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      <title>Protozooses  by TATIANA DA COSTA TAVARES</title>
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Escola Estadual Professora Dilma Cattete/ Trabalho de pesquisa colaborativa /
Professora de Ciências: Tatiana Tavares
- 8º Ano/Tarde</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-22 19:42:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1451969213</link>
         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico:É uma <strong>doença</strong> transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do inseto Barbeiro.<br> • modos de transmissão:A doença de Chagas não é transmitida ao ser humano diretamente pela picada do inseto, que se infecta com o parasita quando suga o sangue de um animal contaminado (gambás ou pequenos roedores). A transmissão ocorre quando a pessoa coça o local da picada e as fezes eliminadas pelo barbeiro penetram pelo orifício que ali deixou.<br> • sintomas :Febre, mal-estar, inflamação e dor nos gânglios, vermelhidão, inchaço nos olhos (sinal de Romanã), aumento do <strong>fígado</strong> e do <strong>baço</strong> são os principais sintomas. Com frequência, a febre desaparece depois de alguns dias e a pessoa não se dá conta do que lhe aconteceu, embora o parasita já esteja alojado em alguns órgãos.<br> • profilaxia:Uma das formas de prevenção da doença de Chagas é evitar que o inseto “barbeiro” forme colônias dentro&nbsp; das residências. Em áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas, pode-se usar mosquiteiros ou telas metálicas. Recomenda-se usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata. Outra medida preventiva é consumir alimentos origem vegetal preferentemente pasteurizados.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-23 14:32:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1452118154</link>
         <description><![CDATA[<div>meu nome: gustavo siqueira Teixeira<br><br>• agente etiológico: Cinco espécies de protozoários do gênero Plasmodium podem causar a malária humana: P. falciparum, P. vivax, P. malariae, P. ovale e P. knowlesi.No Brasil, há três espécies associadas à malária em seres humanos: P. vivax, P. falciparum e P. malariae.O P. ovale está restrito a determinadas regiões do continente africano e a casos importados de malária no Brasil. O P. knowlesi¸ parasita de macacos que tem sido registrado em casos humanos, ocorre apenas no Sudeste Asiático.<br>&nbsp;• agente vetor: A <strong>malária</strong> é causada por parasitos do gênero Plasmodium que são transmitidos às pessoas pela picada das fêmeas infectadas de mosquitos do gênero Anopheles, chamados de <strong>vetores</strong> da <strong>malária</strong>.<br> • modos de transmissão: Ocorre por meio da picada das fêmeas do mosquito Anopheles, quando infectados pelo Plasmodium spp. Ao picar uma pessoa infectada, os plasmódios circulantes no sangue humano, na fase de gametócitos, são sugados pelo mosquito, que atua como hospedeiro principal e permite o desenvolvimento do parasito, gerando esporozoítos no chamado ciclo esporogônico. Por sua vez, os esporozoítos são transmitidos aos humanos pela saliva do mosquito no momento das picadas seguintes. O ciclo do parasito dentro do mosquito tem duração variada conforme as espécies envolvidas, com duração média de 12 a 18 dias, sendo, em geral, mais longo para P. falciparum do que para P. vivax. O risco de transmissão depende do horário de atividade do vetor. Os vetores são abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno. O horário em que há maior abundância de mosquitos varia de acordo com cada espécie, nas diferentes regiões e ao longo do ano. Não há transmissão direta da doença de pessoa a pessoa. Outras formas de transmissão, tais como transfusão sanguínea, compartilhamento de agulhas contaminadas ou transmissão congênita também podem ocorrer, mas são raras.<br> • sintomas: Febre alta,Calafrios intensos que se alternam com ondas de calor e sudorese abundante, Dor de cabeça e no corpo, Falta de apetite, Pele amarelada, Cansaço. Dependendo do tipo de malária, esses sintomas se repetem a cada dois ou três dias.<br> • profilaxia: Entre as principais medidas de prevenção individual da malária estão o uso de mosquiteiros, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso de repelentes. Por outro lado, as medidas de prevenção coletiva contra malária são borrifação intradomiciliar, uso de mosquiteiros, drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e uso racional da terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 15:02:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1452601778</link>
         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico: as principais espécies envolvidas na transmissão no Brasil são: <em>Leishmania Viannia braziliensis</em>, <em>Leishmania Leishmania amazonensis</em> e <em>Leishmania Viannia guyanensis</em>; LV: No Brasil é causada por um protozoário da família <em>tripanosomatidae</em>, gênero <em>Leishmania</em>, espécie <em>Leishmania chagasi</em>. Apresenta duas formas: amastigota (intracelular em vertebrados) e promastígota (tubo digestivo dos vetores invertebrados).<br> • agente vetor: Os <strong>vetores</strong> da <strong>leishmaniose</strong> visceral são insetos denominados flebotomíneos, conhe- cidos popularmente como mosquito palha, tatuquiras, birigui, entre outros. No Brasil, duas espécies, até o momento, estão relacionadas com a transmissão da doença Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi.<br> • modos de transmissão:Na leishmaniose tegumentar americana (LTA), a transmissão ocorre pela picada de insetos flebotomínios (mosquitos) do gênero <em>Lutzomya</em>, com período de incubação médio de 2 a 3 meses, mas podendo ir de 2 semanas a 2 anos. Não existe transmissão homem a homem. Na LV, a transmissão ocorre pela picada da fêmea do flebótomo <em>Lutzomia longipalpis</em>. Também não ocorre transmissão pessoa a pessoa, nem animal a animal. O período de incubação varia de 10 dias a 24 meses, mas a média é de 2 a 4 meses.<br> • sintomas:a forma clássica são pápulas, que evoluem para úlceras e/ou placas verrucosas. A forma mucosa se caracteriza por infiltrados e destruição dos tecidos da cavidade nasal, faringe ou laringe. Nas formas mais graves pode apresentar dificuldade de engolir, alteração da voz, insuficiência respiratória por edema de glote, pneumonia por aspiração e morte. Na LV, os sintomas se caracterizam por: por febre de longa duração, perda de peso, perda ou diminuição da força física, fraqueza muscular, desnutrição, queda de cabelos, hepatoesplenomegalia acentuada, palidez na pele, vários episódios de hemorragias (a amenorreia nas mulheres é um exemplo), retardo no crescimento.<br> • profilaxia:Diagnóstico precoce, tratamento adequado dos casos humanos e redução do contato homem-vetor (mosquito); uso de repelentes, mosquiteiros, telas finas em portas e janelas. Nas áreas endêmicas de LV, faz-se necessário reforçar as medidas de controle especialmente no respeito aos cães infectados.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-23 16:39:39 UTC</pubDate>
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         <title>Meu nome = Julia Carolina de Araújo da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Assunto : Doença de chagas&nbsp;<br>*Sintomas*<br>Febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e do fígado, alterações elétricas do coração e/ou inflamação das meninges nos casos graves. Na fase aguda, os sintomas duram de três a oito semanas. Na crônica, os sintomas estão relacionados a distúrbios no coração e/ou no esôfago e no intestino. Cerca de 70% dos portadores permanece de duas a três décadas na chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.<br>*Transmissão*<br>A transmissão acontece pelas fezes do "barbeiro" depositadas sobre a pele da pessoa, enquanto o inseto suga o sangue. A picada provoca coceira, facilitando a entrada do tripanossomo no organismo, o que também pode ocorrer pela mucosa dos olhos, do nariz e da boca ou por feridas e cortes recentes na pele. Outros mecanismos de transmissão são a transfusão de sangue de doador portador da doença, a transmissão vertical via placenta (mãe para filho), a ingestão de carne contaminada ou acidentalmente em laboratórios.<br>*Prevenção*<br>Ainda não há vacina contra a doença de Chagas e sua incidência está diretamente relacionada às condições habitacionais (casas de pau-a-pique, sapê, etc). Cuidados com a conservação das casas, aplicação sistemática de inseticidas e utilização de telas em portas e janelas são algumas das medidas preventivas que devem ser adotadas, principalmente em ambientes rurais. A melhor forma de prevenção é o combate ao inseto transmissor.<br><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:17:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tatianatavares</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:19:27 UTC</pubDate>
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         <title>Meu nome=Julia Carolina de Araújo da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1453710644</link>
         <description><![CDATA[<div>Assunto: Malária <br>*Sintomas*.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A malária apresenta um <strong>período de incubação de 7 a 14 dias</strong>, porém isso varia de acordo com o agente causador, podendo chegar a meses. O paciente com malária apresenta sintomas como<strong> calafrios, sudorese e febre,</strong> que pode atingir valores superiores a 40 ºC. Os sintomas geralmente surgem em padrões cíclicos, a depender do agente causador. Também podem ocorrer<strong> dor de cabeça, dor muscular,</strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/nausea-vomito.htm"><strong> náusea e vômitos.<br></strong></a><br></div><div>A gravidade da doença é variável e depende de fatores como a espécie de protozoário e a quantidade de parasitas no corpo. Dentre os grupos mais sujeitos às formas graves da malária, destacam-se gestantes e crianças. Na malária grave, o paciente pode apresentar <strong>anemia, icterícia, hemorragias e coma.</strong> A doença pode levar à morte se não tratada adequadamente<br>(Pode pegar Malária mais de uma vez)<strong>A malária pode ser contraída mais de uma vez. </strong>De acordo com o Ministério da Saúde, indivíduos que apresentaram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, com quadro oligossintomático, subclínico ou assintomático. Porém, é importante deixar claro que até o momento não foi comprovado que as infecções possam provocar uma imunidade para proteger completamente contra a doença.