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      <title>Portefólio digital by Pedro Marques</title>
      <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t</link>
      <description>Português: Apresentações, trabalhos de pesaquisa, informações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-25 08:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Boas</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sou o Pedro Marques tenho 16 e venho da escola de Manhente, aonda pertenci durante 6 anos. Este ano vim para o curso GPSI porque sempre gostei da pase dos computadores e queria aprender a programar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 08:11:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de amigo,</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Ai flores, ai flores do verde pino,<br>se sabedes novas do meu amigo?<br>Ai Deus, e u é?<br>Ai flores, ai flores do verde ramo,<br>se sabedes novas do meu amado?<br>Ai Deus, e u é?<br>Se sabedes novas do meu amigo,<br>aquel que mentiu do que pôs conmigo?<br>Ai Deus, e u é?<br>Se sabedes novas do meu amado,<br>aquel que mentiu do que mi há jurado?<br>Ai Deus, e u é?<br>Vós me preguntades polo voss'amigo<br>e eu bem vos digo que é san'e vivo.<br>Ai Deus, e u é?<br>Vós me preguntades polo voss'amado<br>e eu bem vos digo que é viv'e sano.<br>Ai Deus, e u é?<br>E eu bem vos digo que é san'e vivo<br>e será vosco ant'o prazo saído.<br>Ai Deus, e u é?<br>E eu bem vos digo que é viv'e sano<br>e será vosco ant'o prazo passado.<br>Ai Deus, e u é?<br></em><strong>Por D.Dinis<br>link: </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cantiga_de_amigo"><strong>https://pt.wikipedia.org/wiki/Cantiga_de_amigo</strong></a></div><div>Na lírica medieval galego-portuguesa uma cantiga de amigo é uma composição breve e singela posta na voz de uma mulher apaixonada. Devem o seu nome ao fato de que na maior parte delas aparece a palavra amigo, com o sentido de pretendente, amante, esposo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 08:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de amor</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Senhora minha, desde que vos vi,<br>lutei para ocultar esta paixão<br>que me tomou inteiro o coração;<br>mas não o posso mais e decidi<br>que saibam todos o meu grande amor,<br>a tristeza que tenho, a imensa dor<br>que sofro desde o dia em que vos vi.”<em><br></em><strong>De Afonso Fernandes </strong><em><br></em><strong>LINK: </strong><a href="https://www.colegioweb.com.br/trovadorismo/as-cantigas-de-amor.html"><strong>https://www.colegioweb.com.br/trovadorismo/as-cantigas-de-amor.html</strong></a><strong><br></strong>Nessa 1ª estrofe o trovador expressa o que sente mais de uma maneira que expressa súplica, a mulher que ele conheceu está sendo idealizada em que ele se declara a ela, ele expõe os argumentos que justificam sua desgraça.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 08:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de escárnio e maldizer</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/190711016</link>
         <description><![CDATA[<div>Marinha, o teu folgar<br>tenho eu por desacertado,<br>e ando maravilhado<br>&nbsp;de te não ver rebentar;<br>pois tapo com esta minha<br>boca, a tua boca, Marinha;<br>e com este nariz meu,<br>tapo eu, Marinha, o teu;<br>com as mãos tapo as orelhas,<br>os olhos e as sobrancelhas,<br>tapo-te ao primeiro sono;<br>com a minha piça no teu cono;<br>e como o nao faz nenhum,<br>com os colhões te tapo o cu.<br>E nao rebentas, Marinha? <br><strong>Afonso Eanes de Coton<br>link:</strong><a href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/trovadorismo---poesia-cantigas-de-amor-de-amigo-e-de-escarnio-e-maldizer.htm"><strong>https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/trovadorismo---poesia-cantigas-de-amor-de-amigo-e-de-escarnio-e-maldizer.htm</strong></a><br>As cantigas de escárnio e maldizer constituem um dos três géneros em que se divide a Satírica galego-portuguesa, que em Portugal encontrou expressão por volta de 1189 (ou 1198?) e 1385. Foram escritas, assim como todos os textos populares da época, em galego-português. As cantigas de escárnio e maldizer, sub-género da lírica galego-portuguesa, incluem sirventeses provençais morais e políticos, sátiras literárias e maledicências pessoais, como "tenções", prantos e paródias; em resumo, os textos que não se encaixam como cantiga de amigo e de amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 08:25:15 UTC</pubDate>
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         <title>Fernão Lopes Bio</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/200921213</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre a vida de Fernão Lopes sabe-se muito pouco, e com poucas certezas. Pensa-se que teria nascido na cidade de Lisboa entre os anos de 1380 e 1390.<br><br> Em 1419 foi citado como "escrivão dos livros" de D.João I, e a esta altura deve ter sido incumbido por D. Duarte de colocar os feitos dos reis portugueses na forma de crônica.<br><br>Fernão Lopes forma-se num contexto próximo a acontecimentos que se faziam recentes na memória dos portugueses, a saber, os mais significativos:  e a Batalha de Aljubarrota (1385).</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-26 16:54:20 UTC</pubDate>
