meningite. </div><div>Além das infecções, o <em>S. aureus </em>pode causar intoxicações. Dentre algumas toxinas produzidas por esse microrganismo, a mais comum é a enterotoxina. Essa toxina pode estar presente em alimentos lácteos, produtos enlatados e até mesmo carnes processadas. Esses alimentos podem ser contaminados durante seu preparo, caso as pessoas que estejam manipulando esses produtos esteja infectada com a bactéria. Quando a bactéria é transmitida ao produto e esse não é refrigerado imediatamente, mas sim mantido a temperatura ambiente, possibilita-se a produção e liberação da enterotoxina. Mesmo que o consumidor aqueça o produto antes de ingeri-lo, a toxina é termoestável, além de resistente ao pH do estomago, e causará a intoxicação da mesma forma. Em geral demora de 2 a 6 horas para que se iniciem os sintomas, que são diarreia, dores e vômitos. <br>As infecções por <em>Staphylococcus aureus</em> são tratadas com antibióticos. Os médicos tentam determinar se as bactérias são resistentes ao antibiótico e, se forem, a que antibióticos. Entretanto, para evitar esse tipo de doença, é necessário que as pessoas que manipulam esses alimentos tenham um bom hábito de higiene. Além disso, ter cuidado com a conservação de alimentos prontos e lavar bem os alimentos antes do consumo, também são medidas importantes de prevenção. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 18:02:03 UTC</pubDate>
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         <title>Staphyloccocus aureus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176894412</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://lh3.googleusercontent.com/VOjXS2cP1NzQRMKk2eOp3xORkQer-gS-C7uxfGlQvMuH42VVzhjIoyl2mw3ZS-jRn7gQ2WJVr9S-YQb2BSzlnxeqSg6vF_anvxPgm-xRPRXFhChtoUI7w4sFN3snxnoQkwl9wqQEheAlcMSmPg" width="700" height="759"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 18:13:13 UTC</pubDate>
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         <title>Yersiniose</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176894523</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/9Jm02cutg470RVNyyPw47zlrwrdQymBdvzEVTFAO8mC0g2S0EIvA2zkjmd7hYpOrWqpo1CzPNQwn6SaGv526SRS9REoV04WP-YarUszZs-3Yb5sVFWQhlKULA8PxpmjMWRmG3akwWfCMsxQftw" width="577" height="615"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><em>Bactéria Yersinia em uma representação 3D</em>. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 18:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>Escherichia coli</title>
         <author>biamr04</author>
         <link>https://padlet.com/leonardo_costa/bl4982vkiedd/wish/176908510</link>
         <description><![CDATA[<div>As<em> Escherichia coli</em> são bactérias gram negativas e anaeróbias facultativas que estão presentes na microbiota intestinal. Existem, porém, algumas classes que são patogênicas.<br><br></div><div><strong><em>Escherichia coli</em></strong><strong> enteropatogênica<br>- </strong>Atua no intestino delgado causando diarreia infantil em países subdesenvolvidos e pode causar a diarreia dos viajantes, que está relacionada com a ingestão de alimentos contendo patógenos não comuns ao país do indivíduo. Ela causa sintomas característicos de infecções intestinais: diarreia (fezes sem sangue) e vômitos, que causam desidratação. Se não tratada, pode implicar em infecções urinárias e meningite.<br>- A patogenicidade se dá principalmente pelas lesões A/E que modificam a estrutura das microvilosidades do epitélio do intestino, causando má absorção, diarreia e consequente desidratação. Essa adesão da bactéria ao epitélio se dá a partir de fímbrias e permite com que a bactéria secrete proteínas no citoplasma das células epiteliais que irão iniciar o processo de modificação do citoesqueleto.</div><div><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="null" width="350" height="264"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><br><br></div><div>Fonte: &lt;http://www.faperj.br/img/repositorio/esquemaecoli2modcopy6.jpg&gt; acesso em 14/06/17<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="null" width="318" height="335"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><br><br></div><div>Fonte: &lt; http://www.medicinanet.com.br/imagens/20120327192721.jpg &gt; Acesso em 14/06/17<br><br></div><div><strong><em>Escherichia coli</em></strong><strong> enterohemorrágica<br></strong><br></div><div>- É também conhecida como <em>E. coli</em> O157:H7 e é a que causa mais casos de infecção por <em>E. coli.</em> Essas infeções ocorrem a nível mundial e estão relacionadas a alimentos contaminados, pois elas costumam povoar o trato gastrointestinal de bovinos. Pode ocorrer também a infecção de pessoa a pessoa.</div><div>- Ela produz toxinas de Shiga e causa lesões A/E, que deformam as microvilosidades do epitélio do intestino grosso. Assim, sintomas comuns desse tipo de infecção são a diarreia com sangue e dores abdominais, podendo evoluir para a síndrome urêmica hidrolítica.<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="null" width="412" height="436"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><br><br></div><div>Fonte: &lt; <a href="http://www.estadao.com.br/fotos/0614_bacteria.gif">http://www.estadao.com.br/fotos/0614_bacteria.gif</a>&gt; Acesso em 14/06/17<br><br><strong><em>Escherichia coli</em></strong><strong> enterotoxigênica<br></strong><br>- O seu sitio de ação é o intestino delgado causando diarreia dos viajantes, que é, no geral, uma<br> infecção alimentar que acontece após a ingestão de água e alimentos contaminados, e diarreia<br> infantil em países em desenvolvimento. Os seus sintomas são: diarreia aquosa, vômito, cólicas,<br> náusea e febre baixa.