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      <title>Comunidade LGBTQIA+ by Rafaella Gularte Felix</title>
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      <description>Rafaella Gularte Felix e Sarah Goettems Moraes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-30 17:03:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro termo utilizado foi a palavra homossexualismo, com o 'ismo' tendo sentido de doença. Então a própria comunidade passou a adotar o termo gay a partir da década de 70.<br>Já nos anos 80, o termo passa a ser GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes), porém, muitos sentiram a necessidade de adotar um termo que melhor se adequasse à diversidade.<br>Assim o termo LGBT surge dessa necessidade no início dos anos 90, ganhando força como um símbolo de inclusão, promovendo debates sobre as questões de identidade sexual e de gênero, e ampliando a luta contra o preconceito.<br>Hoje em dia existem várias variantes sobre o termo, sendo LGBTQIA+ uma das mais comuns.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 17:04:27 UTC</pubDate>
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         <title>Criminalização</title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao redor do mundo (principalmente nos países da África e da Ásia) várias clínicas particulares, sob forte influência religiosa, oferecem serviços que prometem uma “cura gay”. Ainda hoje em dia,<strong> </strong>ter relações entre pessoas do mesmo sexo é considerado crime em mais de 69 países, sendo que 9 punem com a pena de morte.<br>A pena de morte é oficialmente lei, mas geralmente não é praticada em 8 países. Sendo o Irã o único país onde ainda há pena de morte para atos sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 17:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>Lista de países onde a homossexualidade ainda é crime</title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Afeganistão<br>Argélia<br>Antigua e Barbuda<br>Bangladesh<br>Barbados<br>Butão<br>Brunei<br>Burundi<br>Camarões<br>Chade<br>Comores<br>Ilhas Cook<br>Dominica<br>Egito<br>Eritreia<br>Eswatini<br>Etiópia<br>Gâmbia<br>Gana<br>Grenada<br>Guiné<br>Guiana<br>Irã<br>Jamaica<br>Quênia<br>Kiribati<br>Kuwait<br>Líbano<br>Libéria<br>Líbia<br>Malawi<br>Malásia<br>Maldivas<br>Mauritânia<br>Maurício<br>Marrocos<br>Myanmar<br>Namibia<br>Nigéria<br>Território Palestino Ocupado (Faixa de Gaza)<br>Omã<br>Paquistão<br>Papua Nova Guiné<br>Catar<br>São Cristóvão e Neves<br>Santa Lúcia<br>São Vicente e Granadinas<br>Samoa<br>Arábia Saudita<br>Senegal<br>Serra Leoa<br>Cingapura<br>Ilhas Salomão<br>Somália<br>Sudão do Sul<br>Sri Lanka<br>Sudão<br>Síria<br>Tanzânia<br>Tonga<br>Tunísia<br>Turcomenistão<br>Tuvalu<br>Uganda<br>Uzbequistão<br>Zâmbia<br>Zimbábue</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 18:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Rebelião de Stonewall</title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 28 de junho de 1969, uma das mais importantes rebeliões civis da história se inicia no Stonewall Inn, em Greenwich Village, nos Estados Unidos. Gays, lésbicas, travestis e drag queens enfrentam a força policial em um episódio que serviu de base para o Movimento LGBT em todo o mundo.<br>O ocorrido durou seis dias seguidos como uma resposta contra a ação opressora e preconceituosa da polícia, que tinha como rotina a promoção de revistas humilhantes nos bares e boates gays da cidade de Nova York.<br>Uma das principais consequências da rebelião foi a criação de dois importantes grupos para a história do Movimento LGBT: o Gay Liberation Front (GLF) e o Gay Activists Alliance (GAA).<br>Já para a comunidade transexual, um marco importante foi a criação da publicação Transvestia: The Journal of the American Society for Equality in Dress, do ano de 1952.<br>Por fim, nas décadas de 60 a 80, o movimento lésbico ganhou muita força durante a segunda onda feminista. Fazendo com que as discussões entre as mulheres heterossexuais e as mulheres lésbicas, aos poucos, se auto organizassem em uma luta única.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 18:03:21 UTC</pubDate>
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         <title>Stonewall no Brasil</title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1983, uma revolta semelhante a de Stonewall aconteceu no Brasil, na cidade de São Paulo: o levante ao Ferro’s Bar, protagonizado por lésbicas e apoiado por grupos feministas.<br>Localizado próximo à avenida 9 de Julho, no centro da capital paulista, o bar era um ponto de encontro de mulheres lésbicas da década de 60 a 90. Antes, era frequentado por militantes comunistas, no entanto, após o ocorrido, passou a ser um importante local para os encontros LGBTs na cidade.<br>Os ataques policiais eram frequentes e as mulheres eram expulsas do bar. Outra medida autoritária, era o confisco e a proibição de panfletos que tratavam da luta LGBT na cidade.&nbsp;<br>O material mais distribuído — e impedido de vender – era o jornal Chana com Chana, dirigido ao público feminino lésbico. Publicado pelo Grupo Lésbico Feminista e, posteriormente, pelo Grupo de Ação Lésbico Feminista (GALF), e existiu de 1981 a 1987.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-30 18:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceitos dentro da própria comunidade</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Dia Internacional do Orgulho LGBT, celebrado no dia 28 de julho, é uma oportunidade para celebrar a diversidade e conscientizar a população sobre a importância do combate contra o preconceito. Por outro lado, também é um momento de encarar a sensação de preconceito interno. Onde teoricamente deveriam aceitar e compreender todas as opções sexuais, existem pessoas que acabam excluindo grupos específicos.<br>Isso ocorre porque gays e lésbicas são maioria na comunidade, e uma minoria defende uma causa própria, excluindo pessoas que têm outras opções sexuais que não a deles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 03:02:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Se fosse para eu colocar em um placar, diria que os gays têm 80% da visibilidade, vindo as lésbicas depois, e então chegando nos bissexuais. Por último, vêm os transexuais” - Felipe Etinger, formado em direito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 03:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>A bandeira</title>
