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      <title>Atividades Práticas 01, 04, 05, 06, 07, Visita de estudo e 08  by João Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-31 18:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>Procedimento</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299139573</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi nos fornecida uma ficha com questões sobre o aquecimento global (causas, consequências, soluções, etc...) às quais responderei à frente. Também fizemos um exercício em que relacionamos as causas e consequências deste fenómeno com os diferentes subsistemas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 18:42:42 UTC</pubDate>
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         <title>O aquecimento global:</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299142401</link>
         <description><![CDATA[<div>Consiste no aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera terrestre maioritariamente devido à emissão de certos gases em grandes quantidades. Distingue-se do efeito de estufa porque o aquecimento global pode ser visto como uma consequência do efeito de estufa, no sentido em que este é um processo físico que ocorre quando alguns gases presentes na atmosfera terrestre absorvem o calor emitido pelas radiações solares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 18:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>Causas deste fenómeno</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299144697</link>
         <description><![CDATA[<div>Como referi anteriormente, o aquecimento global é causado pela emissão de gases que contribuem para o efeito de estufa mas também pela desflorestação, queima de combustíveis fósseis, crescimento demográfico e a adoção de um estilo de vida insustentável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 18:54:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências deste fenómeno</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299151179</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é de facto uma preocupação a nível mundial devido às várias consequências ambientais que poderão potencialmente afetar a saúde humana, tais como:<br>Aumento do nível médio das águas do mar o que causa extinção de várias espécies, prejuízos e refugiados climáticos (são esperados cerca de 140 milhões em 2050)<br>Degelo;<br>Aumento da temperatura atmosférica;<br>Alterações nos ecossistemas;<br>Desertificação em várias áreas do globo;<br><a href="https://www.google.pt/search?q=aquecimento+global+portugal&amp;client=tablet-android-asus-rev&amp;prmd=inv&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj62oKesrHeAhUGqxoKHTWDAoAQ_AUIEigB&amp;biw=768&amp;bih=1024&amp;dpr=2#imgrc=AEaB8OyZ3tSy-M:">https://www.google.pt/search?q=aquecimento+global+portugal&amp;client=tablet-android-asus-rev&amp;prmd=inv&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj62oKesrHeAhUGqxoKHTWDAoAQ_AUIEigB&amp;biw=768&amp;bih=1024&amp;dpr=2#imgrc=AEaB8OyZ3tSy-M:</a><br><a href="https://www.google.pt/search?client=tablet-android-asus-rev&amp;tbm=isch&amp;q=aquecimento+global+&amp;chips=q:aquecimento+global,online_chips:consequ%C3%AAncias&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjokbG8srHeAhUBYxoKHcvHA8sQ4lYIPSgE&amp;biw=768&amp;bih=1024&amp;dpr=2#imgrc=pjo_zq4PMSoH0M:">https://www.google.pt/search?client=tablet-android-asus-rev&amp;tbm=isch&amp;q=aquecimento+global+&amp;chips=q:aquecimento+global,online_chips:consequências&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjokbG8srHeAhUBYxoKHcvHA8sQ4lYIPSgE&amp;biw=768&amp;bih=1024&amp;dpr=2#imgrc=pjo_zq4PMSoH0M:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:09:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soluções para travar o aquecimento global</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299154664</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem soluções que todos nós podemos adotar ao mudarmos os nossos comportamentos como a prática da reciclagem e a utilização de transportes públicos (que irá reduzir a emissso de gazes CFC). Outras soluções passam pela diminuição do uso de combustíveis fósseis e aumento do uso de biocombustíveis, utilizar fontes de energia renováveis, entre outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:18:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interações entre os subsistemas</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/299158043</link>
         <description><![CDATA[<div>Os subsistemas terrestres encontram-se em interdependência, logo neste processo todos se encontram relacionados, como no seguinte exemplo:<br>Emissão de gases CFC por uma fábrica (biosfera-atmosfera) que irá contribuir para o degelo das calotes polares e consequente transgressão marítima (hidrosfera-geosfera).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:28:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Síntese</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/311710839</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática utilizamos mel a diferentes temperaturas e com diferentes graus de viscosidade (ao adicionarmos água ao mel) num total de 9 misturas, no âmbito de simularmos os fatores que condicionam a viscosidade das lavas e de que forma esta viscosidade afeta a sua velocidade de escorrência. Relacionamos ainda a sua viscosidade com o tipo de erupção vulcânica a que está associada. Para melhor entendermos a atividade prática é necessário antes conhecermos os tipos de lava e erupções a que são frequentemente associadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tipos de Lava</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/311713489</link>
