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      <title>RESENHAS - AFROCIENTISTA by Vitória Tinoco</title>
      <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59</link>
      <description>Resenhas produzidas pelos alunos do projeto Afrocientista, da oficina: Produção Textual Acadêmica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-22 21:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha crítica- projeto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2636322020</link>
         <description><![CDATA[<div>elyssandra<br><br>Conceição Evaristo é uma escritora e afro-brasileira, cujo o trabalho é conhecido e muito renomada. Homenageada como Personalidade Literária do Ano pelo Prêmio Jabuti, em 2019, nascida 29 de novembro de 1946 (idade 76 anos), Belo Horizonte, Minas Gerais e graduada na universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Conceição Evaristo mostra e defende a permanência da exclusão do negro desde o tempo da escravidão.<br>O livro “olhos d’agua’’ publicado em 2014 pela autora, é um livro com 15 contos que neles abortam diversos temas com varias temáticas sociais relacionada ao racismo, violência e romance e com uma narrativa em primeira e terceira pessoa.<br>O livro “olhos d’agua” retrata vários contos onde mostra os desafios enfrentados pelos personagens da obra que lutam contra pobreza, racismo, sexismo e violência em geral. Um dos contos em específico se chama ‘’Ei, Adorca!’’ começa mostrando a vida do personagem principal desde o ventre da mãe, a mãe dele é representada como uma mulher negra que cuja sua vida diária era diferente. Uma mulher negra moradora de subúrbio, grávida que realiza viagens para o trabalho, enquanto praticamente todas as mulheres brancas enquanto grávidas não precisavam trabalhar e possuíam muitos direitos em relação a isso.<br>É importante observar como a autora foca na reflexão do direito das mulheres negras, nas condições de vida delas e de como sofrem diariamente, mesmo estando grávida. Evaristo traz questões muito importantes de identidade e autoaceitação, a personagem tenta buscar sua voz, luta e um lugar no mundo mesmo com todos tentando restringi-la<br>Através dessa&nbsp; bela escrita, a autora nos chama a pensar e refletir sobre as desigualdades sociais e de como temos que lutar pra construir uma sociedade mais justa e inclusiva. Com seu texto nos leva a observar a humanidade como ela realmente é, e nos faz ficar intrigados do começo ao fim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-01 13:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha crítica- &quot;Ei, Ardoca&quot;</title>
         <author>anamariapassos75</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2636400975</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No conto “Ei, Ardoca” do livro “Olhos d´água”, a renomada escritora, vencedora do prêmio Jabuti (maior prêmio da literatura brasileira) Conceição Evaristo, caracteriza os diversos problemas sociais sofridos pelos negros (pretos e pardos) que são subalternizados desde antes do nascimento, como o que ocorre nessa trama, onde Ardoca é um homem mentalmente e socialmente vulnerável desde os primórdios de sua vida, devido às barreiras impostas pela sociedade que é extremamente racista.<br><br></div><div><br>Através de suas obras, Conceição Evaristo busca mostrar por meio da “escrevivência” o drama sofrido pelos negros. No conto em questão, há a retratação da saúde mental da população negra, que de acordo com o Ministério da Saúde, é a mais vulnerável, em que o índice de suicídio entre jovens e adolescentes negros é 45% maior do que entre brancos.<br><br></div><div><br>Em: “Sua mãe, moradora do subúrbio, fazia a viagem diária rumo ao trabalho. Ela grávida, ele estufando a barriga materna respondia aos solavancos do trem com chutes internos. Depois, cá fora, no mundo, no colo da mãe, acordava e chorava durante todo o tempo da viagem…”, pode-se&nbsp; observar que desde o ventre de sua mãe ele era obrigado a andar de trem, já que ela ia trabalhar mesmo sem condições físicas favoráveis fazendo o uso do trem como transporte. Essa situação acabou gerando um trauma em Ardoca, fazendo com que ele nunca se acostumasse com as suas viagens de trem.<br><br></div><div><br>Ele presenciou diversos acontecimentos e crimes durante suas viagens no trem. Ardoca acabou se envenenando e foi para o trem, em seus últimos suspiros de vida fora assaltado. Ardoca se foi e deixou sua mulher e filhos, tornando-os mais uma mulher para a lista de mulheres chefes de família e mais uma criança sem pai.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-01 21:02:38 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA</title>
         <author>samillemilena</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2636738491</link>
