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      <title>Portfólio da Unidade Curricular - Introdução aos Estudos Literários by </title>
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      <description>Fátima Esteves a55744 Edução Básica </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-24 11:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Apresentação</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
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         <description><![CDATA[<p>     Olá, o meu nome é Fátima Filipe Esteves, tenho 20 anos e sou natural da Mêda, que faz parte do distrito da Guarda. Estudo no Instituto Politécnico de Bragança, na Escola Superior de Educação .</p><p>     Nos meus tempos livres, gosto de ver series antigas, ouvir musica, caminhar, passear o meu cão Pantufas, estar com família e amigos. Não  gosto de cozinhar e nem de alguns alimentos, como  frutas e legumes , pois sou muito esquisita a comer.</p><p>     O meu sonho é ser Educadora de Infância, pois já tive privilegio de trabalhar com crianças, através do CTeSP  de Acompanhamento De Crianças e Jovens , onde foi uma  experiência muito gratificante , pois ajudou a ter ainda mais  e mais a certeza que é mesmo isto que quero ,para meu futuro.</p><p>    </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-24 11:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>Nota Motivacional </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
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         <pubDate>2025-02-24 11:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos de utilização do portfólio</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3340134322</link>
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         <pubDate>2025-02-24 11:58:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> Vantagens de utilização do portfólio</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
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         <description><![CDATA[<p>Proporcionar feedback imediato;</p><p>Ser elaborado pelo próprio aluno;</p><p>Respeitar as diferenças individuais;</p><p>Orientar a individualização do ensino e a variabilidade didática;</p><p>Desenvolver a capacidade de organização do/a aluno/a;</p><p>Favorecer a autoavaliação discente;</p><p>Promover maior interação entre professora e aluno/a;</p><p>Concentrar a atenção nas tarefas mais significativas;</p><p>Favorecer a utilização de múltiplas linguagens;</p><p>Expressar o antes e o depois, mediados por uma transformação;</p><p>Propiciar a autoavaliação docente;</p><p>Desenvolver o hábito de registro sistemático.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-24 12:05:15 UTC</pubDate>
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         <title>  Expetativas </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3340962239</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-24 22:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão de aula </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3341084469</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na primeira aula de Introdução aos Estudos Literários começámos por uma breve apresentação, falámos sobre a unidade curricular, a avaliação e a matéria que iríamos abordar ao longo do semestre. A seguir, a professora explicou o funcionamento do Portfólio, que era composto por recensões de modo dramático, narrativo e poético, podendo fazer as três recensões ou só duas, sendo que a terceira era declamar um poema, mas isso ficava ao critério de cada um.</p><p>    Após a professora ter explicado e esclarecido as dúvidas realizamos uma atividade, que foi a tarefa n.º1 “Análise da literariedade dos textos”. Nessa tarefa formámos grupos de quatro elementos, onde cada elemento encarrega-se de um papel neste caso, o papel de leitor, líder, sentimentos que expressa e analista.</p><p>    Ao iniciarmos a tarefa a professora distribuiu, um documento, composto por quatro textos, a cada grupo era atribuído aleatoriamente um dos quatro textos. O objetivo desta atividade era identificar o tipo de texto, neste contexto, texto lírico e saber o modo e explicar o porquê. Após todos terminarem de fazer a tarefa, os líderes vão à frente para dizer as respostas, ao longo das respostas a professora intervinha fazendo algumas perguntas sobre o porquê de dizer aquilo e no final, nós podíamos dar a nossa opinião ou acrescentar alguma informação.</p><p>    Em suma, a aula foi interessante e, ao mesmo tempo, esclarecedora, pois apresentou de forma organizada os temas que iremos abordar ao longo do semestre e como iríamos trabalhar no Portfólio. Relativamente à atividade foi interessante, pois permitiu uma análise mais aprofundada dos textos, incentivou o trabalho em grupo e ajudou-nos a ler o texto com mais atenção para depois aplicarmos o nosso conhecimento na atividade.</p><p>    Aprendi na aula a importância de analisar bem os textos, como é fundamental ler bem o texto, perceber bem as palavras e o seu significado,  a nível de trabalhar em grupo aprendi que apesar de termos pensamentos diferentes no fundo chegamos à mesma ideia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-25 00:43:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº1</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3349708164</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-03 21:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão de aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3350521355</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na segunda aula, ao chegarmos a sala de aula, esclarecemos algumas dúvidas em relação aos livros que temos de ler para fazer as recensões. De seguida, a professora comunicou que que teríamos uma hora para realizar a segunda atividade, mantendo os membros do grupo da semana passada.