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      <title>Segurança e Auditoria de Sistemas by Enrique Dahlke</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-10 00:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu a LGPD?</title>
         <author>dahlkeenrique</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>LGPD</strong> é resultado de um movimento espontâneo da sociedade e autoridades brasileiras. Desde o início da década, empresas e usuários vêm buscando respostas para as questões de segurança virtual, que ganham relevância em função da escalada do cibercrime.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 00:09:04 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios da auditoria para as empresas</title>
         <author>dahlkeenrique</author>
         <link>https://padlet.com/dahlkeenrique/bf9t8qu6k54ro486/wish/2176601287</link>
         <description><![CDATA[<div>A realização de auditorias constantes e eficientes contribui para a diminuição de possíveis falhas e fraudes presentes nos sistemas de informação e, claro, a melhoria contínua destes pontos, a partir das sugestões dos relatórios. A consequência disso é a garantia da segurança, da integridade dos dados e da qualidade dos serviços que o departamento TI da empresa realiza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 00:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>O que é auditoria de sistemas e como se relaciona com a LGPD?</title>
         <author>dahlkeenrique</author>
         <link>https://padlet.com/dahlkeenrique/bf9t8qu6k54ro486/wish/2176603777</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz consigo oportunidades para que organizações reavaliem processos sobre o tratamento de dados. Nesse aspecto, podemos esperar mudanças, como a implementação de auditoria de sistemas. Adotar uma gestão de compliance, como a auditoria de sistemas, contribui não apenas para que a organização esteja em conformidade com a lei, mas também para implantação de boas práticas de governança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 00:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Para que serve e como funciona a auditoria de sistemas?</title>
         <author>dahlkeenrique</author>
         <link>https://padlet.com/dahlkeenrique/bf9t8qu6k54ro486/wish/2176609312</link>
         <description><![CDATA[<div>A preocupação em sobreviver frente um mercado cada vez mais competitivo e a busca pela melhoria contínua é o que vêm estimulando empresas a investir na auditoria de sistema da informação, ou seja, uma solução encontrada por gestores para problemas em potencial, como no caso da segurança dos dados manipulados através dos computadores na organização.&nbsp;Foi inevitável que as atividades realizadas manualmente se tornassem automatizadas, decorrentes principalmente do crescimento que as organizações vêm tendo, em paralelo com a evolução acelerada da tecnologia.<br><br></div><div><br></div><div>O ambiente empresarial foi se tornando cada vez mais complexo e gestores precisaram adequar às áreas administrativas e produtivas com sistemas e ambientes de tecnologia da informação (TI). Embora o processamento e armazenamento das informações tenha facilitado os negócios e a tomada de decisão, muitos riscos com a segurança dos dados também passaram a existir, e é neste ponto que a Auditoria de Sistemas se torna vital, garantindo a integridade das informações e evitando eventuais erros e falhas. Vejamos com mais detalhes para que serve, como funciona e o que a Auditoria de Sistemas pode verificar em uma empresa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 00:18:24 UTC</pubDate>
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         <title>Conheça os Princípios da Segurança da Informação.</title>
         <author>dahlkeenrique</author>
