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      <title>Portifólio ( textos em relações lusófonas) by Daniel Gonçalves</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-20 13:45:29 UTC</pubDate>
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         <title>Respostas do filme de Colombo</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2022-09-22 13:47:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2022-09-23 09:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>30/09/2022</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2320823263</link>
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         <pubDate>2022-09-30 10:12:30 UTC</pubDate>
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         <title>03/10/2022 identidade do rei e o prepósito do releto de Pêro&quot;</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2323995095</link>
         <description><![CDATA[<div>A identidade do destinatário da carta era D. Manuel I, rei de Portugal, que convocou um escrivão, chamado Pêro Vaz de Caminha, em 1500, para relatar os acontecimentos objetivos da viagem, para ficar com um registo feito e original.<br><br></div><div>Pêro ia relatando tudo o que via: “[…] não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu.”, para que aja um registo com provas importantes de tudo aquilo que encontraram e viram , durante toda a viagem, fez constar no seu registo referencias cronológicas : “ 9 de Março” , dias da semana : “ Sábado” , horas : “ oito e as nove horas”, período do dia : “&nbsp; Amanhecer”.<br>&nbsp;No que diz respeito às referências geográficas, são mencionadas as medidas de distância do mar : “ 660 ou 670 léguas”. Além disso, são mencionados os lugares por onde passaram os portugueses , ou que foram por eles avistados,&nbsp; tais como " A partida de Belém", " Canárias, mais perto da Grã- Canária", " ilhas de Cabo-Verde, ou melhor, da ilha de S. Nicolau".<br>&nbsp;Referêcia à fauna: “ aves a que chamam fura-buxos” e à flora : "ervas cumpridas em que os mariantes chamam de botelho e rabo-de-asno"  referências a terras achadas : “ nos achámos entre as Canárias, mais perto da Grã-Canária” , direções: direcção do Norte” , tudo issoo para que seja feito uma objetividade da veracidade da carta que era dirigida ao rei.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 15:17:32 UTC</pubDate>
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         <title>Rferência cronológicas</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2324026284</link>
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         <pubDate>2022-10-03 15:32:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2326046277</link>
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         <pubDate>2022-10-04 16:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Texto para avaliação sumativa 21/10/2022</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2350451782</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste texto, vai ser analisado um excerto do escrivão Pêro Vaz de Caminha das páginas 163 e 164.<br><br>Numa ilha, foi feita a peregrinação de uma missa aos colonizados: “Neste ilhéu, onde fomos ouvir missa e pregação”, de forma a tentar evangelizá-los. Logo neste ponto de partida, verifica-se um atentado à cultura indígena que não acreditavam no Deus Cristão, neste seguimento, os portugueses já estão a sobrepor-se perante eles.&nbsp; Tudo isso é um exemplo de uma visão do outro que é o colonizado para si mesmo (colonizador).&nbsp;<br><br></div><div>Logo de seguida, existe uma clara visão do colonizador para o colonizado pela força, levando os colonizados para o Rei: “perguntou mais se lhes parecia bem tomar aqui por força um par destes homens para os mandar a Vossa Alteza.”, porém quiseram na mesma ser pacificadores para eles aprender a falar na visão subjetiva do escrivão, pois na verdade eles sabiam falar, mas apenas numa língua indígena.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Num ponto de vista objetivo, na praia, foi feita uma descrição tal e qual como o escrivão Pêro tinha visto, a respeito da maré e marisco encontrado: “a água espraia muito, deixando muita areia e muito cascalho a descoberto. Enquanto aí estávamos, foram alguns buscar marisco e apenas acharam alguns camarões grossos e curtos, entre os quais vinha um tão grande e tão grosso, como em nenhum tempo vi tamanho. Também acharam cascas de berbigões e amêijoas, mas não tomaram com nenhuma peça inteira.”.<br><br></div><div>&nbsp;O excerto evidencia o valor documental/histórico, pois era dirigida ao Rei sobre os achamentos da terra: “E perguntou a todos se nos aparecia bem mandar a nova do achamento desta terra a Vossa Alteza pelo navio dos mantimentos”, numa altura em que eles tinham acabado de alimentar-se de marisco.&nbsp;<br><br>Para concluir, finalmente foram até pelo rio com os barcos , pousaram em terra aramados e com a bandeira, onde encontraram na praia à boca do rio, os indígenas apontar os arcos e acenar para que os portugueses saíssem e regressarem de onde tinha vindo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 09:46:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto de opinião  (slide 14 da apresentação)</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2350529981</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste texto, Pêro refere vários aspetos na sua opinião subjetiva perante os índios tais como os aspetos físicos, sociais, culturais e mesmo psicológicos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; Pêro Vaz de Caminha começa por descrever alguns aspetos físicos dos nativos tais como o tom de pele dos indígenas por serem pardos, avermelhados, o cabelo era corredios e andavam tosquiados, de tosquia alta, mais que de sobre pente, eram grandes e rapados até por cima das orelhas. Na opinião subjetiva do Pêro eles tinham rostos e narizes bem formados.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Haviam diferenças culturais e sociais entre os nativos e os europeus, pois Caminha disse que eles andavam nus: “ […] todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas” , no aspeto da “vergonha” é um conceito que é praticado pelos europeus pela Igreja Católica , aqui mostra logo que existem diferenças culturais entre os indígenas e os portugueses.&nbsp; Ele estabelece alguns aspetos que estão relacionados ao uso de adereços como os ossos que eles usavam na parte inferior dos lábios.<br><br></div><div>Nessa parte caminha recorre a comparações com objetos facilmente identificáveis para tentar fazer chegar ao rei a forma desses ossos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Uma das dimensões também muito importante neste excerto era a aspeto psicológico dos nativos: “Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham todos rijamente sobre o batel; e Nicolau Coelho lhes fez sinal de que pousassem os arcos. E eles os pousaram.”&nbsp; Através desta descrição, podemos constatar que , através do primeiro contacto dos portugueses com os indígenas , ficamos a entender&nbsp; que eles eram um povo pacifico , pois não usaram os arcos e flechas, atendendo ao pedido do navegador português que era um total desconhecimento para eles, os mesmos baixaram as suas armas.<br><br></div><div>Relativamente à questão da organização social dos portugueses, era muito diferente dos indígenas , pois tinham um Rei, pois a carta é dirigida&nbsp; à “ Vossa Alteza”&nbsp; e viviam em uma grande cidade com construções de edifícios ” , tinham também marinheiros&nbsp; e um escriva , os indígenas se organizavam de forma diferente&nbsp; que era em “ união com a natureza”.<br><br>&nbsp;Um outro aspeto muito importante referente à comunicação em que Caminha afirma que não havia qualquer entendimento linguístico: “Ali não pôde de eles haver fala, nem entendimento de proveito”, neste aspeto mostra subjetividade por parte de Pêro, pois ele ao dizer que não havia fala, nem entendimento algum, isso mostra que os nativos portugueses também não sabiam falar a sua língua, enquanto a forma de como foi representando por parte de Caminha era que não sabiam falar.<br><br></div><div>&nbsp;Posso concluir que mesmo havendo muitas diferenças entre os portugueses e os indígenas , eles não perdem a sua identidade cultural.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 11:04:29 UTC</pubDate>