         <description><![CDATA[<div>                      RESENHA&nbsp;<br><br>EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2014.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Samille Milena Corvelo dos Santos&nbsp;<br><br>A distinta obra " Ei, Ardoca" de Evaristo Conceição (1946) é um conto do livro " Olhos D'água " (2014), que aborda de maneira sucinta a realidade do indivíduo negro na sociedade através do personagem Ardoca evidenciando uma notória denúncia e manifestação relacionado a forte presença do preconceito, racismo e violência no cenário em que se vive.&nbsp;<br>Conceição Evaristo, grande escritora romancista, poeta e contista, destaca-se como vencedora do Prêmio Jabuti 2015 ( maior prêmio literário no Brasil) e homenageada como Personalidade Literária do ano pelo Prêmio Jabuti 2019, também atua como pesquisadora voltada a sua área, a literatura, e professora. Em geral suas obras abordam temas de teor racial, como a vivência de mulheres negras e suas desigualdades raciais as quais denunciam a triste realidade meclando com a ficção.&nbsp;<br>O conto "Ei, Ardoca" retrata a história de um homem negro que sempre viveu boa parte de sua vida nos trens, observando a vida cansativa das pessoas ao seu redor, ao mesmo tempo que vivia a sua própria vida cansativa e monótona, e se sentia cansado e tenso.&nbsp; Em um determinado momento, ao não suportar mais nada disso, Ardoca resolve beber veneno e acabar com sua vida, a parte mais chocante é que em um dos seus momentos mais sofridos (os quais foram enquanto o veneno começara a fazer efeito), as pessoas ao seu redor não podia se importar menos, nenhuma preocupação, as mulheres faziam fofocas, as pessoas no trem insinuavam que estava bêbado, riam, diziam comentários maldosos, um homem que aparentou lhe ajudar na verdade roubou seus pertences, e assim Ardoca teve o seu fim.<br>Vale dizer como a autora explora diferentes temáticas de forma comovente, enfatizando e esclarecendo a os sentimentos e vivência do protagonista, proporcionando detalhes ainda que seja um texto breve.<br>&nbsp;Consequentemente a compreensão das críticas ao longo dos parágrafos relacionados a passagem de vida do personagem Ardoca, a sua forte conexão com o trem, o caos da sua vida cotidiana, a desesperança que sempre sentia devidos aos trabalhos por toda a sua vida os quais levaram e indicaram uma notória alienação, e ainda a indiferença das pessoas em relação ao sofrimento alheio além do preconceito que sofrera, tornam-se cada vez mais fáceis de serem percebidos e discutidos.<br>Portanto, é claro como a autora brasileira aborda temas sensíveis, críticos e cotidianos de maneira que permita a reflexão e debates do leitor já que apesar da riqueza de pontos completamente relevantes à discussão, eles não se apresentam de maneira totalmente explícita, exigindo atenção por parte de quem ler.&nbsp;<br>Finalmente, pode-se concluir que este conto além de ser breve, reflexível do início ao fim, e tocante, possibilita aos leitores (acadêmicos ou não) a necessidade de atenção à sua própria realidade assim como a do próximo, o que proporciona discussões&nbsp; de temas que rodeiam o atual cenário, onde enfrenta-se desafios diários acerca do preconceito, racismo, a forte influência do trabalho na saúde da população sobretudo os mais pobres e a desigualdade racial. Por último, sua obra ao apresentar diferentes pontos que se ligam e formam uma ideia central a qual evidencia-se as críticas, acabam assim prendendo o leitor e se tornando um grande convite.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 00:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica - &quot;Ei, Ardoca&quot; </title>
         <author>beatrizleite8</author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2636767751</link>
         <description><![CDATA[<div>Beatriz Leite da Silva<br><br>"Ei, Ardoca" é um conto presente no livro "Olhos d'água" (2014) escrito por Conceição Evaristo (1946), uma escritora, poeta e ativista brasileira conhecida por abordar questões sociais, como discriminação racial, pobreza e violência. Nesta narrativa impactante, a autora retrata a vida de Ardoca, um homem marginalizado pela sociedade. Através da história de Ardoca, a autora oferece uma visão perspicaz das dificuldades enfrentadas por aqueles à margem da sociedade.<br><br>A narrativa mergulha no cotidiano de Ardoca, que cresceu enfrentando as adversidades diárias do trem, testemunhando a violência, o tráfico de drogas e a luta dos trabalhadores cansados. Conceição Evaristo retrata, de forma sensível, a experiência de alguém invisível aos olhos da sociedade, mas que, internamente, está sempre atento e tenso, como se o trem pudesse se autodestruir a qualquer momento.