</p><p>    Iniciámos a atividade com a leitura do texto” <em>Matos, M. V. L. &amp; Borges, V. da C. (2017). Introdução aos Estudos Literários</em>. Coimbra: Almedina, pp. 328-334”, que refere o conceito de literariedade no contexto da linguagem literária e o papel da função poética segundo Roman Jakobson. Durante a leitura, preenchíamos o documento “Linguagem Literária e literariedade” no Canva os espaços em branco com informações retiradas do texto. Depois visualizávamos um vídeo sobre a <em>Introdução aos Estudos Literários: Definição da Literatura e Campo Literário.</em></p><p><em>    </em>Ao acabar o tempo, regressamos á aula, sentamos na maioria pelos grupos, os líderes&nbsp;e leitores foram á frente a dizer as respostas que tínhamos dado, a professora intervinha fazendo questões do porquê dessas respostas, e ela ia também, ao mesmo tempo, explicando as respostas.</p><p>    De seguida fizemos outra atividade, consistia em que a docente lia alguns excertos e a pergunta para estava atividade era “qual achávamos mais literário e o menos literário e o porquê” com objetivo de partilhar conhecimento nesta atividade, a docente lia texto, dava mais ou menos cinco minutos para o grupo discutir e chegar um consenso para depois um dos elementos ir à frente a justificar o porquê dessa resposta.</p><p>    De seguida fizemos outra atividade, consistia em que a docente lia alguns excertos e a pergunta para estava atividade era “qual achávamos mais literário e o menos literário e o porquê” com objetivo de partilhar conhecimento nesta atividade, a docente lia texto, dava mais ou menos cinco minutos para o grupo discutir e chegar um consenso para depois um dos elementos ir à frente a justificar o porquê dessa resposta. </p><p>    Depois a professora fez a questão “qualquer texto pode ser considerado literário?” e dividiu a sala, um defendia que qualquer texto pode ser literário e outro discordava que qualquer texto podia ser literário, cada elemento da fila escrevia uma frase para defender ou discordar.</p><p>    A aula foi muito dinâmica e interativa, permitindo estudar mais sobre a literariedade através da leitura, discussão em grupo e troca de ideias.</p><p>    Aprendi mais um pouco como diferenciar textos literários e textos não literários  e aprendi mais sobre o que é literariedade.                    </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 10:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº2</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3350523689</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-04 10:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2 Autônoma </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3352171319</link>
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         <pubDate>2025-03-05 08:42:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexão de aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3352171762</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na terceira aula, começamos por discutir as respostas que demos sobre a tarefa 2, respondendo às perguntas se os textos se entregam no campo literário português e o porque, se levanta problemas e que problemas levanta e porquê.</p><p>    A seguir respondemos através do telemóvel a seguinte pergunta “que fatores contribuem para esse caráter do fenómeno literário?”, onde ouve palavras que se destacaram mais como biblioteca, prémios, livros, ensino, entre outras respostas.</p><p>    Seguidamente juntamos nos em grupo, mas com papéis diferentes tais como: relator&nbsp;é o membro do grupo que cuida principalmente das anotações em nome do seu grupo, harmonizador é o responsável pela justiça no seu grupo, líder&nbsp;é o responsável pelo cumprimento das responsabilidades de cada elemento do grupo, porta-voz é o responsável pela comunicação com a docente.</p><p>    Primeiro trabalhamos no documento Capítulo I. Práticas de sociabilidade literária em Portugal no século XVII: contributos para a constituição do «Campo Literário<strong>» </strong>onde respondemos algumas questões, depois Cânone e Crítica: Superações e por fim Breve Notícia sobre Prémios Literários, sempre mudando de papéis em cada texto trabalhado tínhamos vinte /vinte e cinco minutos para responder às questões, e no final o porta-voz ia à frente a responder às perguntas.</p><p>    Nesta aula aprendi sobre o campo literário português e os fatores, desenvolvi a capacidade de trabalhar em grupo, assumindo diferentes papéis na análise dos textos.           </p><p>    Foi uma aula interessante e dinâmica, pois houve uma participação mais ativa e proporcionou um trabalho de grupo mais envolvente e produtivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 08:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa da Aula nº3</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3352175295</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 08:46:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resposta á pergunta &quot; Importância da literatura na Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico?&quot; </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3353109397</link>
         <description><![CDATA[<p>    A literatura na Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo é muito importante, porque é na leitura que eles desenvolvem a sua imaginação e criatividade, criando conhecimentos, fazendo com que as crianças sonhem e cresçam, ao mesmo tempo, desenvolvendo assim a sua leitura. A escola tem papel fundamenta relativamente à aprendizagem da leitura.       </p><p>   Na educação pré-escolar, aprendem muito é através dos contos, quando ouvem a contar uma história, mesmo aqueles que ainda não sabem ler, aprendem  através da leitura de imagens, ou seja, elas estão a ouvir uma história e ao verem as imagens conseguem perceber do que a história fala e quando&nbsp;estão a gostar do que estão ouvir ficam muito atentos e começam a imaginar como seria a personagem.     </p><p>    No ensino do 1.