<br><strong><br>(Como a malária é diagnosticada)</strong>Os sintomas da malária podem ser facilmente confundidos com os de doenças como<a href="https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/febre-amarela.htm"> febre amarela,</a> dengue e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/doencas/leptospirose.htm">leptospirose,</a> uma vez que são muito inespecíficos. Desse modo, o diagnóstico deve ser feito pela análise dos sintomas e realização de alguns exames. Um dos exames é o chamado<strong> microscopia da gota espessa de sangue</strong>, no qual uma gota de sangue é colhida por punção digital, corada, e a lâmina de sangue é analisada. Esse é considerado o <strong>padrão-ouro</strong> para o diagnóstico da doença. Há também<strong> 🤬 rápidos</strong> para a detecção da malária, os quais são mais fáceis de executar e analisar, no entanto apresentam algumas desvantagens, como a incapacidade de diferenciar <em>P. vivax</em>,<em> P. malariae</em> e <em>P. ovale, </em>não medirem o nível de parasitemia e serem também mais caros. Outros métodos de diagnóstico são o <strong>esfregaço delgado e técnicas moleculares.<br>&nbsp;<br>(Como é feito o tratamento da malária)</strong>O tratamento da malária é <strong>oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde</strong> (SUS) e inclui uma série de medicamentos, que visam, por exemplo, interromper a esquizogonia sanguínea (fase do ciclo em que os sintomas aparecem) e o desenvolvimento das formas sexuadas. Os medicamentos e respectivas doses para o tratamento são recomendados pelo médico e dependem do tipo de parasita que infectou o indivíduo, idade do paciente, gravidade da doença e se o paciente apresenta problemas de saúde ou é uma mulher grávida.<strong><br><br>*Como prevenir a malária*<br></strong>Como vimos ao longo do texto, a malária é uma doença transmitida pela picada de um mosquito, portanto medidas que evitem o contato entre o mosquito e o ser humano são formas de prevenção. Dentre as medidas de prevenção, podemos citar o<strong> uso de telas em portas e em janelas, mosquiteiros, repelentes e roupas que protejam os braços e as pernas. </strong>Até o momento não existe vacina contra a doença.<br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Meu nome=Julia Carolina de Araújo da Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Assunto: Leishmaniose<br>*Sintomas*<br>Considera-se que existem dois tipos de leishmaniose: a leishmaniose visceral e a leishmaniose cutânea.</div><div>A leishmaniose visceral também é conhecida como calazar. Esse tipo de leishmaniose afeta os órgãos das vísceras, como o baço e o fígado, além da medula óssea. Os sintomas da leishmaniose visceral incluem febre, tosse, dor abdominal, anemia, perda de peso, diarreia, fraqueza, aumento do fígado e do baço, além de inchaço nos linfonodos.</div><div>De forma geral, a leishmaniose visceral pode atingir crianças até os dez anos de idade e é considerada a forma mais aguda da doença. Se seus sintomas não forem tratados, ela pode evoluir e causar o óbito dos pacientes.</div><div>A leishmaniose cutânea também é chamada de ferida brava, ou de leishmaniose tegumentar, e causa feridas na pele, que podem evoluir para feridas nas mucosas, como a boca e o nariz. As feridas causadas pela leishmaniose tegumentar são avermelhadas, ovaladas e com bordas delimitadas.</div><div>A leishmaniose tegumentar é a forma mais comum da doença, sendo que, dependendo do tipo, ela pode se curar de forma espontânea.<br>*Tratamento*.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma vez que a leishmaniose foi diagnosticada, com a ajuda, por exemplo, do médico infectologista, o tratamento pode ser feito com diferentes medicamentos, no caso da leishmaniose visceral.</div><div>Os remédios podem ser combinados ou não, e o objetivo é conter o parasita para que a pessoa possa voltar a ter sua qualidade de vida.</div><div>Para a leishmaniose cutânea, é preciso realizar um acompanhamento e uma boa higiene para evitar o surgimento de úlceras e infecções, mas muitas vezes as feridas se curam de forma espontânea.</div><div>A Rede D’Or São Luiz conta com mais de 87 mil médicos em seu quadro de funcionários. Os hospitais, clínicas, ambulatórios e consultórios médicos da Rede D’Or São Luiz estão espalhados pelos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Bahia, Maranhão. Pernambuco e Sergipe.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 22:11:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454034991</link>
         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico: Infecção causada pelo protozoário Giárdia lamblia, que pode se apresentar tanto na forma de cisto quanto na forma de trofozoíto.<br>&nbsp;• agente vetor: A Giargia lamblia é um parasita intestinal que possui um ciclo de vida. Esse protozoário flagelado unicelular afeta o ser humano a partir do momento em que são ingeridos cistos maduros. O <strong>vetor causador</strong> da doença pode se apresentar de duas maneiras: cistos e trofozoítos (estágio adulto do protozoário).<br> • modos de transmissão: A transmissão da giardíase normalmente ocorre pela<strong> ingestão de água</strong> ou alimentos com cistos. O desencistamento inicia-se no estômago e é completado no intestino, onde o parasita adulto se fixa. É comum a adesão das formas adultas à superfície exterior das células duodenais. No intestino, ocorrem a reprodução e a formação de cistos que se desprendem da mucosa intestinal e são liberados com as fezes para o meio exterior, onde podem contaminar novas pessoas.<br> • sintomas: Muitos casos de giardíase são assintomáticos. Contudo, pessoas assintomáticas podem eliminar cistos infecciosos. Os sintomas da giardíase aguda geralmente se manifestam 1 a 14 dias (média de 7 dias) depois da infecção. São normalmente leves e incluem diarreia aquosa fétida, cólicas e distensão abdominais, flatulência e eructação, náuseas intermitentes, desconforto epigástrico e, algumas vezes, leve grau de mal-estar e anorexia. A giardíase aguda normalmente dura 1 a 3 semanas. A má absorção de gordura e açúcar pode provocar perda ponderal significante em casos graves. Não são encontrados sangue ou leucócitos nas fezes. Um subgrupo de pacientes infectados desenvolve diarreia crônica com fezes fétidas, distensão abdominal e eructação fétida. Perda ponderal significativa pode ocorrer. A giardíase crônica ocasionalmente provoca desenvolvimento precário em crianças.<br> • profilaxia: é feita adotando-se hábitos de higiene, como lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas, brincar com animais e antes de comer ou preparar alimentos; ingerir unicamente água tratada; higienizar os alimentos antes do consumo e cura dos doentes. Vale lembrar que o cloro não mata os cistos e que, portanto, alimentos ou água tratados unicamente com cloro não impedem a infecção por este protozoário</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 02:17:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454044626</link>
         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico: Doença provocada pelo protozoário <em>Toxoplasma gondii</em>, é transmitida aos seres humanos através das fezes de diversos animais contaminados pelo agente transmissor. Vários animais domesticados e de produção podem ser transmissores; os mais conhecidos são os gatos, mas a lista inclui bovinos, suínos, caprinos, aves, animais silvestres.<br> • agente vetor: O <strong>vetor</strong> responsável pela transmissão <strong>vetorial</strong> da <strong>toxoplasmose</strong> é o gato doméstico, que também é o hospedeiro definitivo e se destaca entre os felinos pela domesticação e proximidade com o ser humano.<br> • modos de transmissão: O gato contrai a infecção ao comer carnes cruas, ratos ou pássaros contaminados. Outros animais se infectam alimentando-se de pastagens contaminadas pelas fezes.<br> • sintomas: No organismo humano, os protozoários se multiplicam e atacam todos os órgãos através do sangue, provocando infecção generalizada. Surgem deficiências neurológicas, inflamações nos olhos, complicações musculares, hepatites, pancreatites.<br> • profilaxia: - evite comer alimentos crus; não prove a carne crua durante a preparação; coma verduras e legumes sempre bem lavados - congele a carne por 3 dias, a 15º negativos - lave bem as mãos após manipular carnes cruas e antes de comer; se estiver gestante, procure usar luvas - evite contato com gatos ou lave bem as mãos após isso ocorrer - mantenha seu gato bem alimentado para que ele não precise caçar para comer; nunca lhe dê carne crua; evite que ele ande pelas ruas. Se não for possível, ponha um pequeno chocalho no pescoço do animal para que ele não consiga “caçar” - a caixa de dejetos dos gatos deve ser renovada a cada 3 dias e colocada ao sol com freqüência - os cães também podem transmitir toxoplasmose ao sujarem o pelo no solo onde haja fezes de gato - evite acariciar cães que andem soltos - controle ratos e insetos como moscas, baratas e formigas, descartando corretamente o lixo doméstico e os dejetos das criações de animais - lave bem as mãos e as unhas após trabalhar na terra (horta ou jardim). Gestantes devem evitar essa atividade ou utilizar luvas - a água pode ser contaminada por fezes de gatos. Mantenha os reservatórios bem fechados e se a água não for tratada, deve ser fervida antes do consumo. A toxoplasmose é um grave problema à saúde humana. Para pessoas com defesas imunológicas diminuídas, como transplantados, portadores de aids e doenças crônicas, a doença pode ser fatal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 02:28:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>siqueiragustavo341</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454053973</link>
