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      <title>Diário de aprendizagem by Anabela Gomes</title>
      <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC</link>
      <description>Formação MOOC: Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-25 09:59:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-21 05:44:08 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Carta de apresentação</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/224569164</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Anabela Gomes, docente do grupo 520, Biologia e Geologia</div><div>&nbsp;</div><div>Situação profissional atual: a lecionar 8.º e 9.º anos na Escola Secundária Quinta do Marquês, escola piloto no Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular.</div><div>&nbsp;</div><div>Experiência profissional: Leciono há 25 anos, desde o 7.º ao 12.º anos do ensino regular, tendo lecionado também Ensino Recorrente, Cursos Profissionais, CEF e Cursos Vocacionais.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar: projeto TEIP, Erasmus+, Eco-Escolas, PES e Ciência Viva.</div><div>&nbsp;</div><div>Motivação para a implementação do PAFC: Embora ainda não esteja abrangida no projeto, há turmas da minha escola que já estão, pelo que tenho contactado com as potencialidades e dificuldades da sua aplicação. Acredito no projeto, acredito que poderá ser uma forma muito mais aliciante de ensinar e aprender, de modo a ir ao encontro de um discente muito mais completo como prevê o Perfil do Aluno</div><div>&nbsp;</div><div>Expetativas sobre o curso de formação: Procuro linhas orientadoras através da partilha de experiências que me ajudem a, no próximo ano letivo, estar mais preparada para lidar com esta mudança.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-25 10:04:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2:“À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;.</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/226976925</link>
         <description><![CDATA[<div>“Representam cerca de 23% do total da população ativa, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. Não são a geração mais expressiva no universo total dos trabalhadores portugueses, mas foram a primeira a dizer que não queria um emprego para a vida e são a geração que está a forçar as empresas a repensar todo o seu modelo de gestão e de retenção de talento. O orador motivacional Simon Sinek, chama-lhes “a geração mais inconformada de sempre” e diz que são “difíceis de gerir”. Rótulos que podem parecer demasiado redutores para classificar os millennials (nascidos entre 1980 e 1996), mas que para as empresas não estão longe da verdade. Os números confirmam-no. O Expresso teve acesso em exclusivo ao estudo “Millennials@Work: expectativas sobre as empresas e lideranças em Portugal”, conduzido pelo Conselho Empresarial para o desenvolvimento Sustentável (BCSD), a consultora Deloitte e a Sonae. O documento deixa claro que metade dos millennials espera sair da organização onde trabalha nos próximos cinco anos e retê-los não passa por aumentar o salário. O que procuram é um propósito na sua missão e possibilidades de desenvolvimento constantes.”<br> in <a href="http://expressoemprego.pt/noticias/a-geracao-inconformada-que-mudou-o-trabalho/4371">http://expressoemprego.pt/noticias/a-geracao-inconformada-que-mudou-o-trabalho/4371</a> (24.09.2017)</div><div>Este extrato de uma notícia do jornal Expresso coloca o dedo na ferida: como é que a Escola pode não se sentir completamente ultrapassada pela realidade? Quando o  mundo do emprego é este (o oposto da sólida e estável carreira docente), como é possível preparar os nossos alunos para este mundo para nós ainda tão distante? Como é que 23% dos jovens já apresentam este perfil? Não foi a Escola que o modelou, mas sim as novas realidades que, de tão voláteis, nos ultrapassam! Como lidar com estatísticas que dizem que em 2030, 40% dos empregos que conhecemos terão sido substituídos por outros que nem conseguimos vislumbrar? </div><div> </div><div>É urgente a adaptação da Escola a este novo mundo e, nesse sentido, há um desafio difícil que se coloca. O ensino compartimentado, monolítico, em que o aluno não é envolvido e responsabilizado em todo o processo tem efetivamente de ser repensado. </div><div> </div><div>O perfil do aluno, as aprendizagens essenciais e a possibilidade de flexibilidade terão de ser o mote para um trabalho colaborativo entre os docentes, onde a resposta a problemas e o trabalho de projeto serão o cerne da atividade a desenvolver com os alunos. Para tal, novas dinâmicas de escola terão de ser urgentemente criadas, passando obrigatoriamente pelas DAC.</div><div> </div><div>Como sou docente de Ciências Naturais, proponho um possível exemplo mobilizador de uma série de competências, tendo por mote o tema “Sustentabilidade”. Pretende-se que os alunos compreendam o conceito e necessidade de conservação dos ecossistemas, trabalhando os fatores abióticos e relações entre os seres vivos neles presentes, reconhecendo as áreas protegidas como redutos de uma consciência ambiental. Neste sentido, iremos realizar, no final do 2º Período, uma visita de estudo ao EVOA – Espaço de Visitação e Observação de Aves, localizado na Reserva Natural do Estuário do Tejo. Esta atividade permite um trabalho interdisciplinar de preparação, acompanhamento e balanço, desde as óbvias Ciências Naturais, até Ciências Físico-Químicas (parâmetros relacionados com a qualidade do ar e água), Geografia (geomorfologia e clima da região), História (ocupação humana e relações com o ambiente ao longo do tempo), Informática aliada ao Português (produção de guiões da região) e Educação Visual (desenho científico).