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      <title>Atividade Complementar by IPS75 Tópicos II</title>
      <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk</link>
      <description>Elaborar uma produção textual, respondendo às seguintes perguntas: Qual era sua concepção de infância antes de cursar a disciplina? O que mudou?
 A utilização de recursos lúdicos (vídeos, charges, memes etc) não é obrigatória. Desse modo, ficará a critério do aluno. (Valor: 2,0 pontos)

Data limite para postagem: 01/12/2021
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-24 19:51:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-02 20:16:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Alana Mara Farias</title>
         <author>eualanamarafarias</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1911305176</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de cursar a disciplina a minha concepção de infância era algo meio vazio, tinha muito a concepção da criança inocente que tem que ser protegida de tudo. Aquela criança que tem que brincar, mas que tem que ser mais quieta, acho que meu imaginário ficava um pouco na ‘‘criança perfeita’’ que, óbvio, não existe. Eu também não pensava muito sobre a reflexão e o desenvolvimento de opinião de crianças, principalmente as mais pequenas, ou então de como o lúdico e a brincadeira poderia ser algo importante.<br><br></div><div>A partir desse semestre nessa matéria minha mente expandiu muuuuuuuuuito, hoje eu sei que, com certeza, vou reparar mais em tudo que alguma criança faz perto de mim ou, então das suas reações, falas e ações. Porque, além de ser algo interessante, também é importante para nós mesmos conhecemos aquela pessoinha e dar a devida importância e atenção. Atualmente qualquer coisinha que minha prima faz em casa eu tento refletir sobre aquilo, chego até a admirar alguns momentos em que ela está brincando.<br><br></div><div>Inclusive, outro ponto bom é que eu também usei conhecimentos daqui em uma outra matéria, na qual eu fiz um trabalho final sobre abuso sexual infantil; agregou bastante na minha visão, principalmente na hora de falar da importância de prestar atenção em comportamentos e ações que podem apontar essas situações.<br><br></div><div>Essa matéria, definitivamente, abriu os meus olhos para esse mundo. Acho que me abriu não só os olhos acadêmicos, mas também para ser uma pessoa mais legal com crianças, ter mais paciência, entender, escutar e aproveitar momentos ao lado das mesmas.<br><br>De compartilhamento, eu deixo para vocês o link do meu blog, onde eu escrevi uma publicação sobre infância e que, mais para frente, eu pretendo escrever um pouco mais sobre esse assunto ao passo em que eu for pegando outras matérias sobre e etc.&nbsp;<br>Link: https://www.alanamarafarias.com/2021/11/papo-sobre-infancia-conceitos-reflexoes.html<br><br>Obrigada por terem compartilhado tanto conhecimento importante de uma forma leve, divertida e didática.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 20:48:35 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Melo</title>
         <author>brunamelo234</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1913376653</link>
         <description><![CDATA[<div>A experiência na disciplina "Tópicos especiais em Psicologia I” me proporcionou compreender melhor as teorias, as funções e as classificações das brincadeiras infantis. Para além disso, apresentou a turma uma outra visão sobre essa fase de desenvolvimento, pautada em quebras de estereótipos associados a essa fase da vida e construção de outros ideais.&nbsp;<br><br>Entre tantos pontos que me chamaram atenção nas discussões produzidas em sala de aula, estão os principais para mim, que de alguma forma modificou a forma como eu olhava o fenômeno, a saber: a capacidade e a importância do lugar de brincar,&nbsp; a relação entre infância e tecnologia e a criança como cidadã.<br><br></div><div>Compreender que o espaço da brincadeira é um ambiente de apropriação da criança e que ela compreende a importância e as necessidade dele, foi algo que me impressionou, uma vez que, cresci ouvindo sobre os perigos de alguns espaços que brincava, como a rua e que não sabia o que era bom para mim.