         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico: A <strong>amebíase</strong> é uma infecção do intestino grosso e, por vezes, do fígado e outros órgãos, que é causada pelo protozoário unicelular Entamoeba histolytica, uma <strong>ameba</strong>. As amebas podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, ou pelos alimentos ou água.<br> • agente vetor: (Amoebiasis) A <strong>amebíase</strong> é uma infecção do intestino grosso e, por vezes, do fígado e outros órgãos, que é causada pelo protozoário unicelular Entamoeba histolytica, uma <strong>ameba</strong>. As amebas podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, ou pelos alimentos ou água.<br> • modos de transmissão: A infecção começa quando se ingere os cistos. Os cistos se abrem, liberando os trofozoítos que se multiplicam e provocam úlceras no revestimento intestinal. Ocasionalmente, eles se espalham para o fígado ou outras partes do corpo. Alguns trofozoítos se tornam cistos que são excretados nas fezes juntamente com os trofozoítos. Fora do corpo, os trofozoítos frágeis morrem. No entanto, os cistos resistentes podem sobreviver. Os cistos podem ser transmitidos diretamente de pessoa para pessoa, ou de forma indireta pelos alimentos ou pela água. A amebíase também pode se disseminar por sexo oral-🤬. Nas áreas com más condições sanitárias, a amebíase é adquirida pela ingestão de alimentos ou água contaminada com fezes. As frutas e os legumes podem ser contaminados quando crescem em terras fertilizadas com fezes humanas, quando são lavados com água poluída ou são preparados por alguém que está infectado. A amebíase pode ocorrer e se disseminar em locais com condições sanitárias adequadas se pessoas infectadas forem incontinentes ou houver má higiene (por exemplo, em centros de cuidados diurnos ou instituições de saúde mental).<br> • sintomas: A maioria das pessoas infectadas apresenta poucos ou nenhum sintoma. No entanto, elas excretam os cistos nas fezes e, dessa forma, podem disseminar a infecção. Os sintomas de amebíase normalmente se desenvolvem ao longo de uma a três semanas e podem incluir Diarreia, às vezes com sangue visível nas fezes,Dor abdominal acompanhada de cólicas, Perda de peso e febre, Em casos graves, o abdômen 🤬 dolorido ao toque, e as pessoas podem desenvolver diarreia grave com fezes que contêm muco e sangue (chamado disenteria). Algumas pessoas sofrem cólicas abdominais intensas acompanhadas de febre alta. A diarreia pode levar à desidratação. Pode haver debilitação progressiva do organismo (emaciação) e anemia em pessoas com infecção crônica. Às vezes, grandes protuberâncias (amebomas) podem se formar no interior do intestino grosso (cólon). Em algumas pessoas, as amebas são transmitidas para o fígado, onde podem causar um abscesso. Os sintomas incluem febre, suores, calafrios, fraqueza, enjoo, vômito, perda de peso e dor ou desconforto na região superior direita do abdômen sobre o fígado. Raramente, as amebas são transmitidas para outros órgãos (incluindo os pulmões ou o cérebro). A pele pode ficar igualmente infectada, especialmente ao redor das nádegas (infecção que se disseminou de fezes contaminadas), genitais (por exemplo, úlceras no pênis decorrentes de relação sexual 🤬 com uma pessoa infectada) ou feridas causadas por lesão ou cirurgia abdominal. <br> • profilaxia: Prevenir a contaminação de alimentos e água com fezes humanas é essencial para prevenir a amebíase. Aprimorar os sistemas de saneamento em áreas em que a infecção é comum pode ajudar. Ao viajar para áreas em que a infecção é comum, as pessoas devem evitar comer alimentos não cozidos, incluindo saladas, legumes e verduras, e devem evitar consumir água e gelo potencialmente contaminados. Cozinhar a água mata os cistos. É importante lavar as mãos com água e sabonete. Filtrar a água através de um filtro de 0,1 ou 0,4 mícron pode remover a <em>Entamoeba histolytica</em> e outros parasitas, bem como bactérias que causam doenças. Dissolver iodo ou cloro na água pode ajudar. Porém, a eficácia do iodo ou do cloro contra a <em>Entamoeba histolytica</em> depende de muitos fatores, como o quanto a água está turva ou barrenta (turvação) e a sua temperatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 02:38:41 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Assunto doença de Chagas&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:21:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima&nbsp;<br>Assunto doença de Chagas&nbsp;<br><strong><br>&nbsp;que é Doença de Chagas?<br></strong><br></div><div>A doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi.<br><br></div><div>Apresenta uma fase aguda (doença de Chagas aguda – DCA) que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Quais são os sintomas da Doença de Chagas?<br></strong><br></div><div>A Doença de Chagas pode apresentar sintomas distintos nas duas fases que se apresenta, que é a aguda e a crônica. A fase aguda, que é a mais leve, a pessoa pode apresentar sinais moderados ou até mesmo não sentir nada.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Na fase aguda, os principais sintomas são:<br></strong><br></div><ul><li>febre prolongada (mais de 7 dias);</li><li>dor de cabeça;</li><li>fraqueza intensa;</li><li>inchaço no rosto e pernas.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Na fase crônica, a maioria dos casos não apresenta sintomas, porém algumas pessoas podem apresentar:<br></strong><br></div><ul><li>problemas cardíacos, como insuficiência cardíaca;</li><li>problemas digestivos, como megacolon e megaesôfago.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Como a doença de chagas é transmitida?<br></strong><br></div><div>As principais formas de transmissão da doença de chagas são:<br><br></div><ul><li>Vetorial: contato com fezes de triatomíneos infectados, após picada/repasto (os triatomíneos são insetos popularmente conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo).</li><li>Oral: ingestão de alimentos contaminados com parasitos provenientes de triatomíneos infectados.</li><li>Vertical: ocorre pela passagem de parasitos de mulheres infectadas por T. cruzi para seus bebês durante a gravidez ou o parto.</li><li>Transfusão de sangue ou <a href="http://antigo.saude.gov.br/doacaodeorgaos">transplante de órgãos</a>de doadores infectados a receptores sadios.</li><li>Acidental: pelo contato da pele ferida ou de mucosas com material contaminado durante manipulação em laboratório ou na manipulação de caça.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div>O período de incubação da Doença de Chagas, ou seja, o tempo que os sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é dividido da seguinte forma:<br><br></div><ul><li>Transmissão vetorial – de 4 a 15 dias.</li><li>Transmissão transfusional/transplante – de 30 a 40 dias ou mais.</li><li>Transmissão oral – de 3 a 22 dias.</li><li>Transmissão acidental – até, aproximadamente, 20 dias.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Como prevenir a Doença de Chagas?<br></strong><br></div><div>A prevenção da doença de Chagas está intimamente relacionada à forma de transmissão.<br><br></div><div>Uma das formas de controle é evitar que o inseto “barbeiro” forme colônias dentro das residências, por meio da utilização de inseticidas residuais por equipe técnica habilitada.<br><br></div><div>Em áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas, podem-se usar mosquiteiros ou telas metálicas.<br><br></div><div>Recomenda-se usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc.) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata.<br><br></div><div><strong>Quando o morador encontrar triatomíneos no domicílio:<br></strong><br></div><ul><li>Não esmagar, apertar, bater ou danificar o inseto;</li><li>Proteger a mão com luva ou saco plástico;</li><li>Os insetos deverão ser acondicionados em recipientes plásticos, com tampa de rosca para evitar a fuga, preferencialmente vivos;</li><li>Amostras coletadas em diferentes ambientes (quarto, sala, cozinha, anexo ou silvestre) deverão ser acondicionadas, separadamente, em frascos rotulados, com as seguintes informações: data e nome do responsável pela coleta, local de captura e endereço.</li></ul><div><strong>Em relação à transmissão oral, as principais medidas de prevenção são:<br></strong><br></div><ul><li>Intensificar ações de vigilância sanitária e inspeção, em todas as etapas da cadeia de produção de alimentos suscetíveis à contaminação, com especial atenção ao local de manipulação de alimentos.</li><li>Instalar a fonte de iluminação distante dos equipamentos de processamento do alimento para evitar a contaminação acidental por vetores atraídos pela luz.</li><li>Realizar ações de capacitação para manipuladores de alimentos e de profissionais de informação, educação e comunicação.</li><li>Resfriamento ou congelamento de alimentos não previne a transmissão oral por T. cruzi, mas sim o cozimento acima de 45°C, a pasteurização e a liofilização.</li></ul><div>As instituições de pesquisa vêm investindo em aplicativos gratuitos para a identificação de triatomíneos. A Fiocruz - Minas Gerais desenvolveu um aplicativo gratuito para identificação de triatomíneos, Triatokey, no qual o usuário responde perguntas sobre características visíveis do inseto a ser identificado.&nbsp;<br><br></div><div>Acontece um processo de eliminação, por meio das perguntas, que estreita as possibilidades chegando-se ao gênero do animal e a um pequeno número de espécies dentro daquele gênero, sendo de grande utilidade nas atividades de vigilância.<br><br></div><div><a href="http://triatokey.cpqrr.fiocruz.br/"><strong>Acesse o aplicativo clicando aqui<br></strong></a><br></div><div>A Universidade de Brasília desenvolveu o aplicativo Triatodex, que também tem por objetivo a identificação de triatomíneos até nível de espécie. Ainda, contém informações sobre distribuição geográfica, tamanho, habitats e importância médica das espécies encontradas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:23:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima&nbsp;<br>Assunto malária&nbsp;<br>Os sintomas da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça (que podem ocorrer de forma cíclica). Há pessoas que, antes de apresentarem tais manifestações, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Transmissão<br></strong><br></div><div>A malária é transmitida por meio da picada de fêmeas do mosquito Anopheles infectadas pelo protozoário Plasmodium. O período de incubação da malária varia de acordo com a espécie de plasmódio. A malária não pode ser transmitida pela água.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Prevenção<br></strong><br></div><div>Entre as principais medidas de prevenção individual da malária estão o uso de mosquiteiros, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso de repelentes.<br><br></div><div>Por outro lado, as medidas de prevenção coletiva contra malária são borrifação intradomiciliar, uso de mosquiteiros, drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e uso racional da terra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:31:15 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima&nbsp;<br>Assunto Leishmaniose&nbsp;<br>Devido a extensão do tema segue abaixo as medidas de prevenção da doença e em anexo o Manual de vigilância e controle da Leishmaniose Visceral (LV) do Ministério da Saúde onde se encontra ilustrações importantes tanto de cães como de humanos.<br><br></div><div><strong>Medidas Preventivas – Dirigidas à população humana<br>Medidas de proteção individual</strong><br>Para evitar os riscos de transmissão, algumas medidas de proteção individual devem ser estimuladas, tais como: uso de mosquiteiro com malha fina, telagem de portas e janelas, uso de repelentes, não se expor nos horários de atividade do vetor (crepúsculo e noite) em ambiente onde este habitualmente pode ser encontrado.