º ciclo do ensino básico, as idades são diferentes o gosto pela leitura é mais alargado, elas veem o mundo com outros olhos, tendo possibilidade de poder dar opinião e refletir mais sobre aquele livro. Os professores podem disponibilizar material para uma melhor leitura, ou seja, aconselhar livros para a faixa etária  da criança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 21:46:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão de aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3364514686</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na quarta aula, começámos por refletir sobre os conteúdos aprendidos anteriormente. Discutimos temas como educação literária, prémios, cânone e o ensino. O cânone literário inclui obras clássicas, como <em>Os Maias</em>, <em>Os Lusíadas</em> e <em>A Farsa de Inês Pereira</em>, que fazem parte da nossa tradição, cultura e identidade. Além disso, engloba autores contemporâneos, incluindo brasileiros e outros escritores de língua portuguesa.</p><p>    Falámos sobre o sistema de ensino, que organiza as aprendizagens essenciais em domínios, sendo um deles a educação literária. Este domínio define os textos e autores a trabalhar com os alunos, seguindo orientações específicas. Algumas obras e autores são obrigatórios, garantindo um acesso igualitário à cultura literária e contribuindo para a formação integral dos alunos. Assim, o sistema de ensino ajuda a transmitir e consolidar o cânone literário.</p><p>    Também abordámos a crítica literária, que pode ter diferentes abordagens. A revista <em>Colóquio de Letras</em> apresenta críticas feitas por especialistas da área, enquanto as críticas publicadas no <em>Expresso</em> são de caráter mais profissional. A crítica literária destina-se a um público com proximidade à literatura e um conhecimento mais aprofundado. Pesquisámos sobre Frederico Lourenço, um escritor, tradutor e professor universitário português, especialista em línguas e literaturas clássicas, sobretudo em grego. Por fim, analisámos um PowerPoint sobre o conceito de literatura e texto literário, identificando críticos literários importantes, entre eles João Gaspar.</p><p>    Depois de nos organizarmos em grupos, abrimos o documento “Dimensão Sociocultural da Literatura”. Cada grupo ficou com um tema para discutir e tivemos 25 minutos para realizar a tarefa, no final do tempo, cada grupo leu sua resposta e tivemos a debater sobre os tópicos de discussão.</p><p>    Gostei da aula e achei um bom método fazer a revisão do que aprendemos na aula anterior para consolidar os conhecimentos. Tive algumas dificuldades em realizar a atividade e em relembrar o que foi discutido.</p><p>    Aprendi que a literatura tem um papel social e pode influenciar a cultura e a sociedade. O cânone literário seleciona obras importantes ao longo do tempo, e a crítica literária ajuda a analisá-las. Também compreendi a diferença entre autor e escritor e a forma como a identidade do escritor pode ser construída.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 10:56:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº4</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3364523906</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 11:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão da aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3374838000</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>    </sub>Na quinta aula, trabalhámos com a aplicação “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Perplexity.ai">Perplexity.ai</a>” em grupos, analisando quatro perspetivas sobre a função da literatura: Platão (<em>A República</em>), Românticos, Kant (<em>Crítica do Juízo</em>) e Sartre (<em>Qu’est-ce que c’est la littérature</em>). No final, discutimos as respostas e a professora fez perguntas sobre os autores.</p><p>O meu grupo trabalhou com <em>Kant – Crítica do Juízo (1790)</em>. Criámos a pergunta: De acordo com A Crítica do Juízo de 1790, qual é a perspetiva de Kant sobre a dimensão sociocultural (função da literatura)? Baseia-te em artigos científicos”.</p><p>    Colocámos a questão no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Perplexity.ai"><em>Perplexity.ai</em></a>, e a professora acompanhou a leitura das respostas, dando a sua opinião. Inicialmente, as respostas não estavam bem fundamentadas nem ligadas à <em>Crítica do Juízo</em> (1790), e algumas frases eram pouco claras, levando-nos a reformular perguntas para obter explicações mais precisas. No final, cada grupo leu a sua resposta, e a professora comentou com base no que foi apresentado.</p><p><sub>    </sub>Para Platão, em <em>A República</em>, a poesia não tem função formativa, pedagógica ou didática. A literatura deve cumprir esse papel, sendo considerada género monor. A literatura de qualidade deve educar a sociedade. &nbsp;Para ele, o mais importante é o valor moral da obra, enquanto o valor estético é secundário. Se Platão estivesse vivo, proibiria livros de poesia, pois os seus recursos estéticos fariam o valor moral perder-se. Assim, a literatura não cumpre a sua função quando se centra na dimensão estética, um conceito de "belo" que, para Platão, não tem interesse.</p><p><sub>    </sub>No Romantismo, a função da literatura tem um valor estético, privilegiando a Emoção, a Expressão e a Liberdade. Valoriza a criatividade sem se afastar dos modelos clássicos, destacando a originalidade da obra e a sua relação com a questão sociocultural. Criam-se géneros, como o drama romântico, que combina elementos do drama e da tragédia.A questão levantada foi: "O escritor tem obrigação de intervir na sociedade ou seguir a sua inspiração?" Concluímos que ele pode intervir, mas deve, antes de tudo seguir a sua inspiração. Depois, a professora apresentou uma afirmação e tivemos de dar a nossa opinião.