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      <title>Lógica by Francisco Silva</title>
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      <pubDate>2018-09-24 13:59:54 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e Lógica Formal</title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 17:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>1.1) Distinção validade verdade</title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 18:16:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><strong>Definição de Lógica</strong></li></ol><div>      </div><div><strong>      A Lógica é a disciplina ou a área do saber que estuda a validade das inferências ou a estrutura dos raciocínio.</strong></div><div><strong>   </strong>  A estrutura, ou forma dos raciocínios é o tipo de relações que se estabelecem entre as premissas e a conclusão de um argumento. <strong><br>     <br>   </strong>        A Lógica tem como principais tarefas:</div><ol><li>Propor modelos ou formas de raciocínio válido;</li><li>Estabelecer as regras que nos permitem raciocinar corretamente;</li><li>Identificar algumas das razões pelas quais erramos;</li></ol><div><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»</div><div><br><strong>a) Argumentos</strong><br>      <br>                Um argumento é uma sequência de enunciados constituída por:</div><ol><li>Uma ou mais premissas - razões que justificam a conclusão;</li><li>Uma conclusão - ideia que se pretende defender.</li></ol><div><br>                Os argumentos deixam-se representar por uma forma-padrão ou forma canónica.<br><br>              Exemplo:<br><br></div><blockquote>Premissa - Todos os Homens são mortais                  <br>                  - Sócrates é um Homem</blockquote><div>-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</div><blockquote>Conclusão - Logo, Sócrates é mortal</blockquote><div><br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><br><strong>b) Proposições<br><br>     A proposição é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade. </strong>Só as frases declarativas, por poderem ser verdadeiras ou falsas, expressam proposições.<br>    Premissas e conclusão expressam proposições.<br><br>    Exemplos de proposições:</div><ol><li>A poesia é uma arte.</li><li>A poesia não é uma arte</li><li>Alguma poesia é uma arte</li></ol><div><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>c) Termos</strong><br><br>      O<strong> termo</strong> é a expressão verbal de um conceito. O <strong>conceito</strong> é a <strong>ideia</strong>, o <strong>pensamento</strong> que refere objetos ou algo.<br> Existem termos que expressam mais do que um conceito (termos ambíguos -exemplo: "canto") e podem gerar equívocos na comunicação.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>2) Validade e Verdade<br><br>     A validade é uma propriedade dos argumentos. </strong>A validade deriva da <strong>forma </strong>do argumento. Um argumento diz-se válido quando a sua estrutura lógica se apresenta de tal modo que não infringe qualquer regra lógica.<br>     A lógica formal dedica-se aos critérios de validade das inferências, não ao conteúdo dos argumentos.<br>    <strong>A verdade é uma propriedade das proposições.</strong> As proposições são verdadeiras se dizem aquilo que é. Se eu disser "a capital de Portugal é Hong Kong", digo uma falsidade, se eu disser "a capital de Portugal é Lisboa", a proposição será verdadeira.<br><br>             Argumento:</div><blockquote>Todas as crianças são curiosas.<br>Alice é uma criança.                                                                                                (+) </blockquote><div>-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</div><blockquote>Logo, Alice é curiosa.</blockquote><div><br>     O argumento é dedutivamente <strong>válido</strong>, uma vez que a conclusão é uma consequência necessária das premissas.<br>     Um argumento <strong>dedutivamente válido</strong> é aquele em que, se as premissas forem verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa. <strong>Nos argumentos dedutivos, a conclusão é uma consequência necessária das premissas.</strong><br><br><br>               Um argumento válido <strong>pode conter:</strong></div><ol><li>Premissas e conclusão falsas;</li><li>Premissas falsas e conclusão verdadeira.</li></ol><div><br>                Um argumento válido <strong>apenas não admite:</strong></div><ol><li>Premissas verdadeiras e conclusão falsa.</li></ol><div><br>       Os argumentos dedutivos são válidos ou inválidos apenas em virtude da sua forma lógica, não do seu conteúdo. Para avaliarmos um argumento dedutivo, basta termos em conta a sua estrutura, de acordo com certas regras.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>3) Solidez dos Argumentos<br><br>       Um argumento sólido é um argumento válido e com premissas verdadeiras.<br><br>                  </strong>Exemplo:</div><blockquote>Todos os Homens são mortais.<br>Sócrates é Homem.</blockquote><div>-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</div><blockquote>Logo, Sócrates é mortal.</blockquote><div><br>      A estrutura do argumento é válida e todas as premissas são verdadeiras. Logo, o argumento é válido.<br>      Todos os argumentos sólidos são válidos, mas nem todos os argumentos válidos são sólidos.