<br><br></div><div><strong>Dirigidas ao vetor<br>Saneamento ambiental</strong><br>O controle da transmissão urbana da LV é laborioso e de resultados nem sempre satisfatórios a partir de uma única aplicação residual de inseticida. Portanto, outras medidas mais permanentes são indicadas como o manejo ambiental, através da limpeza de quintais, terrenos e praças públicas, a fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de criadouros de formas imaturas do vetor.<br>Medidas simples como limpeza urbana, eliminação dos resíduos sólidos orgânicos e destino adequado dos mesmos, eliminação de fonte de umidade, não permanência de animais domésticos dentro de casa, entre outras, certamente contribuirão para evitar ou reduzir a proliferação do vetor.<br><br></div><div><strong>Dirigidas à população canina<br>Controle da população canina errante</strong><br>A rotina de captura de cães errantes é essencial, especialmente em áreas urbanas, por ser fonte disseminadora de diversas doenças de importância médico-sanitária, entre elas a LV. Esta deverá ser realizada pelo município rotineiramente de acordo com as normas estabelecidas no código sanitário.<br><br></div><div><strong>Doação de animais: cães</strong><br>Em áreas com transmissão de LV humana ou canina, é recomendado que seja realizado previamente o exame sorológico canino antes de proceder à doação de cães. Caso o resultado seja sororreagente, deverão ser adotadas as medidas de vigilância e controle recomendadas pelo Programa.<br><br></div><div><strong>Vacina antileishmaniose visceral canina</strong><br>Existe uma vacina contra a leishmaniose visceral canina registrada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, porém sem constatação de seu custo-benefício e efetividade para o controle de reservatório da leishmaniose visceral canina em programas de saúde pública<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:36:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima&nbsp;<br>Assunto giardiase&nbsp;<br><strong><br>Descrição: </strong>Infecção causada pelo protozoário Giárdia lamblia, que pode se apresentar tanto na forma de cisto quanto na forma de trofozoíto.<br><br></div><div><strong><br>Causa: </strong>Sua forma de infecção se dá pelo contado direto ou indireto com as fezes de pessoas infectadas. Na sua forma de contagio direto a mão é o principal veículo, pois transporta e favorece a ingestão de cistos existentes nos dejetos infectados. A contaminação indireta ocorre através da ingestão de água e alimentos contaminados. Uma vez dentro de seu hospedeiro, este parasita passa por um período de incubação que pode durar de uma a quatro semanas. Após este período, ele pode agir tanto na forma assintomática (que é a mais comum) quanto na sintomática. A complicação mais comum causada pela Giardíase é a Síndrome da má absorção.<br><br></div><div><strong><br>Prevenção: </strong>O melhor meio de se evitar esta infecção é a adoção de medidas preventivas como a ingestão somente de água filtrada, saneamento básico, lavar bem as mãos após utilizar o banheiro, lavar em água corrente e higienizar frutas, legumes e verduras.<br><br></div><div><strong><br>Sintomas: </strong>Esta infecção pode ocorrer tanto em adultos quanto em crianças, podendo, na maior parte das vezes, apresentar-se de forma assintomática. Quando apresenta sintomas, estes geralmente são diarréia e dor na região abdominal. Quando a infecção por este protozoário se torna crônica, ela geralmente apresenta sintomas como fezes amolecidas e gordurosas, distenção abdominal, flatulência e anorexia (que pode gerar perda de peso e anemia).<br><br></div><div><strong><br>Tratamento: </strong>&nbsp;Medicamentos específicos e manutenção da qualidade da água e alimentos ingeridos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:39:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454572322</link>
         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima <br>Assunto toxoplasmose <br>Tratamento prevenção A <strong>toxoplasmose </strong>é uma infecção provocada pelo protozoário <em>Toxoplasma gondii</em>. Não é transmissível de pessoa para pessoa. Diversos animais podem transmitir a doença para os seres humanos: gatos, suínos, caprinos, bovinos, aves e animais silvestres, mas aparentemente não ficam doentes. Os gatos e outros felinos são os hospedeiros definitivos da doença, pois neles ocorre a reprodução assexuada do parasito. Cabe ressaltar que gatos que nasceram e vivem em ambiente doméstico sem acesso à rua e alimentados exclusivamente com ração possuem chances reduzidas de se contaminar com o protozoário. Em pacientes imunodeprimidos (que possuem câncer, AIDS ou doenças crônicas), a doença pode ser fatal. Existe a forma congênita onde a mãe grávida portadora da doença ou que já a tenha tido, transmite a doença através da barreira placentária, ocasionando severas consequências para o feto.</div><div><strong>Transmissão</strong></div><div>Os gatos adquirem o protozoário ao comerem carne crua contaminada como carne de ratos e aves. A transmissão ao homem ocorre pela ingestão de carnes mal cozidas (boi e 🤬) ou contato com fezes de animais contaminados. Há uma possibilidade remota de se contrair a doença mais diretamente pelo contato com fezes de gato. Pode ocorrer transmissão também pelatransfusão de sanguee transplante de órgãos de pacientes contaminados. Durante a gestação a mulher deve realizar exames para detectar a doença, e se for o caso, tratá-la.</div><div><strong>Sintomas</strong></div><div>Os principais sintomas são: febre, gânglios aumentados, hepatoesplenomegalia (aumento do figado e baço), podendo evoluir parapneumonia e encefalite.A toxoplasmose congênita pode ocasionar no feto alterações oculares,hidrocefalia, microcefalia, retardo mental,convulsões, anemia,problemas no fígado e mais raramente podem ocorrer o aborto e natimorto.</div><div><strong>Diagnóstico</strong></div><div>O diagnóstico é feito através da pesquisa das Imunoglobulinas IgM e IgG que vão demonstrar a presença deanticorposespecíficos para a doença. As mulheres grávidas devem realizar o exame no pré-natal e se for detectada a doença, pode ser feita uma análise do líquido amniótico (amniocentese), para detecção da doença no feto. Quando há suspeita de toxoplasmose cerebral, um simples exame de imagem é suficiente para confirmar o diagnóstico.</div><div><strong>Tratamento</strong></div><div>Em pacientes imunocompetentes, a doença regride espontaneamente. Em pacientes imunodeprimidos, o tratamento é feito com antibióticos ao longo de 6 semanas. Mulheres grávidas são tratadas com expiramicina até o final da gravidez.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Prevenção</strong></div><div>Várias medidas simples podem ser tomadas para a prevenção da toxoplasmose dentre elas:</div><ul><li>Consumir apenas carne bem cozida;</li><li>Lavar bem frutas e legumes;</li><li>Congelar a carne por 3 dias a 15ºC negativos;</li><li>Lavar as mãos regularmente, sobretudo após a manipulação de alimentos e antes das refeições;</li><li>Evitar contato com areia de gatos e lavar bem as mãos após este procedimento. Gestantes não devem ter contato com areia de gatos;</li><li>Manter o gato bem alimentado e sem acesso à rua para ele não caçar e se contaminar.</li><li>Eviteacariciar <a href="https://www.infoescola.com/mamiferos/cao/">cães</a> que andem soltos;</li><li>Controle ratos e insetos como moscas, baratas e formigas, descartando corretamente o lixo doméstico e os dejetos das criações de animais;</li><li>lave bem as mãos e as unhas após trabalhar na terra (horta ou jardim);</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:43:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454580966</link>
         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima <br>Assunto amebiase<br>&nbsp;Também conhecida como <strong>disenteria amebiana</strong>, a <strong>amebíase</strong> é uma parasitose causada pelo <a href="https://www.infoescola.com/reino-protista/protozoarios/">protozoário</a> <em>Entamoeba histolytica</em>. Este protozoário não possui flagelos ou cílios e o seu deslocamento ocorre por meio de pseudópodos, que são expansões do <a href="https://www.infoescola.com/citologia/citoplasma/">citoplasma</a>. Habitam preferencialmente o <a href="https://www.infoescola.com/sistema-digestivo/intestino-grosso/">intestino grosso</a> (na forma de cistos), sendo o homem o seu único <a href="https://www.infoescola.com/biologia/hospedeiro/">hospedeiro</a>. Em condições normais, não causa doença, mas em algumas condições se torna patogênica, invadindo células e tecidos e provocando a doença. Existem relatos da parasitose em todo o mundo, que vão desde casos assintomáticos a casos graves, envolvendo órgãos vitais como <a href="https://www.infoescola.com/anatomia-humana/pulmoes/">pulmão</a> ou <a href="https://www.infoescola.com/anatomia-humana/cerebro/">cérebro</a>, levando os pacientes à&nbsp;<br><br></div><div>Transmissão</div><div>A transmissão ocorre pela ingestão de alimentos e água contaminados com os cistos das amebas. Em populações sem <a href="https://www.infoescola.com/saude/saneamento-basico/">saneamento básico</a>, o homem é obrigado a fazer suas necessidades no ambiente. Se as fezes estiverem contaminadas com o parasito, o ambiente (principalmente a água) se contamina. Esta água contaminada pode ser usada para beber ou irrigar plantações, fechando o ciclo, e infestando outros indivíduos. O período de incubação varia de sete dias a quatro meses. Os ciclos são resistentes e sobrevivem de 20 horas a 30 dias em diferentes meios (água, fezes frescas, massas e laticínios). Os <a href="https://www.infoescola.com/biologia/insetos/">insetos</a> também ajudam a dispersar os cistos da <em>Entamoeba histolytica</em>.<br><br></div><div><br></div><div>A transmissão ocorre pela ingestão de alimentos e água contaminados com os cistos das amebas. Em populações sem <a href="https://www.infoescola.com/saude/saneamento-basico/">saneamento básico</a>, o homem é obrigado a fazer suas necessidades no ambiente. Se as fezes estiverem contaminadas com o parasito, o ambiente (principalmente a água) se contamina. Esta água contaminada pode ser usada para beber ou irrigar plantações, fechando o ciclo, e infestando outros indivíduos. O período de incubação varia de sete dias a quatro meses. Os ciclos são resistentes e sobrevivem de 20 horas a 30 dias em diferentes meios (água, fezes frescas, massas e laticínios). <br><br>Sintomas <br>Os principais sintomas compreendem dores abdominais, gases, cólicas intensas, náuseas, vômitos, diarreias, eliminação de sangue e muco com as fezes. São realizados também 🤬 de <a href="https://www.infoescola.com/medicina/teste-elisa/">ELISA</a> que são bem mais sensíveis e específicos do que exames de microscopia, mas ainda não são usados com muita frequência em áreas endêmicas por possuir um custo elevado de realização.