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         <title>25/10/2022</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2022-10-26 07:57:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2022-10-26 10:37:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2022-10-26 10:38:35 UTC</pubDate>
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         <title>Melhoria do texto para avaliação </title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2381676875</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) localização da passagem na ação narrada por Pêro Vaz de Caminha;&nbsp;<br></strong><br></div><div>A localização da carta começa no dia 26 de abril no domingo de manhã de Pascoela (“Ao domingo de Pascoela pela manhã “) pouco antes do meu excerto. Nesse dia, o Capitão determinou ouvirem todos a missa e a pregação feita pelo padre Frei Henrique: (“fez dizer missa, a qual foi dita pelo padre F rei Henrique”) com uma voz “entoada” naquela ilha que tinham pousado, fizeram um altar muito bem consertado (“um altar mui bem corregido”).<br><br></div><div>Quando acabou a missa o padre pregou uma pregação da história do Evangelho e tratou também da vinda dos marinheiros e do achamento da terra (“Acabando a missa, desvestiu-se o padre e subiu a uma cadeira alta; e nós todos lançados por essa areia. E pregou uma solene e proveitosa pregação da história do Evangelho, ao fim do qual tratou da nossa vinda e do achamento desta terra”). Entretanto apareceram alguns Indígenas “com seus arcos e setas”, reparam neles e sentaram-se.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Assim que acabou a segunda missa, os indígenas levantaram-se “e começaram a saltar e a dançar um pedaço”.<br><br></div><div>De seguida o capitão e os marinheiros foram para os batéis “com nossa bandeira alta”, embarcaram e foram em direção à terra para pousarem ao longo por onde eles estavam atrás do Capitão Bartolomeu Dias “em seu esquife” e foram ao encontro de indígenas que chegaram logo na água e acenaram para que eles pousassem os arcos (“Acenaram-lhes que pousassem os arcos”).<br><br></div><div>Entretanto depois de chegarem ao encontro dos indígenas, foram comer às naus a tocarem gaitas e trombetas (“e viemo-nos às naus, a comer, tangendo gaitas e trombetas), enquanto os autóctones voltaram a sentarem-se na praia (“E eles tornaram-se a assentar na praia e assim por então ficaram”),&nbsp;<br><br></div><div>A partir deste momento começaram a ouvir a missa e a pregação nessa ilha e é quando começa o meu excerto.<br><br></div><div>Encontraram muito marisco que brevemente irei descrever na parte objetiva, comeram e todos os capitães da nau, por ordem do Capitão-mor perguntaram “a todos se nos parecia bem mandar a nova do achamento desta terra a Vossa Alteza pelo navio dos mantimentos” e concluíram depois de muitas discussões que seria muito bem ficarem com o achamento da terra.<br><br>Houve uma segunda discussão para saber se tomariam dois homens por força para mandar ao Rei, porém chegaram à conclusão que não era necessário (“Sobre isto acordaram que não era necessário tomar por força homens”).<br><br></div><div>E tudo isto aconteceu nom mesmo dia 26 de abril que foia última vez visto, ainda antes do meu excerto, pois não foi encontrado mais nenhuma data no decorrer do texto.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>2) demonstrar que o relato nem sempre obedece ao critério da objetividade e que nela perpassa a subjetividade do narrador<br></strong><br></div><div>No que diz respeito à objetividade, partir do dia 26 de abril de domingo pela manhã, ainda antes do meu excerto, houve uma missa na ilha que foi determinada pelo Capitão (“determinou o Capitão de ir ouvir missa e pregação naquele ilhéu.”) e foi corregido um altar e ouviram a missa pregada pelo “frei Henrique” que tinha com uma voz “entoada, e oficiada” e que da mesma maneira foi pregada pelos outros padres e sacerdotes.<br><br></div><div>&nbsp;Quando acabou, houve um padre que pregou em cima de uma cadeira alta (“acabada a missa, desvestiu-se o padre e subiu a uma cadeira alta (..) E pregou uma solene e proveitosa pregação da história do Evangelho”) no fim quando se confirmou o achamento da terra conformaram-se com o sinal da Cruz.<br><br></div><div>Todavia, alguns indígenas levantaram-se a “tangerem corno ou buzina” e começaram a saltar e a dançar um pouco, outros colocaram-se em almadias que não era feita de acordo como o escrivão tinha visto e si, somente com três “traves”, atadas entre si. Meteram-se em cima desses pequenos barcos quatro ou cinco.<br><br></div><div>Depois dos portugueses embarcarem novamente, os indígenas viram o esquife de Bartolomeu Dias, chegaram todos à água, acenaram para pousarem os arcos (“acenaram-lhes que pousassem os arcos”), uns pousaram e outros não (“ e muitos deles pôr em terra; e outros não”).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Existia um que andava afastado e tinha seu arco e setas, estava coberto de tinta vermelha nos “peitos, espáduas, quadris, coxas e pernas até baixo”, a parte do estômago e barriga era da sua própria cor de pele (“mas os vazios com a barriga e estômago eram de sua própria cor”)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Depois de terem chegado a terra, comeram tocando trombetas e gaitas até chegarem às naus: (“Com isto se volveu Bartolomeu Duas ao Capitão; e viemo-nos às naus, a comer, tangendo gaitas e trombetas, sem lhes dar mais opressão”<br><br></div><div>Quando começa o meu excerto, ainda em relação à objetividade, quando estavam todos a ouvir a missa na ilha (“Neste ilhéu, onde fomos ouvir missa e pregação”), a água estava a difundir muito seixo (“a água espraia muito, deixando muita areia e muito cascalho a descoberto.”) Enquanto estavam naquela zona, foram buscar muito marisco e acharam “alguns camarões grossos e curtos”, eram, pois, muito grossos e curtos. Acharam também “cascas de berbigões e amêijoas”<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Após haver algumas discussões se levavam por força dois homens ou não, ficou determinado que não iam levar,&nbsp;<br><br></div><div>então o capitão disse para irem nos batéis “em terra e ver-se ia bem como era o rio”. Havia indígenas na praia, perto do rio que era par aonde os portugueses iam (“Eles andavam ali na praia, à boca do rio, para onde nós íamos”) os indígenas acenavam para que saíssem dali e estavam aramados (“puseram todos os arcos”)<br><br></div><div>O Capitão foi nos batéis em terra e “ver-se-ia bem como era o rio”, armados e com a bandeira com os marinheiros. Eles andavam na praia à boca do rio para onde iam os mareantes e antes de chegarem, os indígenas meteram os arcos a ameaçar para que os portugueses saíssem: (“puseram todos os arcos, e acenaram que saíssemos”), porém assim que meteram os batéis em terra, passaram-se logo além do rio.<br><br></div><div>Misturaram-se e houve uma troca de presentes, entre arcos e sombreiros e carapuças de linho ou “por qualquer coisa que lhes davam”.<br><br></div><div>No que diz respeito à subjetividade, a missa ainda antes do meu excerto segundo o assemelhar do escrivão foi ouvida por toda a gente que lá estava (“A qual missa, segundo meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer do Evangelho”).&nbsp;<br><br></div><div>Na visão do escrivão andava um indígena a dizer para se afastarem, porém, sem medo algum (“Andava aí um que falava muito aos outros que se afastassem, mas não que a mim me <strong>parecesse</strong> que lhe tinham acatamento ou medo”).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>4) mostrar que o excerto evidencia o valor documental/histórico da carta;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A forma de como era feita a missa aos domingos , antecedentemente do meu excerto prescrito pela professora : (“Ao domingo de Pascoela pela manhã”),&nbsp; bem como o uso de figuras históricas como&nbsp; por exemplo : “ frei Henrique”, “ Bartolomeu Dias “ , o uso de instrumentos musicais&nbsp; para festejar ou ir comer “ tangeram corno ou buzinas”, a identificação de&nbsp; pequenos barcos, matérias de navegação, armas : “ esquifes” , “arcos”, “naus”, “batéis”, a atribuição de nomes a capitães ou ao Rei : “ Capitão-mor”, “ Vossa alteza” , o simples facto de a carta ser dirigida ao rei…<br></strong><br></div><div><strong>Tudo isso comprova a evidencia do valor documental/histórico da carta.