</div><div> </div><div>Elaborado em colaboração com as docentes Cristina Dias e Filomena Delgado</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 11:21:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1.3.: &quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/226988191</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estando a minha escola inserida no projeto-piloto da Flexibilidade, têm-se levantado várias questões na sua operacionalização, das quais destaco:</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>-       imensa sobrecarga de trabalho nos docentes envolvidos, uma vez que há necessidade permanente de reuniões, tanto ao nível dos Departamentos e Grupos disciplinares, como de conselhos de turma para concertação de atividades. Seria imprescindível que estes tempos estivessem contemplados nos horários docentes e previstos superiormente, de forma a compatibilizar os diversos horários (por exemplo, dois tempos em todas as quartas-feiras da parte da tarde). Se tal não for previsto, é natural que o projeto não tenha sucesso porque as pessoas não podem, nem devem, estar permanentemente a trocar ideias durante os intervalos, algo que tem sido a norma;</strong></div><div>-       seria imprescindível a redução de alunos por turma, uma vez que realizar trabalho de projeto com 30 alunos na sala de aula é algo de extremamente difícil;</div><div>-       fundamental seria o aumento da possibilidade de flexibilização do currículo, implicando a redução de conteúdos programáticos, com particular atenção nas disciplinas sujeitas a Exames Finais;</div><div>-       definição de uma estratégia para a Educação para a Cidadania e Desenvolvimento, componente de dificílima aplicação nos moldes em que está prevista, uma vez que imbuída de elevado grau de subjetividade. Não esquecer que se trata de uma componente sujeita a classificação, que conta para a média final de entrada na universidade, sendo que os critérios de avaliação da mesma são extremamente complicados de conceber (não há orientações ministeriais) e de aferir, pelo que causadores de imensas angústias, tanto em docentes como alunos e pais;</div><div>-       há uma enorme necessidade de formação, tanto nos docentes como nas direções, de forma a que os diversos intervenientes entendam na íntegra o que se espera deles e, sobretudo, sejam envolvidos e motivados para mais uma mudança tão exigente que se apresenta, ainda por cima, num contexto particularmente difícil da carreira docente;</div><div>-       necessidade de tempo: embora não seja à escola em si que se deve imputar o ónus da pressa na mudança, deveria haver tempo para formação, tempo para refletir, tempo para as escolas perceberem como operacionalizar. O Ministério da Educação deveria ter dado mais tempo de preparação: um mínimo de dois anos, entre formação e projetos de operacionalização. A pressa é contraproducente numa revolução no ensino que se afigura como tão necessária e que se arrisca a não funcionar, porque não entendida pelos seus intervenientes.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 12:07:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2. - Tricider: &quot;De que forma o Perfil do Aluno poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/229837754</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/255806597/7d0cc47290a3d98d039cc6cbc54cfef1/Screen_Shot_2018_02_08_at_21_36_58.png" />
         <pubDate>2018-02-08 21:41:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.6.: Construção de um mapa de ideias</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/230125468</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapa de Ideias que relaciona ideias e conceitos abordados nos documentos do <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a> e das <a href="http://dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais">Aprendizagens Essenciais</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-09 17:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa E.1.: Partilha do diário de aprendizagem</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/230139905</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC">https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-09 18:08:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/234168149</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>  Nome: </strong>Educação para a Cidadania<br><br></div><div><strong>  Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): </strong>Transdisciplinar (semestral)<br><br></div><div><strong>  Ano(s) de escolaridade: </strong>7.º <br><br></div><div><strong>  Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>De caráter humanístico, visa a formação de cidadãos de pleno direito, respeitadores dos valores democráticos e direitos humanos, participantes ativos de uma sociedade democrática em rápida transformação. Pretende-se um trabalho articulado entres os vários docentes, em colaboração com restante comunidade escolar e meio envolvente.