<br><br>Tratamento</div><div>Para os casos graves, deve-se permanecer em repouso, utilizando uma dieta rica em proteínas e com hidratação constante. A medicação normalmente utilizada é o Metronidazol por 10 dias por via oral. Se o parasita invadir os tecidos, o tratamento deve contemplar todas as áreas afetadas pelo parasita. Ao término do tratamento, as fezes devem ser examinadas novamente para ter certeza de que a doença foi eliminada.<br><br></div><div>Prevenção</div><div>Várias medidas de prevenção podem ser adotadas, dentre elas:<br><br></div><ul><li>proporcionar saneamento básico para toda a população;</li><li>utilizar sempre que possível água tratada para beber;</li><li>lavar as mãos antes e após as refeições;</li><li>lavar bem frutas e hortaliças e deixá-las de molho em uma solução de água sanitária e água (1 colher de sopa de água sanitária para cada litro de água)</li><li>filtrar e ferver (por no mínimo 20 minutos) água de poço ou rios antes de bebê-las;</li><li>evitar o contato com fezes humanas;</li><li>lavar com muita água e sabão se tiver tido contato com fezes humanas.</li></ul><div>Bibliografia:<br><br></div><div>Amebíase. Disponível em <a href="http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=90&amp;sid=8">http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=90&amp;sid=8</a>.<br><br></div><div>DULGHEROFF, ACB et al; Amebíase intestinal: diagnóstico clínico e laboratorial. Revista Científica do ITPAC, Araguaína, v.8, n.2, Pub.1, Agosto 201.<br><br></div><div>Soares, JL. Programas de Saúde. Editora Scipione.<br><br></div><div><strong>AVISO LEGAL</strong>: As informações disponibilizadas nesta página devem apenas ser utilizadas para fins informacionais, não podendo, jamais, serem utilizadas em substituição a um diagnóstico médico por um profissional habilitado. Os autores deste site se eximem de qualquer responsabilidade legal advinda da má utilização das informações aqui publicadas.</div><div>Texto originalmente publicado em <a href="https://www.infoescola.com/doencas/amebiase/">https://www.infoescola.com/doencas/amebiase/<br></a><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 12:50:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatavares/b8luo10dq0nfek4p/wish/1454597980</link>
         <description><![CDATA[<div>Mickael da silva Lima&nbsp;<br>Assunto triconiase&nbsp;<br>que é Tricomoníase?<br><br></div><div>Tricomoníase (CID 10 - A59) é uma infecção do trato vaginal inferior feminino ou trato genital masculino causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. Pode ser assintomática ou causar sintomas como <a href="https://www.minhavida.com.br/temas/uretrite">uretrite</a> e vaginite e, ocasionalmente, <a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/cistite">cistite</a>, epididimite e prostatite.<br><br></div><div>O organismo pode persistir por longos períodos no trato urinário masculino sem causar sintomas, e pode ser transmitida involuntariamente aos parceiros e parceiras sexuais. É comum a <a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/tricomoniase">tricomoníase</a> estar acompanhada de <a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/gonorreia">gonorreia</a> e outras infecções sexualmente transmissíveis (<a href="https://www.minhavida.com.br/temas/ist">IST</a>).<br><br><br>Tricomoníase na mulher<br><br></div><div>O <em>Trichomonas vaginalis </em>infecta principalmente o trato genital. Mas existe uma grande variação na forma como ela se manifesta: pode ser desde a apresentação assintomática até um estado de severa inflamação (vaginite).<br><br></div><div>Das mulheres infectadas, entre 25% e 50% são assintomáticas, têm pH vaginal normal de 3,8 a 4,2, acima desse nível já é possível considerar que o meio vaginal está infectado.<br><br></div><div><br>Tricomoníase no homem<br><br></div><div>Diferentemente da mulher, homens são infectados pelo contato com parceira sexual infectada e, por razão desconhecida, podem ter somente infecção autolimitada. No entanto, o tratamento é o mesmo para ambos.<br><br>Causas<br><br></div><div>O <strong>agente causador da tricomoníase</strong> é um protozoário unicelular chamado <em>Trichomonas vaginalis</em> ou<em> T. vaginalis</em>, um tipo de parasita minúsculo que se transmite entre as pessoas durante a relação sexual. O período de incubação entre a exposição e a infecção pode variar de cinco a 28 dias.<br><br><br>Transmissão<br><br></div><div>O protozoário é transmitido de uma pessoa infectada para uma pessoa não infectada durante o sexo.<br><br></div><div>Nas mulheres, a parte mais comumente afetada do corpo é o trato genital inferior (🤬, 🤬, colo do útero ou uretra). Nos homens, a parte do corpo mais comumente afetada é o interior do pênis (uretra).Durante o sexo, o parasita geralmente se espalha de um pênis para uma 🤬, ou de uma 🤬 para um pênis. Não é comum o parasita infectar outras partes do corpo, como as mãos, a boca ou o ânus.<br><br></div><div>Não está claro por que algumas pessoas com a infecção têm sintomas enquanto outras não.<br><br></div><div>Isso provavelmente depende de fatores como a idade de uma pessoa e a saúde geral. Pessoas infectadas sem sintomas ainda podem transmitir a infecção para outras pessoas.<br><br></div><div><br>Fatores de risco<br><br></div><div>Os principais fatores de risco para tricomoníase são:<br><br></div><ul><li>Fazer sexo sem camisinha</li><li>Fazer sexo com múltiplos parceiros(as)</li><li>Histórico de outras DSTs</li><li>Episódio prévio de tricomoníase</li><li>Baixa imunidade</li><li>Problemas afetivos com o parceiro(a)</li><li>Uso de piscina</li></ul><div><br>Sintomas<br><br></div><div>Sintomas de Tricomoníase<br><br></div><div>Muitas mulheres e maioria dos homens com tricomoníase não apresentam sintomas, pelo menos não no início. No entanto, os sintomas vulvares de tricomoníase incluem:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/corrimento-vaginal">Corrimento vaginal</a> abundante, que pode ser branco, cinza, amarelo ou verde</li><li>Mau cheiro, que pode ser ocasionado em situações em que há uma repulsa ao parceiro (a)</li><li>Vermelhidão genital</li><li>Coceira na 🤬</li><li>Dor e ardor ao urinar ou na relação sexual</li><li>Dor abdominal (raro)</li></ul><div>Os sinais e sintomas podem piorar durante a <a href="https://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/35486-menstruacao">menstruação</a>.<br><br></div><div>Homens que têm tricomoníase raramente apresentam sintomas e geralmente não sabem que estão infectados. Entretanto, quando os sintomas ocorrem, eles incluem:</div><ul><li>Irritação na parte interna do pênis</li><li>Leve corrimento</li><li>Ardor ao urinar ou ejacular</li></ul><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 13:06:04 UTC</pubDate>
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         <author>siqueiragustavo341</author>
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         <description><![CDATA[<div>• agente etiológico: A <strong>tricomoníase</strong> é uma infeção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis que pode afetar toda a área genital como a 🤬, a 🤬 (<strong>tricomoníase vulvovaginal</strong>), a uretra e as glândulas paravaginais. Na mulher, a infeção da uretra (<strong>tricomoníase urogenital</strong>) ocorre em 90% dos casos. A tricomoníase faz parte das <strong>infeções</strong> que ocorrem na mulher, denominadas de <strong>vulvovaginites</strong>, onde se inclui também a vaginose bacteriana e a <br><br>• agente vetor: É uma infecção genital causada pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Sua transmissão ocorre por meio das relações sexuais ou contato íntimo com secreções de uma pessoa contaminada. Pode ser transmitida por mulher/homem e mulher/mulher. <br><br>• modos de transmissão: No adulto, esta <strong>infeção é transmitida</strong> através do <strong>contato sexual</strong>, ou seja, o contágio ocorre através das relações sexuais acometendo a zona urogenital da mulher (<strong>tricomoníase feminina</strong>) e o pénis e uretra do homem (<strong>tricomoníase masculina</strong>). A tricomoníase é uma Doença Sexualmente Transmissível (<strong>DST</strong>). Portanto, a forma de contágio desta doença corre através das relações sexuais (passa ou “pega-se” com as relações sexuais). A mulher ou o homem podem ser portadores assintomáticos da infeção, facilitando também a transmissão da doença. <br><br>• sintomas: A mulher apresenta <strong>sintomas</strong> de irritação e prurido (comichão) vulvar, disúria (dor quando urina) e corrimento vaginal amarelo-esverdeado. Na observação ginecológica é possível constatar os sinais de eritema (vermelhidão) e edema (inchaço) da 🤬 e da 🤬, lesões de escoriação (pequenas feridas) da 🤬, colo do útero com manchas petequiais (vermelhas) dispersas (colo “framboesa like”) e corrimento vaginal abundante fluido, amarelo ou esverdeado, arejado (espumoso), com cheiro fétido. As situações que alteram o pH da 🤬 (pH &gt; 5) como ocorre na fase pós-menstrual em que a passagem do sangue reduz a acidez da 🤬, levam ao agravamento dos sintomas. Cerca de 10 a 50% das mulheres podem ser assintomáticas (sem sintomas) ou podem ter manifestações clinicas pouco típicas, tornando o diagnóstico mais difícil. Este tipo de infeção limitada às áreas da 🤬, 🤬 e uretra (não complicada) não atinge outros órgãos do corpo, não provocando outro tipo de sintomas (como dor abdominal) e não interfere com a menstruação. Nos homens a infeção pode ser assintomática contudo, alguns apresentam sintomas de uretrite&nbsp;<br><br>• profilaxia: Nas situações de infeção vaginal deve ser promovido o tratamento específico e adequado ao tipo de infeção. A higiene íntima genital pode ter indicação para um alívio dos sintomas e deve ser encarada como paliativa (prevenir novas infeções), mas não pode ser considerada como tratamento. No caso da tricomoníase, os produtos de higiene íntima devem ter um pH mais ácido de forma a combater a alcalinização que se verifica nesta infeção.&nbsp;<br><br>Atitudes que possam dificultar o tratamento da infeção, promover a sobreposição de outro tipo de infeções ou fragilizar a mucosa da 🤬 e da 🤬 devem ser evitadas, como a utilização de penso higiénico e de tampões.