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>3) A visão do outro e de si mesmo<br></strong><br></div><div><strong>A religião Cristã era muito importante para os portugueses tanto que faziam missas aos domingos (“Ao domingo de Pascoela pela manhã”) , (“ acabada a missa”), (“ Neste ilhéu, onde fomos ouvir missa e pregação”), mas será que os indígenas , tinha a mesma religião que os portugueses?<br></strong><br></div><div><strong>Anteriormente ao meu excerto é bem notável que eles só estavam atentos na opinião do escrivão, pois quase tudo era objetivo, mas quando tocava no ponto da religião só lhe parecia que estavam atentos </strong>(“A qual missa, segundo meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer do Evangelho”).&nbsp;<br><br></div><div>Mais à frente, podemos verificar que, assim que acabou a missa os indígenas fizeram algo diferente e inesperado “levantaram-se muitos deles, tangeram corno ou buzina e começaram a saltar e a dançar um pedaço”, então nesta primeira parte pode-se subentender que os portugueses tentavam imprimir a sua religião aos indígenas, porém assim que acabou levantaram-se e começaram a tocar e a dançar.<br><br></div><div>Na opinião do escrivão não havia medo algum por parte de um indígena mesmo eles estando afastarem-se: (“Andava aí um que falava muito aos outros que se afastassem, mas não que a mim me <strong>parecesse</strong> que lhe tinham acatamento ou medo”).<br><br></div><div>Em um momento da carta os portugueses tiveram intenções de levar por força alguns desses homens para levar ao Rei (“ perguntou mais se lhes parecia bem tomar aqui por força um par destes homens para os mandar a Vossa Alteza”), o que retrata aqui um pouco de intenção de exploração como se na visão deles fosse um povo mais fraco&nbsp; que permite-se , dessa forma o uso da força. <br><br><strong>5) verificar de que modo se traduz a visão eurocêntrica do narrador;<br></strong><br></div><div>A visão eurocêntrica do narrador foi traduzida na maneira de como a religião Cristã tinha de ser imprimida na cabeça dos indígenas como um meio de evangelização (“E pregou uma solene e proveitosa pregação da história do Evangelho”), bem como a visão subjetiva do Pêro (“A qual missa, segundo meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer do Evangelho”). , como se eles realmente estivessem atentos que logo a seguir é comprovado que eles tinham a sua própria diversão (“levantaram-se muitos deles, tangeram corno ou buzina e começaram a saltar e a dançar um pedaço”), o modo de como os portugueses queriam levar por força os homens (“perguntou mais se lhes parecia bem tomar aqui por força um par destes homens para os mandar a Vossa Alteza”).<br><br></div><div><strong>6) comprovar que a narrativa se estrutura em função de coordenadas espácio-temporais.<br></strong><br></div><div>Apesar de não ter nenhuma referência dentro do meu excerto, existem datas anteriores a ele como por exemplo : “ Ao domingo de Pascoela pela manhã, determinou o Capitão de ir ouvir missa e pregação naquele ilhéu”, aqui podemos ver um referência de espaço “naquele ilhéu”, temporal “ao domingo pela manhã” e também está referido a data “Domingo 26 de Abril”.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 16:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>Texto que ainda não estava corrigido pela professora</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2404960763</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de começar o excerto destinado à análise, os portugueses chegaram à Baía de “Santa Helena”, no dia 7 de novembro de 1497, uma quarta-feira. Lançaram âncora na Baía, pois já tinha sido explorada por Pero d´Alanquer, às ordens do capitão-mor (“O capitão-mor mandou Pero d´ Alenquer no batel a sondar se achava bom pouso”).<br><br></div><div>&nbsp;Já no excerto apresentado, referente ao dia 16 de novembro, quinta-feira pela manhã, quando os navios já estavam preparados, os portugueses, ainda não sabiam a que distância se encontravam do Cabo da Boa esperança (“Nom sabendo nós quanto éramos do Cabo da Boa esperança”). Porém Pedro de Alanquer tinha uma noção dessa distância.<br><br></div><div>Depois de avistarem o Cabo das Tormentas (“e ao Sábado à tarde houvemos vista do dito Cabo da Boa Esperança”), os portugueses debateram-se com algumas dificuldades para o dobrar, mas, finalmente conseguem na quarta-feira (“ao meio-dia, passámos pelo dito Cabo de Boa Esperança”). Além disso, neste excerto, refere-se que os marinheiros desceram a terra, Angra de S. Brás, no dia 25 de novembro (“Em vinte e cinco dias do dito mês de novembro um Sábado à tarde”), onde estiverem treze dias com vista a abastecerem, tendo desfeito a nau que transportava até ali os mantimentos.&nbsp;<br>No que diz respeito à objetividade, Álvaro Velho informa-nos de factos comprováveis, tais como a travessia do Cabo da Boa Esperança pelos portugueses, na quarta-feira no dia 22 de novembro a(“E junto com este Cabo de Boa esperança ao sul jaz ua angra muito grande que entra pela terra bem seis léguas e em boca haverá bem outras tantas.”).</div><div>&nbsp;</div><div>No dia 25 de novembro a um sábado à tarde, dia de Santa Catarina, entraram em Angra de São Brás, passado 13 dias, na sexta-feira, vieram noventa homens autóctones dessa mesma terra (“À sexta-feira seguinte, estando nós ainda na dita Angra de São Brás, vieram obra de noventa homens baços, d´arte daqueles d´Angra de Santa Helena.”). Andavam ao longo da praia pelas colinas (“E andavam deles da praia e deles ficavam pelos outeiros”) enquanto os portugueses estavam na nau do capitão-mor de olhos neles (“E nós estávamos todos ou a maior parte de nós a este tempo na nau do capitão-mor. E como os vimos”). Foram, portanto, os portugueses por terra em batéis e deram guizos com ajuda dos autóctones e tomavam na mão do capitão-mor (“ E , como os vimos, fomos em terra em os batéis, os quais levávamos cascavéis na praia fora e eles os tomavam; e não somente tomavam os que lhe lançavam, mas vinham por eles e tomá-los da mão do capitão-mor”), e isso pasmou os mareantes, pois antes quando esteve lá Bartolomeu Dias lá esteve, eles fugiam dele e “nom lhe tomavam nenhuma cousa daquelas que lhe dava”, ainda por cima houve um dia em que Bartolomeu estava a tomar água à beira do mar (“ em ele tomando água em uma aguada que aqui está muito boa à beira do mar”) e eles atiraram pedras e logo de seguida Bartolomeu Dias disparou a sua besta e matou uma pessoa que vivia naquela terra (“ eles lha defendiam às pedradas de cima de um outeiro que está sobre esta auguada, e Bertolameu Dias lhe tirou com uma besta e matou um deles.”).</div><div>&nbsp;</div><div>Havia uma distância entre Angra de Santa Helena e a Angra de S. Brás que foi revelada por Álvaro Velho que era , nada mais nada menos que sessenta léguas pelo mar (“ que são de ua terra à outra sessenta léguas per mar “)</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O capitão-mor não quis sair em terra, pois estavam uns negros “num mato grande”, por isso foi mudado o posto numa outra terra descoberta e acabaram para acenar a eles para que fossem ter a essa terra (“e fomos pousar a outro lugar descoberto e ali saiu e acenámos aos negros que fossem para onde nós íamos e eles foram”).</div><div>&nbsp;</div><div>Dessa forma, o capitão-mor e os outros capitães saíram armados com bestas (“E o capitão-mor com os outros capitães saíram em terra com gente armada, onde iam alguns com bestas.”) a ver se viam um ou dois negros para lhes acenarem”).</div><div>&nbsp;</div><div>No final do meu excerto, houve uma troca de presentes tais como: “cascavéis, barretes vermelhos” em troca de “manilhas de marfim” que os autóctones traziam nos braços e tinham visto muitos elefantes a beber água (“e nós achávamos o estrabo deles bem a carão d´aguada onde eles vinham a beber”).