&nbsp;<br><br>De certa forma, acessar essas informações foi impactante, porque já reproduzia com minha irmã mais novas esses mesmos estereótipos que ouvia na minha infância. Assim como, a importância de compreender a relação entre infância e tecnologia, uma vez que, na atualidade, esses sujeitos já nasceram imersos neste ambiente. Antes, acreditava que por ser um ambiente onde a criança tem acesso a diversos conteúdos e pessoas, e por passar muito tempo em frente a essas tecnologias, de alguma forma elas estariam em risco e deixando de aproveitar essa fase da vida, como se a tecnologia fosse uma vilã e não fosse um ambiente adequado para a criança.<br><br></div><div>Entretanto, como proibir que esses sujeitos tenham acesso a essas ferramentas quando elas estão presentes em suas vidas desde cedo? Nesse sentido, a disciplina auxiliou na compreensão de como o ambiente virtual se configura como mais um ambiente lúdico para criança, onde ela consegue ter trocas com pares, produzir cultura, brincar e vivenciar de forma plena sua infância.&nbsp;<br><br>Assim como, é importante que os responsáveis possibilitem que as crianças tenham acesso aos diferentes espaços de brincar, de forma integrada, compreendendo suas necessidades, e de forma a produzir uma relação saudável entre a criança e a tecnologia. Desta forma, não cabe mais demonizar o uso dessas tecnologias&nbsp; por parte das crianças, e o primeiro passo para isso é que a sociedade de forma geral tenha acesso a informações sobre a temática para que assim possa mudar sua visão e atitude.</div><div><br>Por fim, minha visão quanto a criança como ser político também foi modificada após a matéria, antes acreditava que a criança era um ser tutelado, sem expressão política e sem maturidade para compreender e defender suas necessidades. Porém, as discussões em sala mostraram que não é assim que elas se veem, muito pelo contrário, são sujeitos que se reconhecem como dotados de direitos e com capacidade de reivindicá-los.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, foi possível compreender que não falta à criança a capacidade de se posicionar criticamente e questionar, o que falta é uma escuta ativa e o reconhecimento, por parte dos responsáveis, de seu protagonismo e sua ativa participação social.&nbsp; &nbsp;<br><br>Ps¹: Gostaria de agradecer pelo ótimo semestre. Amei os conteúdos e a forma como conduziram nossos encontros. Aprendi muito. Gratidão!<br><br>Ps²: Sou eu na foto com 4 anos kkk</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 00:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Jenifer Nascimento </title>
         <author>jenifernascimento17</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1914581564</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de cursar a disciplina de Tópicos Especiais de Psicologia II - Infâncias, Desenvolvimento e Ludicidade na Contemporaneidade, minha concepção sobre a&nbsp; infância era limitada. Entendia a infância como uma fase do desenvolvimento humano, iniciada desde&nbsp; o nascimento da pessoa e sendo findada pelo início da adolescência, aos 12 anos de idade. Uma etapa da vida marcada pela inocência, pureza, ludicidade, falta de preocupações e responsabilidades da vida adulta. A dependência era um aspecto que eu relacionava fortemente com a infância, sempre via as crianças como seres totalmente dependentes dos adultos, principalmente no que diz respeito ao sustento, tomada de decisões, aprendizagem&nbsp; e construção de pensamento.&nbsp;<br><br></div><div>A partir das discussões promovidas nas aulas, ampliei o meu olhar sobre a infância, compreendendo esta, como uma fase que vai além dos pontos citados acima. Um dos temas bastante debatidos nas aulas foi o trabalho infantil, que rompe totalmante com a minha visão sobre a dependência das crianças no que refere-se ao seu sustento. Mesmo sendo uma realidade tão gritante no Brasil, esta situação ainda é pouco debatida nos estudos sobre esse público, e através dos debates feitos ao longo do semestre, aprendemos que as crianças merecem ter seus direitos assegurados e experienciar esta fase do desenvolvimento da melhor forma possível. &nbsp;<br><br></div><div>A infância é uma etapa da vida repleta de significados e descobertas, as brincadeiras foram o principal objeto de estudo da disciplina e com isso aprendemos o quanto o “brincar” é importante para o desenvolvimento saudável desta etapa. É através das brincadeiras que as crianças dão significados e ressignificam acontecimentos vividos por elas e observados do mundo adulto, conseguem formar pares, produzir e transmitir cultura sem interferência dos adultos, a brincadeira do faz de conta que é bastante praticada da infância, é um exemplo de atividades que as crianças conseguem executar sem o auxílio dos adultos, e dessa forma, produzir e transmitir cultura.