<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Atividade 08/10 - Multiletramentos e a Docência no ensino Superior by Miqueias Moreira de Araújo</title>
      <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-20 02:54:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-05 21:38:28 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Produção de Artefatos - Aluno Anonimo de Senhor do Bonfim/BA</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304096907</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309120791/b7fe4336656ec36adb866c6b04cdda87/aluno_v_deo.mp4" />
         <pubDate>2022-09-20 02:55:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304096907</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fazer pensar </title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304098736</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rDkxsNmKDGk" />
         <pubDate>2022-09-20 02:56:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304098736</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2 REFLEXÕES OUTRAS </title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304099566</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Em sociedades marcadas por crises de legitimidade política e por déficit de participação, surge sempre uma dupla tendência: por um lado, para pregar o civismo, o que compensaria a falta de uma autêntica vivência democrática; por outro lado, para evitar o presente, projetando todas as expectativas na “sociedade do futuro”. Para pregar o civismo ou para imaginar o futuro, nada melhor do que os professores. É para eles que se viram todas as atenções dos políticos e da opinião pública quando não encontram outras respostas para os problemas. (NÓVOA, 1999, p. 10).&nbsp;</div><div><br></div><div>Importante, pensar que “não haveria existência humana, sobretudo,&nbsp; sem a abertura de nosso Ser ao mundo, sem a transitividade de nossa consciência” (FREIRE, 1996, p. 88).&nbsp;</div><div>Entretanto, a cultura digital se estabelece enquanto cultura participativa segundo Jenkins (2009), nela, as massas podem falar para as massas, ou seja, a comunicação se estabelece todos-todos, precisamos refletir como concebemos os artefatos visuais. Não devemos desconsiderar o poder alienante das produções visuais na cultura atual. Precisamos , sobretudo, compreender quais características sociais estão em sua gênesis.&nbsp;</div><div>Desta feita, um entendimento possível é que os artefatos visuais, são produtos-meio pelo qual os sujeitos interagem numa e materializam sua cultura, especialmente nessa a qual denominamos de cultura de convergência, onde as inteligências humanas coexistem dialogam com as inteligências artificiais.&nbsp;</div><div>As imagens são parte inerente da humanidade desde os tempos mais remotos, contudo, na contemporaneidade esses arterfactos ganham novas dimensões, as produções ganham novos olhares e outras perspectivas.&nbsp;</div><div>A pensar temos uma matéria vinculada pela folha de São Paulo - “Inteligência artificial cria imagem, ganha prêmio e revolta artistas.” abaixo podemos verificar a paradoxal imagem.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-20 02:57:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304099566</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inteligencias Humanas x Sintéticas (artificiais)</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304103061</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ol><li>Quem seria o autor?&nbsp;</li><li>O criador do código ou a própria inteligência artificial?&nbsp;</li><li>Existe co-autor? &nbsp;</li><li>Se programei o software, seria eu o dono das produções dessa inteligência artificial?</li></ol><div>Tais acepções nos leva a pensar que as inteligências humanas e sintéticas-artificiais estão em diálogos transversais produzindo e consumindo esses artefactos visuais. Em consonância Foucault (2008, p. 56), já nos alertava: “Quem fala? Quem, no conjunto de todos os sujeitos falantes, tem boas razões para ter esta espécie de linguagem? Quem é seu titular?”</div><div>Em outra perceptiva percebemos que a produção de artefatos visuais nas práticas de ensino-aprendizagem abrem “espaços de criação e de formação, um lugar de experimentação em que seja possível conhecer-se a si mesmo e a aprender a inquietar-se consigo.” (GALLO, 2015. p.447). Desta forma “Os professores não precisam apenas dar informações aos alunos, é preciso ensiná-los como utilizar de forma eficaz essas informações, como analisá-las, organizá-las, recriá-las e compartilhá-las.” (GÓMEZ, 2015, p. 29).</div><div><br></div><div>Os alunos precisam compreender que a quantidade infinita e interminável de informações exige uma intensa tarefa de seleção, foco e concentração, se não quiserem naufragar em uma tempestade contínua de ruído informacional e dispersão” (GÓMEZ, 2015, p. 29).