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         <title>Crónica de el-rei D. João I</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/200929515</link>
         <description><![CDATA[<div>A crónica é composta por 3 partes:<br><br>1ª parte – descreve o que se passou entre a morte de D. Fernando e a subida ao trono de D. João I, Mestre de Avis.<br>2ª parte – descreve os acontecimentos ocorridos durante o reinado de D. João I até 1411, altura em que foi assinada a paz com Castela<br>3ª parte – D. João morreu.<br><br><br>Vida e obra de Fernão Lopes<br><br></div><div><br>•  C. 1385-1459.<br><br></div><div><br>•  Primeiro cronista oficial do reino.<br><br></div><div><br>•  Guarda-mor da Torre do Tombo de 1418 a 1454.<br><br></div><div><br>•  Origem: provavelmente popular ou mesteiral.<br><br></div><div><br>•  Educação: provavelmente numa escola conventual;<br><br></div><div><br>autodidata; domínio do latim e do castelhano.<br><br></div><div><br>•  Funções na corte: escrivão de livros de D. João I<br><br></div><div><br>e de D. Duarte; escrivão da puridade do infante<br><br></div><div><br>D. Fernando.<br><br></div><div><br>•  Nomeações: guarda das escrituras do Tombo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-26 17:09:16 UTC</pubDate>
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         <title>Faltas</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nao fiz o trabalho de casa das oraçoes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-04 09:49:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo1</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/216011236</link>
         <description><![CDATA[<div>1. e 1.1<br>A- F - O povo não tinha acesso à cultura<br>B- V<br>D- V<br>E- V<br>F- F - Os trovadores pertenciam à nobreza, compunham e<br>tocavam os seus poemas, fazendo-se acompanhar por jogais<br>e jogralesas.<br>G- V<br>H- V<br>I- F - Na cantiga de amor, o poeta assume um atitude de<br>vassalagem perante a sua "Senhor".<br>J- F - As cantigas de amor têm origem provençal.<br>K- V<br>L- V<br>M- V<br>N- F - As cantigas de amor exprimem, pela voz de um<br>trovador, o amor nao correspondido.<br>O- V<br>2.<br>2.1 - B<br>2.2 - C<br>2.3 - B<br>2.4 - A<br>2.5 - A<br>2.6 - C<br>2.7 - C<br>2.8 - B<br>2.9 - C<br>2.10 - A<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-13 23:24:14 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo2</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/216011357</link>
         <description><![CDATA[<div>1.<br>A- Predicativo do sujeito<br>B- Modi<br>cador do grupo verbal<br>C- Complemento direto<br>D- Sujeito composto<br>E- Complemento indireto<br>F- Predicativo do sujeito</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-13 23:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Farsa de Ines Pereira</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 17:52:11 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Gil Vicente</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gil Vicente (c. 1465 — c. 1536) é considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Enquanto homem de teatro, parece ter também desempenhado as tarefas de músico, ator e encenador. É considerado o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico, já que também escreveu em castelhano - partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan del Encina.<br><br>Há quem o identifique com o ourives, autor da Custódia de Belém, mestre da balança, e com o mestre de Retórica do rei Dom Manuel.<br><br>A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento, fazendo-se o balanço de uma época onde as hierarquias e a ordem social eram regidas por regras inflexíveis, para uma nova sociedade onde se começa a subverter a ordem instituída, ao questioná-la. Foi o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 17:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Obras</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/218807054</link>
         <description><![CDATA[<div>Farsa de Inês Pereira (1523)<br>Auto da Barca da Glória (1519)<br>Auto da Barca do Purgatório (1518)<br>Auto da Barca do Inferno (1517)<br>Auto dos Quatro Tempos (1516)<br>Auto da Índia (1509)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 17:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>1º momento &quot;Um sonho adiado</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/218808726</link>
         <description><![CDATA[<div>Inês Pereira enquanto a mãe estava na missa , ela "lavrava" em casa, sentindo-se "presa" dentro da própria casa.<br>-A mãe de Inês chega a casa acusando-a de nao ter feito nada;<br>-Ao ouvir as acusações ines sentiu-se revoltada, dizendo-lhe que quem faz tudo la em casa é ela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-04 18:02:34 UTC</pubDate>
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         <title>2º Momento &quot;E o sonho torna-se pesadelo&quot;</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/220715400</link>
