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      <title>luta dentro da Acessibilidade e Inclusão by Amanda Moreno</title>
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      <description>Amanda Moreno João</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-27 19:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>Radis destaca luta por inclusão de pessoas com deficiência</title>
         <author>amandamorenojoao</author>
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         <description><![CDATA[<div>A trajetória de Laís Silveira Costa e de sua filha, Camila, de sete anos, é uma luta constante para garantir que a inclusão seja para todo mundo. As experiências de preconceito foram tantas que a mãe aprendeu a entender os códigos, ditos e não-ditos que dificultam ou impedem o acesso de sua filha, que tem síndrome de Down, a um direito básico, que é a educação. Na pandemia, Laís entrou em desespero ao ver que as aulas remotas não atendiam às necessidades de aprendizagem da menina. Ao cogitar trocar a filha de escola, ela se deparou com certo desprezo ao telefone, com um recado nas entrelinhas de que ela poderia fazer isso se quisesse. «Foi uma violência. Em vez de ver realçado o direito de minha filha estudar em uma escola regular, a coordenadora realçou o meu direito de sair de um lugar do qual saio a hora que eu quiser», conta.<br><br>Escola excludente<br><br>A criação de ambientes para «educação especial» ou para alunos com «necessidades especiais» por si só sinaliza o preconceito e conta com o apoio do ministro da Educação, Milton Ribeiro. Em uma entrevista na TV Brasil , ele defendeu a separação de estudantes com e sem deficiência. «Nós temos, hoje, 1,3 milhão de crianças com deficiência que estudam nas escolas públicas. Desse total, 12% têm um grau de deficiência que é impossível a convivência», disse, citando dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2020, mas sem fazer referência à completa inaptidão da escola para esse grupo de alunos e alunas. No mês em que é comemorado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência , Ribeiro acrescentou que essas crianças «atrapalham» o aprendizado de outras sem a mesma condição. Diante da reação, o ministro pediu desculpas pelo «erro». Depois, em uma reunião reservada na Câmara dos Deputados, no início de setembro, aproveitou para dizer que tem «pouco conhecimento» sobre as causas das pessoas com deficiência .<br>Nesse encontro com os parlamentares, Ribeiro assumiu o compromisso de rever o texto de alguns artigos do Decreto 10.502, que instituiu a PNEE em 30 de setembro de 2020, além de reforçar o orçamento da «educação especial».<br><br>Preconceito e discriminação<br><br>A criação de «escolas especiais» é uma forma de capacitismo, como são chamadas as ideias, atitudes e expressões linguísticas preconceituosas que segregam, inferiorizam, ridicularizam ou excluem pessoas com deficiência. O capacitismo oprime tal como o racismo opera com pessoas negras, o machismo com mulheres e a homofobia com a população LGBTQIA+, diz o manifesto do Coletivo Feminista Helen Keller, uma organização de mulheres feministas com deficiência.<br>Em 2020, o coletivo lançou um guia de exercício de direitos que cita exemplos de comportamentos capacitistas: não se dirigir à pessoa com deficiência, mas com quem a acompanha; desconsiderar as potencialidades das pessoas com deficiência, como possibilidade de trabalhar, de locomover-se ou de tomar decisões; agir como se a realização de tarefas e interações cotidianas fossem grandes atos de superação ou de heroísmo; ter pena de uma pessoa por causa de sua deficiência, ao invés de ter empatia pelas suas vivências e pela sua própria percepção de dificuldades; ou tratar uma pessoa adulta com deficiência de maneira infantilizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 19:43:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sylvia Rivera</title>
         <author>amandamorenojoao</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Sylvia Rivera era uma ativista estadunidense que lutava pela libertação gay e pelos direitos dos transgêneros em Nova York. Filha de dois imigrantes de Porto Rico e da Venezuela, Sylvia participou de manifestações com a Frente de Libertação Gay ao lado de Marsha P. Johnson, atuando principalmente na Revolta de Stonewall, em 1969, um dos maiores marcos para a luta LGBT+ do mundo.</div><div><br>Sylvia se identificava como drag queen, mas naquela época o termo possuía outro contexto. Elas não se montavam para fazer shows, pelo contrário, drag queen era sua identidade o tempo todo. O debate sobre identidade de género ainda era inacessível à maioria, em particular às negras sem-abrigo e trabalhadoras do sexo, portanto Sylvia usou diversos rótulos ao longo de sua vida.</div><div><br>Junto com Marsha, ela fundou Street Transvestite Action Revolutionaries (STAR) em 1970, uma organização dedicada a ajudar jovens trans, homossexuais e bissexuais que não tinham onde morar. Também participou dos movimentos da segunda onda feminista e da luta pelos direitos humanos.