         <link>https://padlet.com/dahlkeenrique/bf9t8qu6k54ro486/wish/2176613345</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Segurança da Informação;</strong></li><li><strong>Princípio da Confidencialidade;</strong></li><li><strong>Princípio da Integridade;</strong></li><li><strong>Princípio da Disponibilidade;</strong></li><li><strong>Princípio da Autenticidade;</strong></li><li><strong>Princípio da Irretratabilidade.</strong></li></ul><div><br><br>Segurança da Informação<br><br></div><div>Com o avanço acelerado da tecnologia, é importante que haja mecanismos eficazes capazes de realizar a <strong>proteção </strong>dos usuários e das informações transferidas em ambientes tecnológicos. Desse modo, surge o conceito de<strong> Segurança da Informação,</strong> sendo ela o conjunto de <strong>estratégias e ferramentas</strong> para o gerenciamento de processos e políticas necessárias para prevenir, detectar e combater ameaças às informações.<br><br></div><div>De modo que seja possível realizar a proteção dos dados contra ameaças internas e externas, é importante que haja a garantia de alguns <strong>princípios básicos</strong> da segurança da informação. Os <strong>três principais</strong> princípios, chamados de <strong>trinca sagrada </strong>da segurança da informação, são: <strong>Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade (CID)</strong>. Há outros que também são muito importantes, como a <strong>Autenticidade e a Irretratabilidade (Não-Repúdio).<br></strong><br></div><div><br>Princípio da Confidencialidade<br><br></div><div>O princípio da <strong>Confidencialidade</strong>, também chamado de princípio da <strong>Privacidade</strong>, é a propriedade de um sistema que tem como objetivo limitar o acesso de pessoas não-autorizadas à informação, ou seja, ele <strong>apenas permite</strong> que dados e <strong>informações sejam revelados apenas àqueles legitimamente autorizados </strong>pelo proprietário de tais informações. Esses legitimados podem ser usuários, processos, sistemas, máquinas, entre outros.<br><br></div><div>Ele está intimamente ligado à <strong>privacidade</strong>. Imagine que você envie um e-mail com seus dados bancários a uma pessoa de confiança. Desse modo, o seu desejo é que apenas o destinatário possa ter acesso a tais informações. Porém, é possível que um invasor tenha conseguido acesso a esse e-mail, podendo visualizar todas as informações presentes nele. Assim, caso isso aconteça, é porque houve a violação do princípio da confidencialidade ou da privacidade da comunicação.<br><br></div><div>Outro exemplo da importância do princípio da confidencialidade está no mundo empresarial, em que empresas podem tentar conseguir informações internas de companhias concorrentes. Desse modo, a detentora das informações violadas pode ter sérios prejuízos, bem como os usuários dos serviços dessa empresa, os quais podem ter seus dados indevidamente revelados a pessoas não autorizadas.<br><br></div><div><br>Princípio da Integridade<br><br></div><div>O segundo princípio da segurança da informação que iremos analisar é a Integridade.<br><br></div><div>Ela é a propriedade que garante que, durante a transferência da <strong>informação</strong>, ela <strong>não seja violada ou corrompida</strong>, mantendo a sua <strong>fidedignidade e correção</strong>, ou seja, ela garante que todas as <strong>características </strong>da mensagem original <strong>sejam mantidas </strong>durante qualquer operação, entre a sua origem e destino. Desse modo, há a garantia de que os dados <strong>não sejam indevidamente alterados.<br></strong><br></div><div>Em outras palavras, esse princípio é o garantidor da<strong> conformidade e da não-violação</strong> das informações contra qualquer alteração indevida, como gravação, inserção ou exclusão de dados.<br><br></div><div>Para exemplificar essa situação, suponha-se, novamente, que você envie um e-mail com seus dados bancários para uma pessoa realizar um depósito para você. É extremamente importante que haja a garantia de que os dados que chegarão ao destinatário sejam os mesmos que foram enviados pelo remetente. Pois, caso ela tenha sido interceptada e alterada indevidamente, é possível que o depósito seja realizado em outra conta bancária, uma vez que houve a violação do princípio da integridade da informação.<br><br></div><div>Através do exemplo acima, é possível perceber a importância desse princípio, já que ele garante que a informação enviada e recebida esteja <strong>correta, fidedigna, precisa e original, sem nenhuma manipulação.<br></strong><br></div><div><br>Princípio da Disponibilidade<br><br></div><div>O princípio da Disponibilidade está relacionado à garantia de que a <strong>informação esteja sempre disponível e acessível, </strong>quando requerida, ou seja, permite que usuários autorizados tenham acesso a informações de seus interesses sempre que necessário, para o seu uso legítimo.<br><br></div><div>Um grande exemplo da importância da disponibilidade da informação é em relação a transações bancárias. Há situações emergenciais em que é necessário a transferência de valores financeiros, de maneira imediata.