&nbsp;</div><div><br></div><div>Assim “[...] à aprendizagem e à participação” em busca de “[...] recursos de apoio à aprendizagem e à participação e apoio à diversidade [...].” (BOOTH; AINSCOW, 2012a, p. 13). A escola vem exercendo o papel de “[...] ordenar e regular os sujeitos de acordo com as normas pré-estabelecidas” (BUTLER, 2015, p. 202). A escola “ao que parece, centrou-se no corpo como máquina: no seu adestramento, na ampliação de suas aptidões.” (FOUCAULT, 1988. p. 151-152). Desta forma:</div><div>O primeiro passo a ser dado para analisar o trabalho dos professores é fazer uma crítica resoluta das visões normativas e moralizantes da docência, que·se interessam antes de tudo pelo que os professores deveriam ou não fazer, deixando de lado o que eles realmente são e fazem. (TARDIF; LESSARD, 2008, p.36).</div><div><br></div><div>Deste modo os artefatos visuais têm a potência de romper com essas forças e com esse poder simbólico para expandir os horizontes dos sujeitos na busca pela emancipação social. Haja vista que “para cada sociedade, para cada tempo, para cada modo de organização social e política é possível identificar não só diferentes conceitos (significações), mas também, diferentes formas de acontecer da formação.”&nbsp; (MIRANDA; CARVALHO, 2018, p. 71).</div><div>Nesse ínterim, os artefatos visuais são matéria dos sujeitos, produto-meio desses sujeitos, corporificação visual das epistemologias contemporâneas.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309120791/9d332f1d63a0773d2546e336d317f9ef/image.png" />
         <pubDate>2022-09-20 03:00:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304103061</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3 ARTEFATOS VISUAIS NO ENSINO-APRENDIZAGEM</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304106860</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>Para Gomes (2012, p. 141) “a la imagen, ésta está ligada a tres decisiones importantes”&nbsp; sendo elas: “a) comprender que leer es producir sentido, b) percibir que la imagen como texto de lenguaje específi co es diferente del texto verbal y c) entender que la lectura por tratarse de un proceso de signifi cación posee una dimensión interna y personal.” (GOMES, 2012, p. 141). Assim, podemos pensar que:</div><div>Não nascendo do vazio, os conceitos necessitam de um contexto e de um problema para emergirem e serem preenchidos de sentido. Assim, um conceito é criado na tentativa de “tamponar” uma ausência de significação e de coordenadas diante das desestabilizações de mundo, forçando a pensar e a construir pontes explicativas entre o que era já conhecido e o que ainda está indefinido (LOPES, 2010, 126).</div><div><br></div><div>	A escola enquanto dimensão social não poderá estar alheia a sociedade marcada pela produção em massa dos artefatos visuais “[...] os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” PAULO FREIRE (s.d). Para Kenski (2001, p.105) “As tecnologias digitais permitem aos professores trabalhar na Fronteira do conhecimento que pretende ensinar.”</div><div>	Na imagem podemos debater com os jovens e fazê-los perceber-se enquanto sujeitos do seu tempo, carregados de significações, que se interagem com o passado na medida que desenvolvem suas identidades.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-20 03:02:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304106860</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artefato I</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304108267</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309120791/7a18e1296c3af90e1ad511f85f4adf21/escrita_4.png" />
         <pubDate>2022-09-20 03:04:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304108267</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artefato II</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304110329</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309120791/f8f8483b3b65ba6bbef49e2617951d46/leitores_6.jpeg" />
         <pubDate>2022-09-20 03:05:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304110329</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artefato III</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304111671</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309120791/09b32e06e4698c05a8fb1cdd51da84ff/comunica__o_3.jpg" />
         <pubDate>2022-09-20 03:06:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2304111671</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vamos conversar sobre suas pesquisa?</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332159604</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa atividade, vamos construir diálogos fecundos entre suas leituras; sejam elas de mundo, de práticas de ensino com os teóricos que lemos até aqui.&nbsp;<br><br><br>a) Como sua pesquisa é atrevessada pelos multiletramentos?<br>b) Como você vê&nbsp;o ensino superior no Brasil?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-08 21:35:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332159604</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332169744</link>
         <description><![CDATA[Multiletramentos]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-08 22:12:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332169744</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo:</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174697</link>