         <description><![CDATA[<div>Lava básica, bastante fluída - magma basáltico - menos de 50% de sílica;</div><ul><li>Lava ácida, bastante viscosa - magma granítico - mais de 70% de sílica;</li><li>Lava intermédia, fluídez intermédia - entre 50 e 70 % de sílica.</li></ul><div><strong>Magma - Tipo de erupção</strong></div><ul><li>Magma básico- Erupções efusivas e erupções submarinas (se forem de baixo de água);</li><li>Magma ácido - Erupções Explosivas</li><li>Magmas intermédios - Erupções mistas</li></ul><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Misturas e Temperatura</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/311715567</link>
         <description><![CDATA[<div>O turno foi dividido em 3 grupos que trabalharam na realização das 3 misturas, ou seja, no final, tinham sido criadas 9 misturas (numradas de 1 a 9) que depois foram submetidas a condições de temperatura opostas (calor e frio) o que afetou a sua viscosidade como irei demonstrar a seguir.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:08:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 3 - Mistura 1 a 22 ℃ que representa uma escoada de lava inter</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312547722</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo gravado na aula</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 19:33:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fig. 1 - Arrefecimento das Misturas 1, 4 e 7 para 5℃</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312549028</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321977224/5fdb900f501d88a291c51c11cfdd331c/47386384_1846365048801200_2588990617988104192_n.jpg">https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321977224/5fdb900f501d88a291c51c11cfdd331c/47386384_1846365048801200_2588990617988104192_n.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 19:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2 - Aquecimento das Misturas 3, 6 e 9 para 50℃</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312549344</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321977224/e0e6990e9f07c69870e2b84404a061c6/47685288_306222910018096_2360004191788728320_n.jpg">https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321977224/e0e6990e9f07c69870e2b84404a061c6/47685288_306222910018096_2360004191788728320_n.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 19:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Misturas utilizadas:</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312549754</link>
         <description><![CDATA[<div>Misturas utilisadas:</div><ol><li>100% mel - magma ácido;</li><li>70% mel e 30 % de água - magma intermédio;</li><li>50% mel e 50% água - magma básico.</li></ol><div><a href="https://lh3.googleusercontent.com/HfNp6m58qA8QczdSyNSYVycENhLPLKm4BAs4LuVujcPYT0MWhjpc_31VQJmA2q-NXvvZGUKW6y1_ZIKv_8Xl08kJQEDhP221CA=w600-h450">https://lh3.googleusercontent.com/HfNp6m58qA8QczdSyNSYVycENhLPLKm4BAs4LuVujcPYT0MWhjpc_31VQJmA2q-NXvvZGUKW6y1_ZIKv_8Xl08kJQEDhP221CA=w600-h450</a></div><div>FOTO DAS 3 MISTURAS TIRADA NA AULA</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 19:49:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fig. 4 - Mistura 2 a 22℃ que representa uma escoada de lava básica e fluída</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312621320</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo gravado na aula</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:07:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 5 - Mistura 3 a 22℃ que representa uma escoada de lava ácida e viscosa</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312621785</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo gravado na aula</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:12:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícias</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312621992</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Vulcão de Fogo na Guatemala</li></ul><div><a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/19/cidade-da-guatemala-aciona-alerta-vermelho-por-erupcao-do-vulcao-de-fogo.ghtml">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/19/cidade-da-guatemala-aciona-alerta-vermelho-por-erupcao-do-vulcao-de-fogo.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusões</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/312622338</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto menor for a temperatura da lava, maior será a sua viscosidade e menor será a sua escoada lávica.<br>Quanto maior for a temperatura da lava, mais fluída será o que aumentará a sua escoada lávica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:18:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134306</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos então concluir que todas estas razões mostram que o principal causador da futura extinção dos Linces Ibéricos é o Ser Humano.<br><br>Fig. 7 - FOTO DAS VÁRIAS AMEAÇAS AO LINCE<br><em>(aula do dia 12 de fevereiro)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:14:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INFLUÊNCIA DO HOMEM NA EXTINÇÃO </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134334</link>