<br><br></div><div><strong>  Principais estratégias para a sua implementação: </strong>Definição partilhada com os alunos dos temas a trabalhar de acordo com os interesses revelados e do levantamento de necessidades de intervenção na escola e região envolvente; desenvolvimento de trabalho colaborativo em equipas através da realização de trabalho de projeto; dinamização de debates, campanhas de sensibilização, exposições, apresentações e visitas de estudo, divulgando o trabalho realizado e envolvendo a comunidade escolar.<br><br></div><div><strong>  Critérios de avaliação: </strong>Recolha e tratamento da informação: 20%; mobilização de conhecimentos e saberes: 20%; expressão e fundamentação de ideias (oral/escrito): 20%; empenho: 20%; responsabilização: 10%; autonomia: 10%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 12:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa&quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas.&quot;</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/234168703</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 12:13:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/235484951</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde o início do 2.º Período letivo deste ano, e em turmas de 8.º ano, estou a desenvolver um trabalho de projeto interdisciplinar com a professora de Oferta Curricular dessas mesmas turmas. Uma vez, que durante o 1.º Período, trabalhámos em Ciências Naturais temas relacionados com Desenvolvimento Sustentável, Biodiversidade, Fatores Abióticos e Relações Bióticas, foi proposto aos alunos, previamente divididos em grupos de trabalho, a pesquisa sobre a situação atual de espécies autóctones da região onde se insere a escola (Oeiras e sua envolvente). A partir deste trabalho, foi escolhida pelos alunos uma espécie sobre a qual se debruçariam com mais profundidade, tendo sido o medronheiro a escolha final, dadas as suas potencialidades, sobretudo ao nível ecológico (por exemplo, no controlo dos fogos florestais) e ao nível dos recursos alimentares que da sua exploração podem advir, além do efeito ornamental. </div><div>Decorrida esta primeira fase, passou-se à recolha de roupa não reutilizável que permitisse a sua reciclagem para a elaboração de um quadro sobre o medronheiro a conceber e operacionalizar em Oferta Curricular. Foram já realizados e escolhidos os esboços que vão servir de base ao trabalho manual que agora se vai iniciar.</div><div>O produto final será submetido a um concurso dinamizado pelo Projeto Eco-Escolas a decorrer no final do mês de Maio.</div><div>Não estando eu ainda a participar do PAFC (apesar da minha escola estar inserida no projeto com os 7.º e 10.º anos), parece-me que esta experiência poderia facilmente ser replicada e enriquecida com outras disciplinas no próximo ano letivo, quando a experiência for alargada ao 8.º ano de escolaridade. </div><div>Confrontando com os 10 ingredientes-chave para uma pedagogia diferenciada, parece-me que o ponto mais fraco é o que respeita ao trabalho colaborativo entre os docentes, uma vez que apenas envolveu dois. Muito facilmente se alargaria o projeto às disciplinas de Português, Geografia, História e TIC, o que o tornaria muito mais rico e interessante. Aproveito para enfatizar o facto de ter achado extremamente pertinente a sugestão de Formosinho e Machado acerca da organização escolar por equipas educativas, pelo que a atribuição de turmas de um mesmo ano de escolaridade a cada docente se torna condição essencial. Tenho esperança que as direções das escolas também estejam a ser devidamente formadas antes da generalização do projeto, em prol da viabilização do mesmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 17:07:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/235531423</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?</strong> Justifique a sua resposta.<br><br>Considero que o modelo corresponde a uma possível e muito interessante via de operacionalização do PAFC, uma vez que se cruza com o previsto no Despacho n.º 5908/2017 e com o Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória. Parece-me que o facto de prever uma percentagem dedicada aos projetos de 40% subentende que os restantes 60% (trabalho disciplinar) não têm necessariamente que ser aplicados nesta metodologia, o que, de certa forma, subverte a lógica de formação transversal que o PAFC preconiza. No entanto, o facto de se enfatizar que o trabalho disciplinar visa trabalhar competências e não conteúdos, parece indiciar que o trabalho disciplinar é, também ele, centrado no aluno e baseado em metodologias ativas (embora não necessariamente transdisciplinares) mas conducentes a um perfil de aluno muito mais completo do que o tradicional. <br> Assim sendo, parece-me que poderá funcionar como uma etapa intermédia até à total compreensão por parte dos docentes (e gestão escolar) do modo como a alteração das práticas pedagógicas pode ser conseguida e operacionalizada. Quando se pretende uma revolução, talvez não seja má ideia fazê-la por etapas, correndo menos riscos de que a mesma não se verifique por incompreensão dos agentes educativos naturalmente resistentes à mudança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 18:13:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/237596391</link>
         <description><![CDATA[<div>Título: Poderá voltar a ocorrer um sismo como o de Lisboa de 1755?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 20:17:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/244895931</link>
