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      <title>Padlet Seminário de Integração II by </title>
      <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb</link>
      <description>Orientadora: Profª. Dra. Aline Blaya. Acadêmicos: Amanda Mendes, Amanda Peruzzo, Alice Cauduro, Aristóteles Correa, Áthina Gurretes Sá, Augusto Teixeira, Bianca Kremer, Carolina Schmitt, Caroline Suwa, Clara Colvara e Eduarda Sbrissa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-13 15:09:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-20 18:38:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2295254120</link>
         <description><![CDATA[<div>A reorganização do sistema de saúde é uma das partes para promover a promoção da saúde e, consequentemente, melhorar o estado de saúde dos pacientes. Logo, os serviços de saúde devem ser reformulados, com o intuito de alterar a ênfase curativa para a preventiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ambientes saudáveis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Carolina e Clara <br>Nesse tópico, abordamos a problematização de ambientes inacessíveis, tanto para profissionais de saúde, quanto para pacientes com deficiência. Neste sentido, convidamos um aluno da Odontologia da UFRGS, com deficiência auditiva, para conversar conosco sobre os desafios advindos da prática clínica cotidiana; dessa forma, elaboramos algumas perguntas para guiar o encontro via Google meet:&nbsp;<br><br>Como profissional de saúde/futuro profissional de saúde, você já sentiu alguma dificuldade para ingressar nessa área por conta da falta de acessibilidade?&nbsp;<br><br>Como a falta de acessibilidade afeta o seu cotidiano na sua profissão?<br><br>Você acredita que, com adaptações, teria mais chance de poder ingressar na área que quisesse?&nbsp;<br><br>Os estigmas sociais te afetam enquanto profissional de saúde? Acredita que já duvidaram de sua capacidade profissional por ser uma pessoa com deficiência?<br><br><br>Dessa forma, o convidado relatou ter tido dificuldades, pois, nem sempre o sistema se adequa à uma pessoa com deficiência. Nesse sentido, voltando para a Universidade pós pandemia, ele compartilhou suas dificuldades em relação ao uso de máscara, porque deficientes auditivos se comunicam muitas vezes pela leitura labial, e também, pelo barulho na clínica, o que dificultava muito a compreensão entre os colegas e com os professores.&nbsp; Sobre os estigmas sociais, o colega relatou a experiência dele em uma farmácia em que trabalhou por uma vaga de PCD e mesmo tendo o melhor currículo e desempenho entre os funcionários, não possuía o melhor cargo.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>amandasperuzzo</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2295278589</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>T</strong><strong><em>emáticas relevantes e transcrição de perguntas realizadas na conversa com a diretora da APAE de Porto Alegre, </em></strong><strong>Sr.ª </strong><strong><em>Joseane Cancino: </em></strong><em><br></em><br></div><ul><li>APAE Porto Alegre: funciona&nbsp; a partir de 2 redes (Escola de Educação Especial Nazareth, bairro Glória e Escola Especial Doutor João Alfredo de Azevedo, bairro Vila Nova);</li><li>Atualmente tem 110 colaboradores (Agosto de 2022);</li><li>552 estudantes (Agosto de 2022);</li><li>3 políticas atuantes como base da instituição: Assistência estudantil, social e de saúde.</li><li>Ofertam atividades de <strong>“</strong>oficinas<strong>”, </strong>as quais são custeadas pela rede municipal e estadual.</li></ul><ol><li>Atendem pessoas com deficiência intelectual e múltipla.</li><li>Visam a preparação para o mercado do trabalho vigente. Procuram promover a autonomia dos estudantes.<br><br></li></ol><ul><li><strong>Profissionais:</strong> terapeutas, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, educadores sociais, profissionais de serviço social, nutricionistas, etc.</li><li><strong>Estudantes: </strong>alguns são encaminhados a instituição através de casas de acolhimento, outros são encaminhados, mas não necessariamente <strong>a</strong>companhados pela família.</li><li><strong>Educação: </strong>disponibilizam ensino fundamental 1 e 2 (1º a 9º ano). Não há serviços que abranjam educação a nível de ensino médio.