         <description><![CDATA[<div>O ser humano é o principal responsável de todas estas causas.<br>Este é:</div><ul><li>Quem lhes reduz o habitat através da construção, da agricultura e da expansão urbana.</li><li>Quem os mata devido a atropelamentos e caça ilegal.</li></ul><div><br><strong>Fig. 6 - CRI DE LINCE IBÉRICO</strong><br><em>(</em><a href="https://sites.google.com/site/animaispelomundo1/g/lince-iberico"><em>https://sites.google.com/site/animaispelomundo1/g/lince-iberico</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4- FALTA DE REPRODUÇÃO</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134351</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Linces Ibéricos são uma espécie com um reduzido número de indivíduos e estes encontram-se em diferentes zonas.<br>Então isto faz com que os indivíduos não se reproduzam em quantidade suficiente, não havendo o aumento de Linces Ibéricos.<br><br><strong>Fig.5 - CRIAS DE LINCES IBÉRICOS.<br></strong><em>(</em><a href="https://www.publico.pt/2017/04/03/ecosfera/noticia/nos-primeiros-tres-de-2017-nasceram-15-novas-crias-de-lince-iberico-em-portugal-1767562#gs.0VKsaHRY"><em>https://www.publico.pt/2017/04/03/ecosfera/noticia/nos-primeiros-tres-de-2017-nasceram-15-novas-crias-de-lince-iberico-em-portugal-1767562#gs.0VKsaHRY</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:14:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 - CAÇA ILEGAL</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134372</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a caça ilegal nas zonas onde habitam populações de Linces Ibéricos, estes Indivíduos:</div><ul><li>Têm sido apanhados em <mark>armadilhas </mark>colocadas por caçadores;</li><li>Ficam endoecidos e/ou são automaticamente mortos devido a ingerirem <mark>presas e iscos envenenados </mark>pelos caçadores;</li><li>São, raramente, apanhados na <mark>linha de fogo</mark> dos caçadores sendo então mortos.</li></ul><div><br><strong>Fig.4 - LINCE APANHADO POR CAÇADORES</strong><br><em>(</em><a href="http://carnivora.fc.ul.pt/gomera-encontrada-presa-a-um-laco-de-caca/"><em>http://carnivora.fc.ul.pt/gomera-encontrada-presa-a-um-laco-de-caca/</em></a><em>)</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322008295/c9031bfd738ae85573d2d95a479cd34c/Gomera_presa_num_laco_de_caca_1.jpg" />
         <pubDate>2019-02-17 17:14:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2- DESTRUIÇÃO DE HABITATS</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134389</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento humano tem contribuído em grande parte para a extinção destes seres vivos e para a destruição dos seus habitats, a Floresta Mediterrânea.<br><br></div><ul><li>A <mark>desflorestação</mark> desta vegetação, como forma de obter matéria prima e de obter espaço para a agricultura reduziu o espaço de vivência dos Linces Ibéricos.</li></ul><div><br></div><ul><li>Foram construídas <mark>barragens e outros edifícios</mark> sobre as florestas mediterrânicas, reduzindo e eliminando o habitat natural dos linces.</li></ul><div><br></div><ul><li>Por outro lado também foram construídas <mark>estradas e autoestradas</mark> perto dos habitats, dando assim origem a atropelamentos.</li></ul><div><br>Foram todos estes fatores , aliados aos incêndios florestais que levaram à destruição dos habitats do Lince bérico.<br><br><strong>Fig. 3 - LINCE IBÉRICO ATROPELADO<br></strong><em>(</em><a href="http://arronchesemnoticias.blogspot.com/2018/03/morre-atropelado-mais-um-lince-iberico.html"><em>http://arronchesemnoticias.blogspot.com/2018/03/morre-atropelado-mais-um-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:14:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1- ESCASSEZ DE ALIMENTO</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134399</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Principal presa do Lince Ibérico: <strong><mark>Coelho Bravo.</mark></strong></li></ul><div><br>Este sofreu uma acentuada diminuição no seu número de indivíduos, cera de 80%.<br><br>Isto deveu-se a doenças virais, como a doença hemorrágica viral.<br>Estas doenças provocaram alterações nas cadeias alimentares, as quais o coelho bravo incluído, afetando o Lince Ibérico. <br><br><strong>Fig. 2 - LINCE IBÉRICO E A SUA PRESA, O COELHO BRAVO</strong><br><em>(</em><a href="http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html"><em>http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:15:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAUSAS DA EXTINÇÃO DO LINCE IBÉRICO</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134411</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico é uma espécie num estado de<strong> grande vulnerabilidade</strong>.<br><br>Alguns fatores que levaram à quase extinção desta espécie foram:</div><ol><li>Escassez de Alimento;</li><li>Destruição de Habitats;</li><li>Caça Ilegal;</li><li>Falta de Reprodução.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LINCE IBÉRICO</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/332134418</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico apresenta uma distribuição geográfica e histórica fragmentada e reduzida, ocupando apenas áreas de <mark>Portugal e Espanha.</mark><br><br>Este é classificado como o carnívoro mais ameaçado na Europa e o felino mais ameaçado no Mundo, sendo então classificado como uma espécie <mark>criticamente ameaçado.</mark><br><br>Os indivíduos da espécie não são suficientes para a sua sobrevivência e para a manutenção da espécie.<br><br><strong>Fig. 1 - Lince Ibérico</strong><br><em>(</em><a href="https://www.purezayemocion.com/noticia/4840/actualidad/la-ganaderia-el-anadio-recibe-un-premio-por-la-conservacion-del-lince-iberico.html"><em>https://www.purezayemocion.com/noticia/4840/actualidad/la-ganaderia-el-anadio-recibe-un-premio-por-la-conservacion-del-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 17:15:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de células </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334447135</link>
