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      <title>Apresenta as tuas respostas by Iva Guterres</title>
      <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-14 20:31:05 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - Renata Simão, Mariana Teixeira dos Santos, Margarida Santos, Matilde Beira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3589692183</link>
         <description><![CDATA[<p>Tarefa 1:</p><ul><li><p>O que são normas jurídicas?</p></li></ul><p>Normas jurídicas são um elemento fundamental do Direito e elementos integradores da Ordem Jurídica, compostas por uma hipótese que representa uma situação concreta e por uma estatuição onde são previstas as consequências ou os efeitos jurídicos associados à verificação da hipótese. Tem como características a imperatividade, a generalidade, a abstração e a coercibilidade. São imperativas pois impõem ou ordenam algo, são gerais porque se referem a uma categoria ampla de pessoas e não a um determinado sujeito, abstratas porque dizem respeito a um número indeterminado de casos ou a uma categoria ampla de situações e coercivas pois possibilitam a aplicação coativa ou pela força de sanções em caso da violação da norma.</p><ul><li><p>Será que as normas jurídicas têm impacto na tua vida como estudante universitário?</p></li></ul><p>Sim, em diversas situações da vida como estudante universitário cruzamo-nos com normas jurídicas, as quais estão sujeitas a uma consequência. Por exemplo, se não cumprirmos as presenças obrigatórias às unidades curriculares, temos como sanção a proibição da aprovação dessa unidade curricular por avaliação distribuída.</p><ul><li><p>Achas que há diferença entre princípios jurídicos e normas jurídicas? Quais?</p></li></ul><p>	Sim. Enquanto os princípios jurídicos são o cerne do nosso sistema jurídico, ou seja, ideias basilares que são concretizadas por normas jurídicas, estas funcionam como a aplicação prática e direta desses princípios em situações cotidianas, isto é, concretizam as &nbsp;regras que são impostas pelos princípios jurídicos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 11:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo - Filipa Borges, Mariana Pacheco, Sofia Cunha, Pedro Paços, Aboubacar Gack</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3589698736</link>
         <description><![CDATA[<p>-As normas jurídicas apresentam soluções para casos concretos, sendo estes critérios jurídicos para a resolução de problemas concretos. Este conceito tem uma estrutura específica, dividida em hipótese (situação objetiva) e em injunção (consequências diretas da hipótese ). </p><p>- Sim como estudantes universitários estamos naturalmente inseridos na sociedade, logo estamos sujeitos às normas jurídicas. Estas aplicam-se desde o processo de candidatura, à colocação, no pagamento de propinas e na possibilidade de apoios sociais. </p><p>-Sim, as normas jurídicas e os princípios jurídicos são conceitos distintos. As normas apresentam soluções para casos concretos tendo como uma estrutura: hipótese e estaturação e características como generalidade e abstração que são diferentes dos princípios jurídicos que não oferecem nenhum critério preparado para resolução de alguns problemas ou conflitos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 11:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1- Renata Simão, Mariana Teixeira dos Santos, Margarida Santos, Matilde Beira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3589715563</link>
         <description><![CDATA[<p>Tarefa 2: </p><p><strong>Lei de imigração em Portugal</strong></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A nova lei de imigração em Portugal foi aprovada pelo Parlamento português (votos do PSD, CDS, Chega) em julho de 2025, tendo como público alvo cidadãos dos países da CPLP.</p><p>Esta lei altera de forma significativa a política migratória em Portugal. Um dos conteúdos é a restrição ao reagrupamento familiar: passa a ser necessário que o imigrante esteja a viver em Portugal há pelo menos 2 anos com título de residência valido e que cumpra condições como habitação adequada e rendimentos mínimos, para que os familiares possam residir em Portugal.