<br><br>No que concerne à parte subjetiva do excerto quando os portugueses tiveram um encontro com os autóctones na <strong>visão</strong> de Álvaro Velho eles eram homens “baços”, não tiveram medo (“E ao que pusemos nom fugirem de nós foi que nos pareceu que houve novas de Angra de Santa Helena, onde nós primeiro estevemos”). Isto não passa da visão subjetiva do autor porque talvez eles se fizeram de meigos perante os portugueses porque na verdade tinham medo de ser mortos, tal como um já tinha sido morto pelo Bartolomeu Dias com uma besta (“eles lha defendiam às pedradas de cima de um outeiro que está sobre esta auguada, e Bertolameu Dias lhe tirou com uma besta e matou um deles.”).</div><div>&nbsp;</div><div>Ainda na subjetividade de Álvaro, os autóctones só não fugiram dos marinheiros portugueses porque tinham notícias da Angra de Santa Helena (“E ao que pusemos nom fugirem de nós foi que nos pareceu que houveram novas de Angra de Santa Helena”)</div><div>&nbsp;</div><div>Na perspetiva de Álvaro existia também uns homens que eram “negros” que estavam num “mato grande” e por fim também lhe parecia que havia muito elefantes (“segundo nos parece, há muitos alifantes”).<br><br><br><strong>3) a visão do outro e de si mesmo</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;cor baça (“vieram obra de noventa homens baços”), na visão de Álvaro Velho pareciam ser homens que não tinham medo dos portugueses (“E ao que pusemos nom fugirem de nós foi que nos pareceu que houveram novas de Angra de Santa Helena”). por estarem homens negros num mato (“E o capitão-mor nom quis sair em terra porque está onde os negros estavam um mato grande”). Por isso, foram para outro lugar trocarem de presentes uns com outros, enquanto os portugueses davam “barretes vermelhos”, eles davam “manilhas de marfim” que era o que havia naquela terra e como prova disso ao ver de Álvaro havia também muitos elefantes (“segundo nos parece, há muitos alifantes”).<br><br><strong>5) verificar de que modo se traduz a visão eurocêntrica do narrador</strong></div><div>&nbsp;</div><div>neste excerto mostra <strong>( quem mostra?)</strong> como ele <strong>( ele quem?)</strong> observa o outro que eram os “negros” que estavam no “mato grande” que foram observados ao longe dentro da nau. A forma de como não quiseram pousar onde eles estavam (“E o capitão-mor nom quis sair em terra porque está onde os negros estavam um mato grande”) e aqui dá subentender que&nbsp; os portugueses&nbsp; por serem europeus e não pudessem pousarem por eles serem negros, porém lá acenaram para eles quando pousaram numa terra mais á frente (" pousar a outro lugar descoberto e ali saiu e acenámos aos negros que fossem para onde <strong>nós </strong>íamos e eles foram”) , ou seja não foi os portugueses a irem ter com eles e sim os negros a irem ter ao encontro com os portugueses&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>É a simples desconfiança e não aquilo que eu tenho.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>No final deste encontro houve troas de presentes que já foi referido anteriormente que mostra o que havia naquela terra e aqui mostra a diferença de cultural entre os dois povos, numa europa de uma visão eurocêntrica com os povos a darem o marfim dos elefantes.</div><div>&nbsp;</div><div>Os portugueses davam coisas de pouco valor. enquanto eles davam melhores.&nbsp; Análise das armas de uns e de outros.<br><br><strong>4) mostrar que o excerto evidencia o valor documental/histórico da carta;&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;é&nbsp; evidente o valor documental/ histórica , pois foi dito pelo autor do texto que no dia 22 de Novembro passaram pelo Cabo da Boa Esperança (“&nbsp; E à quarta-feira, ao meio dia, passámos pelo dito Cabo ao longo da costa com vento à popa”) , apesar que nos dias anteriores&nbsp; é comprovado já tinham visto o Cabo com referência ao ponto cardeal sul su-sueste (“ pelo qual fomos em a volta do mar com sul su-sueste, e ao sábado à tarde houvemos vista do dito Cabo da Boa Esperança”) em que pelo qual os portugueses tiveram dificuldades a dobrar, pois não foi logo à primeira (“ fomos outra vez com o Cabo e não o pudemos dobrar, porque o vento era su-sueste e o dito Cabo jaz nordeste”).<br><br></div><div>Houve dois contactos com povos autóctones, o primeiro foi quando o capitão-mor estava a apanhar guizos numa da praia e os outros ajudavam de igual forma (“o capitão-mor lhes lançava cascavéis na praia fora e eles os tomavam”)</div><div>&nbsp;</div><div>O segundo encontro foi quando mandaram uns negros que estavam num “mato grande” para se encontrem com os portugueses “noutro lugar descoberto”, onde houve uma troca de comércio (“o capitão lhes deu cascavéis e barretes vermelhos e eles nos davam manilhas de marfim que traziam nos braços”, e isto também prova a evidencia do valor documental e histórico deste excerto, onde havia muitos elefantes (“há muitos alifantes”).</div><div>&nbsp;</div><div>Também está presente a religião Cristã no nome que os portugueses davam às terras tal como (“ Baía de Santa Helena”).&nbsp;<br><br></div><div><strong>6) comprovar que a narrativa se estrutura em função de coordenadas espácio-temporais.<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O meu Excerto começa na partida da Baía de S&nbsp; anta Helena no dia 16 de novembro de 1497, numa quinta-feira pela manhã (“quinta-feira pela manhã, que era 16 dias de novembro”). Os marinheiros estavam a tentar passar “em volta do mar com sul su-sueste”, passada a sexta-feira dia 17, no dia 18 (Sábado à tarde) viram o Cabo da Boa Esperança (“e ao sábado à tarde houvemos vista do dito Cabo da Boa Esperança”) no dia seguinte “ao domingo pela manhã” que já era dia 19 de novembro tentaram novamente dobrar o cabo, mas não conseguiram, na noite de segunda-feira “viemos em a volta da terra”. Só passado dois dias, ou seja, no dia 22 de novembro do ano de 1497, os portugueses finalmente conseguiram passar o cabo da boa Esperança (“E à quarta-feira, ao meio-dia, passámos pelo dito Cabo de Boa Esperança”)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>No dia vinte e cinco do mês novembro do mesmo ano, os portugueses num Sábado à tarde , “ dia de Santa Catarina” entraram em Angra se São Brás (“ Em vinte e cinco dias do dito mês de Novembro “) , estiveram lá parados durante mais 13 dias (“onde estevemos treze dias”) e passados esses 13 dias , na sexta-feira seguinte vieram noventa homens braços ao encontro dos portugueses (“À sexta-feira seguinte, estando nós ainda na dita Angra de São Brás, vieram obra de noventa homens baços”).<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-01 11:03:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Biografia Frei Gaspar da Cruz ( 1520-1570)</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2408896805</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 10:16:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto acabado no dia 8/12/2022 e já corrigido pela professora </title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2415511934</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>localização da passagem na ação<br></strong><br></div><div>Antes de começar o excerto destinado à análise, os portugueses chegaram à Baía de “Santa Helena”, no dia 7 de novembro de 1497, uma quarta-feira. Lançaram âncora na Baía, pois já tinha sido explorada por Pero d´Alanquer, às ordens do capitão-mor (“O capitão-mor mandou Pero d´ Alenquer no batel a sondar se achava bom pouso”).<br><br></div><div>Depois de avistarem o Cabo das Tormentas (“e ao Sábado à tarde houvemos vista do dito Cabo da Boa Esperança”), os portugueses debateram-se com algumas dificuldades para o dobrar, mas, finalmente conseguem na quarta-feira (“ao meio-dia, passámos pelo dito Cabo de Boa Esperança”). Além disso, neste excerto, refere-se que os marinheiros desceram a terra, Angra de S. Brás, no dia 25 de novembro (“Em vinte e cinco dias do dito mês de novembro um Sábado à tarde”), onde estiverem treze dias com vista a abastecerem, tendo desfeito a nau que transportava até ali os mantimentos.