         <description><![CDATA[<div>No planeta existem 2 tipos de celulas :</div><ol><li>Células Procarióticas, como por ex. As bactérias</li><li> Células Eucarióticas, que podem ser:</li></ol><ul><li>Animais, como as células do hepitelio bocal, que analisamos na atividade Prática </li><li>Vegetais, como as células da cebola </li></ul><div>Tanto as células procarióticas como as eucarióticas possuem membrana celular, citoplasma e núcleo, contudo os 2 tipos de celulas eucarióticas distinguem-se pelo facto de as células vegetais possuírem parede celular e cloroplastos (ao contrário das animais), terem maiores dimensões e maiores vacuolos. Já as células animais são de menores dimensões, têm vacúolos pequenos e possuem lisossomas e centríolos, ao contrário das células vegetais.<br><mark>NOTA: </mark>nesta AP não foram analisados o citoesqueleto,o retículo endoplasmático, o complexo de Golgi, as mitocôndrias e os ribossomas, todos estes são organelos que ambos os tipos de células possuem.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:13:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corantes e visualização ao MOC</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334552307</link>
         <description><![CDATA[<div>Para realçar algumas estruturas das células utilizamos diferentes corantes:</div><ul><li>O <mark>azul-metileno</mark> é um corante que colora o <mark>núcleo</mark></li><li>O <mark>vermelho neutro</mark> é um corante que colora o <mark>vacúolo</mark></li><li>A <mark>água iodada</mark> colora a <mark>parede celular</mark></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:04:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células animais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334553980</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células do epitélio bocal ao MOC (ampliação 400x), com azul-metileno</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:24:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células animais </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334554630</link>
         <description><![CDATA[<div>Representação esquemática no caderno diário</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:32:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células vegetais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334555252</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação  das células da epiderme da  cebola ao MOC (ampliação 400x) com corante azul metileno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células da epiderme da cebola com corante azul-metileno</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334555561</link>
         <description><![CDATA[<div>Representação esquemática no caderno diário</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:43:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células vegetais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334555807</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação  das células da epiderme da cebola ao MOC (ampliação 400x) com corante vermelho neutro</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células da epiderme da cebola com corante vermelho neutro</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334556009</link>
         <description><![CDATA[<div>Representação esquemática no caderno diário</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:49:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células vegetais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334556192</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC (ampliação 400x) com água iodada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células da epiderme da cebola com água iodada</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334556366</link>
         <description><![CDATA[<div>Representação esquemática no caderno diário</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:53:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células vegetais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334556608</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células do caule da tradescância ao MOC (ampliação 400x) </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:56:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do caule da tradescância</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334556733</link>