<br>&nbsp;</div><div>Durante o semestre aprendi que na infância, a tomada de decisão da criança não é totalmente influenciada pela opinião dos adultos como eu pensava anteriormente, um ótimo exemplo disso está no vídeo “Trettas em Futebol de Rua” que eu anexei no padlet, onde as crianças insistiam na busca por espaço para brincar na rua, mesmo sendo enfrentadas pelos adultos.&nbsp; Outras perspectivas sobre a infância também nos foram apresentadas, eu nunca tinha pensado na relação saúde-doença no âmbito infantil, e com base nos textos e discussões nas aulas, vi o quanto é importante que a criança seja acolhida de forma especial nos hospitais, e o quanto a ludicidade e as brincadeiras são importantes no processo de tratamento dessas crianças, o que demonstra que esta é uma etapa da vida que merece ser experienciada independente do contexto vivido pela criança. Ainda sobre a relação saúde-doença, percebi que na infância, a esperança e força também se fazem presentes, as crianças acreditam muito e colaboram de forma assertiva no seu processo de recuperação.&nbsp;<br><br></div><div>O avanço da tecnologia possibilitou com que a infância marcasse presença no universo digital, como nas redes sociais e plataformas de compartilhamento de vídeo. Muitas crianças se tornaram criadoras de conteúdo nessas plataformas, tendo a fama como resultado, na aula do dia (03/11), vimos muitos exemplos de youtubers mirins que conseguem alcançar significativamente o público infantil com seus vídeos, a discussão me fez refletir sobre o quanto esses youtubers estão inseridos no mercado de consumo, a youtuber Valentina por exemplo, comercializa uma boneca que carrega o seu nome e suas características físicas.<br>&nbsp;<br>Nesse sentido, entendo que a infância como uma categoria social que também participa dos modos de produção capitalista, de certa forma, influenciados pelos adultos. Nas últimas aulas da disciplina, também nos foi apresentado como a infância é vivenciada na cultura indigena, e em contextos de vulnerabilidade social como as crianças em situação de rua , evidenciando que independente da condição social, as crianças fazem da brincadeira algo presente na sua realidade. Portanto, ter cursado a disciplina me fez compreender as diferentes “infâncias” e seus contextos presentes nas várias realidades, despertou lembranças sobre a minha infância confirmando que esta fase do desenvolvimento continua presente no imaginário coletivo, mesmo com a chegada da vida adulta.&nbsp;<br><br></div><div>Por fim, gostaria de agradecer pelos conhecimentos trocados durante o curso da disciplina, Íris e Dhiego, vocês foram excelentes professores e trouxeram conteúdos importantíssimos de forma prazeosa. &lt;3<br><br>Foto: Renan Benedito<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CA6Unien5M3/" />
         <pubDate>2021-11-26 16:07:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Saada Cerqueira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1914930213</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o curso de Topicos Especiais em Psicologia II percebi o quanto da infância eu ainda não conhecia. Por ter mãe professora de pequenos e atualmente estar trabalhando com eles, sempre tive muito contato com o processo de crescimento e de desenvolvimento de crianças. A diferença é que, com o curso, permite-me observa com olhos mais atentos aos sinais que me eram dados a partir dessa fase tão criativa e importante que é a infância.<br><br></div><div><br></div><div>Antes, pensava que a infância era apenas mais uma fase de desenvolvimento da criança. Eu não via esse indivíduo como pessoa, de fato. Apenas um “projeto de gente”, como gostamos de chamar. Sabia, claro, que haviam ali desejos, vontades e curiosidades, mas nada muito profundo. Era de meu saber também que é importante o cuidado da criança nessa fase, afinal é a partir desse crescimento que moldamos um futuro adulto/adolescente mais ativo na sociedade.<br><br></div><div><br></div><div>Com o decorrer da disciplina, passei a enxergar a pessoa. Não apenas a criança, e sim o sujeito que estava ali em seu processo de vida. Consegui analisar com mais detalhe os sinais que me eram dados e a forma como eles davam esses sinais. Consegui também, por varias vezes, ver de perto analises que a professora trazia e os textos lidos também e, não nego, fiquei um pouco chocada com a realidade.<br><br></div><div><br></div><div>Como dito no começo, tive o privilégio de trabalhar com crianças durante esse semestre, podendo observar e por em prática muito do que foi aprendido com os professores da disciplina. Fico feliz de poder colocar e ver em prática os aprendizados que me foram repassados, tendo a oportunidade de lidar melhor com esses indivíduos e os seus mundos.<br><br>Ressalto também que gostei muito dos textos propostos pelos professores. A forma rica como eram abordados os tópicos me fez ficar interessada em ler mais sobre os temas abordados em aula.<br><br>Obrigada!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 00:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Illa Muthe</title>