</p><p><sub>    </sub>Para Kant, em <em>A Crítica do Juízo</em>, a literatura não tem funções além da dimensão estética, sendo uma arte livre e desinteressada, sem compromisso social, religioso, moral ou político. A obra deve ser apreciada como um objeto estético. A professora questionou se a literatura deve ter um propósito ou pode existir apenas pela beleza, concluindo que deve existir porque é bela? Perguntou também se uma obra sem uma mensagem clara perde valor? Segundo Kant, ao que se respondeu que não. Por fim, questionou se a literatura deve fazer-nos emocionar ou pensar, e a resposta foi que deve fazer-nos emocionar.</p><p><sub>    </sub>Sartre, em <em>Qu’est-ce que c’est la littérature</em>, defende que o escritor tem uma responsabilidade social e deve intervir na sociedade e na realidade. A sua visão contrapõe-se à de Kant, que considera a literatura uma arte autónoma, sem ligação à dimensão social ou política. Para Sartre, a literatura não é independente, mas sim um meio de participação ativa na sociedade.</p><p>A professora levantou várias questões:</p><ul><li><p><em>Deve-se sempre tomar partido nas questões políticas e sociais?</em> Sim, o escritor deve intervir, e a literatura deve participar no contexto político e social.</p></li><li><p><em>A literatura pode mudar o mundo ou influenciar as pessoas?</em> Pode mudar o mundo.</p></li><li><p><em>Escrever sobre um problema social sem tentar mudá-lo é um ato de omissão?</em> Sim, para Sartre, o escritor deve assumir uma posição e tentar transformar a sociedade.</p></li><li><p><em>A literatura comprometida pode ser imparcial ou está sempre ligada a uma ideologia?</em> Está comprometida e ligada a uma ideologia. </p><p><br/></p><p>    Esta foi uma das aulas de que mais gostei, por ser diferente, divertida e dinâmica.</p><p>Aprendi que, ao utilizar inteligência artificial, devemos sempre questionar: <em>Tens a certeza? Porquê? Onde te baseaste? Explica melhor a frase.</em> Se aceitarmos a primeira resposta sem verificar, pode haver erros. O mais importante é formular bem a pergunta, pois, caso contrário, a IA pode recorrer a fontes erradas ou até inventar informações</p><p>                                                         </p><p>&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 11:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº5 </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3374846834</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 12:03:41 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão da aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3385722935</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>     </sub>Nesta aula, trabalhámos a Literatura Comprometida (engagé), ligada a ideologias, política, religião, género e questões sociais, analisando a sua mensagem, contexto social e impacto crítico. Formámos grupos e cada um analisou um poema. Os seis poemas estudados foram: "Aviso à Navegação" (Joaquim Namorado), "Os Poetas dizem 'eu'" (Manuel da Fonseca), "Dies Irae" (Miguel Torga), "O Bosque que se fez barco" (Manuel Alegre), "Peregrinação" (Manuel Alegre) e "Ao Corpo Académico" (Almeida Garrett).</p><p><sub>     </sub>O meu grupo ficou com o poema seis, <em>"Ao Corpo Académico"</em> (Almeida Garrett). Distribuímos os papéis e analisamos o poema estrofe a estrofe, respondendo às cinco perguntas. A primeira identificar a ideia principal, a segunda explora temas sociais ou políticos, a terceira analisa a linguagem e as imagens utilizadas pelo poeta reforçam o seu compromisso, analisando recursos como metáforas, a quarta relaciona o poema à literatura comprometida e a quinta verifica se faz parte da tradição da literatura de resistência, denúncia ou intervenção. A tabela organiza a análise de forma estruturada, facilitando a compreensão do significado, impacto e relevância do poema na literatura comprometida. Tivemos 45 minutos para terminar a atividade. Quando o tempo acabar, o relator vai ler duas estrofes e depois os porta-vozes trazem as conclusões do grupo.</p><p>    Poema 1 - O destinatário é o regime e quem o representa. A luta é metafórica, e o poema é a arma usada pelo sujeito lírico para combatê-lo. O tema é é coluna vertebral do poema e inclui metáforas como o barco (sujeito poético) e a navegação (sua vida). O poema liga-se à literatura comprometida ao expressar revolta, indignação, empatia e pena, refletindo um compromisso com a sociedade.</p><p>    Poema 2 - O poeta é o porta-voz da mensagem, representando toda a gente. "Labareda" é uma metáfora para o poema e representa o poder da chama. A relação com a literatura comprometida está na coletividade expressa pelo "eu" que é igual a "nós".</p><p>    Poema 3 - O tema atravessa as três estrofes, retratando a ditadura e a repressão. Mostra a diferença entre o que o povo queria fazer e o que não podia, devido ao medo. A opressão silencia a sociedade, impondo a ausência de liberdade. A imagem do fantasma, a estrutura frásica e a repetição reforçam a repressão, conectando-se à literatura comprometida.</p><p>    Poema 4 - Refere-se ao autor das cantigas de amigo, trazendo uma imagem, destino.</p><p>    Poema 5 - Explora a polissemia do verbo "perder", associando-o ao povo que se perdia. Apresenta um campo semântico ligado à agricultura.</p><p>    Aprendi a diferença entre tema e assunto: o tema é o tronco que atravessa todo o poema, enquanto o assunto é a forma como se aborda e desenvolve esse tema, acrescentando tópicos. As frases exclamativas exprimem sentimentos, e uma imagem resulta da acumulação de metáforas. A literatura comprometida vincula-se a ideias e valores sociais, políticos e morais. E com esta aula, a professora quis demonstrar que a poesia pode ter o mesmo compromisso.</p><p>    Achei interessante trabalhar em grupo e explorar os significados dos poemas. Foi enriquecedor perceber como a poesia pode transmitir mensagens de compromisso e resistência.