         <description><![CDATA[<div>Aparecem os Judeus(Latão e Vidal).<br>Trazem a proposta de Inês poder casar com um escudeiro.A mãe não concorda, e alerta a filha para que tenha juízo. Inês não aceita os conselhos da mãe e aceita a proposta de casamento. O escudeiro é apresentado como rico, que sabe cantar e tocar viola.<br>O escudeiro apresenta-se a Inês com um pagem, a quem não pagava pelos seus serviços.<br>Brás-da-Mata&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-11 18:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Bio de Camões</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/237045729</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português. Autor do poema "Os Lusíadas", uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português.<br><br></div><div>Luís de Camões (1524-1580) nasceu em Coimbra ou Lisboa, não se sabe o local exato nem o ano d&nbsp; seu nascimento, supõe-se por volta de 1524. Filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo, ingressou no Exército da Coroa de Portugal e em 1547 embarcou como soldado para a África, onde participou da guerra contra os Celtas, no Marrocos. Durante o combate perde o olho direito.</div><div>Em 1552, de volta à Lisboa frequentou tanto os serões da nobreza como as noitadas populares. Numa briga, feriu um funcionário real e foi preso. Embarcou para a Índia em 1553, onde participou de várias expedições militares. Em 1556, foi para a China, também em várias expedições. Em 1570, voltou para Lisboa, já com os manuscritos do poema "Os Lusíadas", que foi publicado em 1572, com a ajuda do rei D. Sebastião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 17:16:54 UTC</pubDate>
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         <title>Obras de Camões</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/237046092</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Medida velha - exemplo:</em></strong></div><div>Descalça vai para a fonte<strong><br></strong><br></div><div><em>Descalça vai para a fonte&nbsp;<br>Lianor pela verdura;&nbsp;<br>Vai fermosa, e não segura.<br></em><br></div><div><em>Leva na cabeça o pote,&nbsp;<br>O testo nas mãos de prata,&nbsp;<br>Cinta de fina escarlata,&nbsp;<br>Sainho de chamelote;&nbsp;<br>Traz a vasquinha de cote,&nbsp;<br>Mais branca que a neve pura.&nbsp;<br>Vai fermosa e não segura.<br></em><br></div><div><em>Descobre a touca a garganta, <br>Cabelos de ouro entrançado <br>Fita de cor de encarnado, <br>Tão linda que o mundo espanta. <br>Chove nela graça tanta, <br>Que dá graça à fermosura. <br>Vai fermosa e não segura.<br><br></em><strong><em>Medida Nova - Exemplo</em></strong><br><br>Quem vê, Senhora, claro e manifesto<br>O lindo ser de vossos olhos belos,<br>Se não perder a vista só em vê-los,<br>Já não paga o que deve a vosso gesto.<br><br>Este me parecia preço honesto;<br>Mas eu, por de vantagem merecê-los,<br>Dei mais a vida e alma por querê-los,<br>Donde já não me fica mais de resto.<br><br>Assim que a vida e alma e esperança,<br>E tudo quanto tenho, tudo é vosso,<br>E o proveito disso eu só o levo.<br><br>Porque é tamanha bem-aventurança<br>O dar-vos quanto tenho e quanto posso,<br>Que, quanto mais vos pago, mais vos devo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 17:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os Lusíadas&quot;</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/240738684</link>
         <description><![CDATA[<div>"Os Lusíadas" foram publicados em 1572.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Visão global de &quot;Os Lusíadas&quot;</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
         <link>https://padlet.com/bloodmarkpt/bkf2d97obu6t/wish/240738826</link>
         <description><![CDATA[<div>Estrutura externa:<br>10 cantos<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Maior canto: X;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Menor canto: VII.<br>No total a obra tem 1102 estâncias<br>Segue o modelo das epopeias clássicas (gregas e romanas)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:04:21 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura Interna</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>4 Partes<br><strong>Preposição</strong> (I, 1-3) - O poeta apresenta o assunto da epopeia;<br><strong>Invocação</strong> (I, 4-5) - O poeta invoca as ninfas para as mesmas inspirarem<br><strong>Dedicatória</strong> (I, 6-18) - poema dedicado a D. Sebastião.<br><strong>Narração</strong> (I, 19-X) - O poeta narra os feitos portugueses.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Curtas Metragens 22 03 2018 &quot;Zero&quot;</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu achei interessante pois e coisas que acontecem, que é a descriminação pelo aspeto das pessoas, quando na verdade não é isso, os pontos que me marcaram mais foram:&nbsp;<br>-Gostei da introdução do vídeo<br>- O assunto foi bem estruturado e bem falado<br>-gostei de como a história se foi desenvolvendo<br>-O final foi espetacular, pois de quem menos esperavam o melhor aconteceu</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Una Blancanieve diferente</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Achei um bocado esquisito no início não sei se foi pelo espanhol ou pelo video em si, nao gostei de todo sinceramente, mas deu para entender perfeitamente a inveja da babysitter que queria ser a mais inteligente<br>Os pontos que gostei mais foram:<br>-anão mulato com os óculos de sol<br>-a branca de neve quando morreu<br>-quando a babysitter pensava que a branca de neve estava morta mas afinal não<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:44:45 UTC</pubDate>