         <description><![CDATA[<div>a<br><br><br><br><br>a</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-08 22:29:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: MOVIMENTOS SOCIAS NO FAZER DECOLONIAL NO CAMPO: NARRATIVAS E ESCREVIVÊNCIAS DE UMA PEDAGOGIA DO COTIDIANO E DIFERENÇAS NO SER-TÃO</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174758</link>
         <description><![CDATA[<div>a) <strong>Agora é a vez do povo</strong><br><br></div><div>A<strong> importância dos sindicatos na região de Irecê e a atuação dos&nbsp; Movimentos Sociais&nbsp; em meio a política atual</strong></div><div><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A luta por direitos e dignidade ecoa desde Brasil colônia nos séculos XVI e XIX, quando os negros, indígenas foram escravizados e resistiam ao trabalho forçado através das revoltas, fugas individuais e coletivas, formação dos quilombos. Que segundo (REIS, 2018, p.392), os escravos eram condicionados a resistir pelos abolicionistas e por outros escravos da época eles buscavam a liberdade utilizando os meios possíveis para ficar distante dos maus tratos praticados pelos senhores feudais. Segundo Quijano (2007), colonialismo e colonialidade são dois conceitos relacionados, porém distintos. O colonialismo se refere a um padrão de dominação e exploração. ( P.93). E ainda persiste no contexto social brasileiro, conceito reproduzido pela maioria sem conhecer do que se trata.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para Melo ( 1964) , essa luta por direito e liberdade é um grito do povo que sofre e padece de proteção contra as variadas formas de massacres que o trabalhador padece ao longo da história e desse modo os movimentos sociais tem papel fundamental em prol dos direitos do trabalhador que não tem acesso a terra, água, moradia digna, a educação de qualidade.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As tentativas de estender os direitos trabalhistas aos labores do campo, e de promover a organização dos trabalhadores rurais em sindicatos – tal como ocorreu na categoria de trabalhadores urbanos –, remontam aos anos de 1930. Durante o período constituinte, que precedeu a Intentona, vários sindicatos de trabalhadores agrícolas foram organizados no Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, todavia poucos conseguiram sobreviver ao clima do anticomunismo que vicejou no Brasil durante a ditadura Vargas (CAMARGO, 1981).</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo NASCIMENTO ( 2010), Os movimentos sociais é um importante instrumento de luta em buscas de direitos e são eles responsáveis pela implementação&nbsp; de políticas públicas que favoreçam o trabalhador desprovido de proteção e direitos básicos os quais foram reprimidos. Porém os movimentos apesar da perseguição têm contribuído com a educação para as classes sociais menos favorecidas que para FREIRE (1967), o trabalhador que obtém o conhecimento não permite a exploração dos patrões.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para GADOTTI (1941),&nbsp; a&nbsp; educação está em todos os espaços: nas famílias, nas igrejas, nas ruas, nas fábricas e essa consciência (pre) estabelecida forma no sujeito a luta de classe ainda que no primeiro momento desarticulado. E a proposta de Freire é destacar a importância da educação desenvolvida através do Movimento Sindical dos Trabalhadores Rurais que ganhou forças com a Igreja católica com o proposito de dar visibilidade e mobilizar, articular e organizar os trabalhadores que podem através do coletivo buscar soluções para a vida em conjunto.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; NOVAIS (2014) acrescenta que a ideia era reivindicar e concomitantemente construir um referencial de educação sintonizado com as especificidades culturais, os direitos sociais e as necessidades próprias à vida de homens e mulheres do campo. E é importante ressaltar segundo ele neste contexto, os sindicatos de trabalhadores rurais, associações de trabalhadores rurais, educadores ligados a resistência à ditadura militar, partidos políticos de esquerda, sindicatos e profissionais de educação, setores da igreja católica identificados com a teologia da libertação e as organizações ligadas à reforma agrária, entre outras,... (p. 533-534)<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A Educação brasileira é pautada apenas em uma classe social escravista, que visa estabelecer o domínio em todos os campos da sociedade provocando desigualdades gigantescas, não é estranho quando vemos a educação atual pautada em dois seguimentos: o olhar da educação para a escola privada; o olhar da educação para a escola pública. E é mais grave quando o profissional da educação faz parte das duas instituições, em uma ele ensina a elite para ser patrão, e, na outro ele ensina para ser empregado, ou seja, manutenção das bases sociais: dominadores e dominados. ( GADOTTI, Moacir. 1941, FREIRE, Paulo. 