         <description><![CDATA[<div>Sem dúvida que a avaliação das aprendizagens constitui o aspeto causador de maiores dúvidas, constrangimentos e angústias na nossa prática letiva. Com os anos (e eu sou professora há 25 anos), senti que houve cada vez uma maior preocupação em clarificar e objetivar o processo, pelo que a evolução nos mecanismos adotados tem sido notável. No entanto, é inevitável sentir que há sempre um ou outro pormenor não previsto e que não foi devidamente contemplado porque apenas a prática permite essa regulação, pelo que será imprescindível a constante reflexão do processo avaliativo. Daí que esteja plenamente de acordo com a reflexão de Neves e Ferreira quando diz que “Porque a definição dos critérios de avaliação se deveria fazer a partir do feedback recolhido durante o ano letivo e para que tal aconteça com oportunidade o melhor é que a reflexão se verifique logo a seguir à experiência vivida de aplicação dos critérios (…).” A verdade é que, no meio de tanto trabalho no final do ano letivo, quantas vezes as oportunidades de verdadeira reflexão sobre o ano transato se perdem numa avalancha de trabalho burocrático desgastante, associado a toda uma espiral relacionada com a avaliação externa. De novo citando Neves e Ferreira, “Afinal, que conceção de avaliação enforma a definição dos critérios? O que está na sua essência e como se formalizam?”, questões tão fundamentais e tantas vezes superficialmente tratadas por uma real falta de tempo ou deficiente organização das dinâmicas escolares!</div><div>Quanto ao exemplo apresentado relativamente aos critérios de avaliação da disciplina de Português de 7.º ano, parece-me incompleto em aspetos cruciais que se prendem com a poderação atribuída aos diversos domínios contempladas, apesar de me parecer que este documento será necessariamente suportando por grelhas não disponibilizadas, sob pena de se tornar impraticável a aplicação destes critérios. Além disso, é notória a não inclusão das áreas de competências contempladas no Perfil dos Alunos, pelo que a avaliação apresentada não vai, de maneira nenhuma, de encontro ao aluno completo que se pretende valorizar e que implica toda uma nova dinâmica de interação na sala de aula que comporta, necessariamente, um processo de avaliação muito mais abrangente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 09:49:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/244923140</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 11:20:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>anabelamfg</author>
         <link>https://padlet.com/anabelamfg/DiariodeaprendizagemMOOC/wish/244946231</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong> Selecione um dos três cenários.</div><div>Cenário 2: Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria.</div><div>Projeto: - Instalação de ecopontos em vários locais da escola.<br><br></div><div><strong>2. </strong>Indique a disciplina com que pretende participar (não tem necessariamente de ser a disciplina que leciona).</div><div>Ciências Naturais (7.º Ano)<br><br></div><div><strong>3. </strong>Refira os conhecimentos, capacidades atitudes das Aprendizagens Essenciais que vai convocar para as aprendizagens que pretende ver desenvolvidas (por favor, transcreva e indique a página do documento curricular).</div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Aplicar as competências desenvolvidas em problemáticas atuais e em novos contextos.</div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp; Formular e comunicar opiniões críticas e cientificamente fundamentadas sobre questões de cariz ciência-tecnologia- sociedade-ambiente.</div><div>(Aprendizagens Essenciais – CN – 7.º Ano – página 5)<br><br></div><div><strong>4. </strong>Refira os descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos (que traduzem as&nbsp; dimensões do Perfil dos Alunos)&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>B </strong>- Informação e comunicação;<br>&nbsp;<strong>C -</strong> Raciocínio e resolução de problemas;<br> <strong>D -</strong> Pensamento crítico e pensamento criativo;<br> <strong>E </strong>- Relacionamento interpessoal;<br>&nbsp;<strong>F</strong> - Desenvolvimento pessoal e autonomia;<br> <strong>G </strong>- Bem-estar, saúde e ambiente;<br>&nbsp;<strong>I</strong> – Saber científico, técnico e tecnológico.<br><br></div><div><strong>5.</strong> No quadro do que pode ser o contributo da disciplina que indicou no tópico <strong>2.</strong>, explicite as evidências que poderia recolher do trabalho desenvolvido e que poderiam constituir-se como elementos de avaliação para a disciplina que inscreveu.</div><div>- Diagnóstico da situação atual relativa à seleção de resíduos na escola (elaboração de inquéritos a aplicar à comunidade escolar);</div><div>- Caracterização dos problemas detetados e elaboração de cenários de resolução;&nbsp;</div><div>- Capacidade de resolução de problemas durante o projeto;</div><div>- Grelhas de observação das diferentes fases dos trabalhos a executar, contemplando ainda competências relativas ao saber científico, autonomia, pensamento crítico e criativo e relacionamento interpessoal.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 12:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>anabelamfg</author>
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         <pubDate>2018-03-26 09:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>anabelamfg</author>
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         <pubDate>2018-03-26 15:03:50 UTC</pubDate>
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