         <author>illasm39</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1915534051</link>
         <description><![CDATA[<div>Tive uma trajetória acadêmica bem rica até aqui, de forma que ao cursar a disciplina já havia abandonado a perspectiva de que a infância é um simples vir a ser, já no começo do curso. No entanto, a partir das discussões trazidas na disciplina eu pude aprofundar aspectos de infâncias (e não infâncias) que eu ainda não havia me deparado. Ao passo que conhecer de que forma a ludicidade opera na infância já é em si muito rico, conhecer diversos contextos culturais onde essas infâncias podem se desenvolver me proporcionaram os aprendizados mais marcantes . Ampliar a nossa percepção sobre a realidade tendo algum contato com diferentes circunstâncias em que as crianças&nbsp; podem se&nbsp; desenvolver abre um leque de possibilidades de compreensão sobre o que são as crianças, a infância e como nós adultos podemos melhor lidar com elas (e também onde temos falhado até aqui). O protagonismo que as crianças e adolescentes tinham em algumas discussões dos textos foram fatores preponderantes para uma maior compreensão do que é ser criança em diferentes realidades.&nbsp;<br>Gostaria de aproveitar esse espaço para agradecer a maneira como a disciplina foi conduzida. O método avaliativo&nbsp; me acrescentou&nbsp; muitos conhecimentos sem ser cansativo, e essa é uma façanha que muitos professores com vários anos de carreira acadêmica ainda não conseguem. Ademais, a articulação solicitada com algum material lúdico, além de ser coerente com o tema da disciplina, me fez observar o meu cotidiano a partir dos temas discutidos, fazendo com que o conteúdo se&nbsp; tornasse mais palpável. Solicitar feedback dos alunos e estar disposto a de fato ouvi-los também é uma qualidade que não se vê em todos os docentes, então parabenizo os envolvidos na elaboração da disciplina.&nbsp;<br>Falando em observar o seu cotidiano á luz das temáticas das disciplina, deixo aqui uma fotografia de crianças aos olhos e lentes de Helen Salomão. Saudações e boas férias!! <br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/Bbemz7THsS3/" />
         <pubDate>2021-11-27 15:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Elson Praxedes Perez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1920642923</link>
         <description><![CDATA[<div>As crianças são sujeitos históricos e de direitos que, possuem uma natureza singular, que as caracteriza como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio, em suas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.<br><br></div><div>Atualmente na minha concepção a criança é uma construção historicamente e que consequentemente vem mudando ao longo dos tempos, e de forma&nbsp; homogênea dentro de uma mesma sociedade, a criança é um sujeito social e histórico e que nem sempre faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, boa parte das crianças pequenas no brasil enfrenta um cotidiano bastante adverso que as conduz desde muito cedo a precárias condições de vida e ao trabalho infantil, ao abuso e exploração por parte de adultos, com essa dualidade revela a contradição e conflito de uma sociedade que não resolveu ainda as grandes desigualdades sociais presentes no cotidiano.<br><br></div><div>Talvez o mais importante é compreender que os membros da espécie humana são mamíferos muito sociais que, para sobreviver e se desenvolver adequadamente, dependem do estabelecimento de relações adequadas com os demais, com isso a minha concepção de infância antes de cursar a disciplina não era muito boa pelo fato da minha infância não ter sido fácil devido a muitos traumas, medos, baixa - alta estima, tamanha era a minha inocência que me tornava o bobo da corte, isso talvez seja recorrente do próprio contexto familiar, na escola, na sociedade não existia um acolhimento, um vínculo emocional mais importante, pelo menos na primeira infância, a onde o apego, o vínculo afetivo que a criança estabelece com uma ou várias pessoas do sistema familiar.