         <description><![CDATA[<div>Representação esquemática no caderno</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:57:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusões</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/334557059</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi possível comprovar, através da utilização do MOC, que de facto existem diferenças entre as células animais e vegetais e analisamos algumas delas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é a osmose?</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338326195</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é um transporte transmembranar passivo, ou seja, sem gasto de energia e não mediado (sem a intervenção de proteínas transportadoras, ocorrendo a difusão de moléculas de água entre dois meios separados por uma membrana que é permeável à água e pouco permeável ou impermeável aos solutos.<br>A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução com elevada concentração de moléculas de água para uma solução com baixa concentração de moléculas de água designa-se pressão osmótica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:48:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338329907</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Meio Isotónico - meio onde a onde a concentração de soluto é igual à concentração de outro meio;</li><li>Meio Hipertónico - meio onde a concentração de soluto é superior à concentração de outro meio;</li></ol><div>    3. Meio Hipotónico - meio onde a concentração de soluto é inferior à concentração de outro meio;</div><div><em><mark>Nota</mark></em>: nesta AP apenas analisamos o comportamento das celulas da epiderme da camélia em meios hipertónicos e hipotónicos, ou seja em soluções de NaCl a 12% e água destilada respetivamente.</div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-06 12:01:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338331306</link>
         <description><![CDATA[<div>As células da epiderme da camélia, sendo células vegetais, possuem citoplasma, parede e membrana celular e vacúolos visíveis contudo, é neste último organelo que estão presentes pigmentos dissolvidos em água, conferindo a cor rosada às pétalas desta flor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:08:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução A - Água destilada, meio hipotónico</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338335748</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta solução, ocorreu a entrada de água na célula e no vacúolo, que aumenta de volume e comprime o citoplasma e o núcleo contra a parede celular. Assim, nestas circunstâncias, dizemos que a célula ficou túrgida, ocorrendo uma diluição na concentração de pigmentos nos vacúolos, por isso, a cor apresentada é mais clara. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1 .2 - Esquema da observação das células da epiderme das pétalas de camélia em água destilada, amp 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338336961</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:33:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.2. -  Esquema da observação das células da epiderme das pétalas de camélia em solução de  NaCl a 12%, amp. 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338337935</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:37:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução B - Preparação de NaCl a 12%, meio hipertónico</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338341139</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta solução, a água que se encontrava no interior do vacúolo sai da célula (por estarmos perante um meio hipertónico) provocando uma diminuição no tamanho do vacúolo, que fica com uma cor mais intensa. O citoplasma desprende-se da parede celular por isso dizemos que a célula ficou plasmolisada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:45:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipótese</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338342035</link>
         <description><![CDATA[<div>A hipótese poderá assentar sobre o facto de a membrana ter permeabilidade seletiva, assim, provavelmente será permeável àgua e impermeável ao NaCl.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-06 12:48:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.1 - Fotografia tirada na aula das células túrgidas da epiderme da pétala da Camélia observadas ao MOC com uma ampliação de 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338635117</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 21:56:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>
Fig. 2.1. - Fotografia tirada na aula das células plasmolisadas da epiderme da pétala da Camélia observadas ao MOC com uma ampliação de 400x.</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/338636477</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 22:01:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346763935</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 de março fomos a uma visita de estudo a Peniche devido à sua localização geográfica de grande importância científica e geológica. Visitamos os seguintes locais:</div><ol><li>Praia da Consolação</li><li> Cabo Carvoeiro</li><li>Remédios</li><li>Ponta do Trovão e Praia do Abalo</li><li> Papôa</li><li> Baleal </li></ol><div>NOTA: As imagens seguintes são dos locais agora referidos pela respetiva ordem.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 11:11:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346879549</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346880395</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:15:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Remédios</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346880523</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:16:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346880712</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:19:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346881225</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:26:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346881307</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo - Condições ambientais</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346882009</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando chegamos a este local não havia pluviosidade devido à fraca nebulosidade. O vento era moderado e a maré estava a subir.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 12:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo - Descrição geológica</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346882563</link>