<br><br></div><div>Hoje em dia, a grande maioria desse tipo de transação é realizada por meio de aplicativo bancário. Desse modo, para que a transação seja concretizada, é imprescindível que o aplicativo esteja em pleno funcionamento, para que haja o acesso a sua conta. Porém, não é raro os momentos em que o aplicativo esteja indisponível, muitas vezes porque o sistema estava “fora do ar”, inviabilizando a concretização da transação. Desse modo, houve a violação do princípio da disponibilidade, uma vez que as informações não estavam disponíveis ao usuário bancário no momento em que ele necessitou delas.<br><br></div><div>Logo, é nítida e muito perceptível a importância desse princípio, não apenas em setores específicos da sociedade, mas para toda a coletividade.<br><br></div><div><br>Princípio da Autenticidade<br><br></div><div>A propriedade da Autenticidade, apesar de não estar contida entre os três princípios fundamentais da segurança da informação, é também considerada muito importante.<br><br></div><div>Ela é a propriedade que permite <strong>garantir que o emissor de determinada informação seja realmente quem alega ser, </strong>assegurando que a mensagem é realmente <strong>proveniente da fonte declarada</strong>. Ou seja, ela garante a <strong>identidade</strong>, de forma inequívoca, do <strong>remetente </strong>da informação.<br><br></div><div>Um exemplo é a utilização da <strong>biometria </strong>para o acesso a alguma informação. Ao inserir as suas digitais em determinado equipamento, através de um cadastro prévio, é possível concluir se a pessoa é realmente quem ela alega ser.<br><br></div><div>Um outro exemplo é a utilização do <strong>Certificado Digital</strong>, o qual é um documento eletrônico composto por dados do seu titular, como sua chave pública, dados da empresa certificadora, entre outras informações. Ele é geralmente utilizado em transações pela internet, para comprovar que o usuário que está realizando a transação é realmente quem ele diz ser, garantindo, assim, a autenticidade do remetente.<br><br></div><div>Um exemplo deste tipo de certificado pode ser encontrado na barra de endereço do seu navegador ao entrar em um site seguro, sendo ele representado por um pequeno cadeado. Ao clicar nele, você poderá encontrar diversas informações sobre o “dono” do site, garantindo que o acesso àquele endereço é seguro e que ele pertence a quem ele diz pertencer.<br><br></div><div>Para finalizar, um outro exemplo de autenticidade está nas redes sociais, em que é possível visualizar as <strong>contas verificadas, </strong>com um pequeno “check” azul, de modo a informar que aquela conta realmente é daquela pessoa que ela diz ser. Essa ferramenta é geralmente utilizada para contas de pessoas famosas.<br><br></div><div><br>Princípio da Irretratabilidade<br><br></div><div>Para finalizar o nosso artigo de hoje sobre os princípios da segurança da informação, iremos tratar da Irretratabilidade.<br><br></div><div>Este princípio, também conhecido como Princípio do <strong>Não Repúdio</strong> ou da <strong>Irrefutabilidade</strong>, está relacionado à garantia da<strong> impossibilidade de o emissor negar a autoria de determinada mensagem ou transação.<br></strong><br></div><div>Este princípio é muito importante, sendo utilizado até no âmbito criminal. Imagine que uma pessoa profira inúmeras ofensas e ameaças a outras pessoas por meio das redes sociais. Alguns podem não saber, mas essas pessoas podem ser legalmente incriminadas pelos seus atos cibernéticos, através da utilização do princípio da irretratabilidade, o qual garante que a pessoa que proferiu tais ameaças não possa negar a autoria das mensagens.<br><br></div><div>Outra utilização importante está na utilização da assinatura digital de documentos eletrônicos, em que não é possível que determinada pessoa que assinou tal documento possa negar que o tenha feito, a menos que haja a comprovação de que teve as suas autenticações, senhas ou tokens roubados.<br><br></div><div>A doutrina nos traz que o princípio da Irretratabilidade é formado pela <strong>junção </strong>dos princípios da <strong>autenticidade </strong>e da <strong>integridade</strong>, uma vez que há a garantia de que a pessoa que enviou é o próprio remetente, bem como a asseguração de que a mensagem enviada não foi violada, obtendo, assim, o princípio do não repúdio.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 00:21:50 UTC</pubDate>
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