</li><li>A diretora enfatizou que cada estudante encontra maneiras singulares e distintas de aprender, assim, cada um tem um tempo de aprendizado e desenvolvimento intelectual diferente.&nbsp;</li><li><strong>Atendimento (faixa etária):&nbsp;</strong></li></ul><ol><li>5 anos e 11 meses – 14 anos: ciclo 1,2,3.&nbsp;</li><li>14 anos – 21 anos: encaminhados para o EJA.&nbsp;</li><li>Se não atingirem as habilidades desejadas, os alunos serão encaminhados a programas&nbsp; terapêuticos de ações individualizadas, as quais são planejadas por equipes multidisciplinares buscando a máxima adaptação de cada indivíduo.&nbsp;</li></ol><ul><li><strong>Saúde:</strong>&nbsp; verbas públicas ainda não são destinadas.&nbsp;</li></ul><ol><li>Atendimento clínico: é preciso assistência privada.</li><li>Ainda buscam financiamento.&nbsp;</li><li>Para a destinação de verbas há um longo tempo de espera e muita burocracia, fator este que dificulta o desenvolvimento do fortalecimento comunitário para com essa população.&nbsp;</li></ol><div><br><strong>Considerações finais:&nbsp;</strong></div><ul><li>O&nbsp; despreparo da sociedade em incluir pessoas com deficiência reduz a emancipação/autonomia de PcD.&nbsp;</li><li>Oportunizar processos diferentes de inclusão e liberdade individual são sinônimos de promover saúde.</li><li>A deficiência biológica/intelectual não define a pessoa. Não se deve subjugar&nbsp; e estereotipar essas pessoas, caso contrário, não há fortalecimento comunitário.&nbsp;</li><li>A APAE faz parceria com outros centros de cuidados especiais e associações ligadas, tais como Cantinho da Vó Georgina, Kinder Centro Integração da Criança Especial e Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência de Porto Alegre – COMDEPA.</li></ul><div><br><em>Perguntas:&nbsp;<br>1- Qual o impacto da APAE na vida cotidiana de pessoas com deficiência?</em></div><div>R: "O objetivo principal é acolher as famílias. Busca-se mostrar as habilidades que essas pessoas podem desenvolver. Buscamos oferecer-lhes condições de autonomia que independem das condições biológicas. Não dá para esperar só pelo poder público."</div><div><br>2- <em>Qual o impacto da APAE para a comunidade não deficiente? Você acha que a comunidade contribui para o trabalho realizado dentro das dependências da instituição? A sociedade contribui para a inclusão desses alunos?</em></div><div>R: "Há pessoas que buscam a APAE por especulação e por interesses próprios, principalmente perto do período de eleições. Por outro lado, também há pessoas que têm interesse social no projeto, querendo se integrar. É preciso que a sociedade perceba que as diferenças não diminuem as habilidades e funcionalidades das pessoas com deficiência, ao contrário, elas conseguem aprender muitas coisas de um jeito diferente, não habitual para a maioria das pessoas. É preciso que se levantem provocações acerca das mobilizações sociais que visem a inclusão. Afinal, qualquer pessoa está sujeita a experimentar uma situação de deficiência, seja por um curto ou longo período de tempo."<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conceituando: </title>
         <author>carolsuwa</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2295288374</link>
         <description><![CDATA[<div>O fortalecimento comunitário é um dos pilares da Política de Promoção de Saúde. Trata-se do empoderamento e capacitação de comunidades a fim de gerar mudanças, tomada de decisões e implementação de ações de maneira mais inclusiva, afetiva e participativa. &nbsp;<br>Sob essa lógica, a deficiência é um conceito em evolução, de caráter multidimensional, e o envolvimento da pessoa com deficiência na vida comunitária depende de a sociedade assumir sua responsabilidade no processo de inclusão, visto que a deficiência é uma construção social.<br>Sabendo da importância de escutar aqueles que estão envolvidos com este fortalecimento voltado para o campo de PcD, conversamos com uma representante da APAE Porto Alegre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 00:00:28 UTC</pubDate>
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         <title>Acessibilidade do paciente com deficiência aos serviços de saúde</title>