</p><p>Além disso, esta lei provocou alterações nos vistos para os cidadãos da CPLP, acabando com os vistos automáticos e privilegiando a entrada de trabalhadores altamente qualificados.</p><p>Esta lei de imigração é importante para evitar situações de pobreza e habitação precária e, garantir que aqueles que residem em Portugal estejam integrados e que facilite o controlo da fronteira. Contudo, esta lei tem sido alvo de critica pelo facto de obrigar a que os familiares fiquem durante 2 anos separados, tornando esta lei inconstitucional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 11:58:54 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo - Filipa Borges, Mariana Pacheco, Bernardo Brito, Sofia Cunha, Aboubacar Gack</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3597402404</link>
         <description><![CDATA[<p>A lei “Direito ao Desligar” tem como tema a proteção do tempo pessoal e familiar dos trabalhadores, garantindo que, fora do horário laboral, estes não sejam incomodados por chamadas, mensagens ou outros contactos de entidades patronais. O objetivo desta lei é alcançar um equilíbrio claro entre vida profissional e vida privada, assegurando que cada trabalhador tenha o seu tempo de descanso respeitado, sem a pressão de estar constantemente disponível para o trabalho.</p><p>Precisamos desta lei porque, atualmente, com o uso de telemóveis e emails, muitos trabalhadores acabam por permanecer sempre ligados ao trabalho, o que gera stress, cansaço extremo e problemas de saúde mental, como a ansiedade e o burnout. A sua aplicação irá beneficiar as pessoas, pois terão mais tempo livre para si e para a sua família, promovendo o bem-estar individual, mas também terá impacto positivo na sociedade, já que trabalhadores descansados e motivados tornam-se mais produtivos e felizes.</p><p>Esta lei afeta principalmente as empresas e empregadores, que passam a estar proibidos de contactar os seus trabalhadores fora do horário de trabalho, salvo em casos excecionais, como emergências ou funções em regime de prevenção devidamente contratualizadas. Aos trabalhadores é reconhecido o direito de não atender chamadas ou responder a mensagens fora do horário, sem que isso implique qualquer consequência negativa.</p><p>A aplicação desta lei ficará a cargo da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), que terá competência para fiscalizar e receber denúncias. Sempre que houver violação da lei, as entidades patronais serão punidas com coimas, cujo valor dependerá da dimensão da empresa e da gravidade da infração. Em caso de reincidência, as multas serão agravadas e poderão ser aplicadas sanções adicionais. Desta forma, o “Direito ao Desligar” garante uma maior qualidade de vida aos trabalhadores e contribui para uma sociedade mais equilibrada e saudável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 11:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo- Joana Malheiro, Joana Borges, Margarida Costa, Rafael Esperanço, Pedro Afonso, Violeta Lopes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3613235338</link>
         <description><![CDATA[<p>Tarefa 1</p><p>1- Normas jurídicas são regras de conduta impostas pelo Direito, ou seja, pelo conjunto de leis e princípios que regulam a vida em sociedade. As normas jurídicas apresentam soluções para casos concretos e são critérios jurídicos para a resolução de problemas concretos. A norma jurídica completa tem uma estrutura específica : hipótese e estatuição. São um dos elementos da ordem jurídica.</p><p>2- As normas jurídicas têm bastante influência na vida de um estudante universitário. São elas que garantem o acesso ao ensino superior, definem as propinas e bolsas, estabelecem regras académicas, protegem direitos de quem trabalha e estuda, asseguram apoios sociais e de saúde, e ainda regulam situações do dia a dia como contratos ou questões de segurança.</p><p>3-Uma norma jurídica é uma regra concreta que nos diz o que podemos ou não fazer.</p><p>Um princípio jurídico, por outro lado, não é uma regra tão direta, mas sim uma ideia ou valor que orienta o direito.</p><p>Ou seja, enquanto a norma é prática e diz logo o que acontece numa situação, o princípio é mais abstrato e serve de base para criar e aplicar essas normas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 11:05:10 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo- Joana Malheiro, Joana Borges, Margarida Costa, Rafael Esperanço, Pedro Afonso, Violeta Lopes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3613237422</link>
