<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Amarelo by Ana Luiza Oliveira Mendonça</title>
      <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks</link>
      <description>Integrantes: Ana Luiza, Gabriela Reis, Sophia Faleiro, Victória Clemente e Victória Martins</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-05 11:45:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-28 14:52:58 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663585382/665cf1692ef76cd9aa01254c3c6f5dca/WhatsApp_Image_2020_08_31_at_21_05_35.jpeg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Ideologia de Gênero</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/744069338</link>
         <description><![CDATA[<div>No semestre passado, fizemos o seguinte trabalho, para a disciplina de Cultura Religiosa, sobre ideologia de gênero. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663585382/d753d843ac426ca0238579efa72c2721/Ideologia_de_ge_nero___2_peri_odo.pdf" />
         <pubDate>2020-09-14 14:18:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/744069338</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Texto base para o trabalho</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/744085030</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizamos esse texto como base para o trabalho sobre Ideologia de Gênero.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663585382/a0f7d6325cd0b7c1e528a666ca635588/ideologia_de_ge_nero.pdf" />
         <pubDate>2020-09-14 14:21:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/744085030</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Metamorfose</title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745928910</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a discussão do texto de Antônio Ciampa, essa música da Luedji Luna veio à minha cabeça. Especificamente, nos versos ‘’Eu vou andando pelo mundo como posso e me refaço a cada passo dado’’, percebo elementos que foram discutidos no texto e durante a aula. Fica claro o fato de que o contexto em que o eu lírico está inserido permite que ele possa, ou não, passar por mudanças, e que essas mudanças são constantes, o que Ciampa chama de metamorfose, e se trata da própria identidade. ‘’Identidade é metamorfose.’’ Deixo o link para ver uma linda performance da música:<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=sb2Srii4Ojg&amp;ab_channel=COLORS" />
         <pubDate>2020-09-14 21:56:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745928910</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745960024</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663786188/5d590261f338654f6432905688819e80/IMG_7437.jpg" />
         <pubDate>2020-09-14 22:18:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745960024</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745961357</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663786188/0cb9b4cb82975e26a8d9c3dbb5ba45dc/IMG_7438.jpg" />
         <pubDate>2020-09-14 22:19:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745961357</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745986348</link>
         <description><![CDATA[Nesse trabalho que a Ana postou foi possível ver, na prática, o uso do termo ‘’ideologia’’ em disputas políticas. Como comentamos na aula, isso ocorre muito para caracterizar um discurso político que está em um polo oposto ao que se defende. No artigo anexado, há uma perspectiva histórica para sinalizar a origem do termo Ideologia de Gênero, e descobrimos que suas raízes estão na Igreja Católica insatisfeita com o avanço da luta pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-14 22:38:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/745986348</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre todos os eus que moram em mim</title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/746011569</link>
         <description><![CDATA[<div>‘’Uma totalidade contraditória, múltipla e mutável, no entanto una. Por mais contraditório, por mais mutável que eu seja, sei que sou eu que sou assim, sou uma unidade de contrários, sou uno na multiplicidade e na mudança.’’ (Ciampa,1984).<br>Achei que a arte combinou bem com essa frase de Antônio Ciampa.<br>Arte: Marcela Scheid</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CCEBCkkHynF/?igshid=jlly74o3o1w8" />
         <pubDate>2020-09-14 22:58:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/746011569</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nada e a nossa condição – João Guimarães Rosa</title>
         <author>gabsreiscoelho</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/749832235</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura do capítulo do Ciampa, Identidade, e a construção que o texto se dá na noção de que a identidade de um sujeito é análoga a  de um personagem, de um enredo e de outros personagens, lembrei-me de uma estória que gosto muito.<strong> </strong><strong><em>“Nada e a nossa condição”</em></strong> de João Guimarães Rosa conta a vida do fazendeiro Tio Man’Antônio, e a minha parte favorita desta obra é: <strong><em>“Ele, por detrás de si mesmo, pondo-se de parte, em ambíguos âmbitos e momentos, como se a vida fosse ocultável não o conheceriam através de figuras. Sendo que refez sua maciez; e era uma outra espécie, decorosa, de pessoa, de olhos empalidecidamente azuis. Mas fino, inenganador, o rosto, cinzento moreno.”</em></strong> Este trecho traz a ideia que Ciampa que é “ humanizar-se por si” , o que caracteriza ser movimento, processo e  que a identidade surge como<strong><em> “representação de meu estar-sendo se converte num pressuposto de meu ser”</em></strong>, como uma totalidade. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/669123614/f1fdf3b2634189f3fc03140d8bdb3449/Paul_Gauguin_Mango_pickers_Martinique_1887_696x527.jpg" />