         <author>claracolvara</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2295386563</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com as pesquisas realizadas, foi possível concluir que a acessibilidade aos serviços de saúde das pessoas com deficiência deixa bastante a desejar, violando o princípio da equidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Para mudar este cenário, buscamos através de artigos e de perguntas para uma portadora de deficiência possíveis soluções para tornar os ambientes de saúde mais saudáveis e acessíveis para essas pessoas. As principais alternativas encontradas foram:<br>- Acesso a partir de rampas e elevadores;<br>- Sinalização mais precisa e eficiente, principalmente para portadores de deficiência cognitiva;<br>- Portas largas e salas/consultórios mais amplos;<br>- Cadeiras mais confortáveis ou especializadas para pacientes com deficiência. Por exemplo, no consultório odontológico, poderia ser feita uma adaptação para realizar os procedimentos na própria cadeira de rodas do paciente.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/rsp/a/JmzdmXDzwZ48DJGB8xnrvCN/?lang=pt#" />
         <pubDate>2022-09-14 01:05:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RESULTADOS</title>
         <author>augustoctodonto</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2299171210</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a atuação da promoção de saúde, uma das vias é a reorganização dos sistemas de saúde. Diante disso, foram realizadas entrevistas com profissionais, do CEO de Porto Alegre, do Hospital de Ensino Odontológico (HEO) da UFRGS e do Hospital Hernesto Dorenelles (HD), a fim de identificarmos os problemas que necessitam de uma readequação e suas possíveis soluções, que estão destacadas abaixo. <sup><br></sup><strong><em><mark>MELHORAR A AMBIÊNCIA</mark></em></strong></div><div>A estrutura física é essencial para melhorar o acesso de PcD ao sistema de saúde. Um exemplo a ser ressaltado, que desrespeita tal forma de readequar o sistema, é o caso do CEO de Porto Alegre, o qual não possui rampas de acesso em sua unidade. Isso causa um grande transtorno aos pacientes, pois precisam do auxílio de outra pessoa para que consigam acessar o CEO. Esse fato acaba ferindo os princípios de autonomia dos sujeitos, que é primordial para os pacientes, e aumenta as barreiras de acesso aos serviços de saúde, fazendo com que haja uma baixa procura por esses pacientes PcD a esses serviços. No mesmo local, há uma lacuna no seu gerenciamento, que é observado na ausência da obrigatoriedade de especializações, possibilitando que profissionais que não tiveram acesso à experiência e ao conhecimento de atender PcD se tornem membros de uma rede que presta serviços especializados. Nos atendimentos do Hernesto Dornelles (HD), os pacientes, encaminhados pela secretaria da saúde, chegam ansiosos e relatando que estavam esperando a meses pela consulta. Os atendimentos no bloco do HD conseguem resolver os casos de pacientes que não permitem o atendimento regular no posto de saúde ou mesmo na saúde complementar. Além disso, há muitos pacientes que estão em situação de vida dita como especial e, para melhorarem o seu bem-estar, precisariam de uma rede interdisciplinar dos serviços de saúde, como uma maior intercomunicação entre a atenção básica e hospitalar. Além disso, existe a necessidade de haver mais apoio mental e assistencial para as famílias das PcD, já que isso contribui para o deslocamento, sustento, renda e acesso ao sistema de saúde. Em consonância a isso, necessita, também, de um maior matriciamento na atenção básica. Nessa mesma atenção, os cirurgiões-dentistas necessitam de mais auxílio no atendimento, como técnicos e auxiliares.<br>Na Faculdade de Odontologia e o HEO da UFRGS, foram catalogadas fotos que ilustra a falta de ambiência do local, como a rampa de acesso a cadeirantes com grande ângulo de inclinação e a presença de apenas 1 banheiro para cadeirantes e este sendo masculino somente. Já no ICBS, foi encontrado degrau para acesso à sala de aula. <a href="https://drive.google.com/file/d/19GZUUret6aKTAuYN0rN8eRMKL60IkV3H/view?usp=sharing">Clique aqui para acessar as fotos.