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      <title>Produção intelectual de levantamento biográfico, literário, social, geográfico, cultural e econômico da Jamaica by Janis Lana</title>
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      <description>Projeto Jamaica - Perspectiva, explanação e abordagem sistêmica da estruturação Jamaicana em sua amplitude</description>
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         <title>Sylvia Wynter</title>
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         <title>Sylvia Wynter</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 11:34:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 10:18:48 UTC</pubDate>
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         <title>Nome do grupo: Jerk</title>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <title>Sylvia Winter</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 10:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sylvia Winter </title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956, Wynter conheceu o romancista guianense Jan Carew, que se tornou seu segundo marido. Em 1962, Wynter publicou seu único romance, The Hills of Hebron. Depois de se separar de Carew no início dos anos 1960, Wynter voltou à academia e, em 1963, foi nomeado professor assistente de literatura hispânica no campus de Mona da Universidade das Índias Ocidentais. Em 1974, Wynter foi convidado pelo Departamento de Literatura da Universidade da Califórnia em San Diego para ser professor de Literatura Comparada e Espanhola e para liderar um novo programa de literatura do Terceiro Mundo. Ela deixou a UCSD em 1977 para se tornar presidente de Estudos Africanos e Afro-Americanos e professora de espanhol no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Stanford, onde trabalhou até 1997. De meados ao final dos anos 1960, Wynter começou a escrever ensaios críticos abordando seus interesses na história e literaturas caribenhas, latino-americanas e espanholas. Em 2010, Sylvia Wynter foi condecorada com a Ordem da Jamaica por serviços nas áreas de educação, história e cultura.</div>]]></description>
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         <title>aaa</title>
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         <title>O músico e poeta jamaicano Linton Kwesi Johnson, criador do termo &quot;dub-poetry&quot;.   Poeta de intervenção, que inclui as raízes do reggae na escrita poética, Linton Kwesi Johnson deverá ler em Lisboa poemas que escreveu entre os anos 1970 e 1990, durante a juventude e idade adulta em Londres.  Nascido na Jamaica, emigrou para o Reino Unido em 1963, então com 11 anos. Estudou Sociologia e lançou os primeiros álbuns em finais de 1970, como &quot;Dread Beat an&#39; Blood&quot; (1978), a partir de um livro de poesia, e &quot;Forces of Victory&quot; (1979), declarações socialmente comprometidas contra a violência e a intervenção policial contra negros e imigrantes em Brixton, sul do país. </title>
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         <title></title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <title>Linton Kwesi Johnson is a renowned Jamaican dub poet, long based in London. At the Mayor of London’s Windrush 70 celebrations, he performed this poem, written in 1991, Johnson reflects on years of struggle for Black rights in the UK, the hard and messy work of activism, and the longing for home and comfort in the midst of impossible circumstances. </title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <title>Lee &#39;Scratch&#39; Perry, produtor pioneiro de reggae e dub.</title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <title></title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <title></title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <title>Lee ’Scratch’ Perry começou sua carreira trabalhando como &quot;faz-tudo&quot; no Studio One, sob as ordens do lendário produtor Coxsone Dodd. Em meados da década de 60, ele era um misto de mensageiro, técnico de som, compositor, deejay, segurança e também vocalista, mostrando todo seu ecletismo - foi lá que gravou as faixas reunidas em CHICKEN SCRATCH.Depois de sete anos de trabalho, brigou com Coxsone por causa dos baixos salários e da falta de reconhecimento, e foi