         <pubDate>2020-09-15 22:37:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/749832235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&#39;&#39;Bolsonaro: ideologia dominou escolas, mídia e invadiu lares para atingir família&#39;&#39;</title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762645062</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler essa manchete e notícia, vemos que Jair Bolsonaro faz o uso do termo ideologia. Tendo em vista o texto de Pedrinho Guareschi, ‘’sempre que formos ler, ou escutar, alguém empregando esse termo, devemos ver de imediato qual o sentido que esse autor ou locutor está dando à palavra. Somente assim é possível progredir no diálogo e na investigação.’’</div><div>Dessa maneira, tentei enxergar os quadrantes que Guareschi utiliza para diferenciar os usos do termo ideologia na fala de Bolsonaro. Acredito que ele considera a ideologia como algo negativo, uma vez que tratam-se de ideias enganadoras que colaboram para obscurecer a realidade, como vemos em um trecho de sua fala ‘’Durante as últimas décadas nos deixamos seduzir sem perceber por sistemas ideológicos de pensamentos que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto. (...) E com esses métodos, essa ideologia sempre deixou rastro de morte, de ignorância, miséria por onde passou.’’ Ademais, creio que Bolsonaro compreende a ideologia como algo material, porém, afirmo isso de acordo com o contexto que ultrapassa a notícia lida. Acho que para ele, as ideias da oposição, da esquerda, são intrinsicamente ideológicas. Nesse caso, a ideologia é materializada nessas ideias. <br>Mais um exemplo do uso desse termo em disputas políticas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://istoe.com.br/bolsonaro-ideologia-dominou-escolas-midia-e-invadiu-lares-para-atingir-familia/" />
         <pubDate>2020-09-21 01:07:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762645062</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo do discurso de Bolsonaro</title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762649233</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=-hrh5n4dm8Q&amp;ab_channel=Estad%C3%A3o" />
         <pubDate>2020-09-21 01:09:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762649233</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sophiafquintanillaf</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762733613</link>
         <description><![CDATA[<div>No caso apresentado na notícia, a juíza Inês Marchalek citou a raça para condenar um réu negro.<br>''<strong>Seguramente</strong>, integrante do grupo criminoso,<strong> em razão de sua raça</strong> (...)'' é um trecho retirado da sentença que condenava o homem. <br>Essa situação é um exemplo de um modo de operação da ideologia através da unificação, em que ocorre uma relação de dominação. A juíza recorreu a um argumento racista para justificar a condenação judicial de um homem suspeito, fazendo o uso do poder garantido pela profissão que exerce. É uma relação de muita assimetria de poder. Mesmo que o homem fosse culpado, o fator racial não deveria ter sido utilizado na sentença, visto que não há nenhuma relação entre ele e o envolvimento com crimes. A unificação é a ''construção de identidade coletiva, independentemente das diferenças individuais e sociais.'' de acordo com John B. Thompson, e isso ocorre no caso do racismo, em que uma pessoa pelo fato de ser negra é vista pela sociedade sob a ótica de vários esteriótipos que desconsideram sua individualidade.<br><br>Referência para o conceito de unificação: http://www.letras.ufmg.br/literafro/artigos/artigos-teorico-criticos/1081-debora-cristina-dearaujo-ideologia-e-racismo-analise-de-discurso-sobre-a-recepcao-de-leituras-de-obrasinfanto-juvenis</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2020/08/12/juiza-diz-em-sentenca-que-reu-negro-era-seguramente-integrante-de-grupo-criminoso-em-razao-da-sua-raca.ghtml" />
         <pubDate>2020-09-21 01:58:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762733613</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victoriamartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762967749</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Sem memória” </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=dDlZdcxVEsc" />
         <pubDate>2020-09-21 04:35:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/762967749</guid>
      </item>
      <item>
         <title>“Tu conhece tua árvore genealógica? Nós sofre de falsidade ideológica” (parte 1)</title>
         <author>victoriamartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/764545718</link>
         <description><![CDATA[<div>O rapper carioca DK47 em seu álbum “O contador de histórias” lançou uma música que me chamou bastante atenção, chamada “Sem memória”. Essa canção relata o episódio do Sequestro do ônibus 147 ocorrido no Rio de Janeiro em 2000. <br>Ao longo da letra o cantor mescla o episódio do sequestro com alguns fatos da história do Brasil, em todo o tempo a música traz ao ouvinte uma reflexão sobre o atual cenário em que o brasileiro vive e se ele tem consciência do porque o país se encontra nesse estado. E uma das direções que essa reflexão nos leva, é a olhar o racismo existente no Brasil como sendo uma ideologia, mas não qualquer ideologia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-21 15:04:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/764545718</guid>