&nbsp;<br><br>Embora esse vínculo forme um todo, podem se distinguir nele, o apego tem uma função adaptativa para a criança, para os pais, para o sistema familiar e, em último caso, para a espécie se tornando importante para quem não tem ou não teve.<br><br></div><div>Outra coisa que eu não sabia e que a forma de linguagem é um instrumento preciso para expressar e comunicar os próprios estados emocionais: “estou triste”, “tenho medo”; do mesmo modo, rotular os diferentes sentimentos e estados emocionais ajuda a transformar as emoções globais em emoções específicas, ai e quando o autoconceito começa a ser definido durante a primeira infância, embora sejam os anos restantes da infância e da adolescência as etapas em que acontece uma maior elaboração.<br><br>&nbsp;Ao longo da infância, a forma como as crianças concebem e expressam seu autoconceito varia notavelmente de uma idade a outra em função tanto do nível de desenvolvimento cognitivo alcançado em cada momento como das experiências sociais, ocorre uma conquista importante em relação ao desenvolvimento emocional.<br><br></div><div>Quero parabenizar a dupla Dhiego e Íris pelos textos sugeridos muito rico, dentro do universo infantil enriquecendo a minha construção de certa forma pelos temas e tópicos abordados.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 15:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Beatriz</title>
         <author>mariabas</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1923086411</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que a infância é fundamental para a formação e desenvolvimento da personalidade de um indivíduo, então, eu vejo a infância como algo essencial a ser estudado no curso de psicologia. Acredito que esse componente é muito importante para mim porque atende tanto os meus interesses pessoais quanto profissionais, porque eu, particularmente, sempre tive muito interesse sobre o assunto, pois acredito que a infância tem um impacto enorme sobre as nossas vidas.&nbsp;<br><br></div><div>Podemos compreender muito sobre alguém apenas conhecendo a sua infância, mas, infelizmente, essa fase é mal compreendida por muitas pessoas, pois é comum que a criança seja vista como alguém que não tem idade suficiente para entender, ingênuo e que pouco sabe sobre a vida. Além disso, existe a expectativa de que uma criança não tem conhecimento ou o que nos ensinar, um pouco semelhante à ideia de que todo idoso é sábio, mas a verdade é que sempre podemos aprender muito com as crianças, só precisamos estar dispostos a ouvi-las com seriedade e respeito. Hoje, é possível ver páginas nas redes sociais desmistificando essas ideias, como o Instagram Frases de Crianças, por exemplo, que publica diálogos reais e geniais de crianças com seus pais ou responsáveis.<br><br></div><div>Com as aulas ao longo do semestre pude aprender muito mais sobre essa fase rica e fundamental, pois cada aula foi essencial e contribuiu significativamente para a formação dos meus conhecimentos sobre a infância. Sou muito grata pelo esforço e entusiasmo na condução das aulas por parte dos professores, pois cada encontro foi especial, divertido e leve, mesmo os encontros com assuntos difíceis de abordar. Esta foi uma das disciplinas que eu mais gostei de estudar neste semestre e que irá fazer muita falta, muito obrigada pela dedicação, conhecimento e atenção de todos, irei sentir muita saudade!&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 15:36:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hilma Passos</title>
         <author>hilmapassos</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1923279057</link>