         <author>rafaellagfelix</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Movimento LGBT é representado pela bandeira com as cores do arco-íris, sendo um dos símbolos mais conhecidos em todo o mundo. Surgiu no ano de 1978, criada pelo artista norte-americano Gilbert Baker.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-04 20:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Lésbica</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma lésbica é uma mulher ou pessoa não-binaria que se alinha com mulheres que sente atração apenas por outras mulheres ou pessoas não-binárias que se alinham com mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 14:28:48 UTC</pubDate>
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         <title>Gay</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gay é um homem ou&nbsp; pessoa não-binaria, que se alinha com homens, que sente atração apenas por outros homens ou pessoas não-binárias que se alinham com homens.</div><div>&nbsp;É usada especialmente por homens, já que pessoas não-binaria&nbsp; podem se dizer medisso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 14:30:47 UTC</pubDate>
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         <title>Bissexual e Pansexual</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma pessoa pansexual ou bissexual sente atração por pessoas de qualquer identidade de gênero, ou sente atração que não é determinada por gênero.<br>A principal diferença é a história de origem do termo, pois antigamente havia muito preconceito com pessoas trans entre os bixessuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 14:33:19 UTC</pubDate>
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         <title>Arromantico</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pessoas arromânticas são pessoas que não sentem atração romântica por nenhum gênero. Algumas pessoas arromânticas não sentem atração romântica por ninguém, enquanto outras se apaixonam só de vez em quando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 14:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>Assexual</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pessoas assexuais são pessoas que não sentem atração sexual por nenhum gênero. Algumas pessoas assexuais não sentem atração sexual por ninguém, enquanto outras sentem atração sexual certas vezes, e/ou em certas circunstâncias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 14:49:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
         <link>https://padlet.com/rafaellagfelix/bkdny0rgv36b7jmx/wish/1720149325</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre alguns deles estão:<br>- Anúncios que não representam pessoas negras e situações de racismo que passam impunes.<br>- Lésbica com as lésbicas mais masculinas, da mesma forma que gays com os gays afeminados.<br>- Drag queens, travestis e transexuais que muitas vezes sequer são citados.<br>- Relacionamentos poligâmicos são frequentemente julgados.<br>- Arromanticos e assexuais com falta de representatividade e representatividade mal feita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-06 23:35:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um estudo publicado pela revista científica Psychology of Sexual Orientation and Gender Diversity demonstra que a comunidade homossexual tende a desprezar homens acima do peso e, na maioria das vezes, quando recebem uma cantada dessas pessoas, respondem de forma rude e grosseira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-06 23:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>Transgênero</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Transgénero ou Transgênero são pessoas que têm uma identidade de gênero que difere do típico do seu sexo atribuído ao nascer. Transgênero também é um termo abrangente: além de incluir pessoas cuja identidade de gênero é o oposto do sexo atribuído, pode incluir pessoas que são não-binárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 16:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Bigênero</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Bigênero</strong> é uma identidade para quem possui dois gêneros. Tais gêneros não necessariamente incluem homem e/ou mulher.</div><div>Pessoas bigênero podem sempre ter ambos os gêneros ao mesmo tempo, sem fluidez ou mudança na intensidade*, ter um gênero de cada vez*, ou sentir mudanças na intensidade de gênero (ter os dois gêneros, mas algumas vezes um deles está mais forte ou fraco)*, entre outras combinações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 16:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>Não binaria</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não-binariedade ou identidade não-binária, além de um gênero, é um "termo guarda-chuva" para identidades de gênero que não são estritamente masculinas ou femininas, estando portanto fora do binário de gênero e da cisnormatividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 16:55:20 UTC</pubDate>