&nbsp;<br><br>Devem ser evitados os comportamentos sexuais de risco como a promiscuidade sexual (vários parceiros sexuais) e relações sexuais sem utilização de preservativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 21:52:12 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você está em <strong>REDE D'OR SÃO LUIZ</strong></div><div><br></div><ul><li><br>Menu</li><li><br><a><strong>CONSULTAS E EXAMES: 3003-3230</strong></a></li></ul><div><br>Fechar<br><br></div><ul><li>O GRUPO</li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/unidades">UNIDADES</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/especialidades">ESPECIALIDADES</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/exames-e-procedimentos">EXAMES E PROCEDIMENTOS</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/resultados-exames">RESULTADOS DE EXAMES</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/encontre-um-medico">ENCONTRE UM MÉDICO</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/comunicacao-interna/rh/login">COMUNICAÇÃO INTERNA</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/fale-conosco">OUVIDORIA</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias">NOTÍCIAS</a></li><li>ÁREA DO MÉDICO</li></ul><div><br></div><div><br><br><br><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/">Home</a><br> &gt; <br><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas">Doenças</a><br> &gt; <br><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/doenca-de-chagas">Doença de Chagas</a></div><h1>Doença de Chagas</h1><div><br>A doença de chagas é uma condição médica causada por um protozoário, o Trypanossoma cruzi. Essa condição também pode ser chamada de tripanossomíase americana e é mais comum na América do Sul, América Central e também no México. Ela é dividida em duas fases: a fase aguda e a fase crônica.</div><div><br><a href="https://servicos.rededorsaoluiz.com.br/marcar-consulta/"><strong>MARCAR CONSULTA</strong></a></div><div><br><br>O que é Doença de Chagas?<br><br>A doença de chagas é uma condição médica causada por um protozoário, o Trypanossoma cruzi. Essa condição também pode ser chamada de tripanossomíase americana e é mais comum na América do Sul, América Central e também no México. Ela é dividida em duas fases: a fase aguda e a fase crônica.<br>O diagnóstico da doença de chagas é feito por meio do exame de sangue. Os 🤬 de doença de chagas são recomendados especialmente para os pacientes que apresentam os sintomas da condição e que vivem nas regiões onde essa doença é endêmica e comum, como a região Norte do País.<br>&nbsp;<br><br>Quais são os sintomas da Doença de Chagas?<br><br>Na fase aguda da doença de chagas, o paciente pode apresentar poucos ou nenhum sintoma da doença. Uma vez que esses sintomas sejam ignorados e a doença siga sem tratamento, ela pode evoluir para a fase crônica, afetando o coração e o sistema gastrointestinal.<br>De modo geral, os sintomas da doença de chagas incluem:<br>– Febre;<br>– Mal-estar;<br>– Inchaço localizado no local da picada do Barbeiro;<br>– Inchaço em nos olhos;<br>– Dor no corpo;<br>– Dor de cabeça;<br>– Cansaço e prostração;<br>– Náusea e vômitos;<br>– Diarreia;<br>– Inflamação e dor nos gânglios;<br>– Nódulos espalhados pelo corpo;<br>– Vermelhidão pelo corpo;<br>– Aumento do fígado e do baço e<br>– Algumas complicações da doença de chagas incluem problemas digestivos, meningite, problemas no coração, como a cardite chagásica, e a constipação crônica.<br><br>Como é a transmissão da Doença de Chagas?<br><br>Como é a transmissão da doença de chagas?<br>Muitas pessoas acreditam que a transmissão da doença de chagas se dá pela picada do Barbeiro, um tipo de inseto que tem hábitos noturnos e costuma se abrigar em frestas e pequenos buracos dentro das residências, além de poder ser encontrado também em ninhos de pássaros, embaixo de pedras e em cascas de árvores.<br>Na verdade, o protozoário que causa a doença é eliminado pelo Barbeiro em suas fezes. Quando a pessoa que leva uma picada do inseto coça esse local, pode levar as fezes eliminadas pelo inseto para a região da ferida. Assim, o protozoário acaba entrando na corrente sanguínea da pessoa, causando a doença de chagas.<br>O ciclo da doença de chagas acontece por meio do Barbeiro, que 🤬 contaminado com o protozoário ao picar algum animal que tenha a doença. Ele é o único transmissor da doença de chagas para o ser humano.<br>Outras formas de transmissão da doença de chagas incluem a infecção de mãe para filho, durante a gravidez, e a transmissão que acontece por meio do compartilhamento de agulhas contaminadas.<br>Já foram registrados casos de doença de chagas transmitida pela via oral, em pacientes que tomaram caldo de cana ou açaí que havia sido contaminado pelas fezes do Barbeiro. Isso é mais comum nas zonas onde a doença de chagas é endêmica.<br><br>Como é o tratamento da Doença de Chagas?<br><br>A doença de chagas tem cura durante a fase aguda, quando o protozoário ainda circula pelo sangue do indivíduo. São utilizados medicamentos que têm como objetivo matá-lo e impedir sua reprodução, para que a doença possa regredir.<br>O mesmo medicamento pode ser usado na fase crônica, mas com menos chances de sucesso. De modo geral, quem tem doença de chagas crônica precisa realizar um acompanhamento médico constante, para impedir que a condição evolua ou traga novos sintomas para o paciente.<br>Por ano, a Rede D’Or São Luiz realiza mais de 3,4 milhões de atendimentos médicos de urgência e emergência, em seus hospitais e ambulatórios localizados nos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Bahia, Maranhão. Pernambuco e Sergipe.<br>A Rede D’Or São Luiz conta com mais de 87 mil médicos em seu quadro de funcionários e é garantia de excelência no atendimento médico.<br><br><a href="https://servicos.rededorsaoluiz.com.br/marcar-consulta/"><strong>MARQUE SUA CONSULTA</strong></a></div><div><br>Outros serviços<br><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/encontre-um-medico"><strong>ENCONTRE UM ESPECIALISTA</strong></a><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/unidades"><strong>ENCONTRE UMA UNIDADE</strong></a><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/exames-e-procedimentos"><strong>EXAMES E PROCEDIMENTOS</strong></a></div><div><br></div><div><br><a>3003-3230</a><br><strong>ACOMPANHE NOSSAS REDES SOCIAIS</strong></div><ul><li><a href="https://pt-br.facebook.com/rededor/">FACEBOOK</a></li><li><a href="https://www.linkedin.com/company/rededor-saoluiz/">LINKEDIN</a></li><li><a href="https://www.instagram.com/rededor_oficial/">INSTAGRAM</a></li><li><a href="https://twitter.com/rededor">TWITTER</a></li></ul><div><br><strong>FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES</strong>OK</div><ul><li><strong>O GRUPO</strong><ul><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/quem-somos">QUEM SOMOS</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/historico">HISTÓRICO</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/politica-qualidade">POLÍTICA DE QUALIDADE</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/politica-de-riscos">POLÍTICA DE RISCOS</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/sustentabilidade">VALORES SUSTENTÁVEIS</a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/emergencias">EMERGÊNCIAS</a></li><li><a href="https://ri.rededorsaoluiz.com.br/">RELAÇÕES COM O INVESTIDOR</a></li></ul></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/unidades"><strong>UNIDADES</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/centrais-atendimento"><strong>CENTRAIS DE ATENDIMENTO</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/especialidades"><strong>ESPECIALIDADES</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/encontre-um-medico"><strong>ENCONTRE UM MÉDICO</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas"><strong>DOENÇAS</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/sintomas"><strong>SINTOMAS</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/exames-e-procedimentos"><strong>EXAMES E PROCEDIMENTOS</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/o-grupo/planos-convenios"><strong>PLANOS E CONVÊNIOS</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias"><strong>NOTÍCIAS</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/imprensa"><strong>IMPRENSA</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/sua-saude"><strong>SUA SAÚDE</strong></a></li><li><strong>ÁREA MÉDICA</strong><ul><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/area-medica/cursos-e-palestras">CURSOS E PALESTRAS</a></li></ul></li><li><a href="https://trabalheconosco.vagas.com.br/rede-dor-sao-luiz"><strong>TRABALHE CONOSCO</strong></a></li><li><a href="http://www.idor.org/"><strong>IDOR</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/onco/oncologiador"><strong>ONCOLOGIA D'OR</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/fale-conosco"><strong>OUVIDORIA</strong></a></li><li><a href="https://www.rededorsaoluiz.com.br/lgpd-direitos-titulares"><strong>LGPD – DIREITOS DOS TITULARES</strong></a></li></ul><div>©2021 REDE D'OR SÃO LUIZ | TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.</div><ul><li><a href="https://dpo.privacytools.com.br/policy-view/DPO8r0aQk/1/aviso-de-privacidade/pt_BR">Aviso de Privacidade</a></li><li>Aviso de Cookies</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 00:37:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Manuais MSD edição para profissionais</div><div>Manuais MSD</div><div>Grátis - No Google Play</div><div><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.msd.professionalPortugese">Visualizar</a></div><div><br><br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional">MANUAL MSD</a><br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional">Versão para Profissionais de Saúde</a><br><br>A-Z</div><div><br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional">INÍCIO</a><br>ASSUNTOS MÉDICOS<br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/doen%C3%A7a-de-chagas#">RECURSOS</a><br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pages-with-widgets/news-list">NOTÍCIAS E COMENTÁRIOS</a><br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pages-with-widgets/procedures-and-exams">PROCEDIMENTOS</a><br>🤬<br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/doen%C3%A7a-de-chagas#">SOBRE</a></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/doen%C3%A7a-de-chagas#">&nbsp;</a></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional">PROFISSIONAL</a> /&nbsp;</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas">DOENÇAS INFECCIOSAS</a> /&nbsp;</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais">PROTOZOÁRIOS EXTRAINTESTINAIS </a>/&nbsp;</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/doen%C3%A7a-de-chagas">DOENÇA DE CHAGAS</a></div><div><br></div><h1>Doença de Chagas</h1><div><strong>(Tripanossomíase americana)<br></strong><br></div><div>Por <a href="https://med.virginia.edu/faculty/faculty-listing/rdp9g/"><strong>Richard D. Pearson</strong></a>, MD, University of Virginia School of Medicine<br>Última modificação do conteúdo mai 2019<br>CLIQUE AQUI PARA ACESSAR EDUCAÇÃO PARA O PACIENTE</div><div><br>Doença de Chagas é a infecção pelo <em>Trypanosoma cruzi</em> transmitida por picadas de inseto Triatominae ou, menos comumente, pela ingestão de suco de cana ou alimentos contaminados com triatomíneos infectados ou suas fezes, por via transplacentária da mãe infectada para o feto ou por transfusão de sangue ou transplante de órgão de um doador infectado. Os sintomas depois de uma picada de Triatominae costumam começar com lesão cutânea ou edema periorbitário unilateral, evoluindo então para febre, mal-estar, linfadenopatia generalizada e hepatoesplenomegalia; anos mais tarde, 20 a 30% dos pacientes infectados desenvolvem arritmias, miocardiopatia crônica ou, menos comumente, megaesôfago ou megacólon. Nos pacientes com aids, a pele ou o cérebro podem ser comprometidos. O diagnóstico é feito pela detecção de tripanossomos no sangue periférico ou em aspirado de órgãos infectados. 