<br>- Sua patogenicidade é mediada por plasmídeo. As cepas de ETEC se ancoram nos enterócitos<br> do intestino delgado e, após sua adesão, produzem enterotoxinas termoestáveis e/ou<br> termolábeis que provocam uma perda de fluidos e eletrólitos através da diarreia.<br>- Seu tratamento, em sua grande maioria, consiste em reposição hidroeletrolítica ou por via oral<br> ou endovenosa.<br><br><strong><em>Escherichia coli</em></strong><strong> enteroinvasiva<br></strong><br>-  O seu sitio de ação é o intestino grosso causando diarreia em países subdesenvolvidos. Os seus<br> sintomas são similares aos causados pela Shigella, sendo eles: febre, cólicas, diarreia aquosa.<br> E, em alguns poucos casos, pode progredir para disenteria com fezes sanguinolentas.<br>- A EIEC invade as células epiteliais que revestem o cólon e, consequentemente, as destrói,<br> causando, assim, a diarreia.<br>- Em casos de diarreia muito severa, o tratamento é realizado com os mesmos antimicrobianos utilizados para tratar a Shigella.<br><br><strong><em>E. coli</em></strong><strong> enteroagregativa (EAEC)</strong></div><div> <br>- É uma bactéria que causa diarreia aquosa ou diarreia com sangue e que afeta, principalmente, crianças devido ao consumo de água ou alimentos contaminados.</div><div>- ​O sitio de ação é o intestino delagado e os sintomas da infecção causada pela E. coli enteroagregativa incluem:</div><ul><li>Dor de estômago;</li><li>Dor abdominal;</li><li>Diarreia líquida ou diarreia com sangue;</li><li>Pode haver vômito.</li></ul><div>- Estes sintomas costumam surgir de poucas horas após a ingestão do alimento contaminado até 3 dias e dura em média 5 dias.Geralmente, o indivíduo sofre com 3 ou 5 episódios de diarreia por dia durante este período e, por isso, é importante ingerir a mesma quantidade de água perdida desta forma.</div><div><strong> - Tratamento</strong> :O tratamento para E. coli enteroagregativa pode ser feito com o consumo de bastante água, repouso e consumo de alimentos leves. Nos primeiros 3 dias recomenda-se evitar o consumo de alimentos que prendem o intestino, como maçã e banana, para garantir que a bactéria seja eliminada através das fezes. Em alguns casos, o médico poderá indicar a ingestão de antibióticos.</div><div> </div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="null" width="400" height="256"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>Fonte: &lt;<a href="https://br.pinterest.com/source/facmed.unam.mx/">https://br.pinterest.com/source/facmed.unam.mx/</a>&gt;Acesso em 17/06/17</div><div> </div><div><strong><em>E.coli</em></strong><strong> uropatogenica (UPEC)</strong><br><br></div><div>- A infecção do trato urinário (ITU) é uma infecção bacteriana que afeta qualquer parte do trato urinário. Ela acomete principalmente as mulheres, pois estas, diferentemente dos homens, possuem a uretra mais curta, permitindo que as bactérias tenham um acesso mais fácil à bexiga.</div><div> - <strong>Causas </strong>: A maior parte das infecções urinárias é causada pelas bactérias Escherichia coli, (cerca de 80%) que atuam  na maioria das vezes de forma benéfica no trato intestinal, mas, quando em contato com o sistema urinário, tornam-se nocivas e causam bastante sofrimento ao paciente.</div><div> - <strong>Tipos de infecção urinária</strong>: Há dois tipos de infecção do trato urinário, o tipo mais comum é conhecido como cistite (infecção da bexiga urinária), o outro tipo de ITU é a pielonefrite (infecção renal), este tipo é o mais grave.</div><div> - <strong>Sintomas </strong>:Os principais sintomas da cistite são dor ou ardor ao urinar, necessidade freqüente de urinar com pouca eliminação de urina, dor na uretra, dor na pélvis, algumas vezes pode apresentar febre baixa e a presença de sangue na urina. Na pielonefrite os sintomas mais comumente apresentados costumam ser dores nas costas na altura dos rins, febre alta, calafrios e náuseas.</div><div><strong>Tratamento</strong>:sulfametoxazol+trimetoprim,quinolonas e fluoroquinolonas,beta lactamicos e nitrofurantoina.<br><br><strong>DAEC</strong>
<br>
<br>Este patótipo está associado em alguns estudos com diarreia porém, sua patogenia
 não é definida com consistência. O termo E. coli difusamente foi inicialmente utilizado
 para se referir a qualquer E. coli que se adere as células HEp-2 e He-Laque não forme
 microcolônias típicas de EPEC. Com a descoberta da EAggEC, autores reconhecem a
 DAEC como uma categoria independente, potencialmente causadora de diarreia.
 Como se trata de uma categoria de E. coli ainda não muito estudada, pouco se sabe
 sobre sua patogênese.<br><br><strong>NMEC
</strong><br>
<br>Causa meningite em crianças recém-nascidas. Este tipo se caracteriza por atravessar a barreira
 hematoencefálica e colonizar o sistema nervoso central causando meningite. A proteína IbeA
 presente na NMEC possui a habilidade de invadir células endoteliais da micro vasculatura
 cerebral, causando meningite neo natal em humanos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-19 21:15:03 UTC</pubDate>
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