      </item>
      <item>
         <title>“Tu conhece tua árvore genealógica? Nós sofre de falsidade ideológica” (parte 2)</title>
         <author>victoriamartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/764558720</link>
         <description><![CDATA[<div>DK47 versa em algumas partes da música sobre ocorrências da colonização portuguesa, aonde em uma das partes ele diz<em> “Vocês esqueceram do nosso passado. O problema começou com Dom Pedro I”</em>, demonstrando sobre a <strong>ideologia</strong> como uma <strong>prática</strong>. As relações assimétricas consequentes desse evento intensificaram o domínio de um ser humano sobre outro, a partir disso podemos discorrer o racismo na contemporaneidade com um dos pontos de análise da ideologia citado por Pedrinho Guareschi, que é a valorização das formas simbólicas. O grau de “poder” do indivíduo branco superando o grau de “poder” do indivíduo negro reproduz relações de dominação no Brasil desde a invasão portuguesa, assim o racismo estrutural é executado no país.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-21 15:06:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/764558720</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A teoria do jardim: poemas- Dora Ribeiro</title>
         <author>gabsreiscoelho</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/765664574</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando mais sobre Literatura, lembrei-me de um livro de poemas da escritora sul-mato-grossense Dora Ribeiro que se chama <strong><em>“A teoria do jardim: poemas” </em></strong>e como ele se interdisciplina a concepção de identidade trazida por Ciampa. Uma vez que em seus poemas, Dora traz a noção crescente de que tudo se passa através do corpo e, como consequência, toda experiência aparecerá posta em condições corporais, inclusive todos os processos que caracterizam sua identidade. Ademais, o exposto <strong>“</strong><strong><em>Então, toma-se necessário partir da representação, como um produto, para analisar o próprio processo de produção.”</em></strong><em>, </em>de Antonio da Costa Ciampa, junto a interface que Dora eleva sobre o corpo ser o local manifestado pelo sujeito, assim como a palavra é trabalhada pelo poeta, é possível destacar que a identidade se faz por meio de uma processo de produção próprio, e que tal é demarcado no corpo, fisicamente. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/669123614/f09e0c238e09e5748b71b39cb0155b87/DORA.jpg" />
         <pubDate>2020-09-21 18:53:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/765664574</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victoriaclementte</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/765682481</link>
         <description><![CDATA[<div>A concepção de ideologia crítica para John B. Thompson se relaciona ao “uso de ideias, estratégias, formas simbólicas” para o estabelecimento de relações assimétricas, de dominação, desiguais. O contexto militar brasileiro, iniciado oficialmente com o golpe de 1964, trazia como base ideológica um autoritarismo que buscava eliminar do país a pluralidade política chamada de subversão, os comunistas e o próprio comunismo, a corrupção, e instaurar no Brasil uma “democracia” com base cristã e positivista.Os meios de comunicação tiveram um papel importante no contexto militar, pois pregavam valores, ideias e crenças que iam de acordo com a agenda dos militares e corroboraram para a tese de que o país se tornaria a nação do futuro em moldes liberais, autoritários e de ordem e progresso. </div><div>Atualmente, o autoritário governo Bolsonaro se mostra fortemente influenciado por um saudosismo ilusório de um período na história em que o Brasil teve mudanças positivas nos âmbitos educacional, econômico, social e político. Uma das estratégias adotadas por Jair Bolsonaro e sua prole é o resgate de símbolos nacionalistas e de ode à pátria, como a supervalorização da bandeira nacional, do hino, da família que reverencia seu país e “lutaria”, inclusive de forma armada, pela defesa da ordem, como contra o comunismo, e pela defesa de seu povo, como contra os que estão à margem e deturpando a paz. Talvez essa seja uma das explicações para a enorme ênfase em armas por parte da família Bolsonaro e seu eleitorado. </div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/726068176/6f1ed879f42673580a88e499712c9463/Ideologia_em_marx__seus_desdobramentos.png" />
         <pubDate>2020-09-21 18:58:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/765682481</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Metamorfose Ambulante</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766676224</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto do Ciampa, lembrei instantaneamente da música do Raul Seixas, chamada Metamorfose Ambulante.<br>É incrível sermos seres em constante destruição e construção!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kyEtJ6dX_5c" />
         <pubDate>2020-09-22 02:38:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766676224</guid>
      </item>
      <item>
         <title>       IDENTIDADE</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766698674</link>