         <description><![CDATA[<div>Localiza-se a Norte da Península de Peniche e é uma zona de contacto entre duas formações geológicas sedimentares de períodos distintos, ou seja, do Jurássico inferior (existem calcários e fósseis de belemnites e amonites) e do Toarciano (existem estratos argilosos e calcários).<br>Rochas Sedimentares presentes: argilito, marga e calcário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:40:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo - Registos fósseis</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346884422</link>
         <description><![CDATA[<div>Vamos agora focar-nos nos registos fósseis que são dos melhores a nível mundial.<br>Nesta zona é incrível a quantidade de fósseis de belemnites (animais marítimos carnívoros semelhantes às lulas atuais) que se encontravam no solo, tanto presos às rochas como soltos. Este tipo de fóssil é normalmente designado por "charuto" devido à sua forma característica. Também encontramos algumas amonites (conchas em espiral) mas em menor quantidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:55:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/346885752</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, esta foi uma visita de estudo muito enriquecedora pois tivemos a oportunidade de ver de perto, tocar e até mesmo trazer para casa alguns dos fósseis mais bem preservados de todo o mundo e tornar real toda a parte teórica que nos é dada nas aulas. Por outro lado, conheci esta região de Portugal que nunca tinha visitado e aprendi sobre a sua riqueza geológica escondida do conhecimento da maioria da população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:07:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão/Reflexão</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366666228</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao realizarmos esta AP, podemos  simular laboratorialmente os fenómenos abióticos responsáveis pelas alterações nos estomas e comprovar o seu funcionamento nas diversas circunstâncias de modo a realizar uma transpiração eficiente, evitando perdas de água.<br>Esta foi uma das AP que mais gostei devido ao contacto com a planta e ao manuseasmento de grande variedade de material que foi desafiante mas divertido e enriquecedor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 09:49:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366667888</link>
         <description><![CDATA[<div>São estruturas que existem ao nível das folhas e também caules e que controlam a transpiração.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-10 10:01:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366667888</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores que influenciam a sua abertura:</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366668398</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Existem fatores abióticos como a luz, a salinidade do solo (simulados experimentalmente) e a quantidade de água disponível no solo, o vento, a humidade do ar e a temperatura que influenciam a abertura/fecho dos estomas (que irei explicar apesar de não termos simulado experimentalmente).</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-10 10:05:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366668398</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Procedimento</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366670939</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Colocar duas folhas de Tradescantia à luz (durante alguns minutos).</li><li>Colocar duas folhas de Tradescantia no escuro ( durante 30 minutos).</li><li>Fazer golpe na epiderme inferior de uma folha exposta à luz, com bisturi e retirar, com uma pinça, uma película da epiderme da folha.</li><li>Fazer a preparação e observar ao MOC, usando a ocular de 10x e a objetiva de 10x.</li><li>Desenhar esquema.</li><li>Contar o número de estomas que se encontram no campo de visão e repetir em duas outras áreas da preparação.</li><li>Repetir estes procedimentos com a epiderme superior.</li><li>Repetir estes procedimentos com uma folha que esteve no escuro.</li><li>Repetir estes procedimentos utilizando água destilada como meio de montagem (400x).</li><li>Repetir os procedimentos utilizando uma solução de NaCl como meio de montagem (400x)</li></ol><div><strong>Fonte: </strong>caderno diário</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2019-06-10 10:24:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366670939</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1 A - Fotografia tirada ao microscópio dos estomas da página inferior da folha da tradescância, com amp. total de 400x                                 </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366673249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:42:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1 B - Esquema dos estomas da página inferior da folha da tradescância à luz, amp total de 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366673847</link>