</a></div><div><strong><em><mark>CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS</mark></em></strong></div><div>É necessário capacitar os profissionais da área da saúde não só com cursos especializados de como atender PcD, mas sim aprender, na graduação e na pós-graduação, sobre o acolhimento e a política de humanização. Isso porque, por exemplo, no CEO, não há cirurgiões-dentistas que possuem a habilidade de se comunicarem via libras, a qual é primordial para os profissionais de saúde, pois a linguagem é a base de um atendimento. Essa situação também ocorre no Hospital de Ensino Odontológico (HEO) da UFRGS. Além disso, há uma baixa quantidade de profissionais que optam pela especialização de atendimento a pacientes com necessidades especiais, uma vez que é relativamente nova. No entanto, não existe a necessidade de especializações para atender essa população, já que ela pode e deve ser atendida por dentistas generalistas nas UBS. Ademais, os profissionais possuem receio de realizar os atendimentos para PcD, o que acaba sobrecarregando o CEO, pois muitos pacientes não precisariam de tal atendimento, uma vez que poderiam ser atendidos na UBS, já que o atendimento não é só encaminhamento. Dessa maneira, precisa-se de cirurgiões-dentistas clínicos mais resolutivos. Na UFRGS, há cadeiras de atenção à PcD, como libras e atendimento a PcD, porém elas são eletivas, o que ocasiona um negligenciamento para com os futuros pacientes desses profissionais em formação. Ademais, havia o CEO da UFRGS, mas ele fechou, e acabou deixando o CEO da prefeitura pequeno, pois há poucos profissionais e, muitas vezes, não possuem capacidade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 01:01:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2300552839</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento de habilidades pessoais é o direito da pessoa com deficiência de desenvolver potencialidades, talentos, habilidades e aptidões físicas, cognitivas, sensoriais, psicossociais, atitudinais, profissionais e artísticas que contribuam para a conquista da autonomia e de sua participação social. Conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, precisa-se de produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.</div><div><br></div><div>A forma de interagir com as pessoas com deficiência vem sendo constantemente trabalhada, objetivando o suporte às suas necessidades, a modificação nos fatores socioambientais e o desenvolvimento de suas potencialidades.</div><div><br></div><div>De acordo com dados do IBGE, no ano de 2012, cerca de 23,91% da população brasileira possuía algum tipo de deficiência. Cabe ao profissional de saúde ajudar essas pessoas a promoverem uma melhor interação entre suas limitações e os obstáculos que impedem sua participação na sociedade, causados ou agravados pela condição socioeconômica. Para auxiliar nessa tarefa, lança-se mão de recursos tecnológicos de saúde, que podem resultar na melhoria da qualidade de vida da população, na promoção da saúde, na prevenção de deficiências e agravos, influenciando as práticas relacionadas com a reabilitação e a inclusão social dessas pessoas.</div><div><br></div><div>O sucesso do tratamento odontológico à pessoa com deficiência implica a construção de vínculos positivos entre a equipe de saúde bucal, o paciente e sua família e a simplificação tecnológica ou adaptação de equipamentos para proporcionar um atendimento mais adequado às necessidades desses pacientes. Sendo assim, a equipe de saúde bucal tem a obrigação de oferecer não apenas o tratamento mas também os meios para sua manutenção, como a orientação para uma boa higiene bucal, proporcionada em muitos casos, por meio de simples adaptações de instrumentos e procedimentos adequados, de acordo com a necessidade de cada paciente, respeitando-se as particularidades de cada tipo de limitação.</div><div><br></div><div>O paciente com deficiência pode apresentar aumento do risco de desenvolvimento de cáries e doenças periodontais. Isso ocorre por diversos fatores, como falta de controle sobre movimentos involuntários, dificuldade de abertura de boca, falta de habilidade motora, diminuição de fluxo salivar, má oclusão, respiração oral, entre outros. Diversos são os meios para auxiliar a higienização desses pacientes, seja por meio de aparelhos e equipamentos ou de adaptações simples e caseiras de artifícios existentes no mercado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 21:03:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2300553096</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 21:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O grupo entrevistou Julia Rost, graduanda de Odontologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ela estudou sobre o desenvolvimento de habilidades pessoais em pessoas com deficiência. Por esse motivo, a convidamos para participar de um encontro virtual com todo o grupo, para comentar sobre a sua trajetória e sobre os facilitadores em saúde bucal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 21:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas e respostas:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2300561767</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Com que intensidade a capacidade físico-motora dos indivíduos interfere na realização da higiene bucal de forma adequada?