1998, p.p; 181-201).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Bittar¹ e Bittar² (2012) acrescentam que as características da educação brasileira, herdeira de três séculos de escravidão e com as suas escolas de elite, trazem à mente as palavras de Manacorda (1989, p. 41), para quem, desde que a sociedade se dividiu em dominantes e dominados, “[...] para as classes excluídas e oprimidas [...], nenhuma escola”. ( p.161-162).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Com a atual política os sindicatos perderam força, e os movimentos sociais por consequência dessa política atual têm padecido de invisibilidade, pois silenciar as minorias é tarefa dos inimigos das etnias, pois um povo que luta pelos seus direitos é vistos como opositores pela elite do atraso que proporciona ao povo brasileiro as mais variadas formas de desigualdades sociais, disse SOUZA ( 2017), e como já dizia Vilas Lobos o Brasil não “tem nação, tem povo”. Continuam olhando a República apenas para a minoria e extinguindo os negros, índios, trabalhadores, ciganos etc. e enquanto houver desigualdades sociais não haverá democracia e enquanto não existir igualdade de direitos os Movimentos Sociais levantará a bandeira da Luta, Resistência.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br><br>a</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-08 22:29:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174758</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rose: A necessidade do multiletramento</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174836</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Com certeza o mundo contemporâneo traz como característica a multiplicidade cultural devido a globalização. Rojo parte da afirmação de que a multiplicidade cultural faz parte da caracterizado do mundo atual. Afirma também que a comunicação ocorre por meio de textos multissemióticos tanto impressos como digitais. Esses textos se constituem por meio de uma multiplicidade de linguagens, usando fotos, vídeos e gráficos, linguagem verbal oral ou escrita, sonoridades, trazendo assim significados às mensagens.&nbsp;<br>&nbsp;De acordo com os estudos da autora supra citada, Roxane Rojo há que considerar dois “multi”: a multiculturalidade característica das sociedades globalizadas e a multimodalidade dos textos que, por meio dos quais, a multiculturalidade se comunica e informa.&nbsp; Também Rojo enfatiza que, ao considerar esses dois “multi”, o conceito de multiletramentos avança em relação ao de letramento que, segundo ela, “não faz senão apontar para a multiplicidade e variedade das práticas letradas.”&nbsp;<br>O multiletramento se faz mais que necessário para a formação dos professores de educação infantil, tanto para seu próprio crescimento quanto para atuar com as crianças nessa faixa etária.<br>&nbsp;Os professores precisam ensinar as crianças, desde cedo, que podem ter competência para ir aprendendo e conhecendo na prática a lidar com as tecnologias, ser criador de sentidos, analista e crítico e transformador, pois os alunos são competentes e cheios de criatividade.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1840280960/33c3abba5de8033b9a8631bcc7f7025b/12_naruto_png.png" />
         <pubDate>2022-10-08 22:29:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174836</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rosane:</title>
         <author>miikeiasmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174953</link>
         <description><![CDATA[<div>Texto.............<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-08 22:30:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332174953</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: LEITURA DE UM LIVRO, MAS COMO? NÃO GOSTO: NARRATIVAS E ESCREVIVÊNCIAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332193713</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“Ninguém chora diante de um dicionário e as palavras estão lá, arrumadas bonitinhas. Mas elas só ganham sentidos, elas só te tocam se você transformar em uma vivência possível, que você já observou, ou até em uma ficção”. Conceição Evaristo<br><br>Alda Rodrigues dos Santos, nascida em uma pequena comunidade chamada de <strong>Gameleira dos crentes</strong> em 1979 o próprio nome já diz que é um lugar que discrimina o sujeito. Desde muito cedo as ( con) vivências trouxeram indagações sobre “as profundas desigualdades raciais brasileiras” como a Professora Conceição Evaristo bem descreve em sua literaturas.<br><br></div><div>Assim, nasce um pensamento voltado para cuidar do outro, não apenas do mais próximo, mas diante das realidades dos meus pais cresci ouvindo dizer que queriam algo diferente para suas cinco filhas, minha mãe, mulher negra atravessada pela triste escravidão criada aos moldes sempre firme, forte, cuidadora. Essa mulher vivenciara as práticas incomuns da escravidão sem entender que reproduz os costumes da elite do atraso como descreve Souza (2017).