🤬 de anticorpos são sensíveis e podem ser úteis. O tratamento é com nifurtimox ou benznidazol; contudo, os antiparasitários não revertem o curso da doença cardíaca ou intestinal que se desenvolveu. Tratamento de suporte pode ser útil.<br>O <em>T. cruzi</em> é transmitido por insetos da família Triatominae (barbeiros, reduviídeos ou percevejos assassinos) nas Américas Central e do Sul, México e, muito raramente, nos EUA. Os reservatórios não humanos são cães domésticos, gambás, tatus, ratos, guaxinins e vários outros animais. Menos comumente, o <em>T. cruzi</em> é transmitido pela ingestão de suco de cana ou de alimentos contaminados com insetos Triatominae infectados ou suas fezes, por via transplacentária da mãe infectada para o feto, ou pela transfusão de sangue ou transplante de órgãos de um dador infectado.<br>Em todo o mundo, estima-se que 8 milhões de pessoas estejam infectadas pelo <em>T. cruzi</em>. A maioria reside na América Latina, mas cerca de 300.000 das pessoas infectadas na América Latina agora moram nos EUA; outros moram na Europa ou em outros lugares. A incidência da infecção por <em>T. cruzi</em> diminuiu na América Latina por causa das melhoras das condições de moradia, da triagem dos doadores de sangue e de órgãos, e por outras medidas de controle.<br><strong>Fisiopatologia</strong><br><br>A doença de Chagas é transmitida quando o barbeiro pica uma pessoa ou animal infectado, que então pica outra pessoa. Enquanto picam, os insetos infectados depositam na pele as fezes contendo tripomastigotas metacíclicos. Essas formas infecciosas entram pela lesão da picada ou penetram na conjuntiva ou nas mucosas. Os parasitas invadem macrófagos no local de entrada, transformam-se em amastigotas que se multiplicam por divisão binária e são liberados como tripomastigotas no sangue e em espaços teciduais, de onde infectam outras células. Células do sistema reticuloendotelial, do miocárdio, dos músculos e dos sistema nervoso geralmente estão envolvidas.<br>Ciclo de vida do <em>Trypanosoma</em><br>IMAGEM DE CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION IMAGE LIBRARY.<br><strong>Sinais e sintomas</strong><br><br>A doença de Chagas ocorre em 3 fases:</div><ul><li>Aguda</li><li>Latente (indeterminada)</li><li>Crônica</li></ul><div><br>A infecção aguda é seguida por um período de latência (indeterminado) que pode permanecer assintomático ou progredir para doença crônica. Imunossupressão pode reativar a infecção latente, com alta parasitemia e uma 2ª fase aguda, lesões de pele, ou abscessos cerebrais.<br>Cerca de 1 a 5% das grávidas transmitem a infecção pela placenta, resultando em aborto, natimortos ou doença neonatal crônica com mortalidade alta.<br><br><strong>Aguda</strong><br><br>A doença de Chagas aguda em áreas endêmicas normalmente ocorre na infância e pode ser assintomática. Quando apresenta sintomas, estes se iniciam 1 a 2 semanas após a exposição. Uma lesão de pele endurecida e eritematosa (um chagoma) aparece no local de entrada do parasita. Quando o local de inoculação é a conjuntiva, edema periocular unilateral e palpebral com conjuntivite e linfadenopatia pré-auricular são chamados coletivamente de sinal de Romaña.<br>A doença de Chagas aguda é fatal em uma porcentagem pequena de pacientes, em decorrência de miocardite aguda com insuficiência cardíaca ou meningoencefalite aguda. No restante, os sintomas cedem sem tratamento.<br>A doença de Chagas aguda primária em pacientes imunocomprometidos, como na aids, pode ser grave e atípica, com lesões de pele e abscessos cerebrais, embora estes últimos sejam raros.<br><br><strong>Indeterminado</strong><br><br>Pacientes com infecção indeterminada têm evidências parasitológicas e/ou sorológicas de infecção por <em>T. cruzi</em>, mas não têm sintomas, achados físicos anormais nem evidências de envolvimento cardíaco ou gastrointestinal como avaliado por ECG, ultrassonografia cardíaca, radiografias ou outros exames.<br>A identificação de muitos pacientes infectados é por ELISA e ensaio de radioimunoprecipitação (RIPA) confirmatório ao doarem sangue.<br><br><strong>Crônica</strong><br><br>A doença de Chagas crônica se desenvolve em 20 a 30% dos pacientes após uma fase de latência que pode durar anos ou décadas. Os parasitas provavelmente estão presentes na doença crônica; uma reação autoimune também pode contribuir para danos aos órgãos. Os principais efeitos são</div><ul><li>Cardíaco</li><li>Gastrointestinal</li></ul><div><br><strong>Doença cardíaca</strong> geralmente se manifesta com anormalidades na condução, incluindo bloqueio de ramo direito ou bloqueio fascicular anterior esquerdo. Em geral, a <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/miocardiopatias/miocardiopatia-dilatada">miocardiopatia crônica</a> é seguida por dilatação flácida de todas as câmaras, aneurisma apical e progressão das lesões no sistema de condução. Pacientes podem ter insuficiência cardíaca, síncope, morte súbita resultante de <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arritmias-e-doen%C3%A7as-de-condu%C3%A7%C3%A3o/bloqueio-atrioventricular">bloqueio cardíaco</a> ou arritmia ventricular e tromboembolismo. Eletrocardiograma (ECG) pode mostrar bloqueio completo ou do ramo direito do coração.<br><strong>Doença gastrointestinal</strong> se manifesta com sintomas que lembram <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/doen%C3%A7as-do-es%C3%B4fago-e-da-degluti%C3%A7%C3%A3o/acalasia">acalasia</a> ou <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/anomalias-gastrintestinais-cong%C3%AAnitas/doen%C3%A7a-de-hirschsprung">doença de Hirschsprung</a>. O megaesôfago de Chagas apresenta-se com disfagia e pode conduzir a infecções pulmonares por aspiração ou por desnutrição grave. Megacólon pode resultar em períodos prolongados de obstipação e vólvulo intestinal.<br><strong>Diagnóstico</strong></div><ul><li>Microscopia óptica de esfregaços de sangue (finos ou espessa) ou de tecido (doença de Chagas aguda)</li><li>Sorologia confirmada por um segundo teste</li><li>🤬 baseados na reação em cadeia da polimerase</li></ul><div><br>O número de tripanossomas no sangue periférico é alto durante a fase aguda da doença de Chagas podendo ser prontamente detectado pelo exame das lâminas com amostras de sangue finas ou espessas. Em contraste, poucos parasitas estão presentes no sangue durante infecção latente ou doença crônica. O diganóstico definitivo da doença de Chagas também pode ser feito no estágio agudo pelo exame de tecido de linfonodos ou cardíaco.<br>Nos pacientes imunocompetentes com doença de Chagas crônica, a sorologia, como coloração de anticorpos por fluorescência indireta (IFA), os imunoensaios enzimáticos (EIA) ou os ensaios de imunoadsorção enzimática (ELISA), costumam ser feitos para detectar os anticorpos contra o <em>T. cruzi</em>. As sorologias são sensíveis, mas podem gerar resultados falso-positivos nos pacientes com leishmaniose ou outras doenças. Assim, um teste positivo inicial é seguido por um ou mais 🤬 diferentes [tipicamente, ensaio de radioimunoprecipitação (RIPA) nos EUA] ou, às vezes, microscopia óptica das amostras de sangue ou de tecido para confirmar o diagnóstico. As sorologias também são usadas para a triagem de <em>T. cruzi</em> nos doadores de sangue nas regiões endêmicas e nos EUA.<br>Utilizar PCR quando a parasitemia for provavelmente alta, como ocorre na doença de Chagas aguda, na doença de Chagas transplacentária (congênita) ou após a transmissão via transfusão de sangue, transplante ou exposição laboratorial. Nas regiões endêmicas, o xenodiagnóstico tem sido utilizado; é feito pelo examine do conteúdo intestinal de triatomíneos criados em laboratório depois de picarem uma pessoa com doença de Chagas.<br><br><strong>Exames adicionais para os pacientes com doença de Chagas crônica</strong><br><br>Depois que a doença de Chagas é diagnosticada, deve-se fazer os seguintes exames, dependendo dos achados:</div><ul><li>Ausência de sintomas, porém infecção por <em>T. cruzi</em> confirmada: ECG de triagem com traçado do ritmo e radiografia de tórax</li><li>Potenciais alterações cardíacas nos exames de triagem ou sinais e/ou sintomas sugestivos de doença cardíaca: ecocardiografia</li><li>Disfagia ou outros sintomas ou achados gastrointestinais: exames com contraste e/ou endoscopia.</li></ul><div><strong>Tratamento</strong></div><ul><li>Benznidazol ou nifurtimox</li><li>Cuidados de suporte</li></ul><div><br>O tratamento da doença de Chagas em estágio agudo com antiparasitários promove:</div><ul><li>Redução rápida da parasitemia</li><li>Encurtamento da doença clínica</li><li>Redução do risco de mortalidade</li><li>Diminuição da probabilidade de doença crônica</li></ul><div><br>Indica-se o tratamento antiparasítico para todos os casos de doença de Chagas aguda, congênita ou reativada e para infecção indeterminada em crianças com até 18 anos de idade. Quanto mais jovem for o paciente e mais precoce o início do tratamento, maior a probabilidade do tratamento levar à cura parasitológica.<br>A eficácia do tratamento diminui à medida que a duração da infecção se prolonga, e os efeitos colaterais são mais prováveis em adultos. Recomenda-se o tratamento até os 50 anos, a menos que haja evidência de lesão cardíaca ou gastrointestinal avançada. Para os pacientes &gt; 50 anos, o tratamento é individualizado de acordo com os potenciais riscos e benefícios.<br>Depois da manifestação avançada de sinais GI ou cardíacos da doença de Chagas crônica, não se recomenda antiparasitários.