</p><p>    </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 22:57:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº6</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3385724136</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 22:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão da aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3396544514</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na aula começamos por  ouvir nossos colegas declamarem poemas para o evento “Ecos de Poesia: Homenagem a Camões e a Maria Teresa Horta”. Enquanto declamavam, avaliávamos segundo os parâmetros estabelecidos: Memorização, Poema, Postura e Movimento, Expressividade e Tom de Voz, atribuindo pontuações de um, três ou quatro pontos. Depois, a professora apontou aspetos a melhorar nas recensões e forneceu ideias chave para aperfeiçoá-las. Por fim, apresentou um PowerPoint sobre os modos literários.</p><p>    O PowerPoint abordava a divisão triádica em lírica, drama e narrativa, surgida em 1564 com a <em>Arte Poética</em> de Minturno. A imitação, ou mimese, é destacada por Aristóteles no drama, onde o diálogo se representa mais facilmente. A lírica centra-se na afetividade e na expressão dos sentimentos. Aristóteles não trata diretamente da lírica. Platão distingue textos diegéticos, miméticos e mistos, sendo que, atualmente, o texto misto é incluído na narrativa.</p><p>    Emil Staiger é citado para explicar os modos literários. A lírica busca despertar sentimentos e usa a linguagem de forma criativa, com metáforas e desvios da norma padrão, provocando reflexão. A plurissignificação ou <em>polissemia</em> dá múltiplos sentidos às palavras. A poesia lírica revela emoções intensas, como sonho, loucura e uma inspiração demorada e a poesia trabalha a linguagem e seus recursos, revelando novos sentidos e ligando palavras à afetividade e à experiência do sujeito com o mundo.</p><p>    A materialidade do significante no modo lírico liga som e imagem mental. A linguagem une códigos fônicos e gráficos, com relação som-significado arbitrária. A modelização primária é o uso diário da linguagem; a secundária, seu uso poético. Os objetos ganham sentido pela subjetividade do sujeito poético, que cria imagens internas e constrói um mundo íntimo, centrado em si, sem precisar refletir a realidade. A voz do poema é individualista e sensorial, diferente da narrativa, que foca no exterior.</p><p>    O sujeito poético está no centro do texto lírico, afirmando-se numa atitude individualista, expressando o que sente de forma única. Fernando Pessoa destaca que é uma máscara separada do autor real. A dor no poema é transformada, criando várias camadas de significado. O fingimento transforma a matéria-prima em poesia. O "eu" lírico mantém a subjetividade ao interpelar o "tu" e busca conhecer o mundo. A poesia lírica usa linguagem simbólica e metafórica para evocar sentidos e aborda temas filosóficos e culturais. Verlaine defende a fusão com a música, explorando ritmo e melodia. Recursos como aliteração e rima intensificam a expressividade. O poema desperta calma e transmite repetição, com ritmo binário refletindo a renovação cíclica da natureza.</p><p>    Nesta aula, aprendi a distinguir os modos literários e a importância da subjetividade e do fingimento na poesia lírica. Compreendi também que a recensão crítica do modo lírico é feita a obras com vários poemas, enquanto um único poema deve ser feito a analise .</p><p>    Gostei de ouvir as declamações e de aprender sobre os modos literários. Achei interessante a relação entre poesia, subjetividade e música.</p><p>    </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 22:31:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão da aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3406647786</link>
         <description><![CDATA[<p>    Nesta aula, começámos com os alunos que declamaram o poema a fazer uma autoavaliação, refletindo se alcançaram ou não os objetivos e justificando a sua resposta. Depois, a professora pediu a nossa opinião sobre as declamações dos colegas.</p><p>    O texto lírico pode ser entendido como um policódigo literário, composto por várias camadas, onde a sonoridade e o ritmo do texto são importantes. A primeira camada é o Código fónico-rítmico, que regula aspetos relacionados com o som e o ritmo, sendo aplicável tanto à poesia como à prosa. A segunda camada é o Código métrico, que regula a forma de expressão dos textos poéticos, determinando como se constrói o verso e como os versos se combinam e agrupam em estrofes.</p><p>    <em>A terceira camada, o Código estilístico, regula as microestruturas formais do conteúdo e da expressão do texto literário, contribuindo para a sua coerência textual, seguidamente, o Código técnico-compositivo regula a organização das macroestruturas formais do conteúdo e da expressão literária, como, por exemplo, a estrutura de um poema épico. A dedicatória é um elemento presente nas nossas vidas e, nos Lusíadas, a dedicatória era dirigida ao rei D. Sebastião, em 1572.</em></p><p><em>    </em>O Código semântico-pragmático diz respeito aos sentidos do texto. A personagem, o motivo, a imagem, o tema e o topos são exemplos de macrossignos semioliterários. No século XX, surgiu a poesia experimental, onde o elemento sonoro e visual ganha importância. De algum modo, a poesia permite-nos visualizar o signo: através de um conjunto de letras e frases, o poeta desenha uma imagem. Na poesia visual ou concreta, há uma desobediência ao tempo e uma obediência à espacialidade da folha de papel. O grafema ganha autonomia, e há uma valorização do significante visual.</p><p>    O texto lírico não conta nenhuma história, não está focado no mundo exterior e não necessita de uma localização temporal. Trata-se de um texto estático, sem acontecimentos, que desenvolve uma única ideia, emoção, sentimento ou tema, girando circularmente à volta dele. Presta-se à subjetividade e à representação simbólica do mundo interior.</p><p>    A forma do texto lírico costuma ser curta e repetitiva, e adapta-se bem à forma poética, embora não precise estar escrita em verso. Pode ser em prosa, desde que seja intenso, voltado para o “eu” e não conte uma história — como acontece no <em>Livro do Desassossego</em>. A poesia é o texto escrito em verso, enquanto o lirismo é uma essência, um modo de representação centrado no interior do sujeito.