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         <title>Gênero fluido </title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entende-se que um indivíduo é fluido de gênero quando não identifica com um único papel de gênero ou identidade de gênero, mas em vez disso flui entre vários, ou cujo gênero é insólito ou muda de tempos em tempos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 16:57:44 UTC</pubDate>
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         <title>Queer</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Queer</strong> é um termo guarda-chuva para minorias sexuais e de género, ou seja, que não são heterossexuais ou não são cisgénero. Originalmente significando "estranho" ou "peculiar", <strong>queer</strong> era usado pejorativamente contra aqueles com desejos ou relações homossexuais no final do século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 16:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade na mídia</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram preciso décadas até que o primeiro personagem gay aparecesse na televisão brasileira: foi na novela O Rebu, da Rede Globo, há apenas 46 anos, em 1975. Apresentado um estereótipo de um jovem homem homossexual que dependia financeiramente de um homem casado e mais velho.<br>Nesse mesmo período, o país teve à primeira “onda” em prol dos movimentos LGBTs no Brasil, formados majoritariamente por gays e travestis, como resposta ao silenciamento imposto pela “moral e bons costumes”.&nbsp;<br>Já em Torre de Babel (1998), a emissora matou as personagens lésbicas de Christiane Torloni e Silvia Pfeifer pela má aceitação do público. No entanto, nos últimos anos, muita coisa mudou. É fato que vemos cada vez mais representatividade na mídia brasileira.<br>Mas, muito mais do que representatividade em uma peça publicitária, é necessário que exista consistência por trás do discurso e que essa empresa realmente se empenhe e se comprometa com a causa. Precisa ser natural, verdadeiro e, o mais importante, duradouro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 17:16:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>"As grandes marcas ainda não entenderam a diversidade como fonte de renda. São poucas as que não se comportam de forma oportunista. Elas e seus líderes têm relação direta com o grau de LGBTfobia que a sociedade experimenta hoje" - Hugo Bonemer, ator brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 17:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade na mídia</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram preciso décadas até que o primeiro personagem gay aparecesse na televisão brasileira: foi na novela O Rebu, da Rede Globo, há apenas 46 anos, em 1975. Apresentado um estereótipo de um jovem homem homossexual que dependia financeiramente de um homem casado e mais velho.<br>Nesse mesmo período, o país teve à primeira “onda” em prol dos movimentos LGBTs no Brasil, formados majoritariamente por gays e travestis, como resposta ao silenciamento imposto pela “moral e bons costumes”.<br>Já em Torre de Babel (1998), a emissora matou as personagens lésbicas de Christiane Torloni e Silvia Pfeifer pela má aceitação do público. No entanto, nos últimos anos, muita coisa mudou. É fato que vemos cada vez mais representatividade na mídia brasileira.<br>Mas, muito mais do que representatividade em uma peça publicitária, é necessário que exista consistência por trás do discurso e que essa empresa realmente se empenhe e se comprometa com a causa. Precisa ser natural, verdadeiro e, o mais importante, duradouro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:07:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na internet, a comunidade LGBT se reúne e age de diversas maneiras:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:09:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por mais que a internet tenha aproximado o movimento, uma parte dos militantes acabam não saindo da rede, o que dificulta a organização de eventos físicos, não só com o intuito de lutar pelas pautas, mas também para a integração da comunidade. Numa outra linha, as redes sociais têm o potencial de expor usuários a níveis que podem deixar de ser seguros, com ainda existem muitas pessoas LGBTfóbicas que usam a rede para ameaças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Twitter</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um estudo que tem como base 500 respostas por pessoas da comunidade LGBT, mostra que quatro em cada cinco pessoas acreditam que a plataforma é um local em que as pessoas podem ser elas mesmas. A pesquisa revelou que pessoas entram no Twitter para compartilhar seus próprios pensamentos, opiniões e experiências. Eles consideram o Twitter melhor do que outras plataformas no quesito “conteúdos sobre minha comunidade”. A razão mais citada foi “público mais jovem, aberto e diverso”, seguida de “liberdade para ser quem sou” e “diversidade de opiniões”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>Youtube</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diversos canais voltados para o tema abordam assuntos importantes para o movimento, de forma a promover a ascensão, a conscientização e a informação de uma forma leve e lúdica, mantendo, na maioria dos vídeos, a seriedade devida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Facebook</title>
         <author>sarahgmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Páginas de organizações e grupos ativistas ganham diversos espaços para a propagação de informações e divulgação de eventos e campanhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 19:11:50 UTC</pubDate>
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