<br><br></div><div>Desse modo, ensinou-nos tendo em seus preceitos o cuidado no trato da obediência, assim aconteceu. Porém, meu pai tinha um sonho iluminista ou maluco para o seu tempo. Queria ver suas filhas formadas em Magistério essas ideias são elitistas ele um trabalhador honesto, pois quando criança teve que se afastar da escola e aqui abro um parêntese o que chamamos de evasão escolar, pois bem, se afastou para ajudar seu pai na roça para cuidar dos irmãos menores “estudei apenas duas tardes e aprendi meu nome foi a ultima vez que frequentei uma escola”.<br><br></div><div>Todavia tinha um sonho, um grande sonho que custaria sua juventude inteira. Trabalhava para o patrão esgotando suas forças para formar os filhos do grande coronel e caia dos olhos uma lagrima grossa. As coisas nunca foram fáceis, mas agente não desanimava e de um lado para o outro, de fazenda em fazenda e quando a escola não tinha mais a serie que estuda ele mudava para outro e via sempre a figura do feitor, do patrão, da senhora do coronel, da escrava de ganho, do trabalhador e aquelas crianças em meio a esse universo sem saber o que estava acontecendo.&nbsp;<br><br></div><div>E a família ensina a jamais soltar a mão um do outro aqui se configura a trajetória com o Movimento Social, pois a partir dessa conjuntura de sofrimentos na maioria das vezes, lagrimas em outros e brincar de ser feliz isso o tempo todo, todo tempo. Os meus pais nos ensinou que diante da dor força, do medo coragem, da injustiça jamais se calar. Outrossim, a menina negra sem se conhecer no processo começa a tomar forma como algo que não cabe mais dentro de si mesma. O que via e ouvia os maus tratos dos senhores/senhoras nasce o&nbsp; incômodo na escola multeseriado apenas para crianças pobres, analfabetas e uma professora princesinha que não saciava a fome e a sede de conhecimento.<br><br></div><div>A saber, a busca para compreender quem era de onde vira, e tão pouco para onde ir contando sempre com as histórias contadas ou mal contadas estava entre a civilização e a barbárie. A cultura bela e a feia, os costumes bons e maus costumes, a cor branca e a cor preta. Essas inquietações entre o contente e descontente surge a vontade de lutar pela minoria aquela menina negra de nariz empinado começa a questionar o sistema, isso é terrível para a elite é menos um para enganar e mais para atrapalhar.&nbsp;<br><br></div><div>Na igreja os movimentos jovens lutavam por direito a eles reservados e o grito de guerra na liturgia era percebida nas entre linhas do processo: “deixa-me ser jovem não me impeça de lutar, pois a vida me convida uma missão realizar”. Mais adiante ainda muito jovem comecei a participar do Movimento Comunidade Eclesial de Base ( CEBS), nasce no seio da Igreja Católica com Leonardo Boff, assim tronou-se um divisor de águas chamada de Teoria da Libertação entre fé e razão se entrelaçam e o olhar é sempre para a minoria esquecida pelo poder público, nas periferias.&nbsp;<br><br></div><div>O ponto que chamava para lutar, resistir e agir estava nos cânticos: “lutar e crê, palmares, canudos e cabanos”. O sangue queima nas veias pelas injustiças sociais sofridas e a participação nos embates nas escolas, na igreja, no sindicato rural juntamente com esses as ruas viram palcos de resistência em busca por igualdade de direitos e dignidade. Enquanto, houver desigualdade social nesse país a luta não pode deixar de existir, temos que buscar formas de promover aquele que precisa de cuidados em todos os campos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1840281697/bde70425ba0e3141adbfe69c4538483c/IMG_20181125_103854321.jpg" />
         <pubDate>2022-10-08 23:54:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332193713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda- Continuação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332210161</link>
         <description><![CDATA[<div>Os multiletramentos escolar ainda é uma realidade distante da escola pública, contrariando as inúmeras&nbsp; práticas dos sujeitos que atende.<br>Segundo Rojo (2010) entende-se por multiletramentos escolar o trabalho pedagógico referenciado na cultura&nbsp; e nos gêneros e linguagens do meio social do aluno. Por tanto, os&nbsp; podem envolver ou não o emprego das tecnologias digitais de informação.<br>Nesse universo, a Pedagogia dos Multiletramentos agencia a diversidade cultural e a multiplicidade de linguagens historicamente invisibilizados pelas escolas, em sua maioria, que insistem em manter um currículo descontextualizado.<br>Assim, a perspectiva dos multiletramentos escolar transgride as relações pedagógicas, á medida que os alunos se reconhecem sujeitos no processo quer seja por ver suas "identidades fragmentadas" (Hall, 2006) referenciadas&nbsp; no currículo quer seja por fazer uso dos mais variados letramentos escolares.<br>O anteprojeto "Multiletramentos e neurociência educacional: diálogos, concepções e intervenções contextualizadas no Ensino Fundamental de Serrinha/BA" se propõe estudar as correlações dos multiletramentos e o desenvolvimento das funções cognitivas. <br>&nbsp;A transgressão das relações de poder da Pedagogia dos Mutiletramentos aponta para um debate e mudança na formação inicial do professor, pois a capacitação desses profissionais para atuar nesse novo contexto social não foi suprida. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-09 01:01:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332210161</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: A IMPORTÃNCIA DO MULTILETRAMENTO PARA EDUCAÇÃO DECOLONIAL NO CAMPO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332213725</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para Almeida; e Sá (2021), é uma problemática dos educadores que busca profissionalizar para atuarem com as diversidades, singularidades socioeducativas e culturais da educação básica. Ou melhor, para atuarem em prol da formação de professores para estes intervenham, pedagogicamente, nas realidades educacionais de diversidade e desigualdade social (Silva Sá, 2016). E pensada, refletida a partir de uma construção, histórica cultural e social (Gomes, 2006).&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A vida do educando será possível quando a educação refletida a partir da “multiplicidade cultural” isso permite a noção de diversidade e identidade, valorização das culturas ( ROJO, 2012),<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em somatório com esse processo, surge a Pedagogia dos multiletramentos (ROJO, 2012), onde a autora enfatiza que se faz necessário novas ferramentas e práticas ao multiletramento, além do papel e caneta, herdadas da escrita impressa.<br><br></div><div>       Que segundo Almeida; e Sá (2021), descrevem os pensamentos de Pinar ( 2004, 2017) sobre a necessidade de construir um suporte teórico e epistêmico dos caminhos formativos para pensar a construção do currículo. Segundo Bauman ( 2015), o currículo formativo tem suas verdades&nbsp; questionadas e o individuo&nbsp; começa a construir sua identidade a partir da experiência pessoal, pois Hall ( 2006), diz ser um processo de construção social em declínio, fragmentado, esse discurso hegemônico não cabe mais em uma sociedade que, está em constante transformação, porém essa crise traz um conhecimento etimologicamente, favorável para repensar o sujeito e incorporar no seio da escola.<br><br></div><div>      A saber, a escola, enquanto espaço social, apresenta-se como campo ideológico criado pela elite que, segundo Souza ( 2017), a elite do atraso, assim manipula o sistema curricular para manter a classe trabalhadora nas bases como mão de obra estabelecendo o status quo.<br><br></div><div>      Desse modo, Oliveira e Candau (2010), afirma ser necessário a decolonialidade para desconstrução das estratégias e metas do processo colonial ainda em vigência nos currículos e praticadas nas esferas públicas educacionais que, não respeitam as etnias, tradições e cultura de um povo plural e diverso com seus saberes epistêmicos.&nbsp;<br><br></div><div>     Portanto, discutir o papel da escola é refletir o processo de conscientização de que a escola não é o espaço pedra e sim os corpos que a compõem, a comunidade escolar que precisa caminhar democraticamente, que segundo, Morim (2003) é a promoção do sujeito emancipado e ainda segundo Freire in Gadotti (1995), as classes sociais não podem caminhar sozinhas e sim lutando em prol do coletivo e essa educação não acontece apenas no campo formal, porém no chão da fábrica, nas famílias, nas igrejas, nas ruas, na academia em processo de desconstrução e construção dos saberes onde o sujeito é respeitado socialmente, multiculturalmente.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-09 01:14:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332213725</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: I Edição de vídeo: Teoria, Pesquisa, Trabalho em Equipe.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332215544</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1840281697/6068d895e49357bbddf4a5542b4669cd/1__AV_GAMELEIRA__DIOGO_E_ALERRANDRO.mp4" />
         <pubDate>2022-10-09 01:21:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332215544</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: II MOVIMENTOS SOCIAIS TANTO FAZ EM CASA, OU NAS RUAS NINGUÉM CALA A NOSSA VOZ. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332218867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://sites.google.com/site/projetoinformaticaeducativa11/_/rsrc/1416865864357/3o-ano-do-ensino-medio/movimentos-sociais/download.jpg?height=201&amp;width=320" />
         <pubDate>2022-10-09 01:36:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332218867</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alda: III DA A CASA, A RUA: A LUTA CONTINUA...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332219471</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://cdn.brasildefato.com.br/media/2b74c831403b25c08318835ae1202b81.jpg" />
         <pubDate>2022-10-09 01:39:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miikeiasmoreira/bhptwotnl27ja83a/wish/2332219471</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