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         <title>Danza</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo mostra a violência nas relações o que é uma situação da sociedade atual, o qual tem de ser resolvido, mas dentro deste video encontrei 4 pontos que me chamaram mais a atenção:<br>-O quão feliz eles eram antes de<br>-Depois do casamento inicialmente eram um casal que se trata de uma forma mais casual.<br>-Ele passando algum tempo maltratava a mulher e reclama tudo o que faz<br>-Mata a mulher a porrada, e para tal conseguir fazer era preciso ter um grande ódio por ela nessa hora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 18:01:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Canto I</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Acontecimento motivador da reflexão<br></strong>Chegada da armada portuguesa a Mombaça, após várias vicissitudes ocorridas em Moçambique e Quíola, urdidas por Baco.<br><br><strong>Tema da refleção <br>Posicionamento crítico do poeta.<br></strong>Os limites da condição humana - efemeridade e circunstâncias da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa da viagem</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>Canto III</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os amores de Inês de Castro e Pedro; a paixão de D. Fernando por D. Leonor Teles.<br><br>O poder do amor, que a todos toca e transforma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IV</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>As despedidas em Belém.<br><br>A procura insensata da forma e a ambição desmedida, que trazem consequências dolorosas para a humanidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:45:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Canto V</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>O fim da narrativa de Vasco da Gama ao rei de Melinde.<br><br>O desprezo das artes e das letras e a importância do registo escrito de grandes façanhas como glorificação do povo português e incentivo a novos heróis. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VI</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:50:36 UTC</pubDate>
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         <title>Canto </title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:50:38 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VI</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>A tempestade e o agradecimento de Vasco da Gama a Deus pela proteção recebida.<br><br>O verdadeiro valor da glória e os modos de a conquistar: esforço, sofrimento, preserverança e humildade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:50:39 UTC</pubDate>
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         <title>CantoVII</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>As traições sofridas por Vasco da Gama em Calecute, nomeadamente o seu sequestro, ultrapassadas pela entrega de valores materiais.<br><br>O poder corrupto do ouro, que tudo compra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:53:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Canto IX</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>A explicação de Tétis a Vasco da Gama sobre o significado alegórico da ilha dos amores.<br><br>O verdadeiro caminho para atingir a fama:<br>-Dominio do ócio;<br>-Refreio da cabeça e da ambição;<br>-Aplicação de leis igualitários e justas;<br>-Luta contra os sarracenos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:55:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Canto X</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>A chegada da armada de Vasco da Gama<br><br>A lamentações do poeta pela falta de reconhecimento pátria e a crítica amarga ao estado de decadência moral do país, o incentivo ao rei para que seja monarca digno da grandeza do nome de Portugal, a manifestação da disponibilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-30 07:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>Cabulas</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cabulas de apresentação, estudo que fiz em casa,  ou seja possui erros de escrita e outra variedade de erros</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-10 16:45:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-10 16:55:10 UTC</pubDate>
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         <title>Excertos</title>
         <author>bloodmarkpt</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-10 17:04:51 UTC</pubDate>
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