&nbsp;<br><br></div><div>Depois do meu excerto, ao domingo ainda antes do Natal os marinheiros foram pelo mar (“fomos co, vento à popa prolongando a costa até horas de véspera”) em direção da terra de Boa Gente e Rio do Cobre, onde os portugueses&nbsp; passaram o Natal&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;Dizer o que acontece e depois e resumir só num paragrafo o segundo e o terceiro<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>2)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>demonstrar que o relato nem sempre obedece ao critério da objetividade e que nela perpassa a subjetividade do narrador;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Este excerto permito-nos perceber que Álvaro Velho pretende ser objetivo, mas existem certas partes do excerto que nem sempre é objetivo e por isso é que eu irei analisar ao longo do desenvolvimento da minha escrita, para perceber em que momentos ele passa para a subjetividade.<br><br></div><div>Primeiramente irei descrever a objetividade separada por pequenos tópicos (referências temporais, referências espaciais, figuras da história de Portugal, acontecimentos factuais, fauna e flora, e a importância de quantificar) respetivamente.&nbsp; Depois irei escrever em que momentos o autor é subjetivo.<br><br></div><div>No que diz respeito à objetividade de Álvaro Velho existem muitas referências temporais ao longo do excerto (“ua quinta-feira pela manhã, que era 16 dias de novembro”, “domingo pela manhã, que foram dezanove dias do mês de novembro”, “noute de segunda-feira”, “E à quarta-feira, ao meio-dia”, “Em vinte e cinco dias do dito mês de novembro um sábado à tarde, dia de Santa Catarina”, “onde estivemos treze dias”, “À sexta-feira seguinte”).</div><div>&nbsp;As referências espaciais também são importantes porque Álvaro vai marcando ao longo do excerto os nomes dos locais e terras por onde os portugueses passam (“Cabo da Boa Esperança”, “Angra de São Brás”).</div><div>&nbsp;</div><div>Não podemos esquecer a importância de quantificar as léguas (“trinta léguas a ré do Cabo”, “seis léguas”, “sessenta léguas”), os homens (“noventa homens”).</div><div>&nbsp;</div><div>Os nomes das figuras históricas ou capitães que ocupavam determinados cabos importantes também fazem parte da objetividade (“Pedro de Alanquer”, “capitão-mor”, “Bertolameu Dias”)</div><div>&nbsp;</div><div>Por fim, um dos acontecimentos mais factuais foi quando os portugueses dobraram o cabo da Boa Esperança pela primeira vez o que acaba por ser uma data muito importante:&nbsp; dia 22 de Novembro de 1497 (“e à quarta feira, ao meio dia , passámos pelo dito Cabo ao longo da costa com vento à popa”) , bem como no dia 25 terem chegado à “ Angra de São Brás e “ estevamos treze dias” para desfazerem a nau.</div><div>No que concerne à parte subjetiva do excerto, que é quando Álvaro Velho se afasta da objetividade&nbsp; os portugueses tiveram um encontro com os autóctones na <strong>visão</strong> de Álvaro Velho eles eram homens “baços”, não tiveram medo (“E ao que pusemos nom fugirem de nós foi que nos pareceu que houve novas de Angra de Santa Helena, onde nós primeiro estevemos”). Isto não passa da visão subjetiva do autor porque talvez eles se fizeram de meigos perante os portugueses porque na verdade tinham medo de ser mortos, tal como um já tinha sido morto pelo Bartolomeu Dias com uma besta (“eles lha defendiam às pedradas de cima de um outeiro que está sobre esta auguada, e Bertolameu Dias lhe tirou com uma besta e matou um deles.”).</div><div>&nbsp;</div><div>Ainda na subjetividade de Álvaro, os autóctones só não fugiram dos marinheiros portugueses porque tinham notícias da Angra de Santa Helena (“E ao que pusemos nom fugirem de nós foi que nos pareceu que houveram novas de Angra de Santa Helena”)</div><div>&nbsp;</div><div>Na perspetiva de Álvaro existia também uns homens que eram “negros” que estavam num “mato grande” e por fim também lhe parecia que havia muito elefantes (“segundo nos parece, há muitos alifantes”).</div><div>&nbsp;</div><div><strong>3) a visão do outro e de si mesmo e 5) verificar de que modo se traduz a visão eurocêntrica do narrador</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Existem vários elementos no texto que apontam a forma como os portugueses víamos povos com quem se encontravam. Os portugueses navegaram muito pelo mar na época da expansão marítima e vêm a si mesmo como heróis que revelam novos lugares para o próprio mundo. Esta função está ligada a instrumentos marítimos, de técnicas de navegação. Porém, este excerto mostra que os autóctones usavam apenas pedras para se defenderem, enquanto o povo português tem armas mais evoluídas (“eles lha defendiam às pedradas de cima de um outeiro (…) e Bertolameu Dias lhe tirou com uma Besta e matou um deles”).</div><div>&nbsp;</div><div>A cor da pele era uma forma de como o narrador via os outros, então no seu parecer eles tinham cor baça (“homens baços”), ao longo da narrativa pode-se também identificar a opinião de Álvaro sobre uns homens que estavam num mato que ele dizia ser negros (“E o capitão-mor nom quis sair em terra porque está onde os negros estavam um mato grande”).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Por isso, foram para outro lugar trocarem de presentes uns com outros, enquanto os portugueses davam “barretes vermelhos”, eles davam “manilhas de marfim”, e isso prova que o Europeu procura nas locais mercadorias de valor enquanto oferecem em troca com pouco valor comercial.<br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;4) mostrar que o excerto evidencia o valor documental/histórico da carta;&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div>A leitura do excerto de Álvaro Velho permite analisar a carta como um documento histórico, pois ao longo da carta é marcada datas associadas a eventos históricos, nomeadamente o dia em que os marinheiros passaram o Cabo da Boa Esperança (“E à quarta-feira, ao meio-dia, passámos pelo dito Cabo ao longo da com vento à popa”).</div><div>&nbsp;</div><div>O primeiro contacto dos portugueses com os povos autóctones contribui para o valor documental/histórico do Roteiro, neste excerto houve dois contactos, o primeiro foi quando o capitão-mor estava a apanhar guizos numa da praia e os outros ajudavam de igual forma (“o capitão-mor lhes lançava cascavéis na praia fora e eles os tomavam”), o segundo encontro foi quando mandaram uns negros que estavam num “mato grande” para se encontrem com os portugueses “noutro lugar descoberto”.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Por fim houve uma troca de oferendas entre os dois povos (“o capitão lhes deu cascavéis e barretes vermelhos e eles nos davam manilhas de marfim que traziam nos braços”, e isto também prova a evidencia do valor documental e histórico deste excerto, onde havia muitos elefantes (“há muitos alifantes”).</div><div>&nbsp;</div><div>Também está presente a religião Cristã no nome que os portugueses davam às terras tal como (“Baía de Santa Helena”).&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>6) comprovar que a narrativa se estrutura em função de coordenadas espácio-temporais.<br></strong><br></div><div>As coordenadas espaciais e temporais é a base da narrativa, pois depende da narração dos acontecimentos. Esta Narração inicia-se na Baía de Santa Helena no dia 16 de novembro de 1497, numa quinta-feira pela manhã (“quinta-feira pela manhã, que era 16 dias de novembro”). Os marinheiros estavam a tentar passar “em volta do mar com sul su-sueste”, passada a sexta-feira dia 17, no dia 18 (Sábado à tarde) viram o Cabo da Boa Esperança (“e ao sábado à tarde houvemos vista do dito Cabo da Boa Esperança”) no dia seguinte “ao domingo pela manhã” que já era dia 19 de novembro tentaram novamente dobrar o cabo, mas não conseguiram, na noite de segunda-feira “viemos em a volta da terra”. Só passado dois dias, ou seja, no dia 22 de novembro do ano de 1497, os portugueses finalmente conseguiram passar o cabo da boa Esperança (“E à quarta-feira, ao meio-dia, passámos pelo dito Cabo de Boa Esperança”)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>No dia vinte e cinco do mês novembro do mesmo ano, os portugueses num Sábado à tarde, “ dia de Santa Catarina” entraram em Angra se São Brás (“ Em vinte e cinco dias do dito mês de Novembro “) , estiveram lá parados durante mais 13 dias (“onde estevemos treze dias”) e passados esses 13 dias , na sexta-feira seguinte vieram noventa homens braços ao encontro dos portugueses (“À sexta-feira seguinte, estando nós ainda na dita Angra de São Brás, vieram obra de noventa homens baços”).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-09 11:35:05 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho para avaliação sobre o excerto do Roteiro da primeira viagem de Vasco da Gama à Índia ( 1497-1499), de Álvaro Velho</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