</p><p>    Seguidamente, cada um de nós analisou um poema, íamos de quatro em quatro escolher um poema de um dos livros fornecidos pela professora . Após a escolha do poema, fomos analisando-o segundo o guião fornecido pela professora.</p><p>    Nesta aula aprendi que uma epopeia começa com uma proposição, seguida de uma evocação. A proposição é a parte do poema em que o poeta nos diz o que pretende fazer. A evocação é o momento em que o poeta procura a  sua inspiração . A semiótica diz respeito aos sentidos, ou seja, temos um sinal constituído por um significante e um significado. São os sentidos que, de algum modo, associamos a uma palavra.<br>    Gostei da aula porque pude analisar um poema de forma detalhada e aprender novos conceitos sobre a epopeia , a semiótica e os policódigo literário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 20:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº7</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3406650431</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 20:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão da aula </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3444473380</link>
         <description><![CDATA[<p>    Na aula 9, foram trabalhados quatro conceitos principais: cosmovisão, signo ideológico, cronotopo e ideologema. A cosmovisão numa obra literária é a visão do mundo ou do universo presente na narrativa. É transmitida por quem escreve, refletindo uma forma particular de ver o mundo. Esta visão manifesta-se através da maneira como o autor representa os personagens, os espaços e os acontecimentos. Trata-se da perspectiva do mundo vivida pelo autor ou pelas personagens, influenciada pelo contexto social, cultural e histórico. O autor pode viver numa época, mas situar a obra em outro tempo.</p><p>    Foi feita uma leitura breve de uma parte do excerto da<em> Carta de Pero Vaz de Caminha</em>, que descreve a chegada ao Brasil em 1500. Debatemos se seria um documento histórico ou uma obra literária. Concluímos que é um documento histórico porque&nbsp;&nbsp; é uma carta, temos narração, texto narrativo, relata factos históricos, datas, local e através da narração ficamos com ideia de que as naus se vão aproximando da terra. Comparou-se essa carta com Os Lusíadas, de Camões, uma obra literária que usa liberdade criativa, linguagem estética e simbólica. &nbsp;</p><p>    Os clássicos como Platão e Aristóteles definiram os modos literários: narrativo e dramático (tragédia, comédia, epopeia). Para Aristóteles, a poesia é toda a obra literária das suas diversas formas, a tragédia é superior na qualidade da representação dramática. Segundo Karl Mannheim, a cosmovisão do escritor projeta uma consciência cultural e ideológico-social relativamente difusa.</p><p>    Dividimo-nos em grupos de quatro elementos, com papéis diferentes. O leitor contextualizador ficou responsável por investigar e partilhar o contexto histórico e explicar o que acontece no excerto. O leitor analista literário analisou os recursos expressivos usados no texto. O leitor interrogador levantou perguntas críticas sobre o texto. Por fim, o leitor de síntese coordenou as ideias do grupo e apresentou as conclusões finais.&nbsp;Cada grupo ficou responsável por um dos temas propostos e teve que responder às perguntas relacionadas. O meu grupo foi o Grupo 4 e trabalhou com a obra <em>Memorial do Convento</em>, de José Saramago, Capítulo sobre a construção do convento de Mafra.</p><p>    &nbsp;Aprendi que légua é uma unidade de medida usada para calcular distâncias marítimas, e que braça é uma unidade de medida usada para saber a profundidade do mar, desde a nau até ao fundo.</p><p>    Gostei de estudar <em>Memorial do Convento</em> e de aprender mais sobre a obra e seus detalhes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 14:50:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa da Aula nº8 </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3444475633</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 14:54:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão da aula: Realização da Frequência de Introdução aos Estudos Literários </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3465259984</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi dia de frequência de Introdução aos Estudos  Literários bastante exigente. Durante a prova, senti muito nervosismo, o que dificultou a organização das ideias e a clareza na escrita. Talvez não tenha estudado o suficiente, ou não tenha aprofundado bem os PowerPoint, autores e os ensinamentos/ mensagem que a professora queria transmitir .Percebo agora que foquei mais em decorar do que em compreender verdadeiramente os PowerPoint e as obras estudadas com ligação com o contexto histórico e cultural.</p><p>Tive também alguma dificuldade em interpretar certos excertos, o que mostra que preciso de praticar mais a leitura atenta e a análise crítica. Também notei que por vezes escrevo frases, pouco claras e sem sentido , o que acabou por tornar as minhas ideias ficaram menos claras e repetitiva. A gestão do tempo foi outro desafio — passei demasiado tempo numa pergunta e acabei por apressar as últimas.</p><p>Apesar das dificuldades, esta frequência ajudou-me a perceber os meus pontos fracos. Para melhorar, quero organizar melhor o estudo, fazer resumos direitinhos com toda a informação , treinar a escrita de respostas mais objetivas e aprender a controlar melhor a ansiedade. Com mais prática e preparação, acredito que conseguirei evoluir e ter um melhor desempenho nos próximos momentos de avaliação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 20:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão da aula</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3465260908</link>