&nbsp;</div><div>R: As pessoas com limitações motoras encontram mais dificuldade em realizar a higiene bucal, com isso, relaciona-se a motricidade e o controle mecânico do biofilme supragengival.&nbsp;</div><div><br></div><div>2. De que maneira é possível influenciar a capacidade de autonomia motora em pessoas com deficiência nas atividades do dia a dia?&nbsp;</div><div>R: Por meio de adaptações das escovas dentais, da medicina integrativa, do enxergar o paciente com um olhar amplo, de compreender a situação e encontrar maneiras que possam gerar autonomia à essas pessoas. Promover autonomia significa empoderar os pacientes, mostrar que eles são capazes e não estão restritos a sua deficiência.&nbsp;</div><div><br></div><div>3. Em relação aos facilitadores do dia a dia, existe alguma eficácia relevante? São importantes para a influência da autonomia das pessoas com deficiência?&nbsp;</div><div>R: São de extrema importância para a autonomia dos pacientes, visto que realizar tarefas cotidianas gera uma maior confiança, autoestima e, ainda, uma melhoria físico-motora.</div><div><br></div><div>4. Mais especificamente, de que maneira a medicina chinesa pode facilitar no tratamento odontológico das pessoas com deficiência?&nbsp;</div><div>R: A medicina chinesa vê o paciente como um todo, relacionando a saúde bucal com problemas gerais do corpo humano. É uma medida local com aplicações de agulhas que ajuda a promover uma maior qualidade de vida e disposição aos pacientes, aliviando a dor e o desconforto.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 21:15:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303780307</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 21:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>augustoctodonto</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303819089</link>
         <description><![CDATA[<div>A Promoção de Saúde busca envolver toda a população em seu dia a dia, ao invés de focar apenas em pessoas sob risco. Além disso, ela é direcionada aos determinantes de saúde e combina métodos nos campos sociais, como a construção de políticas públicas e ambientes saudáveis, fortalecimento comunitário, desenvolvimento de habilidades pessoais e a reorganização dos serviços de saúde. Dessa maneira, é indispensável pensar em Promoção de Saúde às pessoas com deficiência, pois há uma lacuna no acesso ao serviço de saúde por essas pessoas. Logo, para a abordagem de tal assunto é necessário conversar com PcD e, também, com os profissionais que trabalham com PcD, obtendo mais visibilidade para esse público.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 22:50:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>JUSTIFICATIVA</title>
         <author>augustoctodonto</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303819304</link>
         <description><![CDATA[<div>No primeiro encontro, o tema “Promoção de saúde às pessoas com deficiência” surgiu como uma possibilidade para o nosso trabalho. Durante os outros encontros via Google meet, outras opções de temas foram aparecendo, mas, a primeira opção, que foi a assunto relacionado a deficiência, permaneceu. Esse apreço por ela, talvez se deva à comoção do grupo pelas pessoas com deficiência, que muitas vezes possuem demandas que não são atendidas, ou, que simplesmente não são escutadas pelos profissionais de saúde e pela população em geral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 22:51:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>OBJETIVO</title>