         <link>https://padlet.com/danieldiaadia44/bhz0ly9df1ov8q58/wish/2435569515</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-06 11:50:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 14:26:02 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro texto sem estar corrigido pela professora </title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Apresentação do tema e assunto dos capítulos</strong></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>No capítulo IV, o tema é a organização administrativa da China, a sua geografia e mitos. Esta é habitada por dinastias, ou povos diferentes (“o reino dos patanes”). Além dos patanes habitam também aqui os mogores. As divisões entre eles deram origem a diversos reinos que são apresentados e descritos ao longo do capítulo (“e por divisões que houve antre eles ficaram divididos em diversos reinos”). A existência de armação <a href="#_msocom_1">[AR1]</a> pela parte dos patanes e a forma como eles atacam ou se defendem com os cavalos (“de arcos e frechas a cavalo”).&nbsp;<br><br></div><div>Já os mogores tinham um reino “mui grande” e também tinham a sua forma de se defenderam-se<a href="#_msocom_2">[AR2]</a> com “frechas e arcos a cavalo”, porém ao contrário dos patanes, eles defendiam-se com “couraças e capacetes e traçados” eram homens de frequentes guerras (“Estes fizeram muitas guerras a Cambaia e nela muitas entradas.”) e estavam localizados por toda a Ásia Maior e menor com a descendência do pai Magog.<br><br></div><div>Encontrava-se também presente as<a href="#_msocom_3">[AR3]</a> fronteiras dos mogores (“além do Sinide, e pola terra dentro chega aos confins de Cambaia”) e a capital era “o grão Samarcam, que nos mapas se chama cabeça de Tartária”&nbsp;<br><br></div><div>Mais Adiante<a href="#_msocom_4">[AR4]</a> do excerto havia<a href="#_msocom_5">[AR5]</a> também os “citas” que descendiam de “Jafa” que era filho de “Noé”, eles eram “mui celebrados nos historiadores”, a seu local geográfico <a href="#_msocom_6">[AR6]</a> era para “além do mar Cáspio” e entre os citas achavam-se os masságetas que moravam na região do lado Aral.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>É descrito<a href="#_msocom_7">[AR7]</a> também os Tártaros que eram numerosos e de vários sítios pois “estendem desde o Mogor até à lagoa Meótis e rio Tanas”, segundo um velho Chinês eles tinham armamento de “arcos e frechas e usam de treçados”, eram um povo protetor, dessa forma têm&nbsp; um muro à volta como forma de defesa, com pessoas a defende-lo (“ E, como tenho dito, têm os chinas cem léguas ( dizendo outros que serão mais) de muro antre si e eles, onde há sempre guarnições de gente para defesa das entradas dos tártaros”) , apesar de se quererem defender através desses muros , não eram a cem por cento seguidos porque tinham interrupção de serras <a href="#_msocom_8">[AR8]</a> (“ Pode-se crer que este muro não é continuado, senão que se antremetem alguns montes ou serras”)<a href="#_msocom_9">[AR9]</a>&nbsp;<br><br></div><div>Havia uma grande entrada do muro dos Tártaros que não podia ser entrada <a href="#_msocom_10">[AR10]</a> “por força de armas" e o muramento<a href="#_msocom_11">[AR11]</a> dos Tártaros são muito bem guardados e protegidos pelos homens que são bem pagos pelo Rei da China (“el-rei da China muita gente de armas salariada”) porque tem<a href="#_msocom_12">[AR12]</a> certas bandas da muralha que tem <a href="#_msocom_13">[AR13]</a> pontos fracos e por isso <a href="#_msocom_14">[AR14]</a> é necessária uma maior proteção de defesa da muralha (“que lhe guarda os passos fracos e os muros da banda dos tártaros”).<br><br></div><div>Estre capítulo fecha com alguns mitos sobre os homens que segundo o Frei Gaspar da Cruz se chamavam “panicais” que tinham pernas “mui grossas em demasia”.<a href="#_msocom_15">[AR15]</a>&nbsp;<br><br></div><div><strong>2)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Identificar facilmente e analisa com propriedade as marcas que, no excerto, denotam a dimensão ficcional da obra.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Existem certas partes do capítulo que contribuem para a dimensão ficcional da obra, Frei Gaspar da Cruz conta uma história sobre uns homens no “Malabar de casta nobre” que tem o nome de “panicais” com pernas “mui grossa em demasia”, outros que tinham “ambas da própria maneira”,&nbsp; assim como os restantes&nbsp; com “ uma só grossa” e que o pé era tão grande que fazia sombra à própria cabeça (“ mas não é tal o pé que possa fazer sombra à cabeça”).</div><div>&nbsp;</div><div>A dimensão ficcional termina nos “pigmeus”.<a href="#_msocom_16">[AR16]</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>3) mostrar que o excerto evidencia o valor documental/histórico&nbsp;<br></strong><br></div><div>Neste capítulo, Frei Gaspar da Cruz dá-nos informações sobre a geografia do território Chines<a href="#_msocom_17">[AR17]</a> , contribuindo para aprofundar o conhecimento sobre esta região (“Segue-se ao longo da China”), (“reino de Bengala até Cambaia”), (“Sinide”; “reino de Guzarate”; “reino de Bengala até Cambaia”; “a cabeça do seu reino se chama o grão Samarcam”).<br><br></div><div>&nbsp;Além desta informação, também não deixa de ser importante o âmbito dos cursos fluviais (“rio Tanas”), (“Rio Indo”).<br><br></div><div>A Etnografia<a href="#_msocom_18">[AR18]</a> fica enriquecida com os contributos do dominicano que descreve a descrição <a href="#_msocom_19">[AR19]</a> do uso do armamento da parte dos chineses (“usam de arcos e frechas”), uso de animais para atacarem ou se defenderem (“pelejam com frechas e arcos a cavalo,) o uso da defesa do próprio corpo também é presente de <a href="#_msocom_20">[AR20]</a> couraças e capacetes e traçado.<br><br></div><div>O modo como a sociedade é descrita por “bramás”, por reinos (“reino dos patanes”), que é dividida<a href="#_msocom_21">[AR21]</a> em diversos reinos, existem senhores como por exemplo de “Bengala”, reinos de grandes estruturas e com “inumerável gente” e que andam armados em “cavalos”.<br><br></div><div>Os acontecimentos históricos que foram ditos <a href="#_msocom_22">[AR22]</a> ao frade Gaspar que eles não tinham sido senhores de outras nações (“dos quais afirmavam não haverem sido senhoreados de nenhumas outras nações.”), e pela história comprovada pelo livro das “Antiguidades” referida pelo religioso os masságetas foram um povo muito forte nas guerras e por isso era uma sociedade muito temida, eles afugentaram (“Vejoim, rei dos egípcios, e o mesmo fizeram a Dario, rei dos persas.<a href="#_msocom_23">[AR23]</a> Estes mataram a<a href="#_msocom_24">[AR24]</a> Ciro, também rei dos persas, destruíram Cifiriona, capitão de Alexandre Magno, e subjugaram Ásia três vezes por força de armas<a href="#_msocom_25">[AR25]</a> e por muitos anos a tiveram tributária”), esta é a sequência de feitos vitoriosos dos masságetas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O Uso da cartografia <a href="#_msocom_26">[AR26]</a> pelo Frei Gaspar da Cruz para identificar nomes ou capitais das cidades (“grão Samarcam, que nos mapas se chama cabeça de Tartária”)<br><br></div><div>&nbsp;<strong>4)</strong> <strong>Deteção de visão eurocêntrica do narrador.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>A visão eurocêntrica passa a ser o inverso, os Chineses passam a ser um povo admirado e visto como um exemplo para os portugueses.