         <description><![CDATA[<p>     Nesta aula, a professora apresentou um esquema geral sobre a ficcionalidade do texto literário, onde foram trabalhados os seus principais aspectos e componentes.</p><p>Vimos que a literatura é uma forma de criar mundos possíveis, com verosimilhança, mesmo que não correspondam à realidade. Estes mundos seguem uma lógica interna própria, onde é aceite, por exemplo, que uma personagem possa voar, desde que isso faça sentido no universo criado — o que se chama convenção estética.</p><p>     O esquema também apresentou conceitos como autor empírico (a pessoa real que escreve), autor implícito (a voz construída no texto) e narrador (a entidade que conta a história, podendo ou não ser uma personagem). Explorámos ainda o papel das figuras de estilo e a importância da interpretação do texto dentro do seu contexto.</p><p>     Concluímos que o texto literário se baseia na ficcionalidade, usando a imaginação para representar o mundo de forma criativa, coerente e expressiva.</p><p>     No século XIX, houve uma recuperação crítica do conceito de mimese, e, no século XX, a discussão foi retomada por vários teóricos, que aprofundaram a sua relevância na literatura contemporânea. Começou-se também a distinguir entre mimese superior, quando o herói controla a ação, e mimese inferior, quando é dominado por ela.</p><p>      A Tarefa 10 é sobre a ficcionalidade e aborda conceitos como narrador, autor empírico e implícito, verosimilhança, mundo possível e convenção estética. A ficha serve de apoio à análise de excertos da obra <em>O Diário de um Menino já Crescido</em>, de José Fanha.</p><p>Ficámos com o Grupo G e  trabalhamos  o excerto “O Senhor Diretor”.</p><p>     O que aprendi: Aprendi que a literatura cria mundos imaginários com lógica própria e que usa a ficção para representar a realidade de forma criativa. Compreendi melhor os conceitos de narrador, verosimilhança e mundo possível.</p><p>    O que mais gostei: Gostei de perceber como um texto simples pode transmitir ideias profundas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 20:58:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa da Aula nº10</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3465267061</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 21:13:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexão da aula </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3474684068</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, começámos com a análise de  de mapa mental intitulada <strong>“Literatura e Mundos Possíveis”</strong>, que apresentava três ideias principais sobre a literatura:</p><ul><li><p>O <strong>texto literário</strong> caracteriza-se pela função estética, subjetividade, verosimilhança, estrutura própria, autonomia ficcional e simbolismo.</p></li><li><p>O <strong>discurso literário vs. não literário</strong>: o literário é simbólico e permite múltiplas interpretações, enquanto o não literário é direto e informativo.</p></li><li><p><strong>Ficção e mundos possíveis</strong>: a literatura cria mundos imaginários com regras próprias, independentes da realidade factual.</p></li></ul><p>   Segundo o <strong>PowerPoint <em>Mimese e Mundos Possíveis</em></strong>, o texto literário constrói um universo próprio composto por personagens, ações e diálogos, autónomo em relação ao mundo real. Lubomír Doležel define os mundos possíveis como realidades alternativas criadas pela ficção, que são coerentes no interior do texto e podem ter características realistas ou fantásticas. O leitor aceita a lógica interna da obra ao atravessar a fronteira entre o mundo real e o ficcional, sendo essa fronteira influenciada por referências culturais e históricas. De acordo com Doležel, os mundos ficcionais são incompletos, misturam o natural com o sobrenatural e existem apenas dentro do texto.</p><p>   Seguidamente a <strong>Tarefa 9 – Mimese e Mundos Possíveis</strong>, com base na obra <em>O Diário de um Menino já Crescido</em>. Passámos por quatro estações, onde explorámos as diferenças entre realidade e ficção, identificámos tipos de mundos possíveis, planeámos um mundo inventado e praticámos o tom narrativo de um diário.</p><p>   Na <strong>Estação Final</strong>, o nosso grupo criou uma passagem de um &nbsp;diário passada na <strong>Cidade Estranha</strong>, o mundo possível que imaginámos. Neste lugar, as ruas são feitas de nuvens, o céu reflete emoções e as pessoas comunicam através de imagens que saem dos olhos. O texto é narrado pela personagem Viajante, que encontra a Voz-Calada e enfrenta os seus medos ao olhar para o Espelho-Partido. Esta parte final permitiu-nos aplicar tudo o que explorámos nas estações anteriores, combinando criatividade, expressão escrita e trabalho em equipa.</p><p>   Aprendi que a literatura cria mundos imaginários com regras próprias e que os textos literários são simbólicos e podem ter várias interpretações. Também percebi a diferença entre textos literários e não literários.</p><p>   Gostei de imaginar um mundo diferente com o meu grupo e escrever sobre ele. Foi divertido criar um lugar onde as ruas são feitas de nuvens e as pessoas comunicam com imagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 19:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº9</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3474684238</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 19:48:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão da Aula </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3476644723</link>