trabalhar com Joe Gibbs, que na época ainda não era um produtor, mas tinha muita grana. Perry passou a comandar o selo de Gibbs, conseguindo alguns hits com suas produções, entre elas uma música onde fazia acusações diretas ao seu ex-patrão.Pouco tempo depois deixou o novo chefe, novamente atirando para todos os lados, dando mostras do seu gênio terrível e da sua forte personalidade. A partir de 68 passou a trabalhar por conta própria criando seu próprio selo, o Upsetter, e recrutando alguns jovens músicos para formar sua banda de estúdio, os Upsetters.A formação incluia os irmãos Family Man e Carlton Barret no baixo/bateria, o guitarrista Alva Lewis, o tecladista Glen Adams e Max Romeo nos vocais. Na época todos circulavam por Kingston assintindo filmes do estilo &quot;western-spagueti&quot; no cinema à tarde, e passando as noites no estúdio, onde, devidamente inspirados, criavam ritmos demolidores.Em 69, Perry emplacou um hit com a banda na Inglaterra justamente inspirado em tais filmes,&quot;Return of Django&quot;, o que lhe lhes rendeu seis semanas de shows. Foi a primeira turnê de um grupo jamaicano por lá. Justamente nessa época, os caminhos de Lee Perry se cruzaram com os de Bob Marley, em termos profissionais, visto que eles já se conheciam dos tempos do ska, tendo ambos trabalhado com Coxsone no Studio One.As coisas estavam mudando na emergente cena reggae jamaicana com o aparecimento de novos selos e produtores independentes, que punham em xeque o reinado dos dois maiores produtores até então, Coxsone e Duke Reid. Assim, os Wailers, que estavam sem produtor depois de terem feito sucesso e brigado com Coxsone, acabaram topando com Lee Perry, então lutando por seu espaço no competitivo mercado.Depois de algumas jams e gravações com os Upsetters, Bob Marley intimou o grupo à abandonar Perry e se juntar à eles, com o argumento de que a união da melhor banda de estúdio com o melhor grupo vocal da Jamaica seria devastadora. Quando Lee Perry soube da tentativa de Bob ficou furioso, a ponto mesmo de querer matá-lo. O caso só foi resolvido num tête-a- tête entre os dois, quando depois de horas de discussão acalorada eles chegaram a um acordo, deixando a sala onde estavam em meio à risos e tapinhas nas costas.Os Upsetters se juntariam aos Wailers, sim, mas o produtor exclusivo seria, obviamente, o próprio Perry. Logo todos estariam no estúdio, criando o que seria o ponto alto não só das carreiras de cada um como também da própria história da música jamaicana. A quimica que rolou nas sessões dos Wailers com os Upsetters sob o comando genial de Lee Perry foi fenomenal, tal a quantidade de clássicos que foram produzidos que mudaram os rumos do reggae, e serviram de base ao enorme sucesso alcançado por Bob na sequência, estabelecendo Lee Perry como um dos grandes produtores da Jamaica.Muitas das músicas que saíram dessas sessões - &quot;Small Axe&quot;, &quot;Duppy Conqueror&quot;, &quot;Kaya&quot;, &quot;Put it on&quot;, entre outras - foram regravadas depois por Bob, mas a mágica das gravações originais nunca seria ultrapassada. Entre 69 e 70 as coisas funcionaram bem, mas em 71 a lua de mel entre Lee Perry e os Wailers acabou. Tratando-se de personalidades fortes, foi até natural o rompimento da relação de amor e ódio que se estabeleceu entre eles, em meio à acusações mútuas.Os Wailers ficaram com os irmãos Barret, reformulando o grupo e assinando contrato com a Island em 72, onde continuaram a fazer história. Os demais músicos seguiram seu caminho e Lee Perry ficou com o nome Upsetter, convocando novos músicos para seu próximo projeto.Com o fim da revolucionária parceria com os Wailers, Lee ’Scratch’ Perry começou a construir um estúdio que viria a se chamar Black Ark (cuja produção foi compilada em várias coletâneas, entre as quais a sublime ARKOLOGY, reformulando a formação dos Upsetters.Já estabelecido como produtor, ele conseguiu sua independência em relação aos tradicionais chefões jamaicanos e se afirmou como um dos nomes mais importantes da cena reggae. Entre 74 e 79, o Black Ark foi uma potente usina musical e ditou as regras na música da ilha, sob o comando de seu tresloucado construtor/comandante. O som do Scratch e de sua confraria marcou época com produções inovadoras e à frente do seu tempo.Passaram pelas mãos do Scratch nomes