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         <pubDate>2019-06-10 10:46:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 3 A - Fotografia tirada ao microscópio dos estomas da página inferior da folha da tradescância, na obscuridade com amp. total de 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366674448</link>
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         <pubDate>2019-06-10 10:51:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 3 B- Esquema dos estomas da página inferior da folha da tradescância na obscuridade, amp total de 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366675103</link>
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         <pubDate>2019-06-10 10:56:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 4 A - Fotografia dos estomas do caule da tradescância, em água destilada, amp. total 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366675994</link>
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         <pubDate>2019-06-10 11:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 4 B - Esquema dos estomas do caule da tradescância, em água destilada, amp. total 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366676995</link>
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         <pubDate>2019-06-10 11:13:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 5 A  - Fotografia dos estomas do caule da tradescância, em solução de NaCl, amp. total 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366677398</link>
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         <pubDate>2019-06-10 11:16:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 5 B - Esquema dos estomas do caule da tradescância, em solução de NaCl, amp. total 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366677993</link>
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         <pubDate>2019-06-10 11:21:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2 A - Fotografia dos estomas na página superior da folha de Tradescância, à luz com amp. 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366679448</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:35:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2 B - Esquema da observação dos estomas na pág. superior da folha de Tradescância, á luz com amp. 400x</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366679812</link>
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         <pubDate>2019-06-10 11:38:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contagem do número de estomas</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366680329</link>
         <description><![CDATA[<div>Como podemos ver pela comparação da pág. superior e inferior, esta última tem maior número de estomas, o que pode ser explicado como uma espécie de mecanismo de defesa dos fatores climatéricos desenvolvido pela planta de forma a que os estomas fiquem menos expostos, evitando perdas de água desnecessárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:42:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Humidade no Ar</title>
         <author>joaorodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Quanto maior a humidade do ar, menor a abertura dos estomas.</li><li>Quanto menor a humidade no ar, maior a abertura dos esstomas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:57:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vento</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366944980</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Quando o vento é moderado, as partículas de água da transpiração são arrastadas, baixando a humidade junto às células guarda, mantendo o gradiente de concentração entra o ar e as folhas. Assim, a água volta a sair e é arrastada pelo vento aumentando assim a transpiração da planta, logo os estomas abrem.</li><li>Quando o vento é muito forte, os estomas fecham de modo a reduzir a perda de água por transpiração.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:58:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Temperatura </title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366945025</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Quando a temperatura é alta, os estomas abrem, devido à evaporação de água</li></ul><div><br></div><ul><li>Quando a temperatura é baixa, os estomas fecham.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:58:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Água disponível no solo</title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366945062</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Se a quantidade água no solo for reduzida, ocorrerá menor absorção, logo haverá menos água a ser transportada do xilema para as folhas, obrigando a que água saia das células guarda (que ficam plasmolizadas) ocorrendo o fecho dos estomas.</li><li>Se a quantidade de água no solo for elevada, ocorrerá grande absorção desta água que será transportada através do xilema para as folhas. entrando nas células-guarda dos estomas que irão abrir. (elevada pressão de turgescência)..</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 13:58:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/joaorodrigues/bg5p9xrt0qsc/wish/366951184</link>
         <description><![CDATA[anspiração da planta, logo os estomas abrem

Se o vento for]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 14:21:07 UTC</pubDate>
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