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>4) Validade dedutiva e validade indutiva</strong><br><br>       Enquanto nos <strong>argumentos dedutivos válidos</strong> há uma relação de necessidade que torna impossível aceitar as premissas e recusar a conclusão, nos <strong>argumentos indutivos válidos </strong>(forte, ou bons) não é impossível as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa.<br>       Num <strong>argumento indutivo forte</strong> ou <strong>bom</strong>, dada a verdade das premissas, é pouco provável que a conclusão seja falsa.<br> Os argumentos indutivos são objeto de estudo da lógica informal, que se dedica a processos não dedutivos de inferência. Na <strong>lógica informal, a validade de um argumento é determinada não apenas pela forma, mas também pelo conteúdo.</strong><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 18:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>1.2) Formas de inferência válida</title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 20:02:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1) Noções Básicas de Lógica Aristotélica<br></strong><br>   Segundo Aristóteles <strong>a Lógica é a disciplina que investiga o modo como raciocinamos corretamente.</strong><br>   A Lógica Aristotélica lida com um tipo especial de argumento dedutivo "o silogismo".<br>   O <strong>silogismo</strong> é um argumento com apenas <strong>duas premissas</strong> e <strong>uma conclusão</strong>. Por ser um argumento dedutivo, o silogismo válido é aquele em que se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa. <br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>a) A estrutura do silogismo categórico<br><br>     </strong>Os silogismos categóricos são constituídos por <strong>proposições declarativas categóricas</strong>: proposições do tipo (S é P) e (S não é P). S é o sujeito, P é o predicado. A relação entre S e P estabelece-se através da<strong> cópula</strong>. Que afirma (é) ou nega (não é) a atribuição de um predicado a um sujeito.<br>     As proposições podem assumir quatro tipos diferentes, segundo a sua <strong>quantidade</strong> e<strong> qualidade</strong>.<br><br></div><ol><li>Tipo A - proposição universal afirmativa: "Todo o S é P"</li><li>Tipo E - proposição universal negativa: "Nenhum S é P"</li><li>Tipo I - proposição particular afirmativa: "Algum S é P"</li><li>Tipo O - proposição particular negativa: "Algum S não é P"</li></ol><div><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>b) Extensão e compreensão de um termo<br><br>      A compreensão é a propriedade de objetos referida por um termo</strong>. Exemplo: a compreensão do termo "réptil" é a propriedade ou o conjunto de propriedades que definem os répteis: "animal vertebrado, tetrapoda ectodérmico, etc..." ou seja, as características comuns a todos os répteis.<br>    A extensão é a totalidade dos objetos que possuem uma certa propriedade.<br>    Assim, a extensão do termo "réptil" e todos os objetos (seres) que possuem a propriedade de ser réptil tais como "serpentes", "lagartos" e "crocodilos", etc.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>c) Distribuição dos termos nas proposições </strong><br><br>     Um termo diz-se <strong>distribuído</strong> numa proposição se, e somente se, é <strong>tomado em toda a sua extensão</strong>.<br> A quantidade está correlacionada com a distribuição do sujeito de uma proposição, enquanto a qualidade está correlacionada com a distribuição do predicado.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>d) O quadrado da oposição (ou quadrado Lógico)<br><br>     </strong>O quadrado da oposição é um diagrama que nos permite visualizar as relações lógicas entre os valores de verdade dos quatro tipos de proposições com o mesmo sujeito e predicado.<br><br>1) <strong>Contraditoriedade -</strong> relação entre as proposições  (A → O)  ;  (I → E).<br>     <strong>Proposições contraditórias:</strong> se uma é verdadeira, a outra é falsa; se uma é falsa, a outra é verdadeira.<br>     <strong>Proposições contrárias:</strong> não podem ser ambas verdadeiras, mas podem ser ambas falsas.<br><br>2) <strong>Subcontrariedade -</strong> relação entre as proposições (I → O).<br>    <strong> Proposições subcontrárias:</strong> podem ser ambas verdadeiras, mas não podem ser ambas falsas.<br><br>3) Subalternidade - Relação entre as proposições  (A → I)  ;  (E → O).<br>     Proposições subalternas: se a universal é verdadeira, a particular é verdadeira, se a universal é falsa, a particular pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é verdadeira, a universal pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é falsa, a universal é falsa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 20:04:05 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 21:13:03 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 21:15:16 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>2) Teoria do Silogismo<br>      A) Forma normal silogística <br><br>      </strong>Um silogismo é um argumento dedutivo no qual, de duas proposições relacionadas entre si, chamadas premissas, se infere uma terceira proposição, chamada conclusão.<br><br>               Um silogismo é composto por:<br>a) 3 termos:</div><div><br></div><ol><li><strong>O termo médio (M)</strong>, que aparece nas premissas e não aparece na conclusão e que é responsável por estabelecer o nexo lógico do silogismo;</li><li><strong>O termo menor (t)</strong>, que ocupa o lugar do <strong>sujeito</strong> na <strong>conclusão</strong>;</li><li><strong>O termos maior</strong> <strong>(T)</strong>, que ocupa o lugar do <strong>predicado</strong> na <strong>conclusão</strong>.