         <author>amandasperuzzo</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303880613</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Identificar quais quesitos da promoção de saúde precisam melhorar para que possam ser efetivos se tratando deste tema.&nbsp;</li><li>Demonstrar quais são as causas da inacessibilidade sobre qualquer serviço ou atividade cotidiana que seja excludente à Pessoas com Deficiência (PcD).</li><li>Refletir sobre a sociedade e o porquê de as pessoas, em sua maioria, não estarem engajadas na luta de movimentos sociais de PcD, nem mesmo buscando remediar o problema da desigualdade.&nbsp;</li><li>Entender como consertar as lacunas desse sistema estruturalmente injusto, assegurando o pleno direito à equidade e dignidade das PcD.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 00:12:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Movimento político das pessoas com deficiência: reflexões sobre a conquista de direitos.</title>
         <author>amandasperuzzo</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303920914</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo dados, da Organização Mundial da Saúde (OMS), no Relatório Mundial sobre a Deficiência, publicado em 2011,&nbsp;<br>&nbsp;as pessoas com deficiência representam 15% da população<br>mundial, cerca de um bilhão de habitantes. Sob essa lógica, trata-se da maior minoria do planeta que sobrevive em extrema desigualdade social, como analfabetismo, desemprego e baixa renda (SÃO PAULO, 2012). Essa realidade impacta os indicadores de desenvolvimento sustentável de forma negativa, razão suficiente para que o segmento social das pessoas com deficiência tenha seus<br>direitos e necessidades específicas levantadas na agenda política de todos os países.<br>Logo, percebe-se que o fortalecimento comunitário, se tratando de PcD, busca reivindicar direitos e lutar para que esse grupo possa ser reconhecido como protagonista da sociedade, superando o modelo biológico (pautado nas convicções biomédicas tradicionais, inviabilizando as singularidades de cada ser&nbsp; humano) e acatando o modelo social da deficiência, com o objetivo de extinguir barreiras e denunciar instituições históricas de opressão (contra a hegemonia do saber médico).&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.inclusive.org.br/arquivos/30808" />
         <pubDate>2022-09-20 00:43:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Indicação de materiais audiovisuais relevantes à temática: </title>
         <author>amandasperuzzo</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303927042</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Vídeo: O futuro anti-capacitista: curar preconceitos e celebrar diversidades | Lau Patron | TEDxSaoPaul</strong></li></ul><div>O Ted Talk fala sobre capacitismo, um preconceito que subestima a capacidade das pessoas com deficiência de realizar alguma ação. Essa parcela da população torna-se discriminada na sociedade, o que acaba dificultando o desenvolvimento da autonomia destes indivíduos. A palestrante Lau Patron busca curar preconceitos e celebrar diversidades diante de cenários árduos aos quais PcD passam.<br>Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0XEZmh86EhE<br><br></div><ul><li><strong>Documentário: </strong><strong><em>“Crip Camp: Revolução pela Inclusão” (Crip Camp: A Disability Revolution)”<br>Direção:</em></strong> Nicole Newnham, James Lebrecht<br><strong><em>País/Ano:</em></strong><em> EUA - 2020<br></em><strong><em>Gênero:</em></strong><em> documentário<br></em><strong><em>Onde assistir:</em></strong><em> Netflix</em></li></ul><div>O documentário conta a história dos movimentos americanos por inclusão de PcD. O marco inicial foi um acampamento em Jened, EUA, em 1971, dirigido aos jovens portadores de qualquer tipo de deficiência.&nbsp; O documentário equilibra a mensagem universal sobre inclusão social com histórias individuais dos líderes dos direitos civis.&nbsp;<br>Disponível em:&nbsp;<br>Netflix: https://www.netflix.com/br/title/81001496?s=i&amp;trkid=13747225&amp;vlang=pt&amp;clip=81212506&amp;t=wha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 00:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carolsuwa</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2303991834</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a realização da leitura de artigos e, muita reflexão, debate e conversa com profissionais de saúde e com um estudante deficiente auditivo da UFRGS do curso de Odontologia, concluímos que nosso trabalho tem uma enorme relevância social para a comunidade, pois não somente aborda o papel das pessoas com deficiência, mas também dos governantes, instituições, redes de apoio, profissionais de saúde, entre muitos outros que, de alguma forma, impactam na vida desses indivíduos. Com certeza, aprendemos um novo olhar e uma nova perspectiva, não só para os atendimentos, mas para a vida. Aprendemos o poder da inclusão, do respeito, da empatia, do afeto e da autonomia sobre os deficientes.