como Max Romeo, Junior Murvin, Heptones, Gregory Isaacs, Junior Byles, Congos, além de calouros a quem ele dava a tão sonhada primeira chance. E ele ainda encontrava tempo para cuidar de sua carreira solo.Com as atenções do mundo voltadas para a Jamaica por conta do sucesso de Bob Marley, era natural que a música de Lee Perry se destacasse, levando-o à vôos internacionais. A Island Records assinou com ele um contrato de distribuição, e seu estilo acabou chamando a atenção de figuras como Paul McCartney e o Clash, que inclusive regravaria no seu primeiro disco a clássica ’Police and Thieves’.Pra manter a tradição, passado um tempo ele rompeu com Chris Blackwell, chefe da gravadora, à quem também fez acusações através de suas músicas. Lee Perry viveu todo esse período trancado no estúdio, às voltas com intermináveis sessões de gravações regadas à álcool e ganja em profusão.Isso somado às atribuições do estrelato levou-o a sofrer uma séria crise nervosa, que culminou com o incêndio do Black Ark, ateado por ele mesmo, em 79, num episódio trágico. Além de dar um tiro no pé, acabou abandonado por sua mulher, cansada de ter que aturar o seu estilo de vida. O acontecimento significou uma ruptura radical com o passado e marcou o início de uma fase em que ele passou a ter um comportamento um tanto excêntrico.Às vezes recebia jornalistas agindo de maneira estranha, em meio às ruínas do estúdio, totalmente cobertas de graffitis e outras pinturas, e fazia maluquices de todo o tipo, sempre com um discurso meio fora de órbita. Por essas e outras, ficou com fama de louco. Perry passaria os anos seguintes errando entre a Europa e a Jamaica, chegando a morar em Amsterdam e gravando (poucos) discos. Uma de suas decisões foi parar de produzir outros artistas, e houve uma vez em que ele tentou reconstruir o estúdio, mas a tentativa acabou fracassando.Em 82 e 84 ele emitiu os primeiros sinais de que poderia voltar à antiga forma com o lançamento de dois ótimos discos, mas foi apenas em 87 que finalmente aconteceu o retorno definitivo do gênio aos seus melhores dias. Trabalhando em conjunto com o produtor inglês Adrian Sherwood e sua banda, a Dub Syndicate, Perry lançaria o clássico &quot;Time Boom X De Devil Dead&quot;, muito mais do que uma obra prima.Foi a sua volta à cena em grande estilo. Na sequência se seguiram outros excelentes lançamentos, bem como várias reedições de suas agora lendárias produções dos anos 70. Estabelecido na Suíça com uma nova esposa, Lee ’Scratch’ Perry se mantém como um dos nomes mais importantes e decisivos na história do Reggae. As últimas notícias que se tem dele é que estaria trabalhando com o filho Omar, na tentativa de recuperar fitas antigas com material gravado no Black Ark, e construindo em casa um novo estúdio, desta vez chamado Blue Ark, de onde certamente sairão grandes produções. http://www.upsetter.net/scratch/</title>
         <author>lanajanis96</author>
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         <pubDate>2021-09-15 12:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>PoesiaA maioria das poesias de Johnson é política, tratando principalmente as experiências de estar numa Comunidade Africana-Cararibenha na Grâ Bretanha, &quot;A escrita era um ato político e a poesia era arma cultural...&quot;,[3] disse a um entrevistador em 2008. Entretanto, igualmente escreveu sobre outras edições, tais como a política estrangeira britânica ou a morte do manifestante anti-racista Blair Peach. Seus poemas mais comemorados foram escritos durante o governo do primeiro-ministro do Reino Unido Margaret Thatcher. Os poemas contêm clientes gráficos da alegada polícia racista brutalidade que ocorre naquele tempo (Cf. Sonny&#39; s Lettah). A poesia de Johnson faz o uso inteligente da transcrição do Patois jamaicano.Os poemas de Johnson publicaram-se primeiramente no jornal Race Today, que publicou sua primeira coleção da poesia, Voices of the Living and the Dead, em 1974. Dread Beat An&#39; Blood, sua segunda coleção, foi publicada em 1975 por Bogle-L&#39;Ouverture.Uma coleção de seus poemas foi publicada como MI Revalueshanary Fren por Penguin Modern Classics. Johnson é um dos três únicos poetas a ser publicados por Penguin Modern Classics quando ainda vivo.</title>
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