</div><div><br>Em 1973, os organizadores da Parada do Orgulho, apoiados por um grupo de feministas radicais, expulsaram as drag queens, particularmente Sylvia e Marsha, por darem uma “má imagem” à manifestação. Em resposta, Sylvia subiu ao palanque e desafiou todas as pessoas, especialmente os gays brancos que pareciam ter esquecido quem havia iniciado a luta pela libertação.</div><div><br>Enquanto todos a vaiavam, ela deu seu discurso lendário, questionando onde estavam seus colegas quando se trata de reivindicar os direitos do T de LGBT+. Depois desse dia, ela tentou cometer suicídio e se afastou por duas décadas da militância, mas continuou ajudando jovens LGBT+ em situação de rua e a impedir que tivessem prostituição como única saída.</div><div><br>Em 2002, Sylvia morreu de câncer no fígado, mas deixou um legado imensurável para a comunidade LGBT+ no mundo todo. Em 2005, a esquina das ruas Christopher e Hudson foi nomeada de “Sylvia Rivera Way”, o local onde a mesma usava para protestar, e em 2019, a prefeitura da cidade de Nova York anunciou a construção de um monumento em homenagem a Sylvia e Marsha no bairro de Greenwich Village, onde aconteceu a Revolta de Stonewall, para honrar suas memórias.</div><div>Sylvia foi uma das pessoas que abriu caminho para a garantia dos nossos direitos e principalmente pelas pessoas trans, não-binárias e gênero não-conformistas, e sua luta não pode ser esquecida.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 19:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Martin Luther King Jr.</title>
         <author>amandamorenojoao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Martin Luther King Jr. foi um grande líder pacifista. Lutou incessantemente pelos princípios de liberdade e igualdade, e pelos direitos civis na América. Pelo combate pacífico contra o preconceito racial, ganhou o <em>Prêmio Nobel da Paz</em>. Mas a trajetória de um dos mais importantes e respeitados líderes políticos negros foi breve. Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, aos 39 anos, por um branco segregacionista. &nbsp;<br><br></div><div>A luta de Luther King pelos direitos civis nos Estados Unidos teve início no episódio conhecido como <em>Milagre de Montgomery</em>, em 1955. Então presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, liderou, junto com os demais membros da comunidade, um boicote às empresas de ônibus da cidade, após um ato discriminatório a uma passageira negra. &nbsp;<br><br></div><div><strong>MOVIMENTO</strong> – A passageira, Rosa Parks, que se recusou a ceder o lugar para um branco, foi presa por desacato às leis segregacionistas. O episódio colocou a questão racial em debate nacional e gerou um movimento, que durou um ano, para pressionar o Estado a abolir este tipo de segregação. A reivindicação foi acatada pela Suprema Corte Americana, que determinou o fim da discriminação nos transportes públicos. &nbsp;<br><br></div><div>King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas contra a segregação racial em espaços públicos e pelos direitos civis do negro. Em 1960, os negros conquistaram o direito de acesso a bibliotecas, parques e lanchonetes. Na década de 60, a questão racial era apenas uma parte da luta de classes nos EUA, além das greves e da luta dos trabalhadores, e da participação dos EUA em golpes e conflitos militares no mundo inteiro.<strong> </strong>&nbsp;<br><br></div><div><strong>MARCHA </strong><strong><em>– </em></strong>Em 1963, o ativista político liderou a<em> Marcha para Washington</em>, um movimento de luta pelo fim da segregação racial. O manifesto em prol dos Direitos Civis de todos os cidadãos americanos contou com a participação de mais de 200 mil pessoas. Na ocasião, Luther King proferiu o célebre discurso <em>Eu tenho um sonho, </em>que clamava por uma sociedade de liberdade e igualdade. &nbsp;<br><br></div><div>Aos 35 anos, Luther King foi contemplado com o <em>Nobel da Paz,</em> sendo o mais jovem ganhador deste importante <em>Prêmio</em>. A não-violência foi a forma utilizada para articular sua luta, realizada por meio de uma resistência firme, mas pacífica. No entanto, o líder político foi preso por diversas vezes, duramente criticado e sofreu ameaças por seus posicionamentos.<strong><em> </em></strong>&nbsp;<br><br></div><div>A batalha de Luther King pelos direitos civis dos negros teve continuidade com a aprovação da Lei dos Direitos Civis, assinada em 1964, que garantia a igualdade de direitos. No ano seguinte, mais uma importante conquista aconteceria: a aprovação da Lei dos Direitos de Voto para os negros. Luther King também lutou em favor de oportunidades de emprego para os pobres no país e, em 1967, uniu-se ao Movimento pela paz na Guerra do Vietnã. &nbsp;<br><br></div><div><strong>ASSASSINATO</strong> – Martin Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, aos 39 anos, em Menphis. Todavia, sua luta significou um marco histórico na defesa pelos direitos civis de toda a humanidade e pela paz. Seu legado influenciou o fim do Apartheid na África do Sul e permitiu que o mundo assistisse, na primeira década do século XXI, a ascensão do primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América, Barack Obama.<strong><em> </em></strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 20:00:38 UTC</pubDate>
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