         <description><![CDATA[<p>     Começamos a aula com o conceito de <em>contexto</em>, que pode ser entendido como o conjunto de referências que estabelecemos quando relacionamos uma obra literária ao seu tempo e espaço. Foi feita a pergunta: <strong>"O que poderá contribuir para esse conceito?". </strong>Como exemplo, foi referida a obra <em>Os Lusíadas</em>. O contexto dessa obra é a história de Portugal durante a época dos Descobrimentos. Em termos práticos, conseguimos estabelecer uma relação entre a obra e um contexto temporal e específico. Localizamos a narrativa no século XVI, mais precisamente no período das viagens marítimas. </p><p>     A viagem até à Índia, por exemplo, ocorreu entre 1496 e 1498. Esse é o contexto e, de alguma forma, o contexto da nobreza portuguesa reflete-se também na obra. Outro exemplo é a peça <em>Felizmente Há Luar</em>, de Sttau Monteiro, publicada em 1961 em Portugal. Nesta obra, há uma interconexão evidente com o período da ditadura salazarista. </p><p>De modo geral, o <strong>contexto</strong> de uma obra refere-se a um universo de referências que pode ser:</p><ul><li><p><strong>geográfico</strong></p></li><li><p><strong>cultural</strong></p></li><li><p><strong>político</strong></p></li><li><p><strong>social</strong></p></li><li><p><strong>ideológico</strong></p></li></ul><p>     Por exemplo, em <em>Frei Luís de Sousa</em>, temos a referência à batalha de Alcácer-Quibir e ao domínio filipino em Portugal — elementos históricos que moldam o contexto da obra.</p><p>     Em <em>Os Maias</em>, de Eça de Queirós, o contexto inclui as lutas entre liberais e absolutistas, as tensões sociais resultantes dessas disputas, o período da regeneração política e o investimento econômico característico da época. Também se reflete o progresso material e cultural da sociedade oitocentista.</p><p>     Quanto aos <strong>tipos de estilos de época</strong>, observamos que Eça de Queirós apresenta uma preferência pelo romance, gênero que estava em voga no século XIX em toda a Europa. Esse romance assume, frequentemente, uma dimensão de crônica de costumes, crítica e sátira social, política e cultural. Assim, temos também as <strong>dominantes de gênero</strong> e a questão do <strong>estilo</strong> da época.</p><p>     Por exemplo, em <em>Os Maias</em>, vemos uma preferência por um estilo de época muito próximo ao impressionismo e à estética da ilustração. A obra é rica em empréstimos culturais, como as personagens Dâmaso e Alencar.</p><p>     O <strong>estatuto literário de uma obra</strong> depende de sua capacidade de dialogar com a história e a cultura do seu tempo e espaço.</p><p>     A intertextualidade mostra que nenhum texto é totalmente isolado — ele dialoga com outros textos anteriores (<em>hipotextos</em>) por meio de alusões, citações, paráfrases, paródias ou até plágios. Gérard Genette amplia esse conceito com cinco tipos de relações transtextuais: intertextualidade, paratextualidade, metatextualidade, hipertextualidade e arquitextualidade. </p><p>     Além disso, há conexões entre o texto e o seu exterior: o <em>contexto</em> em que a obra é produzida (ideologias, visões de mundo, eventos históricos e estilos de época) influencia a criação e a recepção do texto. O estatuto literário da obra depende justamente dessa capacidade de dialogar com seu tempo e seu espaço.</p><p>     Aprendi que uma obra literária dialoga com o seu contexto histórico e cultural, bem como com outros textos, através da intertextualidade.</p><p>     Gostei de aprender que toda obra literária está ligada ao seu tempo, lugar e a outras histórias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa da Aula nº11</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3476644777</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 21:54:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3482064916</link>
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         <pubDate>2025-06-07 15:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>Recensão Crítica: Modo Lírico</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
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         <description><![CDATA[<p>Livro: <em>Figuras Figuronas de Maria Alberta Menéres </em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 15:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>Recensão Crítica: Modo Narrativo</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
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         <description><![CDATA[<p>Livro: <em>Viagem á Volta do Meu Nome </em>de Alice Vieira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 15:42:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Recensão Crítica: Modo Dramático</title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3482066118</link>
         <description><![CDATA[<p>Livro: <em>Auto da Feira </em>de Gil Vicente</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 15:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Final </title>
         <author>fatimaesteves616</author>
         <link>https://padlet.com/fatimaesteves616/bfjawrrwm3weyspk/wish/3482073068</link>
         <description><![CDATA[<p>     A disciplina de Introdução aos Estudos Clássicos proporcionou-nos um aprofundamento significativo no conhecimento da literatura, que certamente será valioso para a nossa vida profissional. Além disso, ajudou-me a desenvolver melhores hábitos de leitura, especialmente com as obras recomendadas pela professora e com os excertos que trabalhámos em aula, que enriqueceram ainda mais o nosso entendimento.</p><p>     Ao longo do semestre, trabalhámos a elaboração de recensões nos três modos literários: lírico, narrativo e dramático, o que ampliou a nossa compreensão e capacidade de análise. As tarefas que realizávamos em aula tornavam as aulas mais interessantes e fazia-nos estar mais atentos e quando apresentávamos os nossos trabalhos, isso ajudava a consolidar o que aprendemos e a desenvolver a nossa confiança. Além disso, os Powerpoints e esquemas  construídos pela professora foram fundamentais para nos ajudar a compreender melhor a matéria.</p><p>     Concluindo, esta disciplina foi essencial para o nosso crescimento académico e pessoal, permitindo-nos valorizar de forma mais ampla a literatura e compreender o seu impacto na vida e na sociedade. Espero manter este interesse vivo e continuar a expandir os meus conhecimentos ao longo do meu percurso académico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-07 16:04:45 UTC</pubDate>
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