<br><br>O conto atinge o ápice da emoção quando Ardoca decide pôr fim à sua vida dentro do próprio trem. Esse ato de desespero é a expressão máxima de uma existência desgastada, privada de esperança e perspectivas. O momento da tentativa de suicídio é retratado de forma intensa, com os detalhes da reação das pessoas ao redor e a frieza com que o assalto é perpetrado enquanto o protagonista agoniza.<br><br>O título do conto, "Ei, Ardoca", é um grito de socorro que, ironicamente, não é direcionado ao protagonista na cena de seu infortúnio, mas sim a um estranho que busca roubá-lo. No entanto, o conto também evidencia a resistência e a humanidade dos personagens marginalizados. Ao destacar a mulher que tenta socorrer Ardoca e os crentes que cantam para ele, a autora mostra a solidariedade e a compaixão que ainda podem surgir em meio às adversidades.<br><br>Em suma, "Ei, Ardoca" é um conto poderoso que denuncia as desigualdades sociais e a invisibilidade dos indivíduos que vivem à margem da sociedade. Conceição Evaristo nos instiga a refletir sobre a importância da empatia e da solidariedade na construção de uma sociedade mais justa através desse conto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 01:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica - &quot; Ei, Ardoca&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2638086129</link>
         <description><![CDATA[<div>Lana Alice Leitão da Rocha&nbsp;<br><br>O conto "Ei, Ardoca" é um dos trezentos contos do livro "Olhos D'água" (2014) de Conceição Evaristo (1946). O livro apresenta uma série de narrativas curtas que relatam a vida de personagens marginalizados e excluídos da sociedade. Os contos também destacam a importância da luta e persistência em momentos de dificuldade e injustiça no mundo.<br><br>Conceição Evaristo é uma renomada escritora brasileira e ganhadora do Prêmio Jabuti de Personalidade Literária em 2019, além de ter vencido o Prêmio Jabuti no ano de 2015. Ela também é pesquisadora na área de literatura comparada e trabalha como professora na rede pública. Em geral, suas obras são marcadas pela temática da negritude, com foco na representação das mulheres negras e nas questões sociais, como violência, identidade e resistência.<br><br>No conto "Ei, Ardoca", Evaristo relata a vida de um homem que vive em meio à violência, ao tráfico de drogas e à vida monótona e cansativa dos trabalhadores. Evaristo retrata de forma sensível como muitas vezes podemos nos tornar pessoas invisíveis e sem valor na sociedade. No ápice da história, o personagem tira sua própria vida dentro de um trem, não suportando mais sua existência e o meio em que vive.<br><br>Em suma, o conto "Ei, Ardoca" é de fácil leitura e possibilita aos leitores (acadêmicos ou não) a reflexão e a compreensão da sociedade em que vivemos atualmente. Evaristo busca nos mostrar, por meio de suas palavras, a importância da empatia, que nos permite compreender e compartilhar as emoções e experiências dos outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-04 15:58:22 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha - &quot;Ei Ardoca&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vitoriartinoco/bb4q0oqd01c5nb59/wish/2645326610</link>
         <description><![CDATA[<div>Huran Robert Cardoso Santos&nbsp;<br><br>O conto "Ei Ardoca" de Conceição Evaristo faz parte do conjunto de contos do livro "Olhos d'água" publicado em 2014. Como grande parte dos contos escritos pela autora, este trata da problemática história de um homem negro morador da periferia, o conto retrata a situação de diversas pessoas negras que vivem pelo trabalho e são preconceituados como pobres que com o pouco dinheiro que possuem estragam suas vidas.<br>&nbsp;A história trata de Ardoca um trabalhador negro como muitos, que nasceu em meio ao trabalho, este que mesmo vivendo sempre a mesma rotina nunca acostumou-se com a vida nos trens e cansado do trabalho e de sua vida decide por um ponto final ingerindo veneno e voltando para morrer no lugar que tanto lhe incomodava, o trem.<br>&nbsp;Com este conto é possível observar que mesmo após quase dois séculos a escravidão ainda trás sequelas para a vida de pessoas negras pois estes só tem o trabalho exaustivo como primeira opção, esta imposta pela sociedade, partindo da ideia de que pessoas negras sofrem preconceitos a todo momento e isso inclui entrevistas de emprego, já que o racismo estrutural implanta nas mentes das pessoas que negros não são inteligentes e não podem fazer trabalhos intelectuais.<br>&nbsp;Assim sendo o conto "Ei Ardoca" uma história de fácil compreensão que possibilita cada leitor perceber a dificuldade das vidas dos trabalhadores e os preconceitos vividos por eles.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-14 19:21:26 UTC</pubDate>
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