<br><br></div><div>Os navegadores começaram por visualizar reinos como antes nunca visto<a href="#_msocom_27">[AR27]</a> pelos portugueses, o <a href="#_msocom_28">[AR28]</a> Frei Gaspar tem tendência para descrevê-los (“reino do Deli, que é mui grande reino na terra dentro, além de Sinide, e pola terra dentro chega aos confins de Cambaia”)&nbsp;<br><br></div><div>Ásia é vista como um território onde há muitas guerras, umas vezes perdiam (“e subjugaram Ásia rês vezes por força de armas e por muitos anos a tiveram tributária”), e outras vezes ganhavam (“que houve muitas vitórias em Ásia e senhoreou muitas terras e força de aarmas”)<br><br></div><div>Os citas são vistos como Anticristo para Frei Gaspar da Cruz “a qual há-de vir em ajuda do Anticristo, o que refiro pera mostrar que conforma com o que tenha dito”<br><br></div><div>&nbsp;Em relação aos Tártaros, eles são vistos como um povo pobre que “andavam nus de cinta para cima, comem carne crua e untam os corpos com o sangue dela, pelo qual comummente são fodorentos e têm mau cheiro”.&nbsp;<br><br></div><div>“e trazem por divisa barretes vermelhos; no demias trazem o trajo dos chinas com quem vivem<br><br></div><div><strong>5) Relações de semelhança e/ou diferença entre a Carta de Pêro Vaz de Caminha, o Roteiro da Primeira Viagem de Vasco da Gama à Índia 1497-1499 de Álvaro Velho e o Tratado das Coisas da China, de Frei Gaspar da Cruz<br></strong><br></div><div>O tratado das coisas da China é bastante distinta da carta de Pêro Vaz de Caminha e do Roteiro da Primeira Viagem de Vasco da Gama à Índia 1497-1499 de Álvaro Velho .<a href="#_msocom_29">[AR29]</a>&nbsp;<br><br></div><div>Na carta, nós apercebemo-nos a maneira como os portugueses descrevem o Brasil, através de uma visão eurocêntrica, de um Portugal que tinha uma civilização com edifícios<a href="#_msocom_30">[AR30]</a> , enquanto os indígenas viviam apenas da natureza. Já no Tratado as Coisas da China <a href="#_msocom_31">[AR31]</a> os chineses havia muitos reinos (“reino de Bengala até Cambaia”), (“Sinide”; “reino de Guzarate”; “reino de Bengala até Cambaia”; “a cabeça do seu reino se chama o grão Samarcam”).<br><br></div><div>Uma diferença muito interessante, que distingue O Tratado das coisas da China<a href="#_msocom_32">[AR32]</a> , para os outros dois livros já mencionados, é que tanto como Pêro Vaz de Caminha e Álvaro Velho, eles iam descrevendo o que viam à medida que passavam nos locais, enquanto Frei Gaspar da Cruz só escreve de acordo com os mapas que lhe davam (<strong>“</strong>A cabeça do seu reino se chama o grão Samarcam, que nos, mapas se chama cabeça de Tartária”) ou então certas personagens é que davam informações (“ Afirmou-me um china velho”), (“ E [embora] não haja dos vivos senão os filhos, todavia os portugueses que foram cativos na grande cidade de Cansi acharam um mouro muito velho dos primeiros que lhes disse ser natural do grão Samarcam”), ( “ dizendo outros que serão mais”)<br><br></div><div>Em lado de nenhum na Carta existia cativos porque não havia leis, eram povos inocentes que vivam do que a natureza lhes proporcionava e já no tratado das coisas da China, havia sim cativos (“Na cidade de Cantão, vi eu muitos tártaros cativos, os quais não têm mais cativeiro que servirem por homens de armas”).<a href="#_msocom_33">[AR33]</a>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Capítulo XVI&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>1)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Apresentação do tema e assunto dos capítulos<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>O tema deste capítulo é uma análise ao governo chinês e como é distribuído <a href="#_msocom_34">[AR34]</a> a organização social.<br><br></div><div>Frei Gaspar da Cruz dá-nos a entender que existe uma hierarquia social pelo<a href="#_msocom_35">[AR35]</a> tratamento dos indivíduos do topo da tabela e<a href="#_msocom_36">[AR36]</a> <a href="#_msocom_37">[DG37]</a> os nomes que são atribuídos são ( loutiá) <a href="#_msocom_38">[AR38]</a> que é referidos aos “senhores” e (“tutom”) traduzido para governador, onde está envolvente os negócios da China, os vedores da fazenda em que na língua chinesa chamam-se “ponchassi”, abaixo do capitão-mor era o “aitao” e por fim o “luthissi”.<br><br></div><div>O mais importante das cinco “dignidades” é o Tutão, existem outros cinco assistentes que são também muito importantes porque sentam-se em “cadeiras” ao “lado direito” da principal autoridade. Caso o principal morra, seja por qual razão for, o outro assistente toma “seu lugar um destes, segundo sua antiguidade”.<br><br></div><div>Um destes assistentes <a href="#_msocom_39">[AR39]</a> tem a função de ir alguma província caso seja necessário fazer “negócio importante”.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>2)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Identificar facilmente e analisa com propriedade as marcas que, no excerto, denotam a dimensão ficcional da obra.<br></strong><br></div><div>Neste capítulo XVI, não existe marcas no excerto que denotam a dimensão ficcional da obra.<br><br></div><div><strong>3)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Identificação do valor documental e histórico do tratado</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Frei Gaspar da Cruz tem em muito em conta a escrever a forma <a href="#_msocom_40">[AR40]</a> como funciona a sociedade chinesa e isso prova o valor documental/histórico da obra.</div><div>No capítulo XVI, é descrito <a href="#_msocom_41">[AR41]</a> os Chineses organizam-se com certos nomes que é preciso saber como por exemplo “louatià<a href="#_msocom_42">[AR42]</a> ” que é traduzindo para português como “senhor”.</div><div>Esses Senhores estão divididos por certas províncias na China, e nesse lugar é onde “se ordenam todas as cousas do reino”, os “loutiás” são eles que “ acodem todas as rendas” da mesmas regiões.</div><div>Já o Rei é visto como a pessoa que tem mais poder dentro da China tanto que é ele que fazia os despachos dos “ feitos graves”, bem como tudo o que se passa dentro das províncias (“ com el-rei e o hão-de comunicar das portas adentro”), o Rei é quem tinha muitas mulheres (“ e hão-de ter entrada onde estão as mulheres d´el-rei, que são muitas”) o que também nessa época é sinonimo de poder.</div><div>Nas leis do Reino, primeiramente as pessoas são ensinadas a ler e a escrever para de seguida possam aprender todas as leis (“polo que primeiro que entrem no paço andam nas escolas, aprendem mui bem as leis do reino.").</div><div>Existe uma hierarquia de cinco pessoas muito importantes que eram respeitadas pelos chineses, a principal é o governador está diretamente ligado aos negócios (“A este recorrem todos os negócios grandes e pequenos de toda a província”), a segunda pessoa da lista é os vedores <a href="#_msocom_43">[AR43]</a> da fazenda que traduzido para chinês é “ponchassi”, a sua função é tratar dos rendimentos de toda a província. Havia também os “ponhassi” que é correspondido <a href="#_msocom_44">[AR44]</a> à “justiça-mor”, eles distribuiam<a href="#_msocom_45">[AR45]</a> os despachos aos “outros”. Ainda a baixo existia o capitão-mor que na língua chinesa era “aitao”, ele<a href="#_msocom_46">[AR46]</a> era visto como um capitão que mandava nas pessoas da armada caso houvesse uma guerra e tudo o que é necessário para um navio, bem como os mantimentos. Por último, havia uma pessoa encarregue por meter em “execução” as armas pertencentes à guerra e está presente nas armadas e dava apoio ao “aitão<a href="#_msocom_47">[AR47]</a> P”, caso o negócio precise da sua presença ele vai lá (“E este, quando revela, além de pôr as cousas em execução e ordem<a href="#_msocom_48">[AR48]</a> , se o negócio requer sua presença, vai ele em pessoa<a href="#_msocom_49">[AR49]</a> ”) traduzindo para chinês este indivíduo era chamado de “luthissi”. O tutão era o que está acima destas cinco “dignidades” (“e a do tutão excede aos demais”).</div><div>O mais importante das cinco “dignidades” nunca sai fora de casa para se proteger das pessoas por ser demasiado meritório (“este nunca sai fora de casa pela conservação de sua autoridade”), caso<a href="#_msocom_50">[AR50]</a> ele saia, vai com muitos cuidados e protegido pelos “oficiais e ministros”</div><div>Existem outros cinco assistentes que são também muito importantes porque sentam-se em “cadeiras” ao “lado direito” da principal autoridade. Caso o principal morra, seja por qual razão for, o outro assistente toma “seu lugar um destes, segundo sua antiguidade”.