         <description><![CDATA[<p>Tarefa 2</p><p>Quem aprovou?</p><p>Assembleia da República (2007).</p><p><br/></p><p>Conteúdo</p><p>Proíbe fumar em locais públicos fechados, transportes coletivos, estabelecimentos de ensino, hospitais, restaurantes sem áreas específicas.</p><p><br/></p><p>Público-alvo</p><p>Toda a população, mas especialmente fumadores.</p><p><br/></p><p>Avaliação</p><p>Necessária, pois protege a saúde pública e os não fumadores da exposição ao fumo passivo.</p><p><br/></p><p>Sim, protege a sociedade de riscos para a saúde e cria ambientes mais salubres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 11:07:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo- Joana Malheiro, Joana Borges, Margarida Costa, Rafael Esperanço, Pedro Afonso, Violeta Lopes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ivaguterres/bhsavqberupva9os/wish/3613239854</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema da nossa lei é a obrigatoriedade de existir uma determinada quantidade de espaços verdes públicos em todas as cidades e vilas, de acordo com o número de habitantes.</p><p>O principal objetivo desta lei é melhorar a qualidade de vida das pessoas, garantindo que todos tenham acesso a áreas verdes para lazer, prática de exercício físico e convívio social. Para além disso, pretende-se contribuir para a sustentabilidade ambiental e para a redução da poluição nas zonas urbanas.</p><p>Esta lei é necessária porque cada vez mais vivemos em cidades densamente povoadas, onde a construção de edifícios e estradas ocupa quase todo o espaço disponível. Ter áreas verdes acessíveis ajuda a combater o stress, melhora a saúde mental, incentiva hábitos de vida mais saudáveis e contribui para uma sociedade mais equilibrada.</p><p>Os principais responsáveis por cumprir a lei seriam as autarquias locais, que teriam de garantir a criação e manutenção dos espaços verdes. Já os cidadãos teriam a responsabilidade de preservar estes locais, utilizando-os de forma responsável.</p><p>A aplicação da lei seria feita através de fiscalização anual por parte da Agência Nacional do Ambiente, que avaliaria se as autarquias cumprem a proporção mínima exigida (por exemplo, um metro quadrado de espaço verde por habitante).</p><p>Custos reduzidos de manutenção:</p><p>	•	Utilização de plantas autóctones (da região), que requerem menos rega e cuidados.</p><p>	•	Instalação de sistemas de rega gota a gota e aproveitamento de águas pluviais.</p><p>	•	Criação de programas de voluntariado e envolvimento das escolas e associações locais para ajudar na preservação.</p><p>Como podes retirar rentabilidade para pagar o jardim</p><p>Taxa Verde Municipal</p><p>Pequena taxa (0,5%–1%) sobre estacionamentos privados, centros comerciais ou grandes superfícies.</p><p>Justificação: compensar o impacto ambiental do betão com zonas verdes.</p><p>Parcerias Público-Privadas (PPP)</p><p>Empresas patrocinam o jardim em troca de publicidade discreta (um banco, um placard “Este espaço é apoiado por X”).</p><p>Muitas empresas adoram isto porque melhora a imagem delas (responsabilidade social).</p><p>Eventos &amp; Atividades Pagas</p><p>Yoga, mercados de rua, concertos, feiras gastronómicas → tudo pago com licença camarária.</p><p>O jardim rende não só pela beleza, mas como espaço de encontro.</p><p>Taxa Ecológica sobre Construção</p><p>Quem constrói prédios novos na cidade paga uma “compensação ambiental” que vai diretamente para manutenção de jardins urbanos.</p><p>Isto já existe em alguns países (chamam “green offset”).</p><p>Arrendamento de Espaço Comercial Controlado</p><p>Pequeno quiosque de cafés, gelados, livros, flores → paga renda ao município e ajuda a manter o espaço.</p><p>Benefícios Fiscais para Mecenas</p><p>Empresas que financiem o jardim podem descontar parte no IRC (imposto sobre empresas).</p><p>Incentiva doações privadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 11:09:00 UTC</pubDate>
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