&nbsp; Entendemos que muito há o que se fazer para, de forma efetiva, proporcionar inclusão na nossa realidade. Destacamos a importância das políticas públicas, dos ambientes saudáveis, do fortalecimento comunitário, do desenvolvimento de habilidades pessoais e da reorganização dos serviços de saúde na formação de uma sociedade mais justa e equitativa. Portanto, a promoção de saúde às PcD deve ir além de oferecer espaços acessíveis, mas sim progredir a atendimentos que deem dignidade a vida dessas pessoas. Necessitamos remover as barreiras, os estigmas sociais existentes e garantir a todos o direito à participação plena na sociedade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 01:37:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adaptações em escovas dentais para pacientes com distúrbios motores: relato de caso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2304076806</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 02:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>Politicas Publicas de Saúde para deficientes no Brasil </title>
         <author>aristotelescorrea1</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2305134481</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui é abordado as principais politicas publicas para pessoas com deficiência (PcD).<br>No Brasil, os primeiros discursos em relação aos direitos das Pessoas com Deficiência (PcD) ocorreu na década de 1960; sendo reivindicado o direito à convivência social.<br><br>A deficiência é compreendida como resultado da interação entre impedimentos, que são condições presentes nas funções e estruturas do corpo, e barreiras que podem ser urbanísticas, arquitetônicas, barreiras nos transportes, comunicações e na informação, atitudinais e tecnológicas. Assim, a deficiência é compreendia pela experiência de obstrução do gozo pleno e efetivo na sociedade em igualdade de condições.<br><br>A Lei nº 7.853, de 1989 e o Decreto nº 3.298, de 1999 correspondem aos principais documentos normativos garantidores da cidadania das pessoas com deficiência. Os princípios, as diretrizes, os objetivos e os instrumentos da Política Nacional para Integração da Pessoa com Deficiência.<br><br>As Leis nº 10.048 e nº 10.098, ambas de 2000, estabelecem as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Essas leis foram regulamentadas pelo Decreto nº 5.296, de 2004, que dispõe sobre o atendimento prioritário a pessoas com deficiência .<br><br>Política Nacional de Saúde para as Pessoas com Deficiência Instituída por meio da <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prc0002_03_10_2017.html#ANEXOXIII">Portaria nº 1.060, de 5 de junho de 2002</a>. Trouxe o detalhamento para as ações tanto no Sistema Único de Saúde e nas diversas instâncias governamentais, como nas relações intersetoriais e nas de parceria com as organizações não-governamentais (ONGs) da sociedade.</div><ul><li>promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência;</li><li>assistência integral à saúde da pessoa com deficiência;</li><li>prevenção de deficiências;</li><li>ampliação e fortalecimento dos mecanismos de informação;</li><li>organização e funcionamento dos serviços de atenção à pessoa com deficiência;</li><li>capacitação de recursos humanos.</li></ul><div>A <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0400_16_11_2009.html">Portaria nº 400, de 16 de novembro de 2009</a>, estabelece Diretrizes Nacionais para a Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas no âmbito do SUS, a serem observadas em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão.<br>Programa Nacional de Apoio a Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD)<br><strong><br>Centros de Especialidades Odontológicas (CEOS)</strong></div><div>No âmbito da saúde bucal, a Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência se propõe a garantir o atendimento odontológico qualificado e resolutivo a todas as pessoas com deficiência. Todo atendimento a esse público deve ser iniciado na atenção básica, que referenciará para o nível secundário (CEO) ou terciário (atendimento hospitalar) apenas os casos que apresentarem necessidades específicas que demandam uma maior complexidade no atendimento. <br>Instituída por meio da <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prc0003_03_10_2017.html#ANEXOVI">Portaria de Consolidação n° 3/GM/MS de 28 de setembro de 2017</a> (Origem: Portaria nº 793 de 24 de abril de 2012), a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, no âmbito do SUS, parte da necessidade de ampliar, qualificar e diversificar as estratégias para a atenção às pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual, estomia e múltiplas deficiências, por meio de uma rede de serviços integrada, articulada e efetiva nos diferentes pontos de atenção para atender às pessoas com deficiência, assim como iniciar precocemente as ações de reabilitação e de prevenção precoce de incapacidades.<br><strong><br>Reabilitação de pessoas com deficiência</strong><br>As equipes multiprofissionais são compostas por diversas categorias, como:</div><ul><li>Assistentes Sociais;</li><li>Enfermeiros;</li><li>Fisioterapeutas;</li><li>Fonoaudiólogos;</li><li>Médicos;</li><li>Psicólogos;</li><li>Terapeutas Ocupacionais, entre outros;</li></ul><div>As Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência são documentos orientadores do cuidado em saúde, e têm como objetivo oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado, dentre elas temos:<br><br></div><ul><li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atencao_saude_bucal_pessoa_deficiencia.pdf">Guia de Atenção à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência</a>.</li><li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cuidados_saude_pessoas_sindorme_down.pdf">Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Down</a></li><li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_paralisia_cerebral.pdf">Diretrizes de Atenção à Pessoa com Paralisia Cerebral</a></li><li><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atencao_mobilidade_reduzida.pdf">Guia de Atenção à Saúde das Mulheres com Deficiência e Mobilidade Reduzida</a>.</li></ul><div><br><br></div><div>O PRONAS/PCD foi instituído pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12715.htm">Lei nº 12.715, de 17 de setembro de 2012</a>, regulamentada pelo <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Decreto/D7988.htm">Decreto nº 7.988, de 17 de abril de 2013</a>.<br>As ações e serviços de atenção à saúde da pessoa com deficiência devem ser desenvolvidos por pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, credenciadas ao Programa, que se destinam a reabilitação de pessoas com deficiências físicas, auditivas, visuais, intelectuais, múltiplas, pessoas com estomia e com transtorno do espectro do autismo (TEA), desde que o projeto seja aprovado pelo MS. A normativa referente ao Programa está disposta no <a href="http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/janeiro/08/PORTARIA-CONSOLIDACAO-n--5-pag.%20516%20a%20531%20-%20FORMATADA%20PRONAS.PRONAN.pdf">LXXXVI da Portaria de Consolidação nº 05, de 28 de setembro de 2017</a>, e suas alterações na <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2020/prt0695_08_04_2020.html">Portaria n° 695, de 6 de abril de 2020</a>, <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2020/prt0751_09_04_2020.html">Portaria n° 751, de 8 de abril de 2020</a> e <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2020/prt1484_08_06_2020.html">Portaria n° 1.484, de 3 de junho de 2020.</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 14:54:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quantidades de serviços de atenção á pessoa com deficiência intelectual e autismo no RS</title>
         <author>aristotelescorrea1</author>
         <link>https://padlet.com/carolsuwa/baondt4kr73kkamb/wish/2306040377</link>
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         <pubDate>2022-09-21 02:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quantidades de redes para atenção á saude auditiva no RS</title>
         <author>aristotelescorrea1</author>
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         <pubDate>2022-09-21 02:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Lugares para a habilitação ou reabilitação física no RS</title>
         <author>aristotelescorrea1</author>
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         <pubDate>2022-09-21 02:57:43 UTC</pubDate>
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