</div><div>Um destes staffs<a href="#_msocom_51">[AR51]</a> tem a função de ir alguma província caso seja necessário fazer “negócio importante”</div><div>Pela ordem de importância da “mão direita” são mais importantes que da “mão esquerda” e por isso, usam “cintos de ouro e sombreiros amarelos”, já os outros do lado esquerdo “trazem cintos de prata e sombreiros azuis ou acatassolados”.<a href="#_msocom_52">[AR52]</a>&nbsp;</div><div>A importância de quantificar prova também o valor documental/ histórico para mostrar a quantidade de indivíduos chineses que havia para cada função na sociedade neste capítulo em específico, assim como ajuda também na questão da organização da mesma (“mil loutiás ou, segundo outros, três mil, afora os que residem na corte”), (“ Há em cada província cinco”).<a href="#_msocom_53">[AR53]</a>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Os usos de armamento das grandes autoridades eram usados “nos peitos e nas costas”<a href="#_msocom_54">[AR54]</a>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>4)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Deteção de visão eurocêntrica do narrador.</strong></div><div>A China é um modelo superior que deve ser observado e entregado <a href="#_msocom_55">[AR55]</a> na medida do possível para melhorar a sociedade portuguesa.</div><div>&nbsp;</div><div>As pessoas importantes e com grande autoridade da China são vistas como “dignidades” para o Frei Gaspar da Cruz (“A segunda dignidade”) (“Outra dignidade”) (“A última e quinta dignidade”) (“E como estas cinco dignidades sejam mui grande autoridade”), enquanto em Portugal era apenas o Rei, clero e nobreza que era o destaque, já na China eram era muito diferente.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>5)</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Relações de semelhança e/ou diferença entre a Carta de Pêro Vaz de Caminha, o Roteiro da Primeira Viagem de Vasco da Gama à Índia 1497-1499 de Álvaro Velho e o Tratado das Coisas da China, de Frei Gaspar da Cruz.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>No tratado das coisas da China existe uma organização hierárquica em que os indivíduos do topo da tabela <a href="#_msocom_56">[AR56]</a> <a href="#_msocom_57">[DG57]</a> e os nomes que são atribuídos são (“ loutiá”) que é referidos aos “senhores” e (“tutom”) traduzido para governador, onde está envolvente os negócios da China, os vedores da fazenda em que na língua chinesa chamam-se “ponchassi”, abaixo do capitão-mor era o “aitao” e por fim o “luthissi”, enquanto não existia muito estas divisões nos restantes livros ( Carta de Pêro Vaz de Caminha&nbsp; e Roteiro da Primeira Viagem de Vasco da Gama à Índia 1497-1499).<br><br></div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_1">[AR1]</a>??? Armamento</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_2">[AR2]</a>Eliminar</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_3">[AR3]</a>Neste capítulo? A referência às fronteiras...</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_4">[AR4]</a>ortografia</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_5">[AR5]</a>menciona</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_6">[AR6]</a>Rever esta construção</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_7">[AR7]</a>São descritos?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_8">[AR8]</a>Não entendo esta frase...</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_9">[AR9]</a>Rever pontuação...Extensão muito grande sem ponto final...</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_10">[AR10]</a>Rever repetição nesta frase</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_11">[AR11]</a>???</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_12">[AR12]</a>Tem ou têm?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_13">[AR13]</a>Repetição da forma verbal</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_14">[AR14]</a>Entre vírgulas</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_15">[AR15]</a>Explorar melhor esta questão</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_16">[AR16]</a>Explique um pouco melhor esta dimensão ficcional</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_17">[AR17]</a>Chinês,</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_18">[AR18]</a>ortografia</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_19">[AR19]</a>Redundante...se descreve é uma descrição</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_20">[AR20]</a>Rever a construção</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_21">[AR21]</a>????</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_22">[AR22]</a>Narrados?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_23">[AR23]</a>Rever pontuação</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_24">[AR24]</a>Eliminar</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_25">[AR25]</a>ortografia</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_26">[AR26]</a>Usa ou contribui para o aprofundamento dos conhecimentos nesta área?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_27">[AR27]</a>Tinham sido vistos?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_28">[AR28]</a>. Frei</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_29">[AR29]</a>Atenção à apresentação dos títulos das obras...itálico e maiúsculas iniciais ou pelo menos na primeira palavra e nos nomes próprios</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_30">[AR30]</a>Adjetive&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_31">[AR31]</a>itálico</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_32">[AR32]</a>Nota anterior</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_33">[AR33]</a>Rever&nbsp; a pontuação e a referência às obras...itálico e maiúsculas...</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_34">[AR34]</a>Rever&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_35">[AR35]</a>Rever a regência preposicional</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_36">[AR36]</a>??? Hierarquia?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_37">[DG37]</a>Sim</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_38">[AR38]</a>Retirar as aspas...</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_39">[AR39]</a>??? substituir</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_40">[AR40]</a>A forma?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_41">[AR41]</a>O dominicano descreve</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_42">[AR42]</a>rever</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_43">[AR43]</a>O vedor</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_44">[AR44]</a>corresponde</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_45">[AR45]</a>ortografia</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_46">[AR46]</a>Pontuação</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_47">[AR47]</a>Pontuação</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_48">[AR48]</a>Pontuação</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_49">[AR49]</a>vírgula</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_50">[AR50]</a>Pontuação&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_51">[AR51]</a>????</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_52">[AR52]</a>Rever pontuação</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_53">[AR53]</a>Não tem relevância para este tópico de análise.</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_54">[AR54]</a>Explorar esta dimensão. O enriquecimento, em termos de vocabulário/vocábulos chineses usados para denominar os cargos é aqui muito relevante e deve ser explorado.</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_55">[AR55]</a>???integrado?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_56">[AR56]</a>Hierarquia?</div><div><br>&nbsp;<a href="#_msoanchor_57">[DG57]</a>sim</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-13 14:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>16/01/2023</title>
         <author>danieldiaadia44</author>
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         <pubDate>2023-01-16 12:31:41 UTC</pubDate>
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