<br>Medidas de suporte incluem<a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-ic#v936261_pt">tratamento para insuficiência cardíaca</a>, marca-passos, <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arritmias-e-doen%C3%A7as-de-condu%C3%A7%C3%A3o/f%C3%A1rmacos-para-arritmias">fármacos antiarrítmicos</a>, transplante cardíaco, dilatação esofágica, injeção de toxina botulínica no esfíncter esofágico inferior e cirurgia do trato GI para megacólon.<br>Os únicos fármacos eficazes são</div><ul><li><strong>Benznidazol:</strong> para adultos e crianças &gt; 12 anos de idade, 2,5 a 3,5 mg/kg VO duas vezes ao dia durante 60 dias.</li><li>Para crianças ≤ 12 anos de idade, 2,5 a 3,75 mg/kg duas vezes ao dia, durante 60 dias</li><li><strong>Nifurtimox:</strong> para pacientes ≥ 17 anos, 2 a 2,5 mg/kg, por via oral, 4 vezes ao dia, durante 90 dias</li><li>Para crianças de 11 a 16 anos de idade, 3 a 3,75 mg/kg, 4 vezes ao dia, durante 90 dias</li><li>Para crianças de 1 a 10 anos de idade, 4 a 5 mg/kg, 4 vezes ao dia, durante 90 dias</li></ul><div><br>Os dois fármacos estão disponíveis nos Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Têm efeitos tóxicos importantes, que aumentam com a idade. Contraindicações para o tratamento são a doença hepática ou renal grave.<br>Os efeitos adversos mais comuns do benznidazol são dermatite alérgica, neuropatia periférica, anorexia, perda ponderal e insônia.<br>Os efeitos adversos comuns do nifurtimox são anorexia, perda ponderal, polineuropatia, náuseas, vômitos, cefaleia, tontura e vertigem.<br>A recomendação é esses fármacos não sejam administrados para gestantes ou nutrizes.</div><div><strong>Prevenção</strong><br><br>Para controlar insetos Triatominae, devem-se rebocar paredes e substituir telhados colmados, ou borrifar as casas repetidas vezes com inseticidas residuais (de ação prolongada). A infecção em viajantes é rara e pode ser evitada ao não se dormir em moradias de barro ou pelo uso de mosquiteiros, caso seja inevitável dormir em tais habitações.<br>Muitas áreas endêmicas fazem a triagem dos doadores de sangue e órgãos e, desde 2006, os EUA também, para evitar a doença de Chagas relacionada com a transfusão e o transplante de órgãos contaminados com o tripanossoma.</div><div><strong>Pontos-chave</strong></div><ul><li>A doença de Chagas é causada por <em>Trypanosoma cruzi</em>, que é transmitido por insetos barbeiros da família Triatominae (reduviídeos).</li><li>A infecção é endêmica nas Américas Central e do Sul e no México; estima-se que 8 milhões de pessoas estejam infectadas em todo o mundo, incluindo 300.000 pessoas nos EUA (principalmente imigrantes).</li><li>A infecção aguda é seguida por um período de latência (indeterminado) que pode permanecer assintomático mas em 20 a 30%, ela progrede para doença crônica, que afeta especialmente o coração e trato GI.</li><li>O diagnóstico da doença de Chagas aguda é por microscopia óptica de esfregaços de sangue (finos ou espessos) ou 🤬 baseados em PCR.</li><li>O diagnóstico da infecção crônica pelo <em>T. cruzi</em> é feito por triagem com ensaio de imunoadsorção enzimática (ELISA) no sangue e ensaio de radioimunoprecipitação (RIPA) confirmatório ou outros ensaios para anticorpos.</li><li>Usar PCR para avaliar os casos potencialmente transmitidos por via transplacentária ou por hemotransfusão, transplante de órgãos ou exposição laboratorial.</li><li>Para detectar a doença de Chagas crônica, fazer ecocardiografia se os pacientes tiverem sintomas sugestivos de doença cardíaca ou potenciais alterações cardíacas por radiografia de tórax ou traçado do ritmo pelo ECG; fazer exames com contraste ou endoscopia GI se os pacientes tiverem disfagia ou algum outro sintoma GI.</li><li>Tratar os pacientes com doença aguda e muitos na fase indeterminada com benznidazol ou nifurtimox.</li><li>Os antiparasitários não são eficazes na doença de Chagas crônica, mas medidas de suporte (p. ex., tratamento da insuficiência cardíaca, implante de marca-passo, antiarrítmicos, transplante cardíaco, dilatação esofágica, injeção de toxina botulínica no esfíncter esofágico inferior e cirurgia do trato GI) costumam ajudar.</li></ul><div><strong>Informações adicionais</strong></div><ul><li><a href="http://www.cdc.gov/parasites/chagas/health_professionals/index.html">CDC: Resources for health professionals: Chagas disease</a></li></ul><div>CLIQUE AQUI PARA ACESSAR EDUCAÇÃO PARA O PACIENTE</div><div><br>Babesiose</div><div><br>Encefalite amebiana granulomatosa</div><div><strong>OUTROS TÓPICOS NESTE CAPÍTULO</strong><br>Protozoários extraintestinais<br><br>Visão geral das amebas de vida livre<br>Tripanossomíase africana<br>Queratite amebiana<br>Babesiose<br>Doença de Chagas<br>Encefalite amebiana granulomatosa<br>Leishmaniose<br>Malária<br>Meningoencefalite amebiana primária<br>Toxoplasmose</div><div>Profissionais Também Leram</div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/hematologia-e-oncologia/medicina-transfusional/coleta-de-sangue"><strong>Coleta de sangue</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/doen%C3%A7as-do-es%C3%B4fago-e-da-degluti%C3%A7%C3%A3o/dist%C3%BArbios-de-motilidade-esof%C3%A1gica"><strong>Distúrbios de motilidade esofágica</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/tripanossom%C3%ADase-africana"><strong>Tripanossomíase africana</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/hematologia-e-oncologia/medicina-transfusional/coleta-de-sangue"><strong>Coleta de sangue</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/doen%C3%A7as-do-es%C3%B4fago-e-da-degluti%C3%A7%C3%A3o/dist%C3%BArbios-de-motilidade-esof%C3%A1gica"><strong>Distúrbios de motilidade esofágica</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/tripanossom%C3%ADase-africana"><strong>Tripanossomíase africana</strong></a><br><br></div><div><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/hematologia-e-oncologia/medicina-transfusional/coleta-de-sangue"><strong>Coleta de sangue<br></strong></a><br></div><ul><li>1</li><li>2</li><li>3</li></ul><div>TESTE OS SEUS CONHECIMENTOS</div><div>Varíola</div><div>Devido a vacinação mundial, a ameaça atual de surto de varíola tem maior probabilidade de vir de qual dos seguintes?</div><div>&nbsp;Bioterrorismo Imunodeficiência Viagens ao exterior Recusa de vacinação</div><div><br></div><div><br></div><div><br><strong>Também De Interesse</strong><br><strong>MÍDIAS SOCIAIS</strong><br><br><br>Ir<br>Adicione a qualquer plataforma</div><div><br></div><div>MSD e os Manuais MSD</div><div><em>Merck and Co., Inc., sediada em Kenilworth, NJ, EUA (conhecida como MSD fora dos EUA e Canadá) é uma das maiores empresas de saúde mundiais trabalhando para que o mundo se sinta bem. Desde o desenvolvimento de novas terapias para o tratamento e prevenção de doenças até a assistência a pessoas carentes, estamos comprometidos em melhorar o bem-estar por todo o mundo.&nbsp; O Manual foi publicado pela primeira vez em 1899 para prestar um serviço comunitário.&nbsp; O legado deste excelente recurso continua na forma dos Manuais Merck nos EUA e Canadá e Manuais MSD no resto do mundo.&nbsp; Obtenha mais informações sobre nosso compromisso para com o </em><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/resourcespages/global-medical-knowledge"><em>Conhecimento Médico Mundial.</em></a></div><div><br></div><ul><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/resourcespages/about-the-manuals"><strong>SOBRE</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/resourcespages/disclaimer"><strong>ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/content/permissions"><strong>AUTORIZAÇÕES</strong></a></li><li><a href="https://www.msdprivacy.com/"><strong>PRIVACIDADE</strong></a></li><li><strong>PREFERÊNCIAS DE COOKIES</strong></li><li><a href="http://corporativo.msdonline.com.br/global/terms.xhtml"><strong>TERMOS DE UTILIZAÇÃO</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/content/licensing"><strong>LICENCIAMENTO</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/resourcespages/global-medical-knowledge"><strong>CONHECIMENTO MÉDICO GLOBAL 2020</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/content/contact-us"><strong>FALE CONOSCO</strong></a></li><li><a href="https://www.msdvetmanual.com/"><strong>MANUAL DE VETERINÁRIA (APENAS INGLÊS)</strong></a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/resourcespages/social-media"><strong>MÍDIAS SOCIAIS</strong></a></li></ul><div><br></div><div><br></div><div>Nós aderimos aos <a href="https://www.healthonnet.org/HONcode/Portuguese/">princípios da carta HONcode</a>. <a href="https://www.healthonnet.org/HONcode/Portuguese/?HONConduct156616">Verifique aqui.</a></div><div>© 2021 Merck Sharp &amp; Dohme Corp., subsidiária da Merck &amp; Co., Inc., Kenilworth, NJ, EUA</div><div><br></div><div><strong>Este website utiliza Cookies e as suas Preferências de Privacidade são importantes para nós.</strong><br>Sugerimos que escolha a opção <em>Personalizar as minhas Preferências</em> para alterar as suas preferências. 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         <pubDate>2021-04-27 00:39:31 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Clara Favacho da Silva&nbsp;<br><strong>Doença de Chagas</strong> é causada pelo protozoário Trypanossoma cruzi e é transmitida, principalmente, através da picada de um inseto conhecido como barbeiro. Em seu hospedeiro, o protozoário vive no sangue periférico e nas fibras musculares, dentre estas destacam-se as cardíacas.<br> É uma <strong>doença</strong> infecciosa causada pelo protozoário (parasito), o Trypanosoma cruzi, transmitido pelas fezes/urina do <strong>vetor</strong>, o inseto triatomíneo (barbeiro), quando defeca na pele de pessoas e/ou animais silvestres (mamíferos, aves, anfíbios e répteis) ao <strong>se</strong> alimentar de sangue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 08:20:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Clara Favacho da Silva&nbsp;<br>A&nbsp;<strong>malária</strong> é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Estes mosquitos são mais abundantes ao entardecer e ao amanhecer.<br> A <strong>malária</strong> é transmitida por meio da picada de fêmeas do mosquito Anopheles infectadas pelo protozoário Plasmodium. O período de incubação da <strong>malária</strong> varia de acordo com a espécie de plasmódio. A <strong>malária</strong> não pode ser transmitida pela água.<br> A)O <strong>agente causador da malária</strong> da <strong>malária</strong> é o Plasmodium sp e o <strong>vetor</strong> é a fêmea do mosquito Anopheles. b) A dosagem letal de radiação provoca a morte das células e, portanto, impede a proliferação e reprodução do parasita. As células mortas do <strong>agente causador</strong> atuam como antígeno, ativando o sistema imunológico.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 08:24:03 UTC</pubDate>
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