</li></ol><div><br>b) 3 proposições:<br><br></div><ol><li>Premissa maior: premissa em que ocorre o termo maior;</li><li>Premissa menor: premissa em que ocorre o termo menor;</li><li>Conclusão: proposição inferida a partir das premissas. O termo menor é sempre sujeito na conclusão e o termo maior é sempre predicado na conclusão.</li></ol><div><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»</div><div><strong>B) As figuras do silogismo</strong><br>    <br>    Chama-se figuras do silogismo às quatro estruturas que um silogismo pode assumir. A figura do silogismo é determinada pela posição ocupada pelo termo médio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 21:16:14 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>As quatro figuras válidas:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 21:49:52 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
         <link>https://padlet.com/franciscojcs2002/bffgon5lvm3g/wish/297587452</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3) Regras de Validade Silogística</strong><br><br>     Nem todo o silogismo satisfaz todas as regras de validade silogística. Um silogismo que satisfaz todas as regras é um silogismo válido. <br>    As regras do silogismo podem ser agrupadas em regras dos termos e regras das proposições.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>A) Regras dos termos</strong><br><br></div><ol><li>O silogismo deve ter exatamente três termos e estes devem ser usados sempre no mesmo sentido em todas as ocorrências.</li><li>O termo médio ocorre apenas nas premissas e não na conclusão.</li><li>O termo médio deve estar distribuído pelo menos numa das premissas.</li><li>Nenhum termo pode estar distribuído na conclusão sem que seja distribuído na premissa de que faz parte (ou: nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que na premissa em que ocorre).</li></ol><div><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>B) Regras das proposições<br></strong><br></div><ol><li>De duas premissas negativas nada se pode concluir.</li><li>De duas premissas particulares nada se pode concluir.</li><li>De duas premissas afirmativas não se pode derivar uma conclusão negativa.</li><li>A conclusão segue sempre a parte mais fraca:</li></ol><div>                  - Se uma das premissas for particular, a conclusão é particular;<br>                  - Se uma das premissas for negativa, a conclusão é negativa.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>C) Modos Válidos do Silogismo</strong></div><div>         Cada figura válida do silogismo admite apenas alguns tipos de proposição.<br>         Chama-se modo do silogismo à combinação de proposições (A, E, I, O) numa dada figura:   </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 21:51:06 UTC</pubDate>
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         <author>franciscojcs2002</author>
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         <pubDate>2018-10-26 22:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e Lógica Formal</title>
         <author>franciscojcs2002</author>
         <link>https://padlet.com/franciscojcs2002/bffgon5lvm3g/wish/297589432</link>
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         <pubDate>2018-10-26 22:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Lógica Aristotélica</title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>1.3) Principais Falácias</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 22:14:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscojcs2002</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1) Definição de falácia:</strong><br><br>       As falácias são argumentos inválidos construídos de tal modo que têm aparência de ser válidos. As falácias formais são argumentos inválidos em virtude de não respeitarem a estrutura válida dos argumentos.<br><br>«««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»<br><br><strong>2) Principais falácias formais<br><br>Falácia dos quatro termos: </strong>argumento que infringe a regra que diz que um silogismo categórico válido só pode ter três termos, nem mais nem menos;<br><br><strong>Falácia do termo médio não distribuído: </strong>silogismo em que o termo médio não se encontra distribuído em nenhuma das premissas de que faz parte.<br><br><strong>Falácia do processo ilícito do termo maior</strong> ou <strong>falácia da ilícita maior:</strong> silogismo em que o termo maior se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa em que ocorre.<br><br><strong>Falácia do processo ilícito do termo menor </strong>ou <strong>falácia da ilícita menor</strong>: silogismo em que o termo menor se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa onde ocorre.<br><br><strong>Falácia das premissas exclusivas: </strong>silogismo inválido pelo facto de apresentar duas premissas negativas.<br><br><strong>Falácia da conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa: </strong>silogismo no qual se infere uma conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa.<br><br><strong>Falácia da conclusão negativa a partir de premissas afirmativas: </strong>inferência em que se extraí uma conclusão negativa a partir de premissas afirmativas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 22:15:19 UTC</pubDate>
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