         <description><![CDATA[<div>Para mim, a experiência de passar pela matéria, proporcionou a mudança de percepção sobre as infâncias e a forma como são enxergadas. Primeiro, foi interessante ver como em diferentes contextos sociais, as crianças se colocam como construtoras de suas realidades, produtoras de cultura e politicamente ativa. Foi bacana aprender, porque cresci achando que as crianças são imaturas e precisam constantemente dos pais, quando na verdade, é importante ofertar a possibilidade delas expressar suas opiniões e serem ouvidas.<br><br>No que tange, as tecnologias, achava, assim como as colegas, que a relação entre infância e tecnologia era permeadas de malefícios. Uma vez que, estando nas redes elas estariam expostas a riscos e estariam perdendo o tempo de brincar e ser criança. Quando na verdade, nessa relação elas exercem também o lado lúdico e estão usufruindo de um espaço do qual elas estão inseridas. Logo, aprendi que além de ser importante compreender que essa relação não é maléfica, nela a criança conseguir construir experiências de sua infância.<br><br>Por fim, agradeço as trocas durante o semestre e a forma como os conteúdos foram passados, foi leve e compreensível. Acredito que mudar o meu olhar sobre esse período foi ótimo, uma vez que, posso vim a trabalhar com crianças e estar inserida em contextos em que elas estão. Com isso, vou poder ofertar uma escuta ativa e compreender os fenômenos dessa fase de forma consciente.<br><br>PS: A foto é especialmente para desejar um Feliz Natal.  :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 16:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>Samitha Leal</title>
         <author>samithaleal</author>
         <link>https://padlet.com/brincadeirasedesenvolvimento/bkym6d9nty0iqzhk/wish/1923905195</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a primeira aula do componente, fiquei me questionando se seria possível destrinchar a questão da infância e das brincadeiras em um semestre, na minha concepção estes dois assuntos pareciam muito limitados, pensava muito mais na infância enquanto uma fase do desenvolvimento onde se atingiam determinados marcos. Obviamente sabia da enorme presença da brincadeira na infância, mas não fazia ideia de como existem diversos fatores que perpassam e influenciam na maneira em que elas acontecem. Pensava muito mais em como certos acontecimentos que ocorrem durante o período da infância acabam por modelar a forma em que tomamos certas atitudes durante a adolescência e vida adulta, do que na infância enquanto um campo extremamente rico em termos de conteúdos que podem ser estudados e explorados.<br><br>Atualmente, vejo a infância enquanto um período da vida cheio de possibilidades e atravessamentos, passando a utilizar o termo infâncias, uma vez que consegui perceber diversas formas legítimas de experienciar essa fase. Firmei a localização das crianças enquanto agentes próprios de seus mundos, saindo de um local de passividade, muitas vezes impostos pelos adultos, para uma posição de possível criadora, ativa na construção de seus gostos e desejos, protagonista e colaboradora (ainda que não independente) de sua história.&nbsp;<br><br>A noção que tinha acerca da ludicidade também foi alterada, não pensava em formas possíveis de se brincar em um ambiente hospitalar, por exemplo, além das diversas maneiras e contextos em que a ludicidade pode se manifestar, seja dentro de uma aldeia indígena ou por meio das telas. A aula que tivemos sobre brincadeiras na adolescência também acabou me marcando muito, justamente por conta de que nós, muitas vezes, acabamos achando que a ludicidade e a brincadeira acontecem somente durante o período da infância e, na realidade, o elemento lúdico nos acompanha durante toda a vida, apenas alterando sua forma de se expressar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Esse componente não somente mudou a minha forma de enxergar as infâncias e as brincadeiras, mas acabou contribuindo muito para minha formação e para o acúmulo de conhecimento, além de me permitir voltar para as minhas próprias experiências e analisar como determinados assuntos acabaram se manifestando (achei válido colocar uma foto minha pequena, curtindo a piscina de bolinhas).&nbsp;</div><div><br>Gostaria de agradecer imensamente a Íris e Dhiego pelo ambiente tão acolhedor e dinâmico que vocês proporcionaram ao longo de todo o semestre, acredito que o sucesso ou o desastre de um componente é fortemente influenciado pelos professores que o ministram e, posso dizer com toda a certeza de que esse foi um dos melhores componentes que tive nesse semestre. O carinho e a dedicação que ambos mostraram ao longo das aulas, desde os materiais extras como vídeos até o contato e preocupação com os alunos, tornaram a aprendizagem muito gostosa e divertida. Sentirei muita falta de ver vocês dois trabalhando de forma harmoniosa e cuidadosa, obrigada por todos os momentos que estivemos juntos, desejo sucesso na caminhada de vocês e boas férias!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 22:46:25 UTC</pubDate>