         <description><![CDATA[<div>    Às vezes nem eu mesmo <br>    sei quem sou.<br>    às vezes sou<br>    “o meu queridinho”,<br>    às vezes sou<br>    “moleque malcriado”.<br>    Para mim<br>    tem vezes que eu sou rei,<br>    herói voador,<br>    caubói lutador,<br>    jogador campeão.<br>    Às vezes sou pulga,<br>    sou mosca também,<br>    que voa e se esconde<br>    de medo e vergonha.<br>    Às vezes eu sou Hércules,<br>    Sansão vencedor,<br>    peito de aço<br>    goleador!<br>    Mas o que importa<br>    o que pensam de mim?<br>    Eu sou quem sou,<br>    eu sou eu,<br>    sou assim,<br>    sou menino.<br>    <strong>Pedro Bandeira</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-22 02:48:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766698674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imigração, identidade e multiculturalismo nas organizações brasileiras</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766717717</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RESUMO<br>Resumo</strong>: Este artigo problematiza, com base na análise de entrevistas individuais, a identidade do imigrante no Brasil e a forma como o multiculturalismo é abordado no país por meio das organizações de trabalho. A identidade é entendida como uma construção social em constante transformação, acentuada no momento em que os indivíduos migram, dado o encontro com as diferenças. Essa identidade social é composta pelos costumes e tradições de sua nação e, ao migrar, a falta dessas questões é perceptível na vida do imigrante. Como resultados, destaca-se que os motivos para migrar hoje em dia são semelhantes aos do passado, como melhorar de vida e fugir de problemas econômicos, religiosos e sociais. No Brasil, o racismo e a exclusão social ainda são presentes mesmo que este seja um país multicultural. Na esfera das organizações, o multiculturalismo está recém iniciando, e verifica-se que a diversidade é questionada e que ainda existem preconceitos devido à diferença cultural do indivíduo.<br><strong>Palavras-chave</strong>: identidade social; imigrantes; multicultural; multiculturalismo<br><br><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS<br></strong>A raça e etnia são motivos de reflexão e compreensão ao olhar o outro, já que, ao nascer num país, obtém-se a identidade social desse país, mas, muitas vezes, é preciso um árduo movimento para conquistar o efetivo direito de pertencer ao espaço que é considerado do outro. A identidade de nascimento faz parte do “eu social”, ao dizer que se é brasileiro como critério de delimitação de si, por exemplo. Contudo a identidade não é engessada e muda de acordo com o ambiente e as vivências que se adquirem no decorrer da vida, inclusive pela possibilidade de pertencimento intencional a um ou mais espaços de Estado-nação.</div><div>Por outro lado, sublinha-se que o indivíduo credita importância à comprovação de fazer parte de uma etnia e raça para não “perder” sua identidade. Por isso, a cultura e os costumes em um país migratório são os aspectos mais relevantes e destacados nas narrativas cotidianas dos entrevistados. Conclui-se, portanto, que a língua, a comida e o modo de viver do Estado-nação causam um sentimento de falta ao imigrante e são muito mais importantes do que ele previamente poderia pensar, apesar de se traduzir, em grande parte, em elementos considerados simplórios. No entanto eles dizem respeito especialmente à memória, que nos constitui como sujeitos e faz parte da nossa narrativa da vida. Observa-se, nesse sentido, que a real importância da cultura nacional para um indivíduo só é efetivamente percebida em sua dimensão quando ele deixa de tê-la no seu cotidiano, reconhecendo como as atitudes simples do cotidiano lhes são realmente representativas. Apesar disso, a ausência da cultura nacional oferece a oportunidade para que os costumes do indivíduo se modifiquem, devido à interferência e à absorção das tradições e da cultura do país migratório. Percebe-se, claramente, a interferência da identidade social do país migratório na construção de uma outra identidade social do imigrante. Dessa maneira, uma pessoa torna-se um indivíduo híbrido e um sujeito com identidade social multicultural, de maior complexidade do ponto de vista das diferenças, que aquela anterior ao processo migratório.<br><br>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1518-70122018000300679&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/663585382/8fd3a96163e3b86b418bbd94bcebc359/saborpaulista.jpg" />
         <pubDate>2020-09-22 02:58:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766717717</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Considerações sobre o artigo</title>
         <author>12342842</author>
         <link>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766723405</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto sobre Identidade(s), fiquei curiosa sobre como ocorre o autorreconhecimento dos imigrantes e todos os processos e traumas relacionados a ele.<br>O artigo demonstra que quanto mais você se distancia da sua cultura de origem, mais você se apega à ela. Apesar das angústias oriundas de um contexto de refúgio, os imigrantes de permitem conhecer a cultura do país no qual se mudaram e tornam-se seres de identidades híbridas extremamente ricas.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-22 03:01:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/12342842/Bookmarks/wish/766723405</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