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         <title>Renata Santos Melo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Estudar sobre a evolução do conceito de infância, características e questões que permeiam essa fase, como as brincadeiras e a ludicidade estão inseridas nos diversos espaços, questões de gênero, jogos, tecnologias, crianças em situação de vulnerabilidade social, indígenas, youtubers… Foram discussões amplas e enriquecedoras, posso afirmar que com certeza contribuíram para meu desenvolvimento acadêmico e pessoal. Desmistificou várias ideias minhas sobre a infância, ludicidade e brincadeiras e mudou bastante minha visão, que antes era bem limitada.</div><div><br></div><div>Apesar de lógico, nunca parei para refletir e nem estudar a importância de considerar essa etapa da vida como necessária de ser vivida,&nbsp; como as demais fases da nossa vida. Ou seja,&nbsp; a caracterizava como uma preparação para a vida adulta. Pelo contrário, é uma das melhores e mais importantes fases do desenvolvimento humano que merece atenção como qualquer outra. E descobrir a brincadeira como algo para além da infância, presente em todas as fases da nossa vida. Em 2020.2 cursei o componente <em>Fundamentos de Etologia</em> e discutimos brincadeiras e ludicidade no mundo animal e as discussões feitas na disciplina complementou e deu mais sentido aos conhecimentos adquiridos.&nbsp; Pude aprender mais sobre as questões que permeiam a infância e da melhor forma, ouvindo de quem possui maior propriedade para falar, às crianças.&nbsp;</div><div><br></div><div>Além disso, durante todas as aulas debatemos sobre a brincadeira ser um ato universal na vida de todos os mamíferos, estando presente em todas as culturas. Pude perceber, a persistência das brincadeiras ao longo das gerações e entre comunidades o que demonstra que ela tem uma função importante para a sobrevivência do ser humano, eu já sabia mas não tinha dimensão de sua importância. A temática de todas as aulas comprovaram as informações supracitadas, apesar das circunstâncias nas quais as crianças se encontram, elas preservam características que são fundamentalmente infantis, como brincar. Seja em casa, nos hospitais, nas ruas, nos parques, no interior, etc elas continuam querendo brinquedos e oportunidades para brincar. &nbsp;</div><div><br></div><div>Ademais, nunca tinha parado pra pensar nas contribuições da tecnologia para desenvolvimento infantil e a necessidade de “descomplicar” essa relação.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Durante as aulas também pude refletir na seriedade e quão profundo são algumas problemáticas que envolvem as crianças tais como questões de gênero e vulnerabilidade social. Em outros componentes estudei essas temáticas, mas nunca com foco no mundo infantil. Questionei-me como podemos nos posicionar na sociedade e transformar esse cenário educativo, rico e produtor de culturas que está indo de encontro às gerações futuras. Muitas vezes os esforços que fazemos para guiar essa fase e as experiências que impomos e julgamos como ideais, tem afetado negativamente o desenvolvimento da criança, e consequentemente sua vivência em sociedade, atingindo-nos diretamente também. Atualmente, penso na necessidade de despertarmos para essa realidade e ter ciência das articulações que podem ser implementadas em todos os setores da sociedade e que possamos contribuir profissionalmente, coletivamente e individualmente.</div><div><br></div><div>Saliento que as aulas foram prazerosas, bem didáticas e com atividades dinâmicas que facilitaram o entendimento do conteúdo, principalmente nesse modelo de ensino remoto. Além disso, gostei bastante das atividades avaliativas, me fizeram fixar os conteúdos e aprimorar os conhecimentos adquiridos na aula, a busca por recursos lúdicos tais como vídeos, charge, músicas, etc tornou os momentos de estudo mais agradáveis.</div><div><br></div><div>Por fim, não posso deixar de frisar as sensações que as aulas me despertaram, sentimento profundo de nostalgia, saudade e alegria.&nbsp; Eu com certeza adquiri um olhar mais sensível, crítico, atento e especial para essa fase da vida. Meus sinceros agradecimentos por me permitirem fazer voltas guiadas por conhecimentos. Voltas ao passado- revisitando a criança que eu fui, no meu presente- despertando esse&nbsp; olhar que hoje possuo e no futuro pelas